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A CONSTRUÇÃO DE UM DISPOSITIVO COMPLEXO DE APRENDIZAGEM PARA O ENSINO DA MICROBIOLOGIA

A CONSTRUÇÃO DE UM DISPOSITIVO COMPLEXO DE APRENDIZAGEM PARA O ENSINO DA MICROBIOLOGIA

As intervenções que foram realizadas podem ser vistas como um passo no método de mediação entre o abstrato e o concreto, considerando que a falta de laboratórios equipados com microscopia não permite, muitas vezes, que haja a ascensão do imaginável. Para isso, a prática de ações interdisciplinares e complexas, proporcionam espaço a criatividade e a imaginação. Segundo Morin (2003) o pensamento complexo trata com incertezas, o que também é capaz de conceber a organização. É o pensamento capaz de reunir, de contextualizar, de globalizar, mas ao mesmo tempo, capaz de identificar o singular, o individual. Essa capacidade subjetiva de analisar uma situação problema e buscar uma solução lógica foi uma das pistas que revelou a potencialidade das práticas não lineares no processo de ensino e aprendizagem.
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MONITORIAS EM PROJETO PEDAGÓGICO NO ENSINO SUPERIOR: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

MONITORIAS EM PROJETO PEDAGÓGICO NO ENSINO SUPERIOR: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

A monitoria no ensino superior é uma forma inovadora de ensino e aprendizagem, pois possibilita ao aluno monitor e aos alunos monitorados um conhecimento diferenciado. Isso pelo fato do monitor também ser aluno e partilhar com seus monitorados anseios comuns à vida acadêmica, como a aprendizagem colaborativa. O objetivo deste trabalho é relatar as experiências vividas enquanto monitoras do Projeto de Apoio Social e Pedagógico (PASP), da Unipampa, campus Dom Pedrito. O público-alvo são os alunos que fazem parte do PASP, o qual tem como um de seus objetivos a prevenção da evasão e a retenção. As atividades como bolsistas do PASP iniciaram-se em agosto de 2016, quando foi implementado o projeto. As monitorias acontecem uma vez por semana. Nesses encontros estudamos juntos, esclarecemos dúvidas sobre os conteúdos, auxiliamos na organização da vida acadêmica, Essas experiências, vivenciadas através das monitorias, tornaram-se bastante significativas nas nossas vidas acadêmicas e pessoais. Para nós monitoras serve a experiência de estar do ‘’outro’’ lado, assim aprendendo maneiras de melhor estudar e entender nossas matérias, além de crescer pessoalmente e profissionalmente.Portanto, através deste programa de monitoria fica mais fácil, para o aluno passar pelo meio acadêmico.
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Objetos de aprendizagem no ensino de lógica de programação

Objetos de aprendizagem no ensino de lógica de programação

De acordo com a Rived (2006) as possibilidades que se apresentam no conhecimento e no aprendizado, com o uso das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), estão provocando alterações nas relações entre as competências intelectuais e o conhecimento, oportunizando mudanças de paradigma em situações de aprendizagem. Isso afeta diretamente as relações de ensino e aprendizagem e as modalidades de educação. Neste contexto, os objetos de aprendizagem se apresentam com possibilidades de potencializar o processo ensino e aprendizagem significativa dos conteúdos. Desponta na educação presencial e a distância como uma tecnologia recente e que pode beneficiar professores e alunos, nos ambientes de aprendizagem.
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A AVALIAÇÃO E A APRENDIZAGEM DO ESTUDANTE E DO PROFESSOR

