PDF superior Educação integral não é um privilégio e sim um direito! A educação integral na escola em tempo integral

Educação integral não é um privilégio e sim um direito! A educação integral na escola em tempo integral

Educação integral não é um privilégio e sim um direito! A educação integral na escola em tempo integral

Desejamos dar, de novo, à escola primária, o seu dia letivo completo. Desejamos dar-lhe os seus cinco anos de curso. E desejamos dar-lhe seu programa completo de leitura, aritmética e escrita, e mais ciências físicas e sociais, e mais artes industriais, desenho, música, dança e educação física. Além disso, desejamos que a escola eduque, forme hábitos, forme atitudes, cultive aspirações, prepare, realmente, a criança para a sua civilização – esta civilização tão difícil por ser uma civilização técnica e industrial e ainda mais difícil e complexa por estar em mutação permanente. E, além disso, desejamos que a escola dê saúde e alimento à criança, visto não ser possível educá-la no grau de desnutrição e abandono em que vive (TEIXEIRA, 1957, p.43). Anísio (1968) era um educador provocante e proporcionou novos horizontes para a educação brasileira ao relacioná-la com a forma democrática de vida. E, para tanto, seria necessário oportunizar aos indivíduos a educação escolar pública e integral. Para ele, esta era uma condição sine qua non para a educação.
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Os desafios para a implantação da escola de tempo integral

Os desafios para a implantação da escola de tempo integral

o químico não terão necessidade de saber o que está e se passa além da janela do seu laboratório. Mas o educador, como sociólogo, tem necessidade de uma cultura múltipla se bem diversa; as alturas e as profundidades da vida humana e da vida social não devem estender-se além do seu raio visual; ele deve ter o conhecimento dos homens e da sociedade em cada uma das fases para perceber, além do aparente e do efêmero, “o jogo poderoso das grandes leis que dominam a evolução social”, e a posição que tem a escola e a função que representa, na diversidade e a situação essa cultura geral, que lhe permite organizar uma doutrina de vida e ampliar o seu horizonte mental, poderá haver o problema educacional em conjunto, de um ponto de vista mais largo, para subordinar o pedagógico dos métodos ao problema filosófico ou dos fins da educação; se tem um espírito científico, empregará os métodos comuns a todo gênero de investigação científica, podendo recorrer a técnicas mais ou menos elaboradas e dominar a situação realizando experiências e medindo os resultados de toda e qualquer modificação nos processos e nas técnicas, que desenvolveram sob o impulso dos trabalhos científicos na administração dos serviços escolares” (Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova, 1932).
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171 Lee mas

Educação em tempo integral : uma análise da gestão da ampliação da jornada escolar sob foco na participação dos alunos e pais

Educação em tempo integral : uma análise da gestão da ampliação da jornada escolar sob foco na participação dos alunos e pais

