PDF superior A educação sexual na escola e as causas que interferem o seu desenvolvimento

A educação sexual na escola e as causas que interferem o seu desenvolvimento

A educação sexual na escola e as causas que interferem o seu desenvolvimento

ABSTRACT: Sexual education is a topic of high importance for the individual formation, so it must be entered in pedagogical practices of basic education. The research problem is to know what are the causes that affect the development of the teaching of sex education, the subjects mesented in the final grades of elementary school Father José de Anchieta in São Sebastião da Boa Vista - Marajó - Brazil. The study aims to analyze what are the causes mentioned in the research problem through a non-experimental cross-sectional coohort study. This is a case study, with the entire community school populationcomposed of 01 management, 17 teachers, 254 students and 254 parents of the final series. The sample consisted of 01 (one) manager, seventeen (17) teachers, 75 (seventy-five) students and 75 (seventy five) parents, representing 30% of the subject matter of the universe. The research methodology has its focus on qualitative-quantitative approach. As research tools are used: direct observation, surveys applied to students, parents and teachers and also semistructured interviews applied to the school manager. With the analysis of data obtained from the answers, is ratified on the assumption that resented in the hypothesis that the lack of preparation and updating of teachers; as well as parent’s interference and existence of taboos and prejudices in community are the main causes which interfere in the teaching of sexual education in a interdisciplinary way in all school subjects. Therefore, the research recommends offer teachers continuing education in which can effect a sexual education in the disciplines of the school curriculum, as proposed PCNs; that the school management promotes, meetings, lectures, where teachers, parents and / or guardians participate, integrated in order to archive the theme awareness need to be addressed in classroom.
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Os Ciclos de Formação e Desenvolvimento Humano e a realidade da Educação Física na escola pública

Os Ciclos de Formação e Desenvolvimento Humano e a realidade da Educação Física na escola pública

Outro aspecto observado é a necessidade do coletivo na escola para esse projeto se desenvolver. Talvez, um dos elementos que mais avança no novo sistema de ciclos, seja o trabalho coletivo, o espaço onde os professores discutem as questões da escola, o momento em que os professores interagem buscando alternativas para os problemas da escola, mas isto só não basta, o trabalho coletivo precisa ser construído com uma postura crítica, reflexiva e direcionada para mudanças mais profundas. A capacitação dos professores no processo coletivo precisa de teorias que ajude a pensar a realidade dentro da perspectiva da crítica social e com práticas que potencialize mudanças reais da educação com conseqüências para a sociedade. Senão, iremos continuar reproduzindo a lógica do modelo atual, sem mudar concretamente a realidade. Cabe ressaltar que a escola, a educação e a educação física só podem ser compreendidas dentro de uma perspectiva de totalidade histórico-social. A sua realidade não se dissocia dos demais fatores determinantes do modelo social, o seu papel está circunscrito neste contexto e suas práticas educativas e pedagógicas reproduzem, em certa medida, os problemas existentes neste contexto mais amplo.
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Desenvolvimento humano e educação: estado, indicadores de qualidade e as políticas educacionais

Desenvolvimento humano e educação: estado, indicadores de qualidade e as políticas educacionais

Isto posto, e considerando o caráter restrito dos resultados do Ideb, sua relação com a qualidade da educação assume contornos instrumentais. A hipótese de que a conquista das metas deste indicador desagua em qualidade da educação é tributária de uma expectativa quanto à função da escola que, nesta perspectiva, manifesta conexão com a dimensão utilitária, senão econômica, no que pode aportar ao capital cultural dos sujeitos cujas trajetórias ela influencia. Ao pressionar a organização curricular das escolas com a necessidade de desempenho favorável em operações matemáticas e letramento, mesmo que seu resultado expresse a combinação entre aprendizagem e fluxo escolar, o Ideb associa-se à lógica reprodutora na e da escola, sobretudo no que sugere como predicados desejáveis, atuais e futuros, aos termos da socialidade e das relações sociais e produtivas. Por outras palavras, concorre para reificar o modelo de desenvolvimento vinculado ao sistema capitalista, portanto antagônico a perspectiva de desenvolvimento à escala humana. À escola cabe então “[...] a formação de capital humano, produzindo-se subjetividades capazes de corresponder às necessidades de reprodução do capital [...]” (MANCE, 2008, p. 34).
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21 Lee mas

