Sistemas de armazenamento

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Alocação ótima de sistemas de armazenamento de energia para controle de variação de tensão em redes elétricas com geração distribuída

Alocação ótima de sistemas de armazenamento de energia para controle de variação de tensão em redes elétricas com geração distribuída

A inserção de sistemas de armazenamento de energia (SAE) e geração distribuída (GD) em conjunto com tecnologias digitais avançadas propiciam maior segurança, confiabilidade e eficiência operacional em relação aos sistemas elétricos atuais e fazem parte de um novo conceito de redes elétricas, denominado Redes Elétricas Inteligentes (REI). Este trabalho aborda o problema de encontrar o local ótimo de instalação dos SAEs em uma rede de distribuição real de uma concessionária, considerando a inserção de fontes de geração distribuída, com o objetivo de corrigir sobretensões e subtensões do sistema. A solução do problema é baseada na técnica de busca heurística Branch Exchange, onde se procura nó à nó a otimização da rede, minimizando o valor do somatório de todas as variações de tensões dos nós do sistema. Com o propósito de demonstrar a eficiência da metodologia, são apresentados os resultados considerando diferentes cenários de carga, disponibilidade de geração, quantidade e potência dos bancos de baterias.
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34 Lee mas

Simulação de Estratégias de Operação Agregada de Sistemas de Armazenamento Distribuídos em Parques Eólicos e Centrais Fotovoltaicas

Simulação de Estratégias de Operação Agregada de Sistemas de Armazenamento Distribuídos em Parques Eólicos e Centrais Fotovoltaicas

De maneira a minimizar os impactos provocados por esta intermitência, para além do aumento da reserva girante, em sistemas mais avançados, o operador do sistema providencia sinais económicos aos produtores, que implicam um compromisso de produção para os dias e horas seguintes, bem como penalizações, caso exista um desvio do valor de potência produzida face ao comprometido quer por excesso, quer por défice. Desta forma, o operador do sistema possui uma estimativa do que será produzido por estas unidades produtoras e ajusta o sistema de maneira a obter o despacho económico, considerando também a regulação dos trânsitos de potência. Em consequência das penalizações referidas, uma constante variação da potência produzida, quando comparada com a prevista e comunicada ao mercado em questão, poderá implicar prejuízos avultados para os produtores de origem eólica e solar, que podem ascender a 20% dos proveitos da unidade de produção [6]. De modo a contornar este facto, existem soluções que começaram a tornar-se implementáveis, como é o caso dos sistemas de armazenamento de energia (ESS).
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119 Lee mas

Sistemas de armazenamento de energia integrados em centrais fotovoltaicas

Sistemas de armazenamento de energia integrados em centrais fotovoltaicas

Constatou-se, ainda, a necessidade de se proceder a um controlo do sistema de armazenamento de energia integrado numa central fotovoltaica. Das variadas estratégias apresentadas na literatura, este estudo deteve-se com detalhe em cinco estratégias, que de modo resumido, consistem no seguinte: 1. Controlo de potência de saída constante, com o objetivo de tornar a produção fotovoltaica constante e previsível; 2. Controlo de redução de flutuações, com o objetivo de nivelar a produção fotovoltaica de forma a reduzir a intermitência da produção solar que pode provocar distúrbios no SEE e reduzir a qualidade de serviço; 3. Controlo de ESS sempre descarregado, com objetivo de injetar na rede, o mais rápido possível, a energia armazenada; 4. Controlo de Price Following, com objetivo de descarrega/carregar a bateria de acordo com a variação do preço DAM; 5. A programação fixa de carga/descarga em que as ordens de carregar/descarregar a bateria são feitas tendo em conta os níveis históricos de défice e excesso.
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103 Lee mas

Análise dinâmica de sistemas de armazenamento sazonal de energia térmica para condicionamento ambiental de estufas

Análise dinâmica de sistemas de armazenamento sazonal de energia térmica para condicionamento ambiental de estufas