A presente pesquisa tem como objeto a gestão democrática com foco na participação de pais/responsáveis e alunos no processo de tomada de decisão na escola que participa do Programa Mais Educação. Desde 2008, no ano da instituição do PME, cresceu significativamente o número de escolas brasileiras que aderiram ao programa. O mesmo, se tornou a principal política indutora da educação em tempo integral em âmbito nacional. Assim, também aumentou o número de pesquisas e publicações sobre o seu funcionamento e seus possíveis impactos, mas, ainda é incipiente o número de estudos que buscaram discutir a gestão democrática participativa em escolas participantes do PME. Por isso, torna-se pertinente a pergunta se e como ocorre a participação de alunos e pais/responsáveis nos processos de tomada de decisão em prol da implementação da educação integral em tempo integral nas escolas que aderiram ao PME. A face das pesquisas até então realizadas que, entre outros, também diagnosticaram limites na execução do programa, espera-se, por meio desta pesquisa, contribuir para a melhoria da implementação e consolidação da educação integral em tempo integral. A pesquisa de natureza quanti-qualitativa, objetiva por meio de um estudo descritivo realizado em quatro escolas da rede municipal de Lagarto, Sergipe, descrever a participação de alunos e pais/responsáveis na gestão escolar, em geral, e da operacionalização da ampliação da jornada escolar, em específico, da escola participante do PME. Para tal objetivou-se especificamente, 1) identificar a percepção da educação integral em tempo integral da comunidade escolar; 2) sistematizar as formas da participação de alunos e pais/responsáveis em processos decisórios e 3) identificar os motivos da participação e/ou não-participação. Foi realizado uma análise documental e um levantamento das percepções dos atores. Para isso, foram aplicados questionários do tipo fechado com 193 participantes da pesquisa, em total. Para descrever os dados se recorreu a categorização de sete condicionantes, construídos por Paro (2005) e aos tipos de participação descritos Lima (2003). Constatou-se que a participação comumente nas escolas aparecia como proposta a ser seguida e não como preceito, tendo em vista que não havia um planejamento estratégico norteador das ações para este fim. Não se evidenciou uma falta de participação dos pais/responsáveis e dos alunos nas ações da escola em geral e do PME em específico, contudo, em sua maioria, a mesma ocorre de forma pontual e não sistematizada.
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120 Lee mas

Educação, inovação, qualidade: a construção de um direito

Educação, inovação, qualidade: a construção de um direito

A escola deve contribuir para tornar visível o que o olhar normalizador oculta. Deve ajudar a interrogar, a questionar, a compreender os fatores que historicamente contribuíram na produção da barbárie que supõe negar os mais elementares direitos humanos e sociais às grandes maiorias. A escola democrática deve ser um espaço capaz de nomear aquilo que, por si mesmo, não diz seu nome, que se disfarça nos grotescos eufemismos do discurso light, cortês, anoréxico. [...] Ao nomear a barbárie, a escola realiza sua pequena, ainda que fundamental, contribuição política à luta contra a exploração, contra as condições marcadas pela desigualdade, pela miséria de muitos e pelos privilégios de poucos. Contribui com a luta contra estas condições e promove a criação de outras. Uma possibilidade que permite desencantarmos do desencanto, livrarmos da resignação, recuperarmos ou reconstruirmos nossa confiança na possibilidade de uma sociedade baseada em critérios de igualdade e justiça. Uma sociedade na qual a proclamação da autonomia individual não questione os direitos e a felicidade de todos. Uma sociedade na qual a diferença seja um mecanismo de construção de nossa autonomia e nossa liberdade, não a desculpa para aprofundar as desigualdades sociais, econômicas e políticas. É
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11 Lee mas

Esporte e escola: ensaio sobre as possibilidades de “Mais Educação” de qualidade na formação integral.

Esporte e escola: ensaio sobre as possibilidades de “Mais Educação” de qualidade na formação integral.

Segundo informações do site da Secretaria Estadual de Educação 15 , a Escola tem hoje 282 alunos freqüentando às aulas nos períodos matutino e vespertino, divididos entre as turmas de 1ª à 8ª série. São 11 turmas, dentre elas seis de 1ª à 4ª série e cinco de 5ª à 8ª. Para este ano de 2010 foram matriculados 169 alunos entre as turmas de 1ª à 4ª série, porém apenas 152 estão cursando, já que três desistiram e 14 foram transferidos. Para as turmas de 5ª à 8ª série, o número de matriculados foi de 149, mas 19 foram transferidos, restando apenas 130. No total, para este ano, até a data desta consulta, 33 alunos foram transferidos e três desistiram do ano escolar. Apesar do número apresentado (282), não é muito provável que se encontre presente, em um dia normal de aula, todo esse contingente de alunos na escola, haja vista que os índices de faltas são bastante alarmantes na Instituição 16 . Quando questionados sobre a freqüente e marcante ausência das crianças na escola, professores e funcionários relatam que este fato se torna mais evidente nos dias chuvosos. É importante destacar que a grande maioria das crianças vivem (moram) nos arredores da escola e se deslocam a escola a pé sem necessidade de qualquer tipo de transporte.
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52 Lee mas