Educação sexual na escola: implicações para a práxis dos adultos de referência a partir das dúvidas e curiosidades dos adolescentes

Educação sexual na escola: implicações para a práxis dos adultos de referência a partir das dúvidas e curiosidades dos adolescentes

Resumo: Este artigo apresenta os resultados de uma pesquisa sobre dúvidas e curiosidades de adolescentes referentes ao tema sexualidade, realizada na rede pública de ensino fundamental e médio do município de Uruguaiana/Rio Grande do Sul (Brasil). O objetivo deste trabalho é discutir as principais dúvidas e curiosidades emergentes da pesquisa, assim como, o papel que podem e/ou devem desempenhar os adultos de referência no desenvolvimento deste tema. Os dados coletados foram analisados pela técnica de análise de conteúdo, visando à categorização dos mesmos. Verificamos que a maioria das dúvidas e curiosidades está relacionada às fases da vida ainda não vividas e/ou que os adolescentes estão começando a vivenciar. A maioria das questões está relacionada às mudanças anatômicas e fisiológicas, ao relacionamento afetivo, à iniciação sexual, à identidade sexual e orientação sexual, à contracepção, ao aborto, à gravidez na adolescência, aos tipos, sintomas e prevenção das doenças sexualmente transmissíveis e à caracterização da violência sexual. A partir da análise dos dados, acreditamos que os adultos de referência devam revisar, e se necessário, redirecionar sua práxis no campo da sexualidade, principalmente no que se refere aos atuais modelos de acolhimento e abordagem, favorecendo um convívio saudável e responsável entre/com os adolescentes.
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20 Lee mas

Do contexto multicultural para uma escola que discute: educação sexual

Do contexto multicultural para uma escola que discute: educação sexual

Cresce no Brasil a percepção sobre a importância da educação como instrumento necessário para enfrentar situações de preconceitos e discriminação, bem como garantir oportunidades efetivas de participação de todos nos diferentes espaços sociais. Nesse contexto, a temática da educação sexual é percebida como uma discussão necessária diante do contexto intercultural instalado. Nesse sentido, a escola pode ser considerada como um espaço para contribuir na construção de uma consciência crítica e no desenvolvimento de práticas pautadas pelo respeito à diversidade e aos direitos humanos. Dessa forma, este artigo visa apresentar algumas reflexões sobre a educação sexual na escola. Para tanto, em seu embasamento teórico, a pesquisa ancorou-se em autores como Junqueira (2009); Fry (1982; 1983); Louro (1999; 2004); Seffner (2009). No seu percurso metodológico, baseou-se numa pesquisa bibliográfica, que envolveu leituras referentes ao contexto cultural contemporâneo e à educação sexual na escola. Assim, os resultados sinalizam a necessidade de se promoverem ações que forneçam aos profissionais da educação diretrizes e orientações pedagógicas para consolidarmos uma cultura de respeito à diversidade de orientação sexual e de identidade de gênero, em que é convocada a contribuir no enfrentamento ao combate a preconceitos e discriminação, para que não haja impedimento da participação na esfera social e para que a reprodução de lógicas perversas de opressão e incremento das desigualdades sejam minimizados e não proliferados.
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15 Lee mas

Algumas considerações em torno do ser profe ssor de filosofia no ensino médio / A few words around the philosophy of teacher be in school

Algumas considerações em torno do ser profe ssor de filosofia no ensino médio / A few words around the philosophy of teacher be in school

As mudanças paradigmáticas ocorridas em nosso tempo interferem na condição do ser professor de Filosofia hoje. Historicamente, a interrelação entre educação e escola acena para o sistema econômico, que por sua vez estabelece uma intensa influência em suas práticas pedagógicas. Dessa forma, o referido artigo objetiva apresentar algumas discussões em torno da atuação profissional do professor de Filosofia do Ensino Médio e as conjunturas hodiernas. Quanto ao desenvolvimento do presente artigo, ele está assentado em dois tópicos. No primeiro momento, buscará apresentar uma relação entre escola e educação, destacando o contexto social em que nossa sociedade contemporânea está sustentada. No segundo, destacará algumas reflexões acerca do ser professor de Filosofia no hoje. Assim, tal artigo não visa esgotar a temática, mas constituir-se como uma possível contribuição nesse campo reflexivo.
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12 Lee mas

