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Como promover a justiça social e a Pedagogia de Paulo Freire no Ensino universitário. Exemplos de ensino universitário de inglês

Como promover a justiça social e a Pedagogia de Paulo Freire no Ensino universitário. Exemplos de ensino universitário de inglês

35 Resumo: A educação universitária atual não pode permanecer separada do que acontece na sociedade. Portanto, há necessidade de promover a relação entre conteúdos e demandas sociais. Pretendemos introduzir a justiça social no ensino universitário através do uso de textos sobre questões sociais no processo de ensino-aprendizagem. Especificamente, estes textos se relacionam com as diferenças culturais, a realidade de pessoas no Sul e ds mulheres em diferentes países. Busca-se empregar textos multimodais no ensino para que os alunos aprendam a ler textos em que aparecem imagens. Por esta razão, uma proposta de atividades realizadas por estudantes universitários de Estudos Ingleses, a fim de aprofundar a justiça social, a abertura a outras culturas e desenvolvimento de competências é apresentada. Esta proposta educativa faz parte da pedagogia crítica de Paulo Freire.
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Construindo um movimento global para tornar direitos humanos e justiça social uma realidade para todos

Construindo um movimento global para tornar direitos humanos e justiça social uma realidade para todos

e pessoas com deficiência ou as obrigações extraterritoriais dos Estados para regulamentar as atividades de empresas e investidores privados no exterior. Na sequência da Grande Depressão, fascismo e genocídio, com base em diversas tradições filosóficas e lutas por justiça, a Declaração Universal de Direitos Humanos (DUDH) foi adotada pela Assembleia Geral da ONU em 1948, afirmando “o advento de um mundo em que os seres humanos gozem de liberdade de palavra, de crença e de liberdade de viverem a salvo do temor e da necessidade foi proclamado como a mais alta aspiração do homem comum”. Pode-se dizer que em ressonância com a experiência vivida pelos povos, a DUDH foi traduzida para 418 idiomas ( UNITED NATIONS, 2014 ). Na Declaração e Programa de Ação de Viena de 1993, representantes de 171 Estados e mais de 800 grupos de base e outras ONGs reafirmaram: “Todos os direitos humanos são universais, indivisíveis, interdependentes e inter-relacionados” ( UNITED NATIONS, 1993, Art. 5 ). A Declaração de Viena levou à criação do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos; demandou o exame de protocolos facultativos ao Pacto Internacional sobre Direitos Econômicos, Sociais e Culturais, o que resultou em um mecanismo internacional de solução para as violações dos direitos econômicos, sociais e culturais (DESC); e exortou os Estados a incorporar no âmbito nacional normas de direitos humanos, sendo a promulgação da Constituição da África do Sul no ano seguinte um importante modelo ( UNITED NATIONS, 1993, Art. 18, 75, 83 ). O exposto acima começa a responder à pergunta: “Os direitos humanos ainda são uma linguagem eficaz para produzir mudança social?” A questão pode ser reformulada como: a justiça social tem se tornado uma realidade para um número crescente de pessoas devido à defesa de direitos humanos? Defendo que “sim”. Depois de mais de uma década de advocacy sobre direitos humanos e empresas na ONU, são poucas as
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12 Lee mas

A bioética de intervenção e a justiça social

A bioética de intervenção e a justiça social

Este trabalho apresenta como o princípio de justiça social é pensado a partir das bases epistemológicas da Bioética de Intervenção enquanto bioética crítica e politizada. A ampliação do escopo da bioética - de uma bioética estritamente biomédica para uma bioética social - incorporou um conjunto de questões que abarcam o mundo da vida em sua dimensão social, econômica, política e cultural. O texto trata do tema da justiça social, tal como é abordada pela Bioética de Intervenção, com os objetivos de sistematizar as perspectivas teóricas abordadas por esta vertente da Bioética e colaborar para a consolidação de suas bases teóricas. Por meio da discussão sobre a ampliação do escopo da Bioética, para além das questões biomédicas, apresentamos algumas das vozes brasileiras discordantes do parâmetro exclusivamente biomédico em Bioética, sobretudo a Bioética de Proteção, a Bioética da Teologia da Libertação e a Bioética Feminista e Antirracista. Em seguida, tratamos dos principais marcos teóricos da Bioética de Intervenção. Discutimos, também, as teorias da Justiça que estão em diálogo com a Bioética de intervenção: o Utilitarismo de Bentham, de Mill e de Singer e o Igualitarismo de Rawls e de Sen. Com esta apresentação, mostramos, também, como a Bioética Principialista percebe o princípio de Justiça. Além de estabelecer como a Bioética de Intervenção compreende a justiça social em seu arcabouço epistemológico, o trabalho apresenta contribuições de duas comunidades vindas do Sul – a Aymara e a comunidade Banta da África do Sul – e suas respectivas construções sobre justiça com o objetivo de colocar tais construções em diálogo com a Bioética de Intervenção.
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79 Lee mas

