PDF superior Argumentação e (é) poder: estratégias do discurso na disputa política

Argumentação e (é) poder: estratégias do discurso na disputa política

Argumentação e (é) poder: estratégias do discurso na disputa política

Este trabalho tem como objetivo estudar o funcionamento da argumentação no diálogo político e sua utilização como mecanismo de disputa pelo poder. A pesquisa é fundamentada na concepção de argumentação de Perelman e Olbrechts-Tyteca (1996), na idéia de função argumentativa da linguagem defendida por Koch (2004) e na Teoria Social do Discurso apresentada por Fairclough (2001). Também orientam o trabalho os conceitos de ideologia de Thompson (1995), de hegemonia de Gramsci (1988) e de poder de Foucault (2004). O corpus foi constituído por dois discursos oponentes, um do Presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, membro e fundador do PT, e outro do Senador do PSDB Arthur Virgílio, e a metodologia utilizada para seu exame foi o arcabouço teórico proposto pela Análise do Discurso Crítica de Chouliaraki e Fairclough (1999). A análise revela que os recursos lingüísticos são empregados e combinados de diferentes formas na elaboração do raciocínio argumentativo e evidencia que existem estruturas argumentativas não explícitas que, aliadas à argumentação nitidamente expressa, constroem imagens e idéias acerca dos personagens e eventos que fazem parte do cenário político intencionalmente escolhidas com o objetivo de persuadir o público e influenciá-lo no processo de escolha que levará um grupo ou outro ao poder.
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As  TIC no desenvolvimento da capacidade de argumentação dos alunos do 9º ano na aprendizagem de Geometria

As TIC no desenvolvimento da capacidade de argumentação dos alunos do 9º ano na aprendizagem de Geometria

ato de bem falar de modo a persuadir pelo discurso (Perelman & Olbrechts-Tyteca, 1999). Conta-se que, nessa época, a Sicília era governada por dois tiranos que expropriavam terras para as distribuírem pelos seus soldados. Por volta de 427 a. C., uma rebelião derrubou a tirania e os antigos proprietários das terras expropriadas reclamaram-nas, gerando um grande número de processos judiciais. Foi neste contexto que Córax e seu discípulo Tísias teriam escrito o primeiro texto, ou “método raciocinado”, para falar em tribunal, ou, noutros termos, o primeiro tratado de argumentação. Plantin (1996) atribui o início da reflexão sobre a argumentação aos sofistas (séculos V e IV a. C.). Considerados autênticos sábios, submeteram a graves críticas os conceitos éticos e sociais existentes nessa época. Assim, o pensamento e a prática sofista foi alvo de duras contestações, nomeadamente por Platão (427–347 a. C.). Foram as adulterações às críticas que Platão dirigiu a este pensamento que provocaram um descrédito em todo o pensamento sofista. Deste modo, passou-se a ligar a Aristóteles (384–322 a. C.) o início da reflexão sobre argumentação. Segundo Oléron (1996), já na era aristotélica a noção de argumentação apresentava uma visão retórica e científica, campos que podem ser identificados nas suas obras Tópicos e Analíticos , como uma forma de raciocínio, e na sua obra Retórica , como um meio de persuasão. Para Perelman (1993), o interesse de Aristóteles pelos raciocínios analíticos foi responsável pelo epíteto de pai da lógica formal . Grácio (2010) salienta o facto de Aristóteles conferir às questões de raciocínio prático uma maior intencionalidade persuasiva do discurso, sendo esta inevitável quando são abordadas questões classificáveis como ambíguas – questões com, pelo menos, duas respostas possíveis e que levantam problemas de escolha e de preferência. Deste modo, fica aberto o espaço da deliberação e da ação que se caracteriza pela tentativa não só de se chegarem a conclusões como também de se abrirem caminhos de ação. Estes caminhos ou planos de ação, entre o espaço dos possíveis e o das opções admissíveis, não são arbitrários, uma vez que é pretendido reforçar o desenho do assunto que está em causa relativamente a quem produz o discurso e ao auditório que o considerará. Para este autor, o auditório é visto não só como “aqueles a quem o discurso se dirige (…) [como também] aqueles que têm poder de deliberar (Grácio, p. 23).
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195 Lee mas

