Reflexão E Questionamento

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Quatro negros, entre a esperança e o questionamento.

Quatro negros, entre a esperança e o questionamento.

Quatro negros, entre a esperança e o questionamento. Elaine dos Santos 1 RESUMO: Este texto apresenta uma reflexão sobre a literatura produzida no Rio Grande do Sul desde o século XIX, observando-se os aspectos referentes ao processo de mitificação e desmitificação do homem campeiro para, na sequência, a partir da novela Quatro negros, de Luis Augusto Fischer, analisar o papel da mulher na sociedade gaúcha e a forma como ela, através da personagem Janéti supera a adversidade que não foi enfrentada, por exemplo, por Guedes, personagem principal de Porteira fechada. A proposta é, portanto, fazer uma leitura de Quatro negros como uma obra que indaga o tempo presente, a sociedade presente sobre as possibilidades de inclusão de uma região abandonada do ponto de vista econômico e social.
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11 Lee mas

Padrões de questionamento em aulas teóricas e laboratoriais em Química

Padrões de questionamento em aulas teóricas e laboratoriais em Química

A terceira questão relaciona-se com o decorrer das aulas e com o processo de investigação. Analisa-se assim a influência do questionamento no desenvolvimento profissional do professor-investigador envolvido nas aulas analisadas. As entrevistas realizadas aos alunos têm-se como objetivo compreender a reflexão dos alunos sobre o seu próprio perfil de questionamento e sobre o perfil de questionamento do professor-investigador, evidenciando as falhas encontradas em nos dois perfis de questionamentos, que ajudaram o professor-investigador a corrigir erros e imperfeições que tinha no seu desempenho como professor fazendo com que o seu desenvolvimento profissional esteja cada vez mais atualizado.
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151 Lee mas

O corpo na psicanálise: uma reflexão contemporânea

O corpo na psicanálise: uma reflexão contemporânea

No presente caso, é possível referi que o corpo vitrine da paciente é uma forma de expressão de alimentação de seus desejos na busca do amor, na ideia de suprir suas carências afetivas dando a ela uma possibilidade de sedução, o que permite dar suporte as suas fantasias inconscientes. É papel do analista trabalhar esta ideia de corpo vitrine, não apenas na questão estética, mas através das suas insatisfações e negações. Trazer a tona sua teatralidade para que tenha acesso de seus atos psicológicos e suas possíveis consequências. Permitir que seu desejo não seja tão recalcados ao ponto de tornar-se desconhecido. Também é importante que o analista esteja atento as questões da sexualidade expostas pela histérica, para entender o que ela trás no discurso e na linguagem corporal. Neste relato de caso é importante compreender como se dá a competição entre a paciente e sua irmã, em que contexto as duas se rivalizam diante da questão do feminino, do questionamento sobre o porquê de “minha irmã sentir inveja de mim”. Deve ser observada atentamente a imagem que constrói em torno de si mesma e quais as dificuldades em diferenciar-se ou igualar-se ao feminino, exposto pela irmã. Camilla está assujeita a esse contexto de pós-modernidade, sabe o desejo de seus pais, ex-marido, filhas, mas não compreende os próprios. Aliena-se no discurso do Outro, faz-se como empregada, cozinheira, enfermeira, mas não como uma mulher autônoma e de direitos. Reconhece-se como desiludida diante de todos os fatos relacionados a figuras masculinas, mas não percebe o que fez, e o que continua fazendo e o que poderia mudar em relação a isso.
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43 Lee mas

Juventudes e diferença: uma reflexão a partir de confetos

Juventudes e diferença: uma reflexão a partir de confetos

Ora, esta referência tem tudo a ver com o confeto, pois nos remete à questão dos devires vividos pelo grupo: o “devir/movimento-rosa-negra” e o “devir/movimento-destruição”. É na vivência e expressão desses devires que os/as jovens mostram sua diferença. diferença esta que ora se apresenta no fechamento, isolamento, envolucramento, introspecção dos/das jovens, para integrarem-se a si mesmo, ao seu complexo mundo, desnudando sua beleza e encanto, sua natureza dionisíaca, seus desejos e fantasias, projetos individuais; ora se revela no conflito, no caos, na insegurança dos caminhos, no questionamento de si próprio, dos modelos sociais existentes; na imposição de regras que tolhem a liberdade do ser; nos desejos demoníacos. pensamos que esses devires são as linhas de fuga, através das quais os/as jovens fogem da “subjetividade dominante”, imposta pelo Capitalismo e seus padrões sociais.
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28 Lee mas