A AVALIAÇÃO E A APRENDIZAGEM DO ESTUDANTE E DO PROFESSOR

A reflexão é citada por alguns autores, neste caso, o autor pondera que refletir também é avaliar, e ao se avaliar, se planeja e estabelece-se objetivos. Assim, os critérios de avaliação deverão estar subordinados a finalidades e objetivos previamente estabelecidos para qualquer prática, seja ela educativa, social ou política. (DEMO, 1999). Por outro lado, a avaliação é vista como uma atividade didática imprescindível e constante do trabalho docente, que deve acompanhar o processo de ensino e aprendizagem. Por meio da avaliação, os resultados que vão sendo obtidos no decorrer do trabalho conjunto do professor e dos alunos são comparados com os objetivos propostos, para verificar progressos, dificuldades, e reorientar o trabalho, a fim de realizar os ajustes necessários. A avaliação é uma análise sobre a qualidade do trabalho escolar tanto do professor como dos alunos (BURIASCO; FERREIRA; CIANI, 2009). Por isso, é uma tarefa complexa que vai além da realização de provas e atribuição de notas, ela proporciona dados que devem ser submetidos a uma análise qualitativa, para então cumprir funções pedagógico-didáticas, de diagnóstico e de controle (LIBÂNEO, 1994).
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Avaliaçao do curriculum Ensino-Aprendizagem (1 a 4 serie) no Brasil. Analisi da introduçao do conceito de regulaçao no avaliaçao do ensino-aprendizagem

Avaliaçao do curriculum Ensino-Aprendizagem (1 a 4 serie) no Brasil. Analisi da introduçao do conceito de regulaçao no avaliaçao do ensino-aprendizagem

básica até a educação superior. Ela traça claramente quais são os perfís de alunos e quais são as responsabilidades, aquilo que a escola tem de fazer para formar um cidadão de acordo com o momento econômico, político social e filosófico que o mundo vive, que leve em conta as questões dos avanços tecnológicos, das mudanças na economia, Na lei está claramente determinado que as escolas deverão devolver à sociedade, ao cabo da educação básica, jovens que dominem todas as formas contemporâneas de linguagem, dominem Filosofia e Sociologia e uma forma de comunicação mais própria. O que se quer com isso tudo é que tenhamos jovens capazes de elaborar um projeto pessoal de vida, capazes de se ajustarem às mudanças, pessoas flexíveis e dotadas de conhecimentos e capazes de usá-los, jovens que dominem as formas modernas de produção, que falem dois idiomas, que se ajustem às mudanças, que sejam seguros. A escola não se separa do aluno. A mudança que ocorre na escola é relativa a professores e a profissionais envolvidos com a educação, pois essa mudança depende de transformações internas, de encarar a escola e o seu processo de ensino-aprendizagem de modo diferente. Isso não quer dizer que não estávamos numa caminhada para chegar a isso. Eu posso afirmar com tranqüilidade e com uma certa preocupação que nós, professores e técnicos, ainda estamos muito preocupados com que o aluno estude para ser avaliado no final do bimestre, que ele estude para fazer provas e para passar no final do ano. E muitas vezes esse ritual não se traduz naquilo que o chamamos de aprendizagem. A Lei de Diretrizes e Bases propõe justamente deslocar esse eixo, fazer o aluno aprender porque ele precisa disso para o exercício da sua cidadania, precisa daqueles conhecimentos para elaborar seu projeto pessoal, para se posicionar enquanto cidadão e como pessoa mais feliz.
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394 Lee mas

POSSIBILIDADES DE USO DE UM AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM PARA O ENSINO DE FÍSICA

POSSIBILIDADES DE USO DE UM AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM PARA O ENSINO DE FÍSICA

A manifestação das dificuldades ligadas ao processo de ensino e de aprendizagem atinge os diferentes níveis de ensino e componentes curriculares, dentre estes a Física. Este trabalho propôs a utilização de um ambiente virtual de aprendizagem (AVA), proporcionando aos estudantes uma formação integral, a fim de se construir o conhecimento a respeito da temática trabalhada. A pesquisa teve como intuito analisar as contribuições do uso das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC), mais precisamente o uso de um AVA na abordagem de conceitos relacionados ao Princípio de Arquimedes em um curso de Ciências da Natureza - Licenciatura. A aplicação proporcionou uma interação de acadêmicos por meio do método Instrução aos Pares. Participaram da pesquisa 26 acadêmicos de graduação, matriculados em uma componente curricular de Física que contempla a Mecânica dos Fluidos. A partir da análise das intervenções pode-se angariar resultados como o interesse pelos recursos disponíveis através das TIC e o domínio dos conceitos científicos que estas proporcionaram. Além disso, ficou evidente o interesse e motivação demonstrados pelos acadêmicos na utilização das Tecnologias em sala de aula enquanto futuros professores.
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6 Lee mas