A análise efectuada aos custos deste tipo de sistema, considerou cinco cenários hipotéticos, a partir dos quais se pôde concluir que uma alternativa 100% solar ao efluente térmico, tem um custo aproximado de 201.520 € Sistemas híbridos constituídos por 50% de energia solar e um apoio através de bomba de calor, apresentam um custo semelhante ao sistema 100% solar. A solução economicamente mais aliciante é um sistema unicamente constituído por bomba de calor, por apresentar um menor investimento inicial e um menor custo no fim dos 20 anos de funcionamento. No gráfico apresentado na Fig. 25, salienta-se o segundo ano de simulação, ano em que o comportamento térmico é semelhante ao verificado nos anos seguintes. Significa isto, que é correcto tratar os resultados obtidos para o segundo ano como resultados de um ano típico de funcionamento do sistema. Assim, todos os resultados térmicos obtidos foram retirados do segundo ano de simulação. Foi igualmente realizado um estudo sobre as diferentes geometrias possíveis para o depósito de armazenamento. Como resultado obteve-se o gráfico da Fig. 26, do qual se pode concluir, que as perdas térmicas do depósito de armazenamento de água quente são significativamente superiores para as geometrias cubica e cilíndrica, sendo a geometria esférica a que apresenta uma menor potência térmica dissipada. Embora a conclusão anterior apresente a geometria esférica, como a energeticamente mais eficiente, a simulação dinâmica do sistema incidiu sobre o depósito cilíndrico pois é o que apresenta maior facilidade de construção. No gráfico da Fig. 27, verifica-se que os resultados térmicos estão de acordo com o teoricamente esperado, coincidindo o ponto em que a potência dissipada é zero, com o ponto de diferencial de temperatura nulo entre o interior e o exterior do depósito.
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81 Lee mas

Papel do armazenamento de energia em sistemas energéticos com elevada penetração de renováveis: avaliação do potencial para Portugal

Papel do armazenamento de energia em sistemas energéticos com elevada penetração de renováveis: avaliação do potencial para Portugal

O ponto de partida desta secção são os cenários A-D anteriormente definidos. Como foi explicado no início do capítulo 8, faz-se uma optimização económica, isto é, pretende-se diminuir os custos marginais na produção de electricidade. Nestes cenários obriga-se a que um mínimo de 40% da energia seja proveniente, em cada instante, de centrais com capacidade de estabilização da rede. Este parâmetro servirá para garantir a segurança da rede em cenários com elevada penetração de renováveis. O manual do EnergyPLAN recomenda um valor mínimo de 30% para este parâmetro; assim optou-se por um número ligeiramente superior de modo a fazer face à previsível integração de elevadas quantidades de energia renovável. Além disso, quando necessário para lidar com o excesso de produção que não pode ser escoado por constrangimentos na capacidade de interligação, é utilizada uma estratégia de regulação, definida no EnergyPLAN, que passa por reduzir a termoeléctrica em conjunto com as renováveis, garantindo que não existem excessos de produção que não possam ser absorvidos pela interligação ou pela capacidade de armazenamento disponível. Esta abordagem permitirá rentabilizar os sistemas de armazenamento, diminuindo os custos totais do sistema, o objectivo traçado pelo EnergyPLAN.
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109 Lee mas

Armazenamento de energia térmica através de materiais de mudança de fase

Armazenamento de energia térmica através de materiais de mudança de fase

Durante as últimas décadas, uma larga gama de aplicações usando PCMs em sistemas de armazenamento de calor têm vindo a ser estudadas. Nas aplicações médicas os PCMs trouxeram possibilidade de conforto dos doentes, transporte de elementos delicados, como sanguíneos, e até de deteção de sustâncias no sangue. No ramo eletrónico e automóvel foram desenvolvidos sistemas de refrigeração, de pré- aquecimento dos catalisadores, de arrefecimento do motor, e nos motores de combustão interna para redução da emissão de gases. Grandes esforços foram feitos na aplicação em edifícios, para aquecimento e arrefecimento, utilizando PCMs embebidos em materiais de construção incluindo paredes, placas, pavimento, integração de PCMs em sistemas de água quente, fotovoltaicos, etc. Estas aplicações podem ser atraentes com o objetivo de deslocar as cargas de aquecimento e arrefecimento para períodos fora dos picos de consumo.
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162 Lee mas

Modelagem numérica de tanques de armazenamento térmico aplicada a sistemas de refrigeração por adsorção

Modelagem numérica de tanques de armazenamento térmico aplicada a sistemas de refrigeração por adsorção