Argumentação jurídica: o uso e abuso do argumento de autoridade

Argumentação jurídica: o uso e abuso do argumento de autoridade

A autoridade hobbesiana é compreendida em um período de vazio de poder, na concepção de Hobbes em que o homem é o lobo do próprio homem. Para tanto, possuir um exercício de poder é melhor do que não possuir qualquer autoridade. Assim, a autoridade hobbesiana também deve ser considerada legítima, ainda que direitos fundamentais não possam ser garantidos em sua plenitude. Tais direitos, pelo menos, são garantidos em algum grau, o que não ocorreria sem autoridades. A autora afirma que, embora este exemplo pareça inócuo e impraticável nos dias de hoje, ainda existem autoridades emergentes como ocorreu no Líbano, durante o final da década passada, ou o Iraque em um passado recente (RÓDENAS, 2006, p. 182-184). Como exemplos mais recentes, podemos citar as novas autoridades emergentes da Primavera Árabe, nos mais diferentes países do Oriente.
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98 Lee mas

A mediatização da corrupção política na cobertura do Escândalo do Mensalão : estudos do discurso de imprensa

A mediatização da corrupção política na cobertura do Escândalo do Mensalão : estudos do discurso de imprensa

comunicação. Nessa formação discursiva, estão todas as estratégias linguísticas mobilizadas para dar sentido ao fenômeno, bem como aos campos sociais que se associam a ele. Essa convicção teórica orientará o nosso olhar sobre o material empírico a ser escrutinado nos próximos capítulos. Como tal, a corrupção que nos é dada a conhecer, na cobertura jornalística, é resultado de uma construção discursiva que se vincula a certos regimes de verdade em desfavor de outros. Ao construírem, no discurso, a realidade que afirmam representar, os meios de comunicação figuram como instâncias sociais de exercício do poder. É aqui que se estabelece o elo foucaultiano entre o discurso e o exercício do poder. Foucault identifica, em seus vários escritos, o saber e o poder como constitutivos de uma relação siamesa. Para o autor, o detentor do saber ou dos regimes de verdade é, simultaneamente, aquele que figura na posição de agente dominante. Desse modo, o discurso é o terreno privilegiado de exercício das relações de poder. Importa ter em atenção que o poder, para Foucault (2006), não é uma substância detida por um outro agente social, mas algo que se exerce dentro de uma estrutura que exige a existência de dois polos: o de quem domina e o de quem resiste. Assim, a dominação só pode existir acompanhada de um polo de resistência. Sem esse último, o exercício do poder se dilui. Nessa perspectiva, o poder não pertence a ninguém, de maneira permanente, nem se encontra concentrado, como se fosse uma substância. Ele está pulverizado por todo o tecido social e é exercido pela propagação de certas formas de entender o mundo em detrimento de outras. O jogo das relações de poder instituído no discurso se exerce em meio a uma disputa discursiva, essa, sim, permanente, com o objetivo de construir e chancelar os regimes de verdade que terão ascendência em relação a outros. Assim, os saberes configuradores dos fenômenos sociais serão sempre objeto de uma disputa, travada em uma relação simbólica pelos participantes do discurso.
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387 Lee mas

A argumentação como roteiro do projeto de vida: uma experiência significativa na sala de aula

A argumentação como roteiro do projeto de vida: uma experiência significativa na sala de aula

l a lámpara maravillosa , W illiam o sPina No son nada fáciles los interrogantes que plantea Ospina (2012) y que están al orden del día de los educadores y de las escuelas. A estas preguntas se podría agregar ¿cómo formar a los artistas de la vida, a los jóvenes constructores de sus propios sueños en la era de la incertidumbre? En primer lugar, se debe comprender el poder emancipador que tiene la escuela, pero no una que replique modelos de otras latitudes ya caducos, sino una que se piense en su propio papel para preparar ciudadanos del mundo, que puedan ponerles tamaño a sus sueños según sus propias necesidades.
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13 Lee mas

