PDF superior A formação continuada de professores através do programa pacto nacional pela alfabetização na idade certa – Pnaic e sua contribuição para prática pedagógica docente.

A formação continuada de professores através do programa pacto nacional pela alfabetização na idade certa – Pnaic e sua contribuição para prática pedagógica docente.

A formação continuada de professores através do programa pacto nacional pela alfabetização na idade certa – Pnaic e sua contribuição para prática pedagógica docente.

analyze the continuous training of literacy teachers through the National Pact for Literacy in the Age certainly PNAIC and how this program contributes to the teaching pedagogical practice. The specific objectives are: characterize the continuing education program of literacy teacher; check the efficiency of continuing education to improve teaching practice through PNAIC; observe and compare the relationship of training with the results of the Education Development Index basically IDEB. The methodological approach to research is qualitative approach descriptive and case study. The research is based on techniques and data collection instruments through document analysis, direct observations and interviews with teachers, principals and coordinators that occurred in the first half of 2016. The population was (09) literacy teachers, (02) directors and (02) coordinators of state school education Augusto Olímpio de Belém-PA Brazil. Results showed that continuing education for PNAIC has contributed to the practice of literacy teachers, as noted in the analysis and completion of the work. The literacy teachers gained more didactic knowledge that transformed and innovated its practices with innovative activities, gained more experience through the training course.
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Colaboração interfederativa, política educacional e desigualdade no Brasil: um estudo de caso sobre a implementação do pacto nacional pela alfabetização na idade certa

Colaboração interfederativa, política educacional e desigualdade no Brasil: um estudo de caso sobre a implementação do pacto nacional pela alfabetização na idade certa

Outra importante iniciativa do governo federal consistiu na convocação das Instituições de Ensino Superior - IES para a realização da formação dos orientadores de estudo, investindo em uma opção que já havia sido experimentada em outros programas recentes de formação continuada de educadores brasileiros. Com isso, as universidades foram incentivadas a contribuir com a experiência acumulada, principalmente na formação inicial de professores e com conhecimentos advindos da pesquisa acadêmica, além de terem sido provocadas a aproximar-se da prática pedagógica realizada nas salas de aula dos professores pelos quais, em última instância, eram responsáveis, apesar do fato de que não atuavam diretamente com eles, mas com os profissionais encarregados de sua formação. A indução do compromisso de Estados e municípios consistiu em outra atuação significativa realizada pelo governo federal, já que permitiu que abrangência do Pacto assumisse contorno nacional, beneficiando quantidades elevadas de professores e alunos e permitindo que se
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A IMPORTÂNCIA DO PNAIC NA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES ALFABETIZADORES NA REDE MUNICIPAL DE BAGÉ

A IMPORTÂNCIA DO PNAIC NA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES ALFABETIZADORES NA REDE MUNICIPAL DE BAGÉ

O Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa é um compromisso formal e solidário assumido pelos governos Federal, do Distrito Federal, dos Estados e dos Municípios, desde 2012, para atender à Meta cinco do Plano Nacional da Educação (PNE), que estabelece a obrigatoriedade de "Alfabetizar todas as crianças, no máximo, até o final do 3° (terceiro) ano do ensino fundamental." O objetivo do presente estudo é investigar o PNAIC em seu papel como formador de professores alfabetizadores do Município de Bagé-RS, assim como sua funcionalidade no processo de alfabetização dos alunos em idade pré-escolar ao 3º ano do ensino fundamental. A metodologia utilizada tem como foco a pesquisa quanti-qualitativa, explicativa e exploratória, onde serão aplicadas entrevistas semi-estruturadas, fundamentadas em revisão bibliográfica sobre o PNAIC, LDB e artigos acadêmicos que debatem o assunto. O estudo teve início no mês de abril até junho de 2018, sendo investigadas duas escolas municipais de Bagé-RS e sete professores alfabetizadores dessas escolas. Todo o processo dessa investigação foi focado na importância do papel formador do PNAIC para com os professores onde no decorrer das entrevistas realizadas, concluímos que o PNAIC tem sua funcionalidade e reúnem meios através de ações pedagógicas, visando melhorar assim a qualidade do ensino-aprendizado mútuo entre professor e aluno. Evidenciamos também algumas vantagens como a importância das capacitações, a troca de experiência entre os professores, assim como algumas desvantagens, como o corte da bolsa de incentivo à formação continuada e a troca dos monitores da UFPEL pelos da UNIPAMPA (dados levantados nas entrevistas com os professores)
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Formação continuada de professores a distância: um estudo sobre interação eaprendizagem com professores de matemática

