Profissionais da informação

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O futuro é hoje: perfis e competências dos profissionais da informação para a curadoria digital

O futuro é hoje: perfis e competências dos profissionais da informação para a curadoria digital

Este artigo aborda a questão da formação em curadoria digital, cujos curricula são desenvolvidos com base na matriz de competências e conhecimentos em curadoria digital do projeto DigCCurr (Digital Curation Curriculum), no modelo do ciclo de vida do DCC (Digital Curator Center) e no quadro de avaliação do DigCurV (Digital Curator Vocational Education Europe Project). Para o efeito, procedeu-se ao levantamento dos cursos com a designação específica de “curadoria digital”, ministrados em instituições de ensino superior europeias que se encontram acreditados pelo CILIP (Chartered Institute of Library and Information Professionals) e/ou são membros das iSchools, de modo a aferir quais as competências e os conhecimentos indispensáveis aos profissionais da informação para o exercício de funções de curadoria digital, bem como qual o papel do curador digital.
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14 Lee mas

Autodeterminação informativa, inteligência de estado e o direito ao esquecimento na web: desafios contemporâneos aos profissionais da informação

Autodeterminação informativa, inteligência de estado e o direito ao esquecimento na web: desafios contemporâneos aos profissionais da informação

Nesse trabalho, buscou-se articular duas dimensões que tradicionalmente são marcadas por antagonismos e tratadas separadamente: as atividades de inteligência e a salvaguarda dos dados pessoais. Buscou-se também tornar evidente que, por razões políticas, econômicas, sociais e tecnológicas, esses elementos incidem objetivamente no campo da Ciência da Informação devido fato de o campo responsabilizar-se tecnicamente pelos processos de governança informacional nos diversos contextos. Enfatizou-se que a aparente neutralidade técnica adotada no campo revela um risco de atuação profissional demarcada por um alheamento político.
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12 Lee mas

Organização de unidades de informação como processo de ensino-aprendizagem da gestão da informação no curso de Biblioteconomia da Universidade Federal do Ceará

Organização de unidades de informação como processo de ensino-aprendizagem da gestão da informação no curso de Biblioteconomia da Universidade Federal do Ceará

c) Distribuição: Passo seguinte à obtenção da informação e ligada ao modo como a informação é formatada. Envolve duas questões fundamentais, onde e como consegui-las. Como as informações nunca estão em um único local, gerentes e funcionários devem estar ligados para acessarem as informações que necessitam. Segundo os profissionais da informação a distribuição via computador é tida como a mais conveniente, embora, contraditoriamente, grupos gerenciais e executivos prefiram à consulta direta a supervisores, dada a lentidão relativa dos computadores para apresentar resultados de desempenho. Assim, os melhores sistemas de distribuição são os híbridos, que reúnem pessoas, documentos e computadores. Distribuir informação pressupõe para quem e quanto deve ser informado. Quando se troca informação é preciso ter em mente que para recebê- las é necessário oferecê-las. Não revelar dados implica em não receber informação. É evidente que este modelo básico não exclui a existência de qualquer outro processo de gerenciamento da informação, de maneiras distintas e com maior número de etapas. Todos os processos de gerenciamento de informação buscam definir as exigências informacionais das organizações em suas especificidades.
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11 Lee mas