La lingüística sistémico-funcional en diálogo : reflexiones acerca del lenguaje, su uso y su enseñanza

La lingüística sistémico-funcional en diálogo : reflexiones acerca del lenguaje, su uso y su enseñanza

2002), até a produção efetiva por coletivos e indivíduos dentro do contexto das mídias comunitárias e digitais (de Lima, 2007; Lopes, 2012). De fato, a relevância de um projeto de ensino-aprendizagem que se debruce sobre a relação entre a comunicação, a educação e a produção simbólica se justifica pela aproximação natural que as áreas possuem, levando à criação de um espaço de aprendizagem (Freire, 2006; Setton, 2010). A interação com e nas diferentes mídias leva ao natural aprendizado de práticas de linguagem e ideologias. A apropriação entre tais mídias e o ambiente formal de ensino aprendizado seria, por conseguinte, de grande relevância social (Soares, 2011). Assim, pensar os processos sociais resultantes da óbvia interação entre esses domínios é mister para compreensão das relações sociossemióticas envolvidas, um dos grandes desafios é construir experiências de ensino que sejam socialmente relevantes e que, de alguma forma, reflitam como a relação entre língua e tecnologia acontece no mundo real. Um dos primeiros impactos observados de nossa realidade multimodal é o processo de descentralização da construção do significado.
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196 Lee mas

OS JOGOS DE TABULEIROS E O TRABALHO EM EQUIPE COMO FORMA DE ENSINO APRENDIZAGEM

OS JOGOS DE TABULEIROS E O TRABALHO EM EQUIPE COMO FORMA DE ENSINO APRENDIZAGEM

Este trabalho tem como objetivo a construção de uma sequência didática envolvendo o conteúdo de Gravitação Universal e Astronomia. Com isso pretendo desenvolver uma atividade lúdica no formato de jogos de tabuleiros, para as aulas de Gravitação Universal do Ensino Médio, com o auxílio do trabalho em equipes que é uma das metodologias por trás desse trabalho. Buscando, portanto uma maneira alternativa para facilitar o processo de ensino aprendizagem, motivando os alunos a estudar e debater entre si sobre os conteúdos abordados, tudo isso através de jogos de tabuleiro, nesses jogos o aluno irá trabalhar em equipes e ter estudos à distância (através de três guias que foram disponibilizados uma semana antes do dia de jogo). Essas atividades foram realizadas em 3 horas aulas mais o estudo realizado fora do horário de aula com alunos do curso de Licenciatura em Física. Os alunos, além de trabalharem nos grupos, foram submetidos a avaliações escritas que influenciaram no andamento dos jogos para cada aluno.
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METODOLOGIAS ATIVAS PROPOSTAS PARA O ENSINO DE FISIOLOGIA EM CURSOS DA SAÚDE

METODOLOGIAS ATIVAS PROPOSTAS PARA O ENSINO DE FISIOLOGIA EM CURSOS DA SAÚDE

Lara et al. (2014) relata que diferentes ações com objetos em aprendizagem contribuem para uma otimização no processo de ensino-aprendizagem, permitindo que os alunos se tornem ativos na construção do saber. Assim, as atividades propostas têm se mostrado importantes e de grande interesse dos acadêmicos. A interação com redes sociais, por exemplo, oportuniza a proximidade dos acadêmicos, monitores e docentes, permitindo a ampliação dos debates de temas relacionados à fisiologia para além da sala de aula. Atualmente o grupo ³)LVLRORJLD 8QLSDPSD´ no Facebook® conta com 438 integrantes, entre alunos matriculados nas disciplinas de Fisiologia e ex-alunos que mantiveram interesse em permanecer no grupo. Como relatado por De Vargas et al. (2014), essa metodologia encoraja os alunos na aplicação e busca de conhecimentos, de forma que os acadêmicos investigam tópicos adicionais sobre fisiologia e acessam links compartilhados com seus colegas.
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7 Lee mas

