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Processo de separação água/óleo usando sistema modular de membranas cerâmicas: modelagem avançada e simulação via CFD.

Processo de separação água/óleo usando sistema modular de membranas cerâmicas: modelagem avançada e simulação via CFD.

O petróleo é a principal fonte de energia no mundo. Durante sua extração e purificação, é liberada uma grande quantidade de água residual, com elevada carga de óleo e outros compostos químicos altamente tóxicos ao meio ambiente e ao ser humano. Atualmente, o processo de separação água/óleo através de membranas é um dos principais métodos utilizados para o tratamento desta água produzida, devido ao seu custo-benefício, longa vida útil das membranas e baixo consumo de energia. Assim, este trabalho apresenta uma revisão aprofundada sobre os principais processos de tratamento de água produzida, destacando as membranas cerâmicas, o atual avanço dessa tecnologia e a aplicação da Dinâmica dos Fluidos Computacional (CFD) no processo de filtração por membranas. Adicionalmente, um estudo numérico do processo de separação de água/óleo através de membranas cerâmicas porosas foi realizado com o auxílio de uma malha estruturada usando o software comercial ANSYS FLUENT ® 15.0. Um modelo numérico em regime permanente, aplicado a um fluido incompressível, escoando em regime turbulento e/ou laminar no interior do módulo de separação, baseado na abordagem Euleriana- Euleriana e no modelo de turbulência 𝑘-𝜔 SST (Shear-Stress Transport). O objetivo principal foi estudar numericamente o comportamento do processo de separação água/óleo no módulo de filtração em função da variação no fluxo mássico (ṁ), concentração de óleo na entrada (𝐶 0 ), diâmetro das partículas de óleo (𝑑 𝑝 ), permeabilidade (𝐾) e porosidade (𝜀) das membranas. Os resultados indicam que o modelo gerado e aplicado simulou adequadamente o processo de filtração. O aumento de 0,5 para 1,5 kg/s do ṁ influenciou significativamente a pressão transmembrânica (∆𝑃), elevando-a em aproximadamente 6,71 vezes. Esse alto gradiente de pressão entre as superfícies externas e internas favoreceu maior fluxo de filtração. Ambas as variações em 𝑑 𝑝 e 𝜀 das membranas não influenciaram nas características de filtração do módulo. Por sua vez, quanto maior a 𝐾 das membranas, menor a ∆𝑃, maior a concentração média de óleo nas saídas dos permeados e do concentrado, maior o fluxo médio de óleo nas saídas dos permeados, bem com, maior velocidade média do fluxo da mistura nas saídas dos permeados e menor o fluxo médio de óleo nas saídas dos permeados. Esses resultados mostraram que o separador filtrante possui um bom potencial para a separação de água/óleo.
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Membranas de fibra oca de carbeto de silício para separação de água-óleo.

Membranas de fibra oca de carbeto de silício para separação de água-óleo.

Carbeto de silício (SiC) é um material promissor para produção de membranas devido à resistência ao choque térmico, excelente estabilidade química e mecânica. De modo que, este trabalho tem como objetivo desenvolver e caracterizar membranas de SiC, na forma de fibra oca, visando à aplicação na separação de emulsão água-óleo. Foi preparada uma dispersão, e através da técnica de extrusão com precipitação por imersão e após sinterização a 1500ºC foram obtidas membranas com geometria de fibra oca. Para a caracterização do SiC foram feitas as análises de espectroscopia na região do infravermelho com transformada de Fourrier (FTIR), difração de raios-X (DRX), distribuição granulométrica e microscopia eletrônica de varredura (MEV). E para a caracterização das membranas foram realizadas: termogravimetria (TG), FTIR, DRX, ângulo de contato, porosidade e MEV para avaliar a morfologia e a composição das membranas obtidas antes e após a sinterização. As membranas foram submetidas ao ensaio de medidas de fluxo de água e de eficiência na separação de emulsão de água-óleo. O DRX e MEV do SiC apresentaram, respectivamente, picos característicos das fases de carbeto de silício, alumina e quartzo; e placas com formatos irregulares e arestas pontiagudas. A faixa de distribuição granulométrica do SiC se estende de 0,04 µm até 5 µm, com diâmetro médio das partículas em 1,38 μm. Verificaram-se mudanças no perfil dos espectros de infravermelho da fibra após a queima devido à elevada temperatura de sinterização, que fez com que os materiais orgânicos presentes na solução fossem eliminados para a formação da estrutura da membrana. O MEV da seção transversal da membrana evidenciou que estas são porosas assimétricas com uma camada seletiva na parte interna e uma camada porosa na parte externa. A membrana com “gap” de 5 cm apresentou maior valor de permeabilidade 328 L/h.m 2
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Efeito da influência de parâmetros operacionais no processo de separação água/óleo via hidrociclone.

