Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC)

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A formação continuada de professores através do programa pacto nacional pela alfabetização na idade certa – Pnaic e sua contribuição para prática pedagógica docente.

A formação continuada de professores através do programa pacto nacional pela alfabetização na idade certa – Pnaic e sua contribuição para prática pedagógica docente.

Artículo Recibido: 11 /03/2017 Aceptado para Publicación: 07 /06/2017 RESUMO: A formação continuada de professores é a base das Políticas Públicas do Ministério da Educação (MEC) e da Secretaria de Educação Básica no Brasil (SEB). O Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC) é um programa do Governo Federal, do Distrito Federal, Estados e Municípios. Esta pesquisa tem como objetivo geral: Analisar a formação continuada de professores alfabetizadores através do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa- PNAIC e como este programa contribui para a prática pedagógica docente. Os objetivos específicos são: caracterizar o programa de formação continuada do professor alfabetizador; verificar a eficiência da formação continuada para melhoria da prática pedagógica através do PNAIC; observar e comparar a relação da formação com os resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica- IDEB. A abordagem metodológica da investigação é de enfoque qualitativo do tipo descritivo, e estudo de caso. A pesquisa é baseada com técnicas e instrumentos de coleta de dados através de análise documental, observações diretas e entrevistas com professores, diretores e coordenadores que ocorreu no primeiro semestre de 2016. A população foi de (09) professores alfabetizadores, (02) diretores e (02) coordenadores da escola da rede estadual de ensino Augusto Olímpio de Belém-PA- Brasil. Os resultados mostraram que a formação continuada pelo PNAIC tem contribuído para a prática dos professores alfabetizadores, conforme se observou nas análises e conclusão do trabalho. Os professores alfabetizadores adquiriram mais conhecimentos didáticos que transformaram e inovaram suas práticas com atividades inovadoras, ganharam mais experiências através do curso de formação.
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Colaboração interfederativa, política educacional e desigualdade no Brasil: um estudo de caso sobre a implementação do pacto nacional pela alfabetização na idade certa

Colaboração interfederativa, política educacional e desigualdade no Brasil: um estudo de caso sobre a implementação do pacto nacional pela alfabetização na idade certa

Outro dado a ser levado em conta consiste na concomitância de programas de formação de professores desenvolvidos pelos governos federal e estadual observada no Estado de São Paulo, situação que, longe de evidenciar parceria, estabelece concorrência entre os programas, dispersando seus potenciais beneficiados, além de representar desperdício de recursos materiais, humanos e financeiros. Apesar de haver a possibilidade de que os Estados e municípios que já contassem com programas de formação continuada optassem apenas pela adesão apenas ao Pacto, sem participar dos cursos de formação oferecidos, impasses como o verificado em São Paulo evidenciam que o MEC oscila entre as opções de centralizar ou descentralizar a proposição de projetos e programas formação continuada de docentes, o que, no caso do PNAIC, resulta improdutivo e incoerente. Outro problema observado diz respeito à inexistência de uma política de formação dos professores responsáveis por turmas da Educação Infantil, que poderia ser proposta de forma simultânea ao Pacto, o que ampliaria seus resultados e alcance, visto que existe continuidade entre essas etapas da escolarização.
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A IMPORTÂNCIA DO PNAIC NA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES ALFABETIZADORES NA REDE MUNICIPAL DE BAGÉ

A IMPORTÂNCIA DO PNAIC NA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES ALFABETIZADORES NA REDE MUNICIPAL DE BAGÉ

O Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa é um compromisso formal e solidário assumido pelos governos Federal, do Distrito Federal, dos Estados e dos Municípios, desde 2012, para atender à Meta cinco do Plano Nacional da Educação (PNE), que estabelece a obrigatoriedade de "Alfabetizar todas as crianças, no máximo, até o final do 3° (terceiro) ano do ensino fundamental." O objetivo do presente estudo é investigar o PNAIC em seu papel como formador de professores alfabetizadores do Município de Bagé-RS, assim como sua funcionalidade no processo de alfabetização dos alunos em idade pré-escolar ao 3º ano do ensino fundamental. A metodologia utilizada tem como foco a pesquisa quanti-qualitativa, explicativa e exploratória, onde serão aplicadas entrevistas semi-estruturadas, fundamentadas em revisão bibliográfica sobre o PNAIC, LDB e artigos acadêmicos que debatem o assunto. O estudo teve início no mês de abril até junho de 2018, sendo investigadas duas escolas municipais de Bagé-RS e sete professores alfabetizadores dessas escolas. Todo o processo dessa investigação foi focado na importância do papel formador do PNAIC para com os professores onde no decorrer das entrevistas realizadas, concluímos que o PNAIC tem sua funcionalidade e reúnem meios através de ações pedagógicas, visando melhorar assim a qualidade do ensino-aprendizado mútuo entre professor e aluno. Evidenciamos também algumas vantagens como a importância das capacitações, a troca de experiência entre os professores, assim como algumas desvantagens, como o corte da bolsa de incentivo à formação continuada e a troca dos monitores da UFPEL pelos da UNIPAMPA (dados levantados nas entrevistas com os professores)
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PROGRAMA FIFA 11 PELA SAÚDE: ABORDANDO TEMAS DE SAÚDE NA ESCOLA

PROGRAMA FIFA 11 PELA SAÚDE: ABORDANDO TEMAS DE SAÚDE NA ESCOLA

O programa FIFA 11 pela saúde foi desenvolvido durante a Copa do Mundo de 2010, tendo seu início no continente Africano, baseando-se na esfera do futebol para abordar educação em saúde com crianças. Em geral, o programa retrata questões de promoção de saúde e prevenção de doenças transmissíveis e não transmissíveis, bem como a importância da prática de atividades físicas (F-MARC, 2014; Fuller, 2015).

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Gravados rupestres na Estrada; da Idade do
Bronce aos nosos días

Gravados rupestres na Estrada; da Idade do Bronce aos nosos días

Dentro da arqueoloxía galega os gravados rupestres prehistóricos gozaron nas últimas décadas –aínda que con certas lagoas, carencias e inflexións–, da atención preferente de moitos arqueólogos fascina- dos por aquela personalísima manifestación cultural que labrou debuxos de misterioso e descoñecido significado en miles de pedras do noroeste peninsular. A superación daquela teima de antano que cifraba na pedra e no seu contido a fin última do estudo arqueolóxi- co e o recoñecemento (resignado) da imposibilidade de acceder ao seu significado orixinal propiciou a apertura de novas vías de inves- tigación. Especialmente atractiva é aquela que atribúe aos petrogli- fos o carácter de elementos organizadores e articuladores do territo- rio. Admitida a certeza de que a ubicación dos complexos rupestres non foi en absoluto casual queda nas nosas mans o desafío de descu- brir os motivos daquelas decisións e as claves do diálogo que se esta- blece entre eles e a paisaxe que os rodea.
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PROGRAMA FIFA 11 PELA SAÚDE: ABORDANDO TEMAS DE SAÚDE NA ESCOLA

PROGRAMA FIFA 11 PELA SAÚDE: ABORDANDO TEMAS DE SAÚDE NA ESCOLA

como resultados nos depoimentos dos professores, a falta de trabalhar o conteúdo da água com as questões que se inter-relacionam, de forma mais contextualizada, como por exemplo, trabalharam as doenças causadas pela contaminação da água, mas, esqueceram de expor aos alunos a ação que o homem tem sobre ela.

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Alfabetizar e Politizar. Angicos, 50 anos depois

