PDF superior EDUCAÇÃO FINANCEIRA NA ESCOLA MUNICIPAL E NA COMUNIDADE

EDUCAÇÃO FINANCEIRA NA ESCOLA MUNICIPAL E NA COMUNIDADE

EDUCAÇÃO FINANCEIRA NA ESCOLA MUNICIPAL E NA COMUNIDADE

Muitas vezes, as pessoas têm dificuldades em realizar gestão de suas finanças pessoais. Não analisam de forma adequada vantagens e desvantagens de compra à vista ou parcelada, não se programam de maneira satisfatória sobre seus gastos. O resultado dessa habilidade limitada em gerir o próprio orçamento pode transformar-se em endividamento, inadimplência ou falta de controle financeiro. Portanto, objetivou-se realizar uma pesquisa sobre a situação financeira que a nossa comunidade escolar se encontra, visto que a Escola Municipal de Ensino Fundamental Patrício Dias Ferreira está inserida em uma região de baixo poder aquisitivo. Optamos por elaborar questionários com perguntas de alternativas qualitativas, aplicado aos alunos e a comunidade. Percebemos com essa pesquisa que a maior parte dos estudantes da escola e até mesmo comunidade escolar possui hábitos financeiros mais equilibrados, sabem conviver com a restrição. Acreditamos que esse projeto contribuiu com a comunidade escolar, no sentido de refletir sobre a importância do consumo consciente, a previsão de gastos, revendo sua habilidade de gerir seus recursos financeiros.
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CURSO EXPERIMENTAL NA ESCOLA: PERCEPÇÕES DE ESTUDANTES DA EDUCAÇÃO BÁSICA SOBRE O QUE É CIÊNCIA

CURSO EXPERIMENTAL NA ESCOLA: PERCEPÇÕES DE ESTUDANTES DA EDUCAÇÃO BÁSICA SOBRE O QUE É CIÊNCIA

O presente trabalho trata-se de uma pesquisa qualitativa, realizada por meio de Curso Experimental, em uma escola municipal de Ensino Fundamental, com baixo Índice de Desenvolvimento Educação Básica (IDEB), situada na periferia do município de Uruguaiana/RS. Teve como público alvo 17 estudantes do 9º ano, entre meninas e meninos, com idade entre 14 e 16 anos e tinham perfil de baixa renda. O curso teve duração de uma semana, durante o mês de junho de 2018, ocorreu no turno inverso das aulas e as atividades do mesmo foram divididas em duas etapas: 1º e 5º dia no laboratório da escola e 2º, 3º e 4º dia nos laboratórios da Unipampa/Campus Uruguaiana.
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Os Ciclos de Formação e Desenvolvimento Humano e a realidade da Educação Física na escola pública

Os Ciclos de Formação e Desenvolvimento Humano e a realidade da Educação Física na escola pública

O presente trabalho trata-se de uma pesquisa de um projeto maior onde, através do trabalho coletivo e da metodologia pesquisa-ação buscou-se compreender a realidade de Ciclos de Formação e Desenvolvimento Humano implantado pela Rede Municipal de Educação de Goiânia, e, mais especificamente, identificar que papel ocupa a Educação Física neste contexto. Buscou-se ainda investigar a atuação dos professores no espaço da escola, as mudanças ocorridas e os problemas do ensino da educação física escolar diante deste novo desafio, para propor discutir esses elementos em um seminário interno do coletivo de participantes como forma de qualificar a prática e a formação continuada.
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Desenvolvimento de um projeto de ação pedagógica para conscientização ambiental com alunos de 9º ano do Ensino Fundamental

Desenvolvimento de um projeto de ação pedagógica para conscientização ambiental com alunos de 9º ano do Ensino Fundamental

A abordagem de temas ambientais na escola de modo a criar uma oportunidade de reflexão mostra-nos a possibilidade de (re)significá-los. Porém, contraditoriamente, atitudes que apontem para um “saber-lidar” com estas questões, ou mesmo que vislumbrem suas soluções, parecem estar distantes da escola e fora do alcance da maioria das pessoas (Allain & Wakisaka, 1999). Isto é confirmado neste trabalho, onde constatamos o baixo nível da Educação Ambiental presente na comunidade escolar onde foi desenvolvido o projeto, assim como a dificuldade de integrar aprendizados vividos na escola aos outros espaços sociais. Os alunos possuem alguma informação sobre o assunto, mas é preciso orientação para a tomada de atitudes que contribuam com a melhora das condições de manutenção de um ambiente saudável. Professores, por sua vez, demonstram preocupação sobre as questões ambientais, porém faltam-lhes informações para a tomada de atitudes que efetivem a conscientização. Podem e devem, portanto, se apropriar da investigação favorecendo a melhora da qualidade das ações educacionais, transformando a escola em verdadeiro palco para o ensaio da (re)integração do ser humano à natureza.
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A educação sexual na escola e as causas que interferem o seu desenvolvimento

