Top PDF Avaliação, tratamento e consolidação de madeira em edifícios antigos

Avaliação, tratamento e consolidação de madeira em edifícios antigos

Avaliação, tratamento e consolidação de madeira em edifícios antigos

estabelece a colocação no mercado dos produtos biocidas transpondo para o direito nacional a diretiva 98/8/CE do parlamento europeu e do conselho de 16 de Fevereiro de 1998 (Nunes, 2010). Quanto aos edifícios antigos, contendo muitas vezes madeiras não tratadas, nomeadamente de Pinho bravo e Casquinha, consideradas como não duráveis a pouco duráveis pela norma NP EN 350-2:2008, deverão estas ser submetidas a uma ação de tratamento, preventiva ou curativa, sempre que adequada, contribuindo assim para o prolongamento da vida útil do edifício. Este procedimento ganha especial importância em edifícios de valor histórico ou artístico, em que a substituição ou alteração de elementos pode conduzir à perda de património não recuperável. Nestes casos, as madeiras têm de ser tratadas in situ por processos manuais, normalmente de pincelagem ou aspersão, sendo necessário saber se o elemento terá sido tratado anteriormente e, se assim for, com que produto ou produtos (Henriques, 2011). Deve-se assim procurar conhecer a possível compatibilidade do produto a aplicar com a história dos elementos e a possibilidade da aplicação de um consolidante caso a peça se encontre já degradada e a sua recuperação seja viável. Foi neste âmbito que se desenvolveu o trabalho de Henriques, 2011, que ao estudar uma série de produtos preservadores de desenvolvimento recente, através de ensaios laboratoriais e in situ, concluiu pela eficaz penetração de um produto com base em boro, o Bora-Care, e ainda a sua possível aplicação em harmonia com um consolidante, o EPO 155, assunto que será abordado em
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Adequação dos filtros da Estação de Tratamento de Água Brasília : avaliação em escala piloto

Adequação dos filtros da Estação de Tratamento de Água Brasília : avaliação em escala piloto

Neste contexto, a filtração possui papel de extrema importância na redução dos riscos de contaminação e, por conseguinte, na produção de água segura, em virtude da capacidade de remoção de micro-organismos patogênicos como Cryptosporidium e Giárdia, que de acordo com Heller et al. (2004), quando se apresentam nas formas de os oocistos e cistos, respectivamente, são resistentes à desinfecção por cloração. Desta forma, a filtração também possui a função de garantir as condições adequadas para a desinfecção, por meio da remoção de turbidez, já que este parâmetro indica a presença de partículas em suspensão que podem proteger os organismos patogênicos da ação da desinfecção. Este fato justifica a exigência relativa à turbidez residual, definida no Anexo XX da Portaria de Consolidação do Ministério da Saúde (MS) nº 5 de 2017, que estabelece que a turbidez remanescente na água filtrada deve ser inferior a 1 uT.
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Avaliação numérica de soluções de reforço para edifícios antigos

Avaliação numérica de soluções de reforço para edifícios antigos

Relativamente às paredes resistentes, estas são constituídas por alvenaria de pedra irregular de pequena e média dimensão (calcário dolomítico, conhecido por “pedra amarela” em Coimbra), em que a espessura da parede varia em altura desde valores, em termos médios, de 70cm na base até 26cm no topo. O uso de areia do rio de granulometria grosseira e de barro para as argamassas de assentamento é muito comum. A zona de parede debaixo das aberturas, entre nembos, é constituída normalmente por painéis de pedra de espessura com cerca de 20 a 30cm. Em algumas situações, nestas zonas foi observado o uso de alvenaria de tijolo maciço e em outros de alvenaria de pedra irregular, incorporando elementos de madeira cruzados.
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Avaliação da segurança de dois pavimentos em madeira

