PDF superior Construção e busca de evidências de validade e precisão de uma medida de ansiedade para atletas

Construção e busca de evidências de validade e precisão de uma medida de ansiedade para atletas

Construção e busca de evidências de validade e precisão de uma medida de ansiedade para atletas

Instrumentos com indicadores fatoriais exploratórios e/ou confirmatórios inadequados devem investigar a qualidade da elaboração do instrumento e utilizar estratégias de validade baseadas no conteúdo, apesar dessa abordagem não ter sido verificada nos estudos pesquisados. Há necessidade de reflexão, primeiramente, sobre a importância que reside no processo de construção para que a medida seja bem sucedida. Em segundo lugar, na importância de colocar à prova evidências encontradas por estudos anteriores. Apenas sete estudos utilizaram evidências relacionadas a outras variáveis, sendo quatro por construtos relacionados e cinco por variáveis de perfil. O aumento de sua utilização nos estudos pode auxiliar na melhor compreensão da ansiedade no contexto esportivo e sua relação com outros construtos de linha tênue. A realização de procedimentos de validade preditiva pode também fornecer dados aos psicólogos esportivos para que estes possam criar e efetuar programas de intervenção para o manejo da ansiedade, visando melhorar o desempenho do atleta e até mesmo minimizar os riscos de lesões esportivas.
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Construção e busca de evidências de validade de uma medida de atenção plena para adultos

Construção e busca de evidências de validade de uma medida de atenção plena para adultos

No que se refere ao fator produção de novidades, típico da teoria de Langer (2014), nesta pesquisa mostrou-se associável aos domínios extraídos, os quais são operacionalizados na FFMQ e na MAAS. Esse resultado desafia a impossibilidade de agrupamento desses componentes defendida por alguns autores (Hart, Ivtzan, & Hart, 2013; Siegling & Petrides, 2014). Dessa forma, a integração de elementos das diferentes perspectivas de atenção plena mostrou-se tanto viável, quanto um diferencial da medida de atenção plena (MAP). Esse achado também indica que se está longe de obter uma estrutura que possa ser considerada padrão ouro para avaliar a atenção plena e, por conta disso, não se pode encerrar a discussão a respeito da sua dimensionalidade, conforme tentam Hartz, Ivtzan e Hartz (2013). Ademais, no tocante ao valor marginal de precisão estimado para esse fator, o mesmo deve ter ocorrido pelo reduzido número de itens remanescente, o que compromete a sua precisão (Carvalho, Nunes, Primi, & Nunes, 2012).
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166 Lee mas

Construção e evidências de validade de uma escala de personalidade para o contexto do trânsito

Construção e evidências de validade de uma escala de personalidade para o contexto do trânsito

O comportamento de risco no trânsito vem sendo cada vez mais um tema de interesse entre a comunidade científica. Muito vem sendo produzido para entender de que forma o fator humano contribuí para os crescentes números de acidentes, vítimas e infrações. Um dos temas de destaque é a relação entre comportamento de risco e traços de personalidade. Os estudos brasileiros que buscaram estabelecer esta relação não conseguiram encontrar resultados consistentes entre si, pois medidas muito diferentes foram utilizadas para avaliar os traços de personalidade. Além disso, as medidas utilizadas não eram construídas para avaliar traços específicos e importantes para o contexto do trânsito, e sim instrumentos gerais de personalidade. O objetivo desta tese foi a construção de uma medida de personalidade para o contexto do trânsito que avaliasse impulsividade, instabilidade emocional, busca por sensações e pró-sociabilidade. Foram desenhados quatro estudos que corresponderam a etapas diferentes da construção e busca de evidências de validade desta medida (Escala de Personalidade para Motoristas - EPM). O Estudo 1, que buscou construir os itens e buscar evidências de validade pela estrutura interna e precisão da escala, contou com a participação de 437 motoristas que responderam à primeira versão da EPM com 93 itens. Os resultados da análise fatorial com controle de aquiescência sugeriam uma solução de três fatores, sendo que um deles era composto por dois subfatores que agrupavam 52 itens. As medidas de precisão foram 0,87 para Instabilidade Emocional, 0,76 para Impulsividade, 0,79 para Busca por Sensações e 0,73 para Pró-sociabilidade. No Estudo 2, os 52 itens foram submetidos a análises baseados na Teoria de Resposta ao Item, cujos resultados sugeriam a exclusão de dois itens. O estudo 3 buscou evidências de validade convergente, em que os escores gerados a partir dos 50 itens da EPM foram comparados aos escores da Escala de Impulsividade de Barrat, Inventário de Busca por Sensações de Arnett e a Bateria Fatorial de Personalidade. Os resultados apontaram para uma correspondência das escalas. E por fim, o Estudo 4 buscou evidências de validade de critério, na qual os escores da EPM foram associados ao histórico de acidentes e infrações de trânsito (Questionário do Comportamento do Motorista – DBQ). Os resultados sugerem que os escores de Impulsividade, Instabilidade Emocional e Busca por Sensações são capazes de prever comportamentos de risco tais como: envolver-se em acidentes ativos e cometer infrações violentas.
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130 Lee mas