A educação sexual na escola e as causas que interferem o seu desenvolvimento

A pesquisa iniciou-se com a observação direta no ambiente escolar no período de Março/ junho de 2016, junto às turmas pesquisadas, alunos e os professores das séries finais do ensino fundamental do turno matutino da Escola Municipal de Ensino Fundamental Padre José de Anchieta, do município de São Sebastião da Boa Vista – Marajó – Pará – Brasil. Considerando-se como se portavam, como dialogavam e quais as posturas tomadas pelos alunos pesquisados, quando o assunto envolvia o tema “sexualidade”. Com os registros feitos, os dados coletados foram posteriormente analisados. De acordo com Hernández Sampieri (2006), esse tipo de procedimento (a observação) é o “registro sistemático, válido e confiável de comportamento ou conduta manifesta”.
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Os modos de estruturação da Educação em Saúde na escola

Os modos de estruturação da Educação em Saúde na escola

O primeiro contato com o objeto de pesquisa caracterizou-se como estudo exploratório, pois consistiu em levantar informações e mapear sobre o campo empírico a ser estudado (Severino, 2007). No estudo exploratório obtivemos dados de variadas fontes: participação em reuniões com professores, entrevistas semiestruturadas, observações em sala de aula e análise documental. As entrevistas foram realizadas com 12 professoras do município do Rio Grande, RS, Brasil, todas com exercício da docência nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Os documentos escolhidos para análise consistiram nas orientações curriculares do 1º ao 5º ano da rede municipal de ensino do município de Rio Grande, RS, Brasil e nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN). Os PCN utilizados foram os de Ciências Naturais (bloco temático ‘ser humano e saúde’), e o do Tema Transversal Saúde, ambos destinados da 1ª a 4ª série do Ensino Fundamental. Optamos por realizar a análise documental, pois assim como Lopes (2002, p. 387), não entendemos “ser possível pensar na força de um cotidiano escolar que se constrói a despeito das orientações oficiais”.
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Pibid: o subprojeto cultura esportiva da escola

Pibid: o subprojeto cultura esportiva da escola

presença dos alunos nas diversas ações educativas; construção de forma coletiva de eventos esportivos, culturais, festivos, recreativos e artísticos interno na turma de alunos, entre as turmas, com as escolas envolvidas no subprojeto e com a comunidade escolar; integração das diferentes ações do subprojeto com as práticas esportivas/formativas da Educação Física.

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POTENCIALIZANDO A INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA NA ESCOLA DE EDUCAÇÃO BÁSICA

POTENCIALIZANDO A INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA NA ESCOLA DE EDUCAÇÃO BÁSICA

O presente trabalho versa sobre dois projetos de extensão desenvolvidos na Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA) no ano de 2016. O primeiro deles envolve a formação continuada para professores e, o segundo, o evento Feira de Investigação Científica, envolve a socialização de trabalhos dos estudantes das escolas da educação básica das redes pública estadual, municipal e rede privada. O objetivo desse trabalho é caracterizar as ações de extensão que traduzam a pesquisa como princípio pedagógico na educação básica. A partir daí, questiona-se, como pode ser compreendido o potencial de aprendizagem em uma Feira de Ciências? Portanto, esse trabalho é justificado como uma forma de socializar as potencialidades dos projetos de extensão que articulam Universidade- Escola, tendo como consequência direta a participação dos estudantes das escolas na apresentação de trabalhos envolvendo a investigação científica e a interação dos licenciandos de duas licenciaturas da UNIPAMPA com a escola básica. Considerando os resultados alcançados acredita-se que, o curso de formação, foi uma forma de buscar e conscientizar os professores para que continuem valorizando essa importante ferramenta que é a Feira de Ciências, transformando a teoria da sala de aula em práticas educacionais, visando renovar, no estudante da educação básica, o gosto pela ciência por meio da iniciação científica, proporcionando aos mesmos um ensino e aprendizagem por meio da investigação científica. A pesquisa é qualitativa, tomando como corpus de análise, as ações dos projetos de extensão: curso de formação continuada com duração de 50 horas, envolvendo 50 coordenadores pedagógicos e/ou professores de 14 escolas, entre elas, duas escolas do campo e; o evento Feira de Investigação Científica, cujas ações consistiram em selecionar resumos de trabalhos que participaram da referida Feira e avaliação das apresentações dos trabalhos seguindo critérios para construção de trabalhos investigatórios
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CURRÍCULO E A FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS EM EDUCAÇÃO NA ESCOLA SUPERIOR PEDAGÓGICA DO BIÉ (ESPB)