Escola de tempo integral como inovação educacional: uma experiência na cidade do Recife - pe

Escola de tempo integral como inovação educacional: uma experiência na cidade do Recife - pe

Para tanto é de fundamental importância que se compreenda como os estudantes percebem a escola de tempo integral de Recife. Nas afirmações dos estudantes: [...] “estudar numa escola de tempo integral é sensacional,, ... eu não voltaria estudar numa escola regular” (A2). Para o outro estudante “aqui a gente aprende muito, desenvolve o lado humano ... os conhecimentos são trabalhados na prática e na teoria ... aprende coisa importante pra nossa vida” (A4). Outro estudante revela “aqui a coisa funciona mesmo, todos falam a mesma língua... não é cada um por si... com a união nós aprendemos tudo parece que aqui é mais fácil, uma hora eu ensino aos meus colegas outra hora preciso deles... assim a gente cresce junto” (A1) na visão do outro aluno “As atividades desenvolvidas nos programas do técnico, são bastante estimulante, ... é um momento que a gente cria, a gente se sente feliz em produzir, ... saber que aquele jogo por exemplo foi uma produção nossa... essa é uma escola ideal” .. (A3)
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112 Lee mas

A influência do pragmatismo norte-americano de John Dewey na escola de tempo integral no Brasil

A influência do pragmatismo norte-americano de John Dewey na escola de tempo integral no Brasil

Diante destas questões destacam-se como possíveis inferências às reflexões apresentadas pelo estudioso Vitor Paro (2009) acerca da luta que se faz para que as escolas em tempo integral, ou seja, da educação em tempo integral se constituam em uma educação integral. Esta reflexão permite questionar que tipo de educação se quer: aquela que reproduz a exclusão? O assistencialismo? A violência? Logo, entende-se que antes de se pensar em estender o tempo da escola, é preciso, portanto, situar que não somente a escola é de tempo integral, mas trata-se de uma educação integral. Para Moraes (2009, p. 21) tem-se que a “Educação integral forma pessoas íntegras”. Integral significa inteiro, completo, total e em latim, integrum significa íntegro, sincero, sã, puro, não corrupto, sóbrio.
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17 Lee mas

A educação sexual na escola: um estudo com professores e alunos do 9ºano de escolaridade

A educação sexual na escola: um estudo com professores e alunos do 9ºano de escolaridade

Maia e Aranha (2005) e Rodrigues (2012) sugerem que a formação dos professores na área da Educação Sexual possui uma lacuna, tanto no caso dos do ensino regular como dos da educação especial, na sua generalidade, as ações de formação sobre orientação sexual ou que tenham envol- vido esta temática não estão a ser capazes de transformar as conceções sobre orientação sexual, dos docentes que nelas participam, em mais positivas comparativamente com as dos que nelas não participam. Para além da formação a que os docentes no ativo devem ter acesso, todos os futuros professores deveriam ter formação nesta área ao longo da sua licenciatura, fosse qual fosse, pois estamos a falar de uma temática transversal e é necessário também uma nova perspetiva em rela- ção à ES. Atualmente, existem mais alunos desmotivados para a aprendizagem das temáticas de cada disciplina, pois estar dentro de uma sala de aula a ouvir um professor, ou a trabalhar com um professor e colegas, seja de que área for, não é o mesmo que estar a receber informação através por exemplo de um telemóvel, que lhe permite viajar e ver tudo o que quiser e durante o tempo que quiser. Nesta idade em que se concentrou o nosso estudo, dadas as sua caraterísticas que promo- vem a aproximação da atividade sexual, nem assim parece ser levada a sério pelos nossos alunos, logo continua a existir muito trabalho a desbravar com os jovens.
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10 Lee mas

Por um Êthos Docente Militante Numa Escola de Educação de Jovens e Adultos.

Por um Êthos Docente Militante Numa Escola de Educação de Jovens e Adultos.

