Modelos de gestão da informação

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Núcleo de gestão da informação e inteligência da Escola Superior da Defensoria Pública do Estado da Bahia

Núcleo de gestão da informação e inteligência da Escola Superior da Defensoria Pública do Estado da Bahia

Esta comunicação apresenta o relato de experiência acerca da implementação do Núcleo de Gestão da Informação e Inteligência administrado pela Biblioteca da Defensoria Pública do Estado da Bahia. O Núcleo tem o propósito de corroborar com o estoque informacional, baseando-se na captação do conhecimento tácito dos Defensores Públicos da DPE. Ambiciona-se a inclusão social e preservação da memória dos direitos humanos empregada nas atividades defensoriais desenvolvidas. O maior benefício da criação do Núcleo de Gestão da Informação e Inteligência é proporcionar a disponibilidade de informação adquirida pelos Defensores, de maneira estruturada, a todas as pessoas interessadas nos temas defensoriais apreendidos através de vivências jurídicas, congressos, cursos de capacitação, seminários, workshops, dentre outros. O Núcleo de Gestão da Informação e Inteligência da Biblioteca da DPE constitui importante meio para conectar eficientemente “aqueles que sabem” com aqueles que “necessitam saber” e converter conhecimento pessoal em memória da organização. Para tanto, a proposta desenvolve a coleta, o armazenamento, gerenciamento e disseminação do conhecimento com uma metodologia baseada em modelos dos autores Nonaka e Takeuchi, com o auxílio de adolescentes “menores aprendizes” em cumprimento de medida sócio-educativa da Fundação Cidade Mãe.
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Gestão da informação e do conhecimento e teoria da complexidade no contexto empresarial: um estudo no setor de comunicação e tecnologia

Gestão da informação e do conhecimento e teoria da complexidade no contexto empresarial: um estudo no setor de comunicação e tecnologia

A ausência de consciência organizacional a respeito da complexidade e a não introdução deste pensamento no cerne da organização – isto é, renegar a complexidade em suas políticas e diretrizes organizacionais que estabelecem a sua missão e determinam suas atividades cotidianas de planejamento e tomadas de decisões – pode levar as organizações a ingressarem em um ciclo de “inteligência cega [que] destrói os conjuntos e as totalidades, isola todos os seus objetos do seu meio ambiente” (Morin, 2005, p. 12), que culmina em uma visão “mutiladora e unidimensional” (Morin, 2005, p. 13). Na prática, por exemplo, uma organização que tem a complexidade, a gestão da informação e do conhecimento longe da sua cultura organizacional pode estar trabalhando sob modelos de gestão em diversas áreas, seja na produção, no financeiro ou no marketing, de forma aparentemente correta e clarificada, onde é possível mensurar dados, informações e conhecimentos sobre as variáveis organizacionais. Porém, se estes dados, informações e conhecimentos não são observados e analisados de maneira integrada e multidimensional, as interpretações da realidade apresentadas pelos mesmos podem ser errôneas e resultar em tomadas de decisão equivocadas.
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A gestão da informação e a competência em informação: subsídios para o âmbito empresarial

A gestão da informação e a competência em informação: subsídios para o âmbito empresarial

As etapas 6 e 7 do Modelo de gestão da informação de McGee e Prusak (1994), onde são feitas a distribuição/disseminação da informação e a análise e uso da informação, determinam como atribuição do funcionário a tarefa de recuperar e compartilhar a informação no intuito de usa-lá para sanar os problemas e as necessidades informacionais. Equiparadas às Atividades base de Valentim (2004), as seguintes atividades foram selecionadas: desenvolver a cultura organizacional positiva em relação ao compartilhamento e socialização da informação; proporcionar a comunicação informal efetiva entre os funcionários; desenvolver sistemas corporativos que visem o compartilhamento da informação e por fim, coletar, selecionar e filtrar as informações. Diante disso, é possível dizer que essas atividades trazem uma caracterização e explicação mais abrangente das etapas do modelo de McGee e Prusak (1994), demonstrando que os modelos não são excludentes, mas sim, complementares.
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A gestão documental com base na governança da informação. O caso da Universidad Central “Marta Abreu” de las Villas

