Ensino da Música

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A importância da improvisação e da composição no Ensino da Música

A importância da improvisação e da composição no Ensino da Música

Maurice Martenot foi, também ele, um pedagogo inovador desta primeira geração. Considerando na sua abordagem os avanços da psicologia e da medicina, o objetivo da sua proposta é contribuir, através do ensino da música, para o desenvolvimento global do aluno. Logicamente, portanto, tal como Kodály, por exemplo, este professor afirmava que a música deve ser de acesso a todos os que “veem nela uma oportunidade de se expressar” (Martenot, 1970). Vai inclusive mais longe defendendo que a arte é, provavelmente, o único meio de se conseguir ter qualidade de vida. É importante olharmos para estas ideias compreendendo a conjuntura em que floresceram estes pedagogos. A primeira metade do século XX fora terrível: crises económicas, um mundo destroçado por duas Guerras Mundiais aterradoras, inúmeras ditaduras na frente de países ditos desenvolvidos. A arte surgia, aos olhos de muitos, como um escape, uma forma de se ser feliz. Martenot não passou ao lado destes factos e desenvolveu o seu método nesse sentido, estabelecendo sempre uma ligação entre corpo (sentidos), alma (sentimentos) e inteligência. Estes três elementos possibilitam, então, o estabelecimento de um ambiente propício à estimulação da criatividade.
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PROCESSOS DE MUSICALIZAÇÃO EM UM AMBIENTE NÃO FORMAL: CONTRIBUIÇÕES PARA O ENSINO DA MÚSICA

PROCESSOS DE MUSICALIZAÇÃO EM UM AMBIENTE NÃO FORMAL: CONTRIBUIÇÕES PARA O ENSINO DA MÚSICA

Atualmente, as políticas públicas emanadas do Estado que regem as diretrizes da educação formal tem se voltado para o capital humano, ou seja, o que se considera não aplicável no mercado é excluído ou não se dá ênfase no currículo escolar, como é o caso da Lei nº 11.769 do ano de 2008, que previa o ensino da música nas escolas. No entanto, essa lei foi revogada pelo governo, justificando-se que um profissional das artes daria conta de trabalhar todas as especificidades, incluindo a música. Essa política do Estado é uma tendência das reformas curriculares que vem sendo implantadas nas escolas, o que restringe a formação integral dos estudantes.
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O ensino da música no 1º ciclo do ensino básico: das orientações da tutela à prática lectiva

O ensino da música no 1º ciclo do ensino básico: das orientações da tutela à prática lectiva

Esta Comissão tem vindo, ano após ano, a proceder à supervisão e avaliação das Actividades de Enriquecimento Curricular. Da leitura atenta dos relatórios elaborados pela mesma, podemos constatar que, no âmbito do Ensino da Música, há muitos aspec- tos que, desde o início, têm sido apontados como aspectos a melhorar, como se pode ler no relatório do ano lectivo de 2007/2008, onde o “Ensino da Música continua a deparar- se com um conjunto de constrangimentos de professores habilitados, mas também à articulação horizontal e vertical nas escolas e Agrupamentos” (Relatório de Acompa- nhamento das Actividades de Enriquecimento Curricular: 2007/2008, p.12.). Apesar de estes constrangimentos terem sido referenciados desde o início, continuam a detectar-se ao longo do tempo, como se pode ler no Relatório de Acompanhamento do ano lectivo 2009/2010, p.74: “Também no Ensino da Música a falta de técnicos com o perfil cons- tante do Despacho se continua a fazer sentir o que implica, em muitas situações, a alte- ração da actividade.” Esta mesma questão vem apontada pela Associação de Professores de Educação Musical no seu Relatório Pedagógico do ano 2009/2010, que se encontra inserido no Relatório de Acompanhamento das Actividades de Enriquecimento Curricu- lar do mesmo ano: “Como já foi referido em relatórios anteriores, a dificuldade na con- tratação de técnicos para as AEC-Ensino da Música com perfil adequado tem contribuí- do para uma maior tendência das Entidades Promotoras desistirem da AEC-Ensino da Música e organizarem outras actividades. Mantém-se assim o já verificado em anos lec- tivos anteriores: professores licenciados em Ensino Básico a dinamizarem as AEC nas áreas de Expressão Musical, Expressão artístico-musical, Expressões, entre outras.” (CAP, 2009/2010, p.84)
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154 Lee mas