Ecologia, fé e justiça social: para uma recepção da encíclica Laudato Si' de Papa Francisco

Ecologia, fé e justiça social: para uma recepção da encíclica Laudato Si' de Papa Francisco

[Define-se] como um instrumento de planejamento para a construção de sociedades sustentáveis, em dife- rentes bases geográficas, que concilia métodos de pro- teção ambiental, justiça social e eficiência econômica. [Trata-se de] um instrumento de planejamento parti- cipativo para o desenvolvimento sustentável do país, resultado de uma vasta consulta à população brasileira. A Agenda 21 Local [por sua vez] é o processo de pla- nejamento participativo de um determinado território que envolve a implantação, ali, de um Fórum de Agenda 21. Composto por governo e sociedade civil, o Fórum é responsável pela construção de um Plano Local de Des- envolvimento Sustentável, que estrutura as prioridades locais por meio de projetos e ações de curto, médio e longo prazos. No Fórum são também definidos os meios de implementação e as responsabilidades do governo e dos demais setores da sociedade local na implemen- tação, acompanhamento e revisão desses projetos e ações. (MMA, Programas , 2015)
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26 Lee mas

Uma sala de aulas para a justiça social

Uma sala de aulas para a justiça social

Quando falamos sobre a sala de aula, entendemos esse espaço como um cenário favorável para o desenvolvimento da igualdade, da justiça social e da inclusão escolar. Sem dúvida, como um ecossistema aberto, interactivo e multidireccional, contribuindo para a construção de uma educação que entende a diversidade como uma oportunida- de. Trata-se de tomar os direitos humanos, e portanto os direitos das crianças, como eixos fundamentais para a erradicação de qualquer for- ma de exclusão, marginalização e discriminação na sala de aula, em colaboração com as outras entidades educativas. Neste artigo expo- mos o conceito de sala de aula numa sociedade pós-moderna baseada na justiça social, entendida por sua vez segundo os conceitos da in- clusão e participação escolar. Reflectimos sobre estes elementos com Artículo | Artigo | Article
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18 Lee mas

Sistema tributário, sua reforma e a justiça social

Sistema tributário, sua reforma e a justiça social

O principal objetivo deste trabalho é analisar o sistema tributário nacional com vistas a uma reforma tributária capaz de agregar atributos de justiça social. As atuais distorções e deficiências do sistema tributário nacional decorrem do descumprimento dos princípios estabelecidos na Constituição Federal de 1988, e da adoção de uma política tributária que não privilegiou a justiça social. O trabalho conta com informações construídas a partir de pesquisa bibliográfica, de um amplo referencial teórico, além de consulta aos dados estatísticos de órgãos oficiais. A pesquisa busca demonstrar a complexidade do atual sistema tributário, composto por um elevado número de tributos com maior arrecadação sobre o consumo, a folha salarial e na produção das empresas, evidenciando-se o viés de regressividade. Haverá um maior detalhamento da proposta de Reforma Tributária (PEC 233/2008) que circula no Congresso Nacional, da qual serão destacadas as soluções propostas para sanar as principais distorções do parque de tributos pátrios. Ao final será realizada uma análise sobre a viabilidade da referida PEC e se esta permitirá a construção de um sistema tributário de caráter progressivo com maior poder de alcançar os tributos que incidem sobre o patrimônio e a renda.
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79 Lee mas

Justiça social e direito a cidade: apontamentos, reflexões e sínteses provisórias

