Educação Musical Em Grupo

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Prática de ensino supervisionada em Ensino de Educação Musical no Ensino Básico

Prática de ensino supervisionada em Ensino de Educação Musical no Ensino Básico

A escolha do Agrupamentos Vertical de Escolas de Pedome para a realização da Prática de Ensino Supervisionada, a nível de Estágio de Desempenho Profissional no 2.º e 3.º Ciclo do Ensino Básico, centrou-se especificamente na qualidade da mesma pelo enquadramento num grupo de escolas TEIP em que para o efeito, o Plano Anual de Atividades e o Projeto Curricular do Agrupamento, se definem em função do Currículo Nacional e do Projeto Educativo do Agrupamento, articulando um conjunto de decisões partilhadas pela comunidade escolar, que visam conferir coerência e coesão à sua atuação, concretizando as orientações curriculares de nível nacional em propostas de intervenção pedagógica adequadas à especificidade da comunidade educativa, como um projeto dinâmico, orientador e mobilizador permanente, sendo um plano estratégico assumido por todos, numa Escola que se quer e deseja autónoma, espaço de autorrealização, inovação e boas práticas. Pretende ser o instrumento fundamental que define, de modo global, coerente e articulado, todos os aspetos da vida da Escola: grandes linhas de orientação estratégica, linhas de ação e metas, que promovam a articulação de docentes com percursos e motivações diversas, fortalecendo o trabalho cooperativo e garantindo o reforço do sucesso educativo (Pedome, 2011).!
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Prática de ensino supervisionada em ensino de educação musical no ensino básico

Prática de ensino supervisionada em ensino de educação musical no ensino básico

A escolha desta canção teve como principais objetivos, promover a participação ativa de todos os alunos em jogos individuais ou em grupo assim como a interação de todos os alunos uma vez que fazia parte da turma um aluno que possuía um currículo especial e apenas estava junto com a restante turma em algumas aulas; promover o desenvolvimento de competências cognitivas e sócio-efectivas; promover o desenvolvimento de comportamentos sociais adequados uma vez que a turma por vezes possuía um comportamento menos adequado para a sala de aula; contribuir para o desenvolvimento motor, sensorial, imaginativo, criativo e social; proporcionar a experiência de atividades com material lúdico; proporcionar aos alunos jogos e atividades de acordo com os seus gostos. Para além destes objetivos e não menos fundamental é o facto de ser importante a sensibilização das crianças e adolescentes para o conhecimento de outras culturas, uma vez que existe cada vez mais diversidade cultural nas escolas.
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Prática de ensino supervisionada em Ensino de Educação Musical no Ensino Básico

Prática de ensino supervisionada em Ensino de Educação Musical no Ensino Básico

caracter tradicional “Riu Piu Piu” 27 , na qual utilizei youtube 28 para ouvirem e visualizarem o tema, todos responderam que não conheciam inclusive o professor cooperante. Expliquei-lhes de seguida, que não ia ser aquela a letra, mas sim uma sobre o Natal, apresentado em formato Word. Pedi a ajuda deles, em relação aos instrumentos e ao canto, visto que nem todos tocavam, então alguns alunos cantaram, outros tocaram flauta, percussão, cavaquinhos e violas. Nesta aula, a turma foi dividida em dois grupos, na qual o cooperante ficou com o grupo dos instrumentos harmónicos, e eu fiquei com o outro grupo da melodia, incluindo as vozes e a flautas. Enquanto alguns passavam a letra, os instrumentistas começaram a ensaiar e a encaixar a parte harmónica, de seguida, enquanto ensaiavam em silêncio os acordes, comecei por explicar a métrica e a melodia da canção aos cantores, pois como já lhe era familiar pois já tinham visto anteriormente, foi de rápida assimilação. Então, depois de várias vezes entoada a canção, juntei a turma toda, os cantores de um lado e os instrumentistas de outro, e o ensaio em conjunto começou até ao final da aula. O tempo era escasso pois devido aos feriados e aproximação da festa de Natal, apenas restava mais aula para rever todas as peças para a festividade. O cooperante felicitou-me pela aula, dizendo que não era fácil devido os alunos assimilarem com facilidade a matéria, disse também que para a próxima aula, não trouxesse nada de novo pois iria ser ensaios.
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Prática de ensino supervisionada em ensino de Educação Musical no Ensino Básico