A inovação pedagógica no ensino da música : implementação de repertórios alternativos

A inovação pedagógica no ensino da música : implementação de repertórios alternativos

também uma prática de ensino artístico como forma de concorrer para a inclusão social de crianças e jovens com menores recursos. Sobretudo para estas, o ensino da música é concebido por nós como estratégia de valorização social, pelo esforço em prol da aquisição dos valores da disciplina, do trabalho, do esforço, da motivação, valores basilares da cidadania e visando também o nosso esforço formativo, o combate ao abandono escolar precoce que, em Portugal, ainda continua a ser dos mais elevados da Europa (a média da EU é de 13%, sendo a meta traçada pelo Governo Português a de 10% em 2020) (2)
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70 Lee mas

O ensino da música e uma jovem com Síndrome de Down: resultados de um projeto de investigação-ação

O ensino da música e uma jovem com Síndrome de Down: resultados de um projeto de investigação-ação

Em termos de desenvolvimento, importa realçar alguns dos termos usados para distinguirem as crianças com SD/T21, como diferente e atrasado, em comparação com a criança dita normal. Contudo, como educadores, deveremos ter por base que os processos são treináveis, seguindo uma filosofia de igualdade perante todos, tendo apenas em atenção um processo mais lento devido ao atraso de desenvolvimento, pondo em prática uma intervenção e adequação que respeite a especificidade e as diferenças estruturais inerentes à criança com esta ocorrência, conseguindo com isso resultados mais positivos ao nível das aquisições. As crianças com SD/T21 apresentam atrasos consideráveis em todas as áreas de aprendizagem, de um modo geral. Os atrasos surgem logo no primeiro ano de vida e a rapidez com que o desenvolvimento se processa é progressivamente menor durante a etapa a seguir à idade pré-escolar. A literatura considera unanimemente que o desenvolvimento social parece ser o menos afetado durante os três primeiros anos, verificando-se os maiores atrasos ao nível do desenvolvimento da linguagem expressiva (BISSOTO, 2005).
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23 Lee mas

Ensino da música em Portugal (1868-1930) : uma história da pedagogia e do imaginário musical

Ensino da música em Portugal (1868-1930) : uma história da pedagogia e do imaginário musical

52 Para os efeitos deste trabalho importa pouco aprofundar a discussão acima enunciada, embora seja de todo o interesse assinalá-la. Nesse sentido, não basta reportar a história do presente como tendo origem e finalidade no espaço português, uma vez que toda a discussão do ensino musical se pauta por uma internacionalização crescente. As associações musicais têm, de resto, funcionado como o mais intenso veículo de consubstanciação de uma expertise. Assim, para a definição legítima do que deve ser o ensino musical as associações de educação musical têm-se vindo a investir como as principais responsáveis pela manutenção de uma rede de investigação internacional, em que a prática de conferências anuais, edição de revistas e outras publicações em série é atualmente enriquecida por páginas web, onde se podem encontrar bases de dados, sínteses temáticas e bibliografia especializada, casos da International Society for Music Education (ISME) ou da Association Européenne des Conservatoires (AEC). A ação destas instituições, que funcionam como instâncias de regulação e legitimação do conhecimento expert em circulação no mundo ocidental, tem vindo a desenvolver-se com o intuito de reformar os sistemas de ensino atuais, em particular o setor do ensino artístico especializado (inter alia, Cruz, 2008). Nos estudos desenvolvidos por estas entidades, a componente histórica surge mais como uma forma de compreender a evolução do ensino musical – segundo a tradição de cada país, Estado ou região – para ajudar na tomada de decisões. Portugal faz parte desta rede e é membro de várias associações internacionais. A Associação Portuguesa de Educação Musical (APEM) inscreve-se no ISME, e é no seu órgão de imprensa homónimo que se encontra reunido o maior número de artigos que é possível encontrar acerca do ensino musical, mesmo numa perspetiva histórica. Trata-se de pequenas resenhas, algumas delas súmulas de trabalhos académicos 13 .
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788 Lee mas