A gestão documental com base na governança da informação. O caso da Universidad Central “Marta Abreu” de las Villas

La Gestión Documental enfocada desde la perspectiva de la Gobernanza de la Información, le proporciona a cualquier entidad universitaria una óptima gestión de todos sus procesos. Las tendencias internacionales apuntan a una integración entre los fundamentos teórico-prácticos existentes sobre Gestión Documental y la Gobernanza de Información. Mancomunar los modelos y principios básicos asociados a los procesos de evaluación documental es fundamental para logar una adecuada gestión organizacional. Son variados los autores que tratan esta temática, ya que los diagnósticos son aplicados por las diferentes instituciones cuando lo creen conveniente, destacando García (2012), Puerta (2016) y Mena & García (2019). La Metodología empleada para la realización del diagnóstico es el Modelo de Gestión de Documentos y Administración de Archivos de la Red de Transparencia y Acceso a la Información publicado en enero del 2015. La realización del dictamen mediante dicha metodología comprueba que el estado de la Gestión Documental desde la óptica de la Gobernanza de la Información en la Universidad Central “Marta Abreu” de Las Villas se encuentra en un nivel muy elemental.
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UMA PROPOSTA DE MELHORIA DE PROCESSO UTILIZANDO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA GESTÃO DE INVENTÁRIO PATRIMONIAL

UMA PROPOSTA DE MELHORIA DE PROCESSO UTILIZANDO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA GESTÃO DE INVENTÁRIO PATRIMONIAL

O processo proposto pelo estudo extingue a necessidade de tarefas durante o processo do inventário repetitivas, como que é o caso da atualização da localização de patrimônio a patrimônio de maneira individualizada, deixando assim a equipe integrante da comissão inventariante mais aberta a tarefas que exijam direcionamentos mais pautados em uma reflexão. Esse redesenho também propôs maior fluidez na comunicação entre a comunidade acadêmica e a gestão patrimonial, onde estes poderiam participar e se comunicar informando bens em condições de reparo, ou bens que poderiam ser descartados através do aplicativo Inventário Participativo, e, com isso desonerando a carga de análises de bens a serem recuperados ou alienados.
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Sociedade da informação: análise da expansão do e-commerce no Brasil

Sociedade da informação: análise da expansão do e-commerce no Brasil

Entre os principais empecilhos para o aumento das vendas online é a preocupação com relação a segurança na utilização de cartão de crédito e preferência, por ver, tocar, experimentar o produto na loja antes de comprar. Mas, apesar disto a maioria dos especialistas argumentam que as transações são menos perigosas no ciberespaço do que no mundo físico, dado que nos sistemas de e-commerce os números são encriptados nos servidores das empresas, e para os comerciantes, abrir uma loja virtual é mais seguro do que abrir uma loja física, dado que esta última pode ser roubada, incendiada ou inundada. Felizmente temos meios de impedir ou, pelo menos de dificultar enormemente as ações que põem em risco a vida online. Como coloca Marcos Teixeira (2006), o risco sempre vai existir, assim como existe na vida fora dos bits e bytes. A questão é trazer o "grau de risco" a um nível aceitável, de modo que possamos evoluir na utilização da tecnologia até um patamar mais confiável e, consequentemente mais eficaz, porque sem segurança, a internet não vai passar de uma grande ideia ou de um caro brinquedo. Segundo pesquisas realizadas no site e-bit, pode ser verificado que as pessoas se sentem mais seguro com as compras pela internet atualmente do que há dois anos. E nesse sentido, o Quadro 3 mostra a expansão de e-consumidores:
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Historias de vida como hecho museológico tratado por el diseño de información en la curadoria digital en el Museu da Pessoa

Historias de vida como hecho museológico tratado por el diseño de información en la curadoria digital en el Museu da Pessoa