Sociedades artificiais: repensando o desenvolvimento de ambientes de ensino-aprendizagem

Sociedades artificiais: repensando o desenvolvimento de ambientes de ensino-aprendizagem

Em ciência da computação as sociedades artificiais são significativas como uma metodologia capaz de solucionar problemas utilizando uma nova perspectiva computacional. A lógica BDI é um exemplo de estudo que implementa uma metodologia através da qual resolvem-se problemas modelando-se Sociedades Artificiais. Já a simulação de sociedades artificiais, um conceito de alto nível, é bastante útil em computação gráfica e em simulação de comportamento social baseada em computador. Outra possibilidade é a simulação de sociedades humanas, onde, uma Sociedade Artificial composta por Agentes Sociais que possuem o comportamento semelhante ao do ser humano, sobre os quais é possível a aplicação de regras sociais, com a finalidade de se observar o comportamento coletivo e o provável resultado decorrente da ação dos agentes, formulando assim um ambiente de simulação social que pode ser utilizado como ferramenta de aprendizado na criação de regras sociais que se propõem a prever o comportamento social humano. Além desses o estudo de Sociedade Artificial pode ser utilizado juntamente com a área da Inteligência Artificial que estuda os Tutores Inteligentes e o Ensino a Distância. Nesse contexto, os Tutores podem vir a interagir socialmente, caracterizando uma Sociedade Artificial na qual a infraestrutura do Ambiente Social é a Internet, buscando conhecimento. Já a Robótica é basicamente uma implementação material do estudo de Sociedade Artificial. Neste contexto, o ambiente é o próprio ambiente natural, enquanto que a interação social pode acontecer tanto entre robôs quanto entre robôs e humanos [BAR03].
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11 Lee mas

OFICINA PEDAGÓGICA COMO DISPOSITIVO POTENCIALIZADOR DA APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA NO COMPONENTE TÓPICOS DE ASTRONOMIA E COSMOLOGIA

OFICINA PEDAGÓGICA COMO DISPOSITIVO POTENCIALIZADOR DA APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA NO COMPONENTE TÓPICOS DE ASTRONOMIA E COSMOLOGIA

O presente trabalho discute a construção de uma oficina pedagógica, intitulada "O Universo Representado na Sala de Aula", em um componente curricular de graduação. A oficina visa potencializar o processo de ensino-aprendizagem de conceitos de Astronomia e Cosmologia, em um processo de ensino pautado nas prerrogativas que consideram os conceitos e as relações conceituais que os alunos já possuem, além de fortalecer o caráter prático do componente, ao promover a integração do ensino, da pesquisa e da extensão. Discute-se a implementação piloto, realizada no Ensino Médio e na disciplina de Tópicos de Astronomia e Cosmologia, realizada no primeiro semestre de 2017. Essa etapa inicial na investigação possibilitou um primeiro contato, pela maioria dos discentes, com a prática docente e uma reflexão sobre as adaptações da oficina para uma próxima implementação.
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OS INSTRUMENTOS AVALIATIVOS UTILIZADOS NO PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM DE FÍSICA NO ENSINO MÉDIO

OS INSTRUMENTOS AVALIATIVOS UTILIZADOS NO PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM DE FÍSICA NO ENSINO MÉDIO