Inventário de Habilidades Sociais para Cuidadores de Idosos (IHS-CI): evidências de validade

Inventário de Habilidades Sociais para Cuidadores de Idosos (IHS-CI): evidências de validade

Avaliação de habilidades sociais Del Prette e Del Prette (2010) descreveram os instru‑ mentos já publicados na literatura nacional para avaliação de HS em diferentes contextos. Ao todo, foram descritos 12 instrumentos, dentre os quais 7 tinham crianças e ado‑ lescentes como população‑alvo, 4 tinham adultos como população‑alvo e 1 era voltado para casais. Com base nessas informações, em conjunto com uma busca na li‑ teratura internacional de instrumentos em HS voltados ao contexto de cuidado de um idoso dependente, foi en‑ contrado um instrumento desenvolvido por Franzmann, Krause, Haberstroh e Pantel (2014), no idioma alemão, para avaliação da competência social em cuidadores de idosos — sendo que esse instrumento foi construído e validado para cuidadores formais que trabalham em asi‑ los, enfocando relações profissionais entre cuidadores e idosos. Pode‑se constatar, assim, que as medidas cons‑ truídas para a avaliação de HS, presentes na literatura acadêmica, permitem investigar as HS em vários contex‑ tos, mas ainda não entre cuidadores familiares de idosos (Bender & Calvetti, 2015). Dado o caráter situacional das HS (Del Prette & Del Prette, 2013), as escalas existentes no Brasil, para a avaliação destas, não são suficientemente pertinentes ao contexto de cuidado de um idoso. Assim, não permitem identificar cuidadores com déficits das HS requeridas nesse contexto, nem aferir melhoras no reper‑ tório social do cuidador, decorrentes de um treinamento direcionado para desenvolver tais habilidades deficitárias. O Inventário de Habilidades Sociais (IHS‑Del Prette), embora seja um instrumento de medida de HS gerais, foi construído e normatizado para estudantes universi‑ tários, podendo ser estendido, no máximo, para adultos jovens (Del Prette & Del Prette, 2001; 2013). Portanto, pode‑se afirmar que há uma lacuna de conhecimento nessa área e uma necessidade de construção de um instru‑ mento específico para avaliar as HS de cuidadores de ido‑ sos, inclusive como forma de subsidiar o planejamento e a avaliação de intervenções. A aplicação de um instrumento dessa natureza permitiria aferir mudanças confiáveis e cli‑ nicamente significativas nessa população.
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9 Lee mas

