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A gestão da informação e a competência em informação: subsídios para o âmbito empresarial

A gestão da informação e a competência em informação: subsídios para o âmbito empresarial

No entanto, em um contexto em que as organizações se deparam com um grande volume de informação e com a necessidade de usá-la como recurso estratégico, passa a ser importante selecionar informação de qualidade e que realmente possui valor. Diante deste cenário, torna-se necessário o desenvolvimento da gestão da informação e da competência em informação dos funcionários que necessitam gerenciá-las. Neste sentido, Moraes e Fadel (2009) corroboram que torna-se necessário que as organizações se adequem rapidamente às mudanças, mas que para isso, é importante dispor de informações de qualidade, oportunas e confiáveis, para que possam subsidiar as tomadas de decisões dos funcionários. Todavia, para que esse processo aconteça dois importantes constructos precisam ser eficientemente trabalhados: a gestão da informação e a competência em informação. A gestão da informação, de acordo com Valentim (2004), pode ser considerada como um conjunto de estratégias que objetivam identificar as necessidades informacionais, mapear os fluxos formais, coletar, filtrar, analisar, organizar, armazenar e disseminar informações para o desenvolvimento das práticas de trabalho dos funcionários e para o apoio na tomada de decisão. Em relação à competência em informação, tem-se Belluzzo, Kobayashi e Feres (2004) que a descrevem como um conjunto de comportamentos e habilidades dos funcionários que envolvem o acesso e o uso da informação de forma inteligente. Nessa conjuntura, há um complemento e uma inter-relação entre os processos de gestão da informação e competência em informação no desenvolvimento efetivo das organizações que estão inseridas no meio de uma acirrada concorrência empresarial.
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Bases teóricas de gestão da informação: das origens aos desafios na sociedade contemporânea

Bases teóricas de gestão da informação: das origens aos desafios na sociedade contemporânea

A gestão da informação enfrenta, ainda, outro desafio, uma vez que muitas organizações apresentam-se de certa forma vinculadas a territórios caracterizados por uma alta densidade de fluxos de interações sociais. Em decorrência, devem ser capazes de se vincular significativamente com esses fluxos para incentivarem a inovação nos respectivos ambientes de negócio. Mas, vale ressaltar também que essa área de gestão deve estar apoiada na visão de mundo que as ideias parecem estar substituindo o capital em sua função geradora de riqueza, sendo que o talento humano tem grande influência nesse contexto organizacional, como afirmou Castells (1994), que pela primeira vez na história, a mente humana é uma força produtiva direta. Em decorrência, as organizações estão buscando competências, uma vez que constituem o conhecimento utilizável em um contexto organizacional e de trabalhos específicos. Nesse sentido, o conceito dessas competências incluem três aspectos principais: uma base de conhecimento teórico resultante do acesso e uso da informação de forma inteligente, uma parte de conhecimento aplicado ao saber fazer e que depende da aplicação do conhecimento teórico e, por último, um espaço de aplicabilidade determinado pelos objetivos que a organização deseja alcançar. A conversão da informação em competência deve ser a missão da gestão da informação em um mercado competitivo que se baseia em uma mescla de conhecimentos teóricos, experiências, capacidades cognitivas, sentido comum, talento para resolver problemas e para agregar valor às interações sociais intensas, enaltecendo o trabalho em equipe e em rede.
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12 Lee mas

A relação entre Gestão da Informação e Gestão Documental na Arquivologia: mapeamento do tema em publicações científicas brasileiras

A relação entre Gestão da Informação e Gestão Documental na Arquivologia: mapeamento do tema em publicações científicas brasileiras

Uma consideração importante, após a análise do conjunto de trabalhos apresentados nesta pesquisa é que, na quase totalidade, os relatos de experiências demonstram uma visão segmentada da gestão da informação, principalmente nos relatos de experiência em que são apresentadas etapas, principalmente da gestão documental, como sendo similares à gestão da informação. Os autores percebem a necessidade de processos integrados, mas a realidade arquivística do país parece não apresentar uma referência completa para a atividade de gestão da informação nos moldes preconizados pela CI. Dentre os artigos analisados, foi verificada a ocorrência de três artigos relativos a experiências na UEL, entre os anos de 2002 e 2006. Esta universidade possui o curso de arquivologia, o que parece demonstrar uma preocupação do corpo docente, ao menos naquele período com a temática da informação e sua gestão na universidade.
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17 Lee mas

