Língua estrangeira

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Utilização do Instagram no ensino e aprendizagem de português língua estrangeira por alunos chineses na Universidade de Aveiro

Utilização do Instagram no ensino e aprendizagem de português língua estrangeira por alunos chineses na Universidade de Aveiro

Resumo: O presente artigo tem como principal escopo evidenciar as potencialidades da rede social Instagram como recurso didático para o ensino e aprendizagem de línguas. Para tanto, apresenta um estudo-piloto intitulado #aveiroenossople (Aveiro é nosso PLE) sobre o uso do Instagram em atividades complementares no ensino do Português para alunos chineses de Português Língua Estrangeira (PLE) da Universidade de Aveiro, cujos produtos foram publici- tados na página do projeto #AveiroeNosso-PLE na plataforma Wix. Com o objetivo de investi- gar se a ferramenta social Instagram pode contribuir para o desenvolvimento de competên- cias discursivas de aprendentes chineses, tanto na modalidade oral, quanto na escrita, a pro- posta em estudo foi ancorada numa concepção de língua como processo e interação, a partir da qual se compreende a produção e compreensão de texto – oral ou escrito – como prática social. No percurso metodológico foram cumpridas 3 etapas no desenvolvimento do tra- balho, nomeadamente: (i) planeamento, (ii) implementação, e (iii) avaliação. Em linhas gerais, os resultados apontam para contribuições do uso do Instagram para o desenvolvimento de competências ligadas à produção e compreensão textual e multimodal, a competências cul- turais necessárias e intrínsecas à aprendizagem de uma língua estrangeira, bem como para a formação de comunidades de aprendizagem por meio da interação entre os participantes. Palavras-chave: Aprendizagem de línguas; Rede Social Instagram; Compreensão e proução verbo-visual; Português Língua Estrangeira; Web2.0
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14 Lee mas

Os textos no ensino de português língua estrangeira : teorias e práticas

Os textos no ensino de português língua estrangeira : teorias e práticas

O presente artigo propõe refletir sobre as concepções de texto que circulam no ensino de português como língua estrangeira e, secundariamente, sobre o lugar e as formas de abordagem dos textos nos materiais didáticos. Como se sabe, nas últimas décadas a presença dos textos no ensino de línguas estrangeiras tem assumido um papel inquestionável, o que também vem acontecendo com o ensino explícito de gêneros textuais (SCHNEUWLY; DOLZ 2004). Porém, ainda parece existir uma distância significativa entre as propostas dos didatas ou teóricos do ensino e as práticas dos professores em sala de aula. Essa situação demonstra que não basta um conjunto de teóricos proporem algumas mudanças para isso logo acontecer. Daí que seja possível afirmar que as discussões sobre o lugar dos textos e dos gêneros textuais no ensino de Português Língua Estrangeira (doravante PLE), tal como a implementação de propostas concretas, ainda estão mesmo nos inícios, apesar da enorme e crescente divulgação de trabalhos sobre o assunto.
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20 Lee mas

DA CONTAÇÃO DE ESTÓRIAS INFANTIS À APRENDIZAGEM DE LÍNGUA ESTRANGEIRA EM UM CONTEXTO FRONTEIRIÇO

DA CONTAÇÃO DE ESTÓRIAS INFANTIS À APRENDIZAGEM DE LÍNGUA ESTRANGEIRA EM UM CONTEXTO FRONTEIRIÇO

Aprender uma segunda língua traz muitos benefícios para a criança, pois além de melhorar a fala e a articulação, aumenta a sua percepção auditiva, estimula o seu cérebro e ajuda na estruturação do pensamento, facilitando a comunicação e o aprendizado de outros idiomas. E é nesse sentido que as escolas devem atuar: criando espaços para a leitura e para o uso da língua estrangeira, de modo a motivar esses discentes e a intermediar o acesso ao conhecimento, uma vez que, muitos desses aprendizes, não costumam ter esse tipo de incentivo em casa.
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6 Lee mas