Efeito da influência de parâmetros operacionais no processo de separação água/óleo via hidrociclone.

Os óleos, principalmente os originários do setor petrolífero, são produtos que entre o seu processamento e transporte possuem misturas de outros componentes em sua composição, tais como gás, areia e o mais comum, a água. Dessa forma, a indústria petrolífera vem empregando diferentes processos de separação, dentre os quais vem se destacando os processos que utilizam movimentos circulares ou turbilhonares, como por exemplo, o hidrociclone. Os hidrociclones são usados com frequência na separação de água/óleo pela indústria de petróleo, devido à elevada capacidade de processamento, baixo custo de manutenção, exigência de pouco espaço para instalação e pela diferença de densidade entre fases. A presente pesquisa tem o objetivo de avaliar a influência dos parâmetros operacionais sobre a eficiência de separação água/óleo realizada por um hidrociclone. O trabalho partiu do desenvolvimento de uma malha estruturada representativa do domínio de estudo, e usando o modelo de turbulência RNG κ-  modificado foram efetuadas simulações usando o programa comercial Ansys CFX ® . Com os resultados numéricos gerados, foi possível avaliar e analisar sob a ótica da fluidodinâmica computacional. Os resultados obtidos foram confrontados com os dados experimentais reportados na literatura e apresentaram uma boa concordância. Os resultados indicaram que a dinâmica de escoamento era afetada pela concentração de óleo na entrada do hidrociclone.
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Preparação de membranas tubulares compósitas e sua avaliação na separação de emulsão óleo/água: utilização e reutilização.

Preparação de membranas tubulares compósitas e sua avaliação na separação de emulsão óleo/água: utilização e reutilização.

Neste trabalho foram produzidas membranas tubulares poliméricas (Polietileno de ultra alto peso molecular - PEUAPM) e compósitas (PEUAPM/argila Chocolate B organofílica e PEUAPM/zeólita Mordenita) por sinterização visando sua utilização e reutilização no processo de separação de emulsão óleo/água. O mesmo trata do efeito da incorporação de 1, 3 e 5% em massa de argila Chocolate B organofílica ou zeólita Mordenita e diferentes tempos de sinterização (60, 90 e 120 min) no desempenho de membranas a base de PEUAPM. O PEUAPM foi caracterizado por meio das técnicas de Difratometria de raios X (DRX), Análise Termogravimétrica (TG) e Microscopia Eletrônica de Varredura (MEV). A argila Chocolate B natural e organofílica foi caracterizada por meio das técnicas de DRX, Capacidade de troca catiônica (CTC) Espectroscopia de Infravermelho por Transformada de Fourrier (FTIR), Análise Termogravimétrica (TG), MEV e Espectroscopia de Fluorescência de raios X por Energia Dispersiva (FRX-ED), enquanto que a zeólita Mordenita foi caracterizada por DRX, FRX-ED e MEV. O DRX confirmou que o PEUAPM é um polímero semicristalino, assim como o MEV provou que este é composto basicamente por aglomerados de partículas com tamanhos diferentes. O TG evidenciou que as membranas poderão resistir a variações de temperaturas moderadas sem perder sua integridade estrutural. As técnicas de caracterização (DRX, FTIR, TG) evidenciaram a efetiva intercalação dos cátions quaternários de amônio nas camadas interlamelares da argila. A partir dos resultados obtidos para a síntese de zeólita mordenita confirmou que a sua obtenção foi efetiva com formação da zeólita mordenita em fase pura e cristalina. Foram realizados testes de resistência química, capacidade de absorção de água e porosidade, além de caracterização de DRX e MEV das membranas tubulares poliméricas e compósitas
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Desempenho e validação de um sistema com automação para processos de separação água/óleo com membranas cerâmicas.

