Recursos de informação

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Fuentes y recursos de información tradicionales y digitales: propuestas internacionales de clasificación

Fuentes y recursos de información tradicionales y digitales: propuestas internacionales de clasificación

A pesquisa é descritiva, quanto aos objetivos, bibliográfica, quanto aos procedimentos, e qualitativa, quanto à forma de abordagem. Abrange de início, uma revisão sobre conceitos e definições de dado, informação e conhecimento, na perspectiva da Sociedade da Informação, do Conhecimento e da Aprendizagem ao longo da vida. Em seguida, desenvolve uma revisão bibliográfica sobre fontes e recursos de informação, analisando definições, conceitos e classificações. Pesquisou-se o portal da CAPES, a Biblioteca do Conhecimento Online (B-On), a Red de Bibliotecas Universitarias de España (REBIUM) e o buscador Google Scholar, que deram acesso às bases de dados, Web of Science, SCOPUS, LISA, REDALYC, SCIELO e DIALNET. Primeiro, foram delimitadas as fontes de informação na área de Comunicação e Informação e depois foram definidos os termos “fontes de informação”, “fonte de informação digital” e “recursos de informação” e “recursos de informação abertos”, em português, inglês e espanhol, para obter um conjunto alargado de conceitos de fontes e recursos de informação, classificações e tipologias. Selecionada a literatura adequada ao tema e à abordagem escolhida, efetuou-se uma leitura analítica do conteúdo dos documentos, para ordenar e sumariar as informações e obter respostas ao problema da pesquisa. As várias propostas de classificação das fontes e recursos apresentam-se num quadro, que facilita a identificação de suas concordâncias e discordâncias. Os resultados sugerem que, embora os estudos sobre fontes e recursos de informação sejam preocupação de vários autores e organizações, é necessário continuar a aprofundar e refletir sobre eles e acompanhar sua rápida evolução.
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16 Lee mas

Teaching Information Ethics

Teaching Information Ethics

A construção participativa de um instrumento com diretrizes para uma política de gestão de recursos de informação digitais, no âmbito do PROCAD UFPB – UNESP/Marília, será o eixo motivacional e operatório da pesquisa. Para construção desse instrumento com a comunidade de pesquisadores- docentes e alunos no Mestrado em Ciência da Informação dos respectivos Programas, optamos, também, por incluir o uso da metodologia da pesquisa- participante, que envolve contato permanente entre os participantes da pesquisa (docentes e discentes dos PPPGCIs), sendo que o primeiro momento é dedicado ao conhecimento preliminar da realidade, de modo a identificar o que Goldmann (1970) denomina “informação prévia”. Desta ação, resulta a formação de um grupo de trabalho que, no segundo momento, identifica, na comunidade, os “temas geradores” do conteúdo do instrumento. Nesse sentido, a pesquisa- participante oferece oportunidade para que a comunidade científica envolvida no PROCAD possa participar da análise da sua própria realidade. Assim, a pesquisa-participante pode ser vista como uma abordagem “que poderia resolver a tensão contínua entre o processo de geração de conhecimento e o uso deste conhecimento, entre o mundo acadêmico e o irreal, entre intelectuais e trabalhadores, entre ciência e vida” (DEMO, 1986, p. 126). Nesse processo, o objeto de estudo se torna sujeito da ação e partícipe da discussão do seu próprio destino, no caso suas necessidades de informação e os recursos possíveis para seu atendimento.
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240 Lee mas

Bases teóricas de gestão da informação: das origens aos desafios na sociedade contemporânea

Bases teóricas de gestão da informação: das origens aos desafios na sociedade contemporânea