24 No que concerne às práticas escolares, aliamo-nos aos movimentos que buscam fortalecer sua reinvenção. Se apostarmos numa Psicologia que se preze a encaixar o sujeito em moldes disciplinares, estaremos apenas corroborando com a lógica deste sistema educacional meritocrata. Assim, a nalisamos que a Psicologia deveria entrar na Educação não somente para explicar fenômenos e tratar condutas, mas sim para romper paradigmas de dominação e assujeitamento. Apenas nos dois últimos semestres da graduação é que nos foi possív el adentrar o cotidiano escolar. Essa oportunidade foi possível devido a um grupo de estudantes, que promoveu uma ocupação ao prédio da Psicologia da Ufes 9 e pautou a criação de um fórum para discutir as práticas presentes no curso, além da abertura de estágios que, de fato, interessassem aos estagiários. Questionávamo-nos: como um curso que problematiza a manutenção de escolas que agem como moldes-formas chegou a este adormecimento no que concerne à atuação do psicólogo no campo da Educação? Por isso, essa dissertação é também composta por rastros da luta de um grupo de estagiárias do nono período para garantir uma experiência em Psicologia Escolar.
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134 Lee mas

Educação bilíngue para surdos : um estudo comparativo da escola bilíngue e do Atendimento Educacional Especializado (AEE) na escola inclusiva

Educação bilíngue para surdos : um estudo comparativo da escola bilíngue e do Atendimento Educacional Especializado (AEE) na escola inclusiva

eu vejo enquanto participação de ouvintes também. Mas a realidade que eu tenho hoje é com o Atendimento Educacional Especializado, considerando que a sociedade é ouvinte, então eu tenho que pensar na inclusão do surdo na sociedade. Então o que que eu vejo: que tem que ser feitos alguns ajustes em relação a isso. Uma escola própria para surdos? Eu não vejo como cabível, não! Sempre teve essa questão, teve muito sucesso também, porém, eu vejo que nós enquanto ouvintes precisamos ter contato com surdos desde pequeno, é um direito que nós temos também, e que o surdo tem também de interagir na sociedade. Então por que não ter um período uma educação bilíngue, participar de um ambiente bilíngue, que é meu sonho no aspecto de Atendimento Educacional Especializado, e num segundo momento participar da inclusão com direito a intérprete, e talvez, um sonho, de um professor bilíngue, que é o que a gente busca enquanto município. Então assim, através dessas práticas que a gente vai conseguir uma sociedade mais solidária, mais humana, que entenda mais a questão do surdo. Porque o que que eu vejo: a geração que eu vivo hoje, que eu venho, muitos têm receio, tem medo, não sabem como fazer, tem medo mesmo de conversar, tem medo de ter contato com surdos, eu vejo isso pela questão dos profissionais que trabalham junto assim. E eu vejo que se a criança está lá desde pequena mostrando a sua forma de comunicação junto no meio ouvinte, acho que isso vai facilitar muito mais a vida de todos. Então assim, para nós ouvintes é muito importante ter esse contato e para o surdo da mesma forma, então nesse aspecto a inclusão é boa, deve haver alguns ajustes para melhorar. Mas uma escola bilíngue somente de surdos, sem ouvintes, não é tão boa quanto a inclusão, essa é a minha opinião. Mas os ouvintes não precisam ter medo de se comunicar com o surdo, o ouvinte pode aprender a Libras pois também é seu direito, para que futuramente no Brasil tenha a Língua de Sinais L2 para toda população e o caminho é a inclusão, não existe outra forma. Lógico que existem escolas bilíngues de surdos que são muito boas, que deram certo, e é admirável o trabalho, mas eu acredito que através da inclusão pode-se obter muitas transformações positivas também, essa é minha opinião, não sei se estou certa. Mas a inclusão hoje é o melhor caminho, não tem outra forma, lógico que precisa de alguns ajustes, como eu já falei, mas através da inclusão é possível sim.
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185 Lee mas