O discurso ecológico no livro didático de língua portuguesa : política e poder

O discurso ecológico no livro didático de língua portuguesa : política e poder

O mundo contemporâneo reflete a ideologia neoliberal que imperava no período industrial, fincada prioritariamente no desenvolvimento econômico subsidiado pelos avanços tecnológicos que visam ao aumento da produtividade e do consumo de bens materiais. Contudo, a partir do século XX, as práticas neoliberais são impulsionadas pelo aparecimento de instrumentos sofisticados, como o computador, desenvolvidos pela técnica da informação e difundido em escala mundial. A intensificação dessa prática global fica patente quando observamos a ampliação dos sistemas de produção em nível mundial, os deslocamentos financeiros, a difusão de informações e imagens, mediante as novas tecnologias de comunicação, a migração de pessoas, o intenso poder das empresas multinacionais que expande cada vez mais suas fronteiras e seu poderio econômico. Este é o mundo contemporâneo, governado pelo fenômeno da globalização. Para Santos (2001, p. 23), “[...] a globalização é o ápice do processo de internacionalização do mundo capitalista”. Na concepção de Santos (2002), trata-se de conjuntos de relações sociais variadas que geram fenômenos globalizantes dotados de efeitos, estratégias e intencionalidades distintas, portanto, o termo deve ser pluralizado. Tais relações “[...] se traduzem na intensificação das interacções transnacionais, sejam elas práticas interestatais, práticas capitalistas globais ou práticas sociais e culturais transnacionais” (SANTOS, 2002, p. 85). Assim, ela tende a ultrapassar as suas barreiras nacionais, incorporando-se e impondo-se a outras culturas, o que provoca um impacto não só político e econômico, mas também identitário, cultural. Seu modo de produção diz respeito a um
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117 Lee mas

Felisbelo Freire: notas sobre o primeiro historiador do constitucionalismo brasileiro e o uso da história do direito como instância de argumentação política

Felisbelo Freire: notas sobre o primeiro historiador do constitucionalismo brasileiro e o uso da história do direito como instância de argumentação política

Revela-se como uma importante fonte (primária até) para estudo e compreensão do movimento republicano, que do ponto de vista constitucional redundou na As- sembleia Constituinte que discutiu e aprovou a Cons- tituição de 1891. Freire mostra como os republicanos estrategicamente exploraram simultaneamente o con- sórcio entre escravocratas e monarquistas, bem como o descontentamento daqueles com a abolição da escra- vidão sem indenização, tal como efetivada pela monar- quia. Uma ambiguidade que os adversários da monar- quia não deixaram escapar.

6 Lee mas

Reabilitação do Património Edificado Corrente. Estratégias de Intervenção na Casa Burguesa do Porto

Reabilitação do Património Edificado Corrente. Estratégias de Intervenção na Casa Burguesa do Porto

descaracterização, desmantelamento e degradação do património, que em larga medida ultrapassam o âmbito desta Dissertação. Questões do foro político, social, económico, normativo e de mão-de-obra foram preteridos no conteúdo da pesquisa, em favor de um trabalho focalizado somente no relevo que as Estratégias informadas adquirem no processo de intervenção. É necessário referir que a sobrevivência do património edificado está totalmente dependente da sua utilização, ou seja, só ocupados os edifícios poderão manter-se. Neste sentido, as intervenções terão de se adequar às exigências atuais quer de hábitos, regulamentares ou até mesmo dos meios disponíveis, pelo que qualquer intervenção terá de compatibilizar estes factos com os valores existentes, que não só constituem um legado como o carácter do edificado. De certo que todos estes fatores se cruzam, de maneira influenciadora e condicionante, mas nem por isso pode ser permitida a desconsideração das Estratégias.
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186 Lee mas