Formação continuada de professores a distância: um estudo sobre interação eaprendizagem com professores de matemática

Este artigo é o recorte de uma pesquisa de mestrado cujo objetivo é investigar uma ação de formação continuada a distância de professores de matemática que trabalham em laboratórios de informática nas escolas públicas do estado de Mato Grosso do Sul. Neste artigo analisa-se a possibilidade de aprendizagem de um professor em formação, ao interagir com outros colegas no ambiente virtual de aprendizagem. As análises foram desenvolvidas a partir dos registros escritos realizados pelos professores no ambiente virtual de aprendizagem. O referencial teórico é orientado pelos estudos de Valente, sobre as abordagens de educação a distância, e os estudos de Scherer, que caracteriza os sujeitos em ambiente virtual de aprendizagem como habitantes, visitantes e transeuntes. A pesquisa evidenciou que no modelo de formação escolhido, o alto grau de interação entre sujeitos na abordagem do estar junto virtual, e a atitude de habitante dos professores em formação e do formador, possibilitou diferentes aprendizagens pelo sujeito analisado neste artigo.
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Tecnologias no Cotidiano Escolar: Limites e Possibilidades / Technology in school life: limits and possibilities

Tecnologias no Cotidiano Escolar: Limites e Possibilidades / Technology in school life: limits and possibilities

Resumo:   Este   trabalho   é   o   resultado   de   um   estudo   de   caso   que   investigou   e  analisou a integração de tecnologias, nomeadamente, o objeto de aprendizagem: “O  que   fazer   para   reduzir  o   impacto   ambiental   causado   pelo   uso   das   pilhas?”,   no  ensino   de   Química,   numa   escola   pública   de   ensino   médio,   no   município   de  Uberaba­MG.  Participaram da investigação vinte e sete alunos e uma professora do  ensino   médio.   Foram   adotados  como   procedimentos   para   a   pesquisa:   a   revisão  bibliográfica,   a   aplicação   de  questionários   com   perguntas   abertas   e   fechadas,   a  realização   de   entrevistas   semi­estruturadas   e   a   observação.   Os   resultados  apontaram   que   a   integração   das   tecnologias   no   contexto   escolar   depende   de  múltiplos determinantes, entre os quais, uma infraestrutura tecnológica adequada,  investimentos   na   formação   docente,   revisão   das   concepções   sobre   ensino   e  aprendizagem e convicções sobre como potencializar as aprendizagens dos alunos  via tecnologias e repensar os ambientes de aprendizagem. Os resultados sugerem  que   a   integração   das   tecnologias   se   deve   mais   ao   entusiasmo   pela   forma  diferenciada de ensinar e aprender do que pela adoção de visões educativas que  produzam mudanças na forma de conceber e pôr em prática os processos formativos  ao ter disponíveis outros recursos didáticos diferentes dos tradicionais – quadro e  giz. Desse modo, é necessária uma política que assegure a discussão e reflexão sobre  a integração das tecnologias no ambiente escolar que signifique uma melhoria na  escola.
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A inclusão do tema ‘diversidade’ na formação de professores

A inclusão do tema ‘diversidade’ na formação de professores

texto específico.... Quando questiono a respeito da existência da Lei 10.639, ela responde as poucas situações que se recorda? Isso fez agora eu lembrar, até de uma coisa, que foi aqui da Faculdade, uma disciplina do S. [professor da Faculdade de Educação] que ele trabalhou bastante com alteridade, essas coisas assim, a gente discutiu sobre um livro, uma coleção de livros de história acho, de estudos sociais, que era coleção que, inclusive tinha causado polêmica numa cidade, acho que até é Pato Branco, acho porque foi, que trazia várias coisas da cultura afro presentes no texto, aí eu lembro que foi, que o professor trouxe para gente ver, que um pastor tinha, tipo processado e proibido o uso dessa coleção porque trazia coisas rituais e que não deviam ser cultivadas dentro da escola, uma coisa assim, bem religiosa. Então, é uma coleção que até chamou a atenção, a gente depois numa outra disciplina a gente fez a análise desse livro, tinha que fazer a análise de livros didáticos e a gente usou um desses livros.
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13 Lee mas