Promover o questionamento durante as visitas de estudo a centros interativos de ciência [o que dizem os monitores experientes]

Promover o questionamento durante as visitas de estudo a centros interativos de ciência [o que dizem os monitores experientes]

Os módulos interativos APE permitem o questionamento, a reflexão, a discussão, a formulação de explicações e previsões sobre os fenómenos observados, a criação de relações entre módulos e dos módulos com o dia-a-dia (GUTWILL e ALLEN, 2010; HUMPHREY e GUTWILL, 2005; RANDOL, 2005). Tal tem sido conseguido quando são propostas atividades que despertam a curiosidade, por apresentarem fenómenos contra intuitivos, e que são semiabertas, permitindo o questionamento. Algumas destas atividades envolvem a construção e testagem de modelos, por exemplo, modelos de barcos velozes, (GLEASON e SCHAUBLE, 1999), o envolvimento dos alunos com experiências cinestésicas facilmente relacionadas com situações do dia-a-dia, por exemplo, simular um tornado ou um tremor de terra e sentir os seus efeitos no corpo (GILBERT e STOCKLMAYER, 2001), ou a interação com módulos analógicos (AFONSO e GILBERT, 2007).
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21 Lee mas

O efeito do reforçamento diferencial e questionamento reflexivo sobre o tema do compotamento verbal

O efeito do reforçamento diferencial e questionamento reflexivo sobre o tema do compotamento verbal

As perguntas abertas tiveram como objetivo levar o sujeito a emitir autorregras. O pesquisador atuou como mediador elaborando as perguntas abertas de forma a estimular a reflexão que levasse o participante a discriminar que o tema de seu comportamento verbal deveria ser o assunto de menor interesse. Esta fase não teve tempo determinado, o participante ficou nela até emitir a autorregra de que deveria falar sobre o assunto de menor interesse. Quando o participante se comportava verbalmente afirmando que devia falar sobre o assunto de menor interesse o pesquisador considerava que o sujeito havia elaborado uma autorregra de que o tema de seu comportamento verbal deve ser sobre o assunto de menor interesse, com isto era iniciada a última fase. Durante esta fase a frequência verbal dos participantes não foi medida e os efeitos sobre a frequência verbal da variável independente QR foi medido pelos resultados das fases seguintes.
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51 Lee mas

Sexualidades em questionamento : uma abordagem Queer sobre Caio Fernando Abreu

Sexualidades em questionamento : uma abordagem Queer sobre Caio Fernando Abreu

1.1. Sexualidade e poder: breve história da homossexualidade Tratar de sexualidade ou gênero num estudo sobre literatura, ou mesmo em qualquer reflexão que flerte com as ciências sociais, pode se tornar uma tarefa escorregadia e, de alguma forma, problemática. Isso porque eles ocupam um papel central em nossa vida social de forma tão entranhada que os vemos, muitas vezes, como um fato natural da existência. É pelo gênero e pela sexualidade que nos identificamos e aos indivíduos ao nosso redor. Por isso, quando se vê uma pessoa com roupas e trejeitos femininos, instantaneamente presumimos que ela seja uma mulher e que seu desejo sexual esteja direcionado ao sexo oposto, isto é, que ela seja heterossexual. Não que seja errado fazer tal pressuposição quase instintiva, mas não encarar esse fato com certa desconfiança pode nos levar a ignorar ou inviabilizar o reconhecimento daqueles indivíduos que podem não exibir um gênero ou uma sexualidade tão óbvias, como homossexuais, travestis, transexuais e intersexos. Da mesma forma, futuras mães e pais contemplam o diminuto pênis de seu feto na reprodução de um ultrassom e pensam logo em como nomearão aquele ser. Seja João, Rafael ou Thiago, já tomam como fato dado e garantido que se tratará de um homem, com sorte gostará de futebol e terá várias namoradinhas na escola.
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126 Lee mas