Avaliação da segurança de dois pavimentos em madeira

Apresentaram-se nesta comunicação dois casos de estudo de reabilitação de pavimentos de madeira em edifícios antigos de prestígio: o pavimento da sala de reuniões da C.M. de Arcos de Valdevez e o pavimento do coro alto da igreja da N. Sr.a da Conceição, em Braga. Em ambos casos era pretendido aumentar as cargas de serviço das estruturas, o que levou à realização de um estudo detalhado, onde se incluíram um levantamento, uma inspecção e uma análise da segurança dos pavimento. Após o estudo detalhado, foi possível concluir que, para os dois casos de estudo, é viável a sua utilização para maiores cargas de serviço, sendo necessário para o segundo pavimento obras de reforço estrutural.
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Avaliação da vulnerabilidade sísmica de edifícios de alvenaria

Avaliação da vulnerabilidade sísmica de edifícios de alvenaria

pelo exterior a respectiva malha metálica; iii) consolidação de estruturas de madeira através da reconstituição das ligações danificadas. Nas segundas são contempladas: i) cintas de solidarização no coroamento das paredes exteriores em toda a periferia do edifício; ii) cintas de solidarização entre elementos novos e existentes; iii) montantes de solidarização, em betão armado, colocados nos cantos do edifício, em zonas de ligação das paredes ou com afastamentos não excedendo os 5 metros; iv) reforço de paredes no coroamento através de bandas; v) tirantes de travamento de paredes muito longas, interligando as paredes exteriores opostas e com afastamento não superior a 5 metros; vi) contraventamentos de pavimentos ou de coberturas por meio de elementos diagonais de madeira ou, preferivelmente, por meio de varões de aço convenientemente protegidos contra a corrosão e, pelo menos, dispostos nas diagonais de alguns dos painéis definidos pela malha estrutural dos elementos de madeira, tendo em atenção, na disposição destes elementos, a necessidade da sua efectiva ligação às paredes.
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Avaliação local da capacidade mecânica de elementos de madeira em edifícios antigos

Avaliação local da capacidade mecânica de elementos de madeira em edifícios antigos

É de referir que a rigorosa identificação do estado de conservação das estruturas obrigaria à utilização de técnicas destrutivas (TD), com a recolha de carotes para ensaios laboratoriais. Contudo, essa solução apresenta-se inadmissível na maioria dos casos e o recurso a inspeções visuais e a técnicas não destrutivas (TND) é a opção largamente definida [8, 9, 10, 11, 12]. Vários estudos têm vindo a ser publicados nesta área [13, 8, 14, 15, 16], caminhando-se para a obtenção de maior quantidade de informação conseguida por técnicas não destrutivas. Pretende- se assim que, em harmonia com a procura de informação como a idade e a história do edifício, seja possível fazer uma caracterização real do estado de conservação do elemento avaliado através de técnicas não destrutivas.
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Proposta de implantação de um protocolo de avaliação de feridas em um centro de tratamento de queimados

Proposta de implantação de um protocolo de avaliação de feridas em um centro de tratamento de queimados

O Centro de Tratamento de Queimados (CTQ) está inserido no atendimento do Hospital Geral do Estado (HGE) e se consolida como a única referência no Estado de Alagoas para o tratamento de indivíduos que sofreram queimaduras. Este serviço funciona com 16 leitos, onde os pacientes mais graves permanecem internados e conta com um ambulatório que atende as vítimas de pequenas e médias queimaduras que não precisam de internação ou com pacientes que já tiveram alta mas precisam realizar curativo no setor. O CTQ conta com equipe multiprofissional composta por03 pediatras, 02 clínicos gerais, 5 anestesistas, 5 cirurgiões plásticos,07 enfermeiras, 29 auxiliares e técnicos de enfermagem, 02 fisioterapeutas, 02 nutricionistas, 01 psicóloga,01 assistente social, 01 burocrata e 03 maqueiros.
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Avaliação da vida útil de revestimentos cerâmicos em fachadas através da inspeção de edifícios

Avaliação da vida útil de revestimentos cerâmicos em fachadas através da inspeção de edifícios

