Cuidado em Saúde Mental (Álcool e outras Drogas)

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Sigilo e integralidade no cuidado em saúde mental: desafios à atuação do psicólogo no Sistema Único de Saúde

Sigilo e integralidade no cuidado em saúde mental: desafios à atuação do psicólogo no Sistema Único de Saúde

Raquel Aires do Amaral Carmen Esther Rieth Resumo: A Reforma Psiquiátrica propôs inúmeras mudanças no cuidado em saúde mental, e os profissionais que atuam nesse campo são desafiados a promover esse cuidado diferenciado. O objetivo deste estudo foi identificar a percepção de psicólogos que atuam nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), de um município da região metropolitana de Porto Alegre (RS), acerca da relação entre sigilo e integralidade no trabalho em saúde mental. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, descritiva e exploratória que entrevistou 10 psicólogos. Foram realizadas entrevistas semiestruturadas que foram analisadas a partir dos pressupostos da Análise Temática (Minayo, 2010). Os resultados demonstram que os psicólogos consideram um grande desafio aliançar atenção integral com garantia de sigilo, pois há a necessidade de comprometimento e esforço coletivo no resguardo dos direitos dos usuários do CAPS. Considera-se imprescindível que novas pesquisas enfoquem o sigilo no cuidado em saúde mental, visto que há pouca produção científica a esse respeito. Palavras-chave: Confidencialidade. Assistência integral à saúde. Saúde Mental.
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Práticas de cuidado em saúde mental no Brasil: análise a partir do conceito de cidadania

Práticas de cuidado em saúde mental no Brasil: análise a partir do conceito de cidadania

Este estudo, que apresenta uma revisão integrativa da literatura científica, analisa como as práticas de cuidado em saúde mental contemplam a dimensão da cidadania, a partir do fortalecimento e/ou da construção do exercício desta pelos usuários. Problematiza o cenário atual de no- vas práticas de cuidado em saúde mental, desenvolvidas a partir do paradigma psicossocial, pautado nas propo- sições da Reforma Psiquiátrica Brasileira, que toma a cidadania como destaque na formulação das políticas e na criação da rede de cuidado em saúde mental. Para tanto, analisou-se trabalhos brasileiros publicados em base de dados Lilacs/BVS e Scielo no período de 2002 a 2011 que apresentaram experiências de atividades de cuidado em saúde mental no âmbito do Sistema Único de Saúde, no tocante ao modo como são desenvolvidas, seus avanços e desafios. Percebeu-se que, atualmente, uma grande diversidade de novas práticas é desenvolvi- da em diferentes serviços e por equipes multiprofissio- nais e que estas trazem importantes inovações ao trato com a loucura. Contudo, ainda há presença do modelo manicomial, expresso em novas roupagens e desenvol- vido por novos serviços, assim como descontinuidade
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A participação de crianças e familiares no cuidado em saúde mental: um grupo GAM no CAPsi de Vitória-ES

A participação de crianças e familiares no cuidado em saúde mental: um grupo GAM no CAPsi de Vitória-ES

Como as crianças podem participar do cuidado em saúde mental? Como aquelas que historicamente não são vistas como sendo responsáveis e tendo condições de responderem por si podem ter direito a participar, opinar, se expressar? Este trabalho parte de uma pesquisa situada no campo da Saúde Mental Infanto-juvenil que visa problematizar a baixa participação de crianças e seus familiares nos tratamentos, principalmente no que tange à gestão da medicação. Apesar dos avanços obtidos no processo da Reforma Psiquiátrica brasileira e das mudanças significativas em relação aos modelos de atenção e gestão nas práticas de saúde, a questão da medicação é ainda um ponto nevrálgico nesse processo. As experiências vividas pelos usuários do campo da saúde mental e seus familiares raramente são consideradas como parte do saber em relação ao tratamento. E quando esses usuários tratam- se de crianças, essa problemática se torna ainda mais complexa e desafiadora. Além dos engessamentos e barreiras impostas pela produção do diagnóstico de transtorno mental, essas crianças também são marcadas por uma certa construção histórica de imagens da infância, as quais, por um lado, possibilitaram a proteção das crianças, mas, por outro, acabaram gerando impossibilidades e limites à participação infantil em seus processos de cuidado. A partir da proposição de um Grupo de Intervenção (GI) com familiares no Centro de Atenção Psicossocial Infanto-juvenil (CAPSi), baseado na Estratégia da Gestão Autônoma da Medicação (GAM) esta pesquisa teve como direção de trabalho a deterioração de algumas imagens cristalizadas da infância, apostando, então, na construção de outras relações com as crianças, de outros modos de pensar e de estar com elas, tendo como investimento ético- político o exercício da participação.
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As práticas corporais no cuidado em saúde mental em um CAPS II na Cidade de Serra/ES