Alfabetizar e Politizar. Angicos, 50 anos depois

possamos responder. Sim, é preciso alfabetizar e politizar, formar para a cidadania. Paulo Freire afirmava frequentemente: «sou educador para ser substantivamente político». Hoje se fala muito pouco de política nas escolas: virou tabu, heresia pedagógica. Muitas escolas até sabem o que querem, mas não são escutadas. Por isso, muitas delas, não se perguntam porque educar; não sabem que país querem e não sabem de que educação precisam para o país que desejam. São escolas que, na sua maioria, não formam para a cidadania ativa. Tinha razão Paulo Freire (1991, p. 16): «não devemos chamar o povo à escola para receber instruções, postulados, receitas, ameaças, repreensões e punições, mas para participar coletivamente da construção de um saber, que vai além do saber de pura experiência feito, que leve em conta as suas necessidades e o torne instrumento de luta, possibilitando-lhe transformar-se em sujeito de sua própria história. (...) A escola deve ser também um centro irradiador da cultura popular, à disposição da comunidade (…) um centro de debate de ideias, soluções, reflexões, onde a organização popular vai sistematizando sua própria experiência. A escola não é só um espaço físico. É um clima de trabalho, uma postura, um modo de ser».
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Intelectuais brasileiros em disputa pela escola nova na década de 1930

Intelectuais brasileiros em disputa pela escola nova na década de 1930

As bases conceituais da Escola Nova podem ser escrutinadas na composição do acervo da biblioteca pedagógica aqui analisada. Porém, antes de prosseguir este caminho, é apropriado mencionar que além das obras editadas em São Paulo e no Rio de Janeiro, a biblioteca possuía obras publicadas no Rio Grande do Sul. É o caso da Enciclopédia Brasileira de Educação. Embora pudesse ser comparada à Biblioteca de Educação, editada por Lourenço Filho, e à Biblioteca Pedagógica Brasileira, dirigida por Fernando de Azevedo, a Enciclopédia Brasileira de Educação tinha a função mais próxima de um periódico educacional. Ela foi editada sob direção de Emílio Kemp Larbeck Filho, médico e jornalista carioca, radicado no Rio Grande do Sul desde o início da década de 1920. A direção desta publicação cabe a Emílio Kemp por ser ele então o Diretor da Escola Normal de Porto Alegre. A Enciclopédia Brasileira de Educação é publicação bimestral. Seu primeiro número é de julho-agosto de 1932. Seus artigos têm entre 4 e 20 páginas cada. Numa média de 12 páginas por texto. São cerca de 14 artigos por número, em aproximadamente 170 páginas por edição. Alguns textos são assinados, outros não. Trazem artigos, por exemplo, sobre métodos de ensino de português e de matemática; planos de lições de aula; projetos pedagógicos para o período de férias escolares; reportagens sobre o ensino nos Estados Unidos; e textos sobre a Escola Nova, como a transcrição, no nº 2, setembro-outubro de 1932, das propostas de Anísio Teixeira para a reforma do ensino na Bahia e também sua conferência sobre as diretrizes da Escola Nova, apresentada em dezembro de 1931 na 4ª Conferência Nacional de Educação, no Rio de Janeiro. Embora fosse denominada de enciclopédia, esta coletânea de artigos contemporâneos aproximava-se mais das características de um periódico educacional de publicação bimestral. Quem organizou a biblioteca pedagógica aqui tratada também percebeu esta publicação desta maneira, pois segundo a listagem de 1933 da biblioteca, os três números desta obra estavam na seqüência dos exemplares do periódico Escola Nova e do periódico Educação.
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ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO: PRINCÍPIOS FREIREANOS NA  PRÁTICA COM CRIANÇAS E JOVENS NOS ANOS INICIAIS

ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO: PRINCÍPIOS FREIREANOS NA PRÁTICA COM CRIANÇAS E JOVENS NOS ANOS INICIAIS

Para alcançar nossos objetivos trabalhamos orientados pelos princípios da dialogiocidade freireana e investigação de temas geradores propostos por Paulo freire na obra Pedagogia do Oprimido (1987). Inspiramo-nos também no método de alfabetização descrito por Carlos Brandão na obra O que é método Paulo Freire (1981) especialmente na proposição da identificação do universo vocabular e palavras geradoras, respeitando e aprendendo como um método de alfabetização pode ser adaptado a jovens, pois estimula os educandos a articular silabas, formando palavras, extraídas da sua realidade do seu cotidiano e da suas vivencias. Em um de seus estudos Brandão ressalta:
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ACOMPANHAMENTO PARASITOLÓGICO EM PROPRIEDADE LEITEIRA NA METADE SUL DO RIO GRANDE DO SUL

