Visitas de estudo

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As visitas de estudo – um elemento chave na aprendizagem das línguas estrangeiras

As visitas de estudo – um elemento chave na aprendizagem das línguas estrangeiras

Pretende-se que o ensino de uma língua seja uma mais-valia para a construção da identidade de cada pessoa, pois o facto de aprender uma língua abre um número relevante de portas que facili- tam a integração de qualquer cidadão na sociedade. Estudar língua é estudar cultura. Língua e cul- tura são inseparáveis – a língua reflete a cultura e é simultaneamente influenciada e modelada por ela, uma não existe sem a outra. Não se pode separar da cultura o ensino de línguas sem que ambos percam seu significado. A cultura deve estar presente no ensino de línguas desde o primeiro dia de seu aprendizado, não como uma quinta habilidade, após ouvir, falar, ler, escrever, mas como um ele- mento contido na própria língua, vista como uma prática social, como o coração do ensino-apren- dizagem (Hanna, 2013). Ao ensinar uma língua, seja estrangeira ou materna, o professor, atual- mente, não se preocupa apenas com a vertente linguística, pois existe algo mais a ter em conta para além do domínio do código linguístico. Assim, tudo quanto interfere direta ou indiretamente com o ato comunicativo é, também, de extrema relevância; é o que acontece com a vertente social, a dimensão psíquica e a cultura (os modos de agir, os costumes, as tradições, as rotinas…), os sig- nificados dos enunciados, assim como dos atos de fala (Robles Ávila, 2002). As visitas de estudo, para além de romperem com a rotina do dia-a-dia, conseguem mobilizar os estudantes por forma a que tenham sede de conhecimento do mundo real, o que é, normalmente, bastante motivador para os mesmos. As visitas de estudo devem, pois, ser utilizadas como instrumentos que, em paralelo com as aulas, facilitam e melhoram a aquisição de conhecimentos científicos, linguísticos e cultu- rais.
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Visitas de estudo: uma estratégia de aprendizagem

Visitas de estudo: uma estratégia de aprendizagem

A visita de estudo ao interligar estes componentes consegue fazer com que se atinjam os objectivos, complementando os conhecimentos previstos nos conteúdos programáticos com os objectos das visitas de estudo, fazendo com que se tornem mais significativos. De facto, sabemos que quando existe uma emoção ligada a qualquer tipo de conhecimento, este consolida-se de forma mais concreta nos alunos, que dificilmente o esquecerão. De facto, são inúmeras as potencialidades pedagógicas e formativas das visitas de estudo, onde a relação de proximidade entre professores e alunos é enaltecida, melhorando, também, noutro nível, o clima interpessoal. Para além dos conhecimentos que se adquirem, podemos perceber que são também importantes as descobertas mútuas proporcionadas por estas visitas. É esta a importância das visitas de estudo, a concretização de saberes através de actividades e projectos multidisciplinares, articulando a escola com o meio, contribuindo para uma formação social e pessoal dos alunos. O seu carácter interdisciplinar está latente na integração destas deslocações em projectos-turma, onde existe a colaboração dos diferentes professores das diferentes disciplinas, na sua planificação e organização (Monteiro. 1995).
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143 Lee mas

A importância das visitas de estudo na aprendizagem: conceções de alunos e professores

A importância das visitas de estudo na aprendizagem: conceções de alunos e professores

38 permanente interdisciplinaridade do trabalho científico” (p. 34). Seguindo esta lógica, e como se observou anteriormente, “A interdisciplinaridade curricular visa, antes de mais, a criação de espaço de trabalho conjunto e articulado em torno de metas educativas” (Roldão, 2009, p. 35). Os docentes devem, sendo assim, encarar as visitas de estudo como forma de colmatar a lógica disciplinar. Monteiro (1995) afirma que a promoção de visitas de estudo numa abordagem interdisciplinar, na medida em que uma mesma visita pode ser vista e analisada de diferentes olhares. Reis (2009) acrescenta que este tipo de visitas faculta uma aprendizagem contextualizada e integradora de saberes no âmbito de diversas áreas em questão. Em contrapartida, Tavares e Caldeira (1990) veem a concretização da interdisciplinaridade em visitas de estudo como algo um pouco utópico, “pois esta exige uma interacção e uma imbricação entre as disciplinas que não pode apenas pontual” (p. 8). Estes autores propõem, assim, a realização de visitas multidisciplinares que se afiguram mais viáveis e, por isso, mais fáceis de concretizar.
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130 Lee mas

Promover o questionamento durante as visitas de estudo a centros interativos de ciência [o que dizem os monitores experientes]

