PDF superior O desenvolvimento de competências sociais na educação de infância: a música como estratégia de intervenção

O desenvolvimento de competências sociais na educação de infância: a música como estratégia de intervenção

O desenvolvimento de competências sociais na educação de infância: a música como estratégia de intervenção

Será também apresentada a problemática do estudo que decorreu durante a prática de JI, numa sala com crianças entre os 2 e os 4 anos, tendo como base uma observação atenta e cuidada das características do grupo e de cada uma individualmente. Verifiquei alguns problemas no grupo em regular os seus comportamentos, sendo evidente os constantes conflitos sociais vivenciados, que se baseavam principalmente em disputas pela posse de objetos e intrusões em brincadeiras. É um grupo que ainda apresenta dificuldades em dialogar, negociar, cooperar, existindo falta de comunicação e troca de opiniões e ideias, para que as crianças sejam capazes de revolver os seus conflitos autonomamente, uma vez que recorrem constantemente ao adulto para os solucionarem. Após deparar-me com estas situações e de refletir sobre todos os aspetos mencionados, senti necessidade de intervir para tentar colmatar estas dificuldades, procurando ajudar e melhorar as competências sociais das crianças, utilizando a música como estratégia privilegiada para regular, estabilizar e controlar comportamentos mais agressivos, promovendo relacionamentos adequados. Constatei que quando o grupo estava envolvido em atividades de música, as suas atitudes modificavam-se, adotando uma postura mais serena, menos conflituosa, pelo que optei por adotá-la como recurso privilegiado. Neste sentido, a problemática do estudo irá incidir sobre o desenvolvimento de competências sociais na educação de infância, utilizando a música como estratégia de intervenção.
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92 Lee mas

J. S. Bach no jardim de infância e na creche: a grande música para crianças pequeninas

J. S. Bach no jardim de infância e na creche: a grande música para crianças pequeninas

O tema escolhido para o meu projeto de intervenção foi "J. S Bach no Jardim de Infância e na Creche. A grande música para crianças pequeninas". Este tema surgiu no âmbito do estágio curricular do Mestrado em Educação Pré Escolar, lecionada no Instituto de Educação da Universidade do Minho. Foi escolhido em parte pelas crianças, atendendo ao seu gosto, motivações e interesses e após ter feito um primeiro contato com o meu grupo de pré escolar. Este é um grupo considerado heterogéneo no que se refere à sua constituição, sendo composto por 23 crianças de 3 anos, divididas por 8 meninas e 15 meninos. Como é constituída na maioria por rapazes, sendo estes bastante energéticos não conseguindo estar concentrados muito tempo numa atividade e distraindo-se facilmente com pequenas coisas, sugeri trabalhar algo de forma que os impelisse a mexer. Após algumas conversas com a minha Professora Orientadora surgiu a ideia de integrar a dança no projeto, pois não é só uma ação pedagógica mas também psicológica, com o fim de normalizar ou melhorar o comportamento da criança, além de proporcionar o resgate de valores culturais, o aprimoramento do sentido estético, e o prazer da atividade lúdica para o desenvolvimento físico, emocional e intelectual. Outra motivação que me fez trabalhar esta área, é que a música é pouco valorizada nos dias de hoje, mas estudos realizados constatam que as experiências musicais nos primeiros tempos de vida são fulcrais para o desenvolvimento quer intelectual, quer afetivo da criança, sendo uma área de grande valor.
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108 Lee mas

Intervenção precoce na infância: estudo sobre a exclusão social em crianças com necessidades educativas especiais no concelho de Montemor-o-Novo

Intervenção precoce na infância: estudo sobre a exclusão social em crianças com necessidades educativas especiais no concelho de Montemor-o-Novo