Além disso, a gestão da informação também traz consigo a exigência de domínio sobre aspectos tais como: conhecimento dos diferentes tipos de informação utilizada na organização, a dinâmica dos seus fluxos, o ciclo de vida da informação e o conhecimento das pessoas acerca das relações que estabelecem com a informação (Ponjuán Dante, 2004). Ressalta-se, para tanto, a importância da adoção de novas diretrizes e condutas de gestão da informação que devem estar articuladas com esses aspectos, especialmente em relação ao ciclo de vida da informação, que se inicia desde que a informação é gerada em uma organização e que, por sua vez, dependem da colocação à disposição de pessoas e grupos, de elementos implícitos ou explícitos de conhecimento, demandando também diferentes tipos ou recursos de informação, em distintos formatos e que demandam estruturas próprias de gestão. Nesse sentido, para Tarapanoff (2001, p. 44), “o principal objetivo da gestão da informação é identificar e potencializar os recursos informacionais e sua capacidade de informação, ensiná-la a aprender a adaptar-se às mudanças ambientais”. De acordo com Choo (2006) as principais estratégias nesse sentido envolvem: promover a informação como insumo crítico e conscientizar sobre a corresponsabilidade relacionada ao processo de gestão; incentivar o compartilhamento da informação em processos e áreas de natureza vária na organização; estabelecer uma arquitetura informacional para a facilidade do trânsito de dados e sua interpretação; garantir a padronização e a consistência para a representação da informação; garantir a segurança dos fluxos e dos repositórios de informação; garantir a disponibilidade e o acesso aos dados e às informações, de forma contínua e pontual, e, ainda, estabelecer procedimentos de estímulo e que capacitem os colaboradores no acesso de informação apropriada e relevante. Todas essas condutas referem-se a uma área de destaque na gestão da informação e que se denomina governança informacional.
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12 Lee mas

Pueblos de viñedos: recalificación urbana, turismo y desarrollo local en el Duero

Pueblos de viñedos: recalificación urbana, turismo y desarrollo local en el Duero

Pontos Fracos População envelhecida; muita emigração; falta de recursos humanos qualificados; falta de alojamento turístico e de restaurantes; falta de informação turística; falta de sin[r]

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e aos tipos de atores envolvidos; motivações e objetivos; procedimentos e mecanismos; frequência, intensidade e duração, problemas e dificuldades das interações.To- dos esses elementos possibilitam pensar os aspectos que influenciam a escolha do parceiro ou interlocutor para interação em espaços organizacionais, interação, nessa abordagem, pressupõe: “confiança, reputação, qualificação (conhecimento técnico), proximidade, identidade e estabilidade institucional ou financeira” (Albagli & Maciel, 2004, p. 14). Assim, pode-se dizer que o comportamento informacional, no sentido de tro- ca de informação em espaços sociais, implica em tatear aspectos que despertam o sentimento de pertencimen- to entre os integrantes de distintos espaços sociais. Sob esse prisma, as autoras afirmam que “problemas e obstáculos à interação e, particularmente, à cooperação remetem, em grande parte, à dimensão institucional (em sentido amplo) e ao papel do capital social.” (Alba- gli & Maciel, 2004, p. 14).
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11 Lee mas

Historias de vida como hecho museológico tratado por el diseño de información en la curadoria digital en el Museu da Pessoa

Historias de vida como hecho museológico tratado por el diseño de información en la curadoria digital en el Museu da Pessoa

Em 1996, quando do primeiro ambiente digital do MP na Web 1.0, inevitavelmente reproduziu-se a lógica do fluxo de informação, característica dos modelos (DI) impressos em papel, uma vez que o esforço inicial foi o de colocar as memórias na primeira interface digital que se caracterizava por uma única página que continha uma única história de vida, substituída por membro da equipe do MP semanalmente. Nota-se que em ambiência Web 1.0, o MP já lança mão de recursos do DI para a sua limitada CD de sistemas memoriais. Destaca-se ainda que, naquele período, para o Projeto Conte sua História, memórias pessoais eram enviadas por e-mail, pelos internautas, e colocadas no ar, via programação HTML, por profissional da informação do Museu. Conforme o Portal, nos anos noventa, em que menos de vinte por cento da população brasileira tinha acesso à Internet, internautas visitantes do MP começaram a ter suas memórias publicadas - apesar do país não possuir uma tradição em cultura escrita - dando início ao projeto colaborativo de construção de uma memória coletiva e democrática. Para Henriques, a memória tem origem na sociedade, uma vez que nossas lembranças relacionam-se ao conjunto de noções de um grupo (HENRIQUES, 2004, p.16).
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12 Lee mas

Da informação nossa de cada dia à Ciência da Informação: conceitos, história, teorias e questões recentes

Da informação nossa de cada dia à Ciência da Informação: conceitos, história, teorias e questões recentes

