Produção florestal

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Manual da ferramenta Planejo: planejamento da colheita e controle da produção florestal.

Manual da ferramenta Planejo: planejamento da colheita e controle da produção florestal.

O Planejamento da Colheita e Controle da Produção Florestal (PLANEJO) é um aplicativo informatizado desenvolvido pelo Projeto PD 57/99 Rev. 2 (F) “Manejo sustentável de florestas de produção em escala comercial na Amazônia brasileira”, por meio da cooperação da Embrapa Amazônia Oriental, Organização Internacional de Madeiras Tropicais (OIMT), Centro Internacional de Pesquisa Florestal (Cifor) e o Instituto Floresta Tropical (IFT), com o objetivo de estudar e monitorar as florestas tropicais, visando ao desenvolvimento de um sistema de manejo florestal para a região Amazônica.
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Levantamento detalhado de solos de áreas de produção florestal no Município de Ponte Serrada, oeste catarinense.

Levantamento detalhado de solos de áreas de produção florestal no Município de Ponte Serrada, oeste catarinense.

Este trabalho teve por objetivo a execução do levantamento detalhado de solos na escala de trabalho aproximada de 1:10.000, em uma área-piloto no Município de Ponte Serrada, oeste catarinense. Essa área-piloto corresponde a área útil da Fazenda Cristo Rei (excluindo suas áreas de preservação e, ou, reserva), com 660,8 ha, fazendo parte de um conjunto maior de terras utilizadas na produção florestal pela Celulose Irani S.A. O trabalho é parte integrante de uma parceria de cooperação técnica estabelecida entre a empresa Celulose Irani S.A., a Embrapa Florestas – executora técnica - e a FUNPAR – administradora dos recursos.
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48 Lee mas

Dinâmica, estrutura e prognose florestal em área explorada sob regime de manejo florestal na Amazônia Sul Ocidental

Dinâmica, estrutura e prognose florestal em área explorada sob regime de manejo florestal na Amazônia Sul Ocidental

CHICO MENDES RESUMO A complexidade da estrutura florestal na Amazônia e a falta de mecanismos e recursos financeiros dificultam o estudou da dinâmica das florestas nativas e com isso ao manejador de realizar a prognose da produção florestal. O método probabilístico da Cadeia de Markov foi proposto por Higuchi (1987, 1997, 2007) e Sanquetta (1996), o qual apresentou a potencialidade da matriz probabilística. O método determinístico de Meyer (1952) é utilizado para o cálculo da floresta balanceada com uso do quociente “Q” de De Liocourt (1898). O conjunto dessas técnicas oferece ao manejador uma previsão de manejo da produção florestal para os próximos ciclos de corte. O presente trabalho estudou a estrutura e dinâmica florestal da unidade de produção anual (UPA) Tabocal, localizada à Floresta Estadual do Antimary, a que foi explorada em 2000 e monitorada pela Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuárias (EMBRAPA), em 1999, 2001, 2004, 2007 e 2011. O trabalho utilizou o conjunto dessas técnicas para efetuar o estudo da dinâmica e a prognose da produção florestal dessa unidade, além de analisar os efeitos da exploração na estrutura e concluiu que a área está em recuperação sendo que seu volume original foi compensado em 12 anos pós- exploratórios. A utilização da Cadeia de Markov foi aprovada para estudar a dinâmica florestal antes e depois da exploração, bem como demonstrou ser eficiente na prognose da produção florestal na Amazônia. O modelo exponencial de floresta balanceada de Meyer comprovou que a floresta se encontra em franca recuperação, o que comprova o resultado obtido pela Cadeia de Markov. Novos estudos devem ser realizados para avaliar ainda a qualidade dessa reconstituição vegetal. O resultado da aplicação das ferramentas foi considerado eficiente pelo que recomendasse a continuidade deste tipo de estudos na Amazônia Sul Ocidental, a qual carece desse tipo de pesquisas. A proposta permite que o exercício ofereça, ao manejador florestal amazônico, uma prática constante da ferramenta de prognose apresentada, pois pode ser aplicada a cada medição e novos ajustes e previsões podem ser elaboradas, as que servirão para avaliar as medidas silviculturais adotadas e efetuar o planejamento estratégico, operacional e táctico do manejo florestal futuro na busca do conceito de “Floresta de Produção”, atendendo o princípio da sustentabilidade florestal na exploração madeireira na Amazônia.
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53 Lee mas