Gestão da informação e do conhecimento e teoria da complexidade no contexto empresarial: um estudo no setor de comunicação e tecnologia

Gestão da informação e do conhecimento e teoria da complexidade no contexto empresarial: um estudo no setor de comunicação e tecnologia

A ausência de consciência organizacional a respeito da complexidade e a não introdução deste pensamento no cerne da organização – isto é, renegar a complexidade em suas políticas e diretrizes organizacionais que estabelecem a sua missão e determinam suas atividades cotidianas de planejamento e tomadas de decisões – pode levar as organizações a ingressarem em um ciclo de “inteligência cega [que] destrói os conjuntos e as totalidades, isola todos os seus objetos do seu meio ambiente” (Morin, 2005, p. 12), que culmina em uma visão “mutiladora e unidimensional” (Morin, 2005, p. 13). Na prática, por exemplo, uma organização que tem a complexidade, a gestão da informação e do conhecimento longe da sua cultura organizacional pode estar trabalhando sob modelos de gestão em diversas áreas, seja na produção, no financeiro ou no marketing, de forma aparentemente correta e clarificada, onde é possível mensurar dados, informações e conhecimentos sobre as variáveis organizacionais. Porém, se estes dados, informações e conhecimentos não são observados e analisados de maneira integrada e multidimensional, as interpretações da realidade apresentadas pelos mesmos podem ser errôneas e resultar em tomadas de decisão equivocadas.
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16 Lee mas

Gestão da informação: o caso das empresas participantes do programa de incubação de empresas da Universidade Federal de Goiás

Gestão da informação: o caso das empresas participantes do programa de incubação de empresas da Universidade Federal de Goiás

a) Agregar valor (AV): é dependente de informações sobre o cliente e o mercado. Envolve a troca de informações (interação) com clientes, parceiros, fornecedores e funcionários como mecanismo para aprimorar o relacionamento e a satisfação dos primeiros. As práticas das organizações neste aspecto objetivam conhecer o comportamento do cliente e atender as suas expectativas. A gestão da informação neste contexto deve possibilitar o pleno conhecimento do cliente e a troca de informações tanto com os clientes quanto com os fornecedores, parceiros e funcionários visando, em primeiro lugar, a fidelização do consumidor. Assim a empresa deve investir em canais que possibilitem contato direto e contínuo com esses atores tais como: terminais ponto de venda, serviços de atendimento ao cliente, call centers, telemarketing, database marketing etc. (Marchand, 2000, p. 27).
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Identificação de necessidades de informação de usuários na perspectiva da gestão

