Doentes em cuidados paliativos

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Validação transcultural da "McGill Quality of Life Questionnaire” : qualidade de vida dos doentes em cuidados paliativos

Validação transcultural da "McGill Quality of Life Questionnaire” : qualidade de vida dos doentes em cuidados paliativos

McGill Quality of Life Questionnaire é um instrumento construído por (Cohen, Mount, Strobel & Bui, 1995), desenvolvido e validado em 1997, especificamente para avaliar a Qualidade de Vida de doentes em Cuidados Paliativos. É constituído por 16 afirmações, formuladas de forma positiva e negativa, para prevenir respostas enviesadas. Apresenta uma escala de classificação numérica, 0-10, em que (0) é o valor mais baixo e (10) é o valor mais alto, em que é pedido ao doente que classifique a sua qualidade de vida nas dimensões: física, psicológica, existencial e de apoio (suporte). Para além do referido, apresenta um item adicional que mede a qualidade de vida no geral, onde o doente poderá fazer a descrição da sua qualidade de vida, utilizando a mesma escala numérica.
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Qual o contributo da atividade física nos doentes em cuidados paliativos?

Qual o contributo da atividade física nos doentes em cuidados paliativos?

O objectivo deste estudo visa identificar os benefícios dos doentes em cuidados paliativos da prática de uma atividade física? MÉTODO Realizamos uma revisão da literatura. A busca dos artigos foi realizada nas bases de dados “PEDro” e “PubMed” em setembro de 2017, inte - grando artigos no período de janeiro a setembro de 2017. Os descritores utilizados nas bases de dados foram: atividade física e cuidados paliativos (physical activity and palliative care), obtivemos um total de 62 artigos. Procedemos aos critérios de inclusão no estudo que foram: artigos publicados em 2017, em que abordavam a actividade física e os cuidados paliativos, com resumo e texto disponíveis online e escritos em português ou inglês. Num total de 62 artigos encontrados foram seleccionados 16 artigos.
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Necessidades em cuidados de enfermagem dos doentes em cuidados paliativos: Estudo de uma realidade

Necessidades em cuidados de enfermagem dos doentes em cuidados paliativos: Estudo de uma realidade

A EAPC e a APCP sugerem a existência de conteúdos programáticos específicos para a realização de cada nível de formação (De Vieger et al., 2004; Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos, 2006). No entanto, recomendam a realização consoante as necessidades sentidas pelos profissionais. Pelo exposto, e para o contexto deste estudo, deverão passar a integrar os conteúdos programáticos da formação dos enfermeiros: a espiritualidade, o conforto, a comunicação, a família, o luto e a fadiga. A fadiga, como referido, interfere nas atividades de vida diária e poderá ser uma das razões que origina a dependência nos autocuidados nos diversos doentes; o luto, de modo que as famílias recebam o apoio adequado às suas necessidades e situação; a família, pois foi uma área pouco abordada e representa a fonte de suporte do doente e a continuidade dos cuidados do doente no domicílio; a comunicação, dado que, comunicar eficazmente é, em simultâneo, difícil e importante, e implica a utilização de perícias essenciais de comunicação entre o enfermeiro, a família e o doente; o conforto, pois representa um dos principais pilares dos Cuidados Paliativos; e, por fim, a espiritualidade, pois só a obtenção de bem-estar nas suas diversas dimensões, permite a obtenção de uma “morte digna”.
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A esperança e qualidade de vida dos doentes em cuidados paliativos

A esperança e qualidade de vida dos doentes em cuidados paliativos

Limitações do estudo Devem ser tidas em conta as limitações do estudo no que diz respeito à generalização dos resultados. A principal prende-se com a técnica de amostragem. Devido às condições de acesso ao campo e à população estudada não foram incluídas as pessoas com limitações físicas graves, também foram apenas incluídos doentes a receberem apoio por parte de equipas de saúde diferenciadas na prestação de cuidados paliativos e acções paliativas, o que condiciona o tipo de respostas.