As universidades, originalmente universitas, ganharam a cena a partir da recuperação gradual da vida nas cidades europeias do século XI, não para competir com os mosteiros, mas para sistematizar e dinamizar a produção e o registro de informações e de conhecimentos na Idade Média. Inicialmente associada à Igreja Católica Apostólica Romana, os textos que utilizavam se voltavam para a formação de pessoas para a vida vocacional e para as ciências. De acordo com McNeely e Wolverton (2013), Paris formava teólogos; Bolonha, bacharéis em direito; Salerno, bacharéis em medicina; e Praga, mestres em artes. Em comum elas possuíam um currículo que submetia os estudantes universitários aos estudos da linguagem, representados pelo trivium (gramática, retórica e lógica), e dos números, representados pelo quadrivium (aritmética, geometria, astronomia e música) (Burke, 2003; McNeely e Wolverton, 2013). Desse modo, representar a informação e o conhecimento pela combinação de letras, números ou de ilustrações tornou-se prática difusa e consolidada na educação, aspecto que se observa não somente nas anotações de mestres e de alunos, como também nos livros que o ensino passou a exigir. Um paradigma didático-pedagógico que ainda encontra aplicação nos diferentes níveis do modelo contemporâneo de ensino.
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19 Lee mas

Relaciones paradigmáticas entre la Archivologia y la Ciencia de la Información: la vivencia práctica de un archivo

Relaciones paradigmáticas entre la Archivologia y la Ciencia de la Información: la vivencia práctica de un archivo

Diante dessas inovações quanto ao interesse por tecnologias avançadas, assim como a tentativa de digitalizar boa parte dos documentos impressos, visando sua preservação e acesso, percebe-se que essa forte tendência à informatização está sustentada em um paradigma mais próximo da Ciência da Informação, uma vez que essa ciência, segundo Saracevic (1996), caracteriza-se por sua forte interdisciplinaridade e relacionamento estabelecido com as tecnologias digitais. Assim, de acordo com as informações coletadas no estudo de caso, tem-se que o arquivo investe nessa empreitada, pois realiza digitalização de fotografias e demais documentos antigos; está em fase de construção do acervo digital, como também estuda projetos para ampliar as estratégias de busca ao documento no catálogo eletrônico. A esse respeito, desde a década de 1990, Jardim (1992) defende a ideia de que a informatização dos arquivos despertará um maior uso dessa instituição, uma vez que as redes eletrônicas desencadeiam novas formas de sociabilidade e facilitam a construção de canais infocomunicacionais, portanto, segundo esse autor, através dos arquivos informatizados, prevê-se uma nova geração de pesquisadores, familiarizada com aplicações informáticas, em que serão estabelecidas novas demandas de consulta por meio eletrônico aos arquivos.
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16 Lee mas

Gramsci – Os intelectuais e a organização da cultura

Gramsci – Os intelectuais e a organização da cultura

Informação crítica. Individualmente, ninguém pode acompanhar toda a literatura publicada sobre um grupo de assuntos e nem mesmo sobre um só assunto. O serviço de informação crítica, para[r]

125 Lee mas

Motivação de equipes em unidades de informação

Motivação de equipes em unidades de informação

A pesquisa de campo buscou conhecer de que forma o bibliotecário responsável atua junto à sua equipe, mais especificamente, quais são os aspectos motivacionais utilizados para a gestão da equipe, uma vez que, geralmente, o bibliotecário possui pouca formação gerencial, isto é, são poucas as disciplinas ministradas nos Cursos de Biblioteconomia do país, em que esses conteúdos são tratados com maior profundidade. Ressalta-se que muitos bibliotecários, após a conclusão do curso, atuam exclusivamente com atividades de gestão, visto que são responsáveis por unidades de informação e, conseqüentemente, pelas pessoas que atuam nessas unidades de trabalho.
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23 Lee mas