Avaliação da gestão curricular da matemática : cursos profissionais III

Avaliação da gestão curricular da matemática : cursos profissionais III

Adalberto Dias de Carvalho, investigador da Universidade do Porto e coordenador do observatório dos recursos educativos, reitera que o crescimento exponencial do número de alunos a frequentar o Ensino Profissional é um claro indicador de que essa realidade deixou de ser uma fatia "residual". Também no 2.º Encontro sobre o Ensino Profissional anteriormente apresentado, Adalberto Dias de Carvalho em parceria com Nuno Fadigas, investigador e professor de Filosofia no ensino recorrente, apresentaram os resultados de um estudo sobre o tipo de recursos educativos que estão a ser usados pelos professores nesta via de ensino. O estudo abrangeu escolas públicas e privadas, do interior ao litoral e de norte a sul, com uma amostra de 446 inquéritos, onde os resultados culminaram no destaque para as fotocópias, com 92,6% dos professores a admitirem o recurso a este material. Contrariando uma das características estruturais do Ensino Profissional, a não adoção de manuais escolares, os resultados encontram uma recetividade de 28,5%. Já 63% dos professores inquiridos afirmaram recorrer com alguma frequência a ficheiros em formato digital, nomeadamente plataformas moodle e dispositivos de memória como
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484 Lee mas

Ciências da Educação: novas definições profissionais da história recente

Ciências da Educação: novas definições profissionais da história recente

Cem anos após a fundação da primeira corrida de Ciências da Educação da Argentina, na Universidade Nacional de La Plata, o trabalho tem como objetivo contribuir para o conhecimento sobre a configuração do campo profissional dessa disciplina na história contemporânea. Este reconstrói as mudanças estruturais do campo nos últimos quarenta anos, em diálogo com estratégias de entrada por graduados nas áreas de empregabilidade fora das áreas fundamentais do início do século XX. A análise sugere que a reconfiguração campo profissional abre em Educação e outras formas de condições de produção de conhecimento. A partir daí, as conclusões são direcionados a novas conceituações que reposicionam os interesses do campo profissional e práticas sócio- profissionais dos graduados y avançam sobre lãs concepções que reconhecem o campo de práticas híbridas como fragmentados e não estruturados.
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22 Lee mas

Satisfação e insatisfação no trabalho de profissionais da estratégia saúde da família

Satisfação e insatisfação no trabalho de profissionais da estratégia saúde da família

A partir de uma busca nas principais bases de dados em saúde, como Publisher Medline (PUBMED), SCOPUS Elsevier, American Psychological Association (PsycoINFO), Literatura Latino-Americano e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), Scientific Electronic Library Online (Scielo), realizada em outubro de 2015, verificou-se um significativo número de estudos que dizem respeito à satisfação no trabalho na APS e poucos que contemplam especificamente a ESF (JABBARI et al, 2014; OJAKAA; OLANGO; JARVIS, 2014; PIRES et al., 2010a; PIRES, 2012ab; TRINDADE; PIRES, 2013; LIMA et al., 2014; SHI et al., 2014). Porém, nenhum estudo tem por objetivo identificar e analisar aspectos do processo de trabalho geradores de satisfação nos profissionais que atuam na ESF.
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242 Lee mas

Estresse ocupacional em profissionais de Tecnologia de Informação

Estresse ocupacional em profissionais de Tecnologia de Informação

O estresse acontece em 3 fases, sendo elas, alerta, resistência e exaustão e pode ser compreendido como um desequilíbrio do organismo desencadeado por elementos negativos ou positivos, resultante da interação entre a pessoa e o ambiente, variando as formas como essa interação é enfocada. O presente estudo teve como objetivo verificar a relação entre estresse e qualidade de vida em trabalhadores da área de TI e em que grau elementos do contexto laboral contribuem na vivência do estresse. Participaram 61 estudantes de graduação de sistemas de informação, sendo 63,9% trabalhadores da área de TI. A idade variou entre 19 e 49 anos (M=22,26; DP=5,52), sendo 72,1% do sexo feminino. Todos os participantes responderam o Inventário de sintomas de stress para adultos de Lipp, o Inventário de Qualidade de Vida e um questionário contendo situações relacionadas ao cotidiano do trabalho. Os resultados indicaram que 56,6% dos participantes que trabalham na área de TI apresentam sintomas de estresse em ao menos uma das fases, apresentando uma diferença significativa em relação aos que não trabalham na área. Observou- se ainda correlação entre situações do ambiente de trabalho com os sintomas de estresse sendo que apatia, desânimo e dificuldades de relacionamento com o chefe tiveram maiores poderes preditores para o estresse sendo 13% (Q1) e 7% (Q3) respectivamente. Por fim, foi possível observar que o estresse é responsável por 21% das idas ao ambulatório médico. Frente a estes resultados é possível concluir que situações do cotidiano laboral de profissionais de TI podem ser fonte de estresse.
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18 Lee mas

