PDF superior Constituição e Política na Venezuela: Um balanço da conjuntura contemporânea

Constituição e Política na Venezuela:  Um balanço da conjuntura contemporânea

Constituição e Política na Venezuela: Um balanço da conjuntura contemporânea

21 As a comparison, there is no culture or practice of popular consultations in Brazil. In almost 30 years of validity of the Federal Constitution of 1988, Brazilian constitutional democracy held only two popular consultations (plebiscite on forms of state and government in 1993, and referendum on the prohibition of the commercialization of firearms and ammunition in 2005) , even with the so-called “alternation of power” in the Executive and Legislative. As in Venezuela, in Brazil, the theory of constituent power is also adopted and, since the people are its holder, it could / should be consulted for the convocation of the 1987/88 National Constituent Assembly, to refer to the text prepared and approved by the constituent parliamentarians (some not elected) and to give an opinion or decide on matters of relevant interest to the country. However, this was not the case, despite the lack of opportunities in almost 30 years: impeachment of Collor (1992) and Dilma (2016); Reform of the State, which changed the heart of the Constitution (1990s); institution of reelection for Executive positions (1997); Social Security Reforms (1998, 2003 and 2018); decision to host the World Cup and the Olympics (2000s); Labor Reform (2017), etc.
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A complexa conjuntura axiomática imbricada nos discursos da política de planejamento e gestão das cidades brasileiras

A complexa conjuntura axiomática imbricada nos discursos da política de planejamento e gestão das cidades brasileiras

Complementando o quadro de incompatibilidade conceitual no que se refere ao enunciado delineado pelos princípios do Estatuto da Cidade, alguns Planos Diretores incorporaram, aos seus conteúdos, diretrizes fundamentadas na afamada ideologia urbana neoliberal denominada Planejamento Estratégico. 6 Ora, mas isso não nos soa como uma espécie de desmesurada ironia? Pois, o mesmo instrumento que vem a colaborar com os gestores municipais, ajudando-os a delinear outra agenda de intervenções urbanísticas à parte, resultando, assim, num desdém 7 à conduta de ações contidas nos Planos Diretores, apresenta-se também como o mesmo instrumento que o enunciado dos próprios Planos Diretores far-se-á uso, discursivamente, para estabelecer uma dita “política urbana em prol do bem coletivo ” . Emerge, aí, um obscuro e perverso enfoque mercadológico velado e implantado no cerne da política urbana, cujos maiores benefícios situam-se do lado capitalista, marcando, assim, uma diferença na distribuição social do direito à cidade, e com isso, distanciando-se dos princípios ideológicos enunciados na própria Constituição Federal, delegando-nos a continuidade de um porvir urbano rendido ao avanço da segregação espacial e de uma radical desigualdade de direitos.
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O CONTEXTO POL͍TICO NA VENEZUELA CONTEMPORÂNEA A PARTIR DE REFLEXÕES SOBRE OS CONCEITOS DE "SOCIEDADE CIVIL" E "ESPAÇO PÚBLICO"

O CONTEXTO POL͍TICO NA VENEZUELA CONTEMPORÂNEA A PARTIR DE REFLEXÕES SOBRE OS CONCEITOS DE "SOCIEDADE CIVIL" E "ESPAÇO PÚBLICO"

Para Arendt, a efetiva construção da esfera pública em determinado contexto social constitui prova inconteste de aprofundamento democrático. Tal afirmação pode ser sustentada, uma vez que a consolidação dos espaços públicos contribui significativamente para a estruturação de uma nova dinâmica social, caracterizada pelos seguintes fatores: em primeiro lugar, a ampliação do acesso à política (ao questionar a unilateridade do Estado na tomada de decisões políticas, os espaços públicos tornam os mecanismos de deliberação política permeáveis à influência da sociedade civil). Em seguida, a diminuição da exclusão social (a participação política como promissor instrumento na luta por políticas públicas mais igualitárias). Além disso, a consolidação e o aprendizado de uma “cultura de direitos” (a participação nos espaços públicos pressupõe alteridade, ou seja, o reconhecimento do outro como portador de direitos e interesses legítimos). E por fim, a estruturação de um campo regulado democraticamente para a resolução e administração dos conflitos sociais (os espaços públicos funcionam sob regras pactuadas pelos atores sociais organizados, o que minimiza as assimetrias de poder e proporciona maior legitimidade para as deliberações de lá advindas). 18
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Deleuze e os signos da escola contemporânea