CURRÍCULO E A FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS EM EDUCAÇÃO NA ESCOLA SUPERIOR PEDAGÓGICA DO BIÉ (ESPB)

Sendo assim, o envolvimento da escola e a comunidade torna o desenvolvimento do currículo algo mais democrático, onde a escola cumpre seu papel social de forma conjunta com todos envolvidos, onde a definição dos conteúdos a ser estudados deve passar por uma pesquisa intensa e de longa duração, com debate entre pedagogos e outros profissionais da área, sempre com o intuito de garantir, cada vez mais, uma formação de qualidade para todos com um elevado padrão de ensino, reduzindo as desigualdades no desempenho profissional dos docentesno mercado de emprego nacional, regional ou internacional. Sua elaboração deve contar com amplos debates e consultas com a participação e envolvimento dos actores e não só.O currículo é um guia, um instrumento útil para orientar a prática pedagógica.Em sentido amplo do currículo escolar abrange todas as experiências escolares, as actividades planificadas e desenvolvidas na escola, as experiências de aprendizagem as quais os alunos passam bem como as matérias previstas para cada nível de ensino, o que o torna uma espécie de mapa, que guia os profissionais a uma boa prática pedagógica (Barros apud Piletti, 1987: 65).
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Educación en Sexualidad: desafíos políticos y prácticos para la escuela

Educación en Sexualidad: desafíos políticos y prácticos para la escuela

Por mais que se busque uma linearidade na educação em sexualidade há um movimento contrário que escapa do suposto controle e faz jus a esse processo, isto porque a sexualidade pode ser refletida nestas atividades, mas existe uma parte que não cabe nas falas estruturadas da Educação, mas está presente nas relações na escola. A presença da sexualidade [na escola] independe da intenção manifesta ou dos discursos explícitos, da existência ou não de uma disciplina de educação sexu- al, da inclusão ou não desses assuntos nos regimentos escolares. A sexualidade está na escola porque ela faz parte dos sujeitos, ela não é algo que possa ser desligado ou algo do qual alguém possa se “despir” (Santos & Araujo apud Louro, 1997: 81). Contudo, essa suposta fluidez da sexualidade encontra barreiras e interdições em suas manifestações, pois ela não é mencionada nas regras e nos acordos escola- res, o que abre um precedente para que as decisões e as interdições sejam tomadas a partir de mecanismos complexos e sutis de controle. Algumas vezes o que falar em sala de aula acaba sendo justificado pelas diretrizes e pelos parâmetros, “não sabe se o pai vai aceitar, então a gente procura ir dentro do que está no currículo; mesmo pra qualquer coisa, olha, esta aqui eu tive que dar, né?”. Mas as regras mais sutis se dão no meio, na interlocução dos discursos e dos silêncios acerca da sexualidade. São baseadas em supostos consensos grupais chamados de bom senso, acordos preestabelecidos e baseados nas posturas aceitas socialmente pela equipe escolar. Neste sentido, é possível dizer que a escola acaba reproduzindo as aceitações e as repressões encontradas na sociedade.
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INICIAÇÃO À LEITURA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

INICIAÇÃO À LEITURA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Este relato decorre de uma atividade realizada através do Programa de Iniciação à Docência (Pibid) do subprojeto de Pedagogia (2017), área Letramento e Educação Infantil, fomentado pela CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), sendo este trabalho realizado pelas bolsistas da Escola de Educação Infantil Professora Verdina Raffo, localizada no município de Jaguarão/RS.

