Mídias na Educação

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Educação a distância e material didático: um estudo sobre o curso mídias na educação

Educação a distância e material didático: um estudo sobre o curso mídias na educação

Desse modo, ao buscar o redimensionamento da prática em um cenário em que estamos bombardeados por uma infinidade de informações disponibilizadas nas mídias – e essa situação intensificou-se com a internet –, o professor precisa se dispor a aprender novos conteúdos, a conhecer novas metodologias para dar conta de novas aprendizagens. A influência que as mídias exercem nos modos de ser e de agir dos indivíduos, especialmente nas crianças e adolescentes que são os potenciais alunos de nossas escolas públicas, é imensa. Por essa razão, o desdobramento dessa situação, na escola, pode desencadear um trabalho pedagógico crítico e construtivo no sentido de que o professor possa levar os alunos a aprenderem de forma significativa. Para isso, um dos caminhos que o pro essor “B” vislumbrou foi participar do curso Mídias na Educação, no entanto o Módulo Informática não trouxe essa contribuição para prática pedagógica do professor. Ao fazer suas reflexões no diário de bordo, a partir de questões presentes na proposta de complementação das atividades que propusemos para o material didático, o professor demonstra como se dá esse processo.
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207 Lee mas

Mídias na educação e formação docente

Mídias na educação e formação docente

Em uma perspectiva da lingüística, reconhece que os ambientes virtuais da educação online são tecnologias que podem propiciar a interação entre as pessoas. São ferramentas de mediação que fascinam os usuários pelo potencial que oferecem de transformar as relações sociais de maneira lúdica, mas não garantem o ensino e a aprendizagem nem a real interação. Para verificar a ocorrência de interação, Monteiro, Ribeiro e Struchiner (2007) analisaram um fórum de discussão online. Na análise dos discursos nesse ambiente, evidenciou-se a desigualdade entre os participantes, constatando-se alguns monólogos de conteúdos repetidos, sem uma articulação com as experiências. Essas evidências indicam que esses recursos também podem ser utilizados para reforçar as relações de poder camuflado no discurso pedagógico. Assim, as autoras afirmam que, para romper com a postura autoritária, é preciso garantir que todos participem ativamente do espaço destinado para o diálogo e contribuir para que as pessoas possam expressar suas diferenças, escutando o que o outro tem a dizer.
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21 Lee mas

Mídias na EJA do Paranoá : desafios e avanços na mediação

Mídias na EJA do Paranoá : desafios e avanços na mediação

Os educadores da Educação de Jovens e Adultos não estão utilizando as mídias disponíveis na escola para mediar os conhecimentos aos educandos. Assim, nota-se que a inutilização das mídias na educação da EJA perpassa pela insegurança dos educadores que, muitas vezes, não usam os laboratórios de informática e não inserem esses recursos didáticos nos planejamentos das aulas. Em conseqüência a isso, os educandos ficam impossibilitados de terem acesso às novas informações e não fazem reflexões críticas sobre o uso dessas mídias, o qual é necessário para o desenvolvimento de competências e habilidades que promovem o exercício da cidadania. É nesse sentido que VARELA argumenta:
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46 Lee mas

A geografia na educação ambiental

A geografia na educação ambiental

Educação Ambiental é um processo participativo no qual o educador assume o papel de elemento no processo de ensino/aprendizagem pretendido, participando ativamente sobre os problemas ambientais e busca de soluções. O educador é o agente transformador, por meio do desenvolvimento de habilidades e formação de atitudes que resultem numa conduta ética condizente com o exercício da cidadania. Como parte integrante desse processo, a Geografia escolar deve ser uma disciplina que desperte a criticidade dos alunos, já que trabalha com temas políticos e polêmicos que importantes são importantes para a sociedade. Dessa forma, professor e aluno devem ter um diálogo mais amplo e dinâmico sobre as questões que são objeto de estudo nessa disciplina.
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39 Lee mas

Infância na educação filosófica

Infância na educação filosófica

Este trabalho pretende explorar a relação possível entre conceito de Infância e a Educação filosófica, desta forma, pensar a infância na educação filosófica como movimento para a experiência. Toma-se educação filosófica como processo no ensino de filosofia, não como obtenção do conteúdo histórico-filosófico, nem como aprender as habilidades do pensar, ou apenas fazer questões. Mas como atitude filosófica de um perguntar constante, aspirar pelo saber num movimento de criação de recriação de si de das relações que estão postas no mundo. Desta maneira, a formação filosófica está sempre em processo. Infância é entendida como condição para o falar diante do vazio, da ausência da fala, para criar linguagem, a infância é o acontecimento que interrompe o que já está dado.
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7 Lee mas