O impacto social da informação: a prestação do serviço de informação à comunidade

O impacto social da informação: a prestação do serviço de informação à comunidade

67 4 - O papel dos serviços de informação à comunidade na diminuição das assimetrias no acesso à informação As assimetrias no acesso à informação perpetuam-se há séculos e acabam por ditar a situação socioeconómica dos indivíduos, dos países e do mundo em geral. Quem tem mais instrução e mais acesso à informação tem maiores possibilidades de vir a fazer boas escolhas na vida, isto é, a tomar decisões mais acertadas e a ter mais oportunidades, por exemplo, no mercado laboral. Isto gera um fosso gigante entre quem tem e quem não tem dinheiro para investir em instrução escolar e/ou em outras formas de aceder à informação como comprar um computador, ter um contrato de internet, ter uma televisão, etc. Este fosso que se vem acentuando ao longo dos tempos entre pessoas e países ricos e pobres parecia ter visto “a luz ao fundo do túnel” com o surgimento das Tecnologias de Informação e Comunicação, as já vulgares TIC, como computadores, internet, telemóveis, tablets, iphones, smartphones, etc. As TIC inauguraram uma nova era ainda no século XX e revolucionaram a nossa forma de comunicar e de aceder à informação. Hoje em dia é possível saber as notícias do mundo inteiro em tempo real, comunicar com pessoas, vendo-as e ouvindo-as mesmo estando em continentes separados por milhares de quilómetros. A internet tornou uma quantidade gigante de informação acessível a todas as pessoas em qualquer parte do mundo e em tempo real…desde que qualquer pessoa possua um equipamento (computador, telemóvel, tablet, etc.) que lhe permita aceder à internet, através de um contrato com uma das empresas distribuidoras do serviço ou através de uma qualquer rede pública ou então desde que a pessoa se desloque a um local público, por exemplo, as bibliotecas, cafés, escolas ou centros de informática, que tenha à disposição o acesso à internet gratuitamente.
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155 Lee mas

Atribuições de profissionais da educação sobre o aluno com autismo

Atribuições de profissionais da educação sobre o aluno com autismo

Objetivou-se identificar as atribuições descritas por 23 profissionais da área de educação que frequentavam um curso de especialização sobre Transtorno do Espectro Autista, realizado no Município de Dourados /MS. O procedimento para a coleta dos dados consistiu em solicitar aos participantes que descrevessem, por escrito e individualmente, quem seria, para eles, o aluno com autismo. Todos os relatos foram digitados e identificados. A análise de dados consistiu em separar as atribuições e classificá-las em aspectos internos e externos ao estudante com autismo. Os resultados indicaram que as atribuições, sobre os aspectos internos, pertencem ao senso comum, outras estão relacionadas à observação de comportamentos característicos de pessoas com autismo. Sobre as atribuições externas, é possível concluir que parte dessas atribuições está relacionada a cuidados como métodos de ensino e a forma de lidar com os comportamentos estereotipados e parte delas é descrita como algo que seria politicamente correto de se fazer. Palavras-chave: Educação Especial. Autismo. Concepção.
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20 Lee mas

A percepção de satisfação dos profissionais de contabilidade com sistemas de informação através do modelo de sucesso de sistemas de informação proposto por DeLone e McLean (2003)

A percepção de satisfação dos profissionais de contabilidade com sistemas de informação através do modelo de sucesso de sistemas de informação proposto por DeLone e McLean (2003)