As práticas corporais no cuidado em saúde mental em um CAPS II na Cidade de Serra/ES

No Brasil, pensar o cuidado em saúde mental é vivenciar no ato do trabalho questões que atravessam as políticas de Saúde e de Saúde Mental. Partindo do histórico da luta pela Reforma Psiquiátrica, serviços substitutivos aos manicômios, como os Centros de Atenção Psicossocial (Caps) entraram em cena com vistas a garantir que o tratamento de pessoas com transtorno mental fosse permeado por diversas áreas do conhecimento. Para ampliar a discussão sobre a atuação profissional da Educação Física nos Caps, me aproximo de pistas e problematizações do próprio cotidiano. O objetivo dessa dissertação é analisar como foram organizadas e constituídas as práticas corporais no cuidado de usuários do Caps Mestre Álvaro do Município da Serra/ES, tendo como base os conceitos de autonomia e empoderamento presentes nas Políticas de Promoção da Saúde e de Saúde Mental. O conceito de autonomia visa potencialidades e ao desenvolvimento de capacidades dos sujeitos para escolhas conscientes sobre suas ações e trajetórias e o de empoderamento se apresenta como um processo de estimulos os sujeitos e coletivos a adquirirem o controle das decisões e das escolhas de modos de vida adequado às suas condições sócio-econômico-culturais. Para tal pesquisa vali-me de pistas do método da cartografia para acompanhar a rotina do Caps e trazer para discussão acontecimentos referentes ao cotidiano da Educação Física. Para registro desse cotidiano, produzi diários de campo. Ao revisitá-los construí duas categorias para análise: “A Interação com a comunidade” e “Práticas Corporais no CAPS Mestre Álvaro?”. A primeira teve como problematização os encontros que a Educação Física proporcionou com a sociedade e suas reverberações (potencialidades e tensionamentos). Na segunda é aflorada a discussão relativa ao papel do professor de Educação Física poder ir além da pratica do movimentar em si, mas que também está permeada de imprevisibilidade. Os conceitos utilizados, se mostraram necessários e, sua efetivação no mundo do trabalho e no espaço de vida/tratamento desses indivíduos aconteceram e podem ainda acontecer em meio a tensões, disputas, contradições.
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Revisão Integrativa: As práticas territoriais de cuidado em saúde mental

Revisão Integrativa: As práticas territoriais de cuidado em saúde mental

Objectives: Identify approaches and elements in the territorial practices of mental health professionals and discuss those practices from the standpoint of work in the field of psychiatric nursing. Method: The research is based on an integrative review of scientific studies published between 2001 and 2011 in the Virtual Health Library and the LILACS database, using the terms mental health and territory. Conducted in September 2012, it was guided by the question: How do territorial practices occur in the field of mental health care? The- matic analysis was used to understand and process the data. Results: In the 52 studies analyzed, it was found that different types of networking and negotiations occur in the field, promoted largely by centers for psychosocial and primary care. Conclusion: Concepts such as network, networking, response, link, roaming, group strategy, educational groups and reference professional are appropriated, among other guidelines to citizens’ emancipation.
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Práticas integrativas e complementares (PICs) no cuidado em saúde mental: a experiência em unidades básicas de saúde em Florianópolis

Práticas integrativas e complementares (PICs) no cuidado em saúde mental: a experiência em unidades básicas de saúde em Florianópolis

Uma vez que na posse desse instrumental teórico o profissional de saúde não médico teria condições de estabelecer um diagnóstico, não o biomédico, mas mesmo assim um diagnóstico que irá guiar por sua vez a orientação de uma pratica terapêutica. Disso cabe questionarmos, até que ponto o não emprego do diagnóstico tradicional dar se apenas por questões da ordem prática. Estariam as vicissitudes dos poderes orientando e conduzindo para pensarmos ser mais eficiente, admissível e satisfatório não empregar a diagnose tradicional e só apenas a intervenção tradicional descolada de sua anamnese? Não temos a pretensão de responder a esses questionamentos, os trazemos sobretudo, para demarcar que as práticas em PICs e nesse caso especifico a MTC não estão alheias as questões políticas e corporativistas. Como vimos, Luz (1988/2005) identifica ser possível racionalidades coexistirem de forma combinada, não se trata de deslegitimar o uso do diagnóstico biomédico para guiar a intervenção, mas é também, se perguntar, porquê o outro é preterido?
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A reforma psiquiátrica interpretada sob a ótica do cuidado em saúde mental : uma revisão bibliográfica