tendo em conta os critérios de elegibilidade, isto é, estão formulados indicadores que confirmam se a criança pode e deve ser sinalizada e posteriormente acompanhada pela EIP. Critérios esses que, embora já estejam desenvolvidos ao longo do trabalho, se resumem a alterações nas funções ou estruturas do corpo e/ou risco grave de atraso de desenvolvimento. No entanto, através das entrevistas aplicadas foi possível perceber que todos os profissionais em estudo se mantêm alerta relativamente a sinais que possam desencadear alguma suspeita de que determinada criança necessite de acompanhamento, uma vez que a referenciação pode ser feita por qualquer membro que conviva com a criança, quer seja família, amigos, vizinhos, profissionais da área da intervenção precoce, educadores ou auxiliares, médicos ou enfermeiros. Sendo que, como já referi, a envolvente familiar é uma das mais importantes para que a criança desenvolva de forma saudável, torna-se imprescindível perceber em que consiste o contexto familiar. Pôde-se concluir que, apesar de ser unanime a importância do mesmo, os contextos familiares nem sempre são os melhores. Foi mencionada principalmente a incapacidade dos pais de cuidar das suas crianças e por vezes até mesmo o desinteresse em participar no desenvolvimento desta, acabando por se concluir que os pais/encarregados de educação se demitem do cargo, surgindo a necessidade de os capacitar para que seja possível adquirirem competências e ferramentas para o efeito.
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183 Lee mas

A Educação Musical nos jardins de infância e no primeiro ciclo da escola portuguesa, num contexto de interdisciplinaridade para a aquisição de competências

A Educação Musical nos jardins de infância e no primeiro ciclo da escola portuguesa, num contexto de interdisciplinaridade para a aquisição de competências

simbolismo apresentacional em que a ideia não é traduzível em unidades de significação e portanto a sua mensagem não é o conjunto das partes, só podendo ser apreendida como uma totalidade através de matizes, conotações e sensações. É nesta dimensão que Langer situa o mito e o ritual, e os níveis mais elevados deste simbolismo apresentacional exprimem-se através de formas artísticas. Daí o carácter único e valioso da arte. O Projecto Cero fundado por Goodman foi uma das vertentes do seu trabalho, onde liderou um grupo de trabalho de Harvard, o qual realizou investigações básicas nas artes e na educação desde meados da década de 60. Na sua obra Ways of Worldmaking (1978), Goodman faz um estudo analítico de tipos e funções de símbolos e de sistemas simbólicos, e introduz o conceito do sistema notacional: um sistema de símbolos que satisfaz diversos critérios sintácticos e semânticos. Este sistema notacional permite identificar os elementos constituintes de um símbolo e o seu significado (sintaxe) e a forma em que se podem combinar em sistemas simbólicos com determinado sentido (semântico). Para Goodman, nem todas as áreas são passíveis desta análise simbólica, mas por exemplo a notação da música ocidental e a que melhor cumpre os critérios sintácticos e semânticos, e a pintura a que mais se afasta destes critérios em todos os níveis possíveis. De qualquer forma o avanço conseguido com este conceito, cumpre dois grandes objectivos: - em primeiro lugar, pode-se examinar e comparar toda a gama de sistemas de símbolos criados por seres humanos à luz de um único grupo de critérios, o que já constitui um grande avanço em relação à falta de critérios de Cassirer e a simples classificação de simbolismo discursivo e apresentacional de Langer; - em segundo lugar e mais importante que o primeiro, permite investigar se intervêm diferentes processos psicológicos ao funcionar com sistemas de símbolos de diferentes espécies de notação, e ainda se o processamento dos vários sistemas corresponde a uma determinada zona do cérebro. Continuando nesta linha de inquietação sobre os processos da criatividade humana, Howard Gardner (1978), insinua que a actividade artística combina aspectos subjectivos e objectivos e que os objectos estéticos produzem no observador estímulos cognitivos e afectivos. Com base nesta interdependência, Gardner propõe três sistemas interactivos no desenvolvimento psicológico:
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478 Lee mas

O papel das metaciências na promoção da educação para o desenvolvimento sustentável

O papel das metaciências na promoção da educação para o desenvolvimento sustentável