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Auto-imagem dos doentes em cuidados paliativos

Auto-imagem dos doentes em cuidados paliativos

A área de CP é baseada no modelo multidisciplinar, composta por profissionais distintos que trabalham com objectivo comum (transdisciplinaridade) e com uma liderança defini[r]

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Cuidados Paliativos Para Doentes Idosos Não Oncológicos num Serviço de Medicina Interna

Cuidados Paliativos Para Doentes Idosos Não Oncológicos num Serviço de Medicina Interna

Standards Framework (GSF) e sua ferramenta Prognostic Indicator Guidance (PIG), que serviu de inspiração para outras ferramentas como o Supportive and Palliative Care Indicators (SPICT) e a Palliative Necessities (NECPAL) CCOMS – ICO, que são consideradas ferramentas que combinam diferentes e importantes indicadores como a questão surpresa, a perceção de profissionais de saúde, as preferências e os desejos dos doentes, assim como parâmetros clínicos (declínio funcional e nutricional progressivos, presença de comorbilidades, presença de condições geriátricas e uso de recursos em saúde que contribuem para identificar o status avançado de condições específicas (cardíacas, respiratórias ou outras(69). Segundo Gómez-Batiste, estas escalas são muito úteis pela sua simplicidade, viabilidade, disponibilidade e sua utilidade na identificação dos doentes em necessidade de CP, especialmente para aqueles com doenças crónicas não oncológicas(69). Dentre os principais parâmetros utilizados nestas ferramentas de avaliação, estão importantes índices que medem funcionalidade, cognição, estado nutricional e outros dados da saúde que, de forma combinada, melhoram a precisão e podem ajudar a prognosticar, especialmente na população idosa. Alguns dos mais utilizados são o Índice de Barthel(70), que avalia o nível de dependência e a capacidade do doente para realizar atividades de vida diárias; o Karnofksy Performance Status score (KPS)(71), que pode classificar os doentes em uma escala de 0 a 100, caracterizando o impacto da doença na sua funcionalidade ou o ECOG Performance Status(72), também muito útil para avaliar o estado funcional do doente, em uma escala de 0 a 5.
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Desenvolvimento de competências especializadas em cuidados paliativos

Desenvolvimento de competências especializadas em cuidados paliativos

A formação é um dos principais alicerces da prestação de cuidados, dotando os profissionais envolvidos de competências e de um saber-fazer e saber-ser que proporciona ganhos em saúde para a sociedade. Cuidar de doentes em fim de vida bem como ao longo de todo o seu processo de doença, e cuidar da família, é algo que exige muito do profissional de saúde, obrigando a uma formação continua na área, onde a constante atualização e consolidação de conhecimentos é fundamental e determinante. De acordo com Bernardo, Rosário e Salazar (2006), os CP requerem uma abordagem transdisciplinar, isto é, os elementos da equipa usam uma linguagem comum, elaboram o plano de cuidados juntos e as necessidades detetadas são colmatadas com a colaboração de todos. Nesta medida é importante que toda a equipa “fale a mesma linguagem” e tenha a mesma abordagem ao doente e família, estando num patamar de conhecimentos idêntico. Segundo o (Decreto-Lei nº 437/91), a profissão de enfermagem perante as suas competências deve fomentar uma prática tendo por base a formação continua “(…)privilegiar a formação em serviço como forma de manter atualizados, aprofundar e desenvolver os conhecimentos adquiridos nos cursos básicos e pós- básicos de enfermagem, prevendo-se nesta carreira mecanismos que favoreçam e permitam concretizar este tipo de formação contínua” , os enfermeiros têm um papel fulcral na busca de novos saberes, novos comportamentos, novas atuações e novos caminhos no seu percurso evolutivo, de modo a prestar os melhores cuidados.
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Competências centrais em cuidados paliativos: um guia orientador da EAPC sobre educação em cuidados paliativos: parte 1

