PDF superior Cuidado de enfermagem ao paciente terminal

Cuidado de enfermagem ao paciente terminal

Cuidado de enfermagem ao paciente terminal

Existem muitas outras possibilidades, mas os pacientes oncológicos predominam estre os pacientes terminais que precisam das medidas paliativas. Pacientes em estágio terminal de câncer sofrem em 90% dos casos de dor intensa, a chamada dor total, onde a proximidade da morte traz consigo além das dores físicas, questões espirituais, sociais e emocionais. Tal situação necessita não só de tratamento médico, e sim de uma abordagem multiprofissional. Esses pacientes, muitas vezes, não têm condição de relatar adequadamente sua sintomatologia, percebem a impossibilidade de postergar o fim da sua vida e sofrem de dores que transcendem o físico e o psíquico e atingem a alma, questões que a fragmentação da medicina é incapaz de enxergar. O sofrimento do enfermo em cuidados paliativos oncológicos, o expõe à própria fragilidade, roubando-lhe a dignidade, a autonomia e a individualidade. A doença neoplásica avançada destrói a integridade do corpo, e a dor e o sofrimento podem ser fatores de desintegração da unidade da pessoa (SANTOS, 2011).
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22 Lee mas

Cuidados de enfermagem psicossocial ao paciente acometido por acidente vascular encefálico

Cuidados de enfermagem psicossocial ao paciente acometido por acidente vascular encefálico

2013 Rev Esc Enferm USP Fonte: Dados da pesquisa O cuidador é a pessoa que presta cuidados a outra pessoa que esteja necessitando. Por estar acamada, com limitações físicas ou mentais, com ou sem remuneração, e o cuidado ao paciente acometido de AVE exige dedicação exclusiva e quase que integral, e muitas vezes há uma adaptação da rotina do cuidador em benefício do paciente sequelado. Afirma ainda que, o cuidador passa a ter menos tempo para cuidar de si, privando-se do convívio social, uma vez que o portador de AVE se torna o centro das atenções (ARAÚJO et al., 2012).
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21 Lee mas

Avaliações da satisfação do paciente em relação ao cuidado do pessoal de enfermagem na sua hospitalização: meta-análise

Avaliações da satisfação do paciente em relação ao cuidado do pessoal de enfermagem na sua hospitalização: meta-análise

artigos publicados entre 2010 e 2018, com acesso gratuito e texto completo. AND, OR e NOT foram usados para combinar os termos da pesquisa. A avaliação da qualidade metodológica foi realizada por meio do Programa de Habilidades de Avaliação Crítica. Resultados: foram identificados 1000 artigos que responderam especificamente aos descritores de busca, filtros e critérios pré- determinados, resultando em 215 investigações, após a análise metodológica crítica 22; cobrindo 4500 pacientes. O principal instrumento utilizado foi o PSI (Patient Satisfaction Instrument), acrescentando a escala Likert. As dimensões mais mencionadas são domínios profissionais, educacionais e técnicos confiáveis. Os resultados positivos indicam a presença ativa da enfermagem como mais satisfatória, seguida de habilidades técnicas e apoio emocional, espiritual e de segurança. Os aspectos negativos foram a falta de informação fornecida e o medo na administração da anestesia. Conclusões: informações oportunas, presença ativa, empatia, respeito e confiabilidade são consideradas altamente satisfatórias para o paciente. Recomenda-se a adaptação do PSI a cada instituição que o utiliza, além de levar em consideração que os estudos de satisfação devem ser avaliados com perguntas abertas.
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9 Lee mas

CUIDADOS DE ENFERMAGEM AO PACIENTE COM DRENO VENTRICULAR EXTERNO: ESTUDO DE CASO

CUIDADOS DE ENFERMAGEM AO PACIENTE COM DRENO VENTRICULAR EXTERNO: ESTUDO DE CASO

O estudo foi desenvolvido a partir das atividades práticas do componente curricular Enfermagem no Cuidado ao Adulto nas Situações Críticas de Vida, do Curso Graduação em Enfermagem da Universidade Federal do Pampa, Campus Uruguaiana, tendo como cenário uma unidade de terapia intensiva de um hospital da fronteira oeste do Rio Grande do Sul, no período de 4 de abril a 27 de junho de 2017. O paciente do estudo, era do gênero masculino, 67 anos, internou na unidade de tratamento intensivo no dia 27 de maio de 2017, pois havia passado por uma cirurgia de urgência para colocação do DVE, devido ter sofrido um Acidente Vascular Encefálico Hemorrágico.
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5 Lee mas