Deleuze e os signos da escola contemporânea

269 nós. O amado implica, envolve, aprisiona um mundo que é preciso decifrar, isto é, interpretar” (Deleuze, 2003, p.7). No terceiro mundo, surgem os signos sensíveis que nos proporcionam uma estranha alegria e, em seu potencial de cores e possibilidades de sentidos, relatam experiências singulares em meio ao aprender que se move em criações artísticas. (Deleuze, 2003, p. 10-11). E, por fim, chegamos ao mundo da arte, signos que reagem sobre todos os outros, visto que “todos os aprendizados pelas mais diversas vias, são aprendizados inconscientes da própria arte” (Deleuze, 2003, p.13). Os mundos dos signos são indissociáveis entre si, não encontramos regras ou sequências que possibilitem precisá-los no âmbito didático. Todavia, po- demos buscar ilustrações, exemplos, onde os signos, de modo característico, “aparecem” numa sala de aula. Os signos mundanos, neste contexto, são os primeiros signos, tornando-se superficiais. No entanto, eles são necessários ao aprendizado que sem eles “seria imperfeito e, até mesmo, impossível” (De- leuze, 2003, p.6). Tais signos ganham o aspecto dos dados, das informações vazias em si, no entanto, repletas em potências, contendo “uma perfeição ritual, como que um formalismo que não se encontrará em outro lugar” (De- leuze, 2003, p.6). Neste contexto, a transmissão do conhecimento, na qual a memória possui um grande efeito, torna-se necessária aos professores e estudantes, assim como a decepção com o objeto de aprendizado.
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Reflexões sobre a apropriação de objetos na arte contemporânea

Reflexões sobre a apropriação de objetos na arte contemporânea

Devido as suas qualidades específicas o objeto converte-se em uma espécie de vocabulário estratégico e expressivo. Até o século XVI os objetos de uso cotidianos não possuíam valores morais para serem considerados dignos de uso como temas artísticos 118 . Esta atribuição de valor ao objeto foi adquirida devido a uma série de mudanças, no século XIX quando os artistas começaram a se permitir gozar realmente da liberdade de escolher com quais materiais trabalhar. Os objetos eram representados na hierarquia das artes, mais abundantemente como complementos nas naturezas mortas, e se resumiam a objetos culinários, comida e utensílios domésticos. Dificilmente objetos de uso banal, como ferramentas e material de encanamento eram apropriados neste processo. Até o século XX estes objetos não eram o repertório adequado. A verdadeira mudança somente ocorre quando, em 1913, os cubistas se atribuíram de escolher objetos identificados como banais para suas naturezas mortas. Eram coisas que faziam parte de seu ambiente de trabalho, estúdio, café que frequentavam ou a rua por onde passavam e que tinham conotação de atividades agradáveis que exigiam pouco esforço como beber, fumar, jogar cartas, ouvir músicas, ler jornais, falar sobre pintura, e assim por diante. Em uma natureza morta de Braque, os objetos escolhidos estão carregados de emoção, pois são coisas familiares e íntimas, de maneira a estabelecer uma iconografia pessoal referentes ao mundo a sua volta, diferente de trabalhos com apropriações de signos populares como a logomarca da Coca-Cola ou uma torta de chocolate nos trabalhos dos artistas Pop. Esta produção reflete sentimentos, muitas vezes perturbadores, alienantes e vulgares. Objetos e coisas reveladoras do que há de mais deplorável na nossa sociedade, refletindo o grotesco do mundo moderno, comercial e industrial.
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A dimensão urbano regional na metropolização contemporânea