Desempenho e validação de um sistema com automação para processos de separação água/óleo com membranas cerâmicas.

O presente trabalho visa estudar o desempenho e validação de um sistema com automação para processos de separação de águas oleosas com membranas cerâmicas. O trabalho foi dividido em duas partes: testes em escala de bancada e no sistema com automação. Nos ensaios em escala de bancada foram realizados experimentos de caracterização da membrana cerâmica com água deionizada e com efluente sintético, com intuito de estimar o comportamento das membranas para auxiliar no desenvolvimento do sistema com automação. Para avaliar o desempenho dos sistemas de separação água/óleo com membranas cerâmicas os seguintes parâmetros foram analisados: fluxo do permeado (J, em L/h.m 2 ) e taxa de rejeição de óleo. Nos experimentos no sistema com automação foi avaliado o desempenho no processo de separação água/óleo com membranas cerâmicas, o efluente sintético utilizado obedeceu às mesmas condições do sistema de bancada. Os experimentos com efluente sintético foram simulados com concentração de óleo fixada em 20 mg/L. Observou-se que a redução do fluxo de permeado com o tempo de operação é fortemente dependente da pressão e do teor de óleo emulsionado, podendo ser relacionada aos fenômenos de polarização por concentração, inerentes aos PSM. Contudo, a redução do fluxo no permeado foi atenuada no sistema com automação que possui processos de limpeza backpulse e backwash. Quanto à taxa de rejeição da fase dispersa, para todas as condições analisadas, apresentou-se maior que 97%. A utilização do backwash tendo como agente de limpeza uma solução de hidróxido de sódio não foi eficaz na recuperação do fluxo do permeado, porém o comportamento do processo de limpeza foi extremamente satisfatório o que indica com a mudança do agente de limpeza no processo terá uma melhor recuperação do fluxo do permeado. A partir dos experimentos realizados no sistema com automação os resultados obtidos demostram potencial para separação com membranas cerâmica, para o tratamento de águas oleosas.
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Comparação entre planejamento estatístico experimental e análise dimensional em operações de mistura e separação para sistema óleo-água

Comparação entre planejamento estatístico experimental e análise dimensional em operações de mistura e separação para sistema óleo-água

Analisando os resultados da eficiência experimental, verifica-se que o melhor desempenho foi obtido no teste 12 (E = 68,89%), cujas condições operacionais foram: retenção 0,31, vazão efetiva 6,5 m 3 /h, velocidade de agitação 110 rpm e concentração de óleo de coco 0,2% v/v. Observa-se que, uma maior retenção da fase dispersa resulta em geração de gotas transportadoras mais carregadas em gotas transportadas, o que possibilita um aumento de coalescência destas no interior da gota transportadora, resultando em uma maior gota de orgânico e assim aumentando sua velocidade de ascensão para atingir a interface água/orgânico. Uma maior velocidade de agitação aumenta a quantidade de gotas de menor diâmetro, aumentando-se assim, a área interfacial e promovendo uma maior transferência de massa. Uma maior concentração de óleo de coco (0,2% v/v) resultando no aumento da separação O/A, pode ser explicada devido o óleo de coco possuir quantidade considerável de ácido láurico (C12), demonstrando grande afinidade química pelo QAV, de mesma cadeia carbônica (Oliveira, 2009). A vazão efetiva de 6,5 m 3 /h ocasiona a geração de maiores gotas transportadoras no prato perfurado, o que resulta numa maior distância a ser percorrida pela gota transportada. Desta forma, presume-se que a vazão efetiva utilizada não teve influência ao resultado de eficiência obtido.
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Desenvolvimento de membranas de nanocompósitos de poliamida 66/argila bentonítica obtidas por solução para separação água-óleo.

Desenvolvimento de membranas de nanocompósitos de poliamida 66/argila bentonítica obtidas por solução para separação água-óleo.

