DOENÇA CARDIOVASCULAR

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Homocisteína e a doença cardiovascular

Homocisteína e a doença cardiovascular

204 uma explicação alternativa para o efeito da hiper-homocisteinémia é que esta seja um mar- cador para nível baixo de vitaminas b ou capacidade diminuída de metilação das células, es- tando qualquer um destes dois factores, possivelmente relacionado com a doença. estudos de castro r. et al. (2003) mostraram que leucócitos de pacientes com doença cardiovascular apresentam metilação de DnA diminuída, acompanhada por níveis plasmáticos aumenta- dos de homocisteína e de s-adenosilhomocisteína. para além disso, mesmo com o estado geral de hipometilação, certas regiões do genoma podem encontrar-se hipermetiladas, tendo estas perturbações da metilação do DnA e consequente expressão genética, efeitos profundos no risco de doença cardiovascular (Dong c. et al., 2002).
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9 Lee mas

A deficiência de vitamina D como fator de risco para a doença cardiovascular

A deficiência de vitamina D como fator de risco para a doença cardiovascular

Entendo que toda a informação derivada do estudo “A deficiência de vitamina D como fator de risco para a doença cardiovascular” é propriedade de SESARAM, E.P.E.. Dou o meu consentimento para que se proceda à recolha de sangue e que dados anónimos a meu respeito possam ser guardados e processados pela Mestranda Fátima Maria Meneses Costa, para fins de avaliação científica. Li (Foi-me lida) a informação mencionada acima. Entendo o significado desta informação, e as minhas perguntas foram satisfatoriamente respondidas. Tive tempo suficiente para decidir sobre a participação neste estudo. Venho por este meio consentir a minha participação e consentir na recolha, uso e revelação de informação. Irei receber uma cópia deste documento de consentimento informado assinada e datada.
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137 Lee mas

Biomarcadores genéticos e circulantes compartilhados pela Psoríase e Doença Cardiovascular

Biomarcadores genéticos e circulantes compartilhados pela Psoríase e Doença Cardiovascular

O objetivo é estudar a existência de biomarcadores genéticos e/ou bioquímicos associados ao processo inflamatório, compartilhados pela psoríase e doença cardiovascular, fundamentalmente a via da homocisteína e do stresse oxidante. Os genes estudados ECA, NOS3, MPO, DHFR, MTHFR e COMT, assim coma as atividades enzimáticas do eritrócito, redutase transmembranar (RTM), redutase da metahemoglobina (RTMHb) e fosfatase ácida (FA), e a atividades sérica da enzima conversor de angiotensina (ECA), foram selecionados entendo em vista o stresse oxidante e a via da homocisteína. A amostra foi constituída por 421 indivíduos (N=63 psoriasicos; N=358 controlos, dos quais 82 com hipertensão). A gravidade da doença foi determinada pelo PASI, é as analises correntes por métodos padrão. Os polimorfismos genéticos foram determinados por PCR e PCR-RFLP. A RTM, RTMHb e FA, e a atividades sérica da ECA foram determinados por espectrofotometria. A análise estatística foi realizada no programa SPSS21.0. Valores estatisticamente significativos para p<0.05.
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97 Lee mas

Análise da atividade física na pessoa com doença cardiovascular: influência na capacidade funcional.

Análise da atividade física na pessoa com doença cardiovascular: influência na capacidade funcional.

A capacidade funcional tem demonstrado ser um importante indicador de risco de morte entre indivíduos saudáveis e também naqueles com doença cardiovascular (Kodama, et al., 2009; Myers, et al., 2002) . Para além disso, os médicos têm consciência que os doentes capazes de realizar esforços físicos têm melhor prognóstico do que aqueles com limitada CF (Mark & Lauer, 2003). Quando se tenta perceber quais as razões para os níveis reduzidos de CF na doença cardiovascular, surgem algumas hipóteses. Na doença congénita, esta baixa tolerância ao esforço pode estar relacionada com a inatividade física existente devido ao receio de morte prematura ou de desenvolvimento de IC (Bjarnason-Wehrens et al., 2007; Diller, et al., 2005). No caso da IC não apenas as limitações cardiopulmonares, mas também as limitações músculo - esqueléticas são as causas conhecidas para a reduzida CF e consequentes limitações na vida diária (Sandek, von Haehling, & Anker, 2012) . Nestes indivíduos, as alterações músculo - esqueléticas parecem ter grande importância na redução da capacidade de tolerância ao exercício (Sullivan, Green, & Cobb, 1991). Atrofia muscular esquelética, reduzida percentagem de fibras do tipo I de contração lenta (oxidativas) e aumento de fibras do tipo IIb de contração rápida (glicolíticas), além de redução na densidade e volume das mitocôndrias, são algumas das alterações encontradas em biópsias de doentes com IC (Sullivan, et al., 1991) e que podem explicar os reduzidos níveis de CF especificamente nestas pessoas.
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53 Lee mas