O desenvolvimento de competências sociais faz-se permitindo ao aluno que construa os seus próprios modelos, que os afira, questione e discuta e, depois, decida sobre qual optar. Não se gera conflito sócio-cognitivo sem envolver o aluno no assunto que está a ser trabalhado. Porém, para que os professores possam pretender promover estas práticas é necessário que a sua formação, inicial e contínua seja planeada e suportada nas perspectivas sócio-construtivistas. Constitui um contra-senso promover a formação de professores recorrendo a metodologias behavioristas e pressupor que eles irão aplicar na sua sala de aula práticas inovadoras e dialécticas, que não vivenciaram, nem sabem como se implementam ou que vantagens trazem para as práticas de sala de aula. É, assim, fundamental que os professores mudem as suas práticas, mas é ainda mais premente que aqueles que os formam as mudem também, para que os futuros professores contactem com práticas inovadoras antes mesmo do início da sua actividade como docentes. Para que a adaptação das práticas utilizadas pelos professores seja maior e se actue, também, de forma sustentada como classe docente, cremos ser fundamental que se promovam acções de formação com o formato de oficinas de trabalho, realizadas nas escolas, respondendo a necessidades concretas daquela comunidade educativa, com um projecto de intervenção que será posto em prática pelos próprios professores, apoiados pelo formador.
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19 Lee mas

Arranjos produtivos locais como estratégia de desenvolvimento regional e local

Arranjos produtivos locais como estratégia de desenvolvimento regional e local

Recebido em janeiro de 2007 Aprovado em fevereiro de 2008 Resumo: O artigo tem como objetivo analisar os processos de formação e de desenvolvimento dos Arranjos Produtivos Locais (APLs) como importante instrumental analítico e de ação política de desenvolvimento local. Para a consecução desse objetivo, utilizou- se a concepção teórica dos Arranjos Produtivos Locais, (APLs) bem como a análise da experiência internacional e nacional e suas contribuições para o desenvolvimento local/regional/nacional. Nesse contexto, com a finalidade de investigar a potencialidade do Município de Guarapuava, em apresentar elementos constitutivos de um APL, utilizou-se como referência os estudos realizados pela Secretaria do Estado de Planejamento e Coordenação Geral (SEPL) e pelo IPARDES na identificação, caracterização, construção de tipologia e apoio na formulação de políticas para os Arranjos Produtivos Locais do Estado do Paraná. Verificou-se, a partir da metodologia utilizada deste estudo, que em Guarapuava, a atividade madeireira apresentou algumas características que podem ser identificadas como um possível APL. Palavras-chave: Arranjos produtivos locais. Desenvolvimento local. Guarapuava.
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20 Lee mas

ALIMENTAÇÃO NA PRIMEIRA INFÂNCIA

ALIMENTAÇÃO NA PRIMEIRA INFÂNCIA

Conforme pode-se observar na Tabela 2, 50% das crianças ainda mamam no peito segundo inquérito alimentar com crianças menores de 6 meses. Sendo este um fator importante para manutenção do estado de saúde e prevenção de doenças, pois o leite materno é completo a possibilita à criança uma alimentação completa, enquanto não estiver em alimentação complementar.

6 Lee mas

Os idosos na aquisição de competências TIC

Os idosos na aquisição de competências TIC

consciencialização social e política nacional com o intuito de perspetivar um futuro sustentável, assente em valores de equidade para ambos jovens e idosos. Para tal, nos últimos anos têm surgido medidas e planeadas estratégias, que passam por reformas sociais, económicas e de saúde. Segundo Bugalho (2005) o envelhecimento da população conduz à definição de uma política de envelhecimento, alicerçada em parcerias, que permita a consolidação dos seus direitos sociais e que resulte na afirmação do grupo das pessoas com mais idade como sendo um forte potencial social, económico e cultural. Ainda a mesma autora, reconhecendo o valor inestimável da família, salienta que as medidas adotadas deverão facilitar a permanência do idoso no seu seio familiar, para além de considerar pertinente o desenvolvimento de um Plano Gerontológico Nacional. No fundo, trata-se de criar um conjunto de redes e serviços a nível local, geridas por um Plano Gerontológico Nacional, onde seja possível responder às necessidades reais e individuais de cada pessoa idosa, de acordo com um diagnóstico previamente realizado. E, para uma maior divulgação dos serviços que existem, o papel das autarquias, sobretudo através das juntas de freguesia, é fundamental, já que são entidades mais próximas da população.
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10 Lee mas