A conversão energética de biomassa florestal e a qualidade do ar

A conversão energética de biomassa florestal e a qualidade do ar

importante [392 kt CO 2 ] quando comparado com o total das emissões associadas ao setor energético português, ao processo de conversão da biomassa florestal em energia encontra-se inerente todo um processo de logística, nomeadamente operações que envolvem o seu processamento, recolha e transporte. Assim, para proceder a um balanço das emissões de CO 2 é essencial avaliar as emissões associadas a estas atividades, uma vez que estas não integram o balanço global (no qual se inclui o ciclo de vida das árvores e a própria queima da biomassa), pelo que a premissa de que o aproveitamento de biomassa florestal para produção de energia representa um ciclo de carbono neutro não é realista. Este ciclo só se anula se a totalidade do carbono emitido for totalmente reabsorvido com o aumento da área florestada. Neste contexto, um estudo relevante será analisar as emissões de CO 2 de todo o sistema de exploração da BF (análise de ciclo de vida da biomassa), avaliando o real contributo desta FER na estratégia de mitigação das alterações climáticas. Devem ser contabilizados todos os fatores de produção e todas as operações florestais desde o início do ciclo de produção florestal, incluindo a preparação do solo, plantação, adubação, entre outros, bem como, contemplar outras tecnologias de transformação de biomassa para produção de energia, como por exemplo a densificação (pellets), e o próprio manuseamento da biomassa produzida nos centros fabris.
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161 Lee mas

Manejo florestal comunitário e otimização da produção madeireira em floresta de várzea no estuário do Rio Amazonas

Manejo florestal comunitário e otimização da produção madeireira em floresta de várzea no estuário do Rio Amazonas

RESUMO O uso sustentável dos recursos florestais por meio do manejo florestal é primordial para o desenvolvimento da Amazônia, trazendo benefícios como redução da taxa de desmatamento, estímulo à economia local e a conservação das florestas e de suas funções essenciais ao ambiente e à vida das populações locais. No entanto, ainda são necessários estudos que visem garantir uma produção sustentável por meio da análise da estrutura diamétrica e geração de cenários de manejo madeireiro de espécies comerciais. Neste contexto, o presente trabalho teve como objetivo estratificar o volume madeireiro de árvores comerciais e realizar uma proposta de regulação da produção florestal por meio do método BDq, em uma área de floresta de várzea no estado do Amapá. Para tanto, foi utilizada uma base de dados de inventário florestal em 36 unidades de trabalho (UT) de aproximadamente 4 hectares cada, sendo mensuradas todas as árvores com diâmetro medidas a 1,30 m do solo ≥ 40 cm. Após a obtenção dos dados, foi realizada a estratificação das UTs em classes homogêneas de estoque volumétrico, utilizando o método de componentes principais e análise de agrupamento por meio do algoritmo K-means. Posteriormente, foi realizado o planejamento do corte seletivo dos indivíduos por meio da regulação da estrutura diamétrica, gerando diferentes cenários por meio da combinação do método BDq, bem como a valoração econômica da madeira em pé. Foram encontrados 2.641 indivíduos distribuídos em 19 espécies, sendo a Mora paraensis Ducke a de maior abundância. As 36 UTs foram divididas em três classes de estoque, sendo que as classes I e II agruparam 10 UTs cada e a classe III uniu 16 UTs. A classe I, de menor produção, apresentou receita total e volume total com, respectivamente, R$ 45.132,60 e 1.024,03 m 3 . A classe II obteve
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146 Lee mas

