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Quem conta um conto aumenta um ponto também em física: Contos de ficção científica em sala de aula (Piassi e Pietrocola)

Quem conta um conto aumenta um ponto também em física: Contos de ficção científica em sala de aula (Piassi e Pietrocola)

Há muitos trabalhos que propõem o uso de ficção científica em sala de aula para o ensino de ciências (SOUTHWORTH, 1987; DUBCEK, 1990, 1993, 1998; NAUMAN, 1994; FREUDENRICH, 2000; SHAW, 2000; BRAKE, 2003; DARK, 2005). Porém, em geral as propostas se baseiam em filmes e não na literatura. Dizer que os filmes cinematográficos exercem uma atração especial para os jovens é praticamente redundante. Encarados como recursos didáticos, filmes possuem como vantagens o apelo audiovisual com seus efeitos especiais, a linguagem simples (comparada ao texto escrito), a ação e o conhecimento comum por parte dos estudantes a respeito de muitas obras. Além disso, o acesso aos filmes é relativamente fácil e o custo de exibição é baixo. Tudo isso sem levar em conta o interesse que os filmes despertam. Entretanto, levar um filme para a sala de aula pode ser muito complicado. Um primeiro empecilho é a duração, freqüentemente de mais de duas horas. É preciso que o filme seja muito bem aproveitado para compensar esse investimento de tempo. Mas há outros problemas. A linguagem cinematográfica é, por natureza, mais superficial do que a escrita e, de certa forma, inibe a imaginação e a criatividade ao exibir as cenas prontas, sem dar espaço para a elaboração própria do aluno. Claro que há filmes mais sofisticados, com enredos complexos, muitas vezes estes não são do agrado dos jovens. Além disso há sempre o risco de confusão entre um momento de lazer e um momento de aula. Por conta disso, a exibição de filmes pode ser mal vista no contexto escolar.

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A Tradução de Somnium de Johannes Kepler para o Português do Brasil a partir do Inglês: Ciência e Ficção Científica

A Tradução de Somnium de Johannes Kepler para o Português do Brasil a partir do Inglês: Ciência e Ficção Científica

A obra Somnium original foi escrita em Latim em 1585, porém sua publicação aconteceu apenas em 1605, após a morte do autor. Originalmente, Somnium foi uma das três partes da pesquisa de Johannes Kepler, sendo essas partes: literária, teórica e cálculos matemáticos. A pesquisa teve o intuito de provar a teoria da órbita dos planetas, da rotação e da translação da Terra, com a finalidade do autor se graduar. Na época em que a obra foi escrita, a Europa passava pela reforma protestante e parte da inquisição; também era comum a censura, a proibição de livros, além da tortura e da prisão das pessoas contra os dogmas impostos pelas igrejas. Outro ponto importante sobre o tempo histórico em que viveu Kepler, foi o fato de que se acreditava que a Terra era o centro do universo e que o Sol girava em torno dela, de acordo com o pensamento ptolomaico. Kepler, após escrever Somnium, teve complicações em sua vida, pois na obra continha aspectos que para a época eram consideradas manifestações de bruxaria e que supostamente estariam relacionadas com a vida do autor. Esta proposta de investigação é voltada para a tradução e o debate sobre a obra Somnium de Johannes Kepler, utilizando da tradução comentada do texto em inglês para o português brasileiro. O trabalho é relevante uma vez que não se encontra a tradução da obra para o português do Brasil. Espera-se traduzir apenas a primeira parte do texto principal da obra, exceto as notas de rodapé ou aos cálculos feitos pelo autor, ou seja, apenas a parte literária da obra. Para se traduzir esta parte da obra, foi feito um levantamento sobre os métodos de tradução com a finalidade de eleger o melhor método para se traduzir a obra neste trabalho e também como explicar as possíveis mudanças que ocorrerão durante o processo de tradução. Por fim, na parte da tradução, foi eleito o método da tradução livre, ao mesmo tempo mantendo a forma de escrever do autor. Já na discussão sobre ciência e ficção científica, chegou se à conclusão de que a os focos que a sociedade teve sobre a obra mudou, pois em 1605 a obra tinha o foco nos cálculos e nas teorias físicas, levando a obra a ser considerada como científica e após a confirmação das teorias de Kepler, o foco se voltou à parte literária.