El poder del discurso y el discurso del poder : entrevista a Teun A  van Dijk

El poder del discurso y el discurso del poder : entrevista a Teun A van Dijk

lo que aquí sólo puedo resumir algunos puntos. Primero, la ciencia es actividad humana, y el discurso científico lo es también y como humanos somos necesariamente subjetivos. Negar esto es negar no solamente nuestra hu- manidad, sino que también es poco científico. Lo máximo que podemos alcanzar, tanto en la ciencia como en el dis- curso, es la intersubjetividad, basada en reglas, normas, etc. La evaluación negativa de los ECD no tiene nada que ver con la objetividad o subjetividad, sino con el problema de la crítica social que aproximaciones conservadoras de la ciencia no soportan. Los análisis lingüísticos, discur- sivos, etc., en ECD son igual de científicos (sistemáticos, teóricos, empíricos, etc.), que otros estudios del discurso, de la lengua o de la comunicación. Lo que es interesante es analizar críticamente esos discursos de rechazo de los ECD y en general de la ciencia crítica. Podemos tomar por sentado que no hacer un estudio crítico es también una decisión sociopolítica, y no una decisión “objetiva”.
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16 Lee mas

A formalização do discurso empresarial na prospecção de negócios

A formalização do discurso empresarial na prospecção de negócios

Dessa forma, ressalta-se as duas formas mencionadas por Degen: a primeira como uma ferramenta auxiliadora para quem deseja abrir seu próprio negócio, que servirá de base para análises empresariais e também evita erros referente a todos os aspectos que envolvem o mundo empresarial. A segunda como um instrumento requerido para fechamento de novos negócios, pois traz informações que são, em sua maioria, difícil de verificar a em um curto espaço de tempo. Assim, a transcrição do negócio em um Plano de Negócios se faz necessário para que haja tempo hábil para análises e avaliações sobre o novo empreendimento ou parceria com a empresa.
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80 Lee mas

Postulados do poder e formação educacional na Colômbia

Postulados do poder e formação educacional na Colômbia

Para que se pueda entrever la dimensión del poder, devenida de la perspectiva precedente, se debe comprender la noción de dispositivos de poder, como base de lo que puede considerarse la dinámica del poder. En realidad, los dispositivos de poder pueden concebirse como un ―conjunto de obras de arte‖ que, al encontrarse ensambladas y entretejidas unas con otras de diversas maneras, constituyen un dispositivo societal global (Jäger, 2003). Esto es, como conjunto de obras de arte requieren comprensión, elucidación y visibilización, a partir de la concepción de un sentido individual y colectivo que generalmente está profundamente velado. Por ejemplo, La Gioconda de Leonardo Davinci tiene elementos estéticos, entrelazamiento de planos, técnicas visuales y modos de interpretación textual. Uno de ellos tiene que ver con la técnica: el logro del artista es un retrato de una ambigüedad calculada en el semblante y un esfumado (sfumato) muy fino, técnicamente conseguido por la superposición de cerca de veinte capas pictóricas de una delgadez extrema (Gilabert, 2012). Por eso, la noción de discursos invisibles toma relevancia en la medida en que el dispositivo se comprenda como una entidad oculta y pueda ser develada, como se mostró en el ejemplo anterior.
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24 Lee mas

La fundación de la ciudad de La Plata: una disputa por el poder político

La fundación de la ciudad de La Plata: una disputa por el poder político

Aires y estipuló el compromiso provisional entre el estado nacional y la provincia de Buenos Aires para permitir que la ciudad de Buenos Aires fuera tanto capital de la República Argentina como del estado del mismo nombre. Ahora bien, no todos estaban contentos con este arreglo que centraba tanto poder en Buenos Aires y, por ello, en junio de 1880, una guerra interna se declaró entre las fuerzas armadas provinciales (estatales) y las federales y se dispuso la intervención federal de la provincia y la capital fue sitiada por las fuerzas nacionales ocurriendo violentos enfrentamientos armados. Consecuencia de este hecho fue el triunfo militar del gobierno federal y el consecuente trámite parlamentario para formalizar su jurisdicción sobre la ciudad y declararla capital de la república. Como el gobierno de la provincia se encontraba acéfalo se convocó a elecciones resultando electo gobernador el doctor Dardo Rocha, quien asumió sus funciones el 1 de mayo de 1881 15 . En conclusión, la
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7 Lee mas