Relatório de estágio: mestrado em ensino da música

Relatório de estágio: mestrado em ensino da música

Este tipo de experiências estavam ausentes da minha prática no âmbito do ensino vocacional de música. No passado, na EMNSC, organizada pela direcção pedagógica desta escola, houve uma experimentação de Música de Câmara, da qual fiz parte e que me levou a perceber a importância do trabalho de conjunto na formação de futuros pianistas. A Directora Pedagógica, Professora Helena Lima, disponibilizou no meu horário duas horas para a prática de Música de Câmara. A experiência foi muito benéfica para os alunos. Eles ficaram a conhecer algumas obras para pequenas formações, duos e trios e trabalharam alguns lieder com alunos da classe de canto. Ao longo do ano, para além do programa que estabelecemos, tentei sensibilizar e dar a conhecer a forma de funcionamento dos outros instrumentos, desde a sua construção, as cordas de cada um, em que registo tocam, que tipo de timbre têm, a forma de marcação da direcção do arco, respectiva intensidade sonora, a marcação da respiração decorrente da necessidade física e musical, quais os sítios certos e os não aconselháveis para respirar ou mudar o arco numa determinada frase, a estrutura da frase pelo sentido do texto e a respectiva expressividade.
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106 Lee mas

PROCESSOS DE MUSICALIZAÇÃO EM UM AMBIENTE NÃO FORMAL:  CONTRIBUIÇÕES PARA O ENSINO DA MÚSICA

PROCESSOS DE MUSICALIZAÇÃO EM UM AMBIENTE NÃO FORMAL: CONTRIBUIÇÕES PARA O ENSINO DA MÚSICA

Essa pesquisa foi realizada no componente de Políticas Públicas Educacionais, com objetivo de investigar através dos saberes musicais aprendidos em um contexto de educação não-formal, quais as contribuições que essas práticas trazem para o cotidiano das crianças pesquisadas. Realizamos essa intervenção no Instituto Municipal de Belas Artes de Bagé (IMBA), que trata-se de uma escola de artes fundada no ano de 1929. Este trabalho envolveu um professor, seis alunos que participam das aulas de práticas de iniciação a música e, os responsáveis pelos mesmos. Para a coleta de dados utilizamos a observação, entrevistas com professor, os responsáveis e as crianças participantes das atividades, além de recursos de mídia, como fotos e videos. Constatamos que os saberes musicais aprendidos em um contexto não-formal contribuem para o crescimento ético, melhorando as relações sociais dos sujeitos em diferentes ambientes e ocasiões, possibilitando assim, uma facilidade maior na interação com pares e outros.
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O ensino da guitarra em grupo no âmbito do ensino vocacional e genérico da música: alguns resultados de um projecto de investigação-acção

O ensino da guitarra em grupo no âmbito do ensino vocacional e genérico da música: alguns resultados de um projecto de investigação-acção

CIEC (Centro de Investigação em Estudos da Criança – Braga, Portugal) Resumo: Os projectos das escolas portuguesas vocacionais de música têm revelado dificuldades de enraizamento nas suas comunidades (nomeadamente no que concerne às articulações com o ensino genérico) e falta de ambições curriculares diferenciadas capazes de responderem à presente diversidade da procura. Neste sentido, o trabalho de investigação em curso pretende questionar o conceito de escola vocacional, assim como testar possíveis redefinições do modelo de ensino da música em regime articulado de frequência. Pretende também estudar as vantagens do reforço das articulações pedagógicas do ensino vocacional com o ensino genérico, através da adopção de estratégias pedagógico-didácticas de diversificação dos percursos de aprendizagem do ensino da música. A Investigação-Acção, enquanto metodologia, corporizou o desenho do estudo contemplando dois grupos de trabalho: um do ensino vocacional e outro do ensino genérico da música. O ensino da guitarra em grupo surgiu naturalmente, por um lado, pela decorrência do próprio projecto de investigação (o qual, originou, a determinada altura do processo, a necessidade de responder às solicitações e motivações dos grupos de trabalho) e, por outro, pela revisão curricular em curso (Portaria nº 691/2009, de 25 de Junho) que introduz o conceito de ensino instrumental em grupo na escola especializada de música.
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12 Lee mas