Le brésilien como língua estrangeira : gestos de nomeação da língua do outro

Le brésilien como língua estrangeira : gestos de nomeação da língua do outro

Por fim, nossas análises procuram identificar um outro modo de referir-se à língua falada pelos brasileiros: aquele constituído pela oposição marcada entre “português de Portugal” e “português do Brasil”. Nessa perspectiva, não se omite a palavra portugais , ao contrário, evidencia-se sua presença no sintagma, havendo dois elementos que marcam a distinção: o linguístico (du Brésil/brésilien) e o imagético (bandeiras e cartões postais). Outro dado importante é o fato de o nome das línguas estrangeiras, especificamente, a do Brasil, estar escrita em língua francesa, mesmo em se tratando de um manual de língua estrangeira que, conforme as abordagens internacionais (e mais atuais) de ensino de línguas, deveria ser produzido diretamente na língua alvo. O próprio tipo de manual, ao que percebemos, isenta-se dessa preocupação teórico-metodológica seja em função de sua imediatez e praticidade (típico de um guia rápido que precisa ser compreendido desde a capa) seja em função do aspecto comercial, o que parece muito fortemente permear os discursos sobre a língua oficial do Brasil e, com ela, todo um imaginário acerca destes felizes trópicos, para pensarmos com(tra) Claude Lévi-Strauss.
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17 Lee mas

Aprendizagem reflexiva de leitura em língua estrangeira: Questões relativas à construção de materiais digitais para acesso independente / Reflexive learning of foreign language reading: issues  related to the construction of digital self-access materials

Aprendizagem reflexiva de leitura em língua estrangeira: Questões relativas à construção de materiais digitais para acesso independente / Reflexive learning of foreign language reading: issues related to the construction of digital self-access materials

Outro   exemplo   ilustrativo   nessa   direção   é   o   acesso   ao   link  “estratégias”. Na estrutura originalmente prevista para o curso, a reflexão  sobre   o   conhecimento   estratégico   seria   realizada   após   a   resolução   das  tarefas de compreensão. Nesse caso, tal reflexão almejaria conscientizar o  leitor quanto à natureza das estratégias que já usa de forma intuitiva de  modo a tornar seu uso mais controlado e efetivo. De acordo com Bialystock  e   Ryan   (1985),   para   ser   usado   de   forma   mais   eficiente   e   flexível   em  diferentes contextos de uso, o conhecimento prévio precisa ser de natureza  analisada. A reflexão sobre estratégias, após a realização e a verificação de  respostas, também poderiam, em princípio, alertar os leitores sobre como  estratégias   não   adotadas   poderiam   ter   facilitado   a   sua   tarefa   de  compreensão textual. No entanto, apesar desse percurso previsto durante a  estruturação   do   material,   alguns   leitores   preferem   adotar   um   caminho  alternativo. Esses leitores preferem primeiro acessar as reflexões sobre as  estratégias,   leem   as  perguntas  e  depois  passam   para  a  leitura  do   texto.  Nesse caso, eles podem tentar praticar o uso das estratégias enquanto leem  o   texto.   Já   a   leitura   prévia   das   perguntas   permite   que   ampliem   suas  expectativas   em   relação   ao   conteúdo   textual,   o   que   pode   minimizar   o  estresse   causado   pelo   pouco   conhecimento   da   língua   alvo.   Mesmo  norteando sua compreensão nas perguntas, o que pode direcionar o foco de  atenção durante a leitura e facilitar a resolução das tarefas de compreensão,  é fato que alunos menos proficientes podem interagir com o texto de modo  a ampliar seu contato com a língua alvo em uma situação real de uso, o que  pode acelerar seu processo de aquisição. De uma forma análoga, alunos que  preferem   estudar   o   glossário   antes   da   leitura   do   texto,   de   certa   forma,  sistematizam   o   léxico   aprendido   durante   o   processo   de   construção   do  sentido textual. 
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14 Lee mas

III Jornadas Internacionales “Descobrindo Culturas em Língua Portuguesa”

III Jornadas Internacionales “Descobrindo Culturas em Língua Portuguesa”

