PDF superior AS CONTRIBUIÇÕES DA MONITORIA: EDUCAÇÃO EM GEOCIÊNCIA

AS CONTRIBUIÇÕES DA MONITORIA: EDUCAÇÃO EM GEOCIÊNCIA

AS CONTRIBUIÇÕES DA MONITORIA: EDUCAÇÃO EM GEOCIÊNCIA

A razão pela qual os estudantes não participam (13,3%) no acompanhamento se restringiu em: 01 (um) aluno disse que a hora da monitoria não é compatível com o tempo do sujeito que eles estavam estudando naquele semestre (Tabela 1). Isso porque o aluno do quarto semestre não estava nas disciplinas que deveria estar em seu semestre. Desta forma, foi oferecido tempo extra para sanar dúvidas em outros horários. Outro aluno não frequentou a monitoria porque acreditou não ser necessário quando sanava suas dúvidas durante a aula (um HVWXGDQWH 1D TXHVWmR ³9RFr IUHTXHQWRX D PRQLWRULD SRU TXDLV PRWLYRV" ´ XP DOXQR disse não compreender a explicação do professor, outros 06 (seis) alunos disseram ser ³LPSRUWDQWH SRUTXH p XP FRPSOHPHQWR SDUD R DSUHQGHU GD FODVVH´ Mi GRLV DOXQRV SDUD ampliar seu conhecimento adquirido em sala de aula, e 06 (seis) participaram por acreditarem se preparar melhor para as avaliações (Tabela 2).
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COMPARTILHANDO SABERES: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA DA MONITORIA ESPECÍFICA DE ACOMPANHAMENTO A ESTUDANTE INDÍGENA

COMPARTILHANDO SABERES: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA DA MONITORIA ESPECÍFICA DE ACOMPANHAMENTO A ESTUDANTE INDÍGENA

São inegáveis as conquistas e os avanços de inclusão social no campo das políticas públicas no Brasil. O Projeto de Lei 180/2008, que cria uma política de ação afirmativa nas instituições federais de ensino superior, foi aprovado e sancionado pela presidenta da República, Dilma Rousseff, em agosto de 2012, na forma da Lei 12.711/2012. No Brasil o debate sobre políticas de ações afirmativas surge nos anos de 1980 a partir do desencadeamento do processo de abertura política e redemocratização da sociedade brasileira suscitando várias reivindicações políticas de diversos setores da sociedade civil organizada sobre seus espaços e direitos (MOEHLECKE, 2002). Porém, somente na década de 1990 as discussões relativas às políticas de ação afirmativa tomaram corpo. Minorias étnicas, raciais e sociais passam a reivindicar direito ao mercado de trabalho, à educação e à saúde diferenciada.
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CONTRIBUIÇÕES DA NEUROCIÊNCIA PARA SUPERAÇÃO DAS DIFICULDADES ENCONTRADAS EM SALA DE AULA NA EDUCAÇÃO BÁSICA

CONTRIBUIÇÕES DA NEUROCIÊNCIA PARA SUPERAÇÃO DAS DIFICULDADES ENCONTRADAS EM SALA DE AULA NA EDUCAÇÃO BÁSICA

Segundo relatos das dificuldades enfrentadas pelas professoras, muitas se referiram a falta de motivação, envolvimento, interesse e comprometimento dos alunos. Sendo assim, procuramos trabalhar estes temas no curso, discutindo as bases neurobiológicas da aprendizagem, motivação, emoções, funções executivas, entre outros. Após a realização do curso, 100% das docentes relataram que este contribuiu positivamente na sua prática em sala de aula, o que pode ser verificado nos seus planos de aula pós-curso. Na análise dos dados das entrevistas pós-curso se contatou três categorias principais definidas pelas falas dos participantes: (i) aquisição de conhecimento, a qual revelou que o curso propiciou novos conhecimentos sobre neurociência; (ii) mudança de paradigma, a qual revelou que, além da aquisição de conhecimentos, o curso levou as docentes a rever suas ações, implementar novas ideias, estratégias e formas de lidar e orientar, ajudando o aluno a partir dos saberes da neurociência; e, (iii) efetivação e consolidação do aprendizado, a qual revela que, além de adquirir conhecimento, as docentes reviram suas ações, tiveram novas ideias e estratégias, e ampliaram a sua visão, mudando conceitos.
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Ciência, Tecnologia e desigualdade 
 social no Brasil: contribuições da Sociologia do conhecimento para a educação em 
 Ciências