Prática de ensino supervisionada em ensino de Educação Musical no Ensino Básico

Prometi aos alunos que iriam ter uma aula diferente das aulas habituais. Como era costume, o início da aula era sempre ligeiramente agitada. Pedi-lhes que fechassem os olhos durante um minuto e que, registassem, por escrito, no mínimo, três perceções sonoras ambientais. De seguida sugeri que partilhassem as perceções recolhidas. Com muito espanto concluíram que as perceções de uns não coincidiam com as dos outros. Então pedi que voltassem a fechar os olhos e que registassem novamente uma única perceção. Desta vez repararam que já havia mais coincidências mas que em alguns casos, a perceção que registaram pela segunda vez não constava da lista das perceções anteriores, mas que, tinha sido percebida por outros colegas. Depois desta recolha sugeri que criassem grupos de três alunos, cada um com uma perceção diferente. Só um grupo ficou com uma perceção repetida. Então, para concluir, convidei os grupos a irem, um de cada vez, para frente da turma, junto ao quadro, para interpretarem os sons que cada um registou. Desta dinâmica emergiram formas de estar diferentes que propiciaram um bom ambiente na sala de aula. Para terminar sugeri que todos os grupos se colocassem em cadeia, em volta da sala e interpretassem as mesmas perceções também em cadeia – um aluno de cada vez. O resultado foi apoteótico e os alunos ficaram perplexos. Descobriram formas novas de fazer música, através de imagens sonoras. Descobriram, também formas de interpretar. Divertiram-se e, acima de tudo, aprenderam a escutar.
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A prática musical coletiva na formação do professor de música : o estado do conhecimento nas publicações em educação musical

A prática musical coletiva na formação do professor de música : o estado do conhecimento nas publicações em educação musical

Percebo que as práticas musicais coletivas podem oportunizar processos de aprendizagem que corroborem para o desenvolvimento musical e alimentem a prática docente. Nas minhas memórias mais remotas, recordo-me da importância dos momentos em que fiz música de forma coletiva, sobretudo aqueles em que estavam presentes músicos que tocavam instrumentos diferentes do meu. A minha percepção do som do meu violão e da interação dele com o som dos outros instrumentos, me gerava dúvidas e inquietações, como por exemplo: porque não consigo ouvir esse acorde da mesma forma de quando toco sozinho? Como fazer para destacar as partes da música? Como posso complementar um motivo rítmico feito por aquele instrumento percussivo? Porque esse acorde que executei não harmonizou com a voz desse(a) cantor(a)? Porque está mais difícil executar essa música em grupo?
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A pesquisa em educação musical no EaD:: um olhar para o curso de licenciatura em música a distância da UnB

A pesquisa em educação musical no EaD:: um olhar para o curso de licenciatura em música a distância da UnB

forma uma atividade de criação munsical colaborativa com o unso dans TIC (Tecoologians da Ioformação e da Comuoicação) pode aueiliar oa formação dons profensnsorens de múnsica. Ons rensultadons densnsa pensquinsa iodicaram a oecensnsidade da realização de mains atividadens de criação munsical e de colaboraçãoo com objetivons eeplícitons aons aluoonso além de eofatizar que a utilização dans TIC (software de videocooferêocia Skypeo um grupo oa rede nsocial Facebook e o editor de partiturans online Noteflighto por eeemplo) pode ajudar oo denseovolvimeoto de projetons de criação munsical colaborativao favoreceodo a ioteração eotre enstudaotens e doceotens. A mensma pensquinsa também apoota ponsnsíveins beoefícions decorreotens da participação dons liceociaodons oo projetoo como por eeemplo: competêocia oo unso dans TIC e de nsítions variadons para o eonsioo da múnsica; iocorporação da colaboração oa prática de eonsioo; eoriquecimeoto oo que taoge à coonstrução do coohecimeoto do cooteúdo utilizadoo deotre outrons. Densnsa formao percebe-nse que o unso de tecoologians digitainso pode favorecer e poteocializar ans ioteraçõens em curnso de múnsica oo EaD.
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Prática de ensino supervisionada em ensino de Educação Musical no Ensino Básico