O ensino-aprendizagem da análise musical através de estratégias de questionamento

O ensino-aprendizagem da análise musical através de estratégias de questionamento

Prefácio João Pedro Oliveira (1998) publicou uma das obras fundamentais para a literatura em língua portuguesa sobre análise musical: Teoria Analítica da Música do Século XX. Na introdução, Oliveira informa sobre a estrutura, motivação e contributo que procura. É sobre este último — o contributo — que me debruço, face ao relevo que tem para este estudo. Ao longo do texto introdutório é possível encontrar, em diversas passagens, expressões como “participação activa e qualificada”, “atitude crítica e reflexiva em relação ao significado”, “posturas individuais de crítica reflexiva”, “discussão construtiva”, que constituem, para Oliveira, características essenciais do analista, o compositor, o músico em geral, para “que desenvolvam a capacidade de auto-reflexão crítica, durante o exercício da prática musical” (pp. xxviii-xxiv). Martins (1999, p. 169) considera essa “[insistente] chamada de atenção” um “desafio colocado a toda a disciplina, e é reflectido na ausência de uma comunidade teórica madura e diversificada que supervisione o seu progresso”. Martins (1999, p. 187) conclui afirmando que “o modo como escolhemos conteúdos e métodos de ensino vão também ser determinantes na preparação dos alunos para conduzirem as suas actividades como músicos, e para entrarem num debate musical, que em última análise, deverá ser feito a nível internacional”.
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230 Lee mas

Promover o questionamento junto de alunos de ciências do ensino básico

Promover o questionamento junto de alunos de ciências do ensino básico

Neste sentido, o questionamento revela-se, assim, parte do processo de procura de solução, quer em processos de ensino e de aprendizagem centrados na resolução de problemas, como em investigação científica (Chin, 2001). Neste contexto, são as questões de elevado nível cognitivo, as questões mais relevantes para a resolução de problemas (Palma & Leite, 2006), cuja resolução desenvolve o raciocínio, o espírito crítico, a responsabilidade e a reflexão dos alunos; competências fundamentais nos dias atuais para responder apropriadamente às exigências das sociedades democráticas, científica e tecnologicamente avançadas (Lambros, 2004; Leite & Esteves, 2005).
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13 Lee mas

O questionamento como elemento integrador do blogue nas aulas de ciências

O questionamento como elemento integrador do blogue nas aulas de ciências

Os posts publicados no blogue refletem a tentativa do professor em promover o envolvimento dos alunos nas atividades que foram propostas para a interação desenvolvida na disciplina de ciências naturais em sala de aula, respeitando a distribuição global de conteúdos, por período letivo, de acordo com a planificação geral do ano que foi entregue às estruturas de coordenação pedagógica da escola. Os desafios emergiram, portanto, do conhecimento que o professor foi adquirindo sobre os alunos, com os quais estava a trabalhar, e das dúvidas ou incompreensões que iam sendo manifestadas por eles sobre os conteúdos. Daqui decorre que não se tratou da aplicação de um protocolo previamente preparado para ser aplicado àquele ano de escolaridade. A intervenção realizada constituiu- se, portanto, como um projeto aberto à análise e reflexão permanentes, que foi sendo adaptado ao longo do tempo, na linha do que se realiza em modalidades de IA em contexto escolar (Latorre, 2003) como se mostra na Figura 3.
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755 Lee mas

