PDF superior Comunicação da ciência e redes sociais: um olhar sobre o uso do Facebook na divulgação científica

Comunicação da ciência e redes sociais: um olhar sobre o uso do Facebook na divulgação científica

Comunicação da ciência e redes sociais: um olhar sobre o uso do Facebook na divulgação científica

Na atualidade, é impossível não pensar nas inúmeras possibilidades promovidas pela internet e em especial pela interatividade permitida pelas redes sociais digi- tais. Assim como o entretenimento ganhou espaço de grande impacto em mídias, tal como o Facebook, a produção científica também deve ter esse espaço ampliado. Dentre as tantas vantagens, a hipertextualidade em que ao se clicar em deter- minadas palavras ou imagens de um texto, se é redirecionado para outros ambien- tes com informações textuais, outras ima gens, vídeos, tornando a experiência mais completa na obtenção da informação potencialmente mais abrangente.
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11 Lee mas

REDES SOCIAIS: COMUNICAÇÃO EM REDE PARA PROMOVER A EDUCAÇÃO HUMANIZADORA

REDES SOCIAIS: COMUNICAÇÃO EM REDE PARA PROMOVER A EDUCAÇÃO HUMANIZADORA

Blog é uma rede social, que, de acordo com Spadaro (2013), possibilita a publicação de conteúdos no espaço virtual em ordem cronológica, como um “diário na rede”. Já a rede social Facebook é uma plataforma que permite o estabelecimento de relações sociais, uma vez que, conforme destaca Spadaro (2013), o seu ponto forte está na sua capacidade de conectar as pessoas. Nesse sentido, para disseminar em rede o “Projeto Unipatas” em meio às relações sociais, observa-se que, inicialmente, a página na rede social Facebook foi criada com o objetivo de auxiliar na sua divulgação. Após, investiu-se nessa rede social como um veículo de comunicação para expandir ações no escopo da educação humanizadora. Afinal, pode-se aproveitar do potencial dessas tecnologias para promover uma educação em rede. Assim, esta pesquisa está embasada na seguinte problemática: como as redes sociais podem contribuir para a promoção da educação humanizadora?
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7 Lee mas

EXTENSÃO VIA RÁDIO E REDES SOCIAIS PARA A DIVULGAÇÃO DA UNIPAMPA CAMPUS SÃO GABRIEL

EXTENSÃO VIA RÁDIO E REDES SOCIAIS PARA A DIVULGAÇÃO DA UNIPAMPA CAMPUS SÃO GABRIEL

Buscando o cumprimento do princípio da indissociabilidade, o presente trabalho teve como objetivo realizar ações de comunicação e extensão em rádio e redes sociais, debatendo temas relacionados à Universidade e aos seus cursos, despertando a comunidade, rural e urbana, para temas contemporâneos emergentes. O trabalho justificou-se pela necessidade de interação entre a Unipampa e a comunidade local e regional. As ações de comunicação e extensão foram realizadas, mensalmente, nas segundas- feiras às 14 horas, em uma rádio local do município de São Gabriel-RS e transmitida ao vivo no facebook. Na primeira etapa foram escolhidos os temas prioritários a serem debatidos. Na sequência foram realizadas pesquisas bibliográficas em cada um destes temas a fim de se criar roteiros na forma de perguntas e respostas, que serviram como guia no momento da participação nos programas. Os roteiros foram ensaiados e cronometrados, a fim de corrigir eventuais erros e possibilitar uma maior fluência. Após o ensaio, docentes, discentes e técnicos administrativos participaram de programas de rádio, transmitidos também ao vivo no facebook. Os temas apresentados envolveram a estrutura física e acadêmica da Unipampa Campus São Gabriel; as formas de ingresso; temas relevantes, como solos e resíduos eletrônicos e oleosos; e ainda projetos desenvolvidos pelo campus. Considera-se que o trabalho levou até a comunidade, rural e urbana, temas contemporâneos emergentes. Espera-se que os temas abordados esclareçam a população com informações técnicas e científicas que auxiliem no cotidiano. Destaca-se que os membros do projeto buscaram ser criativos na escolha dos temas e hábeis na prática da comunicação para assim atrair a atenção dos ouvintes. Percebeu-se que a população recebeu bem a proposta do projeto visto que interagiu pelas redes sociais.
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7 Lee mas

Fluxo da comunicação científica na área de ciência da informação no Brasil : análise da produção científica relacionada com teses defendidas de 2008 a 2010