Ensino de microbiologia experimental para Educação Básica no contexto da formação continuada

Ensino de microbiologia experimental para Educação Básica no contexto da formação continuada

Resumo: O ensino sobre microrganismos na Educação Básica tem se mostrado bastante desafiador e, investigar se aulas experimentais de microbiologia, no contexto da formação continuada, qualificam o ensino sobre microrganismos, foi a questão norteadora dessa pesquisa. Para tal, realizamos um curso, no formato de oficinas com aulas experimentais para um grupo de 15 professores de ciências, no laboratório de microbiologia da UFSM/RS-Brasil. Durante o processo os professores responderam a questionários, realizaram experimentos evolvendo conhecimentos de microbiologia, montaram um kit com material necessário para realização desses experimentos nas escolas e receberam uma cartilha contendo a descrição dos mesmos. Dados coletados mostraram que os professores acreditam que as aulas experimentais têm como principais objetivos a motivação e a aprendizagem de conceitos científicos. Foi possível constatar também que a maioria dos docentes não realiza aulas experimentais de microbiologia devido à falta de material, conhecimento e tempo para preparo e execução. Após a caracterização do cenário em que ocorre o ensino sobre os microranimos, utilizou-se o espaço da formação continuada para elaboração e execução das oficinas. Observou-se que a formação continuada possibilitou aos professores relembrarem alguns conhecimentos científicos e construírem outros relacionados aos microrganismos. Foi possível perceber que os mesmos utilizaram tanto a cartilha quanto o kit microbiológico em suas escolas. Conclui-se que o ensino de microbiologia experimental no contexto da formação continuada, além de um importante recurso didático, pode colaborar na superação dos obstáculos inerentes ao próprio processo de construção do conhecimento dessa disciplina e assim qualificar o ensino sobre microrganismos na educação básica.
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23 Lee mas

Diário de Aula e sua relevância na formação inicial de professores de Ciências Biológicas

Diário de Aula e sua relevância na formação inicial de professores de Ciências Biológicas

[...] fiz as práticas enquanto a Daine explicava. Isso tirou a concentração da turma da explicação, o que não foi bom. [...] práticas estão sendo uma oportunidade única para esses alunos, porque estão se situando melhor nos assuntos trabalhados e conseguem compreender visualmente todo o conteúdo, aumentando a acomodação do conhecimento [...]. Foi bastante divertido e prazeroso promover a gincana. Tenho certeza de que eles aprenderam (AP9). Nas reflexões acima há diversidade de propostas para o ensino de Ciências. Com criatividade, em geral, os estagiários utilizaram vários recursos e técnicas em suas aulas – analogias, brincadeiras, desenhos, divisão dos alunos em grupos, filmes, formulação de esquemas, gincanas, histórias, jogos, maquetes, música, oficina, painel integrado, palavra cruzada, peças anatômicas, reportagens, revistas, seminário e vídeos –, inovando a metodologia com objetivo de conseguir despertar a atenção dos alunos e tornar mais produtivas, principalmente as aulas práticas. Isso demonstra certa consciência da necessidade de romper com o ensino livresco e memorístico, basicamente teórico, e proporcionar aos alunos da 7ª (Sétima) Série atividades significativas, que pudessem conduzi-los a apropriação efetiva de novos conhecimentos. Na percepção desses estagiários, os resultados foram satisfatórios, pois os alunos do EF participaram e se interessaram mais pelos estudos dos conteúdos abordados, sobretudo nas aulas práticas, as quais desenvolvem a capacidade de oralidade e proporcionam oportunidade de aprendizado aos alunos (AP1 e AP9).
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Alfabetização científica sob o enfoque da ciência, tecnologia e sociedade: implicações para a formação inicial e continuada de professores