Ciência, Tecnologia e desigualdade social no Brasil: contribuições da Sociologia do conhecimento para a educação em Ciências

Resumo: De que forma as ciências sociais podem auxiliar na discussão sobre o conhecimento científico e a aplicação tecnológica? Com o objetivo de discutir esta questão apresenta-se uma introdução sobre os principais autores da Sociologia do Conhecimento (SC), até seu desdobramento no que se convencionou chamar de Sociologia do Conhecimento Científico (SCC). Os estudos deste recente campo podem contribuir para uma melhor percepção do lugar da ciência na moderna sociedade, particularmente no contexto do ensino de ciências na perspectiva Ciência-Tecnologia- Sociedade. Salienta-se que a SCC sugere uma prática científica que seja múltipla, englobando vários atores em seu fazer e que considera os aspectos da realidade social na produção e na aplicação da ciência, aspectos que precisam ser incluídos na educação em ciências. Como conclusão e em relação ao caso brasileiro, esta recomendação deve redundar na compreensão do papel da interação da produção científica com o Setor Público. Um segundo importante aspecto refere-se a necessidade de uma formação e uma atuação constante e direcionada para o combate à desigualdade social existente no país. Do contrário, a ciência no Brasil ficará a desejar enquanto uma necessidade para a sociedade, representando apenas um luxo para poucos.
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Contribuições de Freire e Vygotsky no contexto de propostas curriculares para a Educação em Ciências

Contribuições de Freire e Vygotsky no contexto de propostas curriculares para a Educação em Ciências

Resumo: Este trabalho tem como base duas propostas curriculares para a Educação em Ciências – abordagem temática e situação de estudo -, balizadas, respectivamente, nos pressupostos do educador brasileiro Paulo Freire e do psicólogo russo Lev S. Vygotsky. Essas organizações curriculares, metodologicamente configuradas em dois estudos de caso, foram estruturadas e desenvolvidas na disciplina de Ciências Naturais, no Ensino Fundamental. Os registros, bem como as reflexões, foram subsidiados por dois instrumentos metodológicos: a) diário do professor e b) produções dos alunos. Dentre as questões destacadas sinaliza-se que algumas concepções desses autores se complementam, a exemplo da problematização (em Freire) e da significação conceitual (em Vygotsky). Essa complementaridade pode enriquecer ambas as propostas, a ponto de potencializar novas/diferenciadas organizações curriculares para a Educação em Ciências, na qual é central a relação entre aspectos político-pedagógicos e conceituais.
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Refletindo sobre os “problemas de gênero” no Brasil: contribuições para a pesquisa em Educação Física

Refletindo sobre os “problemas de gênero” no Brasil: contribuições para a pesquisa em Educação Física

Como então resolver esse impasse epistemológico? Prins & Meijer (2002), ao entrevistarem Butler, buscam clarear um pouco esse terreno pantanoso e de difícil acesso. Na opinião das entrevistadoras, a radicalização performática realizada pela teórica norte-americana possui uma veia muito mais política e estratégica, em favor da teoria lésbica, do que uma reflexão epistemológica propriamente dita. Essa argumentação apresentada é primordial para o debate, indicando que se pode trabalhar com as noções apresentadas por Butler e utilizar, pelo menos inicialmente, os conceitos de sexo e gênero 4 , principalmente quando se trabalha com determinados objetos de pesquisa, ainda mais dentro de uma área tão marcada pelo conhecimento biológico como a Educação Física. Contudo, não se pode esquecer a dualidade do sexo posta num domínio pré-discursivo, pois, conforme aponta Butler (2003), a tarefa principal deve ser a de subversão das identidades e a desestabilização dos regimes de poderes existentes.
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Contribuições da etnobiologia para formação continuada de professores de ciências da educação escolar quilombola