Justiça social e direito a cidade: apontamentos, reflexões e sínteses provisórias

até hoje o sonho do veículo particular, tem limites bem definidos dentro das cidades: os limites físicos. Essa constatação dá-se pelos níveis de congestionamentos, fluxos limítrofes e número de veículos maiores do que a capacidade das vias em suportar o tráfego, o que tem sido, de maneira recorrente, um problema social. E portanto se o urbano impele que as pessoas movam-se de suas casas para outros locais afim de auferirem renda e salário, para tanto é necessário prover a locomoção e a mobilidade, sendo, pois, a princípio, o direito de ir e vir um direito eminentemente social e assim, integrante de uma política pautada em justiça social. Neste ponto, existe também um nó crítico, já que a sociedade necessita de apoio no provimento de meios de locomoção e mobilidade, sendo, pois, tarefa do Estado. De outra mão, o Estado está atrelado ao mercado produtor de meios de transportes, incluindo o de veículos particulares, que no jogo político pressionam por meio de seus lobbys benefícios para seus respectivos setores, sendo então a média ponderada entre necessidade social versus necessidade do mercado uma lógica árdua de calcular, sendo que, pelo aparato jurídico em que se toma a justiça social como princípio basilar de sua política de Estado, a gestão das políticas públicas deve, primordialmente, beneficiar os anseios coletivos, inclusive numa manobra democrática.
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125 Lee mas

Equipe de gestão como promotor de boas práticas para a justiça social: rumo a uma liderança inclusiva

Equipe de gestão como promotor de boas práticas para a justiça social: rumo a uma liderança inclusiva

Este artigo descreve uma pesquisa qualitativa realizada uma educação pré-primária e primária considerada como a promoção de melhores práticas para a justiça social a partir de uma abordagem inclusiva. Para este fim, foi realizado um estudo de caso neste centro utilizando como instrumentos as entrevistas, observações e análise de documentos com o objetivo de analisar, descrever, comparar e interpretar a gestão da diversidade e as boas práticas de gestão, inclusive da equipe de um centro de gestão berçário público eo capital Primária Huelva saudou o Plano de Educação compensatória. Assim, durante o ano lectivo, temos sido espectadores e participantes, na verdade próprio centro educacional. Vimos como o compromisso com um projeto de gestão baseado na parceria e impulsionado pelo sonho de construir uma escola para a justiça social traz consigo a resposta certa para atender às necessidades de todos os alunos. Assim, concluímos que a liderança inclusiva envolve um compromisso com uma comunidade de ensino aberto, uma cultura colaborativa, uma organização da escola e da sala de aula aberta ao meio ambiente e uma série de recursos necessários para as pessoas que trabalham na liderança distribuída e colaborativa escola, especialmente a equipe de gestão.
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19 Lee mas

Por que dividir a liderança e gestão na educação: implicações para as escolas e justiça social

Por que dividir a liderança e gestão na educação: implicações para as escolas e justiça social

Gunter challenges the idea of the ‘single transformational leader’ and its rebranding as distributed leadership which, she argues, remain integral to replicating social injustice. Gunter argues that there is a need to ‘knock leadership off its pedestal’ because, as the research shows, working in an inclusive manner with teachers and children is more important in improving outcomes ‘than producing correlations about output data from outstanding and failing schools’ (Gunter, 2011:126). Leadership is important but ‘as a dynamic process that enables productive pedagogies and assessment, and is underpinned by a commitment to social justice’ (p. 126). Gunter notes that little has changed with the Conservative led Coalition as, despite the disinvestment in the education sector, the dispositions to frame problems and their solutions through neo-liberal mind-sets continues as does the ‘cult of standards and standardisation’. Her analysis illuminates the dangers for the promotion of social justice in schools by an obsession with a very particular idea of leadership which is concerned with delivering government policy rather than creating a more just world for the school and the wider community (see also Gunter & Forrester, 2008; Gunter & Thompson, 2009).
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14 Lee mas

Contribuições de justiça social para uma educação justa: Identidade pedagógica na formação profissional

Contribuições de justiça social para uma educação justa: Identidade pedagógica na formação profissional

