Gestão Estratégica da Informação

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Gestão da informação: o caso das empresas participantes do programa de incubação de empresas da Universidade Federal de Goiás

Gestão da informação: o caso das empresas participantes do programa de incubação de empresas da Universidade Federal de Goiás

Os resultados da pesquisa apontaram que as empresas têm uma tendência competitiva proativa e a maioria adota a inovação (criação de novas realidades) com estratégica organizacional para vencer a concorrência. Este espírito está em consonância com os próprios princípios do PROINE UFG. No entanto, há alguns pontos que entram em conflito, como a questão das empresas terem uma tendência à inovação, porém não disporem de uma estrutura adequada de apoio para as atividades de monitoramento do ambiente externo e de prospecção. A equipe não é quantitativa nem qualitativamente capacitada para as atividades monitoramento e prospecção. Mas, esta atividade é facilitada pelo contato direto do empresário com os clientes e fornecedores propiciada por uma estrutura administrativa simples e flexível. Mesmo assim, observa se que a equipe não é capaz de lidar ou explorar o valor estratégico das informações.
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19 Lee mas

Identificação de necessidades de informação de usuários na perspectiva da gestão

Identificação de necessidades de informação de usuários na perspectiva da gestão

Davenport (1998) enuncia que, no processo de gerenciamento da informação, a necessidade de se obter informação determina sua obtenção. Determinar as exigências de informação é um problema difícil, porque requer que inicialmente se saiba como os gestores e os colaboradores percebem seus ambientes informacionais. Para entender devidamente esse assunto é preciso estudá-lo em várias perspectivas: política, psicológica, cultural e estratégica, por meio de avaliação individual e organizacional. Procedimentos são apontados enquanto se deseja definir as exigências de informação. Desde esse pensamento, certo analista pode perguntar diretamente ao gerente quais os fatores essenciais para o sucesso e que informações são necessárias para monitorar cada um desses fatores, enquanto outro pode empregar meios mais sutis para obter o que desejam saber. Há gerentes que dão atenção a boatos, assim como a informações formais; outros preferem definir o problema e como pode ser equacionado adotando sessões apropriadas, além de procurar definir as exigências de informação colocando os usuários e os fornecedores num ambiente para discutir sobre o assunto com o auxílio de um mediador. Entre outros procedimentos, é aconselhável acompanhar de perto os gerentes para entender as tarefas administrativas e as necessidades informacionais específicas para o desenvolvimento de cada uma delas (Davenport, 1998).
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15 Lee mas

Núcleo de gestão da informação e inteligência da Escola Superior da Defensoria Pública do Estado da Bahia

Núcleo de gestão da informação e inteligência da Escola Superior da Defensoria Pública do Estado da Bahia