Competências Psicológicas e Traço de Ansiedade Competitiva em Atletas de Elite

Competências Psicológicas e Traço de Ansiedade Competitiva em Atletas de Elite

Os atletas olímpicos, no estudo de Gould et al. (1999), sublinharam a importância da preparação mental, de um comprometimento total na busca da excelência, e uma alta qualidade de treino para atingir o pico da performance. Por outro lado, os factores assinalados a uma fraca performance, consistiam na preparação insuficiente para lidar com distracções, a alteração de situações que resultavam, a selecção tardia da equipa e a incapacidade de voltar a focar após distracções. Surgiram ainda as evidências de que, enquanto todos os atletas referiram a necessidade de mais ênfase no treino mental, os atletas que realizaram uma performance de acordo ou acima das expectativas, eram muito específicos sobre as técnicas que utilizavam e como aplicavam essas técnicas. Os atletas que não atingiram as expectativas da performance eram muito mais gerais nas suas descrições das estratégias para lidar com a adversidade. Retiraram-se outras conclusões interessantes deste estudo, nomeadamente, que a condição física óptima, enquanto não for treino excessivo, é percepcionada como tendo um grande impacto na performance olímpica. Contudo, as investigações nesta área ainda são escassas. Outro aspecto interessante refere-se à influência percepcionada que a família e outros indivíduos tinham nos atletas. Por um lado, tinham um grande potencial, na medida em que consistiam numa tremenda fonte de suporte social para o atleta, mas, por outro, se a família fosse inapropriada e ocorressem outras interacções significativas, este suporte social tornar-se-ia muito negativo e distractivo.
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132 Lee mas

Evidências de validade da escala brasileira de atitudes sociais de estudantes perante a política

Evidências de validade da escala brasileira de atitudes sociais de estudantes perante a política

As experiências prévias bem como o repertório de con- hecimento sobre o objeto são capazes de gerar influência sobre o tipo de atitude consolidada. Historicamente, as ati- tudes vêm sendo associadas à previsão de comportamentos. Segundo Díaz (2004), a vertente estruturalista refere-se às reações das pessoas perante a política, busca as diferenças entre o que se espera e o consenso que existe diante de determinados aspectos políticos. Pereira, Lima e Camino (2001), ao investigarem relações empíricas entre valores e atitudes democráticas, identificaram que a adesão ao sistema de valores religiosos associava-se à atitude negativa ante a democracia, enquanto essa atitude se relacionou positiva- mente com os valores pós-materialistas. Ajzen e Fishbein (1980) fizeram referência à teoria do comportamento plane- jado, em que normas subjetivas e o controle pensado sobre o comportamento, bem como o comportamento em si, são dimensões fundamentais à gênese das atitudes.
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11 Lee mas

Habilidades Psicológicas e Traço de Ansiedade em Atletas de Elite

Habilidades Psicológicas e Traço de Ansiedade em Atletas de Elite

Hanton, Mullen e Jones (2000) realizaram um estudo com 50 jogadores de rugby e 50 atiradores com o objectivo de investigar as interpretações e a intensidade da ansiedade consoante o tipo de desporto praticado, neste caso concreto o rugby (desporto anaeróbio, de explosão) e o tiro ao alvo (desporto dependente de motricidade fina). Relativamente à ansiedade cognitiva não foram encontradas diferenças entre os dois tipos de desportos, sendo que, quanto à intensidade da auto– confiança os resultados dos jogadores de rugby demonstraram, maiores índices da mesma, devendo-se este facto, segundo os investigadores, a que quase 50% da amostra dos jogadores de rugby serem atletas internacionais. Neste estudo comprovou-se também a hipótese colocada pelos autores de que os desportos dependentes de motricidade fina seriam prejudicados por índices de elevada ansiedade somática. Como sugestão final os autores referem que este estudo vem dar importância à natureza de cada desporto como uma variável importante no estudo das dimensões do estado de ansiedade competitiva.
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83 Lee mas

Perfil Psicológico de Rendimento, Habilidades Psicológicas e Ansiedade: Ansiedade e Habilidades Psicológicas em Atletas de Voleibol