Facilidades e dificuldades na implantação do Programa Saúde na Escola em um município do nordeste do Brasil

Facilidades e dificuldades na implantação do Programa Saúde na Escola em um município do nordeste do Brasil

16. Penso MA, Brasil KCTR, Arrais AR, Lordello SR. A relação entre saúde e escola: percepções dos profissionais que trabalham com adolescentes na atenção primária à saúde no Distrito Federal. Saude Soc. 2013; 22(2): 542- 53. http://dx.doi.org/10.1590/S0104-12902013000200023 17. Machado MFAS, Gubert FA, Meyer APGFV, Sampaio YPCC, Dias MSA, Almeida AMB, et al. The health school programme: a health promotion strategy in primary care in Brazil. Rev Bras Crescimento Desenvolv Hum. 2015; 25(3): 307-12.

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Biopolítica e educação: A medicalização como dispositivo normalizador

Biopolítica e educação: A medicalização como dispositivo normalizador

A indústria farmacológica, grande potência mundial que perde somente para a de materiais bélicos, teve início no século XIX, “[...] quando vários compostos químicos, incluindo alcaloides como morfina, estriquinina, quinina, nicotina e cocaína, foram isolados e produzidos em massa” (CALIMAN e DOMITROVIC, 2013, p. 880), e desde a segunda metade do século XX, até os dias atuais tem crescido de forma expressiva, chamando a atenção inclusive da OMS (Organização Mundial de Saúde). A indústria farmacêutica se utiliza de uma sequela histórica que constitui as dificuldades escolares como doença e não respeita a subjetividade humana, buscando a padronização e o alinhamento homogêneo das diversas formas de ser e viver, o que é impossível quando falamos de seres humanos. Isso se deve à forma com que a sociedade atual vem buscando estruturar seu funcionamento. Ocorre uma necessidade de padronização em tudo, isso é visível e aceito socialmente sendo visto como tendência que vai desde o enquadramento à moda, à estética e até mesmo à construção civil e a todos os produtos disponíveis no mercado.
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19 Lee mas

TítuloAs probas de exame para ocupar o posto de directora na Escola Normal de Mestras de Ourense  1880

TítuloAs probas de exame para ocupar o posto de directora na Escola Normal de Mestras de Ourense 1880

A mediados do século XIX comezan a xurdir as Escolas Normais en España. A creación dunha Institución na que se formasen a mestras e mestres tivo unha importante repercusión na educación primaria xa que estes novos docentes acreditarían unha mellor ensinanza aos nenos e nenas. Arrincando o novo século, García Alix e Romanones estarían ao fronte do Ministerio de Instrución Pública de Belas Artes acometendo as reformas das Escolas Normais co interese de formar aceptablemente aos futuros ensinantes. As primeiras Normais tiñan a súa propia sé, mais a comezos do século XX intégranse nos Institutos Provinciais por razóns de tipo económico xa que as Normais eran difíciles de manter polo Estado.
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26 Lee mas

EDITORIAL

EDITORIAL

relações interpessoais (Rosa Carolina Ronzon-Tirado, Luis Rey Yedra e Maria del Pilar González- Flores); “Manifestações de bullying na Escola Agrícola. Universidade Autônoma de Chapingo, México “ mediante a qual é mostrado pelas vítimas, quais são as principais manifestações e por observadores que tipo de ataques vistos como principais (Rosalva Ruiz-Ramirez, Cristina Sanchez-Romero, Emma Zapata-Martelo José Luis García-Cué, Ma Antonia Pérez-Olvera, Beatriz Martinez-Corona e Gustavo Rojo-Martínez) .; “A ‘referencialidade’, redefinido desde o bem estar subjetivo e ‘socialização’”, na qual se destaca as tensões na definição da referencialidade, sua constituição através de relações significativas que estabelecem os jovens dentro e fora da família, e como as relações influenciam positivamente a obtenção de melhores condições de bem estar subjetivo (Farley Johanna Cardona- Rodríguez, Dora Liliana Osorio-Tamayo e Norman Dario Moreno-Carmona); “Práticas dialógicas e códigos sociolinguísticos: Crise mudanças familiares em contextos dialógicos”, a fim de mostrar os movimentos relacionais que famílias vivem da em uma situação de crise e o potencial que emerge para co-construir momentos de mudança e transformação destas situações (Maria Hilda Sanchez-Jimenez); “ Corresponsabilidade familiar em instituições de reeducação para adolescentes infratores?”no qual se expõe tanto as aprendizagens de um plano estratégico para o aumento da responsabilidade, como os fatores que são deficientes (Carmenza Viviana Avila-Navarrete); “Práticas familiares de paz: uma aproximação das narrativas de jovens universitários”, cujo propósito é identificar a forma na qual a família desenvolve potencias afetivas, comunicativas, éticas e práticas favoráveis para a construção da paz cotidiana (Jhoana Alexandra Patiño-López).
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23 Lee mas