Contribuições da etnobiologia para formação continuada de professores de ciências da educação escolar quilombola

No que toca à educação escolar em territórios quilombolas, podemos reportar a educação da população negra no Brasil, pois a presença dos escravos na escola era uma ameaça para a sociedade, como citado em Fonseca (2001). O referido autor descreve que a educação era considerada uma dimensão do processo de libertação dos escravos, em consonância com a Lei do Ventre Livre em 1870. Para os proprietários de escravos, a responsabilidade de educar as crianças era um problema porque não estavam dispostos a assumir tal compromisso. A proposta da lei levou à várias discussões que de um lado falavam da questão de educar as novas gerações; de outro, educar essas crianças significava “contrariar os interesses imediatos dos proprietários de escravos que não estavam dispostos a aceitar uma mudança efetiva na condição desses indivíduos, tidos como os futuros trabalhadores do país” (Fonseca, 2001, p. 14).
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A Teoria da Atividade em uma proposta de Educação a Distância: contribuições para a construção de conceitos químicos

A Teoria da Atividade em uma proposta de Educação a Distância: contribuições para a construção de conceitos químicos

Em um curso a distância onde a maioria dos alunos estuda "sozinho", a mediação tem um papel crucial junto a ruptura deste isolamento. A internet permite o acesso rápido a milhares de informações sobre determinado assunto. O gerenciamento e a mediação destas informações são de suma importância para uma sistematização em direção ao conhecimento. Havia um histórico insatisfatório de participação dos alunos junto a estes fóruns de discussão. Assim, foi necessário vincular conceitualmente o referido fórum a uma questão avaliativa a ser entregue. Esta prática favoreceu o aumento do número de postagens na plataforma. Porém, inicialmente os alunos buscavam a resposta pronta da referida questão, ou seja, o motivo inicial não coincidia com o objeto. Assim, foi necessário instigar os participantes, de forma a "responder" as suas dúvidas com novos questionamentos reflexivos e direcionadores.
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Contribuições para o estudo do sindicalismo em educação no Brasil

Contribuições para o estudo do sindicalismo em educação no Brasil

b. os atores são basicamente três: o sindicato, os empregadores e o Estado. Na orga- nização e representação sindical, Baglioni destaca o sindicato e sua ação, a repre- sentação e a representatividade; as formas de organização territorial e vertical, gestão democrática ou autoritária, centralização e descentralização, sedes de poder e meios financeiros; formas de luta (greves); relações com os movimen- tos políticos (modelo reivindicativo puro, trade-unionista, correia de transmis- são). O autor leva ainda em consideração a representação espontânea, os movi- mentos coletivos e grupos não organizados. A contrapartida ao sindicato é re- presentada pelos empreendedores e suas organizações nos setores privados e públicos e formas intermediárias. O papel do Estado manifesta-se por meio de intervenções legislativas sobre normas e termos da regulamentação das em- presas, as intervenções de política econômica e social sobre as condições gerais do desenvolvimento, a taxa de desemprego, o sistema de wellfare etc.
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A IMPORTÂNCIA DAS ATIVIDADES DE MONITORIA DE UMA COMPONENTE CURRICULAR EM TRÊS TURMAS DE ESTATÍSTICA

A IMPORTÂNCIA DAS ATIVIDADES DE MONITORIA DE UMA COMPONENTE CURRICULAR EM TRÊS TURMAS DE ESTATÍSTICA

Pode-se historicamente notar o crescimento estrutural da monitoria no cenário educacional. A Lei nº 5.540/68 implantou normas de funcionamento do ensino superior e designou a monitoria acadêmica. Em seu art. 41 diz que as universidades deverão criar atividades de monitoria para os alunos do ensino superior. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional ± LDB (Lei nº 9.394/96) traz em seu art. 84 que os discentes da educação superior poderão ser aproveitados em tarefas de ensino e pesquisa pelas respectivas instituições, exercendo funções de monitoria, de acordo com seu rendimento e seu plano de estudos. (BRASIL, 1996, Art. 84)
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Encontro Nacional de Estudantes Indígenas no Brasil: reflexões compartilhadas; Encuentro Nacional de Estudiantes Indígenas en Brasil: reflexiones compartidas; National Meeting of Indigenous Students in Brazil: shared reflections