Promover o questionamento durante as visitas de estudo a centros interativos de ciência [o que dizem os monitores experientes]

Promover o questionamento durante as visitas de estudo não é tarefa fácil mas os monitores identificam um conjunto de boas práticas, implementadas pela instituição a que estão filiados, como por exemplo, a organização dos módulos em torno de um tema, a elaboração de fichas semiestruturadas, ou a inclusão de questões de abertura do módulo que do seu ponto de vista têm contribuído para uma aprendizagem de nível superior. Em relação às práticas que os monitores dizem implementar, constata-se que embora o questionamento seja algo que valorizam, as suas descrições do tipo de questionamento que promovem junto aos módulos de ótica parecem indicar que este serve maioritariamente para ajudar os alunos a compreenderem as principais teorias, modelos, leis e explicações científicas (nível 2 de aprendizagem na escala de Bell et al. (2009)) e menos a estimular raciocínios científicos, ou a envolver os alunos em atividades científicas e práticas de aprendizagem com os outros usando a linguagem científica. No entanto, constata-se que, tal como no estudo de Tran (2008), algumas descrições de práticas de monitores são criativas envolvendo conhecimento tácito.
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21 Lee mas

Visitas de Estudo: Um Desafio Pedagógico no Ensino da História

Visitas de Estudo: Um Desafio Pedagógico no Ensino da História

XII RESUMO Este relatório, elaborado no âmbito da unidade curricular de Prática de Ensino Supervisionada II, pretende ser uma síntese das atividades pedagógicas e uma reflexão sobre os métodos e instrumentos utilizados neste domínio. É um relatório direcionado para a disciplina de História e Geografia de Portugal, uma vez que o tema relaciona as visitas de estudo com os conteúdos programáticos previstos no currículo do 2.º ciclo do Ensino Básico desta área didático-pedagógica. As visitas de estudo têm sido consideradas atividades relevantes no processo de ensino-aprendizagem, na medida em que possuem características que se revelam facilitadoras de uma resposta positiva por parte dos alunos. Como estratégia de ensino-aprendizagem, é considerada enriquecedora, por exigir do aluno uma atitude ativa, contribuindo assim para uma aprendizagem mais efetiva e centrada em padrões de responsabilidade de todos os intervenientes. Estas atividades tendem a potenciar o processo de ensino e a motivar para as aprendizagens em contextos mais práticos, dando também espaço para a pedagogia das atitudes, dos valores e da preservação das memórias e dos patrimónios tangíveis. Podemos registar uma variedade interminável de locais a visitar, desde museus, teatros, sítios com vestígios arqueológicos, monumentos, bibliotecas, arquivos, entre outros.
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156 Lee mas

As visitas de estudo a um museu de ciência e as questões dos alunos no tema ótica

As visitas de estudo a um museu de ciência e as questões dos alunos no tema ótica

75 Em síntese, os resultados obtidos sugerem que a presença de um adulto condiciona o discurso dos alunos e o tipo de questões a que são expostos. Contudo, a análise do discurso dos intervenientes sugere que estes poderão, se compreenderem a explicação do adulto, apenas atingir o nível II da escala de Bell et al. (2009), isto é compreensão do conhecimento científico associado ao módulo. O baixo nível cognitivo das questões formuladas por adultos, em particular professores no contexto das visitas de estudo a museus, foi também mencionada por DeWitt e Hohenstein (2010). Os autores sugeriram que esta dificuldade poderia estar associada à dificuldade destes profissionais formularem questões de elevado nível cognitivo. No presente estudo, a maioria dos professores não se encontrava familiarizado com o museu e, em particular com os módulos, como resultado os professores tal como os alunos interagiam pela primeira vez com os módulos. Assim, não tiveram tempo para previamente pensarem acerca das suas potencialidades e do modo como poderiam ajudar os alunos a explora-los durante a visita de estudo. Deste modo, ao que tudo indica, as intervenções dos professores parecem ser espontâneas. No caso da mediação por um monitor, e ao contrário dos professores, estes encontram-se familiarizados com os módulos. Uma das razões para não terem contribuído para a formulação de questões de elevado nível cognitivo poderá prender-se com o facto de as abordagens dos monitores aos módulos serem preferencialmente expositivas e muito marcadas pela colocação de questões de baixo nível cognitivo, maioritariamente enciclopédicas por eles próprios.
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138 Lee mas