Competências centrais em cuidados paliativos: um guia orientador da EAPC sobre educação em cuidados paliativos: parte 1

beneficiou os estudantes e, de como eles serão capazes de a traduzir na prática futura. Conclusões As dez competências centrais apresentadas neste Guia Orientador são baseadas nos princípios chave de que o trabalho em parceria como uma equipe, compartilhando competências específicas da disciplina com os colegas e ter a vontade de aprender uns com os outros, irá melhorar os resultados globais dos cuidados paliativos para os doentes e famílias. As competências propostas destinam-se a complementar as competências e atitudes que os profissionais de saúde já adquiriram através da prática clínica. Neste sentido, espera-se que eles sejam capazes de integrar as suas novas competências na prática diária.
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Cuidados paliativos em doentes com cancro

Cuidados paliativos em doentes com cancro

A qualidade de vida de quase todos os doentes com cancro em estado de doença avançada é prejudicada por um ou mais sintomas que podem ser, físicos, emocionais, sociais e espirituais. Em média estes doentes apresentam cerca de 11 sintomas, que se tornam uma prioridade nos CP, e estes são: anorexia, ansiedade, obstipação, delírios, depressão, diarreia, dispneia, fadiga, náuseas e vómitos, secreções respiratórias e dor (Higginson e Costantini, 2008). Por estes sintomas se tornarem uma prioridade para as equipas de CP a International Association for Hospice and Palliative Care (IAHPC) juntamente com outras organizações desenvolveram em 2007 uma lista de medicamentos essenciais para os cuidados paliativos (IAHPC, 2014). Estes evoluem de maneira diferente, de acordo com a trajetória da doença, como se pode observar na Figura 7.
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Perceções e Atitudes de Doentes Oncológicos em Cuidados Paliativos e seus Cuidadores relativas à alimentação: uma análise comparativa

Perceções e Atitudes de Doentes Oncológicos em Cuidados Paliativos e seus Cuidadores relativas à alimentação: uma análise comparativa

Questões éticas e emocionais Quando se fala em decisões em fim de vida relativamente à nutrição e hidratação artificial devem ter-se em consideração os quatro princípios éticos médicos fundamentais: beneficência, não maleficência, respeito pela autonomia e justiça. Isto significa que na tomada de decisão é necessário assegurar que existem benefícios para o doente, que existe uma relação proporcional entre benefício e risco em que as vantagens excedem largamente os riscos. O princípio do respeito pela autonomia, regulado pelo consentimento informado, consiste em assegurar que é isso que o doente quer e assim o doente deve receber a informação necessária acerca dos objetivos do tratamento e dos seus potenciais riscos. Um doente capaz, nunca deve ser tratado contra a sua vontade. O princípio da justiça é diferente e não se aplica à relação entre o médico e o doente mas entre os médicos e os doentes e consiste em tratar os doentes com equidade – doentes com aspetos igualmente relevantes e necessitando o mesmo tratamento terão igual acesso a eles (Beauchamp T& Childress J, 2013 citados por Druml C et al, 2016).
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O humor em cuidados paliativos

O humor em cuidados paliativos

De acordo com os discursos dos participantes foi possível identificar benefícios a três níveis distintos: benefícios para os doentes/famílias, benefícios para o profissional e benefícios para a equipa como um todo. Ao nível dos doentes/famílias, os profissionais afirmam que o humor pode ter a capacidade de despoletar sorrisos e promover a adesão ao plano terapêutico exercendo desta forma um efeito terapêutico per si. Esta perspetiva é defendida por Wooten (2009, p.239) quando afirma que o uso do sentido de humor “poderá ajudar a embelezar o que é feio, a tolerar o desagradável, lidar com o imprevisto e sorrir perante o intolerável”. O humor apresenta-se assim com a capacidade de alterar uma realidade ou pelo menos minorar os efeitos da doença e do prognóstico. Um estudo de Estudo de Astedt-Kurki, citado por José (2005) mostra-nos que o humor ajuda a lidar com situações difíceis, oferecendo um momento para parar e conseguir uma nova perspectiva da situação ou até alterar uma situação de vida, permitindo ao doente mostrar as suas emoções, mantendo a dignidade.
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A esperança em cuidados paliativos