Encontro Nacional de Estudantes Indígenas no Brasil: reflexões compartilhadas; Encuentro Nacional de Estudiantes Indígenas en Brasil: reflexiones compartidas; National Meeting of Indigenous Students in Brazil: shared reflections

A necessidade de avançar no debate sobre a “descolonização do saber” na formação dos indígenas intelectuais, anunciada por Rita Potiguara (Relatório II ENEI 2014, 7), é um desafio que perpassa a fala de muitos acadêmicos e lideranças nos diferentes encontros. Nessa direção fala-se da importância do diálogo entre a universidade e os conhecimentos tradicionais no sentido de pensar como as diferentes ciências, a ocidental e as dos povos indígenas, podem conviver, em busca da construção do conhecimento de forma coletiva. Dentro desse tema, a valorização da língua materna na universidade é uma preocupação manifestada pelos acadêmicos, expressa por Joziléia Kaingang quando diz que falar a língua é “valorizar nossos territórios, os nossos mais velhos pela manutenção de nossa tradição” (Relatório III ENEI 2015, 14). Uma das estratégias sugeridas por Rita Potiguara nesse sentido é de pensar mecanismos que superem a burocracia universitária e garantam a presença de sábios indígenas na formação dos estudantes. Para Eliel Benites “o acadêmico indígena deve ser um elemento ‘catalisador’ entre as duas culturas”. Segundo Eliel, “é preciso reaproximar o diálogo com os mestres tradicionais, reconstruir o diálogo com a comunidade, pois a escola, a educação, tem causado uma ruptura entre as gerações” (Relatório II ENEI 2014, 9). Uma reflexão ainda importante que destacamos trata-se da experiência de formação universitária como técnica e ao mesmo tempo política, e nesse sentido o papel do estudante indígena na ocupação ativa do espaço universitário. Poran Potiguara, no II ENEI, manifesta: “O maior desafio que encontro é fazer política na universidade, pois não basta entrar e ser acadêmico” (Relatório II ENEI 2014, 10). A fala do estudante da Universidade Nacional de Brasília marca a posição de que é preciso apropriar-se do espaço acadêmico para atuar politicamente tendo em vista os projetos societários dos povos indígenas, enquanto coletividades cultural e territorialmente diferenciadas. Nesse sentido os acadêmicos elegem uma série de propostas que visam à organização e participação política através da manutenção anual do Encontro Nacional de Estudantes Indígenas com apoio do Ministério da Educação, a formação de grupo de trabalho para debater a criação de uma Associação Nacional de Estudantes Indígenas e a participação de representantes indígenas em comissões nacionais que tratam do tema da educação escolar indígena.
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Prudução Científica Membros RIIEE 220120

Prudução Científica Membros RIIEE 220120

BACKES, V. M. S. ; PRADO, Marta Lenise Do ; LINO, M. M. ; FERRAZ, F. ; REIBNITZ, K.S ; CARTANA, Maria Do Horto ; MARTINI, J. G. ; CANEVER, B. P. ; KLOCH, D. ; ABE, K. . Políticas, Práticas e Produção do Grupo de Pesquisa em Educação em Enfermagem e Saúde da Universidade Federal de Santa Catarina. In: 15º Seminário Nacional de Pesquisa em Enfermagem, 2009, Rio de Janeiro. nais do 15º Seminário Nacional de Pesquisa em Enfermagem - Enfermagem: conhecimento, cuidado e cidadania, 2009. v. 1. p. 1194-1197.