Um dos objetivos da extensão universitária é a promoção da cultura, a transferência científica e tecnológica e a realização de atividades tendentes a consolidar a relação entre a Universidade e a sociedade. Para consolidar esta relação fortalecendo os vínculos entre ex-alunos, profissionais e demais agentes da sociedade, e oferecer uma alternativa de formação acadêmica e capacitação profissional para a aquisição de uma língua estrangeira, é que a Cátedra de Português da Universidad Nacional del Comahue apresentou o projeto de extensão universitária “Portugués Nivel pre- intermedio – entrenando las habilidades de hablar, leer, escribir y escuchar utilizando las TIC” (Ordenanza CS UNCo Nº 0237/2015) cujo principal objetivo é a aquisição da língua portuguesa em um contexto virtual. Este projeto foi desenvolvido durante o ano 2015 através da Plataforma Moodle da Universidad Nacional del Comahue, conhecida como Pedco. Com uma variedade de atividades educativas visamos demonstrar o enorme potencial das novas tecnologias educativas para favorecer os processos de ensino-aprendizagem de línguas. Dentre a gama de ferramentas utilizadas durante o transcurso do projeto, buscamos aquelas que favorecessem o trabalho colaborativo e que fossem fáceis de usar, além de possibilitar o trabalho na virtualidade. Uma destas foi a Apresentação em PowerPoint (PPT) vinculada ao Google Drive. Propomos aqui compartilhar nossa experiência didática no uso da ferramenta PPT inserida na Plataforma Pedco, seus pontos positivos, dificuldades e resultados. O marco de referência para o trabalho que vamos apresentar se baseia em Litwin (2005), pois considera que as tecnologias são possibilitadoras de encontros e permitem percorrer juntos trajetos de um caminho. Desde as perspectivas comunicacionais, as novas tecnologias nos levam a ajudar uns aos outros nestes percursos, e promovem o reconhecimento das óticas diferentes, das dificuldades e das soluções, ainda quando estejamos em latitudes distintas. Utilizamos a metodologia de Aprendizagem Baseada em Projetos (ABP) por facilitar a aprendizagem significativa por meio de tarefas e potencializar o trabalho grupal, enriquecida pelo enfoque TPACK (Koehler y Mishra, 2009) e pela taxonomia de atividades descritas por Jordi Adell (2010).
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257 Lee mas

O OLHAR DOS ALUNOS DO CURSO DE LA SOBRE O CONCEITO DE LÍNGUA ADICIONAL

O OLHAR DOS ALUNOS DO CURSO DE LA SOBRE O CONCEITO DE LÍNGUA ADICIONAL

do curso de Licenciatura em Letras - Línguas Adicionais: Inglês, Espanhol e Respectivas Literaturas, no qual, a partir de uma atividade conjunta de ambos componentes, realizou- se um trabalho interdisciplinar para o qual deveríamos utilizar as duas línguas em uma apresentação. Decidimos pesquisar sobre a diferença do termo Língua Adicional e Língua Estrangeira. O resultado foi a produção de um documentário, no qual realizamos entrevistas com professores e alunos do curso de Letras - Línguas Adicionais, que deveriam responder o que entendiam por estes termos. Com base na definição de língua adicional apresentada acima e no contexto de aprendizagem do Curso de Licenciatura em Letras - Línguas Adicionais Inglês e Espanhol e suas Respectivas Literaturas, consideramos de grande relevância investigar de que maneira os alunos desse curso percebem como estas línguas estão evidenciadas em Bagé-RS e também nas suas cidades de origem. Deste modo, os objetivos deste trabalho consistem em: analisar as percepções dos alunos não ingressantes do curso de Línguas Adicionais; verificar as opiniões dos alunos sobre como as línguas adicionais aparecem no país; ver de que forma há um compasso entre o ensino de inglês no curso e a ideia de língua adicional (versus língua estrangeira); e, por fim, compreender o que os alunos pensa, sobre ser um curso de Línguas Adicionais ao invés de Língua Estrangeira.
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6 Lee mas

A leitura inferencial em língua 1 e em língua 2 (Francês)

A leitura inferencial em língua 1 e em língua 2 (Francês)

Sobre este assunto, é importante salientar a formação argumentativa da escola francesa baseada na produção do comentário e a dissertação e na leitura do ensaio. Acostumado à estrutura argumentativa da sua própria língua e à forte exposição desta tipologia textual durante a escola de segundo grau e a universidade, o estudante de francês língua materna não só tem o hábito de ler textos argumentativos, mas também tem o hábito de produzi-los. Esta formação parece transmitir-se aos estudantes de francês língua estrangeira tanto nas aulas quanto nos métodos de ensino utilizados na aprendizagem da L2, embora os programas de estudo não ponham a ênfase nessa tipologia textual.
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6 Lee mas

ALITERATURANASALADEAULADELÍNGUAESPANHOLA:REFLEXÕESSOBREUMAESCOLHACONSCIENTE

ALITERATURANASALADEAULADELÍNGUAESPANHOLA:REFLEXÕESSOBREUMAESCOLHACONSCIENTE

Por fim, destacamos que a sequência didática deve ser elaborada com atividades em que os alunos se sintam participantes e não meros ouvintes, para que a aprendizagem faça sentido. Para se tornarem proficientes em leitura literária os alunos devem ser estimulados a ler com mais frequência tanto em língua estrangeira como na língua materna. A atividade de leitura literária pode e deve ser incluída sempre na elaboração de sequências didáticas em classes de línguas. No caso das aulas de língua espanhola, esse movimento oportuniza ao aluno conhecer outras manifestações culturais e artísticas de outros lugares ± enunciativos e/ou geográficos ± ampliando a sua interrelação com o mundo hispânico.
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6 Lee mas