Educación en Sexualidad: desafíos políticos y prácticos para la escuela

Educación en Sexualidad: desafíos políticos y prácticos para la escuela

Todavia, os desafios postos por esta abordagem decorrem tanto de sua ine- rente complexidade – dada pela exigência de mudanças em percepções, padrões culturais e visões de mundo não concretizadas em curto prazo – quanto do fato de ela integrar uma constelação relativamente nova de direitos humanos em processo de legitimação (Cabral & Heilborn, 2010). Neste sentido, as políticas que colo- cam a educação em sexualidade na escola são contraditórias no que dizem res- peito ao trabalho propriamente dito do/a professor/a, pois na prática pressupõem que a responsabilidade pela condução do desenvolvimento da temática em sala de aula é quase exclusivamente do trabalho destes profissionais da Educação, sem a garantia de uma necessária formação, supervisão, além da exigência de coerência teórica e metodológica, de modo que não haja discordância entre esta prática e os objetivos apresentados nas políticas disseminadas pelo Estado (Rosistolato, 2003; Patané, 2009).
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15 Lee mas

Gênero, educação e desenvolvimento: os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio de número dois e três na América Latina

Gênero, educação e desenvolvimento: os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio de número dois e três na América Latina

Espíndola e León (2002) sugerem que, junto à construção de escolas em zonas rurais isoladas e à melhoria da infra-estrutura das escolas, programas governamentais, como o Bolsa Escola, no Brasil, o Liceo para Todos, no Chile, e o Progresa, no México, tiveram impactos importantes na redução da taxa de deserção escolar. Estes programas oferecem auxílio financeiro, materiais escolares gratuitos e merenda escolar também gratuita. Além disso, os autores sustentam que houve uma valorização da educação por parte dos pais, uma vez que esta se tornou uma das poucas (quando não a única) alternativas para melhorar as oportunidades de emprego nos grandes centros urbanos. Programas de Transferência de Renda (PTRs) também desempenharam um papel central em aumentar o acesso da população de baixa renda à educação. Estes progra- mas fornecem certo valor monetário mensalmente para famílias classificadas como pobres ou extremamente pobres, com o objetivo de melhorar as condições de saúde e educação nesta camada da população. Garrett, Bassett e Marini (2008) afirmam que tendencialmente os PTRs objetivam minimizar problemas sociais crônicos que afetam de maneira mais drástica a população de baixa renda. Alguns dos PTRs ainda buscam aprimorar o capital humano, em especial ao tentar melhorar o acesso à educação entre as camadas mais pobres da população.
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19 Lee mas

Interferíªncia da formaí§í£o continuada para o posicionamento de docentes brasileiros sobre sexualidades e gíªnero

Interferíªncia da formaí§í£o continuada para o posicionamento de docentes brasileiros sobre sexualidades e gíªnero

Em 1997 o Governo Federal lança os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) – um conjunto de dez volumes com o objetivo de oferecer diretrizes básicas para o ensino de todas as disciplinas do currículo do ensino fundamental e médio de todo o país. O décimo desses volumes foi dedicado a pluralidade cultural e orientação sexual (Brasil, 1997). O termo “orientação sexual” presente nos PCN - entendido como educação sexual -, resulta da aproximação entre a escola e outras instituições e movimentos sociais. O con- texto permitiu a inclusão da diversidade sexual e gênero nos tex- tos legais, mas a discussão propriamente dita não está presente nos PCN e, quando aparece algo sobre isso, é indicado com o substantivo “problema”, no sentido das dificuldades a serem en- frentadas pelo professorado para lidar com as manifestações afe- tivas não heterossexuais em sala de aula.
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33 Lee mas