Questionamento e curiosidade num contexto CTS: um estudo de caso

Questionamento e curiosidade num contexto CTS: um estudo de caso

A análise das perguntas dos estudantes constitui um valioso instrumento de reconhecimento e diagnóstico das dificuldades conceptuais dos alunos, fornecendo ao professor pistas importantes para constante adequação de conteúdos lectivos e métodos de ensino-aprendizagem. As perguntas revelam dificuldades, sobretudo, na compreensão dos conceitos ao nível da abstracção e das suas interrelações, e na aplicação dos conteúdos ao quotidiano. O processo de formulação de perguntas contribui para que os alunos procurem estabelecer relações entre conceitos que de outro modo poderiam não ocorrer. Na busca de estabelecer estas relações, revelam dificuldades na compreensão dos conceitos e nas relações entre conceitos. Neste caso, o estudante tem a oportunidade de repensar o seu questionamento e o professor a oportunidade de reanalisar e objectivar as dificuldades do estudante. Este facto contribui significativamente para a promoção das perguntas como ferramenta de reflexão tanto para professores como para alunos (p. 1)
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192 Lee mas

Estratégias potenciadoras do questionamento em ciências naturais

Estratégias potenciadoras do questionamento em ciências naturais

Contrariamente a estas, as perguntas de alto nível cognitivo conduzem a uma aprendizagem significativa do conhecimento, levando à associação de ideias e à aplicação de conhecimentos a novas situações, facto pretendido na aprendizagem das Ciências. No entanto, estas perguntas abertas exigem do aluno maior reflexão, sendo por isso mais difíceis de formular e aparecem numa percentagem inferior, tanto neste estudo, como em outros realizados. Por exemplo, Graesser e Person (1994), consideram “que a baixa frequência e qualidade das perguntas dos estudantes deve ser atribuída à dificuldade na identificação de conhecimento relevante, a barreiras sociais ou de comunicação e à reduzida capacidade na formulação de perguntas de qualidade. A excessiva formalidade das situações de ensino tradicional e a inibição naturalmente gerada pela exposição a colegas e professor (Dillon, 1988) constituem também importantes barreiras a ultrapassar” (Teixeira-Dias et al., 2009, p. 63). Uma forma de ultrapassar esta dificuldade e promover a formulação de perguntas de alto nível cognitivo, poderá ser através de modelos de instrução específicos e adequados, tal como também defende Moreira (2009). Como já referimos, foi este o modelo que utilizamos no contexto de leitura de um texto de ciências, tendo obtido resultados satisfatórios no que se refere a esta categoria de perguntas, tal como se verifica no gráfico 5.1.
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120 Lee mas

Entrosar-se, uma reflexão etnográfica afroindígena

Entrosar-se, uma reflexão etnográfica afroindígena

Descrevemos aqui uma paisagem em que o controle das relações excessivas também está relacionado ao perigo contínuo das catástrofes cósmicas. Afinal, o potencial retorno da cobra grande do Erepecuru depende dos conflitos en- tre parentes, e o sacaca é o único entre eles que pode prever e prevenir essa catástrofe por meio de seus entrosamentos com os donos invisíveis daquela terra. Vemos, assim, como a literatu- ra sobre o xamanismo ameríndio pode ser re- levante nessa reflexão sobre os entrosamentos dos Filhos. Contudo, na análise do mito das cobras grandes também vimos que a paisagem primordial dos Filhos não descreve a potencial continuidade excessiva entre as coisas, como no caso ameríndio, e sim a possibilidade da descontinuidade radical: um tempo prévio de ruptura absoluta e violência, quando um grupo de negros escravos fugidos chegou em uma pai- sagem fechada dominada por um bicho violen- to. A continuidade é algo que os antepassados produzem com seus entrosamentos em uma paisagem fechada, transformando-a em uma paisagem de chegada, onde os mocambeiros podem gerar os Filhos do Erepecuru.
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14 Lee mas

Acolhimento:: uma reflexão sobre o conceito e realidade

Acolhimento:: uma reflexão sobre o conceito e realidade

Uma vez, que a assistência prestada até o momento era oferecida por profissionais despreparados para “lidar com a dimensão subjetiva que toda prática de saúde propõe” (8)[r]

13 Lee mas

Todos por Um: reflexão sobre o nacionalismo no jornalismo desportivo

Todos por Um: reflexão sobre o nacionalismo no jornalismo desportivo

O nacionalismo, como factor de exaltação dos sentimentos gregários duma comunidade, que começou a ser consciencializado e teorizado a partir do séc. XVIII e da re[r]