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O EXERCÍCIO DA DOCÊNCIA: A PRÁTICA DE PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO FÍSICA EM UMA UNIVERSIDADE PRIVADA

O EXERCÍCIO DA DOCÊNCIA: A PRÁTICA DE PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO FÍSICA EM UMA UNIVERSIDADE PRIVADA

Resumo: Vivemos numa sociedade que está em processo constante de mudanças e as cobranças para o exercício da docência têm sido mais desafiadoras e faz-nos questionar sobre o perfil de docentes que se pretende formar. As universidades, por sua vez, têm sido mais acessíveis ao criar programas de incentivo, disponibilizar bolsas, oferecer financiamentos para dar suporte e democratizar seu acesso. Sendo assim, o presente trabalho procura reflexionar as abordagens e complexidades da docência no campo da Educação Física (EF). Para tanto, busca identificar o papel do profissional na formação do docente de EF e, ainda, averiguar as abordagens/tipos de estratégias que acadêmicos e egressos do curso de Educação Física utilizam em sua atuação. Diante disso, este estudo estrutura-se a partir de uma abordagem qualitativa, de cunho exploratório, com a elaboração de questionário semiestruturado, aplicado a quatorze profissionais, formados/em formação, no curso de Licenciatura/Bacharelado em EF de uma universidade privada, localizada em Alegrete/RS. A pesquisa mostra uma disparidade dos perfis dos sujeitos, tendo em vista que há uma composição curricular vigente diferenciada entre graduados e acadêmicos. Destaca-se o perfil do egresso acerca da sua formação e dos profissionais que contribuem para esta, pois os graduados demonstram uma conformidade com o que lhes foi oferecido. A reformulação da composição curricular, na busca de aperfeiçoamento que atenda suas especificidades das áreas, procura contribuir para uma melhor qualidade na formação dos sujeitos. Contudo, de acordo com os relatos dos acadêmicos, alguns docentes não acompanham essa nova composição e deixam a desejar no que se refere à evolução das metodologias, bem como com inserções de novas práticas nos espaços de trabalho. Além disso, questões como, intolerância/arrogância, despreparo didático, falta de planejamento, constrangimento e o professor como detentor do saber, foram afirmativas levantadas pelos discentes em relação ao que repudiam e não aceitam enquanto metodologia para suas abordagens. Nessa direção, não podemos negar a existência de uma parcela do quadro docente que não proporciona esses saberes significativos, dificultando a qualificação do futuro docente. Felizmente, contrapondo essa minoria, temos professores que estimulam seus discentes/futuros profissionais à práxis, transpassando os conceitos abstratos e construindo conhecimentos concretos. Por fim, destaca-se que a responsabilidade de mostrar as várias possibilidades de inserir novas práticas e o compromisso de exigir uma aprendizagem significativa de seus docentes, devem ser de ambas as partes.
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Tecnologias de Informação e Mediação Comunicacional no Governo do Estado de Minas Gerais: o caso da Secretaria de Estado de Educação // Tecnologías de Información y Mediación Comunicacional en el Gobierno del Estado de Minas Gerais: el caso de la Secretar

Tecnologias de Informação e Mediação Comunicacional no Governo do Estado de Minas Gerais: o caso da Secretaria de Estado de Educação // Tecnologías de Información y Mediación Comunicacional en el Gobierno del Estado de Minas Gerais: el caso de la Secretaría de Estado de Educación // Information Technologies and Communication Mediation in the Government of the State of Minas Gerais: the case of the Secretary of State for Education

Desse modo, o termo informação mostra-se imprescindível na construção desse modelo conceitual conjuntamente com Estado e Sociedade Civil, uma vez que ele proporciona condições para as formas de poder que são praticadas por esses dois agentes e seus atores. Partindo das visões propostas por James Carey (1985), a comunicação pode ser entendida por uma perspectiva que a concebe como um ritual, como um processo direcionado para a “manutenção da sociedade no tempo; não o ato de transmissão de informação, mas a representação de crenças compartilhadas” (Carey, 1985, s.p). Percebe-se, então, que a comunicação é fator constituinte da cultura e, ao mesmo tempo, constituída por ela. E isso se dá com a expressão das crenças e valores dessa sociedade “através da construção de uma variedade de sistemas simbólicos: arte, ciência, jornalismo, religião, senso comum, mitologia” (Carey, 1985, s.p.).
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Da transversalidade temática e concetual da investigação em educação