O artigo baseia-se em pesquisa que busca verificar o papel do Design da Informação na Curadoria Digital do Museu da Pessoa na Web 2.0 e o seu objetivo é refletir sobre o seu fato museal, histórias de vida. Em tempos de custódia ampliada, o Museu da Pessoa destaca-se como sistema memorial dinâmico, interativo e colaborativo. Previsto em e para Curadoria Digital, o Design da Informação é meio facilitador de indexações de conteúdo informacional bem como da organização gráfica desses conteúdos, tanto top-down quanto bottom-up, a fim de que sujeitos não apenas reconheçam histórias de vida como um objeto cultural tangível, um fato museal, mas também para que se reconheçam enquanto seres humanos atuantes no processo informacional, reforçando vínculos identitários por meio de Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC). A necessidade de se conhecer novos meios e estratégias para a Curadoria Digital em instituições museológicas no âmbito da Ciência da Informação justifica esse artigo com o qual espera-se favorecer a compreensão do Museu como um modelo para a preservação e interação com histórias de vida, narrativas autobiográficas, entendidas, neste contexto, como bens culturais e patrimônio memorial. Como resultado do estudo, verifica-se que, por meio de suas metodologias, e em convergência com a Ciência da Informação, o Design da Informação cria um simulacro de museu online, em fluxo e ubíquo, bem como condições para uma Curadoria Digital (top-down), tendo em vista a representação e a preservação de objetos culturais digitais, assim como seu acesso, aos agentes informacionais da instituição e aos internautas (bottom-up), interativamente, na Web 2.0.
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e aos tipos de atores envolvidos; motivações e objetivos; procedimentos e mecanismos; frequência, intensidade e duração, problemas e dificuldades das interações.To- dos esses elementos possibilitam pensar os aspectos que influenciam a escolha do parceiro ou interlocutor para interação em espaços organizacionais, interação, nessa abordagem, pressupõe: “confiança, reputação, qualificação (conhecimento técnico), proximidade, identidade e estabilidade institucional ou financeira” (Albagli & Maciel, 2004, p. 14). Assim, pode-se dizer que o comportamento informacional, no sentido de tro- ca de informação em espaços sociais, implica em tatear aspectos que despertam o sentimento de pertencimen- to entre os integrantes de distintos espaços sociais. Sob esse prisma, as autoras afirmam que “problemas e obstáculos à interação e, particularmente, à cooperação remetem, em grande parte, à dimensão institucional (em sentido amplo) e ao papel do capital social.” (Alba- gli & Maciel, 2004, p. 14).
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ENVELHECIMENTO E A GESTÃO DA DOENÇA DE ALZHEIMER

ENVELHECIMENTO E A GESTÃO DA DOENÇA DE ALZHEIMER

Silva, Passos e Barreto (2012, p.79 ) constataram que o ato de cuidado envolve, em média, dedicar-VH PDLV GD PHWDGH GR GLD FRP R D LGRVR D ³GH FXLGDGRUHV primários, observou-se que a maioria afirmou dedicar de 19 a 24 horas por dia aos cuidados. Em outra pesquisa qualitativa com 14 familiares, dez cuidadores afirmaram TXH D FDUJD KRUiULD GLiULD HUD DFLPD GH KRUDV´ Nesse sentido o cuidador passa viver em função da pessoa com DA, abdica propósitos, sonhos, desejos, relações afetivas, carreira profissional, etc. em prol de alguém que necessita de vigilância constante. A maneira como cada família encara a doença e suas fases, possuem características SDUWLFXODUHV TXH YDULDP $XWRUDV DILUPDP TXH ³D GRHQoD H[WUDSROD R HYHQWR ELROyJLFR em si, pois é uma construção sociocultural que possui diferentes significados e LQWHUSUHWDo}HV GH DFRUGR FRP TXHP YLYHQFLD H VXDV UHODo}HV LQWHUSHVVRDLV´ 6$1726 2003 apud OLIVEIRA; CALDANA, 2012, p.677). Manifesta-se a necessidade de pensar na desigualdade social, expressão da questão social que afeta diversos contextos, incluindo o cuidado e tratamento da DA, visto que, não existem as mesmas condições de tratamento, acompanhamento, etc. para todos idosos/as.
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Da informação nossa de cada dia à Ciência da Informação: conceitos, história, teorias e questões recentes