A escola na perspectiva da educação integral

A escola na perspectiva da educação integral

Construir junto com os alunos a idéia de trabalho coletivo, no qual professores e alunos aprendem juntos. Pensar nas atividades programadas, ver o que é feito em sala de aula e o porquê de ser feito. Estar ciente de nossas atividades enquanto docentes. Isso é fazer a escola de educação integral. Assim, não estaremos fazendo mais do mesmo, mas estaremos fazendo mais em conjunto e por isso tornando-o diferente. Esse mais é novo, é construído, é planejado pelo professor. O planejamento é próprio do processo de gestão da educação integral: a gestão docente, a gestão escolar e a gestão educacional. Cada processo de gestão faz sua parte para que a escola de tempo integral seja uma rede de saberes e oportunize as vivências esperadas e inesperadas.
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11 Lee mas

Escola e programa na educação integral:  abordagens e singularidades

Escola e programa na educação integral: abordagens e singularidades

O presente artigo traz como tema a “educação integral”,pautando-se em uma discussão sobre as nomenclaturas “escola de tempo integral” e “programa ensino integral”etendo por objetivo discutir os seus aspectos peculiares ediversidades, bem como refletir a respeito das singularidades e divergências apontadas na construção de uma proposta de“escola de tempo integral”,implantada pela Secretaria de Estado da Educação do Estado de São Paulo, em 2006, e o“programa ensino integral”, efetivado no ano de 2012, em São Paulo, pela mesma Secretaria, uma vez que ambas as propostas contemplam a educação inte- gral. As abordagens aqui expostas fazem parte de um trabalho de pesquisa de doutorado, a partir do estudo desenvolvido sob o título:“O impacto da implantação do programa ensino integral no atendimento a alunos com deficiência: desdobramentos em duas escolas públicas da Baixada Santista”. Para tanto, recorremos a autores como: Ribeiro (1988); Paro (1988); Teixeira (1999); Guará (2007); Padilha (2010), entre outros, como também à legislação que norteia a “educação integral”.Considerando a importância da “educação integral” para a formação global do indivíduo,cabe-nos não só refletir acerca das diferenças exibidas entre os modelos de ensino,da “escola de tempo integral” e o do “programa ensino integral”,mas salientar ser desnecessária a existência diferenciada de ambas as propostas.
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21 Lee mas

Educação integral x tempo integral: um desafio curricular a partir de realidade de implatàção no Distrito Federa-Brasil

Educação integral x tempo integral: um desafio curricular a partir de realidade de implatàção no Distrito Federa-Brasil

Dessa forma, é preciso que nós professores acreditemos que é possível discutir valores e a cidadania dentro da escola, logrando reflexões e ações para serem implantadas no contexto social de cada sujeito, visto que a adaptação curricular para educação integral encontra-se relacionada a um “conjunto sistematizado e organizado” de temas que remontam a “base da vida cotidiana” dos sujeitos e são tratados não como temas meramente transversais e sim centrais, buscando conexões com outros conhecimentos (Brasil, 2009).
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9 Lee mas

A dança na educação infantil : vivências em uma escola pública

A dança na educação infantil : vivências em uma escola pública

O educador durante a sua prática pedagógica deve tentar encontrar estratégias que envolvam todos os alunos, inclusive, os mais tímidos, pois tal como indica Felix & Filho (s/d), “o processo de superação da timidez envolve vários intervenientes, mas neste âmbito, importa realçar o papel do educador enquanto mediador de todo o processo”. Além disso, o educador deve estar consciente de que o seu papel passa também por proporcionar situações em que as crianças tímidas desenvolvem as suas competências sociais para que consigam relacionar-se com todas as pessoas que a rodeiam e que não tenha receio de expor as suas ideias/opiniões.
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28 Lee mas