Uma proposta prática de como abordar o repertório da música do Século XX no ensino superior de música

Uma proposta prática de como abordar o repertório da música do Século XX no ensino superior de música

Resumo Esse texto descreve uma experiência de ensino da música do século XX e as estratégias desenvolvidas para motivar o aprendizado de seu conteúdo. O propósito foi o de propiciar uma melhor compreensão das diversas sonoridades musicais surgidas durante esse período com uma abordagem prática baseada no modelo C(L)A(S)P de Swanwick, e uma metodologia fundamentada nos princípios da autonomia do aprendizado de Paulo Freire e na pesquisa como fundamento básico para o autoaprendizado (Pedro Demo). São apresentados exemplos de composições dos estudantes e discutidos como se dava a reação dos educandos em cada etapa do processo. A pesquisa abrangeu um período de seis semestres, ao final dos quais percebeu-se que a metodologia baseada na pesquisa sobre o conceito, composição de obras que caracterizem o conceito e execução das mesmas resultou num aprendizado mais significativo e maior compreensão do porquê as músicas desse período soam da forma com que soam.
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30 Lee mas

Reflexões em torno das opções da música no ensino básico

Reflexões em torno das opções da música no ensino básico

Fazendo agora uma análise à criação dos programas existentes hoje para o ensino da educação musical, pode-se referir que poucas alterações têm sido realizadas nestes, especialmente no caso do programa de educação musical para o 2º CEB, este tem a data de 1991, como referido anteriormente, não existindo nenhuma alteração posterior, ou seja, o programa de educação musical de hoje é o mesmo de há aproximadamente 25 anos. Em relação ao programa de música para o terceiro ciclo, este não existe, existindo apenas para organização do ensino da música neste ciclo do ensino básico as orientações curriculares. Embora estas sejam bastante úteis, estão desatualizadas, pois foram criadas para uma disciplina inserida nos 3 anos do 3ºCEB e neste momento esta disciplina só está disponível nos dois primeiros anos deste ciclo. De mencionar também que nestas orientações curriculares existe a referência que cada módulo deve ter uma determinada duração, sendo esta de 9 a 16 semanas e não existe a referência a uma interligação entre módulos, tornando-os estanques em si mesmos.
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134 Lee mas

Música tradicional portuguesa como estratégia de ensino da guitarra clássica : construção de um manual didático

Música tradicional portuguesa como estratégia de ensino da guitarra clássica : construção de um manual didático

As actividades a realizar na escola de estágio, propostas por mim, também constavam no documento do Plano Anual de Formação. Estas foram pensadas principalmente para os alunos de guitarra mas pela sua natureza seriam interessantes para a restante comunidade estudantil da escola, podendo participar quem desejasse. Para os alunos de guitarra clássica, o objectivo era o de obterem um maior conhecimento sobre o instrumento a que se dedicam. Assim, organizei uma actividade, no dia 9 de Março, na qual convidei o Professor Doutor Paulo Vaz de Carvalho para uma palestra teórico-prática sobre a construção de guitarras. Do mesmo modo e com a intenção de dar a conhecer aos alunos um dos antecedentes da guitarra e um instrumento que muitos, pela tenra idade, não conheciam, planeei uma outra actividade que consistia na ida de um colega, também em Mestrado em Ensino da Música, apontada, para o dia 2 de Maio, na qual o intuito era o de explicar as características do instrumento barroco alaúde e fazer uma pequena apresentação de repertório do mesmo, género de concerto. Esta actividade foi aprovada no Plano Anual de Formação mas, uma semana antes de ser realizada, foi-me comunicado que a Direcção Pedagógica do Curso de Música Silva Monteiro não teria aprovado a realização da mesma por esta não se coadunar com os interesses dos alunos devido ao facto de não existir o instrumento (alaúde) a ser leccionado na escola, apesar de esta informação ser contrária à disponibilizada no site da instituição. A terceira actividade, com data a 20 de Abril, foi organizada em conjunto com os restantes alunos estagiários no CMSM da Universidade de Aveiro e consistiu num concerto, pela nossa parte, para a escola e integrado no “Festival Mini Concertos para Mini Músicos”.
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281 Lee mas