A segurança do paciente como dimensão da qualidade do cuidado em enfermagem

A segurança do paciente como dimensão da qualidade do cuidado em enfermagem

O PNSP envolve vários princípios e diretrizes direcionados para qualidade da assistência e consequente diminuição de EAs evitáveis. Além disso, foram estipuladas metas junto a Joint Commission International (JCI) a serem implantadas nos serviços de saúde, como: identificação adequada do paciente, melhorar a segurança na prescrição, na administração e no uso de medicamentos, garantir uma boa assistência cirúrgica, higiene adequada das mãos com a intenção não de carrear microrganismos de um paciente para outro, estar atento quanto ao risco de queda e mudança de decúbito, afim de evitar lesão por pressão e comunicação efetiva que é fundamental na qualidade da prestação de cuidados (HERR et al., 2015).
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19 Lee mas

Proposta de protocolo para assistência de enfermagem ao paciente com dreno de tórax

Proposta de protocolo para assistência de enfermagem ao paciente com dreno de tórax

Além do cuidado prestado ao paciente, a enfermagem é responsável pelo registro apropriado das ações e da evolução do quadro clínico do paciente para garantia dos cuidados iniciados, para isso são utilizados instrumentos de registro de enfermagem como a sistematização da assistência de enfermagem que contêm diagnósticos de enfermagem voltados as intercorrências clínicas decorrentes do procedimento e prescrição de cuidados a serem adotados pela equipe. Outro registro importante é a evolução de enfermagem que propicia informações sobre o estado geral do paciente, problemas novos identificados, e um resumo sucinto dos resultados dos cuidados prescritos e os problemas a serem abordados nas 24 horas subsequentes (COFEN, 2009).
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26 Lee mas

Segurança emocional que fornece a enfermagem ao paciente no serviço de unidade coronária

Segurança emocional que fornece a enfermagem ao paciente no serviço de unidade coronária

administran cuidados de enfermería a pacientes en el servicio de Unidad Coronaria de una institución privada de salud de Córdoba, personal en cuidado directo al paciente y sus familias. Esta población está compuesta por un total de 20 enfermeras/os (N: 20). Los datos obtenidos fueron tomados a través de la técnica de observación directa, realizada a la población estudiada, en el mes de agosto, mientras brindaban cuidados directos a pacientes a su cargo y en su turno.

9 Lee mas

Diagnósticos de enfermagem ao paciente hospitalizado para correção de aneurisma de aorta

Diagnósticos de enfermagem ao paciente hospitalizado para correção de aneurisma de aorta

O Processo de Enfermagem (PE) direciona o planejamento e as decisões, necessárias à assistência ao paciente, com finalidade e intenção de agrupar atividades específicas do cuidado como parte de um método contínuo, sistematizado e não isolado. 6-7 A Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) é substancialmente importante para assistir o binômio cliente/cuidador, e é a metodologia mais pertinente para garantir um cuidado integral, individual, documentado e ininterrupto. Dessa forma, objetiva conservar, promover e restaurar de maneira segura a saúde do paciente, norteando as ações do enfermeiro no cotidiano de sua prática profissional. 6-7
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14 Lee mas

O estudante do curso de Enfermagem e o paciente terminal: uma relação desafiadora

O estudante do curso de Enfermagem e o paciente terminal: uma relação desafiadora

estudante, e este, possibilitar o sentido na presença do paciente, como parte do suporte. O estudante não sustenta a condição absurda da existência, pelo menos “ainda-não”, pois é movido por um sentido, pelo lugar diferente que ocupa. O estudante enquanto suporta o paciente terminal, ameniza o absurdo existencial daqueles pacientes que o vivenciam, através da possibilidade de instauração de sentido. Movido pelo sentido de seu cuidado, o cuidador pode “assumir a culpa” sem se sentir culpado, pois o paciente: “… sempre dá um jeito de culpar os outros pela situação que está vivendo”(E09). “Talvez seja a última vez que ele te xingue” (E07). Neste aspecto o cuidador assume também a responsabilidade do outro (Lèvinas, 1982), colocando-se como suporte, sujeito aos ataques do outro que se revolta contra a morte. Mas, essa relação conflitante cessa, pois a relação fundamental do ser vai além da relação com o outro, denunciando-se tudo o que não foi autêntico na relação do outro, porque se morre sozinho (Heidegger, 1998). É desse modo que a relação do estudante com o paciente terminal não se esgota apenas na relação com o outro, mas pode se tornar um auxilio para a relação do paciente consigo mesmo, através de um desligamento do outro e de sua existência. Esse fenômeno natural de desligamento do outro precisa ser reconhecido pelo estudante de modo também natural.
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17 Lee mas