O autor (GIL, 2011) afirma que o dinamismo e a complexidade da legislação fiscal-tributária no Brasil impõem maiores custos ao desenvolvimento e à manutenção dos sistemas para gerenciamento de impostos e obrigações fiscais. Pode-se dizer que o processo de modernização dos sistemas de fiscalização pública acompanhou o desenvolvimento tecnológico dos sistemas contábeis de maneira geral, mas com uma característica peculiar: a substituição de muitos formulários em que o profissional de Contabilidade demonstrava inúmeras situações fiscais e tributárias por uma equivalente quantidade de sistemas de fiscalização, em que, na busca pelo aprimoramento da arrecadação pública, o Fisco introduziu uma nova condicionante para gerenciamento dos SIC – sistemas de informação contábil: a integração com os sistemas de fiscalização. E com o crescente desenvolvimento do governo eletrônico (termo utilizado para definir a migração das atividades e serviços públicos para o ambiente virtual) e o aumento da complexidade tributária, acarretando o atendimento a diversas obrigações acessórias, o contabilista passou a ser mais exigido quanto ao conhecimento de TI necessário para o desempenho de suas atribuições.
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110 Lee mas

A ciência da informação e a transição paradigmática

A ciência da informação e a transição paradigmática

Chegados a este ponto importa sintetizar as implicações epis- temológicas do paradigma custodial. E podemos faze-lo através do binómio mentefacto-artefacto, em que aquele é a ideia/repre- sentação mental e emocional (informação-definição proposta por Silva; Ribeiro, 2002: 37; e Silva, 2006: 25 e 150) pronta a ser coi- sificada, e este a coisa idealizada ou derivada da representação mental e emocional. Dentro do paradigma custodial e depois do sincretismo inicial em que, sob a tutela da história e da erudição humanística as três disciplinas prático-profissionais surgiram jun- tas e vinculadas entre si, deu-se, progressivamente, a especializa- ção e a fragmentação/autonomização dessas disciplinas através da ênfase nas características distintivas do artefacto/documento e não do enfoque prioritário no mentefacto/informação - seu con- texto, suas relações, organização e reprodução.
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19 Lee mas

Gestão da Segurança da Informação: Desafios E Perspectivas

Gestão da Segurança da Informação: Desafios E Perspectivas

[...] a gestão da informação é entendida como a gestão eficaz de todos os recursos de informação relevantes para a organização, tanto de recursos gerados internamente como os produzidos externamente e fazendo apelo, sempre que necessário, à tecnologia de informação. No passado a questão segurança da informação era muito mais simples, pois os arquivos contendo inúmeros papéis podiam ser trancados fisicamente; porém, com a chegada das tecnologias da informação e comunicação esse fator ficou bem mais complexo. Atualmente a maioria dos computadores conecta-se a internet e consequentemente a internet conecta-se a eles; além disto, sabemos que dados em formato digital são portáteis, fator este que fez com que estes ativos tornassem atrativos para ladrões. Mas isto não é tudo, pois existem inúmeras situações de insegurança que podem afetar os sistemas de informação tais como: incêndios; alagamentos; problemas elétricos; fraudes; uso inadequado dos sistemas; engenharia social, entre outros (OLIVEIRA; MOURO; ARAÚJO, 2012, p. 4).
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72 Lee mas

Estudo investigativo sobre o perfil do arquiteto da informação centrado na representação e organização da informação

Estudo investigativo sobre o perfil do arquiteto da informação centrado na representação e organização da informação