Alfabetização científica sob o enfoque da ciência, tecnologia e sociedade: implicações para a formação inicial e continuada de professores

Segundo Bybee (1987), a educação CTS deve estar equilibrada em três objetivos: (i) conhecimento para fins pessoais, culturais e competências para a aprendizagem; (ii) investigação cientifica e tecnológica para reconhecer a informação e tomar decisões; (iii) desenvolvimento de valores através das interações CTS que envolvam temas públicos e políticos, locais e mundiais. O mesmo autor ainda aponta para alguns currículos cujos objetivos são, de certa forma, modestos e que tem a intenção de: (1) aumentar a AC&T dos cidadãos; (2) aumentar o interesse dos estudantes pela C&T; (3) fomentar a contextualização social dos estudos científicos através das interações entre CTS; (4) ajudar os estudantes a melhorar o pensamento crítico, raciocínio lógico, resolução criativa de problemas e tomada de decisões. Entre os diversos pesquisadores da área (Bybee, 1987; Membiela, 1997; Acevedo et al., 2001) existe uma grande variedade de idéias e conceitos que devem permear a estrutura e os conteúdos de um currículo CTS que ajudam a iluminar a AC&T (Acevedo et al., 2003).
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ENSINO DE ASTRONOMIA PARA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES

ENSINO DE ASTRONOMIA PARA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES

Ao se depararem com os questionamentos de escala dos planetas, eles responderam de maneira muito variada: alguns achavam que para uma Terra de um centímetro de diâmetro, o sol teria quatrocentos metros, outros falaram valores mais aproximados como 80 centímetros, mostrando uma noção do assunto tratado.

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FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES: ALGUNS APONTAMENTOS

FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES: ALGUNS APONTAMENTOS

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FORMAÇÃO DE PROFESSORES E CONSTRUÇÃO DE SABERES SOBRE O TRANSTORNO DO ESPECTRO DO AUTISMO

FORMAÇÃO DE PROFESSORES E CONSTRUÇÃO DE SABERES SOBRE O TRANSTORNO DO ESPECTRO DO AUTISMO

Segundo, Pimentel e Fernandes (2014) os professores, que têm crianças e adolescentes com TEA em suas salas de aula, sentem falta de conhecimento sobre o quadro, falta de formação, dificuldade para encontrar apoio de outros profissionais, dificuldade para saber que conteúdo ensinar, descrença no desenvolvimento escolar de crianças com TEA, falta de base para acolher a família e falta de suporte tecnológico e de infraestrutura. O professor não acredita estar bem preparado para receber em sua sala de aula alunos com TEA. Necessitam de preparo mais especifico e de mais conhecimentos sobre os TEA e suas manifestações.
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FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES: UM ESTUDO EM COORDENADORIAS REGIONAIS DE EDUCAÇÃO DO RS

FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES: UM ESTUDO EM COORDENADORIAS REGIONAIS DE EDUCAÇÃO DO RS

A partir dos resultados observa-se que, embora sejam ofertados cursos de formação continuada pelas coordenadorias responsáveis por cada uma das mesorregiões do estado, esses cursos podem não qualificar o trabalho docente do professorado de forma satisfatória, por serem de curta duração e alguns de oferta semipresencial. Porém, verifica-se que concomitância ao período letivo pode favorecer a atualização e aperfeiçoamento dos professores de forma contínua, em um processo ininterrupto, embora de curta duração.
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A contribuição de línguas africanas na formação socio-cultural do nordeste do Brasil

A contribuição de línguas africanas na formação socio-cultural do nordeste do Brasil

Dessa forma, os escravos desses dois países africanos passaram a conviver em sen- zalas como filhos da mesma terra, com idiomas, rituais e costumes bastante parecidos. Em maior número, os angolanos fizeram predominar seus fundamentos religiosos e mesmo sua língua mais conhecida: o quimbundo. Com o passar dos tempos, angolanos e congoleses não eram mais diferenciados, bem como seus rituais religiosos. Em termos gerais, tudo que se fazia referência aos negros bantos era conhecido como parte do ritual da nação Angola. A sobrevivência dos costumes e rituais religiosos só foi possível graças a um enorme esforço de seu povo, que, mesmo humilhado e vilipendiado, conseguiu se superar e manter viva a nação e suas tradições até os dias de hoje.
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Formação inicial de professores de biologia: a prática colaborativa e o uso pedagógico do computador