A infância em foco: Estado, políticas públicas e educação

A infância em foco: Estado, políticas públicas e educação

Quando, seu moço, nasceu meu rebento, não era o momento dele rebentar. Já foi nascendo, com cara de fome e eu não tinha nem nome prá lhe dar. Como fui levando, não sei lhe explicar. Fui assim levando, ele a me levar. E na sua meninice, ele um dia me disse que chegava lá. Olha aí! Olha aí! Olha aí! Ai o meu guri, olha aí! Olha aí! É o meu guri e ele chega! Chega suado e veloz do batente, traz sempre um presente prá me encabular, tanta corrente de ouro, seu moço! Que haja pescoço prá enfiar. Me trouxe uma bolsa, já com tudo dentro, chave, caderneta, terço e patuá. Um lenço e uma penca de documentos prá finalmente eu me identificar. Olha aí! Olha aí! Ai o meu guri, olha aí! Olha aí! É o meu guri e ele chega! Chega no morro, com carregamento, pulseira, cimento, relógio, pneu, gravador, rezo até ele chegar. Cá no alto, essa onda de assaltos tá um horror. Eu consolo ele, ele me consola, boto ele no colo prá ele me ninar, de repente acordo, olho pro lado e o danado já foi trabalhar. Olha aí! Olha aí! Ai o meu guri, olha aí! Olha aí! É o meu guri e ele chega! Chega estampado, manchete, retrato, com venda nos olhos, legenda e as iniciais, eu não entendo essa gente, seu moço! Fazendo alvoroço demais, o guri no mato, acho que tá rindo, acho que tá lindo, de papo pro ar, desde o começo eu não disse, seu moço! Ele disse que chegava lá. Olha aí! Olha aí! Olha aí! Ai o meu guri, olha aí Olha aí! E o meu guri! (Buarque, 1981, s/p).
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21 Lee mas

Jogos e brincadeiras na infância : o Projeto Educação com Movimento e a educação física nos anos iniciais do ensino fundamental no Distrito Federal

Jogos e brincadeiras na infância : o Projeto Educação com Movimento e a educação física nos anos iniciais do ensino fundamental no Distrito Federal

A Educação Física tem sofrido transformações importantes ao longo dos anos, e para uma boa atuação profissional o professor de Educação física deve conhecer em profundidade elementos importantes, assim como novas propostas e métodos que possam ser utilizados. Os jogos e as brincadeiras na infância promovem uma formação motora, cognitiva e social e considerando esta importância este trabalho tem o objetivo de identificar e problematizar os jogos e brincadeiras, como método e conteúdo, trabalhadas na Educação Física nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, a partir do Projeto Educação com Movimento, da Secretaria de Educação do Distrito Federal. A metodologia utilizada foi um estudo exploratório com abordagem qualitativa com utilização de levantamento bibliográfico e documental. Por fim, observou-se que experiências como a estudada, de inserção dos professores de Educação Física nos Anos iniciais do Ensino Fundamental, tem sido inovadoras e que do papel da escola e do professor são exigidos cada vez mais uma atuação voltada para o desenvolvimento do movimento e para a consciência corporal. O Projeto colaborou de forma transformadora ao introduzir nos espaços de educação pública conhecimentos ainda inexplorados nestes espaços alcançando com destaque a educação como ferramenta de inclusão.
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49 Lee mas

Leitura e contação de histórias : desenvolvimento da imaginação na educação infantil

Leitura e contação de histórias : desenvolvimento da imaginação na educação infantil

Logo no segundo semestre, comecei a estagiar no Departamento de Processos Psicológicos Básicos do Instituto de Psicologia na própria UnB. Lá fiz amizades e conheci pessoas maravilhosas, que ajudaram no meu desenvolvimento e crescimento pessoal e profissional, neste local fiquei como estagiária durante dois anos que era o limite do tempo de contrato de estágio. Antes de completar os dois anos passei no processo seletivo do Sesc - Serviço Social do Comércio, para trabalhar na área de Educação. Fui para a unidade do Edusesc - Módulo de Educação e Cultura, onde trabalhei com duas turmas, uma de creche 3 anos e outra de 1º ano do Ensino Fundamental, foi uma experiência enriquecedora para a minha formação, pois o que vi em teoria durante todo curso pude colocar em prática durante esse momento de estágio.
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44 Lee mas