A reforma psiquiátrica interpretada sob a ótica do cuidado em saúde mental : uma revisão bibliográfica

Após essa série de mudanças do conceito de cuidado, o mesmo foi tomando formas cada vez mais modernas e adequadas aos moldes contemporâneos, ainda mais no que diz respeito a sua aplicabilidade. Entretanto, é preciso compreender o cuidado assim como o conceito de saúde, ou seja, não há um conceito pétreo e regularizado propriamente dito, mas sim uma série deles, cada qual com a sua verdade e inserindo no gigante prisma das interpretações sua ótica, para que, aquele que olhar através desse prisma, possa, enfim, formar sua ideia e o conceito que melhor lhe convir de acordo com “as lentes” as quais ele enxerga o mundo.
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52 Lee mas

Visita domiciliar como ferramenta útil para o cuidado em saúde mental

Visita domiciliar como ferramenta útil para o cuidado em saúde mental

Com o surgimento do CAPS é possível tratar o indivíduo na comunidade, juntamente com a família, permitindo seu convívio social. E uma das formas de intervenções marcantes nesse meio é a visita domiciliar. Esse instrumento de cuidado permite conhecer a realidade na qual o usuário está inserido. O trabalho apresenta como objetivo de implementar a visita domiciliar como ferramenta para o cuidado de pacientes atendidos pelo CAPS I de Oliveira dos Brejinhos – BA. Trata-se de uma tecnologia de concepção, que tem como proposta a implementação da visita domiciliar como ferramenta para o cuidado de pacientes atendidos no referido local. A programação para visitas acontece por meio de um cronograma elaborado, em que constam as principais localidades da zona rural e sede do município que serão visitas. É perceptível que a assistência à pessoa com transtorno mental passou por grandes transformações ao longo nos anos, períodos marados, sobretudo pela Reforma psiquiátrica e a origem dos serviços substitutivos, como o CAPS. Nesse serviço procura-se prestar um cuidado integral, e a visita domiciliar aparece como meio de vivenciar o cotidiano do usuário, a relação com a família, os aspectos sócio culturais, e todas as pistas que possam ajudar no tratamento, além de fortalecer o vínculo entre, profissional, usuário e família. Acredita-se que essa seja uma forma de intervenção importantíssima que irá complementar ainda mais a assistência prestada aos usuários atendidos na unidade, diante das dificuldades locais.
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21 Lee mas

O cuidado de enfermagem em saúde mental segundo o paradigma da reabilitação psicossocial: uma revisão integrativa da literatura

O cuidado de enfermagem em saúde mental segundo o paradigma da reabilitação psicossocial: uma revisão integrativa da literatura

De acordo com essa apreciação, o artigo nº2 aborda as concepções produzidas pelos agentes de enfermagem sobre o trabalho em saúde mental com sujeitos psicóticos em um CAPS III e nos SRT sobre sua responsabilidade. É possível identificar que com o surgimento desses serviços passou a haver uma preocupação com o desenvolvimento da autonomia e da qualidade de vida dos usuários e familiares. Com a análise dos dados, foram identificados três eixos: 1) a finalidade do cuidado em saúde mental consistia na autonomia do usuário; 2) a finalidade do cuidado em saúde mental era a concepção de reabilitar e superar a crise, em que foi identificado que os profissionais confundiam a clínica psiquiátrica com a reabilitação psicossocial e utilizavam a concepção infantilizada de seu objeto de trabalho, atuando no intuito da "normalização", de forma semelhante ao que acontecia no Tratamento Moral; 3) a finalidade da assistência em Saúde mental consiste no "cuidar", sendo o objeto de trabalho o usuário em crise e em reabilitação. No terceiro eixo é identificado o cuidado singularizado, com a utilização do acolhimento com garantias. A ideia de campo e núcleo também foi identificada nesse eixo. O artigo deixa o questionamento de que contribuições o ensino de enfermagem de nível universitário e médio poderiam trazer para que os profissionais possam redirecionar suas práticas. Dessa maneira, é possível ratificar a importância desses dispositivos de cuidado no paradigma da reabilitação psicossocial, bem como na importância do engajamento do profissional de enfermagem inserido nesse serviço, tendo este também conhecimento técnico e disponibilidade para as mudanças, necessárias nesse momento de transição de paradigmas (KIRSCHBAUM, 2009).
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24 Lee mas