Fluxo da comunicação científica na área de ciência da informação no Brasil : análise da produção científica relacionada com teses defendidas de 2008 a 2010

Finalmente, após análise de todos os gráficos, foi possível extrair um fluxo da comunicação científica presente no Gráfico 13. Apesar da ilustração em questão ser uma singela tentativa de se descobrir o trajeto da informação científica desenvolvida ao longo da formação de doutores, é válido citar a existência de algumas semelhanças com o estudo realizado por Correia (2006), mesmo se tratando de condições de pesquisa diferentes. No que se refere ao tempo de publicação observado nos cursos de Ciências Sociais Aplicadas da UFPE percebe-se que, apesar do objeto de estudo (projetos de pesquisa) e do universo (15 pesquisadores com bolsa de produtividade em pesquisa do CNPq) serem distintos, o comportamento é bem semelhante. Em ambos os casos, após o início de uma pesquisa, os resultados são inicialmente expostos em eventos científicos nos primeiros doze meses (na presente monografia foi dito que os trabalhos tem maior incidência nos últimos seis meses antes da defesa da tese mas que também continuam sendo publicados nos primeiros meses pós-defesa); ao passo em que a produção de artigos ganha amplitude ao final do primeiro ano (o movimento é semelhante, apesar do ápice observado aqui ocorrer no início do segundo ano) e transcorridos 36 meses da defesa, os livros passam a ser mais utilizados pelos doutores nos cursos de Ciências Sociais Aplicadas como canal de divulgação dos resultados da pesquisa.
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145 Lee mas

Um olhar antropológico sobre o comportamento de usuários da rede social “Facebook” e as novas formas de sociabilidade

Um olhar antropológico sobre o comportamento de usuários da rede social “Facebook” e as novas formas de sociabilidade

O presente trabalho tem como objetivo apresentar uma visão antropológica sobre o fator humano na Rede de Relacionamento Social FACEBOOK, assim como, estudar as relações sociais mediadas por computador. As novas tecnologias de informação e comunicação trazem consigo benefícios e desafios para a sociedade contemporânea. A partir da metodologia da netnografia, esta pesquisa se propõe a entender o comportamento social e simbólico que define o usuário que utiliza o Facebook. Assim, o interesse desta pesquisa é procurar saber o que estes sujeitos sociais buscam nesse universo virtual, muitas vezes paralelo ao real, e expor as mudanças sociais e culturais apresentadas em seguida ao desenvolvimento do ciberespaço. A pesquisa inicial começou a cerca de um ano e foi de cunho exploratório não participante. A opção metodológica da pesquisa foi então definida como a netnografia, com a finalidade de demonstrar um espaço livre para descrever a satisfação/insatisfação da decisão de uso de usuários do Facebook, além de procurar identificar e interpretar a adoção e aceitabilidade do assunto abordado.
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93 Lee mas

Divulgação do conhecimento científico sobre aids e representações sociais

Divulgação do conhecimento científico sobre aids e representações sociais

Na dimensão atitude, o objeto de estudo foi o uso do preservativo nas relações sexuais. Nas condições experi- mentais de recepção ativa e recepção passiva não hou- ve influência nas atitudes, ou seja, os estudantes já eram favoráveis e permaneceram assim após os experimentos. Mesmo que as atitudes diante do uso do preservativo não tenham tido um aumento, tal fator não pode ser considera- do negativo, ao contrário, pode-se ainda inferir que houve um fortalecimento das atitudes diante do uso do preser- vativo. Há autores, como Rodrigues, Assmar e Jablonski (2009), que apontam a comunicação como um meio de fortalecer atitudes e modelos de conduta, uma vez que dissemina informação e valores. Além disso, pesquisas anteriores, também voltadas para adolescentes (Camargo & cols., 2008), detectaram que o uso de vídeo com abor- dagem científica ou popularizada diminui a tendência fa- vorável dos estudantes diante o uso do preservativo. Tais autores argumentaram que estes recursos produzem medo e, consequentemente, uma reação de negação do risco percebido da relação sexual desprotegida, fato que não ocorreu aqui.
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15 Lee mas