A educação sexual na escola e as causas que interferem o seu desenvolvimento

A educação sexual na escola e as causas que interferem o seu desenvolvimento

Artículo Recibido: 05/10/2016 Aceptado para Publicación: 09/11/2016 RESUMO: A Educação Sexual é um tema de relevada importância para a formação do indivíduo, deve ser inserida nas práticas pedagógicas do ensino fundamental. O problema da pesquisa está em saber quais são as causas que interferem no desenvolvimento do ensino da Educação Sexual, de forma transversal, nas disciplinas das séries finais do Ensino Fundamental da Escola Pe. José de Anchieta do Município de São Sebastião da Boa Vista – Marajó – Pará – Brasil. O estudo tem como objetivo analisar quais seriam as causas mencionadas no problema da pesquisa, através de um estudo não-experimental de coorte transversal. Trata-se de estudo de caso, tendo como totalidade da população a comunidade educativa da escola composta por 01 gestora, 17 professores, 254 alunos e 254 pais das séries finais. A amostra foi constituída por 01 (uma) gestora, 17 (dezessete) professores, 75 (setenta e cinco) alunos e 75 (setenta e cinco) pais, representando 30% do universo do objeto de estudo. A metodologia de pesquisa tem como enfoque qualitativo-quantitativo. Como instrumentos de pesquisa utiliza-se a observação direta, enquetes aplicadas aos alunos, aos pais e professores e entrevista semiestruturada aplicada à gestora. Com a análise dos dados obtidos nas respostas, ratifica-se o pressuposto apresentado na hipótese de que a falta de preparação e atualização dos docentes; a interferência dos pais e a existência de tabus e preconceitos da comunidade são as principais causas que interferem para que o ensino da Educação Sexual se desenvolva de forma transversal em todas as disciplinas da escola. Diante disso, a pesquisa recomenda que sejam oferecidas aos professores formações continuadas que abordem o tema pesquisado; que consigam efetivar a Educação Sexual nas disciplinas do currículo escolar, como propõe os PCNs; que a gestão promova, encontros, palestras, onde professores, pais e/ou responsáveis participem, integrados, com o intuito da conscientização da necessidade do tema a ser abordado em sala de aula.
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15 Lee mas

TítuloEducador de infância, um educador de adultos   Articulação entre os objectivos da educação de adultos e os objectivos da educação de infância

TítuloEducador de infância, um educador de adultos Articulação entre os objectivos da educação de adultos e os objectivos da educação de infância

Este ponto que desenvolvemos no parágrafo anterior, leva-nos a reflectir algo importante: a Educa9ao de Infancia nao é obrigatória, mas essencial, por isso é necessário sensibilizar as f[r]

5 Lee mas

Uma proposta de intervenção para prevenção de parasitoses em crianças escolares na Estratégia Saúde da Família

Uma proposta de intervenção para prevenção de parasitoses em crianças escolares na Estratégia Saúde da Família

A UNA-SUS e a equipe mantenedora do ARES não se responsabilizam por qualquer uso ilícito, não autorizado e/ou em discordância com este Termo, feito por usuário. Este Termo de Uso poderá ser alterado a qualquer tempo, sem aviso prévio, a critério da UNA-SUS. O uso do ARES, ou de qualquer um dos conteúdos nele disponibilizados, implica necessariamente na concordância com o Termo de Uso vigente no momento do uso.

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Gênero, educação e desenvolvimento: os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio de número dois e três na América Latina

Gênero, educação e desenvolvimento: os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio de número dois e três na América Latina