A ciência da informação e a transição paradigmática

A ciência da informação e a transição paradigmática

Tudo isto significa que o paradigma emergente pauta-se por traços ou características como são a valorização da informação enquanto fenómeno humano e social; o dinamismo informacio- nal, oposto ao “imobilismo” documental; a prioridade máxima dada ao acesso à informação, uma vez que só o acesso público justifica e legitima a custódia e a preservação; o indagar, compre- ender e explicitar (conhecer) a informação social, através de mo- delos teórico-científicos; a assunção de uma postura sintonizada com as ciências sociais e empenhada na compreensão do social e do cultural, com óbvias implicações nos modelos formativos; e a lógica científico-compreensiva em substituição da lógica instru- mental.
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19 Lee mas

TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO ENSINO DE FÍSICA

TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO ENSINO DE FÍSICA

Assim entende-se que é necessário haver mudanças no âmbito escolar, sendo preciso inovar, para que os alunos sejam estimulados a utilizarem as tecnologias também em atividades escolares, sem esquecer que o professor tem um papel importante nessa processo. O desenvolvimento dessa atividade nos fez retomar conteúdos até que os mesmos estivessem compreendidos, além de nos auxiliar no desenvolvido da habilidade de se trabalhar em grupo, respeitando as diferenças dos envolvidos no processo. Em relação ao Ensino de Física, acredita-se que a inserção de recursos das TIC podem otimizar o estudo da área, despertando maior interesse dos alunos, mobilizando-os a realizarem estudos e relacionarem os tópicos estudados com outras áreas do conhecimento.
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6 Lee mas

COMUNICACIÓN INTERNA CÓMO HERRAMIENTA DE MARKETING INTERNO PARA MAXIMIZAR LA COMPETITIVIDAD: UN ESTUDIO EM LA PEQUEÑA EMPRESA DE LA CIUDAD DE PARANAGUÁ EN BRASIL

COMUNICACIÓN INTERNA CÓMO HERRAMIENTA DE MARKETING INTERNO PARA MAXIMIZAR LA COMPETITIVIDAD: UN ESTUDIO EM LA PEQUEÑA EMPRESA DE LA CIUDAD DE PARANAGUÁ EN BRASIL

Kunsch (2009, p. 335) afirma que "as organizações ainda parecem muito preocupadas em distribuir a informação, mas pouco em ouvir. E, ainda assim, a eficiência da informação descendente não parece ter chegado a um nível aceitável". Em pesquisa realizada em 2002, esta autora ainda observa que apesar do aumento do interesse pela comunicação, não há o entendimento, a compreensão e o real engajamento das próprias equipes e dirigentes. Com base nisso, é possível analisar que falta um comprometimento maior com a informação, motivação e endomarketing - preocupações que não estão apenas restritas a profissionais de comunicação - evidente não só em grandes empresas como também nas pequenas. Inclusive é preocupante como estas ferramentas são tratadas nestas empresas, pois é a informação que possibilita o relacionamento.
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17 Lee mas

Coordinado por Jesús Sánchez y Xavier Treviño

Coordinado por Jesús Sánchez y Xavier Treviño

Con base en una metodología participativa entre los usuarios de la bicicleta como medio de transporte, así como en la información allegada y el trabajo de campo realizado, s[r]

34 Lee mas

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Pretendeu-se com a atividade, aplicar os conceitos ex- postos em aula sobre as ferramentas de avaliação de serviços em unidades de informação, utilizando-se da técnica mystery shopping em bibliotecas públicas de uma região do interior do estado de São Paulo, especial- mente em seus SRs, por se tratar do serviço com maior aproximação dos usuários. Para sua realização, foi soli- citada a anuência da diretoria do Sistema Integrado de Bibliotecas (SIBi) do município alvo da pesquisa que, prontamente, autorizou sua execução, mediante a con- dição de que teriam acesso aos seus resultados e que, até e durante a aplicação do exercício, nenhum funcio- nário do sistema de bibliotecas deveria ser informado da atividade. Para aplicação deste levantamento, que pode ser realizada de forma participante, onde o fun- cionário avaliado está ciente da avaliação e “não par- ticipante”, quando o funcionário não está ciente (Lan- caster, 2004), optamos pela segunda opção, de acordo com a solicitação da diretoria do sistema de bibliotecas. Ao todo, dispuseram-se ao exercício, quarenta e dois alunos do curso de Biblioteconomia e Ciência da Infor- mação da Universidade Federal de São Carlos (UFS-
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12 Lee mas