A dimensão urbano regional na metropolização contemporânea

No que pode ser considerada “uma nova fase de modernização capitalista”, pautada em um novo sistema tecnológico e em um enfoque de governança baseado na libera- lização econômica (De Mattos, 2010, p. 3), a metropolização contemporânea deve ser compreendida como uma verdadeira metamorfose do processo de urbanização (Lencioni, 2006), que se reforça em funções superiores em matéria de decisão, di- reção e gestão – as mais articuladoras das bases econômicas nacionais aos circui- tos globais –, concentradas nos principais polos urbanos (Leroy, 2000). Longe de apenas reforçar aglomerações singulares, a metropolização passa a engendrar novas morfologias urbanas, muito mais articuladas e densas, ao mesmo tempo que descon- tínuas, dispersas, sem limites precisos. Sustenta a ampliação geográfica do processo de acumulação, que fez com que a dispersão dos processos produtivos, filiais e for- necedores das empresas tornasse as aglomerações metropolitanas localizações prefe- renciais, mais capazes de oferecer as condições requeridas à valorização do capital. “A medida que estas aglomeraciones se fueron imbricando en la dinámica productiva globalizada, una verdadera metamorfosis comenzó a afectar tanto a su organización o funcionamiento, como a su morfología y apariencia” (De Mattos, 2010, p. 3)
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O corpo na psicanálise: uma reflexão contemporânea

O corpo na psicanálise: uma reflexão contemporânea

sociedades. Os Gregos, na figura de Hipócrates, já tinham interesses em compreender suas questões. As doenças psicossomáticas questionam a medicina tradicional ao demonstrar que o foco biológico não é capaz de explicar todas as questões físicas, muito menos às psíquicas. No presente texto pretende-se retomar os conceitos relacionados às questões psicossomáticas na vertente do olhar psicanalítico. Freud em suas primeiras atuações se encanta com a possibilidade de “curar” histéricas que apresentavam paralisias. Lacan desenvolve seus estudos, aprofunda a questão da linguagem, desvela um inconsciente capaz de afetar o corpo biológico dos seres humanos. É nesta trilha que se pretende discutir as possibilidades de interpretação relacionadas a neoplasias, uma doença que afeta profundamente a nossa realidade. O corpo será investigado diante do investimento consciente e inconsciente. Um corpo que sofre na pós-modernidade especialmente nas cobranças de ser uma vitrine e uma fonte de prazer a qualquer custo. Conceitos como o recalque e a pulsão serão explorados para compreensão Freudiana, ponto de partida para chegarmos aos ensinamentos Lacanianos de pulsão, não como esvaziamento do aparelho psíquico, mas como força contínua e tangenciadora do objeto de desejo primário (objeto a). Dando continuidade compreenderemos as questões relacionadas à fantasia, o Nome-do-Pai, os sinthomas e o falasser. No segundo capítulo será apresentado um caso psicossomático (ou uma vinheta clínica por conta da quantidade de sessões) atendido no Centro de Formação do UniCEUB (CENFOR). As questões propostas pela paciente serão interpretadas diante do aporte teórico da psicanálise e as possibilidades de mudanças subjetivas da paciente. Por fim, serão apresentadas as últimas considerações diante do caso e a importância do atendimento psicológico diante das doenças psicossomáticas.
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Boito – O lugar da política na teoria marxista da história

Boito – O lugar da política na teoria marxista da história

A definição do lugar da política na teoria marxista da história, entendida aqui como a definição do lugar da prática política e da estrutura jurídico-política nos processos de transição de um modo de produção a outro modo de produção, tal definição necessita, para poder avançar, superar inúmeros obstáculos teóricos e ideológicos. Essa definição depara-se, há muitas décadas, com o obstáculo teóri- co-ideológico representado pelo economicismo, que foi hegemônico no marxis- mo da social-democracia e comunista do século XX e que ainda hoje é muito forte. O marxismo economicista concebe a mudança histórica como simples refle- xo de uma mudança econômica prévia e, no plano da estratégia política, tal mar- xismo pode rejeitar, em algumas de suas versões, a idéia de que a luta revolucioná- ria pelo poder é pré-requisito para a transição ao socialismo; o marxismo economicista tende ao reformismo. Embora essa concepção do marxismo seja desautorizada, de modo amplo, multifacetado e rigoroso, pelo conjunto da obra de Marx, é certo, conforme veremos, que ela encontra guarida, pelo menos no que respeita à teoria da história, em um texto importante do fundador do materialis- mo histórico. Mais recentemente, desde o final do século XX e nesse início de século XXI, a definição do lugar da política na mudança histórica tem se depara- *A elaboração deste texto foi estimulada pelas discussões do Grupo de Estudos Althusserianos do Centro de Estudos Marxistas (Cemarx) da Unicamp, do qual participam os colegas Andriei Gutierrez, Ângela Lazagna, Anita Handfas, Flávio de Castro, Jair Pinheiro, Luciano de Assis, Luziano Mendez, Paula Marcelino e Santiane Arias.
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Bases teóricas de gestão da informação: das origens aos desafios na sociedade contemporânea