O discurso do impeachment de Dilma na Folha de S.Paulo

O discurso do impeachment de Dilma na Folha de S.Paulo

impeachment neste domingo significará, para a expressiva maioria dos brasileiros, a justa punição de um governo que, na incompetência, na arrogância e no delírio de seu próprio isolamento, destruiu a economia, afundou-se na corrupção e escarneceu das instituições. Se o afastamento da presidente vier a ser confirmado, todavia, ele não representará de imediato a resolução da crise política, econômica e moral em que o país se acha. Fundado em premissas jurídicas em alguma dose contestáveis, o processo de impeachment é uma medida traumática, projetando para o futuro divisões e inconformismos que em nada contribuem para a travessia, a tudo crer longa, do grave momento econômico. Em vez desse recurso extremo, melhor seria a realização de eleições presidenciais ainda neste ano. Nos termos da Constituição, ela seria convocada em caso de renúncia da presidente e de seu vice — atitude dupla que esta Folha defende. São muitos os desafios que se oferecem ao país, seja qual for o resultado da votação na Câmara, e o governo precisará de renovadas doses de legitimidade para vencê-los. Salvar a economia é a prioridade, mas não será fácil. Alimentam-se, de um lado, resistências a medidas inadiáveis de restrição nos gastos públicos. De outro, promoveram-se ilusões demagógicas de que a sociedade não iria “pagar o pato”, sendo clara, no entanto, a necessidade de aumentar impostos a fim de restaurar finanças públicas que se aproximam do colapso. A corrupção, por sua vez, não será vencida num lance parlamentar. Cresce, além disso, o temor de que um governo peemedebista venha a tentar desarmar a máquina investigativa da Polícia Federal e do Ministério Público Federal, capaz de atingir muitos dos que hoje se pavoneiam na oposição. Nenhum desses desafios será superado a curto prazo, e de nada ajudarão um clima de exaltação partidária ou eventuais tentativas de abafar a Lava Jato — algo que os brasileiros jamais admitirão. A crise tem de ser encarada com equilíbrio, com espírito crítico e esperança construtiva — atitudes que esta Folha, ao longo de todo o processo, tem-se esforçado e se esforçará por manter.
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207 Lee mas

A Súmula nº 231 do STJ e a argumentação "contra legem"

A Súmula nº 231 do STJ e a argumentação "contra legem"

Interessante ressaltar que, eventualmente, nada obsta que se aplique pena aquém da culpabilidade do agente, por motivos de política criminal. Exemplo disso é a atenuante prevista para o caso em que o agente, no momento da sentença condenatória, tem mais de 70 anos de idade. Ora, seria até mais exigível que uma pessoa idosa se eximisse da prática do crime, uma vez que sua experiência de vida já lhe fez atingir o máximo do discernimento, ao contrário do menor de 21 anos que, embora maior no sentido jurídico, pode ainda não ter atingido o máximo da maturidade para conduzir sua vida. Os danos individuais e sociais que podem advir do encarceramento de um idoso, no entanto, fizeram com que o legislador, por política criminal, fixasse a mencionada atenuante.
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19 Lee mas

LA DISPUTA DEL PODER GEOPOLÍTICO ENTRE LOS DUEÑOS DE LOS  MEDIOS DE COMUNICACIÓN

LA DISPUTA DEL PODER GEOPOLÍTICO ENTRE LOS DUEÑOS DE LOS MEDIOS DE COMUNICACIÓN

En Argentina por su parte, con el diario el Clarín sucede una experiencia similar a la del ejemplo anterior. Este medio de comunicación e información actúa como un control de prensa, de censura y de control de la democracia. En el Clarín se reproducen las contradicciones de la realidad vivida y sólo se transmite por sus medios de comunicación lo que primordialmente les interesa, es por ello que los argentinos reclaman la democratización de los medios de comunicación e información. Sin embargo, en todos los medios de comunicación mediáticos siempre se dice que existe una mesa de negociación entre grupos de poder y directivos, en donde no se negocia solo se finge una aprobación de acuerdos porque todo ya está decidido y establecido por los dueños del canal, del periódico, de la revista o del ranking, etc.
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10 Lee mas