Ao nível das análises segundo as características do RCA, foi simulada a evolução da degradação segundo os grupos de edifícios (Figura 4.9) definidos no capítulo 4, uma vez que este já dividem o revestimento segundo as suas particularidades. Das avaliações realizadas o que apresentou maior significância em termos de coeficiente de correlação foi o Grupo 6, com um R 2 = 0,65, e uma previsão de vida útil de aproximadamente 40 anos, no entanto, a amostra era apenas constituída por 5 fachadas. Segundo as características da fachada, simularam-se evoluções de degradação segundo a orientação da fachada, em função do número de pisos, da existência ou não de saliência/beirado, da proximidade ao mar e mediante a exposição da fachada aos agentes poluentes. A avaliação sobre a qual se pode retirar alguma ilação foi a evolução da degradação segundo os edifícios com 4 e 5 pisos, que apresenta um coeficiente de correlação de 0,69 e uma estimativa de vida útil por volta dos 37 anos, porém constituem esta análise apenas 19 fachadas. Refere-se ainda que mediante a avaliação de degradação do RCA segundo as características arquitetónicas da fachada, constatou-se que as fachadas com beirado/saliência apresentam maioritariamente um IDR inferior às que não têm saliência, tal como esperado, uma vez que estão mais protegidas das ações ambientais.
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Avaliação de sistemas de tratamento de águas em recirculação no processamento dos frutos do cafeeiro

Avaliação de sistemas de tratamento de águas em recirculação no processamento dos frutos do cafeeiro

As águas residuárias do cafeeiro (ARC) resultantes da lavagem e descascamento/despolpa dos frutos são ricas em material orgânico, nutrientes e sais minerais e, se dispostas de forma inadequada no ambiente, apresentam alto potencial poluente para solo e lençol freático (MATOS & LO MONACO, 2003). Segundo esses autores, o principal efeito desse tipo de poluição em corpos d água é a diminuição da concentração de oxigênio dissolvido, utilizado por bactérias aeróbias em suas reações metabólicas de degradação do material orgânico lançado. Com a diminuição do oxigênio dissolvido na água, poderá haver morte de organismos aeróbios e danos à flora. Além disso, a disposição de água residuária rica em nutrientes pode causar a eutrofização dos corpos d água, possibilitando o desenvolvimento excessivo de plantas aquáticas e algas, colocando em risco a qualidade das águas.
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Avaliação económica de soluções de fachadas ventiladas para edifícios de habitação

Avaliação económica de soluções de fachadas ventiladas para edifícios de habitação

Adicionalmente, à medida que se assiste à banalização dos materiais e tecnologias mais sustentáveis, o seu custo diminuiu. Por outro lado, para os clientes e utilizadores dos edifícios, a sustentabilidade é cada vez mais considerado um valor acrescentado que diferencia os produtos existentes no mercado. Pelos motivos anunciados anteriormente, o custo de um edifício deve ser sempre analisado numa perspetiva de custos de ciclo de vida, onde se consideram os diversos custos e proveitos associados ao edifício, desde as fases preliminares de projeto até ao final da sua vida útil. No entanto, desta forma não é possível conciliar as diferentes expetativas dos dois principais grupos de intervenientes no ciclo de vida dos edifícios: donos de obra/investidores e proprietários utilizadores/locatários. Atualmente, grande parte dos investidores continua a pensar que a adoção de soluções sustentáveis aumenta riscos financeiros, os custos de capital e consequentemente as dificuldades em aceder ao crédito, e que não associa qualquer mais-valia aos seus produtos. Na perspetiva deste grupo de intervenientes, a avaliação dos custos de ciclo de vida, apresenta-se como uma metodologia útil para ilustrar o valor da sustentabilidade a longo prazo, mas limitada no que respeita ao retorno do investimento a curto prazo (Zhou, 2003).
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Avaliação de Lagoas anaeróbias em escala real no tratamento de lixiviados: estudo de caso