Atualmente, o volume de informações cresce a uma grande velocidade, fazendo com que haja certa dificuldade em organizar e disponibilizar todas essas informações. Existe a necessidade de se difundir rapidamente o maior volume possível de informações em cada área. A gestão da informação é um meio de coletar, organizar e disseminar esse conhecimento gerado. Analisando nessa ótica, se fez necessária a implementação de um serviço de gestão da informação, onde se possa desenvolver, de maneira estratégica, a coleta, armazenamento e disseminação do estoque de informações dos Defensores Públicos e demais beneficiários pelas atividades desenvolvidas pela ESDEP. A outra frente, que esta comunicação também vislumbra, é o tocante a inclusão social que o projeto visa proporcionar. Pois, além de garantir que todos tenham acesso às informações, envolve o treinamento e qualificação dos menores aprendizes da Fundação Cidade Mãe, em cumprimento de atividades sócio-educativas na DPE. Como resultado, apresento aos pares algumas observações dessa experiência que acredito corroborar com o estoque informacional baseado na capitação do conhecimento tácito da DPE.
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Nos estudos da Ciência da Informação percebe-se que o comportamento informacional relaciona-se com ati- vidades que envolvem as necessidades de sujeitos e de como esses buscam, usam e transferem a informação em diferentes contextos. O termo comportamento infor- macional abrange as noções identificadas nos estudos sobre usuários de informação (Gasque & Costa, 2010). Segundo Davenport e Prusak (1998) o comportamen- to informacional é considerado como sendo o modo dos indivíduos tratarem a informação, considerando os processos de busca, uso, alteração, troca e acúmu- lo. Tendo em vista a importância do compartilhamento da informação para o fluxo de informação, Davenport e Prusak esclarecem que o compartilhamento de infor- mações, como um tipo de comportamento que precisa ser gerenciado, possibilita que os fluxos de informação, formais e informais, sejam efetivados entre setores e de- partamentos, valorizando os fluxos horizontais entre os indivíduos; situação que parece intensificar as trocas de informação (Davenport & Prusak, 1998, p. 116). Para Davenport e Prusak (1998) o comportamento in- formacional precisa ser gerenciado para que os fluxos de informação, formais e informais, sejam efetivados entre setores e departamentos, além de valorizar fluxos horizontais entre os indivíduos e potencializar as tro- cas de informação (Davenport & Prusak, 1998, p. 116). O compartilhamento de informações está estreitamente relacionado com o seu contexto, fator esse determinante para que ocorram as trocas informacionais individuais e coletivas em ambientes sociais, e nesse sentido os au- tores afirmam que para administrar a comunicação ou partilhar as informações de modo efetivo, os respon- sáveis precisam definir como os funcionários devem decidir que tipo de informações compartilhar e com quem fazê-lo. Os gestores não apenas devem apresen- tar o comportamento correto, mas também remover as barreiras organizacionais para a troca de conhecimen- tos – sejam eles políticos, emocionais ou tecnológicos (Davenport & Prusak, 1998, pp. 118-119).
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11 Lee mas

TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO ENSINO DE FÍSICA

TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO ENSINO DE FÍSICA

O uso de videoaula no Ensino de Física como um recurso didático pode contribuir para a inovação pedagógica quando aliada a uma proposta didático-pedagógica e metodologia de ensino adequada. Os recursos tecnológicos podem facilitar e instigar os alunos, despertar a criatividade e estimular a construção do conhecimento. Este trabalho tem por objetivo apresentar um relato de experiência referente à produção de uma videoaula sobre Termodinâmica, conteúdo que contempla o Ensino de Física, com intuito de auxiliar professores que optem por incluir este recurso em suas aulas, incentivando- os na inserção de novos materiais no contexto de sala de aula. A construção do material se deu em um curso de Ciências da Natureza - Licenciatura, no componente de Educação e Mídia no sétimo período do referido curso. Este trabalho traz o detalhamento de cada etapa da produção do recurso, além de apresentar discussões embasadas em referenciais teóricos da área de tecnologias educacionais. O material produzido pode ser replicado em diferentes áreas do saber, apresentando-se como uma possibilidade de inovação no trabalho de sala de aula.
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6 Lee mas

A gestão da informação e a competência em informação: subsídios para o âmbito empresarial

A gestão da informação e a competência em informação: subsídios para o âmbito empresarial

No entanto, em um contexto em que as organizações se deparam com um grande volume de informação e com a necessidade de usá-la como recurso estratégico, passa a ser importante selecionar informação de qualidade e que realmente possui valor. Diante deste cenário, torna-se necessário o desenvolvimento da gestão da informação e da competência em informação dos funcionários que necessitam gerenciá-las. Neste sentido, Moraes e Fadel (2009) corroboram que torna-se necessário que as organizações se adequem rapidamente às mudanças, mas que para isso, é importante dispor de informações de qualidade, oportunas e confiáveis, para que possam subsidiar as tomadas de decisões dos funcionários. Todavia, para que esse processo aconteça dois importantes constructos precisam ser eficientemente trabalhados: a gestão da informação e a competência em informação. A gestão da informação, de acordo com Valentim (2004), pode ser considerada como um conjunto de estratégias que objetivam identificar as necessidades informacionais, mapear os fluxos formais, coletar, filtrar, analisar, organizar, armazenar e disseminar informações para o desenvolvimento das práticas de trabalho dos funcionários e para o apoio na tomada de decisão. Em relação à competência em informação, tem-se Belluzzo, Kobayashi e Feres (2004) que a descrevem como um conjunto de comportamentos e habilidades dos funcionários que envolvem o acesso e o uso da informação de forma inteligente. Nessa conjuntura, há um complemento e uma inter-relação entre os processos de gestão da informação e competência em informação no desenvolvimento efetivo das organizações que estão inseridas no meio de uma acirrada concorrência empresarial.
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17 Lee mas