Recuperando la definición de identidad pedagógica de mercado des-centrada (Bernstein, 1998) y aplicándola al contexto de la formación profesional inicial, queda en evidencia que la identidad que generan estos programas es muy restringida en cuanto al valor de cambio que tienen en el mercado, resultado de diversos aspectos del programa. A la ya comentada condición de acceso al programa, la no graduación, se añade, además, el contenido del propio programa. En este sentido, y centrándonos ahora en la dimensión relativa al reconocimiento, la selección y distribución de conocimiento en estos contextos formativos es una selección limitada de conocimientos socialmente relevantes, con una exigencia conceptual baja y con unos ámbitos de conocimientos muy limitados. En el caso de la FPB, y a diferencia de los PGS y los PCPI, que tenían un carácter más amplio; la norma actual limita la formación profesional como ámbito exclusivo de estos programas, dejando fuera contenidos de carácter académico y propedéutico, y los relativos a la madurez personal y a la ciudadanía. Esto último es especialmente significativo desde la posición de justicia social que tomamos, ya que supone eliminar de la formación el desarrollo de la autonomía y la capacidad crítica, contenidos básicos en los derechos pedagógicos necesarios para una democracia eficaz (Bernstein, 1998). Por último, en relación a la representación, como ya hemos comentado, el valor de cambio queda en evidencia en la limitación de trayectorias y participación posible que tienen los y las jóvenes que cursan FPB. No sólo por el contenido limitado, sino por la propia estructura del sistema, estos programas se alejan de ser una segunda oportunidad real al restringir los posibles itinerarios. Su valor, por tanto, es muy reducido, con las consecuencias que esto tiene en las posteriores transiciones profesionales. Así, el posicionamiento de riesgo inicial de los y las jóvenes que acceden a estos programas se consolida en el propio programa y en su salida de los mismos. En este sentido, estos programas refuerzan una injusticia educativa institucionalizada, en un sistema que cuenta con unas tasas de fracaso escolar desmesuradas y que, sin embargo, ofrece soluciones limitadas para hacer reversibles situaciones de vulnerabilidad y de riesgo de exclusión
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17 Lee mas

Desencontros com a formação docente para a justiça social: Currículos e atitudes sobre democracia e cidadania

Desencontros com a formação docente para a justiça social: Currículos e atitudes sobre democracia e cidadania

65 Sin embargo, algunas otras razones son posibles de hallarse en los propios procesos de formación docente, como el diseño y manejo curricular. Aun cuando el currículo vigente de formación docente (DCBN) está más cercano a la triple expansión –desarrollada por Cox, Bascopé, Castillo, Miranda y Bonhomme (2014) que consiste en la ampliación del foco de atención de la educación cívica a la ciudadana, de la característica longitudinal de los contenidos y la incorporación de actitudes y prácticas, además de conocimientos específicos–, falta fortalecer la técnica curricular para que permita de manera efectiva desarrollar competencias democráticas y ciudadanas que respondan a las exigencias actuales, más complejas y más cercanas a la interacción social que a los factores institucionales del Estado, el gobierno y la política.
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21 Lee mas

Liderança para a Justiça Social: Pedagogicas para a Justiça Social

Liderança para a Justiça Social: Pedagogicas para a Justiça Social

It is important also to understand that during this period not just its preparation programs but the field of educational leadership was under severe criticisms by practitioner associations, accrediting agencies, as well as prominent scholars (Levine, 2005). These criticisms created a space for a group of scholars under the leadership of Professor Catherine Marshall from the University of North Carolina-Chapel Hill to begin a rethinking of the field using social justice as a theoretical lens. Thus, following from the 2002 publications cited above were a number of alternative pedagogical models for the preparation of school leadership for social justice. Not surprisingly, it was another professor from UNC-Chapel Hill, Kathleen Brown (2004) who first addressed the issues of changing leadership preparation program content, course delivery, and student and program assessment. Her curricular and pedagogical strategies were aimed at increasing social justice awareness and the acknowledgement (of injustices) followed by a commitment (a call) to action. Among her classroom strategies were critical reflections (cultural autobiographies, life histories, reflective analysis journals), learning theories (adult learning, transformative, and critical social theory), and policy praxis (prejudice reduction workshops, cross cultural interviews, diversity panels, and activist action plans). Brown sought to engage aspiring school leaders in assignments that required examining assumptions, cultural and epistemological, and learning about competing worldviews.
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26 Lee mas

Justificando o trabalho intelectual e transformadora de professores em a educação para a justiça social

Justificando o trabalho intelectual e transformadora de professores em a educação para a justiça social