Da transversalidade temática e concetual da investigação em educação

Journal for Educators, Teachers and Trainers JETT, Vol. 3; ISSN: 1989-9572 12 êxito podem ser lidos num conjunto de características do sistema educativo finlandês, não podendo ser imputado exclusivamente a uma ou outra medida tomada isoladamente. Destacam, como contributo maior, a existência de um consenso sobre a política educativa, resultado do investimento e das reformas realizadas ao longo das últimas 4 décadas. Resumidamente, apontam o caráter de unidade da educação básica, de 9 anos, e que vai dos 7 aos 16 anos de idade das crianças; o abandono de cursos de vários níveis porque limitavam as possibilidades dos alunos que seguiam os percursos/cursos mais fáceis; a delegação das responsabilidades educativas (da educação básica) do estado central para os municípios. Acresce a estas condições o facto de a Finlândia ter uma população com um elevado nível de escolarização, a profissão docente ser muito reconhecida e de os professores terem muita independência no seu trabalho; uma aposta forte numa conceção de aprendizagem ativa; um sistema de avaliação vocacionado para a produção de informação que permita o desenvolvimento dos centros de escolas mas também dos alunos. Esta avaliação é meramente descritiva durante a educação básica, não havendo inspecção nem classificação de escolas nem provas nacionais para os alunos, neste primeiro ciclo educativo. Contrariamente à estratégia de influência anglo-americana que estimula a competição entre escolas, enaltece a luta por melhores recursos e estimula o controlo dos alunos e do trabalho dos professores, a estratégia finlandesa baseia-se na confiança mútua e na cooperação para obtenção de desenvolvimento profissional e pessoal.
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ANÁLISE DE SOLOS COMO PRÁTICA PARA APROXIMAÇÃO DA GEOCIÊNCIA

ANÁLISE DE SOLOS COMO PRÁTICA PARA APROXIMAÇÃO DA GEOCIÊNCIA

Neste trabalho apresentamos uma intervenção realizada por acadêmicos do curso de geologia da Universidade Federal do Pampa-UNIPAMPA, sob supervisão da professora Dra. Cristiane Heredia Gomes em uma turma do 2º ano do ensino médio com a finalidade de trabalhar com conceitos de Geociência e indicando aos alunos a proximidade deles com o assunto. As intervenções tinham como intuito mostrar conceitos de áreas diferentes e mostrando suas aplicabilidades no cotidiano de cada estudante. Os resultaods obtidos no final dos trabalho contribuiram com a ideia de que a abordagem Teórica-Prática apresenta uma maior aceitação por parte dos alunos, pelo fato de demonstrar a aplicabilidade dos assuntos amostrados, minimizando a abstração das Ciências no ensino médio.
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QUATRO LÓGICAS PARA COMPREENDER AS CONTRIBUIÇÕES DA INDÚSTRIA CRIATIVA

QUATRO LÓGICAS PARA COMPREENDER AS CONTRIBUIÇÕES DA INDÚSTRIA CRIATIVA

Compreendemos que a indústria criativa pode contribuir não apenas no âmbito econômico, mas também no âmbito cultural/social/educacional. Diante disso, buscamos defender que essas contribuições podem ser entendidas a partir de quatro lógicas: a da consciência, do sistema, da erudição e do pensamento. Então, neste artigo, iremos realizar uma revisão do conceito de indústria criativa, apresentar as quatro lógicas mencionadas e, por fim, estabelecer relações entre a indústria criativa e as lógicas. Concluímos que a lógica da consciência e do sistema se referenciam em um sentido já posto. Já a lógica da erudição e pensamento se atentam ao sentido por vir, contudo, a primeira utiliza-se de um sentido já posto para compreender o por vir.
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Intelectuais e Universidade: O Ensino Superior no Congresso de Instrução Pública (Rio de Janeiro, 1883-1884)