Avaliação da personalidade por redes sociais online: uso do Facebook na área

Avaliação da personalidade por redes sociais online: uso do Facebook na área

amostra é formada por adolescentes (N = 780; 49.1% sexo masculino), idade média em torno de 14 anos, da cidade-estado de Singapura. Os autores trabalharam a tríade cognição, personalidade e fatores sociais, elencando o narcisismo e a ansiedade social como principais fatores para a divulgação de informações privadas, ao mesmo tempo em que, como elemento social, os adolescentes percebem o crivo, ou seja, o elemento regulador promovido pelos pais. Constataram que embora adolescentes saibam da importância da preservação de informações sigilosas a habilidade de resistir a divulgar essa informação está ligada ao valor dos escores em narcisismo, pois, quanto mais alto o valor mais tendem a não preservar informações, e ao contrário, desejam fazer a divulgação de tais conteúdos. Nesse caso a ação do controle dos pais é pouco eficiente na tomada de decisão do adolescente. Talvez seja então pertinente pensar a relação entre os estudos de Liu et. al (2013) e Stiger et. al. (2013), e elaborar a hipótese de que exista um relação entre a idade do público e a impulsividade em divulgar ou não uma informação, uma vez que uma amostra mais madura (média= 31anos) apresentou sérias ressalvas sobre a divulgação de conteúdo privado, em total oposição ao público adolescente. Os instrumentos utilizados por Liu et. al (2013) foram: QPC – 10-item Questionnaire for Privacy Concern (α = 0.95), avalia preocupação com a privacidade; NPQC-R – 12-item Narcissistic Personality Questionnaire for Children-Revised (α = 0.88), avalia narcisismo; SAS-A – 18-item Social Anxiety Scale for Adolescents (α = 0.92) para ansiedade social; QPM – 14-item Questionnaire for Parental Mediation, avalia controle dos pais sobre o acesso de conteúdo online dos filhos, que possui duas subescalas, controle ativo e controle restritivo (α = 0.88 e α = 0.82), todos os instrumentos são em escala Likert de 5 pontos.
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25 Lee mas

Identificação de obstáculos epistemológicos em um artigo de divulgação científica - entraves na formação de professores de ciências?

Identificação de obstáculos epistemológicos em um artigo de divulgação científica - entraves na formação de professores de ciências?

Resumo: Gaston Bachelard apresenta os obstáculos epistemológicos como concepções que entravam a construção do conhecimento científico. Delineia alguns tipos de obstáculos como o verbal, substancialista, animista e realista que, cada um a sua maneira, desviam o avanço do conhecimento científico. Além disso, consideramos que a teleologia abordada por Ernst Mayr também pode ser identificada como um desses obstáculos. A partir de um artigo de divulgação científica, publicado na Revista Scientific American Brasil, selecionamos algumas frases destacadas como obstáculos segundo a tipologia oferecida por Bachelard e a teleologia discutida por Mayr na biologia. Neste trabalho, analisamos as considerações de alunos de graduação à distância em Ciências Biológicas do Consórcio CEDERJ (Centro de Educação a Distância do Estado do Rio de Janeiro) sobre tais assertivas. Os licenciandos opinaram em uma escala de Likert sobre sentenças consideradas finalistas (com obstáculos) e outras usadas como contraponto, elaboradas de forma aceitável do ponto de vista científico. A análise das respostas apresentadas indicou a não percepção dos alunos em relação às diferenças na estrutura dos dois tipos de frases. Consideramos a não identificação dos obstáculos epistemológicos como um obstáculo pedagógico que influenciará o ensino de ciências aplicado por esses professores.
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16 Lee mas

O tema dos movimentos sociais nos espaços de divulgação e socialização do conhecimento no serviço social na primeira década do milênio

O tema dos movimentos sociais nos espaços de divulgação e socialização do conhecimento no serviço social na primeira década do milênio

Nos trabalhos agrupados no tema Movimentos Sociais no Campo, os autores destacaram a luta pela terra, pela reforma agrária; a história, o projeto ético-político da educação rumo à hegemonia, as experiências e reivindicações do MST (Movimento dos Sem-Terra); apontam as relações de poder entre os demandantes de terra e as instâncias estatais e o processo de organização e desenvolvimentos dos assentamentos; relatam da resistência à contradição para uma nova forma de produção e organização social, inclusão e participação, e tratam também dos conflitos entre os trabalhadores rurais e o MST. “Na diversidade de experiências de luta e formas de organização dos movimentos sociais no campo, considera-se como objeto do presente estudo, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST)” (Kreutz, 2004:2). Poucos autores relacionaram essa luta com o exercício profissional do Assistente Social, apenas mencionando que o Serviço Social é desafiado à compreensão dos movimentos sociais a fim de intervir na efetivação do seu projeto ético-político. O fato que esta afirmação não contribui para avanços na ação profissional, uma vez que não se debate novas estratégias de interlocução e mediação do fazer profissional.
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27 Lee mas