Conhecer a língua do outro: caminho à integração latinoamericana

Conhecer a língua do outro: caminho à integração latinoamericana

graduados nas universidades. O curso de “Letras Português” existia só em duas Universidades Nacionais da Argentina, dessa forma, a tarefa de base com máxima urgência na Argentina, e nos países hispano-falantes do MERCOSUL era, portanto, o estabelecimento de cursos de formação de professores de português como língua estrangeira no bojo das escolas de educação superior. Uma das ações concretas que podemos mencionar é que em Mendoza a Universidade Nacional De Cuyo, junto com o consulado brasileiro, criaram em 2010 o “Curso de Letras Português” na Faculdade de Filosofia e Letras, curso formativo de quatro anos de duração com perfil de docentes que poderão trabalhar em universidades e escolas de ensino médio.
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11 Lee mas

II Jornadas Internacionales “Descobrindo Culturas em Língua Portuguesa”

II Jornadas Internacionales “Descobrindo Culturas em Língua Portuguesa”

Pontuar é um dos maiores desafios da linguagem escrita, mas essa dificuldade é ainda maior quando se trata de empregar a vírgula. Nesse terreno de incertezas, misturam-se os critérios, confundem-se os empregos e dividem-se as opiniões. Uma classe de alunos de língua portuguesa é o bastante para se conhecer a dimensão do problema, que de fato foi cultivado ao longo de anos de repetição acrítica de normas muito mais burocráticas do que eficazes. Com base nessa realidade que diz respeito a todos os usuários do português (sejam eles professores ou aprendizes da língua), o presente trabalho trata de questões relativas ao emprego de vírgula com grupo adverbial. Opta pela abordagem sistêmico-funcional de Halliday (1994) e problematiza, com base nas contribuições de Bechara (2009) e de Cunha e Cintra (2001), as formulações até então disponíveis na tradição gramatical do português brasileiro. Focaliza a correspondência entre as linguagens oral e escrita, buscando compreender que relações se estabelecem entre as inflexões da voz e as grafias do texto. Discute ainda a compreensão tradicional segundo a qual a vírgula exerce o papel de imprimir ênfase ao texto por meio da correlação direta entre pausa e pontuação. Amparado na teoria funcionalista, este estudo também se dedica a compreender a atuação dos sistemas de apresentação e de distribuição das informações relativamente à constituição do fluxo do discurso, dado que a presença ou a ausência de vírgulas, bem como o lugar que o grupo adverbial ocupa na estrutura oracional não são exatamente opcionais (segundo indicam as prescrições normativas), mas estão estreitamente relacionadas ao fluxo discursivo e, consequentemente, aos sistemas de gerenciamento das unidades de informação.
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271 Lee mas

ENSINO DE LÍNGUA INGLESA: O PAPEL DA MOTIVAÇÃO NO PROCESSO

ENSINO DE LÍNGUA INGLESA: O PAPEL DA MOTIVAÇÃO NO PROCESSO

Embora seja possível perceber, a partir da análise do dado, que a actividade realizada despertou o interesse dos alunos, podemos propor pelo menos mais uma interpretação que o graduando não mencionou. Existe necessidade de refletir um elemento que não foi registrado pelo observador, mas ao qual é necessário estar atento no ensino da língua: referimo-nos à atenção que deve ser dada à variedade linguística do aluno no trabalho com a pronúncia. Isso porque o desenvolvimento das habilidades da pronúncia se realiza com base em situações que fazem parte da realidade do falante, praticando a entoação de várias palavras com base em discursos. Essa situação pode despertar o interesse dos alunos, porém é importante que o professor elabore suas atividades para facilitar a assimilação dos alunos e evitar estigmatização com base na compreensão das variações linguísticas que vão surgindo em sala de aula, uma vez que o professor trabalha com alunos de diferentes realidades sociais, ou seja, não existe homogeneidade. Efetivamente, em que a variedade linguística pode ajudar ou não a pronúncia em LI? Para responder a essa questão, buscamos as contribuições de Bortoni- Ricardo (2005, p. 109) ao pontuar que:
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12 Lee mas