Estresse ocupacional em profissionais de Tecnologia de Informação

Estresse ocupacional em profissionais de Tecnologia de Informação

230 Como relatado anteriormente, é possível observar estas situações em diferentes profissões, sendo algumas mais estudadas como enfermagem, professores e profissionais de tecnologia da informação, foco deste estudo. Em relação a este último grupo de profissionais a relação entrea prática profissional e o estresse pode ser compreendida, de maneira simplificada, a partir de duas perspectivas. Uma delas está centrada na tecnologia de informação constituindo um dos elementos estressores no trabalho de outros profissionais (que não os de TI, especificamente). É o caso do adoecimento de bancários derivado das mudanças laborais e do uso intensivo de recursos tecnológicos com a finalidade de aumento da produtividade (Bessi, Schreiber, Puffal&Tondolo, 2015) ou da ambiguidade na relação dos profissionais de saúde com a tecnologia (Pires, Bertncini, Trindade, Matos, Azambuja & Borges, 2012).
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18 Lee mas

NECESSIDADES DE INFORMAÇÃO DE PACIENTES ONCOLÓGICOS E DE SEUS FAMILIARES

NECESSIDADES DE INFORMAÇÃO DE PACIENTES ONCOLÓGICOS E DE SEUS FAMILIARES

Trata-se de uma pesquisa quantitativa, exploratória-descritiva, com delineamento transversal, oriunda de um projeto de pesquisa ³Necessidades de informação de pacientes oncológicos e de seus familiares´ ILQDQFLDGR SHOR Hdital 375/2016 - Programa de Desenvolvimento Acadêmico (PDA)- Iniciação a Pesquisa, da Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA). O projeto está em fase de coleta de dados, sendo realizado em uma clínica filantrópica de radioterapia e oncologia de um município da fronteira oeste do Rio Grande do Sul/Brasil.

7 Lee mas

Competencia informacional como recurso emancipatório – estudio de caso con portadores de Diabetes Mellitus

Competencia informacional como recurso emancipatório – estudio de caso con portadores de Diabetes Mellitus

Graduação em Ciências Econômicas (1990), mestrado (1999) e doutorado (2005) em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de Santa Catarina. Professora Adjunta, dedicação exclusiva, da Universidade Federal de Pernambuco, com atuação na graduaçaõ e no programa de pós-graduação stricto sensu. Líder do grupo de pesquisa Prospecção e Práxis em Gestão da Informação, certificado pela UFPE, estuda o fenômeno da informação enquanto objeto de gestão, tanto no âmbito das práticas adotadas como das suas prospectivas e possibilidades futuras. Desenvolve projeto de pesquisa ná área de gestão acadêmica e competência informacional. Atua nos seguintes temas de interesse: gestão da informação, estudo do usuário e competência informacional, avaliação das atividades de informação, indicadores de qualidade e gestão acadêmica.
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4. Ariluci Goes Elliott. Doutorado em Ciência da Informação pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP-Marília-SP). Mestre em Ciência da Informação pela Universi- dade Federal da Paraíba (UFPB). Especialista em Educação de Jovens e Adultos pela Universidade de Brasília (UNB) e Graduada em Biblioteconomia pela Universidade Federal do Ceará (UFC). Do- cente do Curso de Biblioteconomia e do Programa de Pós-Graduação em Biblioteconomia (PPBG) da Universidade Federal do Cariri (UFCA), Juazeiro do Norte, Ceará – Brasil. ariluci.goes@ufca.edu.br
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Comportamento informacional em teses e dissertações na ciência da informação no Brasil entre 2007-2012: revisão de literatura

Comportamento informacional em teses e dissertações na ciência da informação no Brasil entre 2007-2012: revisão de literatura

Para estudos futuros, recomendamos a realização deste estudo entre as publicações científicas (periódicos, anais, livros) em relação a comportamento informacional na área de Ciência da Informação e em outras áreas do conhecimento, com o intuito traçar um panorama da temática e demonstrar a relação entre os termos e assuntos, os orientadores ou pesquisadores que tem investigado sobre o assunto, além de identificar as instituições de ensino superior que tem acolhido interesse em pesquisas relativas ao comportamento informacional. Estudos irrestritos ao território nacional, expandido para outros países e criando um mapa global da temática.
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22 Lee mas

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