Bases teóricas de gestão da informação: das origens aos desafios na sociedade contemporânea

A questão da sustentabilidade foi inserida na Declaração de Lyon (IFLA), durante a realização do Congresso Mundial da International Federation of Library Associations and Institutions (IFLA), cujo objetivo foi sensibilizar os “... Estados-Membros das Nações Unidas a reconhecer que o acesso à informação e as habilidades para seu uso de forma eficaz, são necessárias para o desenvolvimento sustentável (...)” (IFLA, 2014, p. 3). Isso vem inserir e consolidar a gestão da informação no documento que trata dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU). Os ODS são um conjunto de 17 (dezessete) objetivos universais e 169 (cento e sessenta e nove) metas que compõem a Agenda 2030, considerada como um documento norteador das políticas governamentais dos Estados-Membros para o período 2016-2030 (IFLA, 2017). Esse documento da IFLA, elaborado em Lyon, fundamenta-se principalmente no acesso à informação como uma força transformadora do contexto social do indivíduo, por permitir que ele possa exercer os seus direitos civis, políticos, econômicos, sociais e culturais; que possa ser economicamente ativo, produtivo e inovador; por possibilitar a aprendizagem e a aplicação de novas habilidades nas suas atividades cotidianas; por permitir o enriquecimento de sua identidade e expressões culturais; por possibilitar que ele tome parte na tomada de decisão e participe de uma sociedade civil de forma ativa e engajada; por assegurar a participação e o empoderamento, possibilitando que o indivíduo possa medir e avaliar o progresso dos compromissos públicos e privados de desenvolvimento sustentável (IFLA, 2014). A partir desses novos parâmetros ditados pela Agenda 2030 e pelos ODS, pode-se entender que a gestão da informação é fator determinante para a exequibilidade do desenvolvimento sustentável, corroborando com as afirmações de Pacheco Júnior et al. (2011, p. 78), em defesa de que a “dimensão da exequibilidade diz respeito à capacidade e habilidade de uma organização em atender às demandas explícitas e implícitas das sociedades, mostrando serem os seus resultados convergentes ao conceito de desenvolvimento sustentável”.
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12 Lee mas

Deleuze e os signos da escola contemporânea

Deleuze e os signos da escola contemporânea

aparecia na forma de um caderno rabiscado. Como acontecimento (GALLO, 2013), onde situações que irrompem do cotidiano escolar, o aprender manifesta signos possíveis de serem decifrados, mobilizando o pensamento. O amor torna-se sublime, por assim dizer, remetendo a um querer que se deixa afetar pelo signo que convida ao decifrar, consiste em “procurar explicar, desenvolver esses mundos desconhecidos que permanecem envolvidos no amado” (DELEUZE, 2003, p.7). O signo amoroso encontra- se envolvido na arte, seduzindo-nos enquanto que conduz nossos atos a serem decifrados. Provocando a vontade incontida de explorá-lo, de tê-lo enquanto mundo próprio surge o ciúme conduzindo nossos atos com todos os seus perfumes. O signo amoroso, muitas vezes, torna-se ilusório e trabalhoso. Pois, ao não se deixar mostrar, quando “atiçado”, ele traz consigo formas que nem sequer imaginávamos e mundos que não nos pertencem. Nestes instantes, surge a decepção com suas vestes mais desconfortáveis e na moda, trazendo o sofrimento de um aprofundamento, podendo nos fazer desistir da nossa busca da verdade ou aprendizado (DELEUZE, 2003).
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O texto sedutor na literatura: apontamentos para uma leitura da literatura infantil brasileira contemporânea

O texto sedutor na literatura: apontamentos para uma leitura da literatura infantil brasileira contemporânea