A preocupação ambiental e a busca por utilização de recursos renováveis e mais econômicos vêm incentivando o desenvolvimento de novos modelos de condicionadores de ar. Um modelo alternativo ao mais empregado atualmente é o ar condicionado por adsorção, que dispensa o uso de compressores de vapor e precisa de uma fonte fria e uma fonte quente para seu funcionamento, podendo esta última ser resíduo térmico ou energia solar. O fato de a energia solar variar ao longo do dia e entre dias, no entanto, implica na adoção de sistemas de armazenamento de calor e na utilização de uma fonte auxiliar de energia, que devem ser devidamente estudados e dimensionados para que o aproveitamento da energia solar seja o maior possível. Esta dissertação apresenta o desenvolvimento do software SimAds, que simula através de rotinas numéricas o aquecimento dos módulos de adsorção durante a fase de regeneração. Os resultados obtidos através do SimAds serviram de condições de contorno para a análise do escoamento dentro do tanque de estocagem de água quente de um sistema de ar condicionado por adsorção. Este estudo foi conduzido numericamente utilizando o método dos volumes finitos, tendo a modelagem físico-matemática do problema validada pelo estudo de tanque de estocagem térmica realizado por S. Ievers (2009). Os resultados da simulação mostraram que o nível de estratificação térmica do tanque apresenta melhores resultados no período das 14 às 17 h, se mantendo em patamares menos favoráveis durante o restante do dia. A fração da energia consumida pelo circuito de água quente do ar condicionado suprida pelos coletores solares foi encontrada de 70%. A principal conclusão aponta que a alteração de altura das entradas do tanque pode melhorar o desempenho térmico do mesmo, principalmente em problemas em que há mais de uma entrada de água quente e com temperatura transiente.
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163 Lee mas

Arquitetura híbrida de armazenamento no contexto da Internet das Coisas

Arquitetura híbrida de armazenamento no contexto da Internet das Coisas

Devido à necessidade prover o mínimo de perda de dados e de prover retorno eficiente em aplicações críticas de sensores, o principal critério arquitetural para escolha do local de armazenamento é o desempenho do tipo de dado em cada banco de dados. Se um banco de dados NoSQL de valor-chave, como o Redis, for identificado como o mecanismo de melhor desempenho para armazenar dados escalares, ele o fará. No entanto, é importante frisar que as aplicações podem ter necessidades específicas, como usar solicitações JSON, por exemplo. Com isso, uma aplicação pode demandar um modelo de armazenamento que lide com esse tipo de solicitação. Como exemplo, o banco de dados MongoDB lida nativamente com esse tipo de requisição. A arquitetura proposta possibilita essa definição por parte das aplicações. Em relação ao critério primário de desempenho na leitura e escrita dos dados, para habilitar a API de armazenamento a tomar uma decisão na escolha de qual banco de dados NoSQL deve ser escolhido, experimentos foram realizados para identificar qual é o mecanismo NoSQL de melhor desempenho para cada tipo de dado trabalhado. A seção experimental deste trabalho cuida desta parte.
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102 Lee mas

Frutos de framboeseira conservados em diferentes temperaturas e períodos de armazenamento

Frutos de framboeseira conservados em diferentes temperaturas e períodos de armazenamento

de 2 ºC pode ter ocorrido devido ao estresse causado pela refrigeração dos frutos, pois o ácido ascórbico, sendo um composto antioxidante, pode ter sido utilizado como substrato para a proteção contra danos oxidativos (SMIRNOFF, 1996). Além disso, a redução no teor de ácido ascórbico se deve ao consumo desse ácido associado à senescência das frutas e ao armazenamento refrigerado, condições em que ocorre atuação de enzimas como a ascorbato oxidase e a peroxidase (CHITARRA; CHITARRA, 2005). O resultado encontrado neste trabalho concorda com o obtido por Muniz et al. (2017), onde o teor de vitamina C observado em frutos de araçazeiro vermelho, armazenados em temperaturas de 2 ºC, apresentaram menor teor de vitamina C aos sete dias de armazenamento (17,23 mg/100g-1 polpa) e em temperatura de 25 °C, menor teor de vitamina C foi observado aos seis dias (26,69 mg/100g-1 polpa). De acordo com Antunes et al. (2003), em estudo onde avaliaram diferentes condições de armazenamento de amoreira preta (2 e 20 ºC) e duas cultivares (Brazos e Comanche), verificaram que, em ambiente de armazenamento, a 20 ºC, houve acréscimo no teor de vitamina C total até o sexto dia, decrescendo em seguida. Nesta condição, aos 12 dias de armazenamento, o teor de vitamina C foi 51,1% inferior ao conteúdo encontrado nos frutos conservados a 2 ºC. Os autores atribuem tal condição apresentada em função da perda de água dos frutos a 20 ºC, concentrando assim o conteúdo de vitamina C total até o sexto dia. Na condição de armazenamento a 2 ºC, não ocorreu redução no conteúdo de vitamina C, após o sexto dia, provavelmente porque a refrigeração inibiu as reações oxidativas e retardou os processos fisiológicos.
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15 Lee mas