Perfil Psicológico de Rendimento, Habilidades Psicológicas e Ansiedade: Ansiedade e Habilidades Psicológicas em Atletas de Voleibol

assim apresentaremos neste sub-capítulo uma série de estudos que avaliam as diferenças entre os atletas de elite e não elite na utilização das habilidades mentais. Mahoney et al. (1987) realizaram um estudo com 713 atletas masculinos e femininos e 16 psicólogos do desporto, sendo que 126 eram atletas de elite, 141 eram atletas de pré-elite e 446 eram atletas de não elite. A amostra de psicólogos de desporto foi escolhida com base no reconhecimento do seu trabalho. Todos os participantes preencheram o PSIS (Psichological Skills Inventory for Sport), sendo que aos psicólogos foi pedido que preenchessem o questionário da maneira que pensavam que o atleta ideal responderia. O estudo tinha dois objectivos principais, a identificação das habilidades psicológicas que têm preponderância na diferenciação dos atletas de elite e dos atletas menos bem sucedidos, e a comparação entre os perfis revelados pelos atletas de elite e os perfis idealizados pelos psicólogos do desporto para esses mesmos atletas de elite. Relativamente ás diferenças entre atletas de elite e de não elite, o estudo revelou que os atletas de elite são mais equilibrados nas experiências de medo e no controlo da ansiedade competitiva, são mais concentrados antes e durante a competição, são mais confiantes, a sua preparação mental é direccionada para a sua prestação individual, e são atletas mais motivados. Na comparação dos resultados dos atletas com os resultados dos psicólogos do desporto, o estudo revelou que o perfil dos atletas de elite era muito semelhante ao idealizado pelos psicólogos, sendo dado ênfase ao controlo da ansiedade, à concentração, á motivação, á preparação mental e á auto- confiança. A análise destes resultados levou ainda a concluir que, existem de facto habilidades psicológicas percebidas como muito importantes, tanto por atletas de elite como por psicólogos do desporto (controlo da ansiedade, concentração, motivação, preparação mental, auto-confiança) e que existem algumas diferenças nos perfis idealizados e nos perfis reais dos atletas de elite, nomeadamente na ansiedade pré- competitiva e em episódios de ataques de pânico revelados por alguns atletas de elite. Este estudo permitiu ainda uma comparação entre géneros, entre desportos individuais e colectivos, e entre desportos abertos e fechados.
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124 Lee mas

Evidências de validade na adaptação do Orpheus Business Personality Inventory no Brasil

Evidências de validade na adaptação do Orpheus Business Personality Inventory no Brasil

Outros processos organizacionais, como o de seleção de pes- soas, poderiam ser realizados de maneira mais estratégica, tendo em vista a qualidade das informações que os profissionais teriam acesso através do uso de medidas psicométricas baseadas no Big Five. Contudo, apesar dos benefícios para os estudos organizacio- nais, são poucos os instrumentos que se propõem a medir a perso- nalidade com itens contextualizados para o ambiente de trabalho. Ainda que a personalidade seja uma característica estável (McCrae & John, 1998), esta pode sofrer influências do contexto em que o indivíduo está inserido como descrito por Comensoli e MacCan (2013) e Wu (2016). Dessa maneira, um entendimento completo da personalidade deve levar em conta que o contexto profissional é complexo e envolve um conjunto de valores, crenças, normas e rotinas que contribuem para a definição da identidade dentro da organização (Fernandes & Zanelli, 2006); que por sua vez, afetam as expectativas, motivações e atitudes dos funcionários de maneira que os elementos ditos contextuais da personalidade são também influenciados.
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7 Lee mas

Escala de Avaliação da Metacognição em Idosos: Evidências de Validade e Consistência Interna

Escala de Avaliação da Metacognição em Idosos: Evidências de Validade e Consistência Interna