Para Perrotti (1986), desde o século XVIII, com a constituição da literatura infan- til como texto escrito para crianças, esta vem assumindo um papel pedagógico, sendo o comprometimento com o ensinamento uma característica desse gênero literário desde sua gênese. Assim, o texto tomado como pretexto tem sido utilizado como recurso didáti- co para desenvolver atividades escolares. O caráter instrumental está sempre presente no discurso literário, pois o discurso estético não é puro, nele estão presentes uma instância ideológica e a busca de adesão, entretanto no utilitarismo, a ideologia e a busca de adesão são a sua essência. Para mostrar as diferenças entre um discurso e outro, o Autor cita vários teóricos, afirmando que a linguagem da arte possui seus próprios caminhos, dife- rentes da doutrinação e da catequização do discurso utilitário. Ao apontar a convergência dos críticos literários a respeito de o nível instrumental inerente à obra de arte, Perrotti reafirma que a obra de arte não se esgota no nível da instrumentalidade. O problema da literatura para crianças e jovens é sua redução à instrumentalidade. A diferença de idade entre o escritor-adulto e o leitor-criança não estabelece necessariamente uma relação de poder, pois a desigualdade reside no modelo discursivo, que ao reproduzir a sociedade burguesa, produz um discurso utilitário.
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O RETRATO DA BARBÁRIE CONTEMPORÂNEA PELA LENTE DA MÍDIA ONLINE

O RETRATO DA BARBÁRIE CONTEMPORÂNEA PELA LENTE DA MÍDIA ONLINE

Da mesma maneira $GRUQR S DERUGD TXH D ³LPDJHP GR TXDVH castrado, da pessoa neutralizada ao menos eroticamente, não livremente desenvolvida, esta imagem de pessoas descartadas na concorrência erótica, FRUUHVSRQGH D LQIDQWLOLGDGH UHDO RX LPDJLQiULD GR SURIHVVRU´ $R LQYpV GD LQVLVWrQFLD em atribuir à docência papéis que não a compete, arriscar-se-ia, através de Adorno e Arendt, propor uma substituição de lentes, um olhar mais atento e crítico, sem imposições e atribuições que são de responsabilidade de esferas maiores e em conjunto - educacionais, sociais, políticos, culturais e familiares ± para a educação GH FULDQoDV H MRYHQV 3DUD $UHQGW S ³TXHP TXLVHU VHULDPHQWH FULDU XPD nova ordem política através da educação, quer dizer, sem usar nem a força e o constrangimento nem a persuasão, tem que aderir à terrível conclusão platônica: EDQLU WRGRV RV YHOKRV GR QRYR HVWDGR D IXQGDU´ $GRUQR S SRQWXD TXH ³HQTXDQWR D VRFLHGDGH JHUDU D EDUbárie a partir de si mesma, a escola tem apenas FRQGLo}HV PtQLPDV GH UHVLVWLU D LVWR´ 2X VHMD D HVFROD HP WRGR VHX FRQMXQWR p XP caminho para a resistência à barbárie. Empregar esse papel somente e exclusivamente ao professor representa um devaneio que só se romperá caso haja disposição e alterações no modo de enxergar e colocar a docência.
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Música, Sociedade e Política Pública Propostas de Inclusão Social através da Música na Periferia da Cidade de São Paulo  Um Olhar Questionador

Música, Sociedade e Política Pública Propostas de Inclusão Social através da Música na Periferia da Cidade de São Paulo Um Olhar Questionador

No ano de 2011 Esze deixou sua profissão e passou a dedicar-se somente ao estúdio que se tornou única fonte de renda. Hoje, além da gravação e edição de CDs o estúdio também monta instrumentais e bases musicais (melodia) para diversos artistas não só da região do Grajaú como também para grupos e cantores de outros estados, até mesmo com experiências internacionais. Embora não tenha nenhuma restrição musical, o rap é o som que domina no estúdio e atualmente somente grupos e cantores desse segmento fazem uso do espaço. Para Esze de Doins a existência do estúdio é uma forma de fortalecimento das ações dos artistas da região e também fonte de novas experiências e interconexões de conhecimentos e vivências. O referido artigo de Francisco (2014) é categórico em afirmar que o Danavalha Records, têm na sua concepção e atuação a marca da transgressão, do empoderamento cultural, do fortalecimento de expressões artísticas e o desejo de problematizar as questões próprias da região onde estão localizados e articulam suas vivências. Quando priorizam o baixo custo mantendo a qualidade máxima, dentro das suas possibilidades, para que um número cada vez maior de artistas faça da sua arte um canal de comunicação das violações vividas pela população excluída, reivindicam mudanças e políticas públicas que atendam as demandas dessa população. Quando propõem uma ruptura com o ativismo cultural vazio esses estúdios de produção musical independente, possibilitam transformações em seu entorno e ampliam seu campo de ação, transformando as formas de participação e engajamento cultural.
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Estrutura e Propriedade dos Materiais Constituição da Matéria

Estrutura e Propriedade dos Materiais Constituição da Matéria

◦ Sob o ponto de vista prático, as propriedades que têm maior importancia na engenharia são as mecânicas, ou seja, aquelas relacionadas com a resistência que os metais oferecem quando sujeitos a esforços de natureza mecânica, como tração, compressão, torção, choque, cargas cíclicas etc.