Avaliação de Lagoas anaeróbias em escala real no tratamento de lixiviados: estudo de caso

baseou-se nas possíveis diferenças de eficiência de tratamento entre o período de estiagem (primavera/verão) e o período de chuvas (outono/inverno) das variáveis físico-químicas. O ponto escolhido foi no meio de cada lagoa anaeróbia, porém a seleção do estrato da lâmina de água entre uma estação e outra diferiu devido às condições das coletas já que em 2012 observou-se em ensaios de batimetria uma grande concentração de lodo de fundo das lagoas (sendo que a altura chegou a somente 3,0 metros de profundidade na estação primavera), que provocou interferências no momento da coleta como o entupimento da mangueira nos coletores. As amostras foram coletadas a bordo da mesma embarcação de alumínio cedida pela Defesa Civil e Polícia Militar Ambiental de Santa Catarina através de uma garrafa de Van Dorn (ALFAKIT, 2013) conforme Figura 10. Foram coletadas amostras a cada 4 horas, com início às 22:00 hrs (PM), seguida de 02:00 hrs (AM); 06:00 hrs (AM); 10:00 hrs (AM); 14:00 hrs (PM); 18:00 hrs (PM); 22:00 hrs (PM). As variáveis monitoradas “in loco” foram: pH, OD, Temperatura da massa líquida, condutividade, Turbidez e em laboratório foram: DQO total, DQO solúvel, NTK, Sólidos Suspensos). 3.8 DETERMINAÇÃO DE ELEMENTOS-TRAÇO
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Tratamento de água para abastecimento utilizando elementos filtrantes de madeira

Tratamento de água para abastecimento utilizando elementos filtrantes de madeira

A escolha da madeira como elemento filtrante vem como alternativa que possibilita utilizar um elemento renovável e de fácil obtenção em localidades isoladas. Nesses locais onde a água dos cursos hídricos geralmente é utilizada para consumo humano, o uso de elementos filtrantes de madeira poderia resultar em um sistema de tratamento de água de baixo custo. Isso pelo fato de que não seria necessário, tratamento preliminar, pois a água consumida apresenta boa qualidade, contudo, em alguns casos não satisfaz os valores estabelecidos pela Portaria 2.914 de 2011 (BRASIL, 2011a). Desta forma, o uso de filtros de madeira poderia promover a redução de custos na fabricação dos elementos filtrantes e facilitaria a sua manutenção, sendo que os sistemas utilizando elementos filtrantes de madeira poderiam ser construídos pelos próprios consumidores (MÜLLER, 2013).
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Avaliação dos esforços cisalhantes em parafusos fixadores de vigas de estrutura de madeira

Avaliação dos esforços cisalhantes em parafusos fixadores de vigas de estrutura de madeira

A concentração das tensões ilustradas nos parafusos, ocasionadas pela flexão em função da carga aplicada, resulta na interpretação, que o diâmetro do parafuso empregado foi satisfatório, além do seu comprimento e do embutimento nas peças de madeira. Pelo fato, das fibras da madeira, nessa posição, estarem paralelas aos parafusos, as arruelas exerceram compressão na direção onde a madeira tem seu melhor aproveitamento na resistência. Nesse caso, além do parafuso ser submetido à flexão, ocorreu força de tração, e a rosca, apesar da solicitação, não apresentou deformação, resistindo a carga de até 5000, 0 kgf.
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Humidade em edifícios antigos : reabilitação do edifício do Governo Civil do Porto para instalação de um Hotel de 4 estrelas

Humidade em edifícios antigos : reabilitação do edifício do Governo Civil do Porto para instalação de um Hotel de 4 estrelas