O ensino especializado da música como promotor da aprendizagem

O ensino especializado da música como promotor da aprendizagem

Na opinião de Sousa (2003), na educação pela música o objetivo é a criança, a sua educação, a sua formação como ser, como pessoa, o desenvolvimento equilibrado da sua personalidade. A música proporciona à criança meios para satisfazer as suas necessidades de exploração e integração no mundo sonoro, de expressão e de criação, em que “o objetivo final não é ser bom músico mas ter uma personalidade equilibrada” (p. 23). Porém, de acordo com o mesmo autor, em contexto escolar, existe uma polémica que ainda está longe de obter consenso: se “o ensino de música é apenas uma transmissão do saber ou se deverá ser um meio de formação do ser” (p. 93). Este autor refere que o ensino da música com o objetivo de «saber música» e «saber tocar um instrumento» é defendido por professores de música e músicos, ao passo que os pedagogos sublinham a ideia que a música deveria ser usada como modo de ajuda ao desenvolvimento da personalidade, pelo menos durante o período de formação da personalidade. A música seria, pois, um meio que, em conjunto com outros, contribuiria para o enriquecimento pessoal e desenvolvimento da personalidade (Sousa, 2003). Atualmente, no nosso país, a educação musical já adquiriu o merecido lugar no currículo geral, apesar de existir apenas em dois níveis escolares (2º e 3º ciclos), sendo a música também já utilizada por muitos educadores e professores como método educacional (Sousa, 2003).
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177 Lee mas

A música tradicional madeirense no ensino especializado da música: um projecto artístico de cariz pedagógico

A música tradicional madeirense no ensino especializado da música: um projecto artístico de cariz pedagógico

programáticos da disciplina. Pretendeu-se acima de tudo desenvolver o gosto pela MTM e o prazer na sua execução musical. O presente relatório está dividido em três capítulos: No primeiro faz-se uma breve contextualização histórica sobre a introdução da música tradicional no ensino da música e os métodos que utilizam este tipo de repertório, de que se salientam os desenvolvidos por Zoltán Kodály e Edgar Willems. Referem-se algumas das mais importantes as recolhas de música tradicional portuguesa, com atenção especial às de Fernando Lopes-Graça e também ao seu legado escrito sobre a música tradicional e a importância da sua utilização no ensino da música. Sobre a documentação da música tradicional madeirense apresenta-se uma resenha histórica e salienta-se o papel da Associação Musical e Cultural Xarabanda. Por último aborda-se a problemática descrita no documento a “Regionalização do Currículo de Educação Musical do 2º Ciclo do Ensino Básico”, um trabalho levada a cabo pelo Gabinete Coordenador de Educação Artística da Madeira.
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Ensino de língua por meio da música : uma experiência na escola municipal professor Isaac Menezes

Ensino de língua por meio da música : uma experiência na escola municipal professor Isaac Menezes

Todos os textos possuem organização e composição que os caracterizam como pertencentes a um gênero, permitindo mostrar ao aluno não apenas seu caráter social, mas que eles favorecem o pensamento mais elaborado, o raciocínio crítico, e despertam o uso mais efetivo da linguagem, dando ao indivíduo maior atuação na sociedade. A compreensão e a produção oral e escrita de textos de variados gêneros permitem o desenvolvimento de diversas atividades, como a troca de informações, a escuta de opiniões, o diálogo a partir de um conceito. Porém, para que o trabalho com os gêneros, tanto orais quanto escritos, dê o resultado esperado, e os alunos consigam adquirir conhecimentos, é necessário que a escola, saiba escolher os gêneros para o ensino, buscando desenvolver, através de situações didáticas, atividades que façam parte do contexto escolar e não escolar.
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31 Lee mas