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PET NA ESCOLA: trabalhando a diversidade escolar em contexto de ataque a educação pública

PET NA ESCOLA: trabalhando a diversidade escolar em contexto de ataque a educação pública

Com a escola escolhida, precisáva- mos nos organizar enquanto grupo para fa- zer as atividades. Nessa edição tivemos ofi- cinas de Hip Hop, audiovisual e diversidade, mais uma vez fiquei responsável pelo último eixo. O eixo de diversidade também teve participação de mais 3 bolsistas, Dalila Pra- do Rodrigues Gonçalves do curso de cinema, Bruno Moll do Nascimento e Isac Morais La- ges Marcelino do curso de antropologia.

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EDUCAÇÃO E SAÚDE NA ESCOLA: INSERÇÃO DO PROGRAMA FIFA 11 PELA SAÚDE

EDUCAÇÃO E SAÚDE NA ESCOLA: INSERÇÃO DO PROGRAMA FIFA 11 PELA SAÚDE

Desta forma, programas de educação e saúde na escola são extremamente UHOHYDQWHV H QR SUHVHQWH HVWXGR GHVWDFDPRV R SURJUDPD µ),)$ SHOD 6D~GH¶ Esse programa começou a ser desenvolvido no continente Africano, com objetivo de fornecer o ensino de educação em saúde com base em um cenário de futebol para crianças. E os resultados do programa expressaram claramente que era uma forma eficaz de aumentar o conhecimento sobre saúde e consciência de escolares (F- MARC,2014).

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EDUCAÇÃO ALIMENTAR E NUTRICIONAL NA ESCOLA: RELATO DE EXPERIÊNCIA EM UMA RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL

EDUCAÇÃO ALIMENTAR E NUTRICIONAL NA ESCOLA: RELATO DE EXPERIÊNCIA EM UMA RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL

Todos os alunos demonstraram conhecer e consumir frutas em casa e na merenda escolar. A maioria das crianças pintou corretamente a fruta que estava na estação pela qual passou, demonstrando que as mesmas têm conhecimento de grande parte das frutas. As que eles demonstraram maior dificuldade de identificar foram o kiwi (tato), a manga e o mamão (olfato). Essa dificuldade pode estar relacionada ao valor comercial um pouco mais elevado destas frutas quando comparada às demais, não fazendo parte do dia a dia de muitas famílias de baixa renda. Ainda, ao findar a atividade várias crianças demonstraram interesse em provar as demais frutas que não conheciam e foi ofertado esse momento a elas.
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Por uma educação na era tecnológica

Por uma educação na era tecnológica

Diante disso, é necessário pensar numa ética que considere esse contexto, mas que também priorize a natureza, responsabilizando o homem pelas suas ações. Se o Hans Jonas parte de um projeto que evidencia o princípio responsabilidade como fundamento para essa ética, então, a educação tem um papel fundamental nessa era tecnológica, no qual, devo aqui identificar, destacando sua importância para a compreensão de nossa sociedade e uma preocupação com as gerações futuras.

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QUÍMICA NA FEIRA: ATIVIDADE EXTENSINONISTA SOBRE LABORATORIOS DE QUÍMICA

QUÍMICA NA FEIRA: ATIVIDADE EXTENSINONISTA SOBRE LABORATORIOS DE QUÍMICA

Dados do Plano Estratégico de Desenvolvimento Regional de 2015 a 2030, o município de Itaqui apresenta uma das menores estatísticas no índice de desenvolvimento da educação básica (IDEB), na Região da Fronteira Oeste, tornando imprescindível o contato da comunidade técnico-cientifica com a sociedade visando promover a inserção do conhecimento de forma lúdica com ferramenta de ensino para incentivar o investimento em educação para a fim de provocar melhorias significativas no âmbito escolar.

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Infância na educação filosófica

Infância na educação filosófica

explicação, de verificar se o aluno aprendeu se suas capacidades estão adaptadas àquilo que se espera dele, como diz o filósofo francês, é o princípio do embrutecimento onde mais explicações são dadas. O professor culto acredita que o aluno precisa sempre de mais explicações, e depois é verificado se o aluno compreendeu, acentuando a crença da incapacidade e desigualdade na relação entre o aluno e o mestre. Portanto, esta ordem explicadora só destrói a liberdade entre as inteligências e, como diz Rancière, compreender interrompe o movimento da razão:
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Como foi possível a arte na escola?