Resumo: Estudo que investiga o perfil do arquiteto da informação a partir da representação e organização da informação na Web. Apresenta os sistemas de rotulação e organização da arquitetura da informação (AI), enquanto atividades paralelas à representação temática da informação da biblioteconomia, ações justificados pela necessidade do uso de técnicas que modelem os ambientes digitais para que o usuário encontre a informação desejada, de forma intuitiva e prática. Objetiva-se verificar o perfil do arquiteto da informação em Websites segundo a faixa etária, gênero, formação acadêmica, como adquiriu conhecimento sobre AI e grau de experiência/tempo em que atua como arquiteto da informação. Constitui-se de um estudo exploratório no qual foi adotada a técnica de pesquisa bibliográfica e abordagem de coleta de dados quantitativa e qualitativa. Confirma que a AI em Website é uma área multidisciplinar, formalizando um perfil profissional concentrado nos campos da tecnologia da informação (TI), designer, marketing e organização e representação da informação (biblioteconomia). Conclui-se que o perfil é de um profissional jovem com aprendizado em AI adquirida no ambiente de trabalho e com pouco tempo de experiência, atuando na área a menos de cinco anos, além de pequena participação dos bibliotecários entre os profissionais, deflagrando a necessidade dos cursos de biblioteconomia integralizarem e/ou ampliarem os ensinamentos sobre AI em suas grades curriculares e, consequentemente, gerando ampliação no mercado de trabalho para além das bibliotecas.
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11 Lee mas

Da informação nossa de cada dia à Ciência da Informação: conceitos, história, teorias e questões recentes

Da informação nossa de cada dia à Ciência da Informação: conceitos, história, teorias e questões recentes

A tendência crescente à transposição da cultura, da política, da economia e das relações humanas para o ambiente rizomático das redes tem produzido análises que colocam em cheque a visão didática e linear de que a informação consiste na matéria-prima do conhecimento, estocável em bibliotecas, arquivos e/ou nos centros de documentação das organizações públicas ou privadas. Com o desenvolvimento de uma linguagem de máquina que permite gerar textos, imagens e sons em formatos digitais, consolida-se, na era da informação, a possibilidade de reverter em bits tudo ou quase tudo o que se encontra registrado em formato analógico. Com efeito, a digitalização surge como processo de trabalho que decompõe o conhecimento humano em informação. Sob esse enfoque, a informação é vista como síntese do conhecimento que, uma vez fragmentado e codificado pode ser facilmente transferido; melhor dizendo, colocado em fluxo nas redes digitais para que seja acessado e compartilhado pelos indivíduos para a produção de novos conhecimentos (Lundvall, 1996; Söderberg, 2008; Pasquinelli, 2012). Assim, seja na abordagem da economia do conhecimento, do capitalismo informacional, digital ou cognitivo, mais importante do que estocar informações é compartilhá-las, potencializando desse modo o processo de inovação nas sociedades contemporâneas. Enfim, como evidencia a discussão que se fez até aqui, o consenso sobre o conceito de informação está longe de ser resolvido, tal é a diversidade de abordagens nas ciências que utilizam o termo para produzir interpretações sobre a realidade. Contudo, mais do que encarar a situação como um problema para a CI, entende-se que a questão se configura como um terreno potencial para novos olhares e (re)leituras, haja vista o caráter mutante do conceito ao longo da história, tal como ensinam Capurro e Hjorland (2007). Mesmo que a variabilidade semântica do conceito de informação seja desafiante do ponto de vista de sua definição, teorização e, também, da comunicação entre cientistas, ao menos no nível operacional da pesquisa essa dificuldade pode ser contornada. Tal como recomendam Wersig e Neveling (1975) e Capurro e Hjorland (2007), o pesquisador deve orientar-se pelo propósito de uso do termo informação em relação ao quadro teórico que emprega, a fim de que não se perca, no dizer de Floridi (2009), em seu intricado labirinto conceitual que alimenta reflexões e debates recorrentes no campo da CI.
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19 Lee mas

Acessibilidade para usuários da informação com deficiência: um estudo de artigos em Biblioteconomia e Ciência da Informação

Acessibilidade para usuários da informação com deficiência: um estudo de artigos em Biblioteconomia e Ciência da Informação