A aplicabilidade da comunicação na psicologia

A aplicabilidade da comunicação na psicologia

O burnout refere-se àquilo que deixou de trabalhar por completa falta de energia (França, 1987, citado em Carlotto, 2002), sucede-se quando o trabalhador perde a ligação que possui com o seu trabalho, começando a deixar de se importar com tudo e a achar que tudo o que faz é inútil não valendo a pena sequer continuar a fazê- lo, ou seja, o trabalhador deixa de perceber o sentido da sua relação com o seu trabalho. A síndrome Burnout é definida por Maslach e Jackson (1981, citado em Carlotto, 2002) como “uma reação à tensão emocional crônica gerada a partir do contato direto e excessivo com outros seres humanos, particularmente quando estes estão preocupados ou com problemas. Cuidar exige tensão emocional constante, atenção perene; grandes responsabi- lidades espreitam o profissional a cada gesto no trabalho. O trabalhador se envolve afetivamente com os seus clientes, se desgasta e, num extremo, desiste, não aguenta mais, entra em Burnout.”
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8 Lee mas

Empresas Multinacionais na Espanha: um olhar intercultural

Empresas Multinacionais na Espanha: um olhar intercultural

Mesmo que os aspectos da cultura sejam coerentes e/ou contraditórios, Enriquez os considera indispensáveis ao estabelecimento e à permanência da organização, pois garantem a materialização da sua identidade. Em geral, os conceitos de cultura organizacional apontam para a sua capacidade de inspirar comportamentos e condutas, de atuar como uma força invisível responsável pelas tramas e tessituras do espaço organizacional. Diante de tantas possibilidades de abordagens e concepções que buscam dar conta da cultura organizacional, optamos, por recorrer a Morin (2008) para compreender a cultura na sua dimensão complexa, recursiva e cognitiva. É a cultura que brota do que poderíamos chamar de conhecimento do cotidiano, da história, da experiência, do interior. Assim como, pelas lentes da complexidade 4 , sociedade e cultura estão em relação geradora mútua, o mesmo ocorre na relação cultura e organização, sendo a cultura uma dimensão organizada e organizadora, que age por meio do capital cognitivo coletivo, das competências
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22 Lee mas

COMUNICAÇÃO E EMPODERAMENTO FEMININO: AS ESTRATÉGIAS E POSICIONAMENTO DA MARCA SAVAGEXFENTY NAS REDES SOCIAIS

COMUNICAÇÃO E EMPODERAMENTO FEMININO: AS ESTRATÉGIAS E POSICIONAMENTO DA MARCA SAVAGEXFENTY NAS REDES SOCIAIS

2 SURFHVVR GH HPSRGHUDPHQWR SRUWDQWR WHP TXH VHU GHVHQFDGHDGR SRU IDWRUHV RX IRUoDV LQGX]LGDV H[WHUQDPHQWH $V PXOKHUHV WrP TXH VHU FRQYHQFLGDV RX VH FRQYHQFHU GR VHX GLUHLWR j LJXDOGDGH GLJQLGDGH H MXVWLoD 2V DJHQWHV GR HPSRGHUDPHQWR SRGHP VHU YiULRV 8PD DWLYLVWD GH IRUD SRGH VHU D IDFLOLWDGRUD GR SURFHVVR WUD]HQGR QRYDV LGpLDV H LQIRUPDo}HV TXH QmR DSHQDV FRQVFLHQWL]DP PDV WDPEpP LQGX]DP RX HQFRUDJHP D DomR ,VVR QmR p XP SURFHVVR LQGLYLGXDO DV PXGDQoDV QmR DFRQWHFHP VHP Do}HV FROHWLYDV

5 Lee mas

Um olhar crítico sobre o ensino da gramática

Um olhar crítico sobre o ensino da gramática

Quando trabalho com professores e professoras em formação ou já em atuação, apontando os defeitos, as incongruências e a franca inutilidade daquelas práticas tradicionais de ensino, a questão inevitável é: “Então, se não é pra ensinar gramática, é pra fazer o quê?” Essa é a pergunta que poderia nos imobilizar, nos fazer desistir da profissão, pendurar as chuteiras e ir cuidar do nosso jardim. Muito frequentemente (quase inexoravelmente), aquela pergunta emerge no final dos encontros que temos com esses docentes, como se tudo que dissemos antes, no curso da palestra, não tivesse encontrado eco em suas mentes, não tivesse provocado ondas na superfície de suas águas interiores – e é grande a nossa perplexidade, a de não termos conseguido fazer germinar sequer a semente de mostarda. (BAGNO, apud ANTUNES, p 13-14 grifos próprios)
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47 Lee mas