Incêndios e detidos por crime de incêndio florestal em Portugal

Incêndios e detidos por crime de incêndio florestal em Portugal

imensa. É assim, eu vou mandar um ofício para os serviços do Ministério da Justiça a perguntar-lhes sobre aqueles dados mas tenho dúvidas que mesmo que eles respondam, que nos deem uma resposta fiável. O ideal era, em vez de olhar a um todo nacional, que não tem interesse, porque o país não é homogéneo. Vai-lhe dar uma circunstância entre o Alentejo Litoral e Central têm uma, Portalegre já tem outra, em Castelo Branco já é diferente, a guarda trabalha com os pastoreios também, em Coimbra é florestal de um lado e do outro já não tem relevância, Aveiro e Braga, Braga é um distrito engraçado porque tem tudo, tem desde os fogos de fins agrícolas que se queima para matar infestantes e para devolver os fósforos e micronutrientes ao solo. Fazem queimadas absolutamente ilegais, são queimadas e eu olho para quilo como que os bombeiros vão lá mas não precisavam de ir lá. Estamos a adicionar a questão do perigo, poderia entrar na tipificação de crime mas não, não constitui perigo nenhum, são solos planos a não ser quando há aquelas nortadas que vai tudo pelo ar e chegarão a um incêndio florestal mas tem essa realidade. Existe depois outra realidade que é a produção florestal intensiva, depois tem a realidade da caça e a realidade muito intensiva da renovação de pastagens e depois como tem uma densidade populacional brutal, com 700 mil habitantes, em Coimbra são uns 400 mil, estamos a falar de metade, e tem 150 mil metidos em duas cidades que são Coimbra e Figueira da Foz. Não tem nada a ver o Distrito de Coimbra com o Distrito de Braga, e aqui a questão da queima de sobrantes acaba por ser pertinente porquê? Porque se terem perdido aqueles terrenos agrícolas a volta das aldeias e de as casas se terem dispersado mais do lugar central. Quando uma queima de sobrantes foge entra logo no espaço florestal e a floresta também se aproxima do lugar.
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176 Lee mas

Exploração florestal e seus impactos em áreas de primeiro e segundo ciclo de corte do manejo florestal na Amazônia oriental, Brasil

Exploração florestal e seus impactos em áreas de primeiro e segundo ciclo de corte do manejo florestal na Amazônia oriental, Brasil

 Existem importantes lacunas de conhecimento acerca do manejo florestal. Em especial quando se trata de áreas em segundo cicl ode produção, uma vez que a regulação da produção florestal na Amazônia passou a ser objeto de estudo apenas no final dos anos 70 e inicio dos 80. Apesar dos enormes avanços já obtidos, pouco se sabe, por exemplo, sobre o comportamento das espécies na dinâmica pós- exploração, e, mais importante, como a demanda do mercado consumidor afeta a seleção de espécies nos planos de manejo e seus efeitos práticos na sustentabilidade da atividade. Nesse sentido, o monitoramento periódico após a exploração deverá ser realizado para avaliação do desenvolvimento da floresta e das taxas de crescimento das espécies e grupos ecológicos, das mudanças na composição florística e da estrutura da floresta, e do balanço entre mortalidade e ingresso de árvores, fornecendo informações sobre a dinâmica florestal ao longo do tempo com vistas ao fomento do manejo florestal e planejamento do terceiro e segundo ciclos de corte em T1 e T3, respectivamente.
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121 Lee mas