o idioma alemão de cinco dos 17 itens da subescala de memória do questionário MIA (Dixon et. al, 1988) e foram desenvolvidos outros quatro itens com base na subescala de concentração da European Depression Scale (EURO-D; Prince et al, 1999). Foram consultados especialistas em envelhecimento para verifi car se os itens escolhidos eram os mais representativos para a vida cotidiana dos idosos e se eram relacionados às habilidades de memória e concentração na terceira idade. Para registrar as respostas, foi utilizada uma escala do tipo Likert de cinco pontos: absolutamente errado, bem errado, nem certo nem errado, pouco verdadeiro e absolutamente verdadeiro. Os itens foram aplicados em 228 mulheres acima de 70 anos que obtiveram pontuação mínima de 26 pontos no Mini Exame do Estado Mental. Além disso, as participantes responderam um questionário a respeito da sua capacidade de cuidar das tarefas diárias e de gerenciar a própria casa sem ajuda. O coefi ciente alpha de Cronbach para metamemória foi de 0,65 e para metaconcentração foi de 0,63. Tais coefi cientes, um pouco abaixo de 0,70, podem ter ocorrido devido ao estudo ter focado na heterogenidade dos itens que cobrem as habilidades de memória e concentração. Apesar do considerável número de questionários de autorrelato de memória descritos na literatura, há algumas desvantagens associadas à sua utilização, especialmente em ambientes clínicos (Troyer & Rich, 2002). Os autores destacam que os itens não necessariamente refl etem os aspectos da memória que são passíveis de intervenção clínica. Nesse sentido, os itens que envolvem memória para eventos muito remotos não refl etiriam alvos típicos de intervenções clínicas, uma vez que as intervenções clínicas tendem a se concentrar em problemas com a memória recente (por exemplo, se lembrar de nomes novos) e em estratégias relevantes para a vida cotidiana. Outra limitação apontada por Troyer e Rich (2002), é que alguns instrumentos não abordam aspectos da metamemória como, por exemplo, a ansiedade na memória. Por último, os instrumentos tendem a ser unidimensionais, abordando, em geral, apenas à frequência com que ocorrem os erros de memória.
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7 Lee mas

Competências mentais e ansiedade competitiva em atletas de boccia

Competências mentais e ansiedade competitiva em atletas de boccia

Relativamente à hipótese 7, verifica-se para o uso de calha a existência de diferenças, estatisticamente, significativas para as competências mentais, especificamente na dimensão ausência de preocupações, os atletas que usam calhas apresentam maior nível de ausência de preocupações. Entre o traço de ansiedade e o uso de calha também existem diferenças, estatisticamente, significativas, especificamente nas sub-escalas perturbação de concentração e traço de ansiedade competitiva, os atletas que não usam calha são aqueles que apresentam maiores níveis de perturbação de concentração e de traço de ansiedade competitiva. Não se verificam diferenças estatisticamente significativas para o estado de ansiedade, no entanto, deve-se salientar que são os atletas que utilizam calha que apresentam os valores médios mais elevados para todas as sub-escalas no 1º momento, no 2º momento os atletas que não utilizam calha têm valor médio superior na sub-escala, ansiedade somática, e nas outras sub-escalas os atletas que utilizam calha são os que apresentam valor médio superior. No 3º momento, os não utilizadores de calhas apresentam um valor médio superior para as sub-escalas ansiedade somática e ansiedade cognitiva, para a sub-escala auto-confiança são os utilizadores de calhas que apresentam o valor médio mais elevado. Não é possível comparar estes valores com outros estudos, porque não foi possível encontrar estudos com a especificidade deste desporto. Podemos justificar os resultados diferentes dos 3 momentos com o facto de os questionários no 1º e 2º momento, como foram campeonatos distintos, foram aplicados no mesmo tempo do campeonato, ou seja nos primeiros jogos, quanto ao 3º momento o campeonato foi o mesmo o que fez com que os questionários do atletas com calha fossem aplicados nos primeiros jogos, pelo facto de demorarem mais tempo a responder, e os atletas não utilizadores de calha, responderam nos últimos jogos, sendo possível por isso a ansiedade dos atletas que não utilizam calha ser maior.
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145 Lee mas

Cuestionário de Perdón en Divorcio-Separación (CPD-S): adaptação e evidências de validade

Cuestionário de Perdón en Divorcio-Separación (CPD-S): adaptação e evidências de validade