METORITO CAÇAPAVA DO SUL COMO MEIO DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA

METORITO CAÇAPAVA DO SUL COMO MEIO DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA

Neste trabalho abordamos sobre a importância da divulgação da Astronomia ligada as Geociências, viabilizando a inter- relação entre a Unipampa e a comunidade de Caçapava do sul com o propósito de disseminar e assegurar a transmissão e aquisição de novos conhecimentos ligados ao tema meteoritos. Dentro deste contexto é necessário refletir como inserir os conhecimentos sobre origem e formação do Universo para o público que não está familiarizado com esta temática e, ainda, justificar a importância de tomar posse deste conhecimento que é intrínseca a própria história dos seres humanos. Assim realizamos algumas intervenções junto ao Laboratório de Geociências Espaciais e Astrofísicas (LaGEA), Programa Institucional de Bolsa de Iniciação a Docência (PIBID) e também com a prefeitura municipal de Caçapava do Sul, obtendo um resultado promissor junto aos participantes presentes.
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5 Lee mas

TítuloPara uma abordagem ciotemporânea do documento na Ciência da Informaçâo

TítuloPara uma abordagem ciotemporânea do documento na Ciência da Informaçâo

A discussão sobre ‘documento’ assume características diferentes na Europa (França e Espanha) quando comparada à realizada por autores de língua inglesa, em especial, dos Estados Unidos. Para franceses e espanhóis, identifica-se certa continuidade em relação ao pensamento de Otlet, exceção feita à inclusão de aspectos comunicacionais, em conso- nância à prioridade dada a esse tema nos anos 1970 pela semiologia e pela semiótica. Para ficar nas referências já citadas, lembramos a participação de Roland Barthes no Comitê de Ciências da Informação e Comunicação, em 1970, na França. Para os autores em língua inglesa, a recuperação da discussão sobre o documento é tardia. Contrariamente ao que ocorre com os discursos europeus, não há referência direta à comunicação e, se ela fosse feita, provavelmente recuperaria a herança pragmática e funcional, na linha de Laswell, Lazarsfeld, Merton – a mass media communication; por outro lado, há que se referir à Teoria Matemática da Informação, de Shannon e Weaver, a partir da qual foram feitas leituras de fluxos informacionais de caráter mais físico do que semântico. De modo mais concreto, os autores de língua inglesa não discutem a noção e também raramente se referem à produção francesa e à Otlet, excetuando-se Lund (2009), em artigo recente. O autor cita a observação de Meyriat quando este se refere ao Traité de Documentation, de Otlet, traduzido para o espanhol, mas não para o inglês, bem como ao fato de que a Documentação não foi uma realidade para os países em língua inglesa, mas a LIS – Library and Information Science, cujas preocupações se voltaram à obtenção de resultados práticos na recuperação.
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17 Lee mas

A organização da ciência Química na visão de graduandos: um estudo utilizando mapas estruturais

A organização da ciência Química na visão de graduandos: um estudo utilizando mapas estruturais

Se, por um lado, muitos alunos percebem que as diversas áreas da química compartilham fundamentos teóricos, também a idéia de que os métodos analíticos são importantes em todas as áreas da química, assim como a determinação de estruturas, parece estar razoavelmente disseminada entre os alunos, dado o número de conexões classificadas na categoria Análise. Chama a atenção, porém, o pequeno número de conexões que puderam ser classificadas na área contextual de Síntese. A síntese é, sem dúvida, um dos aspectos mais característicos do trabalho do químico, conforme as palavras de M. Berthelot: a química cria o seu objeto (Berthelot, 1860). A grande maioria dos artigos científicos publicados se referem, hoje, à síntese de novos materiais (Schummer, 1997a e 1997b). Os alunos, por certo, não desconhecem esses aspectos, pois apontam para a área contextual de Síntese dentro dos limites das áreas tradicionais em seus mapas. Sua dificuldade, portanto, parece estar em constatar que essa área contextual pode transpor as fronteiras entre as áreas tradicionais – reconhecendo, por exemplo, que métodos analíticos podem ser importantes para a preparação e caracterização de novos materiais, que as técnicas de síntese orgânica e inorgânica podem convergir para a preparação de compósitos, que considerações teóricas sobre estruturas podem contribuir para a síntese de nanomateriais inorgânicos, etc.
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22 Lee mas