Prática de ensino supervisionada em ensino de Educação Musical no Ensino Básico

Ainda durante a PES neste ciclo, realizei outras atividades diversificadas com os educandos, nomeadamente mímica musical, em que os alunos, ao som de músicas do mundo, primeiro sozinhos, depois a pares e finalmente em grupo, tinham de representar fisicamente aquilo que estavam a ouvir. Isto serviu para despertar a imaginação deles, dinamizar as aulas e criar atividades em grupo. Este género de atividades foram também realizadas com instrumentos de percussão como uma pandeireta, em que os alunos estavam em pares, e eu marquei oito tempos, e durante esses 8 tempos o aluno nº 1 do par realizava uma “conversa corporal” com o nº 2, e após um período de silêncio, e novamente durante oito tempos, o aluno nº 2 “respondia” ao nº 1 mediante aquilo que ele tinha feito anteriormente. Para finalizar, realizavam todos os pares uma conversação em simultâneo e depois trocaram de pares. Este tipo de atividades remontam para a audição ativa que se engloba na abordagem metodológica de Émile-Jacques Dalcroze. Para além de atividades dinamizadoras, ensinei também conteúdos musicais, tal como notas na flauta de bisel e notas no pentagrama 7 . Realizei exercícios escritos para identificação de notas (figura 8) em que eu escrevia no quadro, os alunos passavam para o caderno e depois escreviam por baixo de cada nota o seu respetivo nome. Depois de identificadas as notas, toquei os exercícios na guitarra acústica e pedi para eles cantarem, sempre com um andamento lento e repetindo várias vezes as notas. Inicialmente cantavam um compasso de cada vez com uma pausa de quatro tempos entre compasso e no final cantavam toda a linha melódica.
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Prática de ensino supervisionada em ensino de Educação Musical no Ensino Básico

Prática de ensino supervisionada em ensino de Educação Musical no Ensino Básico

A Planificação Anual para a Educação Musical do 2.º Ciclo do Ensino Básico foi elaborada com base no Plano de Organização do Ensino – Aprendizagem, volume II. Assim, no decorrer do ano letivo a turma do 5.º ano deve desenvolver dos níveis I ao VI 15 . Estes conceitos musicais devem ser desenvolvidos através de experiências individuais ou em grupo, seguindo as seguintes orientações metodológicas: Composição, Audição e Interpretação. A Composição visa toda a forma de criação musical, incluindo a improvisação como uma maneira de compor não interligada com escrita. No entanto, a Audição, ou seja, a escuta musical ativa e participante, em que a compreensão estética se encontra integrada nesta experiência. No que diz respeito à Interpretação, refere a execução de uma obra musical, num processo interativo, em que a escuta de todos os elementos sonoros é um elemento fundamental. Para que o envolvimento destas três áreas possa evoluir, tem de ser acompanhada pelo desenvolvimento de competências músicas, tais como: a memória auditiva, a motricidade e os processos de escrita musical (Nogueira, 2012).
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Prática de ensino supervisionada em ensino de Educação Musical no Ensino Básico

Prática de ensino supervisionada em ensino de Educação Musical no Ensino Básico

21 Segundo o estudo desenvolvido pelo diretor de turma, as aspirações/profissões pretendidas pelos alunos são: médico, piloto, polícia, escritor, cientista, informático, farmacêutico, arquiteto, futebolista, professor. Neste sentido, a turma apresenta expectativas relativamente elevadas no que confere às profissões preferidas. Cerca de 55% dos alunos referem preferir aulas de grupo, 30% de pesquisa e 25% com apoio audiovisual. 90% dos alunos afirmam estudar diariamente em casa com a ajuda dos pais ou irmãos mais velhos. Cinco alunos beneficiaram do Apoio Pedagógico Acrescido no ano letivo anterior (a matemática e a português). Oito alunos afirmaram ter negativas no ano anterior (a matemática, música e língua portuguesa). Nenhum aluno teve faltas disciplinares e só dois frequentavam esta escola no ano anterior. Quase todos os alunos afirmam gostar desta escola e revelam um interesse acrescido em frequentar clubes de música, desporto e pesquisa. A grande maioria deita-se entre as 21 e as 22 horas e dormem entre 9 a 10 horas diárias. Mais de 85% toma o pequeno-almoço em casa e cerca de metade almoça na escola. Cerca de 45% usa automóvel como transporte, 35% o autocarro e 15% o STUB, percorrendo distâncias entre as poucas centenas de metros e cerca de 25km. O tempo de deslocação para a escola varia entre os 5 minutos e cerca de 1 hora para os que se deslocam de mais longe. A maioria dos alunos ocupa o tempo livre a brincar, interagir com os computadores, jogar futebol, andar de bicicleta, ouvir música e ver TV, sendo que os programas mais vistos são telenovelas, séries e futebol. Alguns afirmam ler aventuras, banda desenhada e contos.
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Batuca bebê : a educação do gesto musical

