Museus - Portugal

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Fontes para a História dos Museus de Arte em Portugal – projecto de investigação

Fontes para a História dos Museus de Arte em Portugal – projecto de investigação

Palavras-chave: Museologia; investigação; projecto Fontes para a História dos Museus de Arte em Portugal Abstract: “Sources for the History of Art Museums in Portugal” is a research project of the Institute of Art History of the Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. This institute created the first research group that crosses the Museum Studies and Art History fields. Setting as a priority the study of original documentation from public and private institutions concerning the creation of Art Museums and collections in Portugal, this project aims at inventorying selected documentation, systematizing funds partially studied and creating a database that will enable the online access to these sources. The development of this project is, in addition, supporting several PhD studies. This paper reports the progress of this project and the goals so far achieved, highlighting its importance in the academic and museological context.
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9 Lee mas

A biodiversidade marinha nos museus de Portugal continental: uma introdução

A biodiversidade marinha nos museus de Portugal continental: uma introdução

Procuramos, assim, seguir a ordem cronológica da criação destes museus em Portugal. Primeiro, falamos da emergência do património científico dos mu- seus universitários, que foram criados no final do século XVIII e que ganharam novo fôlego nos anos 1970 (Gil, 2002, 2005). Estas instituições são herdeiras dos embrionários gabinetes de curiosidades e ganharam terreno como plataformas de interdisciplinaridade, de práticas museológicas e de reapropriação pública da ciência (Andrade, 2010). Revisitamos, também, o início dos aquários públicos em Portugal no final do século XIX, associados às viagens oceânicas exploratórias por pioneiros como o Rei D. Carlos (Saldanha, 1980, 1997). Depois, seguimos os museus originalmente de forte pendor etnográfico, em grande medida herdei- ros das condições históricas de representação das identidades locais, e que pro- curam hoje outras formas de mediação de um património ambiental (Leal, 2000; Cabral, 2008; Damasceno, 2010). Olhamos, também, para a história dos aquários modernos como o Oceanário de Lisboa, que apresentam uma maior capacidade de representação de colecções vivas de biodiversidade marinha, atraindo assim um elevado número de visitantes todos os anos. Por último, procuramos abor- dar a criação dos primeiros centros de ciência no país, a partir de meados dos anos 1990, nos quais se procura introduzir a experimentação como forma de disseminação do conhecimento.
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21 Lee mas

Gestão de museus em Portugal : impacto dos serviços adicionais na sua performance

Gestão de museus em Portugal : impacto dos serviços adicionais na sua performance

Como Black (2005, pp. 266-267) refere, “os tempos mudaram e novas necessidades se levantaram – os museus hoje têm de justificar a sua existência com muito mais efetividade, têm de gerar muito mais receita própria, têm que ampliar os seus públicos, têm que refletir a sua comunidade e têm que abraçar o seu papel como instituições educativas”. Os museus passaram de locais passivos para ativos, o que causou uma mudança e reestruturação da forma de trabalho dos museus, para que estes acompanhassem as novas tendências e as novas ideias (Greenhill, 1998). Como indica Black (2005, p. 109), “os gestores dos museus têm que começar a mudar o ambiente das suas instituições”, o serviço aos visitantes terá que ser prioritário e os colaboradores formados de acordo com esta medida. Estas ideias passam também por tornar os museus sustentáveis financeiramente, o que levou a uma mudança na gestão dos museus, nomeadamente, no que diz respeito a “identificar novas maneiras de gerir estas organizações. Precisamente, os museus necessitam de encontrar novas estratégias de atração de clientes e aumentar as suas intenções de retorno” (Baccarin, 2017, p. 6).
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121 Lee mas

O contributo dos Museus no Norte de Portugal para uma dinamização do Turismo Cultural

O contributo dos Museus no Norte de Portugal para uma dinamização do Turismo Cultural

O património histórico, com classificação de Património da Humanidade pela UNESCO, associando uma rede de Museus a que se aliam casinos, lojas de luxo e modernas estruturas de apoio ao turismo, permitiram a criação da mistura perfeita entre a antiguidade e a modernidade que conferem a autenticidade e a exclusividade de um território que está entre as antigas tradições europeias e novos modelos sociais orientais (SILVANO, 2011: 7).