A música como metodologia no ensino da língua espanhola para deficientes visuais em Açailândia – MA

A música como metodologia no ensino da língua espanhola para deficientes visuais em Açailândia – MA

A presente pesquisa, cujo título é: A música como metodologia no ensino da Língua Espanhola para deficientes visuais em Açailândia – MA, tem como objetivos analisar quais recursos didáticos tem melhor aceitação e resultados para o ensino de língua estrangeira para deficientes visuais, investigar a adaptação de metodologias de ensino e aprendizagem que priorizem a música ou recursos de áudio, realizar um curso de extensão, em nível de capacitação, de espanhol básico para alunos com deficiência visual participantes nas escolas públicas do município e testar diferentes metodologias de ensino de língua estrangeira que melhor atendam às necessidades educacionais específicas dos estudantes participantes. Esta pesquisa justifica-se devido à necessidade capacitação dos jovens brasileiros em diversas áreas para prepará-lo para o mundo do trabalho. O conhecimento básico de uma língua estrangeira é um diferencial no currículo e possibilita a interação com falantes estrangeiros além do acesso à cultura que a mesma envolve. A Língua Espanhola é considerada hoje a segunda língua mais importante em comunicação mundial e é língua oficial em 21 países. O curso de capacitação sugerido por esta pesquisa visa formatar e experimentar a adaptação de um curso de Espanhol Básico para alunos com deficiência visual, no sentido de proporcionar capacitação profissional bem como o acesso ao conhecimento de um componente do currículo escolar do ensino médio que atualmente não é oferecido nas escolas públicas estaduais e municipais da cidade de Açailândia-MA
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115 Lee mas

Música tradicional na iniciação musical: uma proposta de ordem de aprendizagem: projecto de aplicação do método húngaro no ensino especializado da música

Música tradicional na iniciação musical: uma proposta de ordem de aprendizagem: projecto de aplicação do método húngaro no ensino especializado da música

Nos vídeos da aulas podemos encontrar todos os aspectos normais de uma aula de IM, como as falhas de memória e as trocas de letra. Mas também identificamos a naturalidade com que os alunos repetiam, no mesmo tom, e muitas vezes sem qualquer erro as diversas canções. Nas aulas manifestaram também as suas preferências, pedindo normalmente para repetir vezes sem conta a canção ou jogo de que mais gostavam. Identificaram-se diferentes gostos sem qualquer preconceito associado entre rapazes e meninas. Por exemplo, o aluno A10 pediu muitas vezes para jogar o jogo da “Gata parda” (uma canção do 3º ano de IM). Tanto os rapazes como as meninas participam nas actividades nas canções com empenho, donde se pode concluir que o jogo/movimento é uma tarefa de sala de aula que as crianças apreciam e que contribui para a sua motivação e muito positivamente para o processo ensino- aprendizagem.
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165 Lee mas

A docência online : um caso no ensino de teclado na licenciatura em música a distância da UnB

A docência online : um caso no ensino de teclado na licenciatura em música a distância da UnB

A educação musical a distância deve ser explorada em sua totalidade, pois é uma realidade concreta. Assim como é necessário um processo reflexivo quanto às tecnologias digitais a serem utilizadas, o docente precisa estar preparado para desenvolver uma prática pedagógica que atenda às especificidades do ensino de Música a distância, pois, como abordado nessa pesquisa, essa área tem suas particularidades que a distingue das demais. Há de se adotar uma postura e consciência de que a educação online não deve ser pautada somente nas oportunidades e desafios proporcionados pelas tecnologias digitais, mas em mudanças nas práticas pedagógicas, assim como na mudança de postura dos profissionais, de modo que o ensino e a aprendizagem sejam desvinculados do ensino presencial e adquiram teorias, características próprias, a fim de proporcionar significativas alterações organizacionais de um curso a distância e na qualificação de seus profissionais, de modo que estes adequem seu ensino à realidade da educação a distância e de seus alunos, de modo que as informações deixadas pelos professores se tornem conhecimento.
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140 Lee mas