ESTABILIDADE AERÓBIA DE SILAGENS DE SORGO SOB LONGOS PERÍODOS DE ARMAZENAMENTO

ESTABILIDADE AERÓBIA DE SILAGENS DE SORGO SOB LONGOS PERÍODOS DE ARMAZENAMENTO

A produção de silagens é fundamental para o armazenamento de alimento volumoso em períodos de escassez forrageira. As principais culturas utilizadas para produção de silagens são o milho e o sorgo. A silagem é considerada estável quando valores de pH, entre 3,5-4,2, inibem a multiplicação microbiana no interior do silo bem como a atividade enzimática. Entretanto, após a abertura dos silos e entrada de ar na massa ensilada, esses processos podem ser retomados, causando aquecimento (aumento da temperatura) e alterações no pH, que caracterizariam quebra de estabilidade aeróbia. O armazenamento de silagens por períodos prolongados ocorre, por tratar-se de um alimento nobre na nutrição de ruminantes, e podem existir situações onde as silagens permaneceriam armazenadas por períodos mais longos, condicionados à oferta de forragem e necessidade de uso da silagem para suplementar a dieta dos animais. Como nestas situações, não se conhece a dinâmica da estabilidade aeróbia, este estudo tem como objetivo mensurar a estabilidade aeróbia de silagens de sorgo após 340 dias de fermentação.
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6 Lee mas

O sofá/ De espaços de interacção social ao abandono/armazenamento

O sofá/ De espaços de interacção social ao abandono/armazenamento

território onde a vida e a morte se interpenetram, e onde se cruzam as energias criativas com aquelas outras cuja violência traz a destruição, numa certa ideia de sublime.  Vídeo 2 - Espaços Deslocados 2, 2008 Da constatação de que proliferam nas paisagens Alentejanas estes espaços de convívio, em salas de estar no exterior, continuei a minha pesquisa e rebusquei na memória um espaço de armazenamento de mobílias, em Mafra, no qual comprara um velho Sofá de Couro, em segunda mão. Procurei e encontrei este espaço, agora existente apenas como armazém, um velho hangar no qual filmei o vídeo Espaços Deslocados 2 (Figura 1), o qual surge associado ao video anterior. Neste vídeo, apresento um travelling ao longo do espaço. Desloco-me de câmara ao ombro ao longo de um amontoamento de diversos objectos de mobiliário, entre os quais, sofás. Por entre a obscuridade geral do espaço sobressaem alguns focos de luz natural pelas frestas da construção. A fraca iluminação acentua a ideia de um sótão, local onde armazenamos as velharias que nos são muito próximas, mas que se nos tornam estranhas nesse contexto. A banda sonora escolhida é ligeira, popular e provocadora, em contraste com a imagem, pois refere-se à felicidade de um dia de sol brilhante.
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98 Lee mas

Sistema de receção, armazenamento e visualização de dados de oximetria e ECG

Sistema de receção, armazenamento e visualização de dados de oximetria e ECG

Não poderia finalizar este longo percurso sem agradecer àqueles que contribuíram inequivocamente para que conseguisse desenvolver todo o trabalho.. Sem as pessoas e instituição que me [r]

104 Lee mas

Armazenamento prolongado de leite cru refrigerado sobre a produção de iogurte

Armazenamento prolongado de leite cru refrigerado sobre a produção de iogurte

Resumo – O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito do armazenamento prolongado de leite cru refrigerado na cinética de fermentação na produção de iogurte, bem como nas características físico-químicas e microbiológicas do produto durante sua vida útil. Três tratamentos foram avaliados: iogurte feito com leite cru armazenado por 4, 72 e 168 horas. A cinética de fermentação foi analisada por meio da taxa de produção de ácido lático, da velocidade de crescimento de Streptococcus thermophilus e Lactobacillus bulgaricus, e do tempo até atingir pH 5,0 e 4,5. As características físico-químicas e microbiológicas do leite cru e do iogurte também foram avaliadas durante o armazenamento refrigerado a 4 o C. A qualidade microbiológica
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9 Lee mas

Interface de usuário para o armazenamento e o compartilhamento de dados de solos brasileiros.