Educação, aprendizagem e ensino, um mundo em sintonia: relatório final

Educação, aprendizagem e ensino, um mundo em sintonia: relatório final

Na educação pré-escolar, o modelo pedagógico do MEM regula-se em três condições fundamentais. A primeira fundamenta-se na teoria de Vigotsky no conceito de Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP), que defende o contacto das crianças com adultos e pares com idades mais avançadas como sendo promotor de aprendizagens − grupos heterogéneos, crianças com diferentes idades. A segunda condição refere a necessidade de um clima de livre expressão das crianças (Folque, 1999, p.7) revigorada pela valorização notória das suas opiniões e ideias, bem como das suas experiências de vida − existência de um clima em que se beneficia a expressão livre. Por último, é evidenciada a importância de momentos lúdicos na exploração de ideias, materiais e documentos, que desenvolvem a interrogação e questionamento, promovendo “projetos de pesquisa autopropostos ou provocados pelo educador, que alimentam, (…) um modelo educativo como o da Escola Moderna que implica o desenvolvimento em simultâneo de projetos diversificados no trabalho educativo” (Niza, 2013, p.149) – em que proporciona às crianças tempo para brincar, explorar e descobrir.
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159 Lee mas

Percepção de alunos e professores sobre a educação física escolar : a educação física na escola e a educação física da escola

Percepção de alunos e professores sobre a educação física escolar : a educação física na escola e a educação física da escola

Você está sendo convidado (a) para participar, como voluntário, em uma pesquisa. Será garantido o sigilo total da identidade de todos os pesquisados envolvidos neste estudo, lhe assegurando (a) que seu nome não aparecerá, sendo mantido o mais rigoroso sigilo através da omissão total de quaisquer informações que permitam identificá-lo(a). Após ser esclarecido (a) sobre as informações a seguir, no caso de aceitar fazer parte do estudo, assine o documento de consentimento de sua participação, que está em duas vias. Uma delas é sua e a outra é do pesquisador responsável. Em caso de recusa você não será penalizado de forma alguma, bem como se ficar constrangido em responder alguma das perguntas feitas na entrevista terá todo direito de não respondê-la. Em caso de dúvida você pode entrar em contato pessoalmente com o estudante Jonilson Lima da Silva Albino através do e-mail: jonilsonlsilva@gmail.com, por telefone: (74) 9975 6771 ou procurar a Secretaria de Graduação a Distância da Faculdade de Educação Física da Universidade de Brasília pelo telefone (61)3107-2544.
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68 Lee mas

O parto na maternidade vinculada : um direito ainda não alcançado na região Nordeste

O parto na maternidade vinculada : um direito ainda não alcançado na região Nordeste

ano de idade que compareceram à primeira etapa da campanha de vacinação em 12 de junho de 2010, em 186 dos 189 municípios signatários do Pacto de Redução da Mortalidade Infantil na Região Nordeste. Resultados – Os dados indicam que das 8.164 mulheres estudadas na pesquisa, 56,1% não foram orientadas, durante o pré- natal, sobre o local onde seria realizado o seu parto, 31,2% não tiveram realizado o seu parto no local indicado por causa da distância (não adesão) e apenas 9,4% fizeram o parto na maternidade vinculada (adesão ao local do parto). A maior proporção de indicação do local de parto, durante o pré-natal, ocorreu na Paraíba, com 67,1% [IC 95% 64,5 – 69,7] e a menor, no Rio Grande do Norte: 41,2% [IC 95% 37,4 – 45,1]. Os dados também mostram que 19,2% das gestantes procuraram dois ou mais serviços de saúde até serem atendidas para fazer o parto (peregrinação), e que 17,3% das mães pariram em hospitais públicos de outro município (peregrinação intermunicipal). Em Pernambuco, 36,5% [IC 95% 33,2 – 39,9] e, em Sergipe, 28,8% [IC 95% 25,8 – 32,0] dos partos foram realizados fora do município de residência, proporção significativamente maior do que a de outros estados do Nordeste. Conclusão – A vinculação da mulher ao serviço de saúde onde irá realizar o parto durante o pré-natal ainda não foi alcançada. É urgente fazer cumprir a Lei n° 11.634, de 27 de dezembro de 2007 que dispõe sobre o direito de vinculação da gestante desde o início do pré-natal.
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66 Lee mas