Por fim, buscou-se conhecer os instrumentos disponíveis para avaliar o perdão em situações específicas, não hipotéticas, como é o caso do divórcio. Para tanto, realizou-se busca na base de dados Dialnet, no dia 19 de maio de 2016, utilizan- do “Evaluation of Forgiveness in Divorce” como descritores, tendo como resultado apenas um artigo. Esse apresentou um instrumento espanhol, com- posto por 5 itens, com objetivo de avaliar o perdão frente ao ex-parceiro (a): o Cuestionário de Perdón en Divorcio-Separación ( cpd - s , Yárnoz-Yaben & González, 2012). Ancorando-se na perspecti- va teórica do perdão interpessoal (Enright et al., 1998), apresenta a vantagem de abordar aspectos do perdão, tais como não guardar ressentimentos, rancor e raiva, diminuição de sentimentos negati- vos e aumento de compaixão frente ao ex-cônjuge. O cpd - s , inicialmente proposto com 15 itens, sofreu modificações sugeridas por pesquisadores especialistas no divórcio e teve suas qualidades psicométricas verificadas em uma amostra preli- minar de divorciados. A versão final com 5 itens e um único fator, explicou 48 % da variância total (Yárnoz-Yaben & González, 2012), com precisão (alfa de Cronbach = 0,77) e validade de construto igualmente adequada. Nos últimos anos, o cpd - s é utilizado com o fim de analisar o lugar do per- dão em situações de divórcio e sua relação com a adaptação, o bem-estar subjetivo e satisfação com a vida (Yárnoz-Yaben et al., 2015).
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14 Lee mas

Ansiedade e habilidades psicológicas em atletas de pólo aquático

Ansiedade e habilidades psicológicas em atletas de pólo aquático

competição, analisar a prevalência de dificuldades e/ou problemas, ao nível psicológico nos atletas de voleibol, explorar o efeito de variáveis como o sexo, escalão competitivo, posto específico, experiência competitiva e nacionalidade nas competências e características psicológicas dos atletas, identificar os principais factores psicológicos associados ao sucesso desportivo, e por fim analisar as percepções dos atletas relativamente aos problemas para cuja solução pensam ser importante o apoio e ajuda de natureza psicológica. Como é de prever os resultados e conclusões obtidos por este estudo são muito extensos, pelo que faremos uma selecção apenas dos que têm mais interesse e pertinência para o nosso trabalho. As conclusões deste estudo apontam assim para a existência de diferenças ao nível do controle da ansiedade, concentração e auto-confiança entre sexos, sendo o sexo masculino o mais apto a lidar com estas situações, evidenciando também níveis mais baixos de ansiedade competitiva. Relativamente ao posto específico o trabalho revela que não existem diferenças nas características psicológicas em jogadores com diferentes posições, enquanto que em função do escalão competitivo, os seniores revelaram-se mais aptos nas competências de controlo de ansiedade e de preparação mental do que os atletas do escalão júnior. No que diz respeito às diferenças em função da experiência internacional, os resultados obtidos mostram-nos que os atletas com muita experiência internacional tem uma maior capacidade para controlar a ansiedade competitiva e a auto-confiança que os atletas com alguma ou nenhuma experiência internacional. Foram também evidenciadas neste estudo diferenças entre os atletas de sucesso e os atletas de insucesso, sendo que os primeiros apresentaram níveis mais baixos de ansiedade competitiva e maiores índices de auto-confiança e motivação.
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81 Lee mas

Assumir o Comando no Trabalho: Evidências de Validade da Versão Brasileira da Escala

Assumir o Comando no Trabalho: Evidências de Validade da Versão Brasileira da Escala

Considerando as inter-relações dos diferentes construtos de proatividade, assumir o comando da mudança guarda relação próxima com outro tipo de comportamento proativo: expressar ideias e sugestões – definido como a comunicação não-obrigatória de ideias, sugestões, preocupações ou opiniões com a intenção de melhorar o funcionamento da organização ou da unidade (Van Dyne & LePine, 1998). O trabalho de Parker e Collins (2010) demonstrou empiricamente essa proximidade, representada por moderada correlação (r= 0,56; p< 0,01). Em análise de fator de segunda ordem explorando a composição da categoria de comportamentos focados no ambiente interno, assumir o comando da mudança e expressar ideias e sugestões tiveram maior carga fatorial, respectivamente 0,87 e 0,86, reforçando esse entendimento. Embora tais resultados sugiram uma proximidade entre os dois construtos, observa-se na literatura uma aparente proliferação e sobreposição de conceitos relacionados à proatividade, o que justifica a necessidade de se explorar em maior profundidade as inter-relações dos construtos de proatividade (Tornau & Frese, 2013).
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9 Lee mas