“Definem-se os edifícios antigos como aqueles que foram construídos antes do advento do betão armado”. 4 Com o aparecimento do betão armado, as técnicas tradicionais de construção foram desaparecendo gradualmente, à exceção de alguns casos, mudando por completo o tipo de construção, a dimensão dos edifícios e a linguagem arquitetónica. A escassa diversidade de materiais de construção e, consequentemente técnicas construtivas, condicionaram a evolução na construção dos edifícios antigos, mantendo as suas características genéricas. Assim, é possível afirmar que este tipo de edifícios repetem sempre o mesmo conjunto de padrões comuns, havendo poucas variantes. Nas fundações podemos observar três tipos: o primeiro trata- se das fundações diretas no terreno das paredes estruturais; o segundo das fundações semidirectas através de poços de alvenaria de pedra; e o terceiro das fundações indiretas compostas por estacarias de madeira. As paredes principais, ou paredes-mestras, pouco se alteram com o decorrer dos séculos, apenas a espessura das paredes de alvenaria de pedra ou de tijolo reduziu devido ao progresso técnico e científico e à diminuição de materiais aplicados. A alvenaria é constituída por blocos ou unidades, de maior ou menor dimensão, que são dispostos uns em cima dos outros e assentadas com argamassa. Esta pode ser classificada de acordo com o material utilizado - pedras, tijolo, adobe, etc.- e através do método construtivo que define a nobreza do edifício. Os pavimentos deste tipo de construção são principalmente em madeira constituídos pelo sistema de vigas, paralelas, colocadas espaçadamente entre si de 20 cm ou de 40cm e apoiadas nas paredes de alvenaria. No caso de construções mais nobres utilizavam-se abóbodas e arcos de pedra ou de alvenaria de pedra ou de tijolo para evitar o contacto com zonas de provável humidade, como era o caso dos tetos das caves ou para criar grandes vãos livres, quando eram necessários. Nas
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Eficiência energética em edifícios de serviços

Eficiência energética em edifícios de serviços

A eficiência energética em edifícios tem sido alvo de grandes desenvolvimentos nos últimos anos devido à crescente atenção dada a esta temática, motivada entre outros factores, por razões económicas de redução de custos e maior consciência da comunidade sobre a limitação das fontes energéticas convencionais. Têm-se realizado esforços relativamente à procura de soluções em tornar os edifícios mais eficientes do ponto de vista energético, desde a fase de concepção, de execução (com aplicação de novos materiais mais sustentáveis), das técnicas construtivas e do desenvolvimento e aplicação de tecnologias inovadoras ligadas às energias renováveis.
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TRATAMENTO PRESERVATIVO DE MADEIRA DE PINUS ELLIOTTII COM RESÍDUOS DE CARVÃO MINERAL

TRATAMENTO PRESERVATIVO DE MADEIRA DE PINUS ELLIOTTII COM RESÍDUOS DE CARVÃO MINERAL

A madeira utilizada no presente estudo é oriunda de árvores de plantios homogêneos de Pinus elliotti , localizados na costa norte do estado do Rio Grande do Sul, no sul do Brasil. Após o desdobro das toras, cada corpo de prova foi devidamente identificado em relação aos diferentes tratamentos e após foram armazenados em câmara climatizada à temperatura de 20ºC e umidade relativa de 65%, onde permaneceram até atingir massa constante e, portanto, o teor de umidade de equilíbrio (12%).

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Avaliação técnica de cabeçotes individual e múltiplo no processamento de madeira

Avaliação técnica de cabeçotes individual e múltiplo no processamento de madeira

O ciclo operacional foi subdividido nas seguintes atividades parciais sendo considerado um ciclo operacional o processamento de uma árvore para o cabeçote CPI e uma média de duas árvores para o CPM. Busca (BC), compreende a movimentação do cabeçote até o feixe de madeira; processamento (PR), sendo o acionamento dos rolos alimentadores e do conjunto de corte para confecção das toras; ajuste da pilha (AJ), sendo a deposição das toras sobre os feixes de madeira; e deslocamento (DE), caracterizado pelo deslocamento do equipamento entre os processamentos ao longo da jornada de trabalho.
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Avaliação experimental do comportamento ao fogo de lajes celulares em madeira com diferentes perfurações

Avaliação experimental do comportamento ao fogo de lajes celulares em madeira com diferentes perfurações