Da informação nossa de cada dia à Ciência da Informação: conceitos, história, teorias e questões recentes

Em que pesem as lacunas fatuais e temporais diante da discussão que se fez até aqui, seguindo a trajetória de um passado distante até os dias atuais, a história da informação bem pode ser pensada como uma longa narrativa sobre a civilização ocidental. Uma história do esforço humano por se apropriar do mundo e, sobre ele, produzir sentido, mas não sem mesclar experiências de cooperação e de conflito entre indivíduos e/ou grupos, envolvendo, portanto, relações de poder. O poder dos mais fortes sobre os mais fracos na identificação e na busca dos recursos necessários à sobrevivência, como a localização de fontes de água doce, alimentos e locais seguros para se abrigar do sol, da chuva e dos predadores. De coletar informações sobre territórios e povos com o propósito de conhecer para conquistar. O poder da razão e do bem falar para persuadir o outro. De fazer o outro trabalhar e, em seguida, aliená-lo do produto de seu próprio trabalho pelo discurso historicamente construído sobre a ideia de propriedade. Do conhecimento legitimado pela comunidade científica, uma fração de indivíduos que impõe seu perspectivismo sobre o mundo físico, natural e cultural, em contraste com uma maioria que encontra o sentido de sua existência nas experiências mais simples da vida cotidiana, onde as crenças, os valores e os afetos combinam elementos do mundo real com o sobre-humano, sendo, por isso, desqualificado como irracional.
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TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO ENSINO DE FÍSICA

TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO ENSINO DE FÍSICA

Este trabalho traz um relato de experiência envolvendo a produção de uma videoaula para o Ensino de Física. Faz-se necessário destacar, que as tecnologias podem contribuir para a compreensão e o interesse dos alunos, através dos seus inúmeros recursos midiáticos. Segundo Moran (1995), há diversas formas de se fazer uso de vídeos na sala de aula. Nessa perspectiva, foi elaborada uma videoaula, produzida com auxílio de uma atividade experimental, que contempla a Segunda Lei da Termodinâmica, com a intenção de facilitar o aprendizado dos alunos em relação ao tema. Esta lei define processos reversíveis que ocorrem em um universo em constante equilíbrio, e processos irreversíveis onde o universo evolui de maneira a ''degradar-se'', isto é, de maneira tal que durante a evolução a energia útil disponível no universo será sempre menor que no instante anterior. A segunda lei da termodinâmica implica que a variação da entropia do universo após algum processo será sempre maior ou igual à zero. O caso da igualdade ocorre em processos reversíveis, que é a única situação onde a termodinâmica admite reversão temporal nos mesmos moldes que a mecânica microscópica, já que esses processos ocorrem com deslocamentos sucessivos e quase-estáticos dos estados de equilíbrio do sistema acoplado ao resto do universo de maneira a manter constante a entropia total (OLIVEIRA; DECHOUM, 2003).
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A teoria da intencionalidade e a informação: definições e propriedades para o fenômeno

A teoria da intencionalidade e a informação: definições e propriedades para o fenômeno