Aplicação da detecção remota em inventário florestal

Aplicação da detecção remota em inventário florestal

Mas as potencialidades de utilização da detecção remota em estudos florestais não se restringem apenas à cartografia de uso e ocupação do solo, existindo a possibilidade de se efectuarem medições fiáveis de características físicas dos povoamentos florestais (por ex.: a altura total, diâmetro de copa, densidade de copas, etc.) a partir de fotografias aéreas, facto reconhecido por vários autores (Avery e Burkhart, 1994 , Doruska, 1998 , Zeide, 1999 ). Por exemplo, Marques ( 1980 ) e mais recentemente Aranha ( 1998 ), demonstraram ser possível estimar o volume de madeira em pé por hectare de Pinus pinaster em Carrazeda de Ansiães e Vale do Tâmega com erros padrão da estimativa de 6.81m 3 /ha e 11.28m 3 /ha , respectivamente, através da medição da densidade de copas por fotografia aérea convencional, com escala média 1 : 15 000 . A escala destas fotografias e a sua resolução espacial são apontadas como os principais factores limitantes à sua aplicação em dendrometria (Gering et al., 1989 ). Efectivamente, a escala original das fotografias aéreas comercialmente disponíveis em Portugal ( 1 : 40 000 ) e a resolução espacial produzida após a ortorrectificação ( 1 m) não são as ideais para a estimativa de parâmetros dendrométricos. Considerando os recentes trabalhos executados com Fotografia Aérea de Pequeno e Médio Formato ( FAPMF ) por Martins ( 2004 ) e Castro et al. ( 2004 ) na monitorização da doença da Tinta do castanheiro em Trás-os-Montes, demonstrou-se ser esta tecnologia económica, expedita e facilmente reprodutível, podendo-se obter fotografias aéreas com grande escala ( 1 : 5 000 ), com cobertura estereoscópica, a baixo custo e em qualquer momento do ano, desde que as condições atmosféricas o permitam. Estas FAPMF poderão ser utilizadas em inventário florestal para se obterem estimativas rápidas, precisas e expeditas de vários parâmetros dendrométricos (por ex.: altura total, diâmetro de copa, densidade de copa e densidade) e com redução substancial nos custos de trabalhos de campo (Avery e Burkhart, 1994 ), permitindo ainda preencher lacunas de informação regionais de imagens de DR actuais a grande escala (Macedo, 1997 ).
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359 Lee mas

O novo código florestal e a reserva legal do Cerrado

O novo código florestal e a reserva legal do Cerrado

77 CARVALHO & FELFILI 2011). De acordo com Eiten (1994), em um único hectare podem ser encontradas até 450 espécies de plantas, o que torna o Cerrado a savana tropical mais diversificada do mundo. Ratter et al. (2003), em um extenso estudo em 376 áreas no Cerrado, observaram esta variação na riqueza de plantas de porte arbóreo dentro do bioma. Utilizando análises multivariadas, o estudo identificou seis grandes grupos de acordo com a similaridade florística, demonstrando a grande diversidade entre locais do bioma. O mesmo estudo apontou que, na área central do Cerrado, das 914 espécies levantadas, 300 ocorreram em menos de 2,5% do total de locais estudados e 309 (33%) ocorreram em apenas um sítio, evidenciando uma grande especificidade local das espécies. Em outro estudo em 15 áreas localizadas em três regiões fisiográficas distintas dentro do bioma, Felfili et al. (2004) concluíram que as áreas apresentaram alta diversidade beta, sendo que a densidade das espécies foi um fator preponderante para este resultado. Silva et al. (2006) observaram 15 unidades ecologicamente diferentes em todo o bioma, utilizando dados de solo, topografia e vegetação. A alta diversidade beta apresentada pelo bioma é portanto de extrema importância para o planejamento de áreas protegidas (RATTER et al. 1997; BRIDGEWATER et al. 2004, FELFILI et al. 2004; LEGENDRE et al. 2005), sendo assim um fator chave na definição da localização das áreas de Reserva Legal. Visto que a diversidade beta varia de acordo com a distância das áreas comparadas (CONDIT et al. 2002; CACERES et al. 2012), deve-se investigar se a escala de bioma, instituída pelo Novo Código Florestal, cumpre o objetivo de conservação da biodiversidade no Cerrado.
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141 Lee mas