Consumo de álcool e tabaco: fator de risco para doença cardiovascular em população idosa do sul do Brasil

Consumo de álcool e tabaco: fator de risco para doença cardiovascular em população idosa do sul do Brasil

ported being ex-smokers. Gender and schooling showed a signifi cant association with tobacco use in the multivariate analysis. Among the subjects who declared themselves smokers, 37.5% con- sume alcohol. Univariate and multivariate analysis indicated a signifi cant association between heart disease and smoking. Logistic regression showed association between hypertension and smoking. The overall prevalence estimated for alcohol use was 35.4% (12.4% of women and 65% of men). About 50% of hypertensive individuals consume alcohol and we observed a signifi cant association between age and alcohol consumption. Conclu- sion: This is a cross-sectional study that is not suit- able for causality study. However, we can affi rm that there is an association between alcohol and/or tobacco consumption and an increase in the prev- alence of cardiovascular diseases in the elderly. Keywords: Tobacco; Alcohol; Elderly; Cardiovas- cular diseases.
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12 Lee mas

Efeito de dietas suplementadas com sardinha em conserva vs licopeno na prevenção da obesidade e da doença cardiovascular em ratos Wistar

Efeito de dietas suplementadas com sardinha em conserva vs licopeno na prevenção da obesidade e da doença cardiovascular em ratos Wistar

O aumento do consumo dos produtos da pesca ou dos produtos suplementados com (EPA e DHA) tem sido indicado na protecção contra as doenças do foro cardiovascular e na morte prematura. Os ácidos gordos ω3 são os mediadores que actuam ao nível da activação dos factores de transcrição que estão relacionados com a expressão dos genes envolvidos na oxidação e na síntese dos lípidos. O efeito resulta da redução dos níveis dos triglicéridos plasmáticos e da alteração das LDL aterogénicas, também denominadas de LDL tipo B. Para além destes efeitos, os ácidos gordos contribuem para a diminuição da carga excessiva produzida pela síndrome metabólica, assim como, a modulação da inflamação, da normalização da actividade plaquetária, da função endotelial e da tensão arterial (Rodrigues et al., 2008).
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65 Lee mas

Perfil epidemiológico e avaliação de fatores de risco para doença cardiovascular em pacientes atendidos em uma clínica escola de fisioterapia

Perfil epidemiológico e avaliação de fatores de risco para doença cardiovascular em pacientes atendidos em uma clínica escola de fisioterapia

10. Moraes SA, Lopes DA, Freitas ICM. Diferenças sexo-específicas na prevalência e nos fatores associados à procura por serviços de saúde em estudo epidemiológico de base populacional. Rev. bras. epidemiol. [Internet]. 2014 Jun [citado 2017 Ago 17] ; 17(2): 323-340. 11. Morais CAS; Oliveira SHV; Brandão FC; Gomes, IF; Lima, LM. Fatores de risco cardiovascular em estudantes de graduação da Universidade Federal de Viçosa-MG. J Health Sci Inst. 2011;29(4):261-264.

7 Lee mas

Doença renal em grupos minoritários

Doença renal em grupos minoritários

a primeira referência à dM em grupos indígenas no Brasil é dos anos 1970, entre os índios caripunas e palikures, no amapá. esse estudo realizou 192 glicemias de jejum em participantes acima de 12 anos; dois indivíduos apresentaram nível acima de 200 mg/dL e sintomatologia clássica de dM (VieiRa FiLHO, 1977). um estudo realizado na comunidade ianomâmi com 72 indígenas com idade acima de 18 anos encontrou apenas uma glicemia capilar pós-prandial maior do que 200 mg/dL (BLOCH; COuTinHO; LOBO, 1993). alguns estudos relataram o aumento da prevalência de dM tipo 2, obesidade e doença cardiovascular em vários grupos indígenas (VieiRa FiLHO, 1996; ROCHa et al., 2011).
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47 Lee mas

CIRUGA CARDIOVASCULAR

CIRUGA CARDIOVASCULAR

Con el fin de reducir costos, desde el inicio de la década de los noventa en nuestro centro se utiliza con buenos resultados un injerto de Dacron trenzado, al cual se le fabrica durante [r]

5 Lee mas

Enfermedad Cardiovascular

Enfermedad Cardiovascular

cardiovasculares, Hable con su médico sobre los efectos secundarios y las posibles relaciones con los alimentos y suplementos alimenticios (como hierbas) y otros medicamentos que esté tomando. La siguiente es una lista de los medicamentos más usados para tratar una enfermedad cardiovascular, una breve descripción de cómo funcionan y las principales clases de medicamentos dentro de esas categorías.