201 Lee mas

A evolução da zoologia e dos museus de história natural em Portugal

A evolução da zoologia e dos museus de história natural em Portugal

A evolução da história natural em Portugal inserir-se-ia claramente nesta tendência Europeia, e teria em Vandelli um dos seus principais impulsionadores. No que toca ao seu papel como conselheiro governamental em matérias ligadas à economia, agricultura e industria, Vandelli comportar-se-ia tal e qual os seus congéneres Europeus, mas graças à ainda residual industria Portuguesa de então, o paduano teria mesmo a oportunidade de assumir as rédeas de algumas iniciativas empresariais. As experiências levadas a cabo pelo próprio e pelos seus estudantes relativas às propriedades e usos dos minérios e solos das possessões Portuguesas, levá-lo-iam a fundar uma consolidada industria de porcelanas em Coimbra em 1784, que viria a obter em 1787 o alvará régio que lhe garantia a exclusividade de venda de louça para as províncias da Beira e do Minho, ao mesmo tempo que as suas técnicas de produção e produtos relacionados com a produção de louça viriam a ser patenteados. Para gerir o negócio das louças, fundaria em 1786, um sociedade comercial com a ajuda de dois sócios no Porto, que em 1793 tornar-se-ia isenta de impostos, algo que não deixaria de dever-se à presença de Vandelli como deputado da Real Junta de Comércio desde 1789. Vandelli soubera-se aproveitar na prática dos conceitos e ideias do naturalismo económico que tanto defendia,
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617 Lee mas

Museus, fronteiras e… romanos

Museus, fronteiras e… romanos

Escreveu-me Helena Gimeno: «La razón para el traslado del pedestal quizá haya sido demostrar que Moura hubiera pertenecido al territorio de Aroche en la Antigüedad y que eso po- dría explicarse en el marco de los litigios entre Cas- tilla y Portugal por la frontera del Guadiana», com «las sucesivas asignaciones de Aroche y Moura a ambos reinos». Poderia ter-se «querido – con una inscripción – dar fe de que Moura, desde la Anti-

7 Lee mas

Monumentos e museus patrocínios, mecenato e voluntariado

Monumentos e museus patrocínios, mecenato e voluntariado

Efetivamente, o Comendador Manuel Rui Azinhais Nabeiro é considerado um exemplo como empresário, o que faz dele um ícone na sua região. Começou a sua vida de trabalho aos 13 anos de idade num negócio familiar de torrefação de cafés. Com apenas 19 anos de idade, depois do falecimento do pai assumiu a gerência da empresa. O seu forte espírito empreendedor, movido de uma vontade acérrima de vencer, que a par da sua generosidade, e do seu sucesso profissional, faz dele uma das pessoas mais reconhecidas de Portugal. A Comunidade da sua terra natal considera-o como um bem feitor. Pela internalização da sua atividade empresarial os cafés Delta são reconhecidos fora das fronteiras, principalmente em Espanha, onde Manuel Rui Azinhais Nabeiro tem grande notoriedade como pessoa e como empresário. 13
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163 Lee mas

Hugues de Varine e os museus comunitários no Brasil

Hugues de Varine e os museus comunitários no Brasil

A trajetória de Varine resume momentos significativos da memória do pensamento museológico contemporâneo. No caso brasileiro sua atuação me- rece ser revisitada, demonstrando como imprimiu transformações nos museus e na Museologia ao longo do século XX e impacta o campo da Museologia e do Patrimônio em discussões teóricas e em projetos de intervenção. O seu con- tato com Paulo Freire, a sua aproximação com museólogos e profissionais do campo do patrimônio em diversos estados no Brasil, suas ações de consultoria na criação de museus comunitários, na organização de encontros e espaços de reflexão sobre diferentes processos de Museologia Comunitária, podem ser visualizadas em publicações de artigos, livros e entrevistas que impactaram e im- pactam um conjunto heterogêno de iniciativas do que em Portugal é entendido como Sociomuseologia e no Brasil se designa de Museologia Social.
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5 Lee mas

Guia multimédia portátil para museus

Guia multimédia portátil para museus

Para além das esporádicas exibições de obras multimédia presentes em alguns museus portugueses, importa mais para esta investigação o estudo das obras multimédia criadas de uma forma orientada ao museu e aos seus utilizadores, e que sirvam como ferramenta de suporte ou exploração. Em Portugal, a existência de algo similar a este projecto é irrisória, não passando de projectos ou estudos prévios. No entanto, merecem referência as visitas virtuais online que são disponibilizadas por alguns museus e palácios portugueses. Estes museus e palácios aqui referidos encontram-se sob a tutela do Instituto dos Museus e da Conservação, organismo do Ministério da Cultura, criado em 2007 no âmbito do Programa de Reestruturação da Administração Central do Estado. Este organismo visa preservar e valorizar o património nacional, no que a obras de arte diz respeito. No plano internacional, existem alguns museus que relevam de forma importante a componente multimédia como ponto de interesse e de comunicação numa visita museológica.
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120 Lee mas