Estratégias motivacionais do professor e envolvimento dos alunos na educação física

Estratégias motivacionais do professor e envolvimento dos alunos na educação física

Através dos resultados verificámos que as correlações entre todas as dimensões do envolvimento e todas as dimensões do suporte às NPB mostraram-se positivas e significativas. Desta forma podemos concluir que a perceção das estratégias utilizadas pelos professores de Educação física, como forma de satisfazer as NPB (Suporte à autonomia, estrutura e envolvimento pessoal) dos alunos influencia positivamente o envolvimento (comportamental, cognitivo, proactivo e emocional) dos alunos em aula. Isto está de acordo com Ramos (2012), que afirma que o envolvimento e a motivação se encontram diretamente relacionados. Vai também ao encontro ao estudo de Adie, Duda e Ntoumanis (2012), quando estes afirmam que a perceção de suporte à autonomia e as NPB influenciam a aprendizagem das capacidades dos jogadores de futebol; e ao estudo de McEown, Noels e Saumure (2014), que afirmam que as orientações mais auto determinadas mostram um maior envolvimento na aprendizagem. Os resultados apoiam também os estudos feito por Gao e Newton (2009), que afirmam que a auto eficácia dos alunos e a utilização de estratégias motivacionais pelos professores se encontram fortemente associadas.
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31 Lee mas

Sinaes : política de ordenamento para controle e poder do território

Sinaes : política de ordenamento para controle e poder do território

Há quatro maneiras pelas quais os organismos internacionais podem ajudar a sustentar a reforma. Primeiro, podem dar importante assistência técnica sobre o que fazer e o que evitar. Essa assistência em geral é valiosa, especialmente para os Estados menores, que não têm recursos internos para atender a todas as questões técnicas. Mas há de ser complementada por técnicos locais, capazes de adaptar as reformas às condições e instituições do país. [...]. Segundo, os organismos internacionais podem proporcionar um rico cabedal de experiências de diversos países sobre uma ampla gama de questões. Muitas vezes por terem funcionários em várias partes do mundo, podem oferecer especialistas com experiências diferentes. Em terceiro lugar, a assistência financeira que esses organismos proporcionam pode ajudar os países a superar o doloroso período inicial de reforma, até que os benefícios comecem a surgir. Quarto, podem proporcionar aos países um mecanismo para assumirem compromissos externos, tornando mais difícil retroceder no processo reformador. Contudo, se alguma coisa nos ensina a história da assistência ao desenvolvimento, essa lição é a de que o apoio externo pouco pode realizar quando falta a disposição interna de reformar.
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146 Lee mas

Estratégias utilizadas por enfermeiros na promoção do aleitamento materno no puerpério imediato

Estratégias utilizadas por enfermeiros na promoção do aleitamento materno no puerpério imediato

um instrumento que organize e sumarize as informações consiste na terceira etapa. Neste estudo foi utilizada uma planilha no software Excel for Windows 2010®, que contou com as seguintes variáveis: ano de publicação, periódico, tipo de abordagem, sujeitos, cenário do estudo, metodologia da coleta de dados, principais resultados, local de publicação, palavras chaves utilizadas, região produtora, região brasileira estudada, nome e formação dos autores. Essa etapa tem como objetivo formar um banco de dados de fácil acesso. Na quarta etapa ocorre a avaliação dos estudos incluídos na revisão integrativa, na qual o revisor faz uma análise crítica dos estudos procurando explicações para os resultados diferentes ou conflitantes nos diferentes estudos e auxilia na tomada de decisão para a utilização dos resultados de pesquisas. Já na quinta etapa ocorre a interpretação dos resultados. Essa é a etapa de discussão dos principais resultados da pesquisa, na qual o revisor realiza a comparação dos estudos realizados com o conhecimento teórico, identifica as conclusões e implicações resultantes da revisão integrativa. A sexta e última etapa, por seu turno, compreende a apresentação da revisão/síntese do conhecimento. Essa etapa consiste na elaboração do documento que deve constar as etapas percorridas pelo revisor para os resultados da revisão (4-5). É importante explicitar que a quarta, quinta e sexta etapa foram aqui cumpridas ao longo do corpo textual.
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8 Lee mas