Identificação de necessidades de informação de usuários na perspectiva da gestão

Este artigo discorre sobre a adoção de identificadores de necessidades de informação dos usuários como etapa da gestão da informação. A interdisciplinaridade entre as áreas da administração e da ciência da informação ocorre de maneira ampla e efetiva, pois os vários conceitos, princípios e metodologias utilizados entre ambas se mesclam em uma ligação do tipo integradora com a gestão da informação. A partir disso, pode-se constatar que a informação é um elemento comum para a construção desse corpus interdisciplinar e um produto passível de gestão. O artigo caracteriza-se como estudo exploratório, com abordagem qualitativa, do tipo bibliográfico. As análises realizadas nos construtos teóricos permitem ponderar que a identificação das necessidades de informação é adotada não só na gestão, mas também em abordagens sobre estudos de usuários. Conclui-se ser imprescindível adotar procedimentos norteadores para identificar as necessidades informacionais dos indivíduos que compõem o ambiente corporativo como um meio necessário para atingir os objetivos organizacionais.
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48. Renato Rocha Souza. Doutor em Ciência da Informação, Universidade Federal de Minas Ge- rais (UFMG) e pós-doutorado em Tecnologias Semânticas para Recuperação de Informação, University of South Wales, UK. Mestre em En- genharia de Produção pela Universidade Federal de Santa Catarina. Graduação em Engenharia Elétrica, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Professor e pesquisador da Escola de Matemática Aplicada (EMAp), professor cola- borador da Escola de Ciência da Informação da UFMG. É bolsista de produtividade do CNPq com pesquisa em redes neurais para organi- zação do conhecimento. rsouza.fgv@gmail.com orcid.org/0000-0002-18
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usuário para o cliente oculto colocar na aplicação da técnica: no caso de um usuário de biblioteca, estes po- deriam incluir a busca por um item no catálogo e pos- terior localização física do mesmo com a solicitação de ajuda de um funcionário, ou o pedido de sugestões de itens bibliográficos ao bibliotecário, sobre um deter- minado assunto (Calvert, 2005). Thomas (2000) for- nece uma lista de possíveis questões para um roteiro de mystery shopping numa biblioteca universitária que poderiam ser adaptadas ao contexto de bibliotecas públicas. É normal aplicar a técnica dentro de 10 a 15 minutos, que representa o tempo gasto numa inte- ração “verdadeira” entre um bibliotecário e um usuário, mas isso dependerá, evidentemente, do tipo de pedido feito pelo cliente oculto. Uma razão importante para circunscrever rigidamente o tempo da aplicação é que o cliente oculto tem que guardar as suas impressões e observações na memória, para depois registrá-las numa ficha de controle, fora da visão do funcionário e afasta- do do lugar físico do serviço sendo avaliados. Entre os itens na ficha a ser preenchida pelo cliente oculto logo após a sessão de atendimento, poderia haver “primeiras impressões”: limpeza do ambiente, acessibilidade físi- ca, banheiros, afabilidade dos funcionários, tamanho de filas, além de aspectos que diretamente dizem res- peito ao atendimento do bibliotecário sendo avaliado. Como Thomas (2000) e Calvert (2005) observam, o que o cliente oculto avaliará dependerá do objetivo do exercício. Ou seja, se a organização quer avaliar o comportamento dos seus funcionários no balcão de atendimento, então esta organização evidentemente já deveria ter uma ideia clara daquilo que considera ser comportamento bom e ideal para os seus funcionários que ocupam tais postos. Por outro lado, o checklist do cliente oculto deveria ser construído do ponto de vista do usuário/cliente e não do ponto de vista da gerência da organização (biblioteca), do contrário o exercício poderia cometer o erro de verificar “o que fazemos” (funcionalidade) ao invés de “como somos percebidos em termos de atendimento ao público” (prestação de serviço) (Lowndes, 2001). Um exemplo de avaliação da qualidade de atendimento aos usuários de uma biblio- teca poderia ser, por exemplo, se o bibliotecário acres- centa, por exemplo, a simples pergunta: “Há algo mais em que posso ajudar?” ao fim de um atendimento de referência.
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12 Lee mas

A Informação como causa de ansiedade nas Organizações: Uma análise preliminar de diretrizes do processo de gestão de pessoas como suporte na ansiedade informacional dos trabalhadores

A Informação como causa de ansiedade nas Organizações: Uma análise preliminar de diretrizes do processo de gestão de pessoas como suporte na ansiedade informacional dos trabalhadores

A pesquisa realizou um levantamento de informações sobre os temas Ansiedade no contexto das Informações, Gestão de Pessoas, Saúde do Trabalhador e Organizações por meio de pesquisa bibliográfica, utilizando como fonte, livros e artigos que abordam as temáticas mencionadas, tornando assim, a pesquisa exploratória. Gil (1) aponta que, a pesquisa bibliográfica é: “[...] desenvolvida com base em material já elaborado, constituído principalmente de livros e artigos científicos. Embora em quase todos os estudos seja exigido algum tipo de trabalho dessa natureza, há pesquisas desenvolvidas exclusivamente a partir de fontes bibliográficas”.
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UMA PROPOSTA DE MELHORIA DE PROCESSO UTILIZANDO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA GESTÃO DE INVENTÁRIO PATRIMONIAL

UMA PROPOSTA DE MELHORIA DE PROCESSO UTILIZANDO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA GESTÃO DE INVENTÁRIO PATRIMONIAL

Todas organizações almejam maior eficiência e eficácia dentro de um contexto em que se exigem rápidas interações com usuários dos serviços concebidos através do uso de WHFQRORJLDV HPHUJHQWHV VHP SHUGHU D TXDOLGDGH ILQDO GHVVHV PHVPRV VHUYLoRV SUHVWDGRV ³'HVVD mesma forma, na Administração pública, os novos sistemas e a demanda da sociedade por maior transparência e qualidade na prestação de seus serviços, geram uma crescente SUHRFXSDomR FRP D RWLPL]DomR GRV VHXV SURFHVVRV´ &DWHOOL 6DQWRV

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BOLETIM DA PECUÁRIA:  INFORMAÇÃO DE QUALIDADE PARA O PECUARISTA DA FRONTEIRA OESTE (RS)