O cuidado de enfermagem ao portador do pé diabético: revisão integrativa da literatura

O cuidado de enfermagem ao portador do pé diabético: revisão integrativa da literatura

O pé diabético é uma das complicações mais frequentes na atualidade em pacientes dia- béticos. E neste contexto, os enfermeiros têm um fundamental papel no tratamento destes pacientes, ao garantir orientação e seu autocuidado para melhor qualidade de vida e pre- venção. Trata-se de uma revisão integrativa que objetivou analisar as evidências científicas sobre as intervenções da enfermagem ao individuo portador da síndrome do pé diabético e identificar as evidências trabalhadas na enfermagem. Foi incluso uma amostra final de 10 artigos oriundos das bases de dados: SCIELO, BDENF e LILACS. Foi identificado o importan- te papel da orientação como instrumento de prevenção, onde o enfermeiro deve classificar e observar a evolução clínica da ferida com inspeção diária dos pés e utilização de meias e calçados especiais pelo paciente. Recomenda-se que o enfermeiro desenvolva consultas de rotina, bem como o exame completo dos pés, examinando os pulsos distais e, na sua ausência, comunicar ao médico da equipe para a devida referência à cirurgia vascular, para o tratamento que muitas vezes evitará uma amputação. Sugere-se o desenvolvimento de estudos clínicos que permitam assegurar a atuação do enfermeiro numa perspectiva clíni- ca de atenção à saúde ao adulto portador desta complicação.
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11 Lee mas

Contributos de enfermagem na prestação de cuidados ao utente em fase terminal no serviço de Medicina

Contributos de enfermagem na prestação de cuidados ao utente em fase terminal no serviço de Medicina

Estudar a morte é algo que pode ajudar a trabalhar com sua constante presença, surgindo daí a necessidade da profissional tornar-se familiarizada com a morte desde a graduação, com vistas a um preparo pessoal e profissional de forma a reduzir o stress e a ansiedade ao se discutir e conviver diariamente com essas situações de sofrimento, proporcionando ao profissional a elaboração e esclarecimento de suas preocupações frente ao desconhecido, para que seja capaz de manter uma relação interpessoal de ajuda, a qual é a essência do ato de cuidar, tanto com o paciente que necessita ser ajudado nesta fase de sua vida, quanto para com seus familiares.
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74 Lee mas

Visão do idoso quanto ao cuidado de enfermagem em instituição de longa permanência para idosos

Visão do idoso quanto ao cuidado de enfermagem em instituição de longa permanência para idosos

Então Braga (2013) traz o cuidado como a essência da profissão enfermagem, os profissionais devem perceber o que não é normalmente visto, olhando o paciente holisticamente e não a patologia como uma totalidade do idoso. Não devemos entender somente a parte orgânica, mas também sinais, olhares e palavras únicas. Ele nos diz que um dos primeiros aprendizados no Curso de Graduação em Enfermagem é o de estarmos atentos ao paciente “holisticamente” e a tudo o que ocorre ao nosso redor.

10 Lee mas

A segurança do paciente e o papel do enfermeiro: uma reflexão sobre o cuidado de enfermagem adequado e sem riscos

A segurança do paciente e o papel do enfermeiro: uma reflexão sobre o cuidado de enfermagem adequado e sem riscos

No Brasil, a preocupação com esse tema teve início em 1999, tendo sido criado, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA, o programa de segurança sanitária dos produtos e serviços com a finalidade de proteção e promoção da saúde. Após isto, graças à necessidade da ANVISA de obter informação qualificada sobre o desempenho dos produtos de saúde, criou-se a Rede Brasileira de Hospitais Sentinelas. As metas internacionais para a Segurança do Paciente identificadas foram: Identificação correta dos pacientes; Comunicação efetiva entre os membros da equipe de saúde; Segurança dos medicamentos; Prevenção de erros em cirurgias; Redução do risco de infecção associado aos cuidados de saúde; Redução do risco de lesões ao paciente em decorrência de queda (ANVISA, s/d).
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24 Lee mas