Arquitectura y poder: el discurso visual del NO DO y la arquitectura del franquismo (1943 1975)

Arquitectura y poder: el discurso visual del NO DO y la arquitectura del franquismo (1943 1975)

La arquitectura dedicada a la Sanidad que es recogida en el NO-DO resalta los nuevos avances en medicina, del mismo modo que muestra las consideraciones de nuevas funcio- nalidades en los usos del espacio sanitario, buscando el mayor confort para el paciente. Así mismo se refleja en este noticiario aquella arquitectura que impulsa los valores de educación promulgados por el régimen; por ello es usual en las imágenes comprobar como laboratorios y otras aulas técnicas están dotadas con lo último en cuanto a educación técnica se refiere. En este sentido los ejemplos que hoy podemos visionar en el Archivo de la Filmoteca Es- pañola, encontramos el caso de la Ciudad Universitaria de Madrid (NOT N 8, 22 febrero, 1943). Esta edificación es relevante no sólo porque es un edificio con proyección de futuro, pues de este edificio saldrán un gran número de universitarios preparados como nueva ge- neración, sino porque el lugar donde se ubican ahora las nuevas construcciones fue bastión de la fortaleza nacional, así nos lo hace saber la voz narrativa que nos muestra unas imágenes (Sec. 10.) con una perspectiva general de este conjunto, para después pasar a imágenes con más cercanía, las cuales están acompañadas de una música triunfalista y alegre que nos habla de “ilustre abolengo de este escenario”, como así lo afirma la voz en off. Se observa un conjunto de edificios con una composición cuidada, muy geométrica y exenta de ornamento; para finalizar la secuencia de imágenes, la pantalla nos devuelve una única fachada de todas las facultades que hay en este conjunto universitario, aspecto que podría no ser aleatorio, se nos muestra la fachada de la Facultad de Arquitectura, que está ornamentada con unas sutiles pilastras con capitel jónico, cuestión que nos permite hacer una lectura sobre la identidad e importancia del papel fundamental de la arquitectura como disciplina y como artífice de la Ciudad Universitaria de Madrid.
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25 Lee mas

El discurso del poder (Análisis)

El discurso del poder (Análisis)

Pronunciar el mundo significa trans­ formarlo. "Los más viejos de los viejos de nuestros pueblos nos hablaron pa­ labras que venían de muy lejos", di­ cen, hablan, gritan, los campesinos mexicanos del Ejército Zapatista: "de cuando nuestras vidas no eran, de cuan­ do nuestra voz era callada. Y camina­ ba la verdad en las palabras de los más viejos de nuestros pueblos. Y aprendimos en su palabra de los más viejos de los viejos que la larga noche de dolor de nuestras gentes venía de las manos y palabras de los podero­ sos, que nuestra miseria era riqueza para unos cuantos, que sobre los hue­ sos y el polvo de nuestros antepasados y de nuestros hijos se construyó una casa para los poderosos, y que a esa casa no podía entrar nuestro paso, y que la luz que la iluminaba se ali­ mentaba de la oscuridad de los nues­ tros, y que la abundancia de su mesa se llenaba con el vacío de nuestros es­ tómagos, y que sus lujos eran paridos por nuestra miseria, y que la fuerza de sus techos y paredes se levantaba sobre la fragilidad de nuestros cuerpos, y que la salud que llenaba sus espa­ cios venía de la muerte nuestra, y que la sabiduría que ahí vivía de nues­ tra ignorancia se nutría . . "
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