Frente al intelectualismo crítico que no progresa del cuestionamiento individualista hacia la solidaridad y la lucha colectiva (Aronowitz y Giroux, 1985), y que de un modo u otro conduce a procesos de adormecimiento y reproducción, a la hora de reconceptualizar el papel del profesorado se debe girar en torno a los supuestos políticos, sociales y éticos que ofrece tanto para la crítica como para la acción la perspectiva del intelectual transformativo (Giroux, 1990). Esto es, una oportunidad para que los maestros y maestras asuman su potencial de reflexión y acción social. De igual modo que el catastrofismo conduce al inmovilismo, no podemos olvidar que “no hay cambio sin sueño, como no hay sueño sin esperanza” (Freire, 2005, p. 116), de tal modo que aquellas personas que se decidan por “la transformación de la realidad de la misma forma necesitan organizar sus tácticas en coherencia con su estrategia, es decir, con su sueño posible o su utopía” (Freire, 2001, p. 104). Tal es así que, siguiendo a Shor y Freire (1987, p. 36), “la transformación tiene que ser realizada por aquellos que sueñan con la reinvención, la recreación o la reconstrucción de la sociedad”. Aunque todas estas premisas nos sitúan en un marco discursivo ideológicamente coherente con el papel que asume la labor docente desde la perspectiva de la Pedagogía Crítica y la justicia social, ¿de qué hablamos cuando hacemos alusión a la condición transformativa del profesorado intelectual?
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17 Lee mas

Justiça social e ambiental:: reflexão sobre os megaeventos esportivos no Rio de Janeiro

Justiça social e ambiental:: reflexão sobre os megaeventos esportivos no Rio de Janeiro

A importância de incorporar aspectos jurídicos ao debate está atrelada à constatação dos impactos ambientais causados pela urbanização serem resultado das omissões legais e institucionais que permitem o crescimento de assentamentos ilegais e favelas que constituem um ambiente sem as condições de saúde necessárias para a população local (UTTARA, BHUVANDAS, AGGARWAL, 2012). Diante da abordagem e do recorte propostos, é possível afirmar que o modelo de urbanismo olímpico utilizado no Rio de Janeiro distancia o município da construção de uma cidade sustentável. Isso porque, para alcançar tal objetivo, o planejamento realizado deveria adotar um conceito amplo, integrando desenvolvimento social e econômico, gerenciamento ambiental e governança urbana, que se refere a uma coordenação local e nacional no processo de tomadas de decisão (UNITED NATIONS, 2013, p. 61).
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20 Lee mas

Justiça social na escola: Representações de estudantes de educação secundária e desafios para a formação de professores

Justiça social na escola: Representações de estudantes de educação secundária e desafios para a formação de professores

Nuestros informantes señalan que la igualdad implica la eliminación de todas las diferencias; igual trato y eliminación de jerarquía entre las personas. Eliminar las diferencias, sin embargo, conduce a un igualitarismo que no da cuenta de la diversidad ni de las potencialidades de las personas. Las jerarquías naturales conllevan diferenciación sin que ello implique discriminación. A nivel de la institución escolar, la jerarquía no implica necesariamente prácticas antidemocráticas o exclusiones; pero su anulación conlleva, sin embargo, un desconocimiento de la organización y la estructura escolar. Este concepto de igualdad, sumado al de participación, necesita ser explicitado, ya sea por los estudiantes así como por sus profesores asesores, en cuanto la organización escolar y la labor formativa necesitan diferenciar la co-gestión del igualitarismo utópico; más aún, en la institución social escuela, la participación colegiada del profesorado contribuye a la formación de una cultura escolar, por un lado, favoreciendo la expresión del profesionalismo docente y, por otro, abriendo espacios de participación en la gestión escolar, dinamizando y democratizando el quehacer de la escuela (Schoen y Teddlie, 2008).
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21 Lee mas

Formação inicial de professores a partir de uma perspectiva da justiça social: Uma aproximação teórica

Formação inicial de professores a partir de uma perspectiva da justiça social: Uma aproximação teórica