ACOMPANHAMENTO PARASITOLÓGICO EM PROPRIEDADE LEITEIRA NA METADE SUL DO RIO GRANDE DO SUL

No ano de 2013 foram realizadas as primeiras coletas na propriedade. O que pode ser observado neste ano é um alto valor de OPG, o que caracteriza uma alta carga parasitária. Quando comparado ao ano de 2016, a redução foi de 1142,55 ovos durante o período de monitoramento e manejo antiparasitário aplicado na propriedade. O número de OPG encontrado em 2016 foi de 675,62, o que ainda não é o ideal, visto que para um animal receber intervenção anti-helmíntica é necessário um OPG acima de 500 (HOFFMANN, 1987).

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Caractersticas ocupacionales y sociodemogrficas relacionada con la percepcin del estrs en policas militares

Caractersticas ocupacionales y sociodemogrficas relacionada con la percepcin del estrs en policas militares

Conclusão: os policiais com até 35 anos de idade, que sofreram algum evento traumático na carreira, insuficientemente ativos, atuantes na área operacional e com qualidade de sono ruim apresentaram maiores níveis de estresse percebido. O estresse está relacionado à saúde psicológica e física dos indivíduos e sendo assim, intervenções visando o controle e/ou prevenção do estresse em policiais militares devem ser implementadas pelos batalhões.

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AMAZÔNIA
POLÍTICAS GOVERNAMENTAIS, PRÁTICAS DE ‘COLONIZAÇÃO’
E CONTROLE DO TERRITÓRIO NA DITADURA MILITAR (1964-85)

AMAZÔNIA POLÍTICAS GOVERNAMENTAIS, PRÁTICAS DE ‘COLONIZAÇÃO’ E CONTROLE DO TERRITÓRIO NA DITADURA MILITAR (1964-85)

fontes advindas das pesquisas que realizamos com base em relatos orais oferecem valio- sos indícios da estrutura social da ditadura militar no Brasil. As entrevistas com peque- nos proprietários –os “colonos” em áreas dos projetos de colonização– e trabalhadores rurais, em diversas condições de trabalho, bem como importantes lideranças sindicais constituem marcos, vestígios, rastros que contribuem para analisar os conflitos sociais na Amazônia, aproximando-nos da esfera da luta e da repressão aos trabalhadores rurais, a posseiros, seringueiros, comunidades quilombolas, ribeirinhas e povos indígenas. 6 Os relatos orais, nessa configuração, foram e continuam a ser tratados em suas especificida- des históricas e como fontes documentais, metodologicamente autorizadas pelo campo da história, amplamente debatidas pela Associação Brasileira de História Oral –ABHO–. Nessa perspectiva, não têm a pretensão de “recriar o real” ou corresponder diretamente a uma “cópia do real”; não são testemunhos tratados “ilustrando um contexto” ou “uma realidade”, mas são vistos como práticas discursivas, produtores de diferentes pontos de vista, em que se atribui um sentido inédito às palavras, assim como a irrupção de dife- renças e singularidades. Os relatos orais, desse modo, não falam por outros, não “ressus- citam” o tempo passado, mas respondem às questões contidas no presente e como tal, devem ser avaliados em sua potencialidade criadora de novos significados. (Guimarães Neto 2012, p. 18). São alçados à condição de documentos por nossa escolha e opções metodológicas, que, por sua vez, norteiam nossa leitura do passado e a construção nar- rativa, sempre a observar as palavras de Borges: “O que viram meus olhos foi simultâneo; o que transcreverei, sucessivo, pois a linguagem o é.” (O Aleph, p. 695).
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Um estudo acerca da formaao do preo de venda dos produtos de empresas
        do setor supermercadista.

Um estudo acerca da formaao do preo de venda dos produtos de empresas do setor supermercadista.