Plano de negócios: criação de uma empresa de gestão florestal

Plano de negócios: criação de uma empresa de gestão florestal

A atribuição dos pesos às diferentes variáveis está relacionada com o impacto potencial no negócio, de acordo com a visão estratégica delineada. A existência de fatores que possuem um impacto superior em relação a outros está diretamente relacionada com a propensão dos serviços disponibilizados, dado que eles são a principal forma de rentabilizar a empresa. Neste contexto, os principais pesos estão atribuídos a fatores que estão inter-relacionados entre si, na medida em que a área do distrito está diretamente ligada à ocupação do território dominante e consequentemente com os povoamentos das espécies florestais. Esta relação entre variáveis permite definir a área generalizada de atuação dos serviços, tornando-se no conjunto de variáveis com maior impacto. Neste estudo a variável “Número de empresas concorrentes” não foi estimada, dada a impossibilidade em obter informação sobre todas as empresas que operam no mercado de gestão florestal a nível nacional, dado que muitas possuem um caracter familiar, sem qualquer registo dos serviços que disponibilizam.
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241 Lee mas

Respostas de comunidade de aves à fragmentação florestal no Cerrado

Respostas de comunidade de aves à fragmentação florestal no Cerrado

Os resultados encontrados neste trabalho sugerem que a variação da estrutura da paisagem ao longo do tempo tem grande associação com o tipo de atividade socioeconômica desenvolvida. Ao longo de uma série temporal é possível perceber como dinâmica do uso do solo em uma região afetam a paisagem e também as espécies associadas. No caso da região estudada, a ocupação esteve associada à retirada da vegetação para produção de lenha e implantação da pecuária que, posteriormente, deu lugar à agricultura, gerando uma perda de hábitat e paisagens muito fragmentadas. Outras áreas do Cerrado, principalmente a região norte do bioma, devem experimentar uma alteração semelhante, caso o modelo de desenvolvimento econômico baseado na produção de commodities tenha continuidade. No sul goiano, o modelo de ocupação implantado não levou em conta biodiversidade local e as fragilidades ambientais, sendo que a única salvaguarda ambiental existente era o Código Florestal Brasileiro. Assim, ao longo de toda a ocupação da região de estudo a única medida que poderia assegurar a conservação da biodiversidade foi a legislação ambiental, o que efetivamente não aconteceu.
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88 Lee mas

Análise da produção científica a partir dos periódicos "Produção" e "Gestão & Produção"

Análise da produção científica a partir dos periódicos "Produção" e "Gestão & Produção"

O presente estudo objetiva analisar a produção científica publicada nos Periódicos: “Produção” e “Gestão e Produção”, no período de 2001 a 2010. Os periódicos foram escolhidos pela importância de suas publicações, regularidade e sua avaliação pela CASPES, a qual atualmente é B2, a maior na área da Engenharia de Produção nacional. Buscou-se traçar um perfil das publicações, comparar os periódicos entre si e confrontar com um periódico com fator de impacto superior a 1. A pesquisa classificou-se como levantamento documental. Foram analisados 760 artigos, sendo 384 da revista Gestão e Produção, 326 da revista Produção e 50 do Internacional Journal of Operations & Production Management. Buscou-se mensurar variáveis que pudessem caracterizar a produção científica de cada periódico, comparando-os mediante quadros e tabelas. Após a análise dos resultados, verificou-se entre as revistas nacionais que a única variável que diverge é a temática. Quando comparadas as revistas nacionais com a internacional, as divergências são: extensão, idioma dos artigos, quantidade de palavras-chave, média das referências bibliográficas em anos e idioma das fontes citadas. Desse modo, conclui-se que a produção científica da revista Produção e da revista Gestão & Produção diferem-se do periódico utilizado como padrão, devido ao seu conceito.
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79 Lee mas