Visitas de estudo: um desafio pedagógico no ensino da história

Visitas de estudo: um desafio pedagógico no ensino da história

XII RESUMO Este relatório, elaborado no âmbito da unidade curricular de Prática de Ensino Supervisionada II, pretende ser uma síntese das atividades pedagógicas e uma reflexão sobre os métodos e instrumentos utilizados neste domínio. É um relatório direcionado para a disciplina de História e Geografia de Portugal, uma vez que o tema relaciona as visitas de estudo com os conteúdos programáticos previstos no currículo do 2.º ciclo do Ensino Básico desta área didático-pedagógica. As visitas de estudo têm sido consideradas atividades relevantes no processo de ensino-aprendizagem, na medida em que possuem características que se revelam facilitadoras de uma resposta positiva por parte dos alunos. Como estratégia de ensino-aprendizagem, é considerada enriquecedora, por exigir do aluno uma atitude ativa, contribuindo assim para uma aprendizagem mais efetiva e centrada em padrões de responsabilidade de todos os intervenientes. Estas atividades tendem a potenciar o processo de ensino e a motivar para as aprendizagens em contextos mais práticos, dando também espaço para a pedagogia das atitudes, dos valores e da preservação das memórias e dos patrimónios tangíveis. Podemos registar uma variedade interminável de locais a visitar, desde museus, teatros, sítios com vestígios arqueológicos, monumentos, bibliotecas, arquivos, entre outros.
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156 Lee mas

Universidade de Coimbra digital: visitas de estudo guiadas por tablets

Universidade de Coimbra digital: visitas de estudo guiadas por tablets

Palavras-chave: iPad, História, visitas de estudo, construtivismo. Abstract: This work aims to present a model of in situ visits to historical monuments through the use of iPads. The project is based, at its initial stage, on the preparation of didactic contents for the integration of the 7th grade national learning goals for History, as a curricular subject by visiting the Monumental Nucleus of the University of Coimbra.

10 Lee mas

Avaliação de visitas de estudo a centros interactivos de ciência : um estudo a partir do Centro Ciência Viva de Constância

Avaliação de visitas de estudo a centros interactivos de ciência : um estudo a partir do Centro Ciência Viva de Constância

O que nós dizemos é para fazerem uma visita prévia para conhecer o Centro, conversem connosco, preparem a sua visita e organizem-na do modo que acharem mais adequado. Não quer dizer que não tenhamos uma ou outra actividade em que sugerimos a utilização de um guia pedagógico, (instrumento por nós criado para a exploração específica de uma exposição). Mas não é para os alunos, é para toda a gente… é sempre nessa perspectiva. É uma lógica completamente diferente que, por vezes, as pessoas ficam um pouco assustadas com isto. Isto porque, de facto, muitos professores não preparam a visita. Infelizmente, eu não tenho dados estatísticos para dizer isto…e, não tenho nada a ver com o assunto porque, na questão que me vai colocar mais à frente, eu não tenho nada que avaliar as visitas escolares… eu não as organizo.
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433 Lee mas

Módulo 2. Visitas y contactos

Módulo 2. Visitas y contactos

Los técnicos que llevan a cabo el seguimiento de este acogimiento consideran que Anabel y Raúl están en una fase avanzada del proceso de reunificación familiar y mantienen visitas con Teresa los fines de semana (Teresa va a su casa los fines de semana), aunque últimamente, creen que hay que resolver algunos problemas que se dan durante las visitas. Teresa vuelve al centro después del fin de semana con sus padres, llega con ropa limpia y con alguna cosa nueva, pero no se la ve del todo ilusionada. Teresa cuenta a la profesional que supervisa el caso que se pasa muchas horas en casa viendo la TV sola, luego comen en un restaurante del barrio y vuelven a casa por la tarde. Hablan muy poco durante las comidas y casi no realizan actividades fuera de casa. Teresa quiere mucho a sus padres pero se aburre y echa de menos la vitalidad de su madre.
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112 Lee mas

Visitas a la Sala de emergencias: guía para el

Visitas a la Sala de emergencias: guía para el

Un “kit de emergencia hospitalaria” puede ayudarlo a prepararse para una próxima visita a la Sala de emergencias u hospital y a concentrarse en las necesidades de su familiar. También ayudará a alguien más si usted no está con su familiar en una emergencia. Mantenga el Kit de emergencia hospitalaria en un lugar en el que lo pueda encontrar rápidamente. Llévelo con usted en las visitas a la Sala de emergencias u hospital. Asegúrese de que la

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Las visitas domiciliarias a los adultos mayores

Las visitas domiciliarias a los adultos mayores

Este pedido es a veces precedido por una tími- da pregunta al profesional si él hace visitas domici- liares. Me puedo imaginar la respuesta de un súper especialista. Pero el médico de familia, el geriatra, habiendo vivido muchos acontecimiento a lo largo de los años con esa familia, siente que la ética de mínimos (es decir, el cumplimiento de la mínima obligación ineludible por la ética profesional) pasa a segundo plano frente a la perspectiva de la ética de máximos (dar más de lo estrictamente debido) que se le presenta con este desafío.
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8 Lee mas