Nessa concepção, o indivíduo é colocado como um ser sensível, subjetivamente consciente no mundo objetivo, que proporciona a sua experiência individual. O fenômeno da informação é apreendi- do pela sensibilidade desse ser por meio de registros adicionados a ele; a emoção precede da percepção e representa um sentimen- to da momentaneidade do Eu que avalia o mundo (Barreto 2009). A concepção dos objetos, o entendimento e a percepção da sua existência são advindas dos sentidos, cuja função proclama essas capacidades. Assim, as qualidades identificadas em objetos são as chaves para a percepção, que, por sua vez, mantém uma interven- ção com a sensação (Barreto 2009). Essa intervenção ocorre no momento em que a sensação do indivíduo está direcionada espe- cificamente para algo, como por exemplo, o calor sentido é dire- cionado à temperatura do ambiente. Dotada de Intencionalidade, a sensação, necessariamente, aclama a individualidade da percepção do indivíduo e leva a apropriações individualmente diferenciadas.
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Car), dentre eles, dois dos autores do presente artigo. Todos, alunos da disciplina de SRI, neste exercício, clientes ocultos voluntários. É importante salientar que, a despeito dos pesquisadores serem estudantes uni- versitários, todos eles foram orientados a observarem e agirem como usuários comuns, ou seja, membros da comunidade da qual pertencem. Os “clientes ocultos” fo- ram divididos em grupos de 3 a 5, e cada grupo escol- heu uma biblioteca para a aplicação do exercício. Fo- ram selecionadas 11 bibliotecas pertencentes ao SiBi do município, sendo 3 bibliotecas públicas e 8 bibliotecas escolares que também atendem à comunidade. Cada grupo escolheu a biblioteca que mais lhe conviesse para a pesquisa devido às suas preferências pessoais, localização, simpatia, etc. Alguns escolheram pela dis- tância de suas residências, outras por acreditarem que naquela biblioteca haveria de se obter a satisfação de suas necessidades e é claro, pela facilidade e comodida- de. A pesquisa foi aplicada também em duas bibliote- cas públicas de distintas cidades vizinhas que serviram como bibliotecas de controle para fins de comparação. Nesta divisão, apenas uma das bibliotecas das 11 do SiBi não foi escolhida e, então, 10 bibliotecas foram vi- sitadas pelos grupos entre os dias 7 e 30 de novembro de 2011. As visitas ocorreram de diversas formas: indi- vidualmente, em duplas e em grupos. Foram realizadas visitas em dias e horários diversos.
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BOLETIM DA PECUÁRIA:  INFORMAÇÃO DE QUALIDADE PARA O PECUARISTA DA FRONTEIRA OESTE (RS)

BOLETIM DA PECUÁRIA: INFORMAÇÃO DE QUALIDADE PARA O PECUARISTA DA FRONTEIRA OESTE (RS)

O Boletim da Pecuária, no seu ano de criação (2014), era composto por oito páginas onde eram distribuídos os seguintes itens: Indicadores rurais (bovinocultura de corte, ovinocultura, relações de troca, insumos pecuários, insumos veterinários), FROXQD ³'LUHWR DR SRQWR´ Produtor Rural em Foco e Noite da Pecuária. No espaço ³Noite da pecuária´, era disponibilizado aos participantes um resumo das palestras do evento Noite da Pecuária do mês anterior à publicação. O informativo era impresso e disponibilizado durante o evento de extensão Noite da Pecuária, realizado mensalmente no município de Uruguaiana e região, organizado pelo CTPEC.
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A Alfabetização Informativa e a inclusção na sociedade da informação

A Alfabetização Informativa e a inclusção na sociedade da informação

Na verdade cada revolução, ou cada nova inovação, traz no seu bojo a questão da exclusão. Quando Guten- berg inventou a imprensa, trouxe novas condições para aperfeiçoar a produção cultural, educacional e científi- ca. Ao mesmo tempo surgiram os analfabetos e iletra- dos que jamais tiveram acesso à inovação de Gutenberg. A revolução tecnológica, apesar dos inúmeros benefíci- os trouxe também a questão dos excluídos da sociedade da informação. Todo esse processo acabou validando, cada vez mais, a questão da alfabetização informativa que hoje, em muitos países é considerada tão importan- te quanto a alfabetização educacional.
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A ciência da informação e a transição paradigmática