A esperança em cuidados paliativos

Na literatura médica, o conceito de esperança aparece frequentemente associado à comunicação entre o médico e o doente, e mais especificamente à informação relativa ao diagnóstico e prognóstico. Brody (1981) reconhece aos médicos uma grande capacidade de influenciar as ideias e emoções dos doentes, de forma positiva ou negativa, e classifica a esperança como um potente fármaco cuja utilização obriga ao conhecimento das suas propriedades psicofarmacológicas. O autor reconhece a importância da esperança em contexto clínico, e associa esse conhecimento ao debate acerca da comunicação em geral, e das questões acerca da verdade da informação fornecida aos doentes. Na sua perspectiva, a dicotomia ou o dilema entre a manutenção da esperança e a transmissão da verdade, não existe: Não há nenhum conflito entre o dever moral de preservação da esperança, e o dever de respeitar os doentes como seres humanos adultos, a quem é devida a informação necessária à livre tomada de decisões acerca das suas vidas.
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Qualidade de vida e suporte social de doentes oncológicos em cuidados paliativos

Qualidade de vida e suporte social de doentes oncológicos em cuidados paliativos

Tabela 19. Análise da relação entre QdV e suporte social Nota. * p < .05 Os resultados obtidos neste estudo vão de encontro a outros estudos (Ruiter et al., 1993). Uma possível explicação reside no facto de que o impacto do suporte social na QdV poder variar de acordo com o tipo de cancro examinado, o tipo de suporte, as variáveis demográficas e contextuais como o género e a fase da doença ou ainda questões metodológicas, como por exemplo o questionário utilizado ou as dimensões avaliadas (Cicero et al., 2009; Helgeson e Cohen, 1996; Paredes, 2011). Contudo, foi encontrada uma relação negativa e estatisticamente significativa entre o apoio emocional e a QdV (ρ = -.387; p = .017). Quer isto dizer que, quanto maior o apoio emocional recebido, menor será a QdV sentida. Este resultado poderá indicar que quanto maior o apoio recebido maior será a ansiedade sentida pelo doente em fase terminal porque sentirá que os seus familiares e amigos estão a sofrer pela sua condição
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Burnout em cuidados paliativos

Burnout em cuidados paliativos

§ promoção da privacidade do doente e família/cuidador, favorecendo a expressão de emoções. Os momentos de privacidade proporcionados são fundamentais não só para os doentes, mas também para os cuidadores. Recordamos durante a prática clínica o caso de uma cuidadora, cujo esposo era pai de um dos elementos da equipa interdisciplinar. A cuidadora era contra o internamento do esposo no serviço, opinião que não era partilhada pela filha do doente. A cuidadora, no seu íntimo, gostaria que os últimos momentos de vida do seu esposo fossem passados na quinta que eles possuíam, para que a morte fosse serenamente recebida no conforto da sua casa e no seio dos que o amavam. Foi a promoção concomitante de pausas no cuidado ao esposo, da privacidade e do diálogo terapêutico que permitiram esta expressão das emoções e o respetivo apoio emocional a esta cuidadora. § promoção do diálogo terapêutico e da escuta ativa com o doente e cuidador durante todas as
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Etnografia em cuidados paliativos: experiências de profissionais de saúde