Interface de usuário para o armazenamento e o compartilhamento de dados de solos brasileiros.

No Brasil, mesmo com o progresso alcançado no conhecimento dos solos nacionais, as informações ainda não são suficientes para a gestão de solos em território nacional (POLIDORO et al., 2016). A fim de reverter essa situação, em 2015 foi firmado um acórdão entre instituições brasileiras e o poder público com o objetivo de estabelecer uma base de dados de solos brasileiros integrada, levando em conta tanto os dados que já foram levantados quanto os dados de futuros levantamentos (POLIDORO et al., 2016). Entre as iniciativas brasileiras, destacam-se o BDSolos, um banco de dados relacional que permite a consulta de informações de perfis de solos (SIMÕES et al., 2017), o febr, uma proposta de repositório centralizado de informações de solos que permite tanto a busca de dados quanto o download dos resultados (SAMUEL-ROSA, 2018), e o OpenSoils, que procura oferecer suporte em todo o ciclo de vida das informações, desde sua coleta até seu armazenamento e curadoria (DA CRUZ, 2018). Apesar da importância destes trabalhos, eles não são integrados. Uma forma de viabilizar a comunicação entre diferentes sistemas é o uso de um padrão para transferência de dados.
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9 Lee mas

Processos de armazenamento de energia com recurso a ar comprimido: revisão

Processos de armazenamento de energia com recurso a ar comprimido: revisão

Como já referido no capítulo anterior, este sistema de armazenamento destina-se, também, à integração de renováveis na rede, como tal têm sido estudadas diversas formas de o fazer. Nomeadamente, (Cazzaniga et al. 2017) junta a um sistema de energia solar fotovoltaica um sistema AEAC. É feita a proposta de dois sistemas com reservatórios flutuantes. Um dos sistemas refere-se a compressão isotérmica, contudo não é referenciada a natureza do compressor, e o outro é idêntico ao de (Odukomaiya et al. 2016), mas não é mencionada a presença de um pistão entre o ar e o fluido de trabalho, neste caso água. Também (Buhagiar and Sant 2017) explorou a ideia de armazenar energia produzida, através de aerogeradores offshore, para eliminar as transmissões de pico, dimensionando as linhas de transmissão para condições nominais. Este sistema é constituído por um reservatório com integração de um pistão líquido, no fundo do mar, que está conectada a uma base flutuante, que contém ar, através de um tubo. Neste caso, o ar tem dupla aplicação, serve para estabilizar a plataforma flutuante e ao mesmo tempo absorver as flutuações de pressão do leito marinho. Este sistema pode servir para várias fontes de energia renovável como fotovoltaica, eólica.
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88 Lee mas

Influência do armazenamento de substratos orgânicos no desenvolvimento de mudas de alface.

Influência do armazenamento de substratos orgânicos no desenvolvimento de mudas de alface.

Material e Métodos A produção dos substratos e a montagem do experimento foram realizadas na Embrapa Agrobiologia, dentro do Sistema Integrado de Produção Agroecológica (SIPA – “Fazendinha Agroecológica do Km 47”), localizada em Seropédica, RJ. Os gongocompostos avaliados neste trabalho foram produzidos seguindo a metodologia descrita por Antunes et al. (2016) e os resíduos utilizados para obtenção dos gongocompostos foram Bauhinia sp. (folhas de pata-de-vaca), Paspalum notatum (aparas de grama), Musa sp. (folhas de bananeira) e aparas de papelão, com adição de dois litros de gongolos da espécie Trigoniulus corallinus. Os substratos (tratamentos) foram produzidos em diferentes tempos de gongocompostagem: aos 90 dias (S1); aos 125 dias (S2) e aos 180 dias (S3). Um substrato à base de vermicomposto (S4) foi utilizado como controle, produzido a partir de 83% de vermicomposto, 15% de fino de carvão e 2% de farelo de mamona. Com a finalidade de avaliar de forma conjunta todos os substratos, estes foram mantidos congelados após sua produção até o mês de maio, para que assim a atividade biológica fosse cessada, não entrando no cômputo do tempo de armazenamento.
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5 Lee mas

Encapsulação de materiais de mudança de fase (PCM) para aplicações no armazenamento de energia