Motivação dos alunos no ensino especializado da música: implementação de uma ferramenta metodológica

Motivação dos alunos no ensino especializado da música: implementação de uma ferramenta metodológica

Durante muito tempo avaliar significava a realização de uma prova que, no final da leccionação de uma determinada matéria, resultava numa classificação (FERREIRA 1994). Contudo, no caso da música, nem todos os alunos se adaptam aos exames e provas conclusivas que ainda hoje caracterizam, em parte, o ensino especializado, e que somente avaliam a capacidade de o aluno produzir algo, num ambiente de stress, cabendo ao professor compreender quando o aluno está, ou não, preparado para ser formalmente avaliado e comparado com os seus colegas (O´NEILL 2002). Como resposta, importa que o acto de avaliar passe a integrar também o que se passa na sala de aula, em casa e na escola, num gesto que pretende ensinar e aprender (FERREIRA 1994). Assim, é importante que a avaliação detecte as dificuldades de aprendizagem, crie soluções para a sua resolução e estímulos para o progresso (FERREIRA 1994). O aluno necessita saber se atingiu os seus objectivos não apenas para seu reforço pessoal, mas para compreender como o seu esforço é avaliado pelo professor. Este deverá recolher e organizar um conjunto de informações acerca do desempenho do aluno, sobre as quais fundamentará a sua avaliação. Por sua vez, o aluno deverá entender onde falhou e como pensa melhorar (isto irá desafiar a sua auto-crítica). Desta forma, o aluno verá a avaliação como sugestiva e útil e não como algo definitivo e crítico (HAIGH 2008).
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121 Lee mas

A abordagem pedagógica de Paul Harris no ensino do Clarinete numa escola do ensino artístico especializado da música

A abordagem pedagógica de Paul Harris no ensino do Clarinete numa escola do ensino artístico especializado da música

58 De seguida, procedia-se ao processo de afinação. Para que este fosse realizado da melhor forma possível, numa primeira aula, fomentei o diálogo com os alunos explicando que numa orquestra de sopros o músico que desempenha o papel de concertino é o chefe de naipe dos clarinetes e que, por isso, este deve levantar-se e proceder à organização da afinação da orquestra de sopros por naipes. Dediquei bastante tempo da minha primeira aula a este momento da afinação. Apesar de parecer algo já conhecido pela grande maioria dos alunos, principalmente pelos mais velhos, nem todos respeitavam este momento. Assim, procurei dar bastante importância ao facto de haver necessidade de serem organizados e respeitosos em relação ao momento de afinação, não só dos próprios instrumentos mas também dos colegas de orquestra. Inicialmente, a aluna que desempenhava o papel de concertino, demonstrou-se um pouco envergonha quando lhe pedia para que se levantasse e que pedisse silêncio aos colegas. Sendo assim, senti necessidade de a ajudar na organização da afinação, pelo menos na primeira aula. A afinação, tal como o habitual, procedia-se por naipes: primeiro os naipes de madeiras e depois de metais. No entanto, procurei que afinassem todos os alunos, um a um e sem o apoio do afinador. Desta forma, todos eram obrigados a permanecerem em silêncio para que o colega conseguisse afinar. Para que todos seguissem a aula, eu ia questionando os alunos sobre a afinação do colega, questionava alunos de trombone sobre a afinação do colega de clarinete, por exemplo: “Achas que ele está alto ou baixo?”. Nestas alturas, todos aqueles que tinham tendências a serem mais perturbadores, calavam-se e tentavam também eles perceberem pois eu ia perguntando a opinião a vários deles, obrigando-os de uma certa forma a permanecerem atentos.
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