Batuca bebê : a educação do gesto musical

Outra experiência que vivi com meus filhos, que considero relevante para minha pesquisa, foi quando estávamos preparando o grupo Batucadeiros para participar de um evento no Rio de Janeiro IV Mostra Brasil – juventude transformando com arte, evento que reuniu, cerca de trezentos e cinquenta jovens, de projetos sociais, de todo o Brasil, para apresentar espetáculos de poesia, teatro, dança, música e circo. A preparação do grupo foi intensa, com ensaios diários de três horas de duração e, a folga era apenas no domingo. Isso aconteceu durante quatro meses, e, nossos filhos estiveram presentes em todos eles. Em uma das rodas de oficina de percussão corporal, nesse período, quando todos participavam da atividade, sequência minimal, atividade criada pelo Grupo Barbatuques (SIMÃO, 2013), que os participantes improvisam pequenos ciclos sonoros utilizando a voz e o corpo, criando assim, uma grande massa sonora (AMORIM, 2016), Ricardinho, estava no centro da roda, e, observando os gestos, as sonoridades e, a música que se formava naquele momento, foi, aos poucos, andando de costas, buscando o seu lugar na roda, e iniciou a sua participação fazendo o seu improviso, utilizando a percussão corporal, junto com o grupo. Quando chegou o dia do show do Batucadeiros, no Rio de Janeiro, ele foi para palco com o grupo, e, realizou a apresentação da peça Barbapapa’s Groove, peça de percussão corporal, criada pelo Grupo Barbatuques.
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Prática de ensino supervisionada em ensino de Educação Musical no Ensino Básico

Prática de ensino supervisionada em ensino de Educação Musical no Ensino Básico

52 Figura 17 – Exemplo do exercício multimédia com a peça “Knockin on Heaven’s Door” 42 Quando comecei a utilizar o piano, o professor cooperante chamou-me à atenção para o facto de existir, naquela escola, um programa artístico, havendo assim muitos alunos que sabiam tocar guitarra. Uma vez que a sala de aula estava equipada com algumas guitarras, achei interessante pôr esses mesmos alunos a auxiliar-me com as guitarras. Uma vez que a guitarra é um instrumento que domino com facilidade, foi-me muito fácil guiar os alunos a nível de acordes e ritmos para a interpretação daquelas duas canções. Trabalhámo-las durante algumas aulas, tendo-me ficado clara a ideia de que os alunos estavam muito mais atentos e motivados, pois sentiam que faziam parte de um grupo em que todos tinham uma função importante. Uns tocavam guitarra, uns tocavam flauta e outros cantavam. Todos os que inicialmente estavam desinteressados, começaram a participar com gosto e vontade.
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71 Lee mas