O papel das metaciências na promoção da educação para o desenvolvimento sustentável

O papel das metaciências na promoção da educação para o desenvolvimento sustentável

esta situação com o exemplo da observação das irregularidades da superfície lunar que Galileu fez e que constituiriam prova indirecta de um heliocentrismo, que era já defendido pelo cientista. Sabemos que Galileu não inventou o telescópio, apenas aperfeiçoou uma antiga invenção árabe. Também é sabido que os ensinamentos dos filósofos gregos clássicos reentraram na Europa pelo mundo árabe, pois durante a idade média foram estes os guardiões da sabedoria clássica. Já no século VI a.C. os Pitagóricos propõem uma Terra esférica que possui movimento de rotação. No séc, V a.C. Philolau propõe um modelo em que uma Terra esférica gira em torno de um fogo central e no século III a.C. Aristarco de Samos avança com um modelo heliocêntrico. Sabemos que todos estes excertos dos antigos gregos chegaram à Europa através de traduções árabes que viajaram pela península Ibérica; que a ciência árabe medieval estava bastante desenvolvida quando comparada com a europeia; que os eruditos árabes estavam na posse de documentos que defendiam o heliocentrismo e que tecnologia que Galileu utilizou também estava na sua posse. Então, porque não avançaram eles com as mesmas provas que o sábio pisano reuniu para refutar o modelo geocêntrico? A resposta é simples: A sociedade árabe não vivia no paradigma aristotélico que reclamava um estatuto etéreo para todos os corpos situados além da esfera do fogo, ou seja, as observações efectuadas por estes enquadravam-se num paradigma diferente e, por isso mesmo, não constituíram elemento de refutação do estatuto divino que possuíam os corpos celestes, porque esse estatuto não fazia parte da mundividência árabe. Galileu, ao constatar que a superfície lunar continha irregularidades como a da Terra, refuta a hipótese aristotélica da perfeição dos corpos celestes apenas porque a mundividência da sociedade onde este se inseria tinha cariz aristotélico. Cremos que fica claro com este exemplo que as observações efectuadas são interpretadas e trabalhadas dentro do paradigma em que o cientista se insere, ou seja, como afirma Popper (1997, 2003), a observação de um determinado facto é sempre precedida pela teoria.
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19 Lee mas

POLÍTICAS DE OFERTA DA ESCOLA PÚBLICA BRASILEIRA E O ACESSO À EDUCAÇÃO PARA PESSOAS IDOSAS

POLÍTICAS DE OFERTA DA ESCOLA PÚBLICA BRASILEIRA E O ACESSO À EDUCAÇÃO PARA PESSOAS IDOSAS

Nesse trabalho apresentamos um estudo feito no componente curricular ³3ROtWLFDV 3~EOLFDV (GXFDFLRQDLV QR &RQWH[WR %UDVLOHLUR´ GXUDQWH R SULPHLUR semestre de 2017, no Curso de Licenciatura em Matemática da Universidade Federal do Pampa ± Campus Bagé, sobre a temática da oferta da escola pública e o acesso à educação a partir de referenciais teóricos, como Lombardi, Saviani e Nascimento (2005), que analisam o processo histórico de oferta da educação escolar pública no Brasil, o Primeiro Regulamento da Instrução Pública no Rio Grande do Sul e o Relatório Intendencial de 1914, citados por Bica (2013), que apresentam dados quantitativos e qualitativos acerca do processo histórico de escolarização em nosso país e, particularmente, no Estado e no Município de Bagé (RS).
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7 Lee mas

TítuloEducação ambiental na escola professora Neilde Pimentel Santos itabaiana/se

TítuloEducação ambiental na escola professora Neilde Pimentel Santos itabaiana/se

são do MA declara: “É a área sobre a qual exercemos nossas atividades diárias; é tudo que nos cerca; é o meio que em que vivemos; que sofre transformação e está diretamente ligado à natureza; é o conjun- to de todos os seres vivos; é seu hábitat; é tudo que está ao nosso redor”.