O presente trabalho tem como objetivo investigar os instrumentos utilizados pelos professores de física para avaliar os conhecimentos de seus alunos. Assim, buscamos identificar a estrutura das avaliações que realizam, com enfoque na forma, instrumentos e conteúdo trabalhados. Para tanto, utilizou-se dos pressupostos da pesquisa exploratória (GIL, 2008). Foi aplicada entrevista com dois professores, sendo uma da rede federal e outro da rede estadual da cidade de Bagé-RS. As entrevistas tiveram duração de vinte e cinco minutos aproximadamente, sendo realizadas 10 questões pré-determinadas. Após coleta, foi realizada análise de conteúdo (BARDIN, 2009) dos dados obtidos. Com base nas duas entrevistas realizadas, foi perceptível observar grandes diferenças entre as respostas dos entrevistados, entretanto também algumas semelhanças. Os professores têm pontos que divergem entre si, no que diz respeito a avaliação que seria para a professora de Física necessária a utilização de provas com o intuito de preparar os alunos para os vestibulares, enquanto o professor de Física considera que a realização de trabalhos auxilia no ensino-aprendizagem. Entretanto sempre buscam uma construção do conhecimento juntamente com os alunos. A dedicação dos professores e o bom convívio com os alunos fazem com que seja bem-sucedida a construção do conhecimento. Portanto, concluiu-se que a avaliação da aprendizagem dos alunos, realizada pelos professores investigados se baseia em instrumentos que os mesmos consideram de importante utilização no diagnóstico da aprendizagem, ocorrendo em geral por meio da realização de provas e trabalhos previamente marcados que possuem pesos distintos. Espera-se que este trabalho colabore na discussão e reflexão em torno do processo de avaliação no ensino de física, contribuindo para qualificação das práticas avaliativas desenvolvidas.
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BINGO PERIÓDICO: UM INSTRUMENTO LÚDICO DIDÁTICO NO ENSINO DA TABELA PERIÓDICA

BINGO PERIÓDICO: UM INSTRUMENTO LÚDICO DIDÁTICO NO ENSINO DA TABELA PERIÓDICA

O objetivo desse trabalho é apresentar as contribuições da utilização de uma atividade lúdica como estratégia no ensino da tabela periódica, idealizadas por estudantes de graduação participantes do Programa de Iniciação à Docência (PIBID). Para isso foi desenvolvido o jogo "Bingo Periódico'', aplicado em uma escola da rede pública de ensino no município de Uruguaiana/RS, onde procurou-se utilizar de uma prática divertida para favorecer a motivação dos estudantes pelo tema. O lúdico visou contribuir na participação e envolvimento dos educando de maneira a despertar a reflexão de forma didática para a resolução das situações problemas apresentadas durante o desenvolvimento do jogo. Para Melo (2005) "o lúdico é um importante instrumento de trabalho. O mediador, no caso o professor, deve oferecer possibilidades na construção do conhecimento, respeitando as singularidades." Com isso, o papel da atividade lúdica buscou desenvolver as habilidades dos estudantes, no nível cognitivo, intelectual e social, provocando um ambiente de curiosidade e busca pelo conhecimento. O ensino básico sofre com o desinteresse e práticas tradicionais que acabam por não gerar o resultado de aprendizagem esperado uma vez que essas práticas não despertam o interesse pelo aprender. Para buscar suprir essa realidade a atividade foi realizada com alunos do 9° ano e contou com a utilização de um jogo de bingo com questões sobre a tabela periódica, exigindo raciocínio lógico e conhecimento prévio do assunto. O envolvimento dos estudantes na atividade é o ponto de destaque que pode ser entendido como uma motivação por uma abordagem diferenciada em sala de aula, que gerou resultados positivos e um feedback em níveis de aprendizagem satisfatórios. Percebeu-se ao final da atividade a importância de se investir em novas práxis educativas, que estimulem o saber e a curiosidade pela ciência, desenvolvendo o aprender significativo e deixando de lado a simples memorização de teorias, fórmulas e conceitos.
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O GÊNERO NOTÍCIA EM SALA DE AULA E O TEMA DO PRECONCEITO RACIAL