Intelectuais e Universidade: O Ensino Superior no Congresso de Instrução Pública (Rio de Janeiro, 1883-1884)

As próprias questões propostas evidenciam as preocupações das autoridades com temas atuais (ontem e hoje) e polêmicos - liberdade do ensino, obrigato- riedade escolar, co-educação, ensino religioso, descentralização do ensino, finan- ciamento da educação, ensino publico/ensino privado-, que estavam em pauta desde o século XVIII, especialmente nos debates sobre a educação nacional ou instrução pública durante a Revolução Francesa. As questões propostas pelas au- toridades brasileiras sinalizam uma afinação com as preocupações que marcaram as discussões, ao final do século XVIII e ao longo do século XIX, sobre a for- mação do «homem novo» (Boto, 1996; Boulad-Ayoub, 1996), nos países con- siderados «civilizados», para a afirmação do Estado republicano e liberal e para a construção dos modernos sistemas públicos de ensino, com o ideal de «escola para todos». Daniel Teysseire (1996, 244), assinala sete questões que centraram o debate: 1. o poder político deve intervir em matéria de educação e em qual nível; 2. deve existir um só sistema de ensino que será público, ou a liberdade de ensino deverá ser a regra; 3. a educação deve ser «forçada» ou não?; isto é, a escolaridade deve ser obrigatória ou não; 4. deve haver uma «aristocracia de sábios»; isto é, um
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TRABALHAR E ACREDITAR EM JORNALISMO IMPRESSO: COMO PENSAM AQUELES QUE AINDA APOSTAM NOS JORNAIS'

TRABALHAR E ACREDITAR EM JORNALISMO IMPRESSO: COMO PENSAM AQUELES QUE AINDA APOSTAM NOS JORNAIS'

social fundamental consiste na construção e garantia da democracia, disseram reconhecer que os jornais são meios que cobram do poder público e incentivam a sociedade através de divulgação de informações. Hoje, segundo os depoimentos colhidos, nenhum dos entrevistados consegue se imaginar em outra profissão. Mesmo com opções pessoais que vão desde cinema até o ensino de matemática, nenhum consegue se imaginar fora da área jornalística. E, se pudessem mudar algo nos jornais, afirmam que tentariam esclarecer melhor as informações publicadas, fornecendo informação via mais ângulos a assuntos já repetidos, tratados da mesma forma na maioria dos jornais e dariam mais espaço à participação da população, ou seja, apostariam em jornais mais interativos. Conforme lemos nas entrevistas respondidas, para acompanhar as mudanças dentro dos jornais, os interrogados afirmam que buscam se informar sobre o que está acontecendo dentro da realidade jornalística. Buscam leitura na área, pesquisa de campo, na internet, fazem cursos, e participam em eventos como palestras, por exemplo.
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O processo de inclusao na sociedade de informação; os desafios educacionais e informacionais

O processo de inclusao na sociedade de informação; os desafios educacionais e informacionais

Independente de como se considere mais adequado denominar o atual momento da educação, há em comum o reconhecimento da centralidade da informação, do conhecimento, e da tecnologia no processo educativo. A educação brasileira passou por grandes transformações nas últimas décadas, que tiveram como resultado uma ampliação significativa do número de pessoas que têm acesso a escolas, assim como do nível médio de escolarização da população. No entanto, estas transformações não têm sido suficientes para colocar o país no patamar educacional necessário. Isso, tanto do ponto de vista da eqüidade, isto é, da igualdade de oportunidades que a educação deve proporcionar a todos os cidadãos. Quanto da competitividade e desempenho, ou seja, da capacidade que o país tem, em seu conjunto, de participar de forma efetiva das novas modalidades de produção e trabalho deste fim de século, altamente dependentes da educação e da capacidade tecnológica e de pesquisa.
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