Membranas microporosas foram obtidas a partir de nanocompósitos de poliamida66 com argila bentonítica regional, por meio da técnica de imersão- precipitação. Os nanocompósitos foram obtidos por solução com um tempo de reação pré-determinado. A argila foi tratada com o sal quaternário de amônio Cetremide® com o intuito de torná-la organofílica. As argilas sem tratamento e tratada foram caracterizadas por fluorescência de raios-X (FRX), espectroscopia na região do infravermelho com transformada de Fourrier (FTIR), difração de raios-X (DRX) e termogravimetria (TG), que comprovaram a inserção do sal Cetremide® nas camadas da argila e sua estabilidade térmica. Enquanto que as membranas foram caracterizadas por DRX, TG, calorimetria exploratória diferencial (DSC), microscopia eletrônica de varredura (MEV) e medidas de fluxo. Os resultados de DRX, TG e DSC comprovaram a estabilidade térmica e uma estrutura morfológica com lamelas da argila intercaladas/parcialmente esfoliadas na matriz polimérica. Por MEV, foi possível perceber uma morfologia assimétrica constituída por uma pele filtrante e uma camada porosa, sendo que quanto maior o teor de argila na membrana menor a espessura da película formada, influenciando diretamente as medidas de fluxo das membranas produzidas a partir dos nanocompósitos. De maneira geral, o fluxo com água destilada nas membranas apresentou inicialmente uma diminuição e, em seguida, ao longo de 60 min ocorreu uma estabilidade deste, devido a uma compactação ou a um inchamento ocorrido nas membranas. Nos testes de separação água-óleo, verificou-se que a relação J/J0 tende a ser maior quando se utilizam emulsões de menor concentração. Os testes de separação água-óleo nas concentrações de 300 e 500 ppm, para todas as membranas, mostraram uma redução significativa da concentração de óleo no permeado, evidenciando assim, que estas membranas apresentam potencial para esta aplicação.
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Preparação e caracterização de membranas compósitas tubulares aplicadas a separação de emulsão óleo/água.

Preparação e caracterização de membranas compósitas tubulares aplicadas a separação de emulsão óleo/água.

Desde o ano de 2013 o presente trabalho se insere numa nova linha de pesquisa que vem sendo desenvolvida no Laboratório de Desenvolvimento de Novos Materiais - LABNOV da Unidade Acadêmica de Engenharia Química da Universidade Federal de Campina Grande, no qual, tanto a fabricação de membranas seletivas quanto a sua aplicação à separação e purificação de misturas líquidas têm sido investigadas. Neste contexto, esse trabalho pretende contribuir avaliando o processo de separação emulsão óleo/água utilizando membranas poliméricas tubulares compósitas do tipo argila Brasgel/PEUAPM e nanocompósito/PEUAPM, em condições de sínteses e composições de massa ainda não estudas como também efetuar um estudo comparativo entre as membranas produzidas e também avaliar os efeitos nas propriedades ocasionados pela inserção destes materiais nas membranas, contribuindo para a diminuição das lacunas existentes na literatura quanto à síntese de membranas tubulares poliméricas compósitas e como também avaliar a eficiência destas membranas na remoção óleo/água, além de realizar um estudo estatístico para certificar quais condições de síntese são benéficas ao desempenho de remoção de óleo de cada membrana.
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Utilização de adsorventes (carvão ativado e argilas organofílicas) no processo de separação de emulsões óleo/água.

Utilização de adsorventes (carvão ativado e argilas organofílicas) no processo de separação de emulsões óleo/água.

23 (Praepagen + Dodigen) 19,62 Å. Os resultados de Infravermelho mostram que os sais foram incorporados à estrutura da argila, evidenciando assim o processo de organofilização. As presenças dos sais nos espaços interlamelares foram confirmadas por Análise Térmica Diferencial. Os testes de Capacidades de Adsorção comprovaram as melhores eficiências das argilas Verde-Lodo organofilizadas com os sais quaternários de amônio em relação à argila na sua forma natural independente do solvente utilizado. Os resultados dos testes de Inchamentos de Foster indicaram que as afinidades dos sais ocorreram nas argilas organofílicas avaliadas em todos os solventes orgânicos. Num segundo momento, as argilas organofilizadas foram avaliadas para o processo de remoção de óleo num sistema de emulsão óleo/água, utilizando-se sistema de banho finito, os quais comprovaram que as argilas organofílicas preparadas têm grande potencial na separação emulsão óleo/água.
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AVALIAÇÃO DAS ZEÓLITAS ZSM-5 E MCM-22 NO PROCESSO DE SEPARAÇÃO ÓLEO/ÁGUA.