5 Lee mas

sistema cardiovascular

sistema cardiovascular

• En la auscultación cardiaca vamos a oír un soplo sistólico de mayor intensidad en la base y en el lado izquierdo, soplo que es similar al que se produce por estenosis es similar al[r]

84 Lee mas

O tabaco como factor de risco para a doença periodontal

O tabaco como factor de risco para a doença periodontal

O tabaco altera a resposta imune na medida em que diminui a sua capacidade de combater efectivamente os patogénios (Dastoor, Travan et al. 2007; Wan, Leung et al. 2009). Os fumadores exibem elevadas contagens de leucócitos na sua circulação sistémica, no entanto, a influência do tabaco nas reduzidas contagens de polimorfonucleados (PMNs) no sulco gengival não está bem esclarecida. A viabilidade dos PMNs e as suas funções, tais como fagocitose, produção de superóxido e peróxido de hidrogénio, expressão de integrinas e produção de inibidores das proteases, parece também ser alterada pelo fumo ou por vários outros componentes do tabaco. É sabido que estes leucócitos desempenham um papel fundamental tanto na protecção do hospedeiro como na destruição tecidular - o tabaco parece estimular particularmente o seu potencial destrutivo (Johnson and Guthmiller, 2007). Outros mecanismos incluem a diminuição dos níveis de imunoglobulina G2 sérica, a produção aumentada de moléculas pró-inflamatórias tais como PGE2, elastase e MMP-8 (Dastoor et al. 2007; Wan et al. 2009), a diminuição da proliferação de células B e T (Johnson and Guthmiller, 2007), efeitos negativos nas citoquinas e na produção de factores de crescimento, inibição do crescimento dos fibroblastos (Chambrone et al., 2009) e da produção de colagénio pelos mesmos e consequentemente menor inserção dos fibroblastos do ligamento periodontal às superfícies radiculares (Chambrone et al., 2009, Burt, 2005). Foram ainda detectadas interacções entre o tabaco e polimorfismos do grupo de genes da IL-1, sendo que uma associação entre os dois parece aumentar significativamente o risco e a severidade da doença periodontal (Burt, 2005, Meisel et al., 2002).
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49 Lee mas

Semiologia Cardiovascular

Semiologia Cardiovascular

ventrículo izquierdo por la arteria aorta, lleva a los órganos oxígeno y nutrientes, y vuelve al corazón por las venas, que confluyen en las venas cavas, hasta la aurícula derecha..[r]

44 Lee mas

sistema Cardiovascular

sistema Cardiovascular

En su interior se forma el trígono vesical o base de la vejiga, que es una zona más lisa con forma de triángulo que esta delimitada por tres orificios, los dos meatos ureterales y el ori[r]

35 Lee mas

Alexitimia, saúde e doença Estudo exploratório da alexitimia em sujeitos com doença crónica

Alexitimia, saúde e doença Estudo exploratório da alexitimia em sujeitos com doença crónica

Foi encontrada diferença significativa para a amostra de insuficientes renais crónicos. Assim, perante estes resultados podemos afir- mar que parecem existir doenças em que os su- jei[r]

8 Lee mas

Reactividad cardiovascular y su asociacin con el riesgo de morbilidad cardiovascular

Reactividad cardiovascular y su asociacin con el riesgo de morbilidad cardiovascular

La disfunción autonómica con hiperactividad simpática, la disfunción del tejido adiposo, disfunción endotelial, la resistencia a la insulina y el síndrome metabólico son entidades que cuando se asocian tienen un efecto multiplicativo, de modo que un individuo con varios factores de grado leve puede tener un riesgo de sufrir un episodio cardiovascular de origen isquémico muy superior al que tendría con un único factor grave. Existen evidencias concluyentes de que la hiperreactividad simpática promueve directamente alteraciones estructurales y funcionales cardiacas y vasculares y en conjunto con otros factores de riesgo son determinantes de una mayor morbilidad y mortalidad por eventos coronarios. 9,17
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21 Lee mas