Por uma educação musical inovadora na educação infantil

Por uma educação musical inovadora na educação infantil

Toda semana, há um dia determinado que é o dia de fazer culinária. A escolha da culinária e dos ingredientes é feita de forma democrática por nós educadores e pelas crianças. Assim, cada uma traz o seu ingrediente, socializa com seus colegas na roda inicial e, depois, partimos para o momento de preparar o que iremos comer. As crianças lavam os alimentos, escolhem se vão querer cortar (utilizando facas de plástico e objetos apropriados), ou fazer outra coisa. Com o nosso auxílio, cada um ajuda do jeito que preferir. É um momento rico de socialização e cooperação, além de incentivar a autonomia das crianças nos diversos momentos. No momento de preparo, quando vamos mexer o alimento, costumamos cantar uma música, que fala o nome das crianças. A música utilizada foi adaptada e já tinha sido cantada anteriormente, da melodia: “borboletinha tá na cozinha, fazendo chocolate para a madrinha”, pois minha parceira era educadora das mesmas crianças no ano anterior. Com isso, as crianças que vieram dessa turma já conheciam e sabiam cantar e, as outras crianças gostaram e puderam aprender. A música adaptada ficou assim: “ O(a) (nome da criança), da sala amarela, fazendo um bolo (ou outra culinária), pro ciclo 2, peti peti, perna de pau, olhos de vidro e nariz de pica pau, pau pau.”. Assim, cantamos até que a vasilha passasse pelas mãos de todas as crianças. É sempre um momento de muito envolvimento do grupo. Algumas crianças gostam muito da parte em que todos vão falar seu nome e ela vai mexer os ingredientes no recipiente da culinária.
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57 Lee mas

Ilha de Música: uma perspectiva sobre educação musical em ONGS

Ilha de Música: uma perspectiva sobre educação musical em ONGS

“Ao comportamento lá dentro da Ilha, mas esse comportamento dentro da Ilha reflete na casa dele, reflete na escola, mas começa dentro da Ilha. O cara que ele é o desagregador, ele entra numa aula em grupo e ele perturba o juízo de todo mundo. E alguns desses caras mais difíceis, a gente conseguiu ocupar, e esses caras hoje em dia tão meio que virando monitores, tem um caminho como monitores, que é uma coisa muito louca, que eu não esperava, você não sabe até onde vai chegar isso, né, de o quanto você vai conseguir melhorar aquela criança. Pela minha experiência da Ilha, as demandas psicológicas difíceis, aluno agressivo, aluno que chora por tudo, aluno que não consegue socializar, vem de casa, vem dos problemas de casa, a gente aprendeu que quando tem um caso desse a gente conversa, o caso chega na Liane, que é a psicóloga, e a gente em 99 % dos casos descobriu que o problema tava em casa, o problema vinha de casa, aquela criança agressiva, ou aquela criança chorona, ou aquela criança que não fala com ninguém, e a gente conseguiu, acho que a gente consegue superar essas coisas. Alguns acabam saindo da Ilha, não tem jeito, por questões de comportamento ele consegue às vezes convencer os pais de que a Ilha não é legal. Porque existe um lado da Ilha disciplinador também, a Ilha é um ambiente onde não se fala palavrão, onde não se faz buling, onde não se coloca apelido pejorativo em ninguém, e onde se respeita professores e todo mundo que trabalha, e a gente prega muito o respeito ao colega também. Não interessa se você toca melhor do que ele, a relação tem que ser igualitária sempre o tempo todo. E, eu tenho a sensação, não é que, é um mérito da gente, mas eu infelizmente esse tipo de comportamento é só lá. Ele só tem essa obrigação de comportamento lá dentro da Ilha, nem a escola consegue manter esse tipo de comportamento como a gente mantem. Então isso acho que é uma grande vitória nossa. Porque eu sei que quando passa do portão ali, as vezes a gente fica olhando, eles passam do portão já tão brigando lá fora, e já tão se xingando, mas dentro nunca, existe um respeito pelo o espaço como um todo, que é um trabalho de muitos anos, acho que isso é importante, esse é o lado mais importante dessa socialização aí.”
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Educação musical : uma reflexão sobre os benefícios para estudantes com deficiência intelectual em uma escola de música em Ceres-GO

Educação musical : uma reflexão sobre os benefícios para estudantes com deficiência intelectual em uma escola de música em Ceres-GO