Como foi possível a arte na escola?

O Dictionnaire de l’Académie Française, na sua primeira edição, de 1694, define “art” como “La regle & la methode de bien faire un ouvrage” [“A regra e o método de fazer bem uma obra], sendo que “ouvrage”, “obra”, define-se como “ce qui est produit par l’ouvrier, & qui reste après son travail” [“aquilo que é produzido pelo operário e que permanece após seu trabalho”]. Essas definições, com algumas variações, permanecem nas edições sucessivas. “Artiste” [“artista”], na primeira edição é, antes, um adjetivo, sinônimo de “industrieux” [“industrioso”], que, como substantivo “signifie celuy qui travaille dans un Art. Il se dit particulierement de ceux qui font les
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TítuloLembranzas de infancia na escola de Meilide

TítuloLembranzas de infancia na escola de Meilide

Son as servidumes de ser fillo de mestres... A miña primeira e máis afastada memoria persoal comeza naquela casa-escola da montaña galega, nun segundo andar e sobre un almacén repleto de aveños e ferramentas dos oficios. Un único cuarto con retrete, nun extremo da casa, e no outro a cociña, cun balcón que miraba cara a unha encrucillada de camiños e cara a unha fonte que estaba un pouco máis aló. E no medio e medio, o templo escolar: unha sucesión de mesas e bancos fixos, un corredor central, tres ventás dun lado e unha do outro, a mesa da mestra, un reloxo, os mapas, o gran encerado e os retratos de Franco e a Purísima Concepción... E a bandeira vermella e amarela un pouco apartada...
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Utilização dos recursos do Google Earth e do Google Maps no ensino de ciências / Use of Google Earth and Google Maps in Science Teaching

Utilização dos recursos do Google Earth e do Google Maps no ensino de ciências / Use of Google Earth and Google Maps in Science Teaching

Bairral e Maia (2013) trataram do uso do sensoriamento remoto como estratégia didática em aulas de Matemática. Apresentaram um trabalho de campo desenvolvido com uma turma do 9 º  ano, em uma escola particular da cidade do Rio de Janeiro, com uso de ferramentas do GE. Salientaram que o ensino de Geometria tem sido reduzido às noções topológicas e acabam por utilizar abordagens por meio de figuras planas básicas, como triângulo, quadrados e círculos e ao contexto físico da sala de aula. A proposta apresentada teve por objetivo o estudo do espaço, fazendo uso  dos  recursos do GE, visando dinamizar o ensino de Matemática. Salientaram que o trabalho é fruto de uma investigação em Educação Matemática   com   uso   de   TIC   e   que   o   uso   do   sensoriamento   remoto   em  escolas  ainda   é   incipiente. Entendem  que os possíveis motivos sejam o despreparo  dos professores e a falta  de equipamentos adequados. Afirmaram que a proposta possibilitou enriquecer as aulas de matemática, pois auxiliaram na compreensão   das   realidades   vivenciadas   pelos   alunos   nos   espaços   escolares   e   potencializaram   o desenvolvimento da orientação no espaço tridimensional, estabelecendo relações espaciais entre objetos. Informaram que foi priorizado o trabalho individual no computador, iniciado com a familiarização com o aplicativo, seguido de atividades para explorar conteúdos específicos. Uma das atividades foi explorar a distância da casa à escola, onde foram utilizados recursos de régua e rota do GE, relação entre tempo e distância, representação geográfica e comparação de resultados por meio de gráficos de distâncias e tempo dos percursos realizados e indicados pelo aplicativo. Concluíram que a proposta possibilitou uma aprendizagem com significados, proporcionando um ambiente incentivador, promovendo a articulação entre os conhecimentos teóricos e práticos. Salientam que a atividade causou estranheza aos alunos devido à incerteza dos resultados, mas que foi superada pela intermediação do professor.  Afirmaram que os usos dos recursos do GE podem auxiliar a aprendizagem dos alunos no desenvolvimento do pensamento geométrico, em processos de visualização e de representação. Finalizaram afirmando que o aparato   tecnológico   não   substitui   o   professor,   mas   pode   propiciar   um   ambiente   favorável   à aprendizagem. Sugeriram também que a formação inicial para o uso de novas tecnologias é fundamental para possibilitar que os professores estejam comprometidos com os avanços tecnológicos da sociedade.
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