Formação inicial de professores de biologia: a prática colaborativa e o uso pedagógico do computador

Os AP ainda conseguiram definir e compreender o termo colaboração, como ‘auxílio mútuo entre pessoas de um grupo na realização de um trabalho [...]’; ‘[...] espírito de grupo cada um se responsabilizando pelo seu papel no que diz respeito ao trabalho que está sendo realizado’; ‘[...] compartilhar idéias, sendo importante que todos os membros do grupo sejam responsáveis pelo trabalho [...]’; ‘uma atividade coletiva, na qual todos os membros colaboram com os seus conhecimentos e perspectivas sendo aberta a críticas e flexíveis, para que o resultado final seja um consenso do grupo’; ‘é uma combinação de indivíduos para alcançar objetivos comuns desejando novas coisas nesta conquista’; ‘é ter espírito de grupo, saber ouvir, saber falar, ser tolerante e ter respeito pela opinião dos outros’ (Diário dos AP).
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DESENVOLVENDO HABILIDADES DE COMUNICAÇÃO: RELATO DE EXPERIÊNCIAS DOS ESTUDANTES PARTICIPANTES DO PROGRAMA UNIPAMPA DEBATES

DESENVOLVENDO HABILIDADES DE COMUNICAÇÃO: RELATO DE EXPERIÊNCIAS DOS ESTUDANTES PARTICIPANTES DO PROGRAMA UNIPAMPA DEBATES

Os relatos reunidos neste trabalho demonstraram o quanto a participação num(NO) programa de rádio que trata de temas diversos, influenciou a formação dos estudantes dos(DE) diferentes cursos da UNIPAMPA, campus Uruguaiana, destacando a importância do desenvolvimento da habilidade de comunicação nas diferentes áreas do conhecimento e a transferência de conhecimento para a população de forma mais simples e direta, mostrando que a formação acadêmica não se limita(LIMITA-SE) apenas as salas de aula, e sim que o convívio com outras pessoas fora do meio acadêmico ajudam a construir na formação de profissionais mais humanos, íntegros , criativos e críticos; alem disso, cidadãos comprometidos com seus semelhantes.
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o caso do Ensino Fundamental (Educação Básica), as dificuldades que envolvem para o professor, uma saída de estudos com os estudantes. As saídas de estudo são fundamentais, não apenas no Ensino Fundamental, para que possam vivenciar, experienciar o que estudaram, porém sempre que questionados sobre o porquê não realizam esse tipo de atividade com seus estudantes, os professores do ensino fundamental, respondem prontamente que não há condições, pois inicialmente necessitam pedir autorização às Secretarias de Educação, logo em seguida precisam captar verba para o transporte. “Outro fator de impedimento, é que os estudantes estão muito indisciplinados (Professor R.) e por fim as inúmeras legislações que culpabilizam os professores por possíveis problemas que possam ocorrer fora da escola. Todos estes fatores os desmotivam visitas a museus, e outros espaços que auxiliariam os estudantes com experiências pessoais, para além da compreensão abstrata dos conteúdos escolares.
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21 Lee mas

Interdisciplinaridade e tecnologias digitais na transformacao da compreensao de docencia

Interdisciplinaridade e tecnologias digitais na transformacao da compreensao de docencia