Bullying e Educação Física na escola

Bullying e Educação Física na escola

Para 4 autores as consequências do bullying era o ponto primordial, assim Botelho e Souza (2007) em sua pesquisa identificou que as consequências para os envolvidos são inúmeras tais como: Raiva, tristeza, revolta, culpa, depressão, dentre outras. Santos (2010) que realizou a pesquisa com 125 alunos, sendo 59 do sexo masculino e 66 do sexo feminino, identificou que sentir-se mal com 20,8% foi o item do questionário com maior incidência entres os que responderam já terem sofrido com o bullying. Ele aponta ainda alterações no sono, anorexia, pânico e resistência em ir à escola, etc., avaliando que esses fatores podem levar a evasão escolar.
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28 Lee mas

A educação física na educação infantil: reflexões sobre corpo e movimento em um centro educacional infantil no município de Palhoça/SC

A educação física na educação infantil: reflexões sobre corpo e movimento em um centro educacional infantil no município de Palhoça/SC

Ainda durante o curso de Licenciatura em Educação Física, tive oportunidade de aprofundar as discussões sobre Educação Física e Infância na disciplina de Estágio Supervisionado em Educação Física II, realizada na sétima fase do curso, momento em que atuei como professora do Módulo I 3 no Núcleo de Desenvolvimento Infantil da Universidade Federal de Santa Catarina (NDI/UFSC). A decisão de realizar meu Trabalho de Conclusão de Curso dentro dessa área aconteceu neste momento, não só pelo fato de observar e ministrar os encontros com uma maior compreensão sobre as experimentações, manipulações, brincadeiras, interações, entre outros aspectos do universo infantil, mas também por problematizar cada vez mais como a Educação Física se pode se configurar dentro da primeira etapa da educação básica.
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48 Lee mas

Educação em tempo integral e a experiência com crianças dos anos iniciais: uma articulação com a cultura digital

Educação em tempo integral e a experiência com crianças dos anos iniciais: uma articulação com a cultura digital

A proposta de investigação para este trabalho de conclusão do curso assume por objetivo realizar um exercício de articulação e reflexão entre algumas políticas públicas que regem a Educação em Tempo Integral, as quais instituem e regulamentam a implantação e implementação da Escola Pública Integrada para o Ensino Fundamental da rede pública estadual de ensino, e as experiências vividas no contexto escolar a partir da prática docente desenvolvida na disciplina de Ciências Tecnológicas em que atuo como professora. Como abordagem metodológica, realizei uma pesquisa-ação, com vistas a tecer possíveis articulações, encontros e desencontros entre estas experiências, na intenção de compreender se as políticas públicas para a Educação em Tempo Integral são coerentes com o Projeto Político Pedagógico da escola e como estas questões surgem no cotidiano das práticas pedagógicas junto às crianças dos Anos Iniciais. Diante dessas análises e estudos realizados, observei que as deficiências e dificuldades estruturais e pedagógicas necessitam de políticas e ações mais eficientes para que o aluno possa permanecer e se desenvolver em um ambiente físico e pedagógico mais atraente e motivador com acesso às necessidades básicas necessárias para a sua formação integral. As disposições previstas pelas políticas públicas da Escola em Tempo Integral estão atreladas ao Projeto Político Pedagógico da Escola Pública Integrada - EPI – Professor Manuel de Freitas Trancoso de Iraceminha – SC, e atendem aos dispositivos previstos nestas Leis. Como considerações finais, indico que as disciplinas diversificadas que integram a grade curricular da escola Professor Manuel de Freitas Trancoso reservam aos alunos momentos de aprendizagens em conformidade a sua realidade contemplando espaços e momentos de ludicidade necessários para a sua formação.
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46 Lee mas

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