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O diagnóstico de concepções sobre os cientistas através da análise e discussão de histórias de ficção científica redigidas pelos alunos

O diagnóstico de concepções sobre os cientistas através da análise e discussão de histórias de ficção científica redigidas pelos alunos

A história de ficção científica redigida pela aluna evidencia, ainda, a concepção de uma actividade científica dominada por cientistas do sexo masculino e de nacionalidade americana. No enredo da história, o facto da equipa de cientistas integrar um elemento do sexo feminino é apresentado como algo invulgar. Quando questionada acerca deste aspecto do enredo, Sofia confirma a sua convicção numa ciência dominada por homens e justifica-a com a inexistência de referências a cientistas do sexo feminino nas aulas de ciências e em muitos filmes de ficção científica. Várias investigações têm: (1) revelado a frequência desta concepção entre os alunos de diferentes idades e nacionalidades; e (2) evidenciado o papel relevante dos meios de comunicação social e da escola na veiculação desta ideia (Aikenhead, 1988; Matthews e Davies, 1999). Contudo, conforme referido pela própria aluna, não se podem ignorar as grandes responsabilidades do ensino das ciências na veiculação deste estereótipo. Por exemplo, o manual escolar de CTV utilizado por Sofia, não faz qualquer referência a cientistas do sexo feminino.

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A FICÇÃO CIENTÍFICA COMO POTENCIALIZADOR DO ENSINO DAS CIÊNCIAS NA EDUCAÇÃO BÁSICA

A FICÇÃO CIENTÍFICA COMO POTENCIALIZADOR DO ENSINO DAS CIÊNCIAS NA EDUCAÇÃO BÁSICA

Assim, a pesquisa em torno da ficção científica seria um modo de conhecer e compreender aquilo que o próprio homem produziu pelo viés criativo, imaginativo, artístico, sobretudo na constituição das ciências. É nessa direção que estes estudos se desenvolvem: verificar em que medida a ficção científica pode constituir-se num potencializador para as aulas de ciências. No século XIX, Mary Shelley (1797-1851) escreve Frankenstein ou O Moderno Prometeu (1818), e inaugura esse gênero, seguido pelos trabalhos de Edgar Allan Poe (1809-1849) nos Estados Unidos, Jules Verne (1828-1905) na França, e H. G. Wells (1866-1846) na Inglaterra. Desde então a ficção científica ocupa um amplo e variado espaço nos meios de comunicação (TAVARES, 1986, p. 08), como em livros, revistas, histórias em quadrinhos, cinema, televisão, jogos e internet, pode ser capaz de despertar o interesse dos alunos e, assim, potencializar a aprendizagem.

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Potencialidades del Cine de Ficción Científica en Contexto Prisional y su Impacto en la Construcción de Comunidades de Aprendizaje

Potencialidades del Cine de Ficción Científica en Contexto Prisional y su Impacto en la Construcción de Comunidades de Aprendizaje

Foi, pois, com a intenção de promover o desenvolvimento de algumas destas competências, como a comunicação, a colaboração, ou a capacidade de resolver problemas que desenvolvemos um programa educativo num estabelecimento pri- sional, focado na Educação para a Cidadania, e assente na utilização do cinema de ficção científica, como principal recurso educativo. A opção por esta metodologia assente na utilização das tecnologias audiovisuais assume, claramente, a responsa- bilidade de desenvolver uma educação para e com a imagem, integrando o cinema nas atividades de aprendizagem, porque na realidade, como afirma Fresquet (2013) com o cinema como parceiro, a educação tende a inspirar-se provocando as práticas pedagógicas esquecidas da magia do que significa aprender.