O objetivo do estudo de Pavlack et al. (2011), foi demonstrar as várias formas de custeio usadas na fixação de preço, e como isso influência na sobrevivência da empresa. Para o estudo, foi selecionada uma empresa varejista do município de Nova Mutum/MT. Com a realização deste projeto, verificou-se o fato da empresa “estar se baseando nas taxas aplicadas pelos concorrentes em relação a formação de seu preço de venda, sem calcular adequadamente seus custos”. Depois de verificado a inexistência de uma correta formação de preço, e demonstrados as formas de custeio, foi sugerido que a empresa trabalhasse com o mark-up, que é baseado no custeio por absorção, no qual são considerados todos os custos ocorridos e a margem de lucro desejada. Com isso pode-se concluir que do mesmo modo que é importante determinar os custos dos produtos ou serviços prestados, é saber otimizar tais custos.
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Plan de Turismo Social Brasil

Plan de Turismo Social Brasil

Quando, aos 25 anos de idade, fiz minha primeira viagem para fora do Brasil, foram não apenas três meses visitando países da Europa e da África (com mochila nas costas e poucos dólares) mas também uma verdadeira “viagem de formação” em busca do meu tempo e de mim mesmo. Entre 1969 e 1970, pude tomar contato não apenas com as duas Europas (ocidental e oriental) mas também com a magia do mundo árabe, em visitas à Tunísia e ao Marrocos. Eu tinha acabado de me assumir como gay e, nessa condição, procurei contato com outros homossexuais, em lugares tão diversos como Roma, Amsterdã, Londres, Paris e norte da África. O conhecimento de mundos para mim desconhecidos marcou minha vida para sempre. E marcou inclusive minha orientação homossexual, diante da qual descobri um universo imprevisto e fascinante. Mergulhando num “outro mundo” a ser desvendado, a atividade turística pode visar ao lazer ou aos negócios. Mas minha experiência nesse “rito de iniciação” nos anos de 1960 confirma que toda viagem de conhecimento implica quase automaticamente uma outra viagem interior de autoconhecimento. Assim, não é de estranhar que os objetivos do turismo tenham se diversificado tanto, hoje em dia, agregando interesses inicialmente não tão óbvios, que o mundo globalizado veio ampliar. Inclusive no campo da orientação sexual.
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Hacia un nuevo pacto nacional de comunicación social

Hacia un nuevo pacto nacional de comunicación social

En primer término, la comunidad nacional principió el siglo con un Estado débil en el terreno de las políticas de información, pues renunció a ejercer su función rectora en el campo de la comunicación colectiva para dejar su rectoría en manos de las fuerzas del mercado que sólo protegen los intereses del gran capital en esta área. En este sentido, el Estado mexicano a través de su postura de la autorregulación informativa optó por defender los intereses del proyecto de super concentración de riqueza y no los derechos y garantías individuales mas elementales que los ciudadanos han demandado desde los años 60s. En segundo término, la estructura mental de la sociedad mexicana comenzó profundamente atravesada por un proyecto muy fuerte de cultura, comunicación, y espiritualidad colectiva conducido por las voraces fuerzas del mercado que fomentan la dinámica del Dejar Hacer y Dejar Pasar Cultural a costa de los que sea y sin restricción alguna ( Modelo de
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Alfabetização de idosos no Brasil: o Direito à Educação no olhar de quem aprende

Alfabetização de idosos no Brasil: o Direito à Educação no olhar de quem aprende

Os idosos em processo de alfabetização revelam que sentem o desejo de ler, de pertencer a sociedade letrada. Möl (1997) nos adverte que com o desenvolvimento da informática e da tecnologia avançada, nas perspectivas da pós - modernidade, o domínio do conhecimento desempenhará um papel mais decisivo nas atividades sociais e produtivas do desenvolvimento. A necessidade da apropriação da leitura e da escrita, no mundo contemporâneo, continua se impondo uma vez que vivemos numa sociedade, complexa em sua diversidade cultural. Na atualidade a exigência da alfabetização e da leitura torna-se quase um fator de sobrevivência.
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TítuloA educação ambiental na sustentabilidade da vida em uma experiência de alfabetização de catadores

TítuloA educação ambiental na sustentabilidade da vida em uma experiência de alfabetização de catadores