AVALIAÇÃO DAS ZEÓLITAS ZSM-5 E MCM-22 NO PROCESSO DE SEPARAÇÃO ÓLEO/ÁGUA.

Numerosos métodos podem ser aplicados para a separação de óleo em emulsões de água, tais como adsorção, coagulação, tratamento com membrana, filtração biológica, flotação, métodos de hidrociclone (2) . No entanto, a aplicação destas técnicas tem sido limitada por razões técnicas e econômico. Várias pesquisas vêm sendo desenvolvidas com o objetivo de empregarem-se trocadores iônicos naturais, como, por exemplo, aluminosilicatos, os quais apresentam baixo custo, alta disponibilidade. Os principais componentes desse grupo são argilas e zeólitas (3-4) .
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Preparação de membranas zeolíticas (Y/gama-alumina) utilizando diferentes métodos e sua avaliação no processo de separação emulsão óleo/água.

Preparação de membranas zeolíticas (Y/gama-alumina) utilizando diferentes métodos e sua avaliação no processo de separação emulsão óleo/água.

, conformação e compactação). Baseado nos resultados de DRX pode-se concluir que: (i) os materiais de partida (sulfato de alumínio e acetato de alumínio), evoluem termicamente, resultando como produto final em ɣ-alumina; (ii) é possível obter a zeólita Y; observou-se também a formação dos suportes cerâmicos ɣ-alumina, após sinterização. O estudo térmico realizado no suporte cerâmico (DTSA) evidenciou que a temperatura ótima deve limitar-se em valores entre 700-750 °C/1h. O maior valor de cristalinidade foi observada para o suporte tratado a 700 °C/1h. O mesmo foi classificado como um material mesoporoso podendo ser utilizados em processos de ultrafiltração (UF). Os resultados obtidos por caracterização das membranas zeolíticas evidenciaram que as mesmas foram obtidas com sucesso independente do método utilizado. Dos testes de separação da emulsão óleo/água pode-se concluir que a inserção da zeólita (Y) ao suporte cerâmico (ɣ-alumina) melhorou o processo de separação da emulsão óleo/água. Como conclusão geral, as membranas zeolíticas obtidas utilizadas em coluna de separação por membrana são bastante promissoras no processo de separação emulsão óleo/agua.
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Tratamento de água produzida de petróleo para remoção de óleo por processos de separação por membranas: revisão.

Tratamento de água produzida de petróleo para remoção de óleo por processos de separação por membranas: revisão.

Algumas tecnologias vêm sendo desenvolvidas buscando um geren- ciamento mais adequado da AP. No caso da produção offshore, uma alter- nativa a ser disseminada, em futuro próximo, são os sistemas submarinos de separação de AP. Nessa tecnologia, a água é separada do óleo no fundo do mar, logo na saída do poço. Em seguida, a AP é reinjetada em outro poço, não chegando, portanto, à superfície. Entre as suas vantagens está a de evitar com que o sistema de tratamento de água seja feito no convés da plataforma, o que elimina, assim, a instalação de vasos de grande vo- lume e de peso em uma área em que a disponibilidade de espaço é um aspecto extremamente importante para a operação do empreendimento (FIGUEIREDO et al., 2004; VEIL et al., 2004). Outra tecnologia em fase de desenvolvimento são os separadores de óleo em água de fundo de poço (down-hole oil/water separators – DOWS). Esses equipamentos separam o óleo e gás da AP na parte inferior do poço e reinjetam uma parte dessa água numa outra formação ou outro local dentro da mesma formação, enquanto que o petróleo e gás são bombeados para a superfície. Um dos equipamentos que podem ser adaptados para esse fim são os hidrociclo- nes em função da vantagem de não ter partes móveis (SAIDI et al., 2012). O reúso é outra alternativa para o destino da AP. As modalidades para o reúso de água são classificadas como potável e não potável. No Brasil, a Resolução CNRH nº 54 (BRASIL, 2006) define as modalidades de reúso
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Estudo de argilas organofílicas destinadas à separação óleo/água.