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Teologia, colonialismo e ciência e tecnologia/ensino na proto-ficção-científica portuguesa (com ou sem política)

Teologia, colonialismo e ciência e tecnologia/ensino na proto-ficção-científica portuguesa (com ou sem política)

No relato do Cavalo Pardalo (parte do relato da Dama pé de cabra do Conde D. Pedro, similar ao da Dona Marinha mas em que a assimilação da mulher não-humana, neste caso mais feérica se não mesmo demoniaca, falha) do seu livro de linhagens, um ser animalesco com características específicas (sendo «pardalo», malhado) que se desloca pelo céu voando, e que não sendo descrito como alado como típico na fantasia e folclore e a sua natureza não sendo explicada, bem poderá ser algum tipo de mecanismo ao estilo do (também proto- ficcional-científico, e também voador sem asas) cavalo de ébano d'As Mil e Uma Noites do Mundo Muçulmano, ou pelo menos algum ser com biologia fora do comum para animais. No relato do seu livro de linhagens sobre Balduc, o Voador (Bladud no original bretão), D. Pedro descreve este rei lendário da Bretanha pré-romana e pai do Rei Lear (Leir ou Leyr em Português arcaico) como um praticante de necromancia e divinação através dos espíritos dos mortos, elemento sobrenatural que porém tem o salto para o "retrofuturismo" graças à necromância Balduc lhe construir asas com que voa do tempo de Apolo em Trinovantum ou "Nova Tróia" (a Londres actual), voando com sucesso até a "ordem natural" o punir com queda por terra, quebrando-lhe o corpo todo e morrendo, sendo enterrado em "Nova Tróia" e sucedido pelo filho. Podemos bem indicar o relato de Balduc e d' O Cavalo Pardalo como discutíveis exemplos de ficção científica antes de tempo.

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Os Pulps Brasileiros e o Estatuto do Escritor de Ficção de Gênero no Brasil

Os Pulps Brasileiros e o Estatuto do Escritor de Ficção de Gênero no Brasil

A também longeva Detective foi lançada em 1.º de agosto de 1936, no Rio de Janeiro, pelo Editorial Novidade Limitada. Tinha capa colorida (muitas vezes ilustrada com fotos) e 162 páginas (18,5 x 26,5 cm ou 7,5 x 10,5 pol. aprox.), com noveletas e seriados. Cardoso informa que ela teve uma segunda fase, “quando em maio de 1941, [dirigida] por J. T. de Alencar Lima, quase sem modificações, passou a pertencer à Editorial Fluminense” (2009: 7). Ainda segundo o pesquisador, “uma terceira fase de Detective, desta vez com sensíveis mudanças, começou em junho de 1942, quando passou a ser propriedade de O Cruzeiro S. A. dos Diários Associados e teve como diretor de redação Frederico Chateaubriand, inicialmente”. 10 Por sua vez, Geraldo Galvão Ferraz identifica uma “época de ouro dos pulps” no Brasil, como tendo ocorrido na década de 1950, e para ele, “o pai de todos os nossos pulps era a Detetive, inicialmente batizada de Detective, que foi para as bancas em agosto de 1936 [...]. Apelidada de ‘A Revista das Emoções’, 11 era publicada no primeiro e no terceiro sábado de cada mês pela Editorial Novidades Limitada, cuja redação ficava em São Paulo, na Rua Vitória, e tinha como diretor- responsável Armando de Castro.” Sobre o conteúdo, observa: “Com ilustrações obviamente pirateadas dos similares de fora, surgem contos de aventuras na África e no Polo, alguma coisa de ficção científica, histórias de guerra, do Velho Oeste e policiais. Alguns nomes são reconhecíveis com os de Frank Belknap Long Jr., George Harmon Coxe, Ray Cummings, Luke Short e Edmond Hamilton.” E destaca uma curiosidade: “Num dos números surge L. Ron Hubbard, com um conto sobre caçadores de cabeças. Muito divertido para quem pensa nele como um guru místico, fundador da Cientologia.” (Ferraz, 1998: 6)

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¿Qué es una revista científica?

¿Qué es una revista científica?