Estudos de caráter qualitativo no Brasil e no Chile evidenciam impactos positivos na identidade das beneficiárias. No Brasil, estes impactos parecem originar-se do papel que estas mulheres passam a desempenhar como consumidoras. Ao possuírem mais recursos financeiros, decresce a dependência que elas tendem a apresentar em relação aos companheiros ou cônjuges. Esta mudança na alocação do poder econômico dentro do ambiente familiar confere à mulher não apenas o poder de escolha sobre o que se consome, mas também uma maior auto-estima, o que a encoraja a negociar e dialogar mais com o companheiro, com o fim de tomar decisões conjuntas. No Chile, este senso de identidade parece resultar do componente familiar presente no programa Chile Solidario. Beneficiárias passam a se sentir confiantes para se enxergarem como indivíduos e não apenas como mães ou esposas. É importante ressalvar, porém, que o aumento da auto-confiança e autonomia das mulheres não quer dizer necessariamente que seus companheiros estão dispostos a dividir com elas as tarefas domésticas, tradicionalmente vistas como femininas, o que permanece sendo uma forma de opressão contra as mulheres. Apesar destas avaliações positivas, há autores que não vêem os PTCRs como as estratégias mais eficazes para o combate à desigualdade de gênero. Exemplos são Molyneux (2009) e Jenson (2009), que afirmam que PTCRs reforçam papéis tradicionais de gênero, no lugar de mitigá-los. Afinal, a mulher é usualmente a recipiente primária da transferência de renda por conta do estereótipo feminino de guardiã das crianças. A perspectiva de investimento social, que está por trás de grande parte dos PTCRs, tem como foco o bem-estar da criança –sendo a mulher vista como mero instrumento para atingir tal fim. De fato, os PTCRs não foram elaborados com o fim primário de suprir as necessidades das mulheres. Em certas situações, os programas podem fazer com que seja necessário escolher entre o bem-estar da mulher ou o da criança, além de reforçar estereótipos de gênero, o que pode representar um retrocesso em relação às conquistas feministas das últimas décadas.
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19 Lee mas

PALAVRAS NA INFÂNCIA: RESSIGNIFICANDO SENTIDOS

PALAVRAS NA INFÂNCIA: RESSIGNIFICANDO SENTIDOS

No decorrer dos encontros, entretanto, os alunos compreenderam que o material produzido por eles é uma ferramenta importante para trilhar a caminhada escolar e que através da leitura e suas imensas possibilidades de interpretação é permissível conhecer um novo universo de aprendizados e diversão. Também é de grande relevância mencionar que alguns alunos preferiram dar significados a algumas palavras através de desenhos, o que nos leva a pensar na impossibilidade de a palavra abrigar todos os sentidos. Sendo assim, começaram a participar com mais concentração e entusiasmo. Com as atividades realizadas, desenvolveu-se a oralidade e a escrita, além de expressar também a linguagem através de desenhos, valorizando a criatividade.
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5 Lee mas

Controvérsias e representação de papéis como estratégia de educação ambiental

Controvérsias e representação de papéis como estratégia de educação ambiental

A representação de papéis é uma estratégia educativa de ensino-aprendizagem que permite trabalhar com os alunos questões controversas que afetam a nossa sociedade. O processo de partilha de ideias de diferentes personagens pode consciencializar os alunos quanto ao modo de funcionamento da sociedade e das suas próprias formas de agir e viver. Estas práticas pedagógicas constituem uma resposta válida para responder aos desafios que se colocam ao Ensino em geral, e à Educação em Ciências em particular, de forma a proporcionar aos alunos uma formação que lhes confira capacidades para lidar, responsavelmente, com os vários problemas do seu quotidiano. Assim, esta investigação sobre a própria prática profissional teve como objetivo compreender quais as potencialidades e as limitações associadas à discussão de controvérsias socioambientais com base na representação de papéis, designadamente no desenvolvimento de competências e na promoção da consciência ambiental dos estudantes. Os participantes deste estudo foram os estudantes de duas turmas do curso de licenciatura em educação básica a frequentar uma unidade curricular de ambiente. Para a concretização do objetivo enunciado, utilizaram-se os seguintes instrumentos de recolha de dados: a) um questionário de avaliação da atividade; b) reflexões de grupo; e c) uma entrevista a um elemento de cada grupo de trabalho. As fontes de dados obtidas foram submetidas a uma análise de conteúdo e as categorias expressas através de frequências relativas de forma a melhor compreender as tendências e a representatividade de cada uma delas. Verificou-se que os alunos foram capazes de considerar o envolvimento de diversos interesses e das relações ao nível Ciência, Tecnologia, Sociedade e Ambiente (CTSA) na problemática ambiental em estudo. Foram ainda identificados alguns problemas que podem surgir associados a esta estratégia de ensino-aprendizagem, centrados nos alunos e na forma como o professor planeia e gere a discussão. Embora existam evidências de como esta prática pedagógica pode contribuir para a adoção de comportamentos mais conscientes e “amigos do ambiente”, alguns testemunhos remetem para uma descrença em relação ao papel individual que se pode exercer a respeito dos problemas ambientais do planeta. Por permitir uma melhoria da compreensão da vertente social subjacente às controvérsias socioambientais este tipo de práticas poderá desencadear um maior compromisso ambiental orientado para uma ação em prol do ambiente.
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9 Lee mas