Mesmo no século XXI, onde as tecnologias se tornaram um dos principais avanços nos países desenvolvidos e subdesenvolvidos, boa parte da população mundial ainda está excluída do meio digital. A inclusão digital é uma peça essencial, já que grande parte das informações, atualmente, está armazenada na Internet. De acordo com Medeiros Neto e Miranda (2009), a inclusão digital tem seu conceito empregado em diversos contextos, tais como: Educação; Comunicação; Ciência da Computação; e Ciência da Informação. Esses mesmos autores (2009, p. 111) conceituam inclusão digital em sua forma mais limitada, como o “provimento de recursos físicos, tais como computadores e conexão à Internet para populações excluídas, e acesso à produção de informação.”
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20 Lee mas

Contributos da codificação e estrutura da informação para a memorização musical

Contributos da codificação e estrutura da informação para a memorização musical

Sendo a memória uma faculdade mental, o seu estudo fica condicionado pela dificuldade de observação inerente a qualquer atividade realizada dentro do cérebro. Além disso, o estudo do cérebro é muitas vezes visto como a última fronteira da biologia (Squire et al., 2008, p. 3). A definição do conceito memória é conseguida através da identificação da sua função e do modo como esta funciona. A literatura oferece resultados extensos, fruto de investigações realizadas por diversos investigadores durante anos, com resultados, por vezes, não consensuais. A forma como a comunidade científica encara a memória sofreu alterações ao longo do tempo. As primeiras publicações científicas sobre esta matéria datam da segunda metade do séc. XIX. A perceção de memória existente nessa altura indicava que se tratava simplesmente de uma forma que os humanos dispunham para armazenar informação. Sabemos hoje que a memória consiste num sistema cognitivo dinâmico que, em conjunto com outros sistemas, ajuda a regular o comportamento (Kekenbosch, 2005, p. 7).
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166 Lee mas

A utilização da tecnologia da informação no transporte de cargas fracionadas

A utilização da tecnologia da informação no transporte de cargas fracionadas

O transporte é uma das principais atividades da cadeia de suprimentos, e tem importância nos tempos atuais, pela sua relevância segundo o conceito do mix de marketing e por representar a maior atividade da distribuição física. Tradicionalmente, a logística concentrou seus esforços no fluxo físico do processo, ao passo que o fluxo de informações por muitos anos não teve a atenção que merecia. Nos dias atuais, é impossível pensar em transportes sem a agregação de valor da tecnologia da informação, que se tornou uma área vital para o sucesso do negócio. Esta monografia tem o objetivo de identificar as tecnologias de informação que podem ser empregadas na atividade do transporte de cargas fracionadas e como a utilização destas tecnologias contribuiu para o aumento da competitividade e produtividade das empresas do segmento. Serão abordadas no presente trabalho as tecnologias de EDI, Comunicações, Rádio Frequência, Código de Barras e RFID. É importante ressaltar, que estas são algumas tecnologias, e não todas as disponíveis no amplo mercado de TI (tecnologia da informação) e que as tecnologias não são responsáveis isoladamente pelos resultados empresariais, pois o sucesso de um negócio é a soma de vários fatores de gestão. O estudo demonstra os resultados positivos e evidencia a real magnitude da tecnologia da informação no “core business” das empresas de transportes de cargas, pois possibilitou à empresa pesquisada ganhos de produtividade, agilidade, precisão, segurança, rastreabilidade e respostas aos clientes que seriam impossíveis sem o uso da tecnologia, além do acompanhamento de todas as etapas das operações da empresa.
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93 Lee mas