Valoração de Serviços Ambientais pela Legislação Agrária e Florestal

Valoração de Serviços Ambientais pela Legislação Agrária e Florestal

Seria uma excelente estratégia para estimular a cadeia produtiva de produtos e serviços flores- tais especializados e reconhecidos pelos conselhos de classe, a coleta de sementes, a produção de mudas nativas, os projetos de enriquecimento de fragmentos florestais, as avaliações fitos- sociológicas e biométricas, entre outros, que no momento são pouco valorizados pela iniciativa privada. Para alcançar essa remuneração, a restauração de florestas a partir de uma área desnu- da levaria cerca de vinte anos ou mais, dependendo das práticas restauracionistas, mas o cum- primento do princípio do protetor-recebedor estaria sendo inequivocadamente estimulado. No procedimento aqui apresentado, os médios e grandes produtores rurais também teriam direito ao PSA quando tivessem sua adequação pelo Sicar e pela avaliação do quantitativo das Áreas de Preservação Permanente. Mas como poderiam também auferir receitas de manejo florestal das Reservas Legais, entende-se que a indenização das RLs poderiam ser peticionadas judicialmente para o valor de terra nua comprometida com a restauração florestal, uma vez tendo sido prejudicados na livre iniciativa de utilizarem outra atividade produtiva nessas áreas. Como exceção a essa regra, às RLs consolidadas pela Lei da Mata Atlântica caberiam valoração a título de PSA, pois estariam vedadas do manejo florestal.
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14 Lee mas

Biomassa residual agrícola e florestal na produção de compactados para geração de energia

Biomassa residual agrícola e florestal na produção de compactados para geração de energia

O objetivo deste trabalho foi quantificar e localizar regionalmente, no Estado de Santa Catarina, a biomassa residual florestal e agrícola com potencial para o uso na produção de compactados para geração de energia. O estudo envolveu dados da produção anual agrícola e florestal do ano de 2012. Para determinar a quantidade de resíduos agrícolas (culturas temporárias e perenes) ou florestais (silvicultura) gerada por cada cultura, foi utilizado um valor denominado coeficiente técnico encontrado na literatura. Foram abordados dois critérios para discussão dos dados: quantidade de resíduos gerada e sua localização geográfica. A cultura de milho foi a que gerou a maior quantidade de resíduos em 2012, seguida da silvicultura, cultura de arroz e de soja. As mesorregiões Oeste Catarinense, Norte Catarinense e Serrana foram as que mais geraram resíduos em 2012. Os resíduos da silvicultura e culturas de milho, arroz e soja são os que possuem maior potencial em termos de quantidade e localização para produção de compactados para a geração de energia.
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10 Lee mas

Programa Regional de Ordenamento Florestal. Alentejo - Capítulo A – Enquadramento

Programa Regional de Ordenamento Florestal. Alentejo - Capítulo A – Enquadramento

 Área de produção lenhosa – Preconiza-se como função dominante a produção lenhosa, devendo o seu objetivo prioritário ser o aumento da competitividade por via de uma silvicultura adequada ao incremento da produtividade lenhosa pela utilização das tecnologias e pelo acesso a recursos edáficos que permitam expressar melhor aquele potencial de produção. A maior produtividade lenhosa desta área faz com que também lhe deva estar associada a função de sequestro de carbono.  Área de gestão multifuncional – Corresponde a áreas de produtividade potencial lenhosa baixa cuja gestão deve ser orientada pelo conceito de multifuncionalidade do espaço florestal. Nestas áreas deve potenciar-se, em complementaridade e de acordo com a especificidade local, os valores de uso direto e os outros produtos não lenhosos, com destaque para a cortiça, a resina, e os frutos, nomeadamente a produção de pinhão de castanha, de medronho e de alfarroba, mas também de pastagem, de caça e de recreio. Nos valores de uso indireto, deve ser tida em consideração à proteção dos solos e do regime hídrico, em particular nas zonas de grande suscetibilidade à desertificação. A multifuncionalidade contribuirá igualmente para a preservação da paisagem e da biodiversidade.
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70 Lee mas