A ciência da informação e a transição paradigmática

Chegados a este ponto importa sintetizar as implicações epis- temológicas do paradigma custodial. E podemos faze-lo através do binómio mentefacto-artefacto, em que aquele é a ideia/repre- sentação mental e emocional (informação-definição proposta por Silva; Ribeiro, 2002: 37; e Silva, 2006: 25 e 150) pronta a ser coi- sificada, e este a coisa idealizada ou derivada da representação mental e emocional. Dentro do paradigma custodial e depois do sincretismo inicial em que, sob a tutela da história e da erudição humanística as três disciplinas prático-profissionais surgiram jun- tas e vinculadas entre si, deu-se, progressivamente, a especializa- ção e a fragmentação/autonomização dessas disciplinas através da ênfase nas características distintivas do artefacto/documento e não do enfoque prioritário no mentefacto/informação - seu con- texto, suas relações, organização e reprodução.
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2. Aline Lopes de Lacerda. Doutorado em História So- cial pela Universidade de São Paulo, USP com tese sobre a fotografia nos arquivos. Possui graduação em História e mestrado em Comunicação Social, ambos pela Universidade Federal do Rio de Janei- ro, UFRJ. Pesquisadora da Casa de Oswaldo Cruz/ Fundação Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro. Chefe do Departamento de Arquivo e Documentação da Casa de Oswaldo Cruz – Fundação Oswaldo Cruz. alopeslacerda@gmail.com

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Relaciones paradigmáticas entre la Archivologia y la Ciencia de la Información: la vivencia práctica de un archivo

Relaciones paradigmáticas entre la Archivologia y la Ciencia de la Información: la vivencia práctica de un archivo

Resultados. Os resultados demonstraram que o arquivo público, embora venha se modernizando, incrementando em suas práticas algumas características dos paradigmas descritos pela Ciência da Informação, a grande maioria dos fazeres arquivísticos é sustentado pelos paradigmas oriundos da Arquivologia. Portanto, dos sete pontos paradigmáticos identificados, cinco são oriundos da Arquivologia que são: foco no documento; atenção à custódia; acervo histórico e institucional; produção de documentos secundários; e, pouca preocupação com o usuário. Dois paradigmas são viabilizados pela Ciência da Informação, a saber: preocupação com a recuperação da informação e forte tendência à informatização. Conclusões. Evidencia-se que a preocupação com o acervo, suporte e tratamento técnico são paradigmas das ciências documentárias, os quais estão em consonância com o paradigma físico existente na área da Ciência da Informação, o que deduz ser a Ciência da Informação uma evolução das ciências documentárias. Essa inferência remete ao desenvolvimento de estudos futuros, a fim de gerar conclusões mais científicas.
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Identificação de necessidades de informação de usuários na perspectiva da gestão

Identificação de necessidades de informação de usuários na perspectiva da gestão

um modelo composto de 15 dimensões agrupadas que indica o caminho percorrido pela informação, desde o momento de sua concepção até o estágio final destinado ao usuário que produz conhecimento nesse GT4. O modelo proposto pelas autoras é flexível e pode dar condições aos usuários de acessarem a informação e utilizá-la da maneira que desejam, considerando suas necessidades, como, por exemplo, desenvolver produtos e serviços e disseminar e compartilhar a informação de seu interesse. Possibilita os meios para identificar, armazenar e recuperar a informação que atendam às necessidades informacionais dos usuários, de forma prática e eficiente, porque delineia o seguinte caminho: a informação segue desde a fonte até o receptor e passa pelas etapas de disseminação das necessidades de informação, busca, coleta, análise, seleção, organização, armazenamento, recuperação, acesso, desenvolvimento de produtos e serviços, distribuição da informação, compartilhamento, disseminação e utilização/uso da informação.
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Gestão da informação: o caso das empresas participantes do programa de incubação de empresas da Universidade Federal de Goiás

Gestão da informação: o caso das empresas participantes do programa de incubação de empresas da Universidade Federal de Goiás

2) Adição de valor (AV): o foco central desta estratégia é a construção de relacionamentos com os clientes, conhecer seu comportamento e atendê los em suas expectativas antes, durante e depois da venda. Geralmente cabe ao Marketing coletar e analisar sistematicamente informações sobre os clientes. Na perspectiva atual, busca se melhores relacionamentos com os clientes. Portanto, a empresa que adota esta estratégica competitiva deve conhecer sobre os hábitos, gostos, preferências, desejos, características e histórico dos clientes. Estas empresas procuram manter canais abertos de interação com o clientes tais como os terminais ponto de venda, serviços de atendimento ao cliente, call centers, telemarketing, database marketing etc. (Marchand, 2000, p. 27). O objetivo principal da estratégia é garantir a fidelidade dos clientes.
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