BOLETIM DA PECUÁRIA: INFORMAÇÃO DE QUALIDADE PARA O PECUARISTA DA FRONTEIRA OESTE (RS)

Até o momento já foram publicadas 49 edições, como é disponibilizado via digital, abrange toda fronteira-oeste e região e até mesmo outras regiões do país. Conforme Marchiori (2002), em um mundo globalizado não existe só transferências físicas de empresas e entre empresas, há também transferência de informações, que se dá através dos envolvidos, por meio de troca de conteúdos informativos, por meio de relações interpessoais ou por meios eletrônicos. Aliando isso, considerando o número de e-mails cadastrados (978), entende-se que tem ocorrido de forma eficiente a disseminação da informação entre os produtores, aumentando assim a abrangência do projeto. O processo de planejamento e execução do projeto também proporciona conhecimento para os alunos envolvidos, seja sobre mercado da pecuária da região, comportamento de preços ao longo dos meses, atualização constante em relação aos acontecimentos de importância para o setor, corroborando para a formação de um profissional com visão holística da pecuária, crítico e questionador.
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Para tanto, adota-se o Estudo de Caso como estratégia de pesquisa. Segundo Yin (2001, p.19), os estudos de casos “representam a estratégia preferida quando se co- locam questões do tipo "como", quando o pesquisador tem pouco controle sobre os acontecimentos e quando o foco se encontra em fenômenos contemporâneos”. A estratégia de estudo de caso é vista como um estudo empírico e válido para investigar um fenômeno atual, considerando o seu contexto da vida real, principal- mente quando os limites entre o fenômeno e o contexto não estão claramente definidos (Yin 2001, p. 32). Por isso neste estudo considera-se os limites entre o fenô- meno - fluxo de informação e - o contexto da rede social. O caso escolhido é a rede têxtil situada em Americana/ SP-Brasil que se caracteriza como estudo de caso úni- co e significativo pelo fato de abranger vários elos da cadeia produtiva têxtil (Fiação, Beneficiamento, Tece- lagem, Confecção) situados no entorno de Americana/ SP-Brasil. Os atores da rede são especialistas que traba- lham nas organizações da Rede Têxtil.
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11 Lee mas

Da informação nossa de cada dia à Ciência da Informação: conceitos, história, teorias e questões recentes

Da informação nossa de cada dia à Ciência da Informação: conceitos, história, teorias e questões recentes

Em CI, construir uma história da informação não é tarefa das mais simples, especialmente por se tratar de um conceito que atravessa diferentes dimensões da vida cotidiana e domínios distintos da Ciência, razão pela qual se torna sempre convidativa à reflexão pelos profissionais do campo e de áreas afins. Nessa direção, não apenas o próprio conteúdo semântico do termo se modifica ao longo do tempo conforme a perspectiva acadêmica adotada para investigá-lo (sinal, processo, conhecimento registrado, conteúdo etc.), como também varia a ênfase que cada sociedade atribui ao que hoje os indivíduos, grosso modo, se referem como informação. Mas, na história da humanidade, a informação como recurso e, também, como discurso, não teve peso tão evidente como na sociedade contemporânea. Talvez por isso entender os acontecimentos que culminaram em sua qualificação como “informacional” por Castells (1999) implique olhar as sociedades humanas em seu desenvolvimento não somente social, cultural, político, econômico, tecnológico e científico, mas, também, em sua dimensão linguística e cognitiva, aspectos esses que lhes permitiram criar sistemas exteriores à mente cada vez mais sofisticados para auxiliar a representação e a comunicação do conhecimento em sentido lato.
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19 Lee mas

A arquitetura da informação e o bibliotecário

A arquitetura da informação e o bibliotecário

Resumo. O trabalho objetiva discutir o conceito de Arquitetura de Informação através de revisão de literatura. Segundo Rosenfeld (2002) a “Arquitetura de Informação é a arte e a ciência de organizar, estruturar e categorizar a informação para torná–la mais fácil de encontrar e de controlar”. Essa definição encaixa–se na função do bibliotecário: trabalhar com hierarquia, categorização, fluxo da informação, facilidade de uso e acesso à informação. Profissão emergente do novo milênio, a arquitetura de informação envolve a análise, o design e a implementação de espaços informacionais. A visibilidade da arquitetura de informação a partir da segunda metade dos anos 90 coincidiu justamente com o momento em que a internet atingiu massa crítica. Como o foco da disciplina arquitetura de informação está no conteúdo, ela tem uma grande relação com a área de Ciência da Informação. Fala-se de classificação, categorização, de padronização, de vocabulário controlado, thesaurus, itens muito conhecidos por bibliotecários, gerentes de conteúdo e cientistas da informação. O foco do bibliotecário deixou de ser somente o suporte (o livro) para abranger o acesso à informação (ou seja, a informação em todos os tipos de suporte). Assim, a informação na internet é um grande nicho para estes profissionais. Além da estruturação, organização e categorização da informação, o arquiteto de informação lida também com questões de usabilidade e cognição, taxonomia, tesauros e vocabulário controlado. Ter um site na internet com muito conteúdo significa ter que organizar e categorizar muita informação e isso é o que o bibliotecário vem fazendo há tempos.
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ENVELHECIMENTO E A GESTÃO DA DOENÇA DE ALZHEIMER