REDES SOCIAIS E TECNOLOXÍAS DA INFORMACIÓN

REDES SOCIAIS E TECNOLOXÍAS DA INFORMACIÓN

viable, produtivo e sostible o proxecto de autoemprego “Mulleres colleiteiras”, pro- movido pola ONGD Arquitectura Sen Fron- teiras (ASF); trátase dun servizo integral de recollida, almacenamento, valorización e reutilización de aceites domésticos usa- dos na cidade da Coruña e os municipios limítrofes. As protagonistas son un grupo de mulleres en situación de vulnerabilidade social que viven en infra-asentamentos na cidade, e que sufren unha cuadruple exclu- sión: por ser de etnias minoritarias, pobres, mulleres e sen formación académica.

8 Lee mas

Um olhar sobre a economia solidária na Bahia: o fiel da balança pende para o enfrentamento dos males do capitalismo ou os mascara?

Um olhar sobre a economia solidária na Bahia: o fiel da balança pende para o enfrentamento dos males do capitalismo ou os mascara?

Ao longo da história, o movimento cooperativista oscilou entre o avanço e o retrocesso. Essa oscilação tem, em geral, uma relação com as crises capitalistas e os períodos de crescimento ou estabilidade, respectivamente. No século XX, como forma de superação da Grande Depressão de 30, o economista John Maynard Keynes propõe como solução a intervenção do Estado na economia promovendo o seu aquecimento, através do gasto estatal, resgatando ideias proposta por Owen. O modelo keynesiano e os gastos maciços dos governos envolvidos na Segunda Guerra Mundial provocam o fim da crise e o mundo capitalista experimenta grande desenvolvimento econômico e tecnológico. Como consequência, o mundo passa por grandes transformações e por um período de mais de três décadas de crescimento sem crises (os “Trinta Anos Gloriosos”). Os teóricos do capitalismo mais otimistas chegam a apregoar a superação dos problemas sociais, embalados pela instauração do Welfare State na Europa Central e no progresso econômico dos Estados Unidos da América. Esse período tem um impacto negativo e de forma significativa sobre o cooperativismo. A melhoria dos transportes e a facilidade para adquirir veículos particulares, o advento dos complexos comerciais (supermercados e lojas de departamentos), o avanço dos conglomerados e a cultura do individualismo impõem uma recessão no movimento solidário (HUNT, 1989).
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16 Lee mas

A história da educação ambiental - um olhar sobre angola

A história da educação ambiental - um olhar sobre angola

Na dimensão territorial de Angola possui 65% de florestas ou terrenos não exploráveis, existe uma biodiversidade invejável, tal como acontece nos países tropicais, com seus rios a se deslocarem do Norte para o Sul e do Este para o Oeste e vice-versa. Mas embora enumeramos esses benefícios todos que podemos encontrar em Angola, denota-se também uma pobreza estrema onde a maior fonte de recurso e que sustenta as famílias angolanas são as suas florestas ou a sua vasta biodiversidade. Encontra- se aqui uma discrepância naquilo que são as forças e as fraquezas da população. A situação de educação ambiental começou a nível das comunidades de forma isolada, mas com a mensagem do regedor da aldeia ou comunidade a aconselhar a população para evitar o derrube de árvores para se prevenir das possíveis pragas ou males que são direcionados por aquelas comunidades ou pessoas que não gostavam da comunidade, por outra algumas árvores não eram cortadas pois suas folhas ou raízes eram usadas como medicamentos ou tinham propriedades medicinais. E assim a mensagem era passada de uma geração para outra como legado.
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20 Lee mas

POPULARIZAÇÃO DA CIÊNCIA: UM PANORAMA SOBRE O ENSINO DE FÍSICA

POPULARIZAÇÃO DA CIÊNCIA: UM PANORAMA SOBRE O ENSINO DE FÍSICA

Assim, é possível perceber que ainda há um grande caminho a ser trilhado para que ocorra uma real popularização da ciência, principalmente no que diz respeito à Física. É necessário que diversas intervenções ainda sejam feitas, e não apenas em museus, escolas, universidades e centros de ciências, mas sim, levar o conhecimento científico às localidades onde se encontram pessoas que não têm oportunidades de ter acesso a esses locais. A inclusão social acontece, também, através da ciência e promover divulgação do conhecimento científico, em atividades de extensão universitária, é uma forma de alcançar essa meta.
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5 Lee mas

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