A questão florestal na legislação agrária rio-grandense

A questão florestal na legislação agrária rio-grandense

Quanto à utilização do fogo para derrubadas, o concessionário deveria proteger as árvores que possuíssem valor comercial. O Serviço Florestal previa ainda, o replantio equivalente à área derrubada com árvores frutíferas ou de lei com dois anos ou mais. A época dos cortes deveria ser do mês de maio a setembro; já no caso da erva-mate, anualmente, ocorre conforme a situação dos ervais. Às derrubadas para a construção de estradas, deveria ser feito um roçado preliminar, e a derrubada deveria ser a machado para que fosse utilizada a força das árvores em sua inteira extirpação. Essas não poderiam ser destruídas pelo fogo, no máximo sapecadas, sendo que as que possuíssem valor comercial deveriam ser cortadas em toras para futura utilização, como para postes, por exemplo. Os concessionários não poderiam se valer da exploração industrial das matas as quais deveria serm conservadas. Ainda: os concessionários que estivessem em débito com o estado poderiam negociar as madeiras provenientes de derrubadas autorizadas para a cultura do solo, devendo o produto da venda ser destinado ao pagamento da dívida. O estado é o responsável pela exploração das matas, diretamente ou por meio de contratos de venda de árvores e demais produtos florestais. Tais contratos far-se-iam por áreas limitadas conforme a conveniência (preferência por linhas naturais pouco extensas e prazos sempre curtos). Nas posses pendentes de legitimação, os ocupantes deveriam se limitar a cultivar apenas as capoeiras já existentes; já os casos de simples ocupação dependiam do estado, que lhes concederia e demarcaria suas respectivas áreas. Da mesma forma, esses ficariam proibidos de derrubar matos. Nas matas de domínio do estado, os que de forma intrusa viessem a se estabelecer, eram despejados imediatamente, perdendo suas benfeitorias e tendo que responder por qualquer dano que pudesse ter causado às terras. A execução do Serviço Florestal, por sua vez, passou a ser feita por guardas florestais, organizados como sendo de 1ª e 2ª classes, e a fiscalização ficava por conta da Diretoria de Terras.
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25 Lee mas

Compostos fenólicos a partir de subprodutos da indústria florestal

Compostos fenólicos a partir de subprodutos da indústria florestal

keywords Phenolic compounds, Quercus suber L., cork, Eucalyptus globulus Labill., Eucalyptus grandis, Eucalyptus urograndis (Eucalyptus grandis x Eucalyptus urophylla), Eucalyptus mai[r]

262 Lee mas

Caracterização dos planos de manejo florestal no estado do Piauí

Caracterização dos planos de manejo florestal no estado do Piauí

Entretanto, a exploração florestal torna-se preocupante no que diz respeito à questão ambiental, devido ao atendimento da demanda para produção energética ocorrer, principalmente, de forma ilegal (NDAGIJIMANA; PAREYN; RIEGELHAUPT, 2015). E, existe elevada carência de informações relacionadas à atividade de manejo florestal realizada na Caatinga, havendo, portanto, a necessidade de pesquisas, as quais avaliem, caracterizem e quantifiquem o manejo florestal. Diante do exposto, o objetivo principal deste trabalho foi identificar e analisar a atividade de exploração florestal nos PMFS no estado do Piauí, observando variáveis como: localização, quantidade de PMFS, área e produção (volume), por meio da consulta à base de dados do órgão ambiental responsável – SEMAR.
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12 Lee mas

Árvores fixadoras de nitrogênio no Programa Nacional de Pesquisa Florestal

Árvores fixadoras de nitrogênio no Programa Nacional de Pesquisa Florestal

lntroduçâo e seleç5o de espécies florestais para florestamento e reflorestamento na regiâb Nordeste Trata-se de projeto de melhoramento florestal, visando selecionar espécies florestais[r]

8 Lee mas

Colheita florestal mecanizada em módulos próprios e terceirizados

Colheita florestal mecanizada em módulos próprios e terceirizados

2.6. Produção e Produtividade A produção pode ser definida como sendo o que se cria ou se transforma em um determinado tempo, empregando-se os meios necessários para tal (MACHADO e MALINOVSKI, 1988). A produtividade é a relação entre as quantidades de bens e serviços produzidos e os recursos (mão-de-obra, matéria prima e equipamentos) utilizados para a produção dentro de uma fração de tempo (hora, semana, mês e ano) expressando máxima produção na menor unidade de tempo e com menores custos. A produtividade vai além da execução dos serviços. São necessárias as melhorias constantes nos processos produtivos, cumprimento da legislação, competitividade no mercado, respeito ao meio ambiente, aporte do conhecimento, especialização e qualificação do profissional (BURLA, 2001).
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58 Lee mas

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