Finalmente, crear y enseñar un currículo que integre las perspectivas marginadas y enfrente de manera explícita los temas de equidad y poder encierra la posibilidad de desarrollar activismo democrático. La educación para la justicia social es desarrollar una enseñanza que prepara a los jóvenes para analizar y cuestionar las formas de discriminación existentes, que ayuda a comprender la naturaleza y las manifestaciones de la opresión social y que proporciona estrategias de intervención para el desarrollo del pensamiento y la acción liberadora (Carlisle et al., 2006). Cochran-Smith (2004) explica que “parte de aprender a enseñar para la justicia social es luchar para hacer visibles y explícitas –al nivel que sea apropiado para el desarrollo de los estudiantes, las desigualdades de la sociedad y las estructuras institucionales en las que están inmersos” (p. 78). En términos de la PCR, equivale al principio de consciencia sociopolítica (Ladson- Billings, 2006) a través del cual los profesores conectan las desigualdades sociales y los temas de clase, género, etnia y raza, entre otros, incorporándolos en su enseñanza cotidiana. Consecuentemente, los profesores ayudan a los estudiantes a utilizar las distintas habilidades que aprenden para comprender mejor su posición social y criticar su contexto.
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16 Lee mas

Nem inclusão, nem equidade. Outros olhares para a formação de políticas educacionais com justiça social

Nem inclusão, nem equidade. Outros olhares para a formação de políticas educacionais com justiça social

Hasta aquí podríamos decir que se pone en cuestión el carácter público de las políticas sociales, porque al estar signadas por los principios de com- pensación y focalización se afirman las exclusiones y se generan más injusticias. Se cuestiona también lo público de las políticas públicas porque se planean y deciden a espaldas de los sujetos. La participación y representación de las hoy llamadas poblaciones vulnerables en la construcción y definición de las políticas es prácticamente nula o meramente enunciativa afirmando su exclusión. Los enfoques paternalistas y burocráticos cierran oportunidades para que aquellos que históricamente han sido marginados por su origen social y cultural, ejerzan sus derechos y sean reconocidos, por tanto, se les deja por fuera de contextos de cooperación social organizada (Young, 2000; Campillo, 2013).
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12 Lee mas

Avaliação de alunos para a justiça social. Proposta de um modelo

Avaliação de alunos para a justiça social. Proposta de um modelo

Supone avanzar de una evaluación de los estudiantes a una evaluación con ellos. Una evaluación para la Justicia Social exige que los estudiantes participen y decidan en todas las fases de la evaluación (desde el diseño hasta la devolución de la información generada por el proceso evaluativo); se trata de generar su empoderamiento que les haga ser actores y autores de su proceso de aprendizaje y evaluación. Este dar voz a los estudiantes significa que los docentes incluyan sus perspectivas, tomen decisiones con ellos de forma consensuada y busquen soluciones de forma conjunta para mejorar tanto el aprendizaje individual como grupal. Una evaluación participativa convierte a los estudiantes en protagonistas de su aprendizaje, participando activa y autónomamente en su evaluación. Para ello es necesario, por un lado, crear un entorno de confianza y positividad donde los alumnos se sientan cómodos para expresar tanto sus ideas como sus opiniones y por otro, llevar a cabo una evaluación cooperativa donde los estudiantes trabajen conjuntamente con los docentes para mejorar su aprendizaje.
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21 Lee mas

O poder normativo das agências reguladoras e a justiça social

O poder normativo das agências reguladoras e a justiça social

A regulação econômico-social consiste na atividade estatal de intervenção indireta sobre a conduta dos sujeitos públicos e privados, de modo permanente e sistemático, para implementar as[r]

89 Lee mas

Questões de gênero e justiça social

Questões de gênero e justiça social

A ênfase de Montecino na definição coletiva de identidades, de luta social, é marcadamente diferente da concepção usual de “iden- tidade” na teoria de gênero nortenha, basicamente individualista. Os processos aos quais a autora, assim como Kirkwood, se refere não são facilmente compreendidos por um individualismo metodológico, ou por uma perspectiva que trate a consciência ou a identidade como as- pectos individuais. Além disso, estas perspectivas são historicamente dinâmicas. As questões de gênero não envolvem um diálogo atempo- ral entre o biológico e o simbólico. Ao contrário, abarcam vastos pro- cessos formativos da história, ao mesmo tempo criativos e violentos (pode-se chamar estes processos de ontoformativos, em vez de perfor- mativos), nos quais corpos e culturas estão igualmente em jogo e são constantemente transformados, por vezes, destruídos.
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24 Lee mas

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