AS TIC NA TRAJETÓRIA ACADÊMICA DE FUTUROS PROFESSORES DE LÍNGUA ESPANHOLA

AS TIC NA TRAJETÓRIA ACADÊMICA DE FUTUROS PROFESSORES DE LÍNGUA ESPANHOLA

Portanto, o desenvolvimento deste trabalho pode servir como objeto motivador para professores e futuros professores de Letras. Será de grande importância para o processo de ensino e aprendizagem nas aulas de espanhol, disponibilizando formas aportadas em grandes teóricos no que diz respeito à utilização de tecnologias de informação e comunicação. Através da cibercultura (LÉVY, 1999) disponibilizou-se um conjunto de técnicas, práticas, atitudes, modos de pensamento e de valores que se desenvolvem juntamente o crescente cenário de ciberespaço. Entretanto, dependendo de esforços em conjunto, para que dessa forma aconteça de fato a inserção das TIC e sua consolidação no processo de aquisição da língua espanhola. .
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6 Lee mas

Turismo arqueológico: diagnóstico e análise do produto arqueoturístico

Turismo arqueológico: diagnóstico e análise do produto arqueoturístico

Estas considerações demonstram que o Turismo Arqueológico desempenha função relevante para a sociedade, e portanto, me- rece um estudo particular por parte dos acadêmicos e atenção especial dos setores públicos. Para preencher parte da lacuna existente na literatura acadêmica nacional e estrangeira sobre este segmento turístico, elaborou-se este artigo cujo objetivo foi tes- tar no produto arqueoturístico estrangeiro a metodologia utilizada para diagnosticar o Turismo Arqueológico a partir das condiç- ões de uso turístico de Sítios Arqueológicos no Estado de São Paulo, Brasil. Inicia pela descrição da metodologia aplicada ao pro- duto arqueoturístico. Em seguida, discorre sobre os atrativos arqueoturísticos e a im- portância do planejamento baseado na pre- servação e interpretação dos Sítios Arqueo- lógicos. Finalmente, apresenta o diagnósti- co de um sítio português e outro brasileiro, e faz uma análise sobre estes.
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11 Lee mas

TítuloRicardo Carvalho Calero: planificador da língua galega

TítuloRicardo Carvalho Calero: planificador da língua galega

Para facilitar a implementaçom das medidas propostas no Plano Geral aprovado polo órgao de representaçom do povo galego, a Xunta de Galicia promulgou três anos mais tarde o Decreto 124/2007, destinado a incrementar o uso real da língua galega no sistema educativo. Com esse mesmo fi m, a Secretaria Geral de Política Linguística elaborou um manual destinado às equipas docentes para que lhes servis- se como guia à hora de elaborarem a planifi caçom lingüística nos centros de ensino. Este texto, elaborado por Agustín Fernández Paz, Anxo Lorenzo e Fernando Ra- mallo (Fernández Paz et alii 2007) é o documento planifi cador que maior alcance social atingiu.
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14 Lee mas

A VARIAÇÃO LINGUÍSTICA E A COLOCAÇÃO PRONOMINAL NOS LIVROS DIDÁTICOS DE LÍNGUA PORTUGUESA

A VARIAÇÃO LINGUÍSTICA E A COLOCAÇÃO PRONOMINAL NOS LIVROS DIDÁTICOS DE LÍNGUA PORTUGUESA

O presente trabalho faz parte de um projeto maior, nomeado "Variação linguística: descrição, ensino e formação de professores", e está em fase inicial. A variação linguística está presente em todas as comunidades de fala, como explica Mollica (2008). A pesquisa tratou de fazer uma análise de como estão sendo abordados os usos possíveis da colocação pronominal em livros didáticos de língua portuguesa usados atualmente nas escolas da rede pública, na cidade de Bagé (RS). O livro didático utilizado para a pesquisa foi lido na íntegra. Tal livro pertence ao 2º ano do ensino médio e foi publicado em 2016, tendo sido aprovado no PNLD de 2018, 2019 e 2020. O livro objeto da pesquisa não possui um capítulo específico para tratar da variação linguística, mas ela pode ser encontrada no decorrer do material quando este aborda aspectos variáveis da língua. O livro didático usa a abordagem "Sociolinguística inovadora", que, segundo Vieira (2009), é aquela que aborda um maior número de possibilidades de usos para que o aluno, mesmo não usando todas as formas, como é o caso da mesóclise, saiba reconhecê-las. Os resultados apresentados são parciais porque a pesquisa está em desenvolvimento. Serão realizadas análises em outros livros para futuras comparações com livros mais antigos.
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5 Lee mas