Estudo de argilas organofílicas destinadas à separação óleo/água.

Devido às argilas organofílicas possuírem uma grande afinidade por compostos orgânicos elas estão sendo largamente estudadas na adsorção e retenção de resíduos industriais perigosos e contaminantes orgânicos (63). Elas são utilizadas no tratamento de águas contaminadas, tratamento de efluentes industriais, no revestimento de tanques de óleo ou gasolina e em revestimentos de aterros (64). É, também, muito grande o número de sítios contaminados com petróleo e seus derivados, tendo-se, assim, dirersos estudos sobre o uso de argilas organofílicas na remediação desses sítios (65). Dada a dificuldade na separação de óleo de correntes ou corpos de água as argilas organofílicas também são usadas, geralmente em conjunto com carvões ativados, no refino dessas separações.
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Projeto e manufatura de membranas cerâmicas via prensagem isostática para separação de emulsões óleo vegetal/água por microfiltração tangencial

Projeto e manufatura de membranas cerâmicas via prensagem isostática para separação de emulsões óleo vegetal/água por microfiltração tangencial

Esta tese descreve o projeto e manufatura de membranas cerâmicas para separação de emulsões óleo/água. A escolha correta do material para a fabricação de membranas é importante para processos cujo desempenho depende da afinidade entre o meio poroso e o fluido. As condições de manufatura são também importantes, pois determinam a morfologia da membrana, que influencia fortemente as propriedades de transporte e conseqüentemente, a eficiência da membrana. Tendo isso em vista, este trabalho teve como objetivo desenvolver membranas cerâmicas tubulares (porosas e densas) por prensagem isostática, aplicáveis em processos de microfiltração para a separação de emulsões óleo-água. Para tanto, foi realizado um controle rigoroso do tamanho e distribuição dos poros através do uso da sacarose como agente porogênico. Suspensões de alumina e zircônia com sacarose de diferentes dimensões foram preparadas. Após esse processo a barbotina foi seca e granulada para obtenção do pó usado na conformação das membranas porosas ou como suporte das membranas densas. Para a manufatura das membranas densas, uma fina camada da suspensão foi depositada no núcleo do molde que foi preenchido com o pó (de alumina ou zircônia) e então submetido à co- prensagem (isostática) para obter simultaneamente o suporte e o filme de zircônia. Posteriormente, as membranas (porosas e densas) sofreram um tratamento térmico (para queima parcial da sacarose) e foram sinterizadas (a 1500°C). As membranas foram caracterizadas por MEV, porosimetria por intrusão de mercúrio, medidas de peso por imersão (para obtenção da porosidade e densidade aparente), ensaios de permeabilidade ao ar e à água. A caracterização morfológica das membranas constatou a formação de membranas porosas de alumina e de zircônia e de membranas densas: uma integral (ZrO 2 /ZrO 2 ) e outra composta
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O processo de eletrocoalescência na separação de água e óleo em emulsões modelo e de petróleo

O processo de eletrocoalescência na separação de água e óleo em emulsões modelo e de petróleo

carregadas com mesmo sinal, ao se aproximarem, geram uma força de repulsão (repulsão de Coulomb) ocasionada pela superposição da dupla camada elétrica, que se opõe a diminuição a distância de separação entre as partículas (SCHRAMM, 2005). A ação de íons adsorvidos na superfície da fase dispersa está baseada na imposição de uma barreira eletrostática nas gotas que se aproximam. Além disso, podem ocasionar mudanças em propriedades físicas locais do sistema, tais como a viscosidade, a densidade e a constante dielétrica (MYERS, 1999). Forças eletrostáticas não exercem um papel dominante no processo de estabilização para emulsões de água em óleo, dada a baixa constante dielétrica da fase contínua (SULLIVAN e KILPATRICK, 2002).
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Simulação numérica da fluidodinâmica de um hidrociclone aplicado na separação óleo/água.

Simulação numérica da fluidodinâmica de um hidrociclone aplicado na separação óleo/água.