Inovações sociais na educação

Inovações sociais na educação

Dificultad que proponen confrontar desde el área de los estudios de innovación a fin de superar la proliferación de acepciones en la práctica, así como los diferentes énfasis derivado[r]

19 Lee mas

A realidade da educação física na educação infantil na cidade de Barretos/SP

A realidade da educação física na educação infantil na cidade de Barretos/SP

Para a pergunta às professoras sobre se elas desenvolvem regularmente aulas de Educação Física com a turma e o porquê, e ainda sobre a opinião, das mesmas sobre quem deve dar aulas de Educação Física, todas foram unânimes em dizer que trabalham sim com movimentos corporais, por meio de jogos e brincadeiras, já que tem alguns cursos que as orientam para essas ações. Na fase da Educação Infantil as crianças têm que se autoidentificar, ter noção do corpo no espaço, lateralidade, equilíbrio, etc. e tudo faz parte da Educação Física. Mas que o melhor é ter uma professora especialista na área casando com a resposta das diretoras que também tem opinião favorável ao professor especialista.
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49 Lee mas

Por uma educação na era tecnológica

Por uma educação na era tecnológica

Diante disso, é necessário pensar numa ética que considere esse contexto, mas que também priorize a natureza, responsabilizando o homem pelas suas ações. Se o Hans Jonas parte de um projeto que evidencia o princípio responsabilidade como fundamento para essa ética, então, a educação tem um papel fundamental nessa era tecnológica, no qual, devo aqui identificar, destacando sua importância para a compreensão de nossa sociedade e uma preocupação com as gerações futuras.

6 Lee mas

EDUCAÇÃO FINANCEIRA NA ESCOLA MUNICIPAL E NA COMUNIDADE

EDUCAÇÃO FINANCEIRA NA ESCOLA MUNICIPAL E NA COMUNIDADE

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5 Lee mas

EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: PERCEPÇÃO DE PAIS/RESPONSÁVEIS

EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: PERCEPÇÃO DE PAIS/RESPONSÁVEIS

O presente projeto visa analisar a percepção dos pais e responsáveis sobre as aulas de Educação Física na Educação Infantil, ministradas pelos acadêmicos do curso de Licenciatura em Educação Física da UNIPAMPA, durante o Estágio Supervisado I. Serão considerados como público alvo os pais/responsáveis dos alunos da Educação Infantil das escolas públicas de Uruguaiana-RS que receberam os acadêmicos de Educação Física UNIPAMPA. Para realização deste estudo, serão considerados e respeitados todos os aspectos éticos envolvidos na pesquisa com seres humanos, o projeto e já aprovado no Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) da Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA) com parecer 1.840.192.. A coleta de dados será por meio de questionários. Como resultado espera-se que a proposta deste estudo possa promover a reflexão sobre a importância das aulas de educação física ocorrer em todos os níveis de ensino e serem ministradas pelo profissional especifico, e também que os pais possam perceber a importância da EF na Educação Infantil no processo de desenvolvimento da criança.
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5 Lee mas

Sexualidade na Educação Infantil

Sexualidade na Educação Infantil

A Educação Sexual nas escolas brasileiras, principalmente nos níveis de Educação Infantil e do Ensino Fundamental, tem sido bastante polêmico. Muitos consideram, ainda hoje, a abordagem de questões sexuais na escola como algo não-sadio, pois estimularia precocemente a sexualidade da criança e do adolescente. Para outros, a discussão orientada de temas relacionados à sexualidade proporcionaria aos jovens o conhecimento da importância da vida sexual bem mais sedo e com mais profundidade (RIBEIRO E CAMARGO, 1999, p. 39). Percebemos que a sexualidade ainda está muito presa à ideia de sexo, não havendo desta maneira, uma compreensão que a mesma faz parte do processo de desenvolvimento humano, tanto quanto engatinhar, andar e falar, e que assim como essas necessidades a sexualidade também se manifesta na infância.
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44 Lee mas