As pessoas nos sistemas de gestão da segurança da informação

As pessoas nos sistemas de gestão da segurança da informação

São utilizados os controlos de segurança de sistemas identificados na NIST SP800-53 – Recommended Security Controls for Federal Information Systems [Ross et al 2005], como base para o desenvolvimento de métricas que suportem a avaliação de programas de segurança. Adicionalmente a proporcionar orientações no desenvolvimento de métricas, este guia lista um número de métricas candidatas que podem ser reduzidas, expandidas ou utilizadas como modelos para desenvolver outras métricas. Este guia apresenta pelo menos uma métrica candidata para cada uma das 17 famílias de controlos, proporcionando templates e métricas candidatas para facilitar a implementação e utilização das métricas de desempenho da segurança da informação. Este documento orientador deve ser aplicado em conjunto com o SP800-55, e usa processos e metodologias descritas no SP800-55 como ponto de partida. Enquanto se focaliza nos controlos da SP800-53, o processo descrito neste guia pode ser aplicado para desenvolver métricas específicas para organizações, mesmo que estas estejam fora do foco da SP800-53.
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668 Lee mas

Tecnologias da informação e comunicação e liderança: a realidade da e-liderança

Tecnologias da informação e comunicação e liderança: a realidade da e-liderança

144 As diferenças que existem nos actores da e-liderança vão fazer com que a relação entre eles seja bastante diferente da relação existente no ambiente de liderança tradicional. A distância e os diferentes suportes à comunicação podem propiciar situações de conflito que não existiriam na liderança tradicional. Quer num caso quer noutro, os conflitos não devem ser evitados mas sim geridos, dentro de uma equipa podem haver cinco formas de lidar com o conflito, através da acomodação, colaboração, competição, evitação ou compromisso sendo que o ideal será, claramente, o compromisso em que há um interesse pelo bem-estar próprio assim como pelo bem-estar do outro. Lencioni (26) afirmava mesmo que uma equipa de sucesso deve conflituar, pois o medo do conflito é prejudicial à equipa. Muitas vezes o problema da gestão das relações de trabalho em e-equipas passa pela personalização da relação, com as idiossincrasias típicas de cada um, isto é, deve o líder ser justo com todos, mas adoptar o sistema relacional que mais se adapta a cada personalidade dos seus elementos de equipa. Ter um discurso quando em grupo, mas adaptar-se em díades comunicacionais mais vantajosas para o sucesso. Poderá mesmo ter que optar por meios de comunicação diferentes segundo o seu interlocutor se isso for o mais adequado.
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216 Lee mas

Identificação das necessidades de informação no Tribunal Superior do Trabalho sob a ótica da gestão da informação

Identificação das necessidades de informação no Tribunal Superior do Trabalho sob a ótica da gestão da informação

- Quando não encontro o nº do OAB dos advogados no processo (procurações), recorro ao cadastro nacional de advogados(CNA) na web. - Se fico na dúvida do nome correto das partes(agravante/agravado ou recorrente/recorrido), e se no processo consta nomes com pequenas diferenças da mesma parte(tipo: Ltda em vez de S.A.), consulto o site da receita federal, fornecendo o CNPJ. - Como o cadastro no banco de dados tem várias vezes cadastrado a mesma parte(tipo: Banco do Brasil S.A.), recorro as minhas anotações pessoais com o código menor e mais prático para decorar. (CEF = 41683). - Quando tenho dúvidas (sistema, como autuar os vários tipos de processo = AIRR, RR, ARR, prevenções, retornos, diligências, informação para SEGJUD) ex: como alterar quem realmente autuou o processo no termo de autuação e distribuição do processo no sistema. Recorro ao "coringa" = Fernando o sabe tudo. - Quando o coringa não está. Consulto o Manual de Autuação que fica no diretório K:\CCADP. Elaborado pelo Fernando, que usou todas as orientações, legislações trabalhistas e procedimentos organizacionais do TST mais os seus conhecimentos de direito. - Quando quero algum relatório ou levantamento de dados sobre qualquer coisa (produção, quantidades...), tenho recursos no SIJ, e-SIJ ou BO. - Posso trabalhar de casa, através do Gabinete virtual - um pouco mais lento, mas eficaz.
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209 Lee mas

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