PRISME: a experiência interdisciplinar de um projeto de extensão em saúde  mental

PRISME: a experiência interdisciplinar de um projeto de extensão em saúde mental

O PRISME – Projeto Interdisciplinar em Saúde Mental – é um projeto de extensão, exclusivo do UniCEUB, que em parceira com a Secretaria de Saúde do Distrito Federal e uma Organização não-governamental (ONG), desenvolve o entendimento do campo da saúde mental como multiprofissional e interdisciplinar. Merece destaque a contribuição para o desenvolvimento social e profissional de seus alunos participantes, possibilitando a realização, sempre de forma interdisciplinar com, no mínimo, uma dupla de alunos de diferentes cursos, diversas atividades: oficinas, orientação e acompanhamento jurídicos e familiares, educação para saúde, atividades físicas e de qualidade de vida (Resende & Aguiar, 2018). Reside nessa contribuição a possibilidade de um novo processo de aprendizagem que envolve o aluno no fazer e no ser, que lhe permite articular de forma crítica o conteúdo teórico com o fazer prático, visando assim um conhecimento emancipatório, conforme descrito por Demo (2000). O conhecimento emancipatório estimulado pelo PRISME pode capacitar os extensionistas a se tornarem profissionais mais autônomos e aptos a oferecer uma atenção humanizada no cuidado em saúde mental.
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94 Lee mas

Relatório da prática especializada em enfermagem de saúde mental e psiquiatria

Relatório da prática especializada em enfermagem de saúde mental e psiquiatria

83 utente, que auxilia na obtenção do cuidado integral/holístico, rompendo as barreiras e formalidades, para promover a relação entre ambos através de um sorriso, de um abraço, de uma dança, de um olhar, esta terapia proporciona momentos de descontração, motivação e relaxamento (Mazocco e Hentges, 2010). Pesquisas que relatam a participação de utentes hospitalizados em atividades como a risoterapia, quer sejam eles crianças, adolescentes ou adultos, verifica-se uma maior colaboração por parte destes durante os exames e procedimentos, além de proporcionar um melhor entendimento do processo saúde doença, proporcionando a amenização do incômodo, sofrimento, diminuição dos receios, promoção de uma postura mais positiva frente ao ambiente hospitalar e tratamento (Silva, 2005). No início da sessão foram explicados os objetivos desta e esclarecido o conceito de risoterapia através de explicação verbal baseada na bibliografia consultada e com recorrência a um vídeo. Posteriormente deu-se inicio à sessão com exercícios de respiração, alternados de diferentes exercícios de provocação do riso, recorrendo a bater de palmas, sons e movimentos corporais planeados previamente em guião. No último exercício foi pedido aos utentes que se deitassem no chão em círculo com a cabeça em cima da barriga uns dos outros, devendo de seguida provocar o riso de forma a sentir a vibração abdominal de quando riam provocando vontade de rir. A sessão decorreu sem incidentes e posteriormente foi realizada a avaliação da sessão através de um questionário tendo esta sido muito apreciada e sugerida como terapia a realizar mais vezes dado os benefícios em termos de relaxamento e bem estar proporcionados.
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115 Lee mas

Pronto atendimento suplementar: beneficiário em situação de crise em saúde mental

Pronto atendimento suplementar: beneficiário em situação de crise em saúde mental

Em relação ao termo cuidar, apura-se sua aproximação com o vocábulo latino “curare”, cujo sentido agrega-se à ideia de “tratar de”; “pôr o cuidado em”. Já a expressão cuidar da saúde está ligada ao senso comum, associada à perspectiva de se prestar atenção ou dirigir intervenções a um indivíduo ou a um grupo de maneira a envolver um conjunto de procedimentos tecnicamente orientados para o bom êxito de um determinado tratamento. Em um sentido mais amplo, o vocábulo “cuidado”, derivado do latim “cogitatus”, apresenta como sinônimo o termo desvelo, definido como o “cuidado e vigilância contínua”, diligência, zelo e solicitude. Na área da saúde mental, as questões do cuidado e do cuidar têm sido um campo fértil de preocupações e investigações, pois as demandas existentes nos serviços e programas de saúde mental se tornaram complexas (BALLARIN; DE CARVALHO; FERIGATO, 2010).
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133 Lee mas