A justificativa para este trabalho baseia-se em meu contato com pessoas especiais, principalmente crianças, pois tenho um irmão e uma filha com necessidades especiais. Por isso sempre estive muito perto dessas necessidades e a música é parte fundamental no desenvolvimento de minha filha. Algumas pessoas, pais, mães e responsáveis por menores, procuram minha escola para que possamos trabalhar juntos estimulando o desenvolvimento de seus filhos através da educação musical às vezes até indicado por especialistas como: neurologistas, psicólogos e fonoaudiólogos. Acredito também na perspectiva de que atualmente não há mais espaço para atitudes e sistemas que negligenciem a participação de qualquer grupo de pessoas na sociedade. Dessa forma, é fundamental debater assuntos que promovam e entendam inclusão social em sua plenitude. Portanto, é de grande relevância estudar a Educação Inclusiva e Musical de pessoas com necessidades especiais.
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A aprendizagem de um instrumento musical em contexto individual e em contexto de grupo

A aprendizagem de um instrumento musical em contexto individual e em contexto de grupo

Contudo, apesar de as respostas às questões relacionadas com a categoria Motivação parecerem indiciar a existência de uma motivação intrínseca nos alunos inquiridos, as respostas obtidas nas questões relacionadas com a valorização social e pessoal parecem indiciar que essa motivação pode não ser duradoura. Quando questionados acerca do grau de importância que o ensino da música tem na sua educação, todos os elementos do regime articulado responderam no sentido de reconhecer a formação musical como muito importante, atribuindo valores bastante elevados caso se procedesse a uma medição dessa importância; contudo, os elementos que integram a Orquestra Geração, não demonstram que reconheçam muita importância no ensino musical para a sua formação – o que, de acordo com os resultados das entrevistas, talvez possa ser explicado pela falta de valorização por parte dos amigos e por um menor acompanhamento ativo por parte dos pais. Estes alunos reconhecem consequências positivas provenientes do ensino musical que se transpõem para o seu desempenho escolar, mas não lhe parecem atribuir tanta importância como os elementos do outro grupo. Porém, quando questionados sobre a possibilidade de, no futuro, seguirem uma carreira relacionada com a Música, os resultados invertem-se um pouco. Neste ponto, o grupo de alunos do regime articulado é mais assertivo com respostas concretas, sendo que metade dos elementos responde afirmativamente e a outra metade responde negativamente, mas com certezas. Enquanto os alunos da Orquestra Geração se dividem entre a resposta afirmativa e a indecisão – revelando que essa ainda é uma possibilidade considerada por eles. A decisão clara tomada pelos alunos que se mostram motivados no processo de aprendizagem instrumental, mas que têm a certeza que não querem seguir uma carreira profissional ligada à música, parece indiciar que a motivação intrínseca no processo de aprendizagem musical não é um elemento, por si só, preditor de que o aluno se vai manter motivado a longo prazo.
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185 Lee mas

Estratégia de educação alimentar e nutricional em um grupo de mulheres idosas

Estratégia de educação alimentar e nutricional em um grupo de mulheres idosas

Os ingredientes e métodos usados na fabricação de alimentos processados – como conservas de legumes, compotas de frutas, queijos e pães – alteram de modo desfavorável a composição nutricional dos alimentos dos quais derivam. Embora o alimento processado mantenha a identidade básica e a maioria dos nutrientes do alimento do qual deriva, os ingredientes e os métodos de processamento utilizados na fabricação alteram de modo desfavorável a composição nutricional. A adição de sal ou açúcar, em geral em quantidades muito superiores às usadas em preparações culinárias, transforma o alimento original em fonte de nutrientes cujo consumo excessivo está associado a doenças do coração, obesidade e outras doenças crônicas. Além disso, a perda de água que ocorre na fabricação de alimentos processados e a eventual adição de açúcar ou óleo transformam alimentos com baixa ou média quantidade de calorias por grama – por exemplo, leite, frutas, peixe e trigo – em alimentos de alta densidade calórica – queijos, frutas em calda, peixes em conserva de óleo e pães. A alimentação com alta densidade calórica, como já se disse, está associada ao risco de obesidade (Brasil, 2014).
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Prática de ensino supervisionada em Ensino de Educação Musical no Ensino Básico