El artículo busca responder la pregunta ¿qué es una revista científica? Para ello, comienza analizando algunos momentos históricos en su desarrollo. Por ejemplo, el surgimiento de las revistas Le Journal des sçavans, primera revista considerada científica, Nouvelles de la république des lettres, la primera revista con periodicidad mensual y Philosophical Transactions of the Royal Society of London, revista orientada hacia las ciencias experimentales. En la segunda parte, se expone la crisis informacional ocurrida al fin de la Modernidad, que tiene como uno de sus resultados la pregunta antes planteada. En la tercera parte, se intentará responder ¿qué es una revista científica en la era digital? Se puede considerar la creación de Internet y, en forma más general, el impacto de la tecnología digital en todos los ámbitos de la vida como índice de una nueva era. Si la imprenta y con ella el libro y la revista son hijos de la Modernidad, Internet y la circulación global de datos digitales son hijos de lo que podemos llamar era digital. El artículo culmina con un estudio sobre el título de la revista Informatio, identificando su etimología, estableciendo su conexión con el término información y mencionando el ámbito de investigación abierto de la revista del Instituto de Información de la Facultad de Información y Comunicación de la Universidad de la República.

22 Lee mas

Visualización científica

Visualización científica

El advenimiento de las computadoras digitales trajo consigo la posibilidad de generar y almacenar cantidades de información nunca antes pensadas. Esta nueva tecnología generó además una forma nueva rama de la ciencia: el cómputo científico, con el que se puede simular un subconjunto relevante de leyes de la naturaleza en una computadora. Por ejemplo, la simulación de un tornado requiere resolver un conjunto ecuaciones matemáticas muy complejas, las cuales se resuelven de forma numérica mediante algoritmos implementados y ejecutados en poderosas supercomputadoras. Debido a que estas simulaciones computacionales producen una vasta cantidad de información numérica, un científico no puede ver, y mucho menos interpretar los resultados de este proceso. Afortunadamente, conforme el poder del cómputo se ha incrementado, también se han desarrollado técnicas para transformar la información en imágenes. Estas técnicas son el núcleo de lo que hoy llamamos visualización científica.

9 Lee mas

La investigación científica

La investigación científica

La actividad del Consejo Superior de Investigaciones Científicas arrancó con un ímpetu extraordinario, pero actualmente se halla en graves dificultades. Tras unas clécadas en las que probablemente desarrolló en exceso la creación de centros de investigación sin que proporcionalmente aumentaran sus recursos y siendo por otro lado objeto de reticencias y polémicas, lleva varios años en período de reorganización como si se hubiera perdido la noción clara del Consejo mismo como institución y del lugar que debe ocupar en el campo de las actividades científicas. El aumento de costos y salarios le ha llevado a una situación tal que apenas si dispone de otro presupuesto que el necesario para el pago del personal administrativo. La adquisición de libros y material para la investigación así como las publicaciones, encuentran enormes dificultades. Esta situación se mitiga algo grácias a los programas de investigación financiados a través de la Comisión Asesora de Investigación Científica y Técnica.

12 Lee mas

Cuidado y prevención de parásitos intestinales en infantes

Cuidado y prevención de parásitos intestinales en infantes

Revista Científica Mundo de la Investigación y el Conocimiento. 3 (3). pp. 444-460 451 Por ello, se procedió a la utilización del subrayado, resúmenes, fichaje, como parte básica para la revisión y selección de los documentos que presentan el contenido teórico. Es decir, que mediante la aplicación de estas técnicas se pudo llegar a recoger informaciones en cuanto a la revisión bibliográfica de los diversos elementos encargados de orientar el proceso de investigación. Tal como lo expresa, (Bolívar, 2015) “las técnicas documentales proporcionan las herramientas esenciales y determinantes para responder a los objetivos formulados y llegar a resultados efectivos” (p. 58). Es decir, para responder con eficiencia a las necesidades investigativas, se introdujeron como técnica de recolección el método inductivo, que hizo posible llevar a cabo una valoración de los hechos de forma particular para llegar a la explicación desde una visión general.