Educação em saúde e pesquisa-ação: instrumentos de cuidado de enfermagem na saúde mental

Educação em saúde e pesquisa-ação: instrumentos de cuidado de enfermagem na saúde mental

Objective: to identify needs of health educational actions in mental health with relatives and peoples with mental disorders of a university extension project; to develop actions of mental health education and evaluate the actions developed. Method: Action-research carried out in Curitiba, in the University Extension Project “The health care for people with mental suffering and your relatives”. Six people with mental disorder and seven relatives participated in the study. The data were collected through semi-structured interviews and to doing six educational seminars, whose purpouse was to identify topics of interest to participants. Results: The family and the person with mental disorder must receive orientations and support so they can reorganize their roles in the face of the reality of living with mental disorder. Conclusion: It was evidenced the methodology of research-action comes to meet the perspective in the nurses’ performance in the psychosocial model of mental health care when opportuning health education with a view to conscientious care.
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11 Lee mas

Cuidado integral em saúde mental

Cuidado integral em saúde mental

Essa informação permite identificar grupos na população com maior e menor probabilidade de deixar de fumar. Apesar da sua relevância, os fatores associados à cessação do hábito de fumar ainda são desconhecidos em países em desenvolvimento. Estudos de base populacional conduzidos em países desenvolvidos têm mostrado que a cessação do tabagismo é maior nos indivíduos mais velhos, naqueles com renda mais alta e naqueles com escolaridade mais elevada. Por outro lado, sexo, estado civil e indicadores da condição de saúde apresentam-se associados à cessação desse hábito em alguns estudos. Já se tem conhecimento de que fumantes com maior nível de dependência têm maior probabilidade de participar de um programa organizado para a cessação do tabagismo. Também, já se sabe que as mulheres constituem a maior parte da amostra na maioria dos estudos publicados no Brasil e no exterior sobre fumantes que procuram este tratamento (Menezes, 2004).
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129 Lee mas

Protocolo de atendimento de saúde mental em um CAPS AD  III

Protocolo de atendimento de saúde mental em um CAPS AD III

Estes profissionais desenvolvem atendimentos individualizados e atendimentos em grupo. Ainda são realizadas visitas domiciliares, atividades comunitárias de prevenção e cuidado à família. Além disso, também oferece condições para o repouso ambulatorial de pacientes que necessitem de cuidados e que não demandem por atenção clínica hospitalar (BRASIL, 2004). O papel da equipe técnica é fundamental para a organização, desenvolvimento e manutenção do ambiente terapêutico. A duração da permanência dos usuários em tratamento no CAPS ad depende de muitas variáveis, desde o comprometimento psíquico do usuário até o projeto terapêutico traçado, e a rede de apoio familiar e social que se pode estabelecer. O importante é saber que o CAPS ad não deve ser um lugar que desenvolve a dependência do usuário ao seu tratamento por toda a vida. O processo de reconstrução dos laços sociais, familiares e comunitários, que vão possibilitar a autonomia, são cuidadosamente preparados e ocorrem de forma gradativa (BRASIL, 2004).
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31 Lee mas

Saúde mental e a saúde da família: a saúde mental nos dias de hoje

Saúde mental e a saúde da família: a saúde mental nos dias de hoje

Noções básicas de Saúde Mental devem ser incluídas nos cursos de graduação e nas capacitações frequentemente dispensadas pela educação permanente, garantindo que os profissionais entendam a sua função em cada peça do sistema de saúde. É preciso também que o serviço respeite o princípio da equidade no seu cotidiano, priorizando o atendimento aos casos mais gra- ves e que precisam de acompanhamento mais próximo e assumindo o acom- panhamento daqueles cujo grau de complexidade e de recursos necessários para o cuidado sejam menores.