As lajes em madeira são elementos estruturais com aplicação crescente, em particular na reabili- tação de elementos existentes, na adequação de grandes espaços interiores e na construção de no- vas estruturas. As excelentes propriedades mecânicas, associadas a elevadas propriedades térmi- cas e acústicas fazem deste material uma solução ideal para lajes de pavimentos e de coberturas. Para avaliação do comportamento ao fogo, foram realizados dois ensaios em lajes celulares (3 células) com diferentes perfurações (pequenos e grandes retângulos). Estas lajes são constituídas por vigas de secção retangular (tricapa casquinha) ligadas a uma armadura (vigas Kerto), com co- netores metálicos SIMPSON e painéis de teto e pavimento tricapa casquinha. As lajes foram ins- trumentadas com termopares tipo K, termopares de discos de cobre para superfície não exposta e termopares de placa para medição da temperatura no compartimento de incêndio e nas células. Foi utilizado um forno de resistência ao fogo, com a prescrição da curva ISO834. Neste trabalho são apresentados os resultados da evolução da temperatura nos painéis perfurados, nas vigas, co- netores, superfície não exposta e apresentados resultados da taxa de carbonização de cada célula.
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Revestimento de pisos em madeira para interiores

Revestimento de pisos em madeira para interiores

A família lyctidae é pequena e desta destaca-se o lyctus brunneus. Este caruncho ataca as madeiras secas exóticas e em casos de inúmeras infestações conseguem desintegrar todo o material lenhoso. O ciclo de vida destes insetos é de cerca de 1 ano e pode-se iniciar em qualquer altura do ano. Apenas se pode identificar a presença deste inseto na madeira ao fim de um ciclo de vida, quando estes criam furos de saída (figura 53), ou se a peça for aberta ou fraturada. O início do ataque destes insetos dá-se com a oviposição do inseto a uma certa profundidade da madeira e antes do fim do primeiro ciclo de vida. As madeiras coníferas são imunes ao ataque desta espécie e o cerne também o pode ser se na sua constituição os amidos e os açúcares, essenciais à alimentação da espécie, estiverem alterados, pois tornam-se tóxicos. O borne, como ainda não tem os amidos e os açúcares alterados, torna-se uma zona propícia ao desenvolvimento destes insetos. Os ataques formam galerias com cerca de 1,5 a 2 mm de diâmetro (correspondente ao diâmetro da espécie adulta) e estas normalmente estão orientadas na direção do grão. No fim do seu ciclo de vida precipitam-se para o exterior através de furos na superfície da madeira, deixando uma fina camada na mesma e o interior reduzido a pó [64] [65].
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Técnicas de reforço em edifícios de alvenaria

Técnicas de reforço em edifícios de alvenaria

empenas às fachadas principais, as quais assumem maiores deslocamentos para fora do seu plano. Na verdade, tal sucede por se considerar esse apoio como um nó rígido, não tendo sido possível simular por completo o apoio dos tirantes no frechal. Fosse esse o caso, as tensões seriam dissipadas por toda a zona de apoio do frechal, provocando o desaparecimento dessa zona crítica. Em praticamente todos os casos de estudo, os cenários A1 e A2 obtiveram o pior desempenho dinâmico. Por outro lado, quando se procede à aplicação do reboco armado, em conjunto com o reforço de ligações, obtêm-se os melhores resultados em quase todas as situações. Daqui se retira a importância que advém da introdução do comportamento conjunto, com o edifício a comportar-se como uma caixa e a estrutura do pavimento e da cobertura a funcionar como diafragmas rígidos, interligados com as paredes resistentes. No entanto, essa modificação de comportamento, pode conduzir a um acréscimo de tensões de tração, as quais as paredes resistentes não são capazes de suportar. A consolidação da alvenaria revela-se, nesses casos, bastante importante, pois permite a condução, de uma forma mais eficaz, das tensões nas paredes resistentes às respetivas fundações, ao mesmo tempo que aumenta a sua capacidade resistente. O reboco armado promove também a ligação entre paredes ortogonais, apresentando bons resultados no controlo das tensões sentidas nos cunhais. Será então uma boa solução para habitações com geometria irregular, possuindo um grande número de paredes, como é a caso da Casa 4.
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