A prática de canto coral e o desenvolvimento de habilidades sociais

A prática de canto coral e o desenvolvimento de habilidades sociais

Através da história, sabe-se que a música vem sendo utilizada de forma terapêutica por séculos. Isto transparece nos papiros médicos egípcios, na mitologia grega e nos escritos do povo hebreu. Sabe- se, ainda, que reflexões filosóficas sobre o seu lugar na educação teriam influenciado o período Medieval e a Renascença (Grout, 2001; Hatem, Lira y Mattos, 2006; Jaeger, 1989; Sekeff, 2007). Portanto, a música é um fenômeno social que mantém funções tradicionais e sentidos próprios em diferentes sociedades ao longo da História (Ilari, 2006). Para Sacks (2007), os humanos constituem uma espécie musical, além de linguística. Ele menciona que a humanidade, com pouquíssimas exceções, é capaz de perceber música, tons, timbres, intervalos de notas, contornos melódicos, harmonia e ritmo. A fim de que possa interagir com esses elementos e construir a música na mente, ela usa muitas partes do cérebro.
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16 Lee mas

Comportamento antissocial na infância e adolescência

Comportamento antissocial na infância e adolescência

Kagan (2004) menciona alguns factores que influenciam o desenvolvimento do comportamen- to antissocial no indivíduo: (1) a história da infância, (2) o papel das categorias sociais, (3) o papel do temperamento no comportamento associal e, por fim, (4) o papel da cultura. No que diz respei- to à história da infância (1), este factor divide-se em quatro tipos de histórias possíveis: crianças que não foram eficazmente socializadas vivem a frustração resultante da desvantagem económica, do insucesso escolar e da rejeição pelo grupo de pares. Por conseguinte, estes jovens desenvolvem hostilidade relativamente aos outros e/ou em relação à sociedade e possuem um fraco controlo das suas tendências antissociais. Um outro tipo refere-se àquelas crianças que são membros de um grupo ou bando antissocial. Deste modo, a criança necessita de vinculação ao grupo para protec- ção ou auto-valorização. Um terceiro tipo foi socializado pela família ou pelos colegas de modo a fazê-los acreditar que (porque são vítimas na sua sociedade) é-lhes ilícito agredir quem os explo- rou. Assim, estes jovens acreditam que roubar é uma forma legítima de vingança. Por último, e con- siderado como o tipo mais raro, crianças que experienciaram uma espécie de prazer hedónico (na maioria das vezes de natureza sexual) na sequência do cometimento de um acto associal (e. g. alguns rapazes têm um orgasmo quando assistem a um incêndio que eles próprios atearam).
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Escuta (cria)tiva: Propostas para o desenvolvimento da escuta musical na educação básica

Escuta (cria)tiva: Propostas para o desenvolvimento da escuta musical na educação básica

Esses movimentos dos elementos percebidos na imaginação estão carregados de afetos. O plano sonoro que se constrói nunca é expressivamente neutro, mas sim carregado de emoções diversas. A dimensão expressiva pode estar relacionada ao poder de certas sonoridades nos afetarem de um modo instintivo, o que faz, por exemplo, que um som forte desperte habitualmente sensações completamente diferentes de um outro som de baixa intensidade. Da mesma forma, os ritmos e as velocidades tem sua expressão diferenciada e característica. O afeto também pode estar relacionado a uma herança histórica, que associa certas sonoridades a contextos que as utilizavam no passado. Assim, por exemplo, uma caixa clara pode evocar música militar, um sino pode evocar atmosfera religiosa. O material musical não consiste apenas da dimensão acústica imediata, mas carrega também essas camadas de referências mais sutis. De um modo amplo, pode-se dizer que toda música alimenta seus sentidos possíveis da história e que um material musical sempre traz sombras de seu passado.
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15 Lee mas

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