31 Lee mas

Faria de Vasconcelos: um pioneiro no movimento da Escola Nova na Europa e na América Latina

Faria de Vasconcelos: um pioneiro no movimento da Escola Nova na Europa e na América Latina

asseguravam o ensino gratuitamente) fora já necessário reorganizar o ensino, sendo que, por ordem de Marquês de Pombal, em 1772, várias reformas tiveram lugar, criando-se Escolas pelo país (e Ultramar). No reinado de D. Maria I (1777-1792), o peso das instituições religiosas voltaria a dominar. Ao longo do século XIX, reencontramos novas tentativas de resolver o endémico problema da escolarização das crianças; assistindo-se, no período da Regeneração (1851-1910), a um renovado interesse pela infância enquanto estratégia de recuperação da nação (Mesquita, 2001; Tomé, 2010); o que não invalida, aliás, que o nível de analfabetismo continuasse a grassar, referindo o Anuário Estatístico de Portugal (iniciado em 1870), que em 1878, o total de analfabetos rondaria os 82.4% (cit. in Mota, 2001). Após a Revolução Liberal de 1920, novo caminho se ensaia em prol do ensino laico, público e gratuito (Nóvoa & Bandeira, 2005; OEI-Ministério da Educação, 2003). A situação compreender-se-á melhor tendo em consideração que Portugal (com cerca de cinco milhões e quatrocentos mil pessoas) (Serra, 1997), era ainda, no início do século passado, fundamentalmente, um país rural, onde poucos, nesse meio (i.e., o padre e eventual professor) saberiam ler, e destacando-se duas cidades (Lisboa e Porto) onde se concentrava a maioria da população urbana. Por 1910, a capital Lisboa representava mais de 10% da população urbana, a agricultura ocupava cerca de 65% da população (cultivando, muitos, dentro dos limites urbanos), a organização industrial era principalmente de pequena dimensão (excetuando a do tabaco), envolvia muita mão-de- obra, e o nível de formação especializada e/ou escolar dos operários era básica (Serra, 1997). Nas cidades, as condições de salubridade facilitavam a propagação de doenças, poucas casas estavam ligadas a redes de esgotos, e a água era, para a maioria, recolhida em chafarizes, poços ou cisternas, de qualidade duvidosa, responsável por doenças e epidemias (Garnel, 2007). Acresce ainda que as perturbações sociais da época não favoreceriam a estabilidade necessária a uma democratização do ensino (se é que assim se poderia dizer, na altura). Com efeito, no início do século, a corte fugira para o Brasil, haviam surgido as lutas entre absolutistas e liberais, e os atritos acabariam por culminar na referida revolução de 1910 (Cruz, 2001; Mota, 2001). Em síntese, e como recorda Serra:
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PET AJUDA: APRESENTANDO UM PROJETO DE CAPACITAÇÃO NA ÁREA DA COMUNICAÇÃO

PET AJUDA: APRESENTANDO UM PROJETO DE CAPACITAÇÃO NA ÁREA DA COMUNICAÇÃO

Neste trabalho iremos apresentar o "PET Ajuda", que consiste em um projeto de ensino voltado para todos os grupos do Programa de Educação Tutorial da Universidade Federal de Santa Maria e tem a finalidade de capacitar bolsistas dos grupos PET de diferentes áreas sobre noções básicas de comunicação. A ideia para sua criação surgiu após a análise dos produtos comunicacionais produzidos pelos outros grupos PETs, quando percebemos uma oportunidade em potencializá-los: a partir do compartilhamento do nosso conhecimento técnico, nas áreas de relações públicas, jornalismo e publicidade e propaganda, poderíamos contribuir com a melhora de seus desempenhos. Temos como objetivo principal estender nossos conhecimentos técnicos a outros cursos, realizando atividades que envolvam as 3 áreas do PET Comunicação Social. Assim, elaboramos quatro oficinas durante o semestre: oficina de mídias digitais, linguagem jornalística, direção de arte para iniciantes e gestão de eventos. Com estas atividades esperamos que os petianos dos demais grupos PETs tenham adquirido uma noção básica dos conteúdos comunicacionais a fim de agregar em suas produções. Acreditamos que este projeto pode, como consequência, contribuir também com a comunidade externa visto que, embora seja uma atividade de ensino, colaboramos com as atividades extensionistas dos grupos PETS.
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TítuloConstruçao de um instrumento de avaliaçao da integraçao das tic na escola