Sociedade da informação: análise da expansão do e-commerce no Brasil

Sociedade da informação: análise da expansão do e-commerce no Brasil

Ortigoza e Ramos colocam três pontos que devem ser destacados ao abordar a questão do e-commerce, o primeiro corresponde à relação do consumidor e a loja, pois esta não se materializa mais no espaço urbano, o que cria novas realidades de interpretação das estratégias comerciais, isto porque a concorrência comercial não se estabelece apenas no espaço geográfico, mas também no virtual. O segundo se relaciona com a eliminação da necessidade do consumidor em se deslocar para realizar suas compras, isto na prática faz com que o consumo atinja uma escala global. Não existe mais no mundo do e-commerce uma barreira espacial, a rede de telecomunicações (em constante expansão), elimina obstáculos e proporciona a possibilidade de consumir em qualquer lugar do mundo, “desde uma livraria de São Paulo, até um antiquário Europeu, com a mesma facilidade”. O terceiro ponto que pode ser observado é o da comodidade e da segurança, isto porque nas grandes cidades se levarmos em conta a distância-tempo a ser percorrido, o trânsito e a violência, comprar pela internet pode significar menor exposição aos contratempos da vida urbana 34 . No entanto, os hábitos de comprar sem sair de casa vêm transferindo problemas para as empresas, que passam a aprender a administrá-los, levando em conta a pressa do consumidor para que a mercadoria chegue rapidamente. Porém, o espaço é a condição necessária e fator de atrito para a concretização da mercadoria oferecida no mundo virtual. Ortigoza e Ramos (2003) explanam que para minimizar o tempo de espera do consumidor as empresas geralmente terceirizam a entrega. Do ponto de vista da geografia essa discussão é de suma importância, pois no mundo das redes virtuais existe um fator que deve ser valorizado – o espaço – que antes de ser abolido (como muitos pregavam no início da informatização) é revalorizado. O consumidor espera da mercadoria comprada à mesma rapidez com que fez sua compra através da rede virtual, no entanto toda a virtualidade da compra se encerra no momento da entrega, e que acaba materializando a mercadoria que se estabelece fisicamente no espaço entre esta e o consumidor.
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24 Lee mas

ENVELHECIMENTO E A GESTÃO DA DOENÇA DE ALZHEIMER

ENVELHECIMENTO E A GESTÃO DA DOENÇA DE ALZHEIMER

Segundo a Associação Brasileira de Alzheimer (2017), a doença é uma demência caracterizada geralmente em três fases, que progressivamente modificam o cotidiano da família e o sujeito acometido pela doença A fase inicial caracteriza-se pela perda de memória recente e dificuldades em exercer atividades diárias, porém ao evoluir, as dificuldades do indivíduo ficam mais elevadas e evidentes, caracterizada ainda pela fase moderada. Já na fase grave, observa-se complicações na fala, na noção de espaço e com R XVR GH REMHWRV FRPXQV )DWR SUHRFXSDQWH UHVLGH QR LQGLFDWLYR GH ³TXH QmR há cura para D '$´ &267$ HW DO S $ GRHQoD HYROXLX VHQGR LPSUHYLVtYHO H progressiva, com restrita expectativa de melhoras, o que suscita a necessária intervenção profissional de diferentes áreas. Entretanto, o Sistema Único de Saúde (SUS) carece de profissionais com especificidades mais amplas, geralmente as contratações giram em torno de áreas básicas e/ou obrigatórias, como médicos, enfermeiros, agentes de saúde, etc. ± não menos importantes ± porém que não dão conta de atendimento amplo e personalizado. A maioria das famílias não tem condições econômicas para contratar profissionais fundamentais ± psicólogos, fonoaudiólogos, fisioterapeutas, terapeuta ocupacional, etc. ± que seriam de grande apoio no tratamento e melhoria das condições de vida do sujeito com DA.
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7 Lee mas