Grupos de risco para doença renal crônica

Grupos de risco para doença renal crônica

não existem dúvidas de que a doença Renal Crônica (dRC) preenche alguns destes critérios. a dRC é comum e frequentemente é subdiagnosticada, embora a prevalência precisa da doença não diagnosticada varie de acordo com a população estudada e o método utilizado para o seu diagnóstico. Mas, a dRC não é só frequente, ela também é grave e se associa com risco aumentado de desfechos clínicos inadequados (GO et al., 2004). a tabela 1 sumariza os dados sobre eventos cardiovasculares e mortalidade obtidos em mais de um milhão de adultos relativamente à taxa de filtração glomerular (TFG). Como pode ser observado, quanto menor a TFG maiores as chances dos pacientes com dRC apresentarem eventos cardiovasculares e evoluírem para o óbito.
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38 Lee mas

Dinâmica familiar de pacientes com doença de Alzheimer antes e depois do início da doença

Dinâmica familiar de pacientes com doença de Alzheimer antes e depois do início da doença

1) Estadística precisa de pacientes con EA por parte de las entidades de servicios de salud local, puesto que la inexistencia dificulta contar con una pobla- ción referente de base, l[r]

17 Lee mas

A doença holandesa no Brasil: sintomas e efeitos

A doença holandesa no Brasil: sintomas e efeitos

Bresser Pereira e Marconi (2010) afirmam que, entre 1992 e 2007, o fenômeno da doença holandesa estaria se manifestando no Brasil através de outros sintomas que vão além da apreciação da taxa de câmbio. A balança comercial das commodities evoluiu positivamente após 1992, em contraste com a dos produtos manufaturados, que retraiu neste mesmo período. A evolução da balança comercial das commodities, sem associação com a taxa de câmbio, indica a influência de outros fatores no comércio destes bens, especialmente o preço das exportações, que teria crescido menos no caso dos bens manufaturados em relação ao das commodities. Porém alguns outros sintomas da doença holandesa estariam visíveis, como redução do saldo da balança dos manufaturados e aumento no saldo das commodities, diminuição da participação de manufaturados nas exportações totais e também a mudança na alocação de fatores produtivos a favor da produção de commodities. O autor revela que estes são apenas indícios de desindustrialização, mas se este cenário se mantiver, futuramente esta ocorrerá.
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24 Lee mas

Marcadores de diagnóstico da doença periodontal

Marcadores de diagnóstico da doença periodontal

Gustafssom et al. (1994) realizaram outro estudo com o objetivo de avaliar os níveis de elastase e lactoferrina no FCG, a fim de determinar uma diferença na reação inflamatória entre pacientes com gengivite e pacientes periodontais. Foram analisados locais com gengivite, locais com periodontite com e sem perda do ligamento. Então a comparação dos locais mostrou um aumento da atividade elastase em pacientes periodontais maior do que em pacientes com apenas gengivite. O experimento de degranulação mostrou que a liberação completa de lactoferrina ocorreu durante os cinco primeiros minutos de estimulação. Em contraste, a liberação de elastase foi tempo dependente e continuou ao longo do período de estimulação. Os resultados confirmaram a ocorrência de degranulação sequencial dos granulócitos, onde indica um grupo independente de controle da liberação desses dois tipos de grânulos. Amostras de lactoferrina não diferem significantemente entre os três tipos de locais e o teste de correlação mostrou que amostra de lactoferrina, ao contrário da atividade elastase, não foi relatada no local de doença severa. Os autores sugerem que lactoferrina no FCG pode ser usada para medir o número de granulócitos atraídos para o sítio pela carga de bactérias; em contraste a liberação de elastase foi tempo-dependente e continuou ao longo do periodo de estimulação. Esses resultados confirmam a ocorrência de degranulação sequencial de granulócitos o que indica controle independente da liberação destes dois tipos de gránulos. Os autores indicam a lactoferrina como um marcador seguro do número de granulócitos, isto significa que três tipos de locais contem número similar de granulócitos. A diferença na atividade elastase entre os locais sem destruição fica sempre quando a atividade elastase for relatada para o número de granulócitos expressos pela lactoferrina. De acordo com estudo anterior foi observado que lactoferrina não aumentou de volume proporcionalmente ao FCG; houve um aumento da amostra de laminina no FCG de pacientes com periodontite, o autor sugere uma hiperatividade neutrofílica durante o processo de transmigração do endotélio para epitélio, e nenhuma evidência foi encontrada na correlação entre IL-8 e destruição tecidular.
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53 Lee mas

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