O GÊNERO NOTÍCIA EM SALA DE AULA E O TEMA DO PRECONCEITO RACIAL

Muito se discute sobre a importância do trabalho com temas transversais na educação. Os PCN (1998) para o ensino da Língua Portuguesa indicam essa necessidade por levantarem, em um dos seus objetivos, a preocupação com a formação cidadã e crítica dos indivíduos, e os temas transversais são favorecedores dessa formação. Agregando essa indicação ao trabalho com o ensino/ aprendizagem da língua portuguesa na educação básica - tida hoje como uma das grandes preocupações em relação aos déficits em leitura, interpretação e escrita dos estudantes - propusemos o subprojeto: ‘Gênero notícia em sala de aula’, articulando-o à temática do preconceito racial. Esse subprojeto, desenvolvido pelo Curso de Letras da Unipampa/campus Jaguarão/RS, é parte de um projeto de extensão guarda-chuva que comporta diferentes subprojetos e tem por objetivo geral desenvolver práticas de intervenção pedagógica com os gêneros textuais e o uso da metodologia das sequências didáticas, aplicadas em escolas da rede pública, no caso, as de Jaguarão/RS. Nesse trabalho, apresentamos a proposta de intervenção levada a cabo com o subprojeto mencionado acima, para uma turma de 7º ano de uma escola pública municipal. A escolha pelo gênero textual notícia vem das indicações da BNCC para o 7º ano. As escolas municipais receberam, no início do ano de 2017, os novos conteúdos a serem desenvolvidos em concordância com a BNCC e, dentre as indicações, tem-se o gênero notícia. Para contemplar o gênero textual, a metodologia das sequências didáticas e uma temática de interesse dos alunos, foi proposto que eles escolhessem um tema, dentre os que a escola tinha como preocupação abordar. O tema escolhido foi sobre o preconceito racial. Definidos o gênero textual, a metodologia de ensino e o tema, partimos para a elaboração de oficinas de intervenção pedagógica com vistas a perceber a eficácia do ensino/aprendizagem da língua portuguesa, valendo-nos da tríade: gênero textual, metodologia das sequências didáticas proposta por Dolz, Noverraz e Schneuwly e um tema específico. As práticas tiveram início em agosto deste ano e seu término está previsto para outubro. Nesse sentido, temos resultados parciais para serem socializados, pois dependemos da finalização do subprojeto para analisarmos os instrumentos de acompanhamento das aprendizagens e tecermos maiores conclusões.
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COLEÇÃO DIDÁTICA DE CULTURAS AGRÍCOLAS COMO RECURSO DE ENSINO APRENDIZAGEM

COLEÇÃO DIDÁTICA DE CULTURAS AGRÍCOLAS COMO RECURSO DE ENSINO APRENDIZAGEM

O sistema produtivo da fronteira oeste apresenta-se restrito a algumas poucas culturas, primordialmente a orizicultura. A partir disto, o estudo e a divulgação de novas atividades que possam diversificar a cadeia produtiva, reduzindo danos ambientais e humanos tornam-se de suma relevância. Deste modo, as práticas de ensino, bem como as atividades complementares na graduação atuam de forma correlata e necessária para legitimar a veracidade dos conhecimentos de extensão. O presente trabalho tem por objetivo descrever as ações que o Grupo PET AGRO desenvolveu no projeto Coleção Didática de Culturas Agrícolas e seu impacto no curso de Agronomia e outros cursos afins. As atividades do projeto iniciaram no segundo semestre de 2016, na área experimental da Universidade Federal do Pampa, Campus Itaqui, sendo o projeto conduzido pelos integrantes do Grupo PET AGRO. O projeto foi proposto em reuniões semanais do grupo, e consistiu na premissa de que todos os integrantes deveriam manter um canteiro demonstrativo com uma cultura diferente, sendo disponibilizados 14 canteiros com área de cinco metros quadrados. Assim, 14 culturas diferentes, deveriam ser implantadas à campo para demonstração durante o ano inteiro. Dentre as diversas culturas implantadas destacam-se: berinjela (Solanum melongena L.), crotalária (Crotalaria juncea L.), feijão guandu (Cajanus cajan L.), girassol (Helianthus annuus L.), gladíolo (Gladiolus hortulanus L.), milho (Zea mays L.), melão (Cucumis melo L.), morango (Fragaria vesca L.), soja (Glycine max L.) e tabaco (Nicotiana tabacum L.). Por meio deste projeto, novas atividades foram propostas e realizadas, como a realização de eventos de cunho acadêmico, sendo realizado na forma de um roteiro técnico. A área contendo as coleções didáticas com as culturas agrícolas beneficiou também discentes e docentes de diversos componentes curriculares, integrando os demais cursos da instituição, pois estes utilizaram o acervo didático de inúmeras culturas de relevância agrícola para a realização de aulas práticas. Desta forma, melhorias quanto à capacitação técnica e oral dos envolvidos estão sendo detectadas ao longo do projeto, bem como os benefícios a sociedade, os quais serão evidenciados no decorrer da ampliação da capacitação dos egressos em Agronomia.
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O JOGO LUDICO COMO FERRAMENTA NO ENSINO APRENDIZAGEM DO DIABETES