Título"Processamento da informação" e desenvolvimento da competência de leitura

Título"Processamento da informação" e desenvolvimento da competência de leitura

o autor prop6e-se fundamentar a ligac;ao entre as realidades referidas e o desenvolvimento da competencia de leitura, e apresentar propostas no sentido de se desenvolverem nos alunos est[r]

12 Lee mas

Da informação nossa de cada dia à Ciência da Informação: conceitos, história, teorias e questões recentes

Da informação nossa de cada dia à Ciência da Informação: conceitos, história, teorias e questões recentes

Em CI, construir uma história da informação não é tarefa das mais simples, especialmente por se tratar de um conceito que atravessa diferentes dimensões da vida cotidiana e domínios distintos da Ciência, razão pela qual se torna sempre convidativa à reflexão pelos profissionais do campo e de áreas afins. Nessa direção, não apenas o próprio conteúdo semântico do termo se modifica ao longo do tempo conforme a perspectiva acadêmica adotada para investigá-lo (sinal, processo, conhecimento registrado, conteúdo etc.), como também varia a ênfase que cada sociedade atribui ao que hoje os indivíduos, grosso modo, se referem como informação. Mas, na história da humanidade, a informação como recurso e, também, como discurso, não teve peso tão evidente como na sociedade contemporânea. Talvez por isso entender os acontecimentos que culminaram em sua qualificação como “informacional” por Castells (1999) implique olhar as sociedades humanas em seu desenvolvimento não somente social, cultural, político, econômico, tecnológico e científico, mas, também, em sua dimensão linguística e cognitiva, aspectos esses que lhes permitiram criar sistemas exteriores à mente cada vez mais sofisticados para auxiliar a representação e a comunicação do conhecimento em sentido lato.
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19 Lee mas

A ciência da informação e a transição paradigmática

A ciência da informação e a transição paradigmática

Chegados a este ponto importa sintetizar as implicações epis- temológicas do paradigma custodial. E podemos faze-lo através do binómio mentefacto-artefacto, em que aquele é a ideia/repre- sentação mental e emocional (informação-definição proposta por Silva; Ribeiro, 2002: 37; e Silva, 2006: 25 e 150) pronta a ser coi- sificada, e este a coisa idealizada ou derivada da representação mental e emocional. Dentro do paradigma custodial e depois do sincretismo inicial em que, sob a tutela da história e da erudição humanística as três disciplinas prático-profissionais surgiram jun- tas e vinculadas entre si, deu-se, progressivamente, a especializa- ção e a fragmentação/autonomização dessas disciplinas através da ênfase nas características distintivas do artefacto/documento e não do enfoque prioritário no mentefacto/informação - seu con- texto, suas relações, organização e reprodução.
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19 Lee mas

UMA PROPOSTA DE MELHORIA DE PROCESSO UTILIZANDO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA GESTÃO DE INVENTÁRIO PATRIMONIAL

UMA PROPOSTA DE MELHORIA DE PROCESSO UTILIZANDO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA GESTÃO DE INVENTÁRIO PATRIMONIAL