O olhar da equipe de enfermagem sobre o cuidado do paciente obeso em unidade de terapia intensiva

O olhar da equipe de enfermagem sobre o cuidado do paciente obeso em unidade de terapia intensiva

Outro cuidado que a equipe de enfermagem deve ter é questionar os locais de exames de imagens como a tomografia e a ressonância magnética se eles dispõem de equipamentos que suportem o paciente obeso (THOMPSON, 2017). Sobre a questão de exames a serem realizados no paciente obeso, poucos profissionais falaram sobre isso, mas eles relataram que sempre precisam informar ao local que o paciente é obeso para saber se eles têm condições de realizar esse exame, por exemplo, o tomógrafo de um destes hospitais não suporta realizar o exame em paciente obeso, então esse paciente precisa se deslocar para outra unidade de saúde ou cidade onde possa realizar o exame. Uma das falas que mais causaram reflexão foi a questão do óbito do paciente obeso, a necessidade de avisar ao serviço de funerária sobre a obesidade do paciente, para que não corra o risco da funerária trazer um caixão onde não caiba esse paciente, e isso gerou a dúvida se os serviços de funerária possuem caixões especiais para estes pacientes ou se até no momento de fragilidade desta família eles encontram está dificuldade para enterrar seu ente querido.
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78 Lee mas

Paciente fase terminal com neoplasia:: história de vida, aspectos psicoemocionais, relação com a equipe de enfermagem

Paciente fase terminal com neoplasia:: história de vida, aspectos psicoemocionais, relação com a equipe de enfermagem

Certamente, Sofia não apenas passou pela vida nesta fase difícil, ela viveu cada momento como se fosse o último permitido a ela, com muita alegria, enfrentamento e paixão. Porém, o inevitável aos que se encontram reféns de doenças terminais, aconteceu com Sofia, ao se levantar de sua cama em sua casa no dia 11 de maio de 2012, sofreu uma queda por fraqueza e debilitação muscular, pois estes já estavam tomados pelo câncer, sofrendo mais uma fratura. Foi internada no Hospital Regional em Cáceres e no dia 16 de maio transferida para o Hospital em Cuiabá onde passou seus últimos 7 dias de vida internada na Unidade de Terapia Intensiva - UTI, vindo a falecer no dia 23 de maio de 2012.
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13 Lee mas

Assistência da equipe de enfermagem ao paciente em sala de recuperação pós-anestésica

Assistência da equipe de enfermagem ao paciente em sala de recuperação pós-anestésica

Os dados foram coletados durante o mês de agosto de 2015, utilizando-se questionário semiestruturado elaborado pelos pesquisadores e composto por questões para caracterização sociolaborais. Ainda, continha questões em formato aberto relativas ao cuidado, às dificuldades vivenciadas e as ações de melhoria para a assistência ao paciente em recuperação anestésica, norteada pelas seguintes perguntas: a) quais os principais cuidados prestados ao paciente pós-operatório imediato na SRPA? b) como é o atendimento ao paciente em pós- operatório na SRPA? c) Quais as principais dificuldades que você enfrenta em seu local de trabalho? d) O que deveria ser mudado em relação aos recursos físicos, materiais e humanos para que o cuidado prestado na SRPA fosse diferente? Por quê?
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13 Lee mas

Enfermagem em Unidade de Terapia Intensiva: atenção ao paciente com sintomatologia psiquiátrica

Enfermagem em Unidade de Terapia Intensiva: atenção ao paciente com sintomatologia psiquiátrica

A gente tenta conversar para ver se ameniza a agitação um pouco. (T15) A UTI caracteriza-se pela alta complexidade e aparato tecnológico. Para que o cuidado de enfermagem seja efetivo, se faz necessário que o paciente seja visto em sua integralidade. Cabe ao enfermeiro desenvolver estratégias de cuidado com vistas à abordagem a diversas demandas desse paciente. 10-11 O processo de comunicação configura-se como um desses instrumentos, fortalecendo a interação, participação e corresponsabilização, subsidiando o cuidado, para que esse ocorra de forma ativa e eficaz ao paciente hospitalizado. 12 Por meio da comunicação a pessoa incorpora e processa as informações sobre seu estado de saúde-doença e, a partir daí, toma decisões e colabora no gerenciamento de seu processo terapêutico. 13
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14 Lee mas