Afetividade na educação infantil

Afetividade na educação infantil

O presente trabalho oferece uma reflexão acerca da Educação Infantil, sua história e sobre a prática docente comprometida com as dimensões que envolvem os sentimentos, emoções e afetividade atreladas ao desenvolvimento cognitivo de crianças pequenas. Desta forma, conhecer a trajetória da Educação Infantil no Brasil bem como suas implicações no conceito de infância é de fundamental importância. A partir daí a afetividade entra em xeque como um elemento essencial da prática docente para o estímulo e favorecimento do prazer ao aprender e segurança oferecida ao aluno para que se desenvolva. Os aspectos apresentados neste trabalho são visto a partir de uma perspectiva histórica cultural. A pesquisa aqui adotada é de ordem qualitativa e pretende mostrar a visão do docente sobre sua atuação como também a visão da criança em relação a essa mesma atuação. O instrumento utilizado foi um questionário com sete questões abertas. Utilizou-se também observação em sala de aula e a estratégia de contação de histórias para as crianças. Os participantes foram duas professoras que atuam na Educação Infantil e dezenove crianças de uma turma de Educação Infantil, de um colégio particular situado na Asa Norte/ Brasília – DF. Os resultados da pesquisa apontam que a afetividade se encontra vinculada ao processo de ensino - aprendizagem, influenciando o gostar e a motivação da criança. Conclui-se, portanto, que a afetividade é imprescindível na melhoria da educação e do desenvolvimento integral da criança.
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89 Lee mas

Educação ambiental na escola

Educação ambiental na escola

é um dos métodos mais utilizados até hoje nas salas de aula, o que demonstra que ainda há uma forte predominância na tendência pedagógica tradicional, a qual é baseada na transmissão dos conteúdos de maneira informativa. Essa modalidade pode apresentar bons resultados, desde que seja bem preparada e que haja espaço para que os alunos façam seus questionamentos, pois sendo esta um processo, não deve ser desenvolvida por um só sujeito, e sim por toda a coletividade envolvida.

13 Lee mas

A interculturalidade na educação artística

A interculturalidade na educação artística

O projeto desenvolvido com a turma foi inserido no projeto da escola “O tapete está no ar”. Assim, o professor cooperante apresentou-nos o projeto que aspirava desenvolver com a professora de Português sobre a obra Odisseia de Homero, na qual pretendiam destacar as virtudes de Penélope e a sua ação de tecer durante o dia e desfazer à noite uma mortalha, associando-a à tapeçaria. O produto final pretendido seria um desdobrável sobre o projeto para ser entregue no Centro Interpretativo do Tapete de Arraiolos. Este projeto foi muito interessante de implementar uma vez que promoveu a interdisciplinaridade, entre as disciplinas de Educação Visual, Português e Inglês, e apresentou uma componente de intervenção no meio envolvente. Neste sentido o grupo de estágio delineou algumas áreas a desenvolver, tendo eu ficado com a ilustração.
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83 Lee mas

A importância das aulas de educação física na educação infantil

A importância das aulas de educação física na educação infantil

Vygotsky (1987) afirma que o lúdico é tido como uma criativa e importante ferramenta utilizada como instrumento pedagógico para ser trabalhado dentro de sala de aula, ressaltando que o ato de brincar é o momento onde a criança interage com o mundo real e o imaginário, interagindo com a fantasia, o que caracteriza como um ato de criação, usando a imaginação e interagindo com a realidade possibilitando novas interpretações, ocasionando assim novas formas de relações sociais. O papel da educação então, objetiva a formação de cidadãos críticos aptos para criar e então serem capazes de construir cada vez mais conhecimentos.
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28 Lee mas

Uma proposta de Educação Ambiental crítica na Educação Infantil

Uma proposta de Educação Ambiental crítica na Educação Infantil

A macrotendência pragmática representa uma derivação evolutiva da macrotendência conserva- cionista, na medida que é sua adaptação ao novo contexto social, econômico e tecnológico e que têm em comum a omissão dos processos de desigualdade e injustiça social. Ambas são comporta- mentalistas e individualistas, mas a forma conservacionista é uma versão mais ingênua e enviesada de grupos mais ligados às ciências naturais que entendem q crise ambiental e a Educação Ambien- tal dessa maneira, ora porque não têm uma reflexão sociológica da questão ambiental, ora porque entendem que politicamente é melhor não misturar ecologia e política, e neste caso, nos referimos as atores ideologicamente interessados, em evitar uma perspectiva de conflito na abordagem da questão (Layrargues & Lima, 2014, p.32).
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6 Lee mas

Educação Física na Educação Infantil: uma revisão sistemática

Educação Física na Educação Infantil: uma revisão sistemática

publica, visando a promoção de comportamentos fisi- camente ativos na escola e fora dela, nessa população especifica. O estudo 3 verificou melhoria em testes de habilidades motoras, flexibilidade, IMC, dobras cutâ- neas, pressão arterial, frequência de acidentes e infec- ções, redução na utilização de mídias eletrônicas em crianças de 5 a 6 anos. Cabe ressaltar que, em função destes resultados, o programa de intervenção utilizado neste estudo será implementado em toda a Alemanha. O estudo 4 obteve que as aulas de EF contribuem para um aumento dos níveis de AF, quando comparados aos dias em que não havia aula de EF na escola. Em contra- partida, o estudo 5 discutiu o formato atual das aulas de EF, alertando que em sua pesquisa, a contribuição desta disciplina foi apenas uma pequena parcela para o nível adequado de AF recomendado para pré-escolares.
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7 Lee mas