17 Lee mas

Los tipos de investigación científica con enfoque sistémico, en la metodología científica de la arquitectura

Los tipos de investigación científica con enfoque sistémico, en la metodología científica de la arquitectura

El problema histórico de la arquitectura, aborda la interrogante: ¿qué tipo de investigación le corresponde desarrollar a la arquitectura para demostrar si es ciencia, arte, o es algo más, y de qué manera está al servicio de la sociedad? Desde Vitruvio, hasta Marcos Novak con su arquitectura líquida; o Schumacher con su autopoiética, la conceptúan entre ciencia, arte, las dos, o mucho más y para esta tesis la Trans arquitectura. El objetivo principal fue definir un método que a priori, parte de dos variables (tipos de investigación y metodología científica en la arquitectura) en una correlación causal, cuya validación se hace con un proceso teórico-conceptual filosófico/epistemológico, desde la anarquía epistemológica de Paul Feyerabend, así como el soporte de los padres del estructuralismo funcional, de Durkehim, Merton, y Parsons, el sistemismo de Luhmann desprendido de la autopoiésis de Maturana y Varela, quienes fijan las bases conceptuales. Los tres tipos de investigación científica: descriptiva, básica y aplicada sucesiva y obligada, es como se logra el método; para el diagnóstico, la prognosis, el análisis de contenido y la matriz de diseño; hasta allí llegó la ciencia y se reinicia el proceso sistémico creativo del arte en su esencia, con lo que concluye ARQUIYAJI.

309 Lee mas

Valoración del trauma esplénico

Valoración del trauma esplénico

Revista Científica Mundo de la Investigación y el Conocimiento. 3 (3 Esp.). pp. 239-264 259 bazo. Además, si el paciente es seleccionado para el tratamiento no quirúrgico, existe la posibilidad de una lesión asociada perdida en el abdomen, como una lesión intestinal. Como resultado de la comprensión de la función del bazo, la evolución natural de la lesión esplénica, la mejora de la tecnología y los complementos como el angiograma, los cirujanos traumatólogos están en mejores condiciones para manejar las lesiones de bazo romo de forma no operativa con más éxito que antes. El manejo de un paciente hemodinámicamente inestable sospechoso de tener una lesión intraabdominal a menudo requiere una cirugía inmediata para la exploración abdominal. Sin embargo, de los pacientes tratados de forma no operativa, todavía hay un conjunto de pacientes que fallan en este tipo de tratamiento que requerirán intervención quirúrgica y es en esos pacientes que el cirujano de trauma debe estar atento. El tratamiento del trauma esplénico cerrado ha evolucionado significativamente en las últimas décadas y, a medida que mejora nuestra comprensión de la lesión y su evolución, también lo hace nuestra capacidad para manejar la lesión esplénica, ya sea.

26 Lee mas

O casamento entre a crítica e a ficção: uma reflexâo sobre a crítica literária contemporânea a partir do romance “divórcio”, de Ricardo Lísias

O casamento entre a crítica e a ficção: uma reflexâo sobre a crítica literária contemporânea a partir do romance “divórcio”, de Ricardo Lísias

literário. Em todos estes, ao detectar a perda de fronteiras, a estudiosa procura adotar em seus textos críticos o mesmo formato que encontra nas manifestações literárias que estuda. Dessa forma, Ludmer faz uma virada na reflexão: ao mesmo tempo em que analisa a existência de novos formatos para a literatura, experimenta e reflete sobre uma forma de fazer crítica literária que acompanhe esse cenário. Em Aqui América Latina, por exemplo, o texto que abre o livro e reflete sobre o panorama da Argentina parece o trecho de um diário escrito pela pesquisadora em seu período sabático em Buenos Aires. “Literaturas pós- autônomas” e “Notas para literaturas pós-autônomas III” foram divulgados em seu blog e têm a escrita objetiva e apressada dos textos produzidos para a internet. Além de levantar discussões, seus “artigos” brincam com os limites, se aproximam da ficção, quebram os formatos e as fronteiras que normalmente se atribuíam à crítica literária.