Habilidades psicológicas e traço de ansiedade competitiva em atletas de futsal

Habilidades psicológicas e traço de ansiedade competitiva em atletas de futsal

RESUMO Este estudo teve como objectivo avaliar as habilidades psicológicas e o traço de ansiedade competitiva em atletas femininas de Futsal, em dois momentos distintos, e de verificar a existência de diferenças entre os resultados das duas avaliações. Procurou também discriminar a influência da idade, dos anos de experiência, da percepção de rendimento em treino e em competição, da posição em campo, dos golos marcados, das equipas e golos marcados e sofridos por estas, sobre as diferentes dimensões das habilidades psicológicas e sobre o traço de ansiedade competitiva e respectivas sub-escalas de ansiedade somática, preocupação e perturbação da concentração. A amostra foi constituída por 101 atletas de nacionalidade portuguesa, do género feminino, com idades compreendidas entre os 15 e os 39 anos, com uma média de idades de 21.61 ± 4.79 anos, que representavam os 12 clubes de Futsal feminino do Campeonato Distrital de seniores da Divisão de Honra da Associação de Futebol de Leiria.
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89 Lee mas

Competências Mentais, Ansiedade Competitiva e Motivação em Atletas de Basquetebol

Competências Mentais, Ansiedade Competitiva e Motivação em Atletas de Basquetebol

O resultados obtidos pelos atletas sugerem-nos estarmos perante um grupo que, pelos seus pontos fortes e mediante o exposto por Marques et al. (2006), tende a não se preocupa com o que as outras pessoas possam pensar a cerca do seu rendimento, nem se pressionam a si mesmos ao preocupar-se com os erros ou falhas que possam cometer. O grupo demonstra-se também confiante e positivamente motivado, trabalhando sempre a 100% para se aperfeiçoar, quer ao nível do treino, quer em competição., como nos indicaram Weingerg e Gould (2001) que pelo facto de os atletas com altos valores de confronto com a adversidade possuírem vastas gamas de estratégias de controlo para que, quando as coisas não correm bem, possam permanecer positivos e entusiasmados, calmos e controlados e de recuperarem facilmente perante os erros cometidos. No que se refere aos seus pontos fracos, os atletas ao apresentarem fracos valores para as dimensões de concertação e treinabilidade que nos aponta, pelas palavras de Marques et al. (2006) para a frequente distracção, não conseguindo concentrar e focalizar a sua atenção nas Tarefas desportivas, mesmo em situações difíceis e/ou inesperadas, quer em situação de treino, quer em competição, bem como que estão pouco disponíveis e predispostos para interiorizar o que lhe é transmitido no treino, não aceitando, tanto quanto desejável, as críticas dos directores e treinadores de forma positiva.
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86 Lee mas