O gerenciamento de processos eficaz normalmente se utiliza de sistemas de informações capazes de agregar valor organizacional e aprimorar o desempenho de processos existentes. O presente artigo aborda uma proposta de melhoria de processos na gestão de inventário público. Esse estudo se caracterizou em uma pesquisa em um cenário real de natureza aplicada, focado essencialmente na análise do processo de inventário patrimonial da Universidade Federal do Pampa - UNIPAMPA, especificamente alocado na gestão patrimonial do campus Alegrete-RS. A análise foi feita através de entrevistas com o gestor patrimonial e análise documental do processo, sob a perspectiva de sistemas de informação, que propiciou o mapeamento do estado atual do processo, seus entraves e possíveis pontos de melhoria, que propiciaram um redesenho do estado futuro do processo com o uso da notação BPMN. O processo proposto extingue a necessidade de tarefas repetitivas durante o processo do inventário com o uso da tecnologia RFID, e maior fluidez na comunicação entre a comunidade acadêmica e a gestão patrimonial, através do Inventário Participativo.
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2. Aline Lopes de Lacerda. Doutorado em História So- cial pela Universidade de São Paulo, USP com tese sobre a fotografia nos arquivos. Possui graduação em História e mestrado em Comunicação Social, ambos pela Universidade Federal do Rio de Janei- ro, UFRJ. Pesquisadora da Casa de Oswaldo Cruz/ Fundação Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro. Chefe do Departamento de Arquivo e Documentação da Casa de Oswaldo Cruz – Fundação Oswaldo Cruz. alopeslacerda@gmail.com

6 Lee mas

BOLETIM DA PECUÁRIA:  INFORMAÇÃO DE QUALIDADE PARA O PECUARISTA DA FRONTEIRA OESTE (RS)

BOLETIM DA PECUÁRIA: INFORMAÇÃO DE QUALIDADE PARA O PECUARISTA DA FRONTEIRA OESTE (RS)

cordeiro, capão, ovelha, lã Merino, lã Ideal, lã Corriedale, lã Cruza Branco e lã Cruza Preto), indicadores da bovinocultura de leite (preço do litro de leite), preços de insumo pecuários- Nutrição animal (sais minerais, sais proteínados, rações, farelos, milho inteiro, milho quebrado), relações de troca (boi gordo X terneiro, boi gordo X ton. da uréia, e outros mais), preços de outros insumos pecuários (adubos, uréia, calcário, tramas, mourão, entre outros), preço da pastagem da estação (milheto, capim sudão, sorgo forrageiro), preços de medicamentos veterinários e vacinas (antibióticos, vermífugos, matabicheira, vacina da brucelose, vacina febre aftosa, dentre outros insumos).
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6 Lee mas

A teoria da intencionalidade e a informação: definições e propriedades para o fenômeno

A teoria da intencionalidade e a informação: definições e propriedades para o fenômeno

Então, o que a fenomenologia faz por meio de sua doutrina da Intencionalidade é superar o desvio cartesiano contra a publicida- de da mente, os desvios das realidades das coisas, ou seja, é contra as alucinações ou imaginações que impedem um sujeito de che- gar à realidade da manisfestação das coisas. Em acréscimo, para a fenomenologia não existe uma mera aparência, e nada é só um aparecimento, os aparecimentos são reais, eles pertencem ao ser. Palavras, retratos, objetos vistos ou leis são todos reconhecidos co- mo sendo capazes de aparecer de acordo com seus próprios mo- dos de ser. Considere como essencial o pensamento sobre o modo como as coisas aparecem a si mesmas (Sokolowski 2004).
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26 Lee mas

A Alfabetização Informativa e a inclusção na sociedade da informação

A Alfabetização Informativa e a inclusção na sociedade da informação

Na verdade cada revolução, ou cada nova inovação, traz no seu bojo a questão da exclusão. Quando Guten- berg inventou a imprensa, trouxe novas condições para aperfeiçoar a produção cultural, educacional e científi- ca. Ao mesmo tempo surgiram os analfabetos e iletra- dos que jamais tiveram acesso à inovação de Gutenberg. A revolução tecnológica, apesar dos inúmeros benefíci- os trouxe também a questão dos excluídos da sociedade da informação. Todo esse processo acabou validando, cada vez mais, a questão da alfabetização informativa que hoje, em muitos países é considerada tão importan- te quanto a alfabetização educacional.
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16 Lee mas