TítuloConstruçao de um instrumento de avaliaçao da integraçao das tic na escola

As raízes e os vectores conseguidos pelo método dos componentes principais, sao multiplicados para gerarem urna nova matriz denominada "rotated component matrix" cujas linhas constituem [r]

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A PRÁTICA DA PARRESIA NA RELAÇÃO PROFESSOR-ALUNO: A BUSCA POR UM AUTOGOVERNAMENTO

A PRÁTICA DA PARRESIA NA RELAÇÃO PROFESSOR-ALUNO: A BUSCA POR UM AUTOGOVERNAMENTO

74 Assim, a parresia propicia o acontecimento do múltiplo, onde é possível a existência do erro, do desvio da fala, escuta e escrita como potências criadoras do novo, e a relação professor e aluno, desse modo, pode acontecer em um modo de trânsito discursivo envolvendo reciprocamente um tipo distinto de dinâmica de poder subjetivante, tanto quem pronuncia quanto quem recebe. Por conta disso, as experiências de quem forma e está sendo formado se entrecruzam nos múltiplos cursos dos acontecimentos verdadeiros. Por isso, de que valeria a obstinação do saber se ela apenas garantisse a aquisição de conhecimentos, e não, de uma certa maneira e tanto quanto possível, o extravio daquele que conhece? A parresia, para Foucault (2006: 196-197) não é somente uma ruptura com a verdade instituída, mas também uma alteração dos valores recebidos, trata-se de uma transgressão dos valores estabelecidos.
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Programas de pós-graduação na área da Ecologia: um estudo sobre a avaliação da área

Programas de pós-graduação na área da Ecologia: um estudo sobre a avaliação da área

Compete destacar que a Pós-Graduação é “produto de um planejamento deliberado concebido, conduzido e apoiado pelo Estado” (Mec, 2010, p. 185). A criação da Capes, pelo Decreto nº 29.741 de 11 de julho de 1951, teve a finalidade de promover a expansão da Pós-Graduação no Brasil. Seu compromisso é "assegurar a existência de pessoal especializado em quantidade e qualidade suficientes para atender às necessidades dos empreendimentos públicos e privados que visam ao desenvolvimento do país" (Capes, 2013a). Atrelado a este comprometimento, a Capes propõe: (i) avaliar; (ii) dar acesso à divulgação da produção científica; (iii) investir na formação de recursos; (iv) promover a cooperação científica internacional e; (v) a indução e fomento à formação inicial e continuada de professores. Neste sentido, a Capes tem sido decisiva para os êxitos alcançados pelo SNPG, tanto no que diz respeito à consolidação do quadro atual, como na orientação das mudanças que o avanço do conhecimento e as demandas da sociedade exigem.
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FORMAÇÃO DOCENTE NA PERSPECTIVA DA INCLUSÃO: RELATO DE UM MINICURSO

FORMAÇÃO DOCENTE NA PERSPECTIVA DA INCLUSÃO: RELATO DE UM MINICURSO

Expandi minhas capacidades táteis, adquirindo um maior conhecimento sobre a disciplina, assimilando as explicações rapidamente junto a meus colegas, podendo acompanhá-los nas tarefas e atividades práticas, nas quais, o emprego de materiais lúdicos representados através do biscuit, foi meu maior aliado nesse período. São experiências desta amplitude, que estimulam a procura de meios alternativos para se alcançar o sucesso, pois para um aluno deficiente visual, a capacidade de analisar um mundo supervalorizado pela visão, revela-se infinitamente intensa. No qual é necessário a participação de protagonistas, atuando como alavancas impulsionando a inovação rumo ao futuro. Neste ponto, minhas concepções afirmam que fui o agente mediador desse projeto, beneficiando não só a mim, mas há todos envolvidos (Relato escrito do bolsista ID Renato).
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