No ideário dos licenciandos, a docência é compreendida inicialmente como uma atividade exercida apenas pelo professor, isoladamente. A compreensão sobre interdisciplinaridade e sua inserção na docência acontecem paulatinamente de tal forma que mobilizam os licenciandos a repensar o conceito de docência, principalmente após as atividades interdisciplinares de elaboração dos MADEs. No entanto, as transformações não foram permanentes e o que pareceu ser interdisciplinar, aproximou-se mais de uma compreensão multidisciplinar do processo de ensino. Compreendeu-se que os licenciandos vivenciaram a disciplinaridade desde a Educação Básica e internalizaram uma cultura do que é ser professor. Além disso, como preconizou [7], atividades experimentadas em uma única disciplina optativa isolada no processo formativo do licenciando pode não ter muita força de transformação, mas pode deflagrar esse processo. Quando o assunto é tecnologia digital, a docência foi compreendida de forma analógica, não contemplando nem no início, nem no fim do processo formativo uma conexão explícita com o conceito de docência. Em determinados momentos, a compreensão que os licenciandos trouxeram sobre o uso da tecnologia digital na docência referenda uma proposta de ensino pautada na ação centralizada do professor, com uso das TDICs apenas para dinamizar a aula e chamar a atenção dos alunos. Por outro lado, esse aspecto apresentou rudimentos de transformação quando alguns licenciandos pensam seu uso para transformar as práticas docentes vigentes pautadas na mera apresentação de conteúdos. De qualquer maneira, apesar de haver uma interação com as TDICs no processo formativo, essa integração entre tecnologia digital e docência precisa de mais tempo e mais espaços de formação para ser de fato concretizada.
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Abordagem CTS (ciência-tecnologia-sociedade) e formação de Professores: possíveis relações e questionamentos

Abordagem CTS (ciência-tecnologia-sociedade) e formação de Professores: possíveis relações e questionamentos

Nesse sentido, a abordagem CTS puro supera a dimensão estritamente local da modalidade ciência e tecnologia por meio de CTS, tratada anteriormente. Contudo, não ignoramos as possíveis contribuições dessa segunda modalidade para o ensino de ciências, uma vez que ela busca aproximar os conteúdos científicos da realidade vivenciada pelos alunos. A despeito disso, gostaríamos de chamar atenção para o pragmatismo que pode estar subjacente a essa abordagem, conforme proposto por Larry Laudan (1986 apud Santos, 2005), para quem a ciência é uma atividade de resolução de problemas. De fato, a ciência resolve problemas (e também cria outros), mas enganam-se os que acreditam ser esse o critério para a verdade científica. Além disso, o conceito de “cotidiano” deve ser entendido não somente do ponto de vista da proximidade, mas também outros problemas reais, socialmente importantes (SANTOS, 2005).
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A RELAÇÃO ENTRE TEORIA E PRÁTICA NA  FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE HISTÓRIA

A RELAÇÃO ENTRE TEORIA E PRÁTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE HISTÓRIA

meta a formação do profissional de história. Segundo Perrenoud, o profissional reflexivo seria aquele que pensa “sobre sua própria relação com o saber, com as pessoas, o poder, as instituições, as tecnologias, o tempo que passa, a cooperação, tanto quanto sobre o modo de superar as limitações ou de tornar seus gestos técnicos mais eficazes” (PERRENOUD, 1999, p.11). Esta prática reflexiva libertaria o professor do trabalho prescrito, que então passaria a construir suas próprias iniciativas em função de seus alunos, apesar das limitações próprias da escola, dos obstáculos encontrados ou previsíveis. Esse professor reflexivo mobilizaria saberes plurais, os saberes da prática (construídos na experiência) com os saberes profissionais (construídos na formação acadêmica, e que implicam tanto na chamada “ciência de referência”, como nos saberes teóricos ligados ao campo pedagógico), de forma que a reflexão sobre sua ação, e, a ação a partir de sua reflexão, fossem elementos-base de seu trabalho. No entanto, costuma-se “ler” Perrenoud, autor bastante utilizado para fundamentar documentos curriculares pós-1990, destacando- se de suas considerações o fato de que o “professor reflexivo dirige, prioritariamente, um olhar sobre seu próprio trabalho e seu contexto imediato, no dia a dia, nas condições concretas e locais de seu exercício” (PERRENOUD, 1999, p. 15). Isto é, termina-se por retirar do autor, apenas a diferenciação que faz dos dois níveis de reflexibilidade, um que se desenvolveria no exercício profissional, e outro, que caracterizaria a pesquisa científica/acadêmica, tomando o primeiro âmbito, ou seja, o da experiência empírica acumulada pessoalmente ou compartilhada pelo diálogo com seus pares, como aquele que caracterizaria a perfeita “competência” do profissional da educação.
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