Encapsulação de materiais de mudança de fase (PCM) para aplicações no armazenamento de energia

Tabela 2.1: Caracteristicas importantes dos materiais de armazenamento de energia (PCM) [6,19,20]. .............................................................................................................. 5 Tabela 2.2: Temperaturas de mudança de fase e valores de capacidade de armazenamento térmico, de alguns PCM parafínicos [19,23]. ................................................................... 7 Tabela 2.3: Ésteres de ácidos gordos com potencial para serem usados como PCM [24]. .......................................................................................................................................... 8 Tabela 2.4: Vantagens e desvantagens das misturas orgânicas, inorgânicas e eutéctica [6,20] . ............................................................................................................................ 10 Tabela 3.1: Quantidades de reagentes utilizados nas experiências de encapsulação de PCM através de polimerização radicalar clássica (FRP) e polimerização RAFT de MMA/EGDMA em suspensão aquosa. .......................................................................... 26 Tabela 4.1: Principal absorção IV de certos grupos funcionais [47]. ............................. 30 Tabela 4.2: Valores das massas moleculares médias em peso dos produtos lineares sem PCM sintetizados neste trabalho. ................................................................................... 46 Tabela 5.1: Tabela resumo do início da degradação e a massa final dos dez produtos. . 55 Tabela 5.2: Valores de energia específica (J/g), calor específico J/ (g o C) e variação de temperatura Δt ( o C) obtidos no armazenamento e libertação de energia térmica........... 63
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141 Lee mas

Estudo da erosão, por acção do vento, de pilhas de armazenamento

Estudo da erosão, por acção do vento, de pilhas de armazenamento

Este trabalho incidiu sobre a simulação experimental e a avaliação das características da erosão por acção do vento em pilhas de armazenamento. Apresenta-se, como uma continuação do estudo realizado por Ferreira e Lambert (2009). No capítulo um delinearam-se como principais objectivos, o teste do equipamento de medida utilizado na simulação experimental e avaliar a deformação da pilha provoca pela acção do escoamento. Os experimentos realizaram-se de forma sistemáticas de forma a fornecer resultados comparáveis e fidedignos.

51 Lee mas

Método e instrumentação de caracterização de materiais sólidos aplicáveis no armazenamento de hidrogénio

Método e instrumentação de caracterização de materiais sólidos aplicáveis no armazenamento de hidrogénio

32 adsorção de hidrogénio. São estruturas versáteis, podendo-se modificar com a presença de novos ligantes variando a sua área superficial. Quanto à adsorção de hidrogénio, por meio de modelos teóricos Vitillo, et al. (2005) determina para um grupo muito alargado de zeólitas que a adsorção máxima é ~2,86wt% sendo este valor calculado para condições de baixas temperaturas e altas pressões, todavia para casos reais este valor deve ser menor. Os MOF’s podem apresentar capacidades de armazenamento máximo de 4,5 a 5,2wt% a cerca de 50 bar e 77K (Dailly, et al., 2006; Panella, et al., 2006; Wong-Foy, et al., 2006). Deste modo, estes materiais têm grandes limitações do ponto de vista mais prático, no entanto podem auxiliar no desenvolvimento de outras tecnologias ou até mesmo de compósitos.
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218 Lee mas

Testes a Dois Materiais de Mudança de Fase para Armazenamento de Energia Térmica

Testes a Dois Materiais de Mudança de Fase para Armazenamento de Energia Térmica

Testes a Dois Materiais de Mudança de Fase para Armazenamento de Energia Térmica 88 3.4.8 Resumo da instalação de recurso Após a análise detalhada dos aspetos expostos nas secções anteriores e respetivos cálculos de análise de perda de carga, apresentados no Anexo F, aplicou-se isolamento térmico a alguns elementos da instalação, como exposto na Figura 3.38. Foi assim possível apresentar uma instalação, pronta para testar as características de fusão e solidificação dos materiais de mudança de fase, se bem que muito limitada devido aos escassos equipamentos disponíveis. As principais limitações recaem sobre os baixos caudais disponíveis para testes, devido à baixa potência da bomba; a temperatura máxima de funcionamento, devido à baixa potência do equipamento de aquecimento e a baixa capacidade volumétrica para a realização de testes, devido às pequenas dimensões do permutador utilizado, quando comparado com o permutador da Figura 3.8 e, consequentemente, uma baixa área de permuta.
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175 Lee mas

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