37 Lee mas

Atenção primária em saúde bucal para portadores de deficiência mental

Atenção primária em saúde bucal para portadores de deficiência mental

É importante relacionar a saúde bucal com outras áreas de atuação na atenção básica quando se trata de atendimento à pacientes especiais (CORDEIRO, 2007). As condições sistêmicas são de importância na prática odontológica tanto para a condução das intervenções clínicas quanto pelas manifestações e alterações que podem acometer a cavidade bucal. Assim, o tratamento odontológico para estes pacientes deve ser planejado a partir do diagnóstico médico (suas implicações, complicações, tratamento, agravos associados e limitações), não restringindo as possibilidades terapêuticas odontológicas. O cuidado a ser observado pelo cirurgião-dentista, nessas circunstâncias, deve proporcionar uma assistência com segurança para o profissional e paciente somando ações que incluam o relacionamento interpessoal, a avaliação geral do paciente e a interação com outros profissionais da área de saúde.
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35 Lee mas

A Concepção de Demanda em Saúde Mental na Atenção Primária à Saúde

A Concepção de Demanda em Saúde Mental na Atenção Primária à Saúde

A APS através da Estratégia de Saúde da Família (ESF) e com o suporte do Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF) tornou-se um modelo de atenção à saúde privilegiado para a superação do modelo curativo e hospitalocêntrico, na medida em que está mais próxima da população e tem como um dos seus princípios o cuidado longitudinal. O acesso que a APS permite aos usuários abre espaço para o reconhecimento dos aspectos subjetivos e sociais da pessoa em sofrimento psíquico e de sua família, trazendo à cena as singularidades do território em que vive e com quem se relaciona. Dessa forma, a história de cada pessoa é um elemento importante para a constituição do protagonismo no processo de atenção em saúde mental, por isso a contribuição que o campo da saúde mental oferece a APS é fortalecer a integralidade como princípio do SUS 3 . Destarte, a APS está em consonância com os princípios da Reforma Psiquiátrica e torna-se o lócus potencial de atenção a pessoa em sofrimento psíquico.
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33 Lee mas

RODA DE MATRICIAMENTO EM SAÚDE MENTAL: RELATO DE EXPERIÊNCIA

RODA DE MATRICIAMENTO EM SAÚDE MENTAL: RELATO DE EXPERIÊNCIA

O apoio matricial em saúde mental permite que a que descentralização seja feita, onde no modelo assistencial que temos atualmente, o cuidado oferecido é de forma piramidal e está restrito a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) (HIRDES e SILVA, 2014). Dessa forma, é possível a distribuição da responsabilidade com as (VWUDWpJLDV GH 6D~GH GD )DPtOLD (6)¶V TXH FRP Srofissionais capacitados podem fazer o acolhimento, dar a assistência e avaliar a necessidade de encaminhar o usuário para o CAPS. Brasil (2011) destaca que o apoio matricial deve ser feito com duas equipes: sendo uma a equipe de referência e a equipe do apoio matricial.
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6 Lee mas

Apoio matricial em saúde mental: um relato de experiência

Apoio matricial em saúde mental: um relato de experiência

Entre outras influências importantes, as investidas dos movimentos sociais e dos demais setores ligados à saúde mental (incluindo pressões políticas anti-reforma do setor médico) foram fundamentais na conformação de um cenário favorável para a realização da tão demandada IV Conferência Nacional de Saúde Mental (CNSM). Ocorrida entre os dias 27 de junho a 01 de julho de 2010, trouxe dessa vez uma proposta diferenciada em relação às versões anteriores, incluindo os outros setores no debate acerca da saúde mental do Sistema Único de Saúde (SUS), após quase dez anos desde a III CNSM, conformando-a oficialmente como uma conferência de saúde mentalintersetorial. A participação de membros de outros setores para a IV CNSM-I é considerada um avanço radical em relação às conferências anteriores e, ao que tudo indica, atendeu a exigências que a mudança do modelo de atenção trouxe para todos os envolvidos na área. O crescimento das necessidades em saúde mental, inclusive em termos de complexidade, exigiu de todo o campo a permanente atualização e diversificação das formas de mobilização e articulação política, de gestão, financiamento, normatização, avaliação e construção de estratégias inovadoras e de cuidado (BRASIL, 2010). Os CAPS estão organizados de acordo com o perfil dos usuários a serem atendidos. São compostos por equipes multiprofissionais, que realizam atendimento individual, atendimento em grupo, visitas domiciliares, atendimento à família e atividades comunitárias com a finalidade de fortalecer a integração social dos usuários (BRASIL, 2004). O trabalho nos CAPS é algo a ser construído por cada equipe, de acordo com suas peculiaridades e com as necessidades da população adscrita, podendo se constituir como um espaço de criatividade e construção de vida. Dessa forma, espera-se que os CAPS constituam-se, cada vez mais, em um espaço de constante e ampla vocação para o acolhimento, práticas diversas de cuidado e aproximação continuada com a sociedade (ROCHA, 2005).
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22 Lee mas

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