19 Lee mas

Más allá de la comprensión científica: educación científica para desarrollar el pensamiento

Más allá de la comprensión científica: educación científica para desarrollar el pensamiento

Resumen: En el marco de la educación científica, se plantea ir más allá de la alfabetización centrada en la comprensión, para lograr un objetivo de desarrollo cognitivo más ambicioso: enseñar a pensar, como clave de mejora para la vida social y personal. Para ello, se realiza un análisis de la investigación sobre los procesos de pensamiento en tres áreas innovadoras y claves de didáctica: naturaleza de la ciencia, argumentación y alfabetización o competencia científica. La serie de concomitancias entre el pensamiento crítico, como medio de pensar, en general, y el pensamiento científico, en particular, muestran el paralelismo y las relaciones del pensamiento entre estas diferentes áreas. Esto sugiere que los problemas de aprendizaje planteados en ellas podrían resolverse promocionando tempranamente, en la educación científica, la enseñanza de las destrezas del pensamiento crítico, que mejorarán el pensamiento científico; a su vez, la mejora del pensamiento científico en esas áreas se espera que realimente el progreso del pensamiento crítico en un círculo virtuoso de mejora. En consecuencia, se propone una intervención para enseñar a pensar sólidamente, críticamente y científicamente a los estudiantes, y formar al profesorado hacia esta finalidad, transversal y significativa para todas las competencias claves.

28 Lee mas

La Ilustración científica

La Ilustración científica

(y otros escritos), precedidos de una noticia acerca del BR. Moziño y de la expedición científica del siglo XVIII por Alberto M. Carreño, Sociedad Mexicana de Geografía y Estadística, Imprenta de la Secretaría de Fo- mento, México, 1913. Sin duda alguna, la “noticia biográfica” de Ca- rreño es la más completa, hasta hoy, de cuantas se han escrito sobre nuestro sabio; la sigo en todo lo que puedo. Una edición reciente de Noticias de Nutka se debe a Xavier Lozoya (UNAM, México, 1998). Al parecer, el manuscrito original de este texto se halla en la Biblioteca Net- tie Lee Benson, de la Universidad de Texas en Austin. Francisco Sosa le dedica a Mociño una de sus Biografías de mexicanos distinguidos (Secre- taría de Fomento, México, 1884). Además, los dos libros de botánica (Flora mexicana, Imprenta de Ignacio Escalante, México, 1887, y Plan- tas de Nueva España, en la misma imprenta y en el mismo año que el anterior) son fundamentales para captar el valor de las aportaciones de Mociño; contienen un buen estudio de Ricardo Ramírez. Hoy existe una amplia bibliografía sobre el sabio novohispano; en esa bibliografía, destacan los trabajos de Elías Trabulse (Historia de la ciencia en México. Siglo XVIII, FCE, México, 1985), Miguel Puig-Samper y Rogers Mc Vaugh, del Hunt Institute for Botanical Documentation (sin duda, Mc Vaugh es ahora el investigador más experto y calificado para exami- nar la colección de Sessé y Mociño: la estudia en los originales). Es con- veniente recurrir también al libro de Xavier Lozoya, Plantas y luces en México. La Real Expedición Científica a Nueva España (1787-1803), Ediciones del Serbal, Barcelona, 1984.

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Metta Victoria Fuller Victor e Anna Katharine Green: precursoras da ficção de detetive norte-americana

Metta Victoria Fuller Victor e Anna Katharine Green: precursoras da ficção de detetive norte-americana

That affair next door, de 1897, introduz Amelia Butterworth, possivelmente a primeira investigadora da ficção de detetive norte-americana. Quando ela e Gryce comparam suas anotações, o detetive fica tão impressionado pelo aparente sucesso de sua auxiliar, que ele pensa em se aposentar. No entanto, nenhum dos dois consegue sozinho descobrir a identidade do assassino. Só quando eles se dispõem a trabalhar juntos é que conseguem fazer as deduções corretas. Gryce e Butterworth se complementam: ele é um self-made man de classe média; ela pertence à classe superior e é fundamentalmente moral (Maida, p. 65). O segundo livro, Lost man’s lane, de 1898, se inicia com Butterworth mais uma vez numa relação de camaradagem com Gryce. A aliança dos dois se mostra não uma competição entre dois detetives, mas um sério comprometimento moral. Neste romance, o papel dele se reduz ao mínimo e Butterworth consolida sua reputação de detetive amadora. Por fim, The circular study, de 1900, mostra uma Butterworth que encontrou o seu caminho, perspicaz, segura de si e à vontade com Gryce. Como nos livros anteriores, os dois devem compartilhar suas habilidades para resolver o caso.