PROPUESTAS DE VISITAS PARA CENTROS EDUCATIVOS

PROPUESTAS DE VISITAS PARA CENTROS EDUCATIVOS

 Para evitar que algún alumno quede excluido de estas actividades por razones económicas, SoriamuséuM se compromete a asumir el coste de la actividad para estos alumnos sin recursos ([r]

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VISITAS TECNICAS - XXII CONIMERA (*)

VISITAS TECNICAS - XXII CONIMERA (*)

La Central Termoeléctrica de Ciclo Combinado inició su operación comercial el 8 de agosto del 2012, convirtiéndose en la Planta de Generación Eléctrica a gas más grande y eficiente del [r]

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ORGANIZACIÓN DE LAS VISITAS A CÓRDOBA Y GRANADA.

ORGANIZACIÓN DE LAS VISITAS A CÓRDOBA Y GRANADA.

1  ANGELA ALDEA 2º A  HISTORIA  Granada: el reino nazarí  Viernes  tarde  2  ELENA ALBERQUILLA 2º A  HISTORIA  Al‐Ahmar, el constructor de la Alhambra  Viernes .. tarde  3  ELBA HERNANDE[r]

5 Lee mas

RELACIÓN DE VISITAS Y ACTIVIDADES CON FEDER

RELACIÓN DE VISITAS Y ACTIVIDADES CON FEDER

Reunión: El 19/04/2018 ISFOC se reúne con las empresas Aeorum y Deimos para estudiar la posible colaboración en un proyecto de Cubesat a presentar en la Convocatoria FEDER-INTERCON[r]

8 Lee mas

ROL DE ENFERMERÍA EN LAS VISITAS DOMICILIARIAS

ROL DE ENFERMERÍA EN LAS VISITAS DOMICILIARIAS

Esta capacidad de Extraneal de generar UF durante las permanencias largas implica importantes beneficios para los pacientes, que mejoran su balance hídrico, siendo tanto más efectivo e[r]

11 Lee mas

PASO A PASO DE LAS VISITAS ACADÉMICAS

PASO A PASO DE LAS VISITAS ACADÉMICAS

Gestión de Servicios Institucionales Si 10 Días Hábiles Anexarle Listado oficial de la asignatura Enviar memorando a Resolución orden de pago. Nombre de la asignatura y a que pr[r]

30 Lee mas

Política de visitas de Nuvance Health

Política de visitas de Nuvance Health

 Entradas: Entrada principal del frente *** Le pedimos disculpas por cualquier inconveniente que esta política de visitas pueda causarle a usted y a su familia. Esta es una forma muy importante de limitar el riesgo de posible exposición al COVID-19 para usted, sus seres queridos y la comunidad. Sabemos que las visitas y los seres queridos juegan un papel esencial como aliados en la curación y el bienestar. Es por eso que esta política de visitas será reevaluada diariamente y retirada de circulación tan pronto como las condiciones lo permitan.

7 Lee mas

Las visitas a los juzgados como actividad práctica

Las visitas a los juzgados como actividad práctica

este modo, los alumnos pueden ver de manera directa cómo se contesta una demanda, cómo se fijan los hechos controvertidos, cómo se interroga a un testigo y un sinfín de actuaciones que es ocioso citar aquí. Los autores de esta comunicación llevamos ya varios años acompañando a nuestros alumnos, en pequeños grupos, a las sedes de distintos tipos de tribunales civiles y penales para que asistan a las actuaciones orales y examinen los escritos más relevantes de un proceso. Con la finalidad de mejorar y enriquecer esta actividad, a finales del curso académico 2008/2009 nos propusimos elaborar una encuesta para que los alumnos pudieran ofrecernos su opinión acerca del interés y utilidad de las visitas a los tribunales o de la frecuencia y el momento adecuado, así como su parecer sobre diversos aspectos relacionados con la visita en sí misma considerada y, por último, qué opinión les merecían otras actividades complementarias distintas de ésta. Para ello, pedimos a los alumnos que contestaran a la encuesta que se reproduce como anexo a esta comunicación y el resultado ha sido muy satisfactorio, como tendremos ocasión de exponer en las sucesivas páginas. En esta breve introducción nos limitamos a destacar que hemos recopilado 327 encuestas (de estudiantes de los diferentes centros universitarios donde impartimos clase los autores), y aproximadamente la mitad han sido rellenadas por alumnos que han asistido ya a las visitas descritas.
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