As tecnologias de informação e comunicação na prática pedagógica e gestão escolar

As tecnologias de informação e comunicação na prática pedagógica e gestão escolar

Mudanças da cu l tura docen te em um con tex to de traba lho co labora t ivo med iado pe las tecno log ias de informação e comun icação.. Uma inovação aparen te..[r]

12 Lee mas

Relaciones paradigmáticas entre la Archivologia y la Ciencia de la Información: la vivencia práctica de un archivo

Relaciones paradigmáticas entre la Archivologia y la Ciencia de la Información: la vivencia práctica de un archivo

Resultados. Os resultados demonstraram que o arquivo público, embora venha se modernizando, incrementando em suas práticas algumas características dos paradigmas descritos pela Ciência da Informação, a grande maioria dos fazeres arquivísticos é sustentado pelos paradigmas oriundos da Arquivologia. Portanto, dos sete pontos paradigmáticos identificados, cinco são oriundos da Arquivologia que são: foco no documento; atenção à custódia; acervo histórico e institucional; produção de documentos secundários; e, pouca preocupação com o usuário. Dois paradigmas são viabilizados pela Ciência da Informação, a saber: preocupação com a recuperação da informação e forte tendência à informatização. Conclusões. Evidencia-se que a preocupação com o acervo, suporte e tratamento técnico são paradigmas das ciências documentárias, os quais estão em consonância com o paradigma físico existente na área da Ciência da Informação, o que deduz ser a Ciência da Informação uma evolução das ciências documentárias. Essa inferência remete ao desenvolvimento de estudos futuros, a fim de gerar conclusões mais científicas.
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16 Lee mas

Historias de vida como hecho museológico tratado por el diseño de información en la curadoria digital en el Museu da Pessoa

Historias de vida como hecho museológico tratado por el diseño de información en la curadoria digital en el Museu da Pessoa

Em 1996, quando do primeiro ambiente digital do MP na Web 1.0, inevitavelmente reproduziu-se a lógica do fluxo de informação, característica dos modelos (DI) impressos em papel, uma vez que o esforço inicial foi o de colocar as memórias na primeira interface digital que se caracterizava por uma única página que continha uma única história de vida, substituída por membro da equipe do MP semanalmente. Nota-se que em ambiência Web 1.0, o MP já lança mão de recursos do DI para a sua limitada CD de sistemas memoriais. Destaca-se ainda que, naquele período, para o Projeto Conte sua História, memórias pessoais eram enviadas por e-mail, pelos internautas, e colocadas no ar, via programação HTML, por profissional da informação do Museu. Conforme o Portal, nos anos noventa, em que menos de vinte por cento da população brasileira tinha acesso à Internet, internautas visitantes do MP começaram a ter suas memórias publicadas - apesar do país não possuir uma tradição em cultura escrita - dando início ao projeto colaborativo de construção de uma memória coletiva e democrática. Para Henriques, a memória tem origem na sociedade, uma vez que nossas lembranças relacionam-se ao conjunto de noções de um grupo (HENRIQUES, 2004, p.16).
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12 Lee mas

Os usuários da informação jurídica

Os usuários da informação jurídica

O questionário é a técnica mais utilizada para a coleta de dados seguida da entrevista, além do sense-making, por exemplo. O questionário além de garantir o anonimato dos respondentes tem um alcance maior devido ao fato de poder ser enviado por correio eletrônico ou impresso e entregue a várias pessoas ao mesmo tempo. No entanto a entrevista, por ter a aplicação assistida pelo responsável que está conduzindo o estudo, pode elucidar dúvidas sobre as questões. Enquanto que no caso do uso de questionário sempre ficam dúvidas se a questão foi de fato entendida pelo usuário. No entanto, para solucionar essa problemática, faz-se necessário aplicar um pré-teste do instrumento de coleta de dados em uma comunidade semelhante àquela investigada, fato que ocorreu neste artigo.
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12 Lee mas

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