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Intelectuais e Universidade: O Ensino Superior no Congresso de Instrução Pública (Rio de Janeiro, 1883-1884)

Intelectuais e Universidade: O Ensino Superior no Congresso de Instrução Pública (Rio de Janeiro, 1883-1884)

A análise dos pareceres centra-se no destaque das ideias e posições defendi- das e no embasamento teórico buscado para reforçar a argumentação. As teses/ questões são uma fonte documental rica e fundamental para este estudo, visto que mobilizam uma literatura científica muito vasta, apropriando-se do que há de mais moderno para expor ou defender uma posição e/ou teoria nova. Para isso, foi realizada uma leitura atenta dos pareceres, com destaque para o autor (quem eram e que posições ocupavam na sociedade), o que permite identificar de que espaço fala e a representatividade de sua fala (Foucault, 1992); identifica- ção dos autores e livros citados nos pareceres, o que permite analisar o referencial teórico adotado, isto é, as leituras realizadas, as idéias apropriadas (Chartier, s/d), que fixam uma interpretação e definem maneiras de ler (Chartier, 1990). Com essa abordagem, pretende-se delinear o movimento das ideias pedagógicas consi- deradas modernizantes, como um dos pilares do desenvolvimento econômico e social, para integrar o Brasil na «modernidade liberal».
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22 Lee mas

POTENCIALIZANDO A INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA NA ESCOLA DE EDUCAÇÃO BÁSICA

POTENCIALIZANDO A INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA NA ESCOLA DE EDUCAÇÃO BÁSICA

b) Avaliação do trabalho: Problematização: o trabalho deve ter uma questão central que o aluno responde durante sua apresentação; Aplicação do método científico: o trabalho deve revelar a lógica da construção dos dados e do seu tratamento, apresentando uma conclusão coerente com a pesquisa realizada; Relevância: o trabalho deve ser importante e significativo para a comunidade escolar; Organização do estande: será observada a adequada disposição dos materiais; Construção do Pôster: Deve conter todas as etapas do trabalho; Trabalho em equipe: Todos os alunos devem estar aptos a responder questionamentos sobre o mesmo; Originalidade e criatividade: serão valorizados os trabalhos originais e inovadores nos quais os alunos demonstrarem capacidade de iniciativa e autonomia para sua realização.
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PROBLEMATIZANDO PRÁTICAS DE ENSINO DA EDUCAÇÃO INFANTIL SOB OS OLHARES MÚLTIPLOS E SÍNGULARES DAS CRIANÇAS

PROBLEMATIZANDO PRÁTICAS DE ENSINO DA EDUCAÇÃO INFANTIL SOB OS OLHARES MÚLTIPLOS E SÍNGULARES DAS CRIANÇAS

As crianças exercem mais do que suas capacidades em suas criações e nos surpreendem, pois eu, adulta e expectadora dessa situação, em nenhum momento pensaria em um plano de execução. Elas exercem curiosidade pelo não sabido e não aprendido. Buscam possibilidades infinitas e até impensáveis (pelos adultos) para resolver os desafios que se propõem. A Adriana Klisys destaca em sua fala exatamente essa visão em seu livro Ciência, Arte e Jogo

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EDUCAÇÃO FINANCEIRA NA ESCOLA MUNICIPAL E NA COMUNIDADE

EDUCAÇÃO FINANCEIRA NA ESCOLA MUNICIPAL E NA COMUNIDADE

Muitas vezes, as pessoas têm dificuldades em realizar gestão de suas finanças pessoais. Não analisam de forma adequada vantagens e desvantagens de compra à vista ou parcelada, não se programam de maneira satisfatória sobre seus gastos. O resultado dessa habilidade limitada em gerir o próprio orçamento pode transformar-se em endividamento, inadimplência ou falta de controle financeiro. Portanto, objetivou-se realizar uma pesquisa sobre a situação financeira que a nossa comunidade escolar se encontra, visto que a Escola Municipal de Ensino Fundamental Patrício Dias Ferreira está inserida em uma região de baixo poder aquisitivo. Optamos por elaborar questionários com perguntas de alternativas qualitativas, aplicado aos alunos e a comunidade. Percebemos com essa pesquisa que a maior parte dos estudantes da escola e até mesmo comunidade escolar possui hábitos financeiros mais equilibrados, sabem conviver com a restrição. Acreditamos que esse projeto contribuiu com a comunidade escolar, no sentido de refletir sobre a importância do consumo consciente, a previsão de gastos, revendo sua habilidade de gerir seus recursos financeiros.
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