Novos museus de arte : entre o espetáculo e a reflexão

Novos museus de arte : entre o espetáculo e a reflexão

A indicação dos dez foi muito fácil, apontar dez arquitetos que fazem museu no mundo é muito fácil, é uma lista que se faz em dez minutos. Depois existiu uma lista mais complicada feita pelo Conselho, relativa à seleção dos três arquitetos a contatar. O meu papel inicial foi o de apresentar a eles quem era cada um (...) mediante um dossiê que organizei com amostras dos seus trabalhos, por exemplo, Norman Foster, Renzo Piano (...). Então eles fizeram a seleção. A postura da D. Maria relativamente à escolha final teve alguma influencia por parte da opção da Lia [Lia Raffainer, membro do conselho] (...) Igualmente o Jorge [Gerdau] teve uma postura positiva sobre Siza. Aquele era um momento próximo à celebração dos 500 anos do descobrimento, a questão da relação Portugal-Brasil, que é muito forte, foi muito importante. Eu fiquei surpreendido positivamente pela escolha deles, confesso que estava à espera que eles fossem optar no sentido da construção de um museu mais alegórico (...). O contexto atual em que vivemos privilegia tendências mais escultóricas, como se veem noutros museus e não uma atitude tão consistente do ponto de vista projetual. (CANAL apud TEIXEIRA, 2009, p. 153)
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186 Lee mas

Psicologia nos museus e museus na psicologia: Serviço educativo do museu nacional do azulejo

Psicologia nos museus e museus na psicologia: Serviço educativo do museu nacional do azulejo

Ao nível cognitivo a atividade permitiu aos visitantes ampliar e aprofundar conhecimentos (através da articulação da informação nova e da experiência museológica com as informações e experiências previamente adquiridas noutros contextos); articular as técnicas e materiais observados com as técnicas e materiais que já tinham utilizado na escola; comparar objetos museológicos com outros do dia-a-dia (por exemplo: “um azulejo é um bocadinho como o bacalhau: vem de fora do país mas, ao ser introduzido em Portugal, ganha características típicas nossas e que o tornam importante na nossa cultura”). Ainda ao nível cognitivo, a visita permitiu a aprendizagem de vocabulário novo a partir de vocábulos conhecidos (por exemplo, aprendizagem da palavra “estanífero” a partir de “estanho”); e a aquisição de novos conhecimentos a partir de um olhar atento e crítico (por exemplo, quando foi feito um exercício de comparação de Lisboa antes e depois do terramoto de 1755 a partir do painel “Vista de Lisboa”). Estas aprendizagens foram sendo feitas de forma sobretudo multissensorial, pelo uso não só da via auditiva mas também visual.
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15 Lee mas

Cultura, História, valores patrimoniais e museus

Cultura, História, valores patrimoniais e museus

Na França, se, particularmente, a história das mentalidades encon- trou, em tempo, uma fortuna exemplar no museu, é em razão daquilo que Philippe Ariès chamou de “reconciliação recente do passado com o pre- sente”, ocorrida principalmente dentro dos museus do terror ou da identi- dade, dos museus de etnografia regional e dos dispositivos renovados do ecomuseu. 23 Na prática dos museus de sociedade da década de 1980, a imersão nas práticas do passado, longe de ser nostálgica, deve “despertar para os problemas do presente”, segundo a Federação de Ecomuseus. 24 O ecomuseu, ou museu da sociedade, pretende desenvolver uma nova repre- sentação do patrimônio nacional concebida como tomada de consciência dele mesmo pela sociedade, graças à descoberta (interminável) de suas propriedades. Segundo Freddy Raphael, ele configura “uma provocação da memória” de um modo voluntarista, que deve ressuscitar ou fazer ressurgir antigos hábitos. 25 Trata-se menos de contribuir com esta comunhão nacional para o luto evocado por Renan, em O que é uma Nação?, de 1882, do que de compartilhar uma experiência da vida passada, que encontra sua lógica no consumo, na loja de produtos novos mas “de época”.
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10 Lee mas

Arqueologia, museus i ordinadors. Aproximació semiòtica a l'ús de la Realitat Virtual per la difusió de l'Arqueologia als museus

Arqueologia, museus i ordinadors. Aproximació semiòtica a l'ús de la Realitat Virtual per la difusió de l'Arqueologia als museus