Habilidades Psicológicas e Traço de Ansiedade Competitiva em Atletas de  Elite

Habilidades Psicológicas e Traço de Ansiedade Competitiva em Atletas de Elite

Ao analisar os valores médios (Anexo F) nas dimensões, confronto com a adversidade, concentração, confiança e motivação para a realização, rendimento máximo sobre pressão e escala de ansiedade somática, podemos constatar que em que todas as dimensões os atletas de hóquei em patins tiveram valores médios mais altos comparativamente às atletas de Pólo Aquático Feminino e Basquetebol Sub – 21 Feminino, com excepção feita à escala de ansiedade somática em que as atletas do Pólo Aquático tiveram valores médios mais altos em relação aos atletas do sexo masculino. Tendo em conta que em todas as dimensões se verificou diferenças entre desportos colectivos, podemos então justificar estes resultados através do sexo dos atletas. Na modalidade de Hóquei em Patins os atletas são do sexo masculino enquanto que nas modalidades de Pólo Aquático e Basquetebol os atletas são do sexo feminino. Tal como já se tinha verificado anteriormente, aquando da análise das diferenças entre o sexo, os estudos efectuado por Cruz (1996c), Mahoney, Gabriel e Perkins (1987) e Cruz e Caseiro (1997) verificaram diferenças em função do sexo. Os atletas do sexo masculino parecem exibir significativamente melhores competências de controle da ansiedade e parecem percepcionar a competição desportiva de forma menos ameaçadora, comparativamente às suas colegas do sexo feminino. Os atletas do sexo masculino, mostram-se significativamente mais motivados, auto-confiantes e com melhores competências na concentração desportiva.
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110 Lee mas

Traço de Ansiedade Competitiva e Habilidades Psicológicas em Atletas de Elite

Traço de Ansiedade Competitiva e Habilidades Psicológicas em Atletas de Elite

Endler (1978) citado por Cox (1994) enunciou cinco factores associados a ansiedade. Foram estes a ameaça à auto-estima como o resultado de uma falha, perigo físico (ameaça de dano pessoal); ambiguidade (impressibilidade e medo do desconhecido), ruptura das rotinas diárias (medo das rupturas com hábitos diários) e a avaliação social (medo de ser avaliado negativamente pelos outros) que poderão influenciar o estado psíquico do indivíduo, activando-o ou inibindo-o. Scanlan, T., Ravizza, K., e Stein, G. (1989) foram dos pioneiros a realizar um estudo para avaliar os principais factores associados a ansiedade em atletas de alto nível (20 ex- campeões de patinagem artística dos EUA) os resultados obtidos permitiram identificar os seguintes factores : aspectos negativos da competição (ex. preocupações com o facto de ter de render a nível das suas capacidades) ; relações negativas com outros significativos (ex. preocupações com problemas nas relações interpessoais com os colegas, pressões para corresponderem às expectativas parentais) ; exigências e custos de patinagem (ex. ter tempo e recurso financeiros necessários para a patinagem de alto nível) ; “lutas “pessoais internas (ex. :serem capazes de lidar com a própria ansiedade, com duvidas à cerca do seu talento e por fim experiências traumáticas (ex. : problemas familiares e conjugais).
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105 Lee mas

Habilidades psicológicas e traço de ansiedade competitiva em atletas de futebol

Habilidades psicológicas e traço de ansiedade competitiva em atletas de futebol

Monografia realizada no âmbito do seminário “Habilidades Psicológicas e Traço de Ansiedade Competitiva em atletas de Futebol”, do ano lectivo 2003/2004, com vista à obtenção da Licenciatura em Ciências do Desporto e Educação Física.

6 Lee mas

Evidências de validade de um instrumento de atenção seletiva  informatizado em crianças escolares

Evidências de validade de um instrumento de atenção seletiva informatizado em crianças escolares

Posner (1994) corrobora a relação entre a atenção e a habilidades de controle inibitório que permite uma medida de controle sobre nossa atenção e ações, ao invés de simplesmente sermos controlados por estímulos externos, por nossas emoções, ou comportamentos enraizados. Mais tarde, Posner e DiGirolamo (1998) sugerem que as funções cognitivas associadas ao sistema atencional executivo como a atenção seletiva incluem planejamento, tomar decisões, correção de erros, novas respostas principalmente em situações consideradas difíceis ou perigosas e/ou quando é necessário superar respostas habituais. Eles postularam a existência de três sistemas atencionais que são responsáveis pelo controle volitivo, comportamento e a autorregulação: a) O primeiro sistema e mais básico é o de manutenção do estado de alerta (córtex frontal e parietal); b) O segundo é a rede de orientação que envolve a orientação através de estímulos sensoriais (junção temporo-parietal, o lobo parietal superior e córtex pré-frontal); c) O terceiro é sistema atencional executivo: responsável por tarefas envolvendo seleção, detecção de erros.
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18 Lee mas

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