O parâmetro movimento em língua de sinais portuguesa

O parâmetro movimento em língua de sinais portuguesa

Nas secções anteriores, baseando-nos em investigação de outras línguas de sinais, apresentámos exemplos de valores do MM que se concretizam na LSP, nomeadamente o de unidade discreta com cariz contrastivo e o de unidade silábica. Nestas secções perspetivaremos o movimento enquanto morfema, ou seja “unidade mínima com função na gramática da língua, ou seja, com função gramatical” (Rio-Torto et al., 2013, p. 43). Pode parecer paradoxal designar o movimento enquanto afixo preso, tendo em conta quer o significado conceptual da palavra “movimento”, quer a dificuldade em particularizar afixos numa língua que prima pela simultaneidade e não pela sequencialidade das unidades. Assim, preferimos usar o termo marcador gramatical ou marcador derivacional pois é mais genérico e coloca menos questões conceptuais.
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16 Lee mas

TítuloDicionários monolíngues da Língua Galega

TítuloDicionários monolíngues da Língua Galega

Contudo, reconheço a importância do dicionário no processo de construção de uma norma padrão, o papel que o dicionário desempenhou como instrumento de fixação como norma culta de uma determinada variedade linguística. Para além das possí- veis políticas linguísticas (ou ausência das mesmas), o papel do dicionário é sim- bólico no processo de construção de uma norma padrão. Prova disso é a importân- cia dos dicionários no processo de normalização das línguas minorizadas assim como dos diferentes trabalhos e produtos que hoje se estão a realizar, dentro do que se conhece como “indústrias da língua”, para as principais línguas de cultura (bases de dados lexicais, obras terminográficas científicas e técnicas, bases de dados mul- tilíngues, thesaurus para documentação, etc.).
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22 Lee mas

O ensino de Estudos Sociais no Brasil: da intenção à obrigatoriedade (1930-1970)

O ensino de Estudos Sociais no Brasil: da intenção à obrigatoriedade (1930-1970)

A intenção de se estabelecer nos currículos escolares do ensino básico grandes áreas de estudo em substituição às disciplinas específicas não é nova na educação brasileira. Uma dessas experiências foi desenvolvida pelo CFE durante os anos 1970 por meio da publicação do Parecer nº 853/71, de autoria do Conselheiro Valnir Chagas, que instituiu a Doutrina do Núcleo Comum e estabeleceu as matérias Comunicação e Expressão, Estudos Sociais e Ciências. Essas “grandes linhas” englobavam, respectivamente, o ensino de Língua Portuguesa e Língua Estrangeira, História, Geografia e Organização Social e Política do Brasil (OSPB) e, finalmente, Matemática e Ciências Físicas e Biológicas. É possível identificar certas semelhanças entre as duas proposições – a da década de 1970 e a defendida pelo MEC atualmente. Mais uma vez, o tema “integração dos conteúdos” está em pauta no cenário educacional de nosso país. A tentativa mais antiga e talvez a mais combatida refere-se à integração
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34 Lee mas

La lingüística sistémico-funcional en diálogo : reflexiones acerca del lenguaje, su uso y su enseñanza

La lingüística sistémico-funcional en diálogo : reflexiones acerca del lenguaje, su uso y su enseñanza

2002), até a produção efetiva por coletivos e indivíduos dentro do contexto das mídias comunitárias e digitais (de Lima, 2007; Lopes, 2012). De fato, a relevância de um projeto de ensino-aprendizagem que se debruce sobre a relação entre a comunicação, a educação e a produção simbólica se justifica pela aproximação natural que as áreas possuem, levando à criação de um espaço de aprendizagem (Freire, 2006; Setton, 2010). A interação com e nas diferentes mídias leva ao natural aprendizado de práticas de linguagem e ideologias. A apropriação entre tais mídias e o ambiente formal de ensino aprendizado seria, por conseguinte, de grande relevância social (Soares, 2011). Assim, pensar os processos sociais resultantes da óbvia interação entre esses domínios é mister para compreensão das relações sociossemióticas envolvidas, um dos grandes desafios é construir experiências de ensino que sejam socialmente relevantes e que, de alguma forma, reflitam como a relação entre língua e tecnologia acontece no mundo real. Um dos primeiros impactos observados de nossa realidade multimodal é o processo de descentralização da construção do significado.
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196 Lee mas

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