78 Lee mas

Letramento informacional : pesquisa, reflexão e aprendizagem

Letramento informacional : pesquisa, reflexão e aprendizagem

Outros fatores que afe- tam o letramento informacional na pós-graduação são a cultura acadêmica, a atitude do professor, a concepção de ensino-aprendizagem, a infraestrutura e os custo[r]

183 Lee mas

Descrição e reflexão sobre um percurso profissional

Descrição e reflexão sobre um percurso profissional

Não restam dúvidas que a democratização do ensino artístico especializado tem permitido que se venha desenvolvendo um gosto mais aprofundado pelas artes em geral, e musical em particular. Hoje em dia, as escolas vocacionais desempenham, a meu ver, um papel muito importante pois fornecem uma formação musical especializada a milhares de crianças e jovens do pais, contribuindo não só para lhes incutir o gosto pela música, como também para sensibilizar e envolver os seus familiares nesta rama artística. É certo que uma grande percentagem dos alunos que frequentam estas escolas não pretendem seguir uma carreira na área da música, procurando-as apenas no sentido de obter um complemento para a sua formação geral. Esta realidade, aliada à instabilidade político-económica que afeta regularmente este subsistema de ensino, exige de nós professores uma grande capacidade de adaptação, recetividade, reflexão e adequação às exigências que nos são pedidas.
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122 Lee mas

Novos museus de arte : entre o espetáculo e a reflexão

Novos museus de arte : entre o espetáculo e a reflexão

Assim, na medida em que os critérios de unicidade e excepcionalidade são superados, a função social da arte se transforma, “em vez de fundar-se no ritual, ela passa a fundar-se em outr[r]

186 Lee mas

Ensino de Literatura: Um questionamento necessário sobre a leitura literária no ensino médio Universidade

Ensino de Literatura: Um questionamento necessário sobre a leitura literária no ensino médio Universidade

Percebemos que os estudantes adentram na universidade oferecendo grande resistência à leitura. Isso é perceptível inclusive, pela dificuldade de compreensão dos textos lidos, em especial os textos teóricos científicos. A falta de hábito dos alunos ao longo da vida escolar com a leitura, faz com que cheguem a um curso superior, com uma verdadeira ojeriza à leitura, mesmo a leitura literária, que geralmente é relacionada à fruição e ao prazer estético. Diante dessa situação, assumimos como preocupação temática: O ensino da literatura: um questionamento necessário sobre a leitura literária no Ensino Médio. A propositura desse tema para nossa pesquisa se justifica considerando o caráter formativo da literatura e o papel da escola como mediadora da leitura em especial nessa etapa do ensino quando esta disciplina entra como componente curricular obrigatório, ainda que vinculado à disciplina de Língua Portuguesa. Discutir como a escola está lidando com o ensino da literatura e a percepção dos alunos em relação à forma como esse ensino vem se realizando, se faz importante considerando a função essencial da literatura de construir e reconstruir a palavra que humaniza e toda a complexidade resultante disso. Como diz Leahy-Dios,
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109 Lee mas

Padrões de questionamento em aulas de ciências no Brasil

Padrões de questionamento em aulas de ciências no Brasil

Alunos da educação infantil devem ser os primeiros a estabelecer contato com o questionamento. Em um estudo com crianças em nível pré-escolar, Davenport (2003) fala sobre a importância de atribuirmos tempo para que a criança formule sua idéia e possa responder ao questionamento do professor. Ainda focando nos primeiros anos de escolaridade Mauigoa-Tekene (2006) diz: “Como estamos passando de um modo de ensino centrado no professor para um modelo centrado no aluno, perguntas em vez de respostas são fundamentais na formação do desenvolvimento sócio-cognitivo dos alunos ao explorar e criar significado em contextos colaborativos” (Mauigoa-Tekene, 2006, p. 12). Pelo que podemos perceber através dos trechos acima, notamos que a função de perguntar ainda é dominantemente do professor e concluímos que de certa forma isto pode acabar por limitar o crescimento cognitivo destes.
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133 Lee mas

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