A produção sobre a educação da mulher na educação de jovens e adultos

A produção sobre a educação da mulher na educação de jovens e adultos

“persiste a desigualdade sexista nas relações familiares e no espaço educacional, na me- dida em que as determinações de gênero dificultam a inserção na escola, do segmento feminino das camadas populares” (FERREIRA, 2008, p. 14). Esse público feminino que foi impedido de concluir os estudos por diversas questões (de gênero, classe, étni- co-racial), quando consegue retornar à escola ainda encontra diversos empecilhos para concluir o processo escolar, pois além das dificuldades já citadas, ainda tem que dividir seu tempo entre as tarefas domésticas, o trabalho e cuidados com a família. A autora termina seu artigo enfatizando a necessidade de pesquisas educacionais que abordem que na educação escolar estão presentes as diferenças de gênero, classe e étnico-racial. O artigo "Relações de gênero, práticas de cuidado e Educação de pessoas jovens e adultas", de Souza e Fonseca (2008), dá um enfoque em mulheres catadoras de materiais recicláveis de uma associação e propõe investigar como se configuram as relações de gênero dessas mulheres e como essas questões refletem na vida dos/ as estudantes da EJA. Para atender esses objetivos foram realizadas entrevistas com catadores/as organizados/as em uma associação, além da observação e registro de seis aulas. Por fim, observou-se que quando se fala de acesso e permanência nas salas de aula da EJA as relações são desiguais entre mulheres e homens. No artigo é evidencia- do que historicamente as mulheres têm se constituído um público específico da EJA, decorrente pela maior amplitude da experiência feminina de não acesso à educação. Portanto, mesmo diante dessa realidade “a literatura na área tem-se dedicado pouco às discussões sobre essas pessoas” (SOUZA e FONSECA, 2008, p. 2).
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12 Lee mas

Educação vocacional e liberal na teoria da educação de Pestalozzi

Educação vocacional e liberal na teoria da educação de Pestalozzi

Para este fin, la noción de edu- cación vocacional y liberal debe ser contextualizada y así poder entender el debate de Pestalozzi con Witte y reconocer el miedo de Pestalozzi de que s[r]

12 Lee mas

O papel dos direitos linguísticos na educação para a cidadania: um estudo na educação de infância

O papel dos direitos linguísticos na educação para a cidadania: um estudo na educação de infância

Relativamente ao nosso objeto de estudo, e às temáticas abordadas neste relatório, destaco alguns artigos presentes na DUDL que se tornam mais relevantes na nossa análise e no contexto em que se insere o estudo, o artigo 3º (“O direito a ser reconhecido como membro de uma comunidade linguística; o direito ao uso da língua em privado e em público; o direito ao uso do próprio nome”), o Artigo 10º, Ponto 1 (“Todas as comunidades linguísticas são iguais em direito”), o Artigo 23º, Ponto 3 e 4 (“O ensino deve estar sempre ao serviço da diversidade linguística e cultural, e das relações harmoniosas entre as diferentes comunidades linguísticas do mundo inteiro; No quadro dos princípios anteriores, todos têm direito a aprender qualquer língua. “), o Artigo 26º (“Todas as comunidades linguísticas têm direito a um ensino que permita a todos os seus membros adquirirem o perfeito conhecimento da sua própria língua, com as diversas capacidades relativas a todos os domínios de uso da língua habituais, bem como o melhor conhecimento possível de qualquer outra língua que desejem aprender“), o Artigo 28º (“Todas as comunidades linguísticas têm direito a um ensino que permita aos seus membros adquirirem um conhecimento profundo do seu património cultural (história e geografia, literatura e outras manifestações da própria cultura), assim como o melhor conhecimento possível de qualquer outra cultura que desejem conhecer) e, por fim, o Artigo 29º, Ponto 1 e 2 (“Todos têm direito ao ensino na língua própria do território onde residem; Este direito não exclui o direito de acesso ao conhecimento oral e escrito de qualquer língua que lhes sirva de instrumento de comunicação com outras comunidades linguísticas”) (Anexo 5).
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217 Lee mas

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