(2) No caso, hoje eu estou como presi- dente, sei ler, sei escrever e tal. Ama- nhã ou depois, qualquer outro coope- rado que tá aqui dentro pode ser um presidente, e como é que ele vai ser presidente se ele não sabe assinar os documentos que precisa ser assinado? Assinar uma folha de cheque pra fazer o pagamento dos cooperados, tudo isso... Pra fazer a assinatura num pro- jeto de uma parceria, de um convênio com a Prefeitura, com o Ministério Pú- blico, tudo isso a gente tem que saber ler. Você lê o instrumento lá, que antes de assinar você lê, tem o conhecimen- to. Hoje, na verdade você tá tratando com pessoas do poder público e tudo, mas nem tudo a gente deve expressar uma confiança total naquilo que tá es- crito no papel. Estar ciente realmente, ler um pouco antes de assinar, ter o conhecimento realmente. Ah, não, eu tô ciente do que que tá acontecendo, então eu posso assinar sabendo o que eu tô assinando.
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INICIAÇÃO À LEITURA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

INICIAÇÃO À LEITURA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Este relato decorre de uma atividade realizada através do Programa de Iniciação à Docência (Pibid) do subprojeto de Pedagogia (2017), área Letramento e Educação Infantil, fomentado pela CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), sendo este trabalho realizado pelas bolsistas da Escola de Educação Infantil Professora Verdina Raffo, localizada no município de Jaguarão/RS.

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DownEx: Informática na educação para auxiliar a alfabetização de pessoas de Síndrome de Down

DownEx: Informática na educação para auxiliar a alfabetização de pessoas de Síndrome de Down

Nesta terceira etapa, aplicou-se um questionário com os profissionais, professoras e fonoaudióloga, da escola. Durante a aplicação do experimento verificou-se que os participantes apresentaram uma coordenação motora eficaz, mas que um teclado específico para alfabetização, facilitaria o manuseio do software DownEx. Por exemplo, para alfabetização das crianças Down seria interessante contar com tablets para facilitar o manuseio do jogo. Também, foi observada a troca das imagens com pronuncias difíceis, como por exemplo, a imagem “isqueiro” da vogal “i”, pelo menos nesta parte inicial do processo de alfabetização, pois [Bibas01] recomenda que reter a informação visual é mais eficiente e amplia a possibilidade do lúdico e a atenção da criança, fazendo com que o significado do recurso visual associado a ferramenta DownEx traduzam sentido para as crianças. A vogal “i” foi a que apresentou mais dificuldades durante a realização das atividades com o DownEx. O ideal seria colocar figuras do dia-a-dia dos participantes que eles têm acesso diariamente e que faça parte do meio em que vivem. Além disso, em uma próxima versão, pretendemos colocar imagens relacionadas a palavras curtas de fácil pronuncia.
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AS AULAS DE CIÊNCIAS NO PÁTIO DA ESCOLA AUXILIAM NA ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA?

AS AULAS DE CIÊNCIAS NO PÁTIO DA ESCOLA AUXILIAM NA ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA?

A aprendizagem significativa em Ciências está interligada à investigação gerada através da curiosidade sobre determinado assunto, ao invés de respostas prontas e rasas. A Ciência é um processo construído por questionamentos e argumentação, a compreensão desse processo é fundamental ao entendimento do conhecimento gerado pela ciência. Somente com a construção de argumentos ocorrem as conexões necessárias para a compreensão da resposta. Assim, respostas diretas sem a compreensão da sua construção não gera aprendizado de fato, apenas memorização, e isto é como receber o peixe sem ter aprendido a pescar (Pavão, 2008). Além disso, o ensino de Ciências realizado apenas em sala de aula acaba sendo um obstáculo para a curiosidade dos estudantes (Pavão, 2008). Um dos motivos pode ser a falta de oportunidade de ampliar a visão para o mundo externo. Uma maneira de instigar a curiosidade dos discentes é levá-los ao pátio da escola para observar a natureza, pois o contato com a natureza nas aulas de Ciências auxilia o poder da observação e consequentemente resulta na curiosidade sobre algum fato observado (Seniciato et al., 2006).
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