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Relações entre autoficção e metateatro: um exemplo na dramaturgia brasileira

Relações entre autoficção e metateatro: um exemplo na dramaturgia brasileira

De forma similar, o Ator é uma figura emblemática. Além de ser um corpo real diante do espectador, ele represente uma entidade que se torna elo entre o Autor, figura central ao se tratar de pactos de referencialidade ou ficcionalidade, e o personagem, centro, mais que na narrativa, da ação dramática, na qual « as personagens constituem praticamente a totalidade da obra: nada existe a não ser através delas » (Prado, 2005: 84). Diante do público, dispensando a figura do narrador, o Personagem é soberano, e sua história é dada « como se fosse de fato a própria realidade », concebendo uma obra mais persuasiva pois, « frente ao palco, em confronto direto com a personagem, [as pessoas] são por assim dizer obrigadas a acreditar nesse tipo de ficção que lhes entra pelos olhos e pelos ouvidos » (Prado, 2005: 85).

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Indexação de obras de ficção em bibliotecas universitárias: avaliação e adequação do Modelo para indexação de ficção (MENTIF)

Indexação de obras de ficção em bibliotecas universitárias: avaliação e adequação do Modelo para indexação de ficção (MENTIF)

superestruturais. O texto narrativo de ficção possui um plano de conteúdo chamado de percurso gerativo de sentido que lhe confere concepção de conteúdo organizado em articulações narrativas, ou seja, ele possui um plano para sua construção, uma constante estrutura de base (Tatit, 2007). Esse percurso gerativo de sentido é definido por patamares (níveis) que, de acordo com Fiorin (2011), são: narrativo, discursivo e da manifestação. No nível narrativo encontramos a chamada sequência canônica, composta por quatro fases importantes para o encadeamento da narrativa: manipulação (um sujeito age sobre outro para levá-lo a querer e/ou dever fazer alguma coisa); a competência (o sujeito que realiza a narrativa é dotado de um saber e/ou poder fazer); performance (fase da transformação da narrativa); e sanção (última fase onde acontece a constatação de que a performance se concretizou e o reconhecimento do sujeito que operou a transformação). Seguindo a teoria do percurso gerativo de sentido poderíamos identificar o assunto de uma obra de ficção ao lermos a cadência narrativa presente na fase da performance e da sanção que, geralmente, estão presentes nos últimos capítulos das obras.

20 Lee mas

Sociografia e educação da diferença com Georges Perec

Sociografia e educação da diferença com Georges Perec

Pondera-se, com Lepetit (2001), que a interdisciplinaridade é uma prática ambígua, pois se vale de incompreensões parciais. No âmbito literário, poderíamos atribuir essa prática ambígua à técnica do personagem borgeano Pierre Menard (BORGES, 2012), qual seja: o anacronismo deliberado e as atribuições errôneas; e tal técnica nos serve como procedimento no mesmo sentido afirmado por Chartier (2014), de que a transferência de conceitos, problemas ou métodos de um campo para outro não se realiza sem a transformação destes campos; sendo que, aliás, tal movimento ocorre como uma transposição tradutória e toda transposição comporta uma traição, mesmo que parcial; toda leitura, de algum modo, opera o erro. Por essa razão, a sociografia que evocamos não se resume a um recorte social, previamente construído, como defende Passeron (1989), com relação a uma sociologia científica que dista, segundo ele, de um ensaísmo sociológico. Vale-se, pelo contrário, da ideia de ensaio adorniana (2003), entendendo que forma de expressão e conteúdo não se separam. Procurando traduzir as forças, que podem se observar em toda prática criadora, formas que habilitem novas forças, como ousou experimentar Conquergood ao apresentar suas pesquisas por meio de performances.

13 Lee mas

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