ENVELHECIMENTO E A GESTÃO DA DOENÇA DE ALZHEIMER

O presente artigo busca dar visibilidade aos resultados iniciais de pesquisa que objetiva, analisar como está estruturada a gestão da Doença de Alzheimer a partir das experiências vivenciadas pelos familiares de pessoas com a doença. A pesquisa justifica-se pela relevância do tema, uma vez que, considerando o aumento da expectativa de vida, emergem discussões em torno de patologias que podem estar atreladas ao processo de envelhecimento, como as demências, no caso aqui a Doença de Alzheimer - DA -, crescente enquanto fenômeno mundial. Metodologicamente trata-se de pesquisa qualitativa dividida em dois momentos, pesquisa bibliográfica para posterior adensamento via pesquisa exploratória com dados a serem compilados via análise de conteúdo sob o viés do método dialético crítico. Os resultados parciais obtidos na pesquisa bibliográfica indicam que a DA é tida como doença neurológica, degenerativa e lenta, portanto considerada de longa duração. Em geral, a patologia leva o indivíduo a ter problemas com o desempenho da memória e funções cognitivas. Conclui-se, pelos artigos mapeados, que o perfil de cuidadores é bastante centrado no gênero feminino, o que dificulta a divisão e organização familiar no momento do cuidado, bem como, aumenta a sobrecarrega física e mental direcionada a determinada pessoa. Outra questão a ser pontuada, é o desafio da omissão de informações sobre a doença aos familiares e cuidadores, tornado o processo mais difícil e doloroso. Existem diferentes significados impressos sobre a doença por parte de cada família, com características particulares, em torno da aceitação, negação, convívio e frustações, determinadas, não só pelos sentimentos, mas também pela condição material e financeira das famílias, visto que, não existem as mesmas condições de tratamento e acompanhamento para todos. Os artigos mapeados de forma geral explicitam essencialmente visões biomédicas centradas na doença, o que indica que se requer maior discussão e estudos em torno da realidade concreta vivenciada pela pessoa idosa e sua família quanto às estratégias que veem utilizando para conviver, portanto gestar a doença, diante dos percalços e consequências que a mesma traz no âmbito de vivencia e relações sociais.
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7 Lee mas

TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO ENSINO DE FÍSICA

TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO ENSINO DE FÍSICA

Este trabalho traz um relato de experiência envolvendo a produção de uma videoaula para o Ensino de Física. Faz-se necessário destacar, que as tecnologias podem contribuir para a compreensão e o interesse dos alunos, através dos seus inúmeros recursos midiáticos. Segundo Moran (1995), há diversas formas de se fazer uso de vídeos na sala de aula. Nessa perspectiva, foi elaborada uma videoaula, produzida com auxílio de uma atividade experimental, que contempla a Segunda Lei da Termodinâmica, com a intenção de facilitar o aprendizado dos alunos em relação ao tema. Esta lei define processos reversíveis que ocorrem em um universo em constante equilíbrio, e processos irreversíveis onde o universo evolui de maneira a ''degradar-se'', isto é, de maneira tal que durante a evolução a energia útil disponível no universo será sempre menor que no instante anterior. A segunda lei da termodinâmica implica que a variação da entropia do universo após algum processo será sempre maior ou igual à zero. O caso da igualdade ocorre em processos reversíveis, que é a única situação onde a termodinâmica admite reversão temporal nos mesmos moldes que a mecânica microscópica, já que esses processos ocorrem com deslocamentos sucessivos e quase-estáticos dos estados de equilíbrio do sistema acoplado ao resto do universo de maneira a manter constante a entropia total (OLIVEIRA; DECHOUM, 2003).
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