Prática de ensino supervisionada em Ensino de Educação Musical no Ensino Básico

Salientei também a importância do aquecimento vocal e da atenção à afinação e som de conjunto. Tive atenção ao facto de os alunos não estarem muito habituados a cantar, essa situação poderia ser constrangedora ainda mais para aqueles que acham que “não têm jeito” para isso. Todos nós nos sentimos inibidos quando temos de nos expor publicamente a situações que à partida achamos que não dominamos. Considero que essa é uma das principais razões, juntamente com a mudança de voz, que leva a que muitos alunos, em especial na adolescência, se sintam inibidos de cantar, principalmente perante os colegas, «vai estabelecendo aos poucos aquilo que é ou quer ser, e aquilo que não é e em que não se revê, aquilo que gosta, e aquilo que não gosta; os papeis em que se sente bem, e os que lhe são estranhos e portanto recusa a desempenhar» (Veríssimo, 2002:19-20) O concerto de apresentação do musical “Aladdin” foi no dia 12 de junho no Auditório da escola pelas10.30h 16 . Inicialmente este concerto estava previsto ser realizado à noite, com a participação dos alunos de várias turmas da escola e também com a participação da Orquestra de Sopros do Conservatório Vale do Sousa. Este horário foi inviabilizado pela direção da escola, por considerar que seria muito complicado abrir a escola em período noturno, por não ter funcionários disponíveis.
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123 Lee mas

Prática de ensino supervisionada em ensino de Educação Musical no Ensino Básico

Prática de ensino supervisionada em ensino de Educação Musical no Ensino Básico

Murray Schafer tem como objetivo principal da sua metodologia despertar a curiosidade, o interesse e o entusiasmo dos alunos pelos sons e ruídos do seu meio envolvente, seja em casa, na escola, na rua, no jardim, no campo, por sons agradáveis ou desagradáveis, etc, denominando tudo isto por paisagem sonora. (Schafer, 1997). Assim, todas as atividades propostas pelo pedagogo podem ser realizadas dentro e fora da sala de aula. Após a audição ativa dos sons e ruídos, é conveniente proporcionar aos alunos o contacto com instrumentos musicais. Sousa, refere que na metodologia de Schafer devem estar presentes “ (…) três exercícios diários iniciais: a prática do canto, a contemplação e a euritmia, desenvolvendo assim as capacidades criativas e inovadoras que estão presentes na criança e em cada ser humano” (2003, citada por Sousa, 2008, p 78)
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83 Lee mas

Educação que produz saúde: atuação da enfermagem em grupo de hipertensos

Educação que produz saúde: atuação da enfermagem em grupo de hipertensos

Descritores: Hipertensão; Educação em saúde; Enfermagem. ABSTRACT: Aim: to understand the importance of educational activities for a group of hypertensive patients. Method: qualitative study with ten hypertensive patients who attended to educational health meetings of a research project at the Federal Institute of Paraná, Londrina, Brazil. Data were collected in December 2012, through semi structured recorded interviews and later submitted to content analysis. Results: two thematic categories emerged: Health education: planting fruit and Health education: reaping fruit. It was observed that patients valued the health education activities in the self-care and prevention of hypertension consequences. Final Remarks: health education becomes essential tool in the work of nursing professionals with the hypertensive patients, aiming especially the prevention of complications arising from the disease and the promotion of wellness and quality of life.
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11 Lee mas

Aprestamento: saberes musicais e práticas de uma experiência em educação musical para a primeira infância

Aprestamento: saberes musicais e práticas de uma experiência em educação musical para a primeira infância

Aprestamiento desde la comprensión del hacer El aprestamiento es una propuesta para la educación inicial desde la pedagogía musical que destaca como recursos la música, la tradición y la cultura. Busca que los niños estén preparados para la vida, porque brinda herramientas para fortalecer capacidades. Está estructurado en seis componentes dirigidos a favorecer el desarrollo lingüístico, motor, auditivo, musical, social y cultural. Implica un aprendizaje acumulativo y significativo, en un ambiente respetuoso, donde se generan entornos de oportunidad a través de retos posibles e instrucciones claras que propician orden en la secuencia de actividades y el disfrute de estas. Durante el desarrollo de la experiencia se ha llevado a cabo un proceso de búsqueda, análisis, clasificación y selección de repertorios y materiales didácticos, parte de los cuales han sido compuestos y elaborados por la maestra y están condensados en varios CD, cartillas y materiales 8 , todos
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13 Lee mas

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