Quant a les aplicacions i, sobretot, les avaluacions, aquest treball reflecteix l’estat de la qüestió entre els anys 1999-2005. Els estudis sobre l’efectivitat de la RV s’han realitzat, com deia anteriorment, des d’àmbits diferents. Els primers corresponen a la tasca d’enginyers/es o dissenyadors/es que van realitzar experiments sobre la “usabilitat” de les interfícies, i això els/les van portar també a preguntar-se si, atesos els bons resultats obtinguts en l’àmbit militar, aquesta tecnologia podia ser també útil per l’aprenentatge conceptual. Aquest és el cas, per exemple, de William Winn i el seu laboratori a Washington. Una altra línia de recerca pertanyent al vessant tecnològic s’ha desenvolupat des dels estudis sobre “presència”, amb conferències anuals i revista específica, que és una àrea complexa que ha fet servir sobretot metodologies quantitatives i mesures de fidelitat (Roussou, 2005), i en la qual podríem situar Maria Roussou, Mel Slater, etc. El segon context d’interès per la RV és el dels museus. Havent adoptat les TIC per pressions socials i polítiques més que no pas per una estratègia educativa conscient (Pastor, 2004: 149), alguns museus –seguint la tradició avaluativa d’aquestes institucions–, ja es comencen a plantejar preguntes com ara quina és la seva efectivitat educativa o quina influència té una visita virtual en comparació amb la visita real. Per tant, es tracta d’un tema de la màxima actualitat i interès però, naturalment, aquest tipus d’avaluació presenta una perspectiva estrictament museològica i sovint la seva difusió o accessibilitat queda restringida a l’equip del museu. El darrer sector que ha explorat –i molt àmpliament– les possibilitats educatives de la tecnologia és el pedagògic però, com és de suposar, els seus estudis s’han centrat en l’aprenentatge formal i en altres tipus d’interfície, inicialment els PC i més recentment els multimèdia, perquè s’assemblen més a les formes de transmissió de coneixement tradicionals –text i imatges– de l’entorn formal. Això no obstant, l’acumulació d’interaccions i de transferència de concepcions entre tots tres àmbits ha fet que els seus objectius hagin acabat confluint i ara, molt darrerament –concretament, al VAST2005 (Owen, Buhalis et al., 2005)–, trobem indicis de l’interès general, oficial, coordinat, per avaluar la utilitat real de la RV als museus. El problema és que encara és molt recent i es centra només en qüestions com la percepció de la tecnologia i el nivell de satisfacció.
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1117 Lee mas

La Laia 2012: Activitats als museus

La Laia 2012: Activitats als museus

visita guiada a la col·lecció permanent del Museu egipci de Barcelona a càrrec d’un especialista.. s’inicia amb un taller en què els participants, maquillats com els antics egipcis i [r]

21 Lee mas

Diferents  Revista de museus, núm  4, 2019

Diferents Revista de museus, núm 4, 2019

Debemos reflexionar también sobre la posibilidad de que nos encontremos ante un hecho efímero, que no dejará huella alguna, o ante una nueva forma de afrontar la creación de obras de art[r]

132 Lee mas

Enquesta Nit dels Museus. 2017

Enquesta Nit dels Museus. 2017

MUSEU BLAU - MUSEU DE CIÈNCIES NATURALS DE BARCELONA MUSEU D’HISTÒRIA DE CATALUNYA?. MUSEU DE BADALONA.[r]

26 Lee mas

Acessibilidade nos museus da grande Aracaju

Acessibilidade nos museus da grande Aracaju

No entanto, ainda são insuficientes os recursos que possam garantir a democratização de acesso aos centros culturais. Uma das metas do PNC é a de número 28 que tem por objetivo o aumento em 60% do número de pessoas que frequentam museu, centro cultural, cinema, espetáculos de teatro, circo, dança e música e a de número 29, que tem por objetivo garantir 100% de bibliotecas públicas, museus, cinemas, teatros, arquivos públicos e centros culturais atendendo aos requisitos legais de acessibilidade e desenvolvendo ações de promoção da fruição cultural por parte das pessoas com deficiência. Ambas as metas tem o intuito de promover ações que garantam a democratização cultural. Já a dimensão econômica é vista como um vetor de desenvolvimento econômico e social através da geração de emprego e renda. Para o Ministério da Cultura:
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49 Lee mas

La Laia 2011: Programa Activitats Museus

La Laia 2011: Programa Activitats Museus

Exposicions de les col·leccions dels museus (Museu de les Arts Decoratives, Museu Tèxtil i d’Indumentària):. -“De l’objecte únic al disseny de producte” -“El cos vestit”.[r]

14 Lee mas

Nadal als museus 2009-2010

Nadal als museus 2009-2010

Calendari: del 19 de desem- bre al 7 de gener Horari: de dilluns a dissabte, de 10 a 19 h; diumenges i fes- tius, de 10 a 15 h Durada: 1 hora Preu: 6,85 €/persona Tipologia: individual i[r]

57 Lee mas

Visitas a museus de ciências como acontecimentos únicos

Visitas a museus de ciências como acontecimentos únicos

A teoria de Bakhtin pode contribuir para que busquemos compreender os processos relacionais que se estabelecem no momento da visita do público e a interação dos mesmos com os objetos expostos nos museus. Três conceitos da teoria de Bakhtin, especificamente, foram apropriados para a constituição da interpretação dos dados: o processo dialógico e polifônico do discurso, o de enriquecimento do ser pelo conteúdo da contemplação e da compreensão do objeto em relação ao próprio ser, e do evento único.

5 Lee mas

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