A indústria petrolífera está se esforçando para a melhoria da qualidade da água descartada em alto mar, de modo a enquadrá-la nas normas ambientais. Para isto estão sendo utilizados diversos equipamentos para a separação óleo/água. Dentre estes destacam-se os separadores que utilizam a força centrífuga. A performance deste tipo de separação depende de alguns fatores: capacidade de processamento, tamanho das gotas, temperatura, diferença de densidade, tensão interfacial e viscosidade, sendo esta última um fator primordial para separação água-óleo (NORDIVK et al., 1996). Neste contexto, pode-se citar como exemplo o hidrociclone, o qual visa acelerar a recuperação do resíduo de óleo através de separação gravitacional. A água oleosa é introduzida, sob pressão, tangencialmente no trecho de maior diâmetro do hidrociclone, sendo direcionada internamente em fluxo espiral em direção ao trecho de menor diâmetro. Este fluxo é acelerado pelo contínuo decréscimo de diâmetro, criando uma força centrífuga que força os componentes mais pesados contra as paredes. Devido o formato cônico e o diferencial de pressão existente entre as paredes e o centro, ocorre, na região central do equipamento, um fluxo axial reverso. A fase líquida central contendo óleo em maior concentração é denominada de rejeito.
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Tratamento de efluentes oleosos utilizando processo de adsorção através de argila organofílica para separação óleo/água

Tratamento de efluentes oleosos utilizando processo de adsorção através de argila organofílica para separação óleo/água

Foletto et al. (2003), desenvolveram um estudo com o objetivo de regenerar/recuperar uma argila comercial (Fulmont F180 ) utilizada como adsorvente e posteriormente descartada, de uma indústria de refino de óleos e reutilizá-la na clarificação do óleo de soja. O óleo residual contido na amostra foi extraído por solvente (hexano) e essa amostra foi posteriormente submetida a tratamentos ácido e térmico. A amostra regenerada apresentou-se altamente eficaz na clarificação do óleo de soja. Porém, o processo de extração por hexano sozinho é insuficiente para recuperar o poder clarificante da argila comercial estudada, por este motivo a amostra deve ser posteriormente submetida a etapa de calcinação à temperatura de 400 °C (no mínimo), visto que, o poder clarificante da argila regenerada apresentou-se fortemente dependente da temperatura a que a amostra é submetida durante o processo de ativação térmica. As amostras tratadas com ácido apresentaram baixo poder clarificante. Por outro lado, a capacidade de clarificação da amostra ativada termicamente na temperatura de 500 °C foi superior à da amostra comercial utilizada como referência.
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Desenvolvimento de membranas cerâmicas para separação de óleo/água.

Desenvolvimento de membranas cerâmicas para separação de óleo/água.

Neste trabalho, obteve-se membranas isotrópicas de alumina, de ultrafiltração ou de microfiltração, obtidas por extrusão e membranas anisotrópicas de zircônia utilizando a membrana de [r]

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Caracterização de água produzida na indústria de petróleo para fins de descarte e otimização do processo de separação óleo/água

Caracterização de água produzida na indústria de petróleo para fins de descarte e otimização do processo de separação óleo/água

A resolução CONAMA apenas menciona os parâmetros: TOG, oxigênio dissolvido, pH e nitrato dentre os parâmetros estudados. De acordo com a Tabela 4.17 com exceção do pH, os parâmetros se encontram com valores acima do permitido pela legislação ambiental vigente. Sendo necessário um tratamento além do pré-tratamento com o SÃO (separador água-óleo), para que o efluente esteja dentro dos limites previstos pela legislação. Com relação ao TOG, que possui grande importância para indústria do petróleo, a análise de componente principal mostrou haver uma relação com o OD. A redução da quantidade de óleos (conseqüentemente a redução da turbidez) poderá ocasionar um aumento do oxigênio dissolvido no meio devido ao aumento da área de contato entre a superfície do líquido e o ar atmosférico.
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Síntese de materiais geopoliméricos utilizados na separação de emulsões óleo/água.

Síntese de materiais geopoliméricos utilizados na separação de emulsões óleo/água.

De acordo com os resultados obtidos de area superficial e diametro de poro dos materiais geopolimericos pelo metodo de adsorgao fisica de Nitrogenio, observa-se que quando usado a cinz[r]

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