O JOGO LUDICO COMO FERRAMENTA NO ENSINO APRENDIZAGEM DO DIABETES

Este artigo se constitui de um recorte de projeto intitulado "Diabetes: O Doce Amargo da Vida" que foi desenvolvido no curso de Licenciatura em Ciências da Natureza da Universidade Federal do Pampa- Campus Dom Pedrito-RS, através do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência-PIBID subprojeto Ciências da Natureza. A execução ocorreu na Escola Municipal de Ensino Fundamental Bernardino Tatu, tendo como público-alvo 24 alunos do 7° ano. O Diabetes é uma doença que atinge milhões de pessoas no país, trata-se de uma doença que necessita de cuidados contínuos na alimentação, atividades físicas ao monitoramento e aplicação de insulina, onde a escola tem papel de promover a autonomia dos sujeitos no tratamento e disseminação do conhecimento desta patologia. Diante deste problema enfatiza-se a necessidade de trabalhar dentro da escola uma maneira de levar o conhecimento sobre a Diabetes incentivando sua prevenção e cuidados através de jogos. Nesta perspectiva, objetivou-se tratar do tema diabetes em sala de aula, a partir de um jogo didático, pois esta ferramenta metodológica proporciona um cenário lúdico de ensino aprendizagem. O jogo "Na Trilha do Diabetes" destacou-se como um instrumento para uma educação dialógica por promover a interação entre os sujeitos, a exploração e construção do conhecimento, além de ser uma atividade lúdica motivadora.
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O mundo virtual como ferramenta interativa no ensino-aprendizagem colaborativo

O mundo virtual como ferramenta interativa no ensino-aprendizagem colaborativo

Essas propostas podem ser viabilizadas através do uso de ambientes virtuais de aprendizagem, que per- mitam a constituição de comunidades virtuais. As co- munidades podem ser formadas por construtores, pro- fessores e alunos, se caracterizando num espaço para partilhar recursos de informações e materiais que am- bos possuem, assim, os professores também apren- dem, ao mesmo tempo que os alunos, atualizam con- tinuamente tanto seus saberes aplicados aos progra- mas de aprendizagem em que são especialistas, desen- volvendo e transformando suas práticas pedagógicas. A prática docente é estimuladora, pois o professor, além de especialista, é também orientador, articulador e animador da inteligência coletiva dos grupos com os quais está interagindo, centrando sua atividade no acompanhamento e na gestão das aprendizagens: pro- blematizando, desafiando, incitando a curiosidade, a troca de saberes, proporcionando a autonomia no pro- cesso da aquisição de novos saberes, desenvolvendo a cooperação, a mediação relacional e simbólica.
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TítuloA práxis de educação ambiental para a cidadania e a construção de valores morais

TítuloA práxis de educação ambiental para a cidadania e a construção de valores morais

O presente artigo tem como objetivo explorar as contribuições que uma metodologia problematizadora e participativa de ensino-aprendizagem pode aportar para a construção de valores morais em uma prática de Educação Ambiental orientada para a formação da cidadania. Para tanto, delimitamos os parâmetros teórico-metodológicos que fundamentam essa proposta pedagógica e discutimos alguns dados oriundos de uma pesquisa de

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