Etnografia em cuidados paliativos: experiências de profissionais de saúde

como: Acupuntura; Antroposofia; Arteterapia; Automassagem; Fitoterapia; Hatha Yoga; Homeopatia; Lian Gong; Meditação; Musicoterpia; Reiki; Shantala; Tai Chi Chuan; Terapia Comunitária (Secretaria de estado de saúde do distrito federal, 2014). E nesse encontro a médica preceptora de residência, que também foi uma das precursoras e pioneiras da criação da unidade de cuidados paliativos no hospital, disse que os profissionais do hospital fizeram cursos promovidos pela secretaria sobre: meditação, musicoterapia, e auto massagem. Os profissionais que faziam esses cursos, desenvolviam atividades não somente aos pacientes, mas para a equipe também. Havia um grupo de escuta, promovido por um psicólogo do Instituto de Saúde Mental (instituição também pertencente à rede), em que trabalhava com o profissional de saúde do hospital, além disso haviam caminhadas entre os colaboradores, um grupo chamado “grupo de toque” que incentivava o tocar entre os profissionais, como abraços, com o intuito de humanização de todos, que foi realizada por 6 anos seguidos com a frequência de uma vez na semana. Havia ainda um grupo de meditação (que ocorria três vezes na semana) e automassagem (coordenado por uma assistente social). Essas atividades não foram realizadas concomitantemente, e havia uma certa regularidade enquanto ocorriam, mas não tinham vínculos maiores de obrigatoriedade para o seu acontecimento. Ou seja, se uma prática se encerrava, não necessariamente iniciava uma outra. E um dos aspectos sinalizados pela médica preceptora, é que de fato hoje esses grupos deixaram de existir, e ela pensa inclusive em incentivar para que isso passe a acontecer com maior frequência.
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Historia de los cuidados paliativos

Historia de los cuidados paliativos

Los Hospices son definidos en muchos países como espacios diseñados para dar el mejor confort, bienestar, soporte emocional y espiritual, tanto para el paciente como a toda la familia, cuando los enfermos llegan a la fase avanzada de su enfermedad terminal. El objetivo de estos lugares es tratar que sus pacientes puedan disponer de los meses o días que les restan con una “gran calidad de vida”; mantenerlos libres de dolor, concientes y controlar los síntomas que se hacen presentes por la enfermedad en sí. Se busca que el ambiente sea lo más parecido posible a su hogar y que puedan también estar rodeados de sus seres queridos para así continuar con su vida familiar y morir con dignidad. A principios de la década de los sesentas, Cicely Saunders dio inicio al moderno movimiento de Hospice y Cuidados Paliativos al fundar el St. Christopher´s Hospice en el sur de Londres.
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CUIDADOS PALIATIVOS NO ONCOLOGICOS

CUIDADOS PALIATIVOS NO ONCOLOGICOS

evitemos hablar del mismo con los enfermos y/o la familia. Debemos de tener presente que un número no despreciable de estos pacientes morirán repentinamente; por lo que no tenemos que caer en el "nihilismo" del pronóstico. A modo de práctica clínica, como señala Scout A. Murria et al., cuando monitoricemos indicadores pronósticos y observemos un declive progresivo e irreversible del paciente, nos debemos preguntar: ?me sorprendería si mi paciente muriera en los próximos 12 meses?. Si la respuesta es no, necesitamos dar al paciente y familia la oportunidad de planificar una buena muerte, cunado le corresponda, planificando unos adecuados cuidados al final de la vida (10).
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Avaliação e controlo da dispneia em cuidados paliativos

Avaliação e controlo da dispneia em cuidados paliativos

Nota Introdutória No âmbito deste 1º Mestrado em Cuidados Paliativos e desta unidade curricular em concreto, sob proposta do Enfº Manuel Luís Capelas, decidimos propor como indicadores p[r]

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Cuidados paliativos, cuidados compartidos

Cuidados paliativos, cuidados compartidos

sos suponen el complemento o continuación de los cuidados recibidos en un Hospice, un Hospital General o una Unidad de Cuidados Paliativos. En el marco de un sistema público de salud siempre son equipos en estrecha co- nexión con el médico de familia o de la Aten- ción Primaria. En Estados Unidos se han desa- rrollado extensamente, partiendo en muchos casos de iniciativas privadas. En Gran Bretaña y España se han desarrollado gracias especial- mente al empuje inicial de Organizaciones No Gubernamentales. Estos equipos pueden ser específicos y atender solo enfermos avanzados y terminales o atender también enfermos con patologías que les permitan vivir en sus domi- cilios, como los pacientes ancianos con enfer- medades crónicas o pacientes encamados por diversos motivos.
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iNTERSECCIÓN ENTRE cUIDADOS pALIATIVOS Y

iNTERSECCIÓN ENTRE cUIDADOS pALIATIVOS Y

Over the coming years, the research foci in the field of ger- iatrics and palliative care that must be addressed include establishing the prevalence of symptoms in patients with chronic [r]

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