SEGURANÇA DO PACIENTE: REVISÃO INTEGRATIVA DAS AÇÕES DE CUIDADO PROMOVIDAS PELA ENFERMAGEM

SEGURANÇA DO PACIENTE: REVISÃO INTEGRATIVA DAS AÇÕES DE CUIDADO PROMOVIDAS PELA ENFERMAGEM

de notificação de eventos adversos e 01 artigo (33%), das anotações de enfermagem quanto ao cuidado prestado. Entre as recomendações para promover a estratégia de comunicação efetiva houve a indicação da disponibilização de um ambiente para troca de experiência entre os profissionais sobre o assunto como medida disseminadora de uma cultura não punitiva, presente em 02 (67%) artigos. Outro, 01 (33%) artigo, tem como recomendação dos profissionais de enfermagem a realização de pesquisa de satisfação com os pacientes. Promover espaços para diálogo e exposição de vivências no local de trabalho é alternativa eficiente no estabelecimento de confiança, vínculo e respeito mútuos entre os profissionais, auxiliando na conversa aberta, não punitiva e sem receios sobre a ocorrência de eventos adversos, a fim de evitá-los (ARAÚJO, MEDEIROS, QUENTAL, 2016).
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6 Lee mas

Cuidado espiritual ao paciente terminal: uma abordagem a partir da bioética

Cuidado espiritual ao paciente terminal: uma abordagem a partir da bioética

Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), São Leopoldo, Rio Grande do Sul, Brasil. lucilda@unisinos.br Resumo: Artigo elaborado a partir de estudo qualitativo que levanta as características bioéticas no cuidado espiritual ao paciente terminal. Foi aplicado questionário e realizada entrevistada individual semi-estruturada com sete pastoralistas de hospitais da área metropolitana de Porto Alegre, escolhidos intencionalmente. Foi constatado que a formação em enfermagem não prepara o profi ssional para atender as necessidades espirituais do paciente terminal; mas, mesmo assim, esse tipo de cuidado se inclui entre suas tarefas. Frente a isso o estudo aponta a necessidade das funções das capelanias serem mais bem defi nidas e integradas às da enfermagem, para que o paciente terminal possa receber o cuidado espiritual adequado, sem sofrer interferências. A partir de parâmetros da bioética, a análise propõe uma integração entre o profi ssional de saúde e o espiritualista, no cuidado ao paciente. Como campo de refl exão isento de determinismos, a bioética revela-se instrumento capaz de orientar condutas, evidenciadas nas falas dos entrevistados. O esforço de captar as peculiaridades vivenciadas pelos pacientes nas situações concretas, traduz o espaço da bioética no campo da espiritualidade.
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21 Lee mas

Recomendações para o cuidado de enfermagem ao paciente no pós-operatório imediato de transplante de fígado em terapia intensiva

Recomendações para o cuidado de enfermagem ao paciente no pós-operatório imediato de transplante de fígado em terapia intensiva

enxerto e afeta negativamente a sobrevida deste (FELTRACCO et al., 2011). Uma revisão abordou o tema de qualidade e segurança e apresentou a experiência de uma política de prevenção para detectar erros antes que eles aconteçam por meio de ações como relatórios de incidentes, denúncias anônimas e voluntários de eventos adversos ou quase-erros para um programa de transplante de fígado (DELLA ROCCA et al., 2010). O estudo apresenta como indicadores de pós-operatório a relação enfermeiro/paciente; ventilação mecânica; ventilação não-invasiva; perda de sangue; Unidades de transfusão de concentrado de hemácias, componentes do sangue transfundido (plasma fresco congelado, fibrinogênio, complexo protrombina complexo, fator VII recombinante ativado); infusão contínua de drogas cardioativas e/ou vasoativas (dose e da duração da perfusão); complicação pulmonar nas primeiras 72 horas; complicação cardiovascular dentro das primeiras 72 horas na UTI; insuficiência renal aguda nas primeiras 72 horas na UTI; complicação hepática por disfunção primária; doença neurológica; tempo de permanência na UTI; e morte pós-operatória na UTI.
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124 Lee mas

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