PDF superior Estratégias de controlo de tensão em redes de distribuição de baixa tensão

Estratégias de controlo de tensão em redes de distribuição de baixa tensão

Estratégias de controlo de tensão em redes de distribuição de baixa tensão

A necessidade de se promover políticas que visam a redução da dependência energética e uma redução significativa dos Gases de Efeito de Estufa levou a que, nas últimas décadas, se tenha assistido a um enorme desenvolvimento de unidades de produção dispersa em particular de microgeração. No entanto a penetração elevada destas unidades de produção dispersa, numa integração puramente passiva, tem causado vários problemas relativos à operação da rede de distribuição. Este facto é ainda mais preocupante em redes de distribuição de baixa tensão onde tradicionalmente existe pouca capacidade de monitorização e onde há um grau de caracterização da rede muito limitado. A juntar a este facto agrava-se a característica resistiva destas redes que cria um acoplamento direto entre potência ativa e tensão, o que leva a que o excesso de potência proveniente da microgeração gere um efeito de subida de tensão gravoso. Neste sentido a presente Dissertação propõe diferentes estratégias de controlo de tensão e a consequente avaliação do seu impacto na rede. As soluções apresentadas pressupõem dois cenários distintos: Num primeiro caso pressupõe-se um conhecimento da rede muito limitado, o que leva ao recurso de soluções bastante simplificadas que, apesar de permitir resolver o problema da sobretensão, conduzem a cortes elevados de potência proveniente da microgeração. No segundo caso admite-se um conhecimento total da rede de baixa tensão, enquadrado num paradigma de redes elétricas inteligentes, o que permite o desenvolvimento de uma solução ótima através da realização de um trânsito de potências trifásico de modo a identificar uma série de sinais de controlo a enviar a todos os recursos distribuídos. Nesta segunda fase é também explorada a possibilidade de se alterar as tomadas de transformadores de distribuição Média Tensão/Baixa tensão.
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Integração de produção distribuída utilizando sistemas fotovoltaicos em redes de distribuição de baixa tensão

Integração de produção distribuída utilizando sistemas fotovoltaicos em redes de distribuição de baixa tensão

Uma hipótese a ter em conta é a comunicação entre os vários constituintes da rede de distribuição através da implementação de redes inteligentes de energia (smart grids). Com a implementação das Energy Boxes (EB’s) nos locais de consumo/produção, será possível que estas efetuem a interação com os prosumers através de sensores, atuadores, contadores ou domótica e recolham a informação necessária para que de seguida enviem essa informação para outros pontos da rede, como o Distribution Transformer Controller (DTC). Estes aparelhos estão posicionados junto ao PT e através de um controlo local são capazes de, após receber a informação das EB, efetuar as alterações necessárias de forma automática que melhor se adaptam às condições da rede em determinado momento. Através dos transformadores com regulação das tomadas em carga é possível colocar a tomada do transformador na posição adequada de forma automática e sem que seja necessário efetuar qualquer interrupção na distribuição de energia.
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158 Lee mas

Mitigação de variações de tensão de curta duração em redes de distribuição usando unidades eólicas de geração

Mitigação de variações de tensão de curta duração em redes de distribuição usando unidades eólicas de geração

As variações de tensão de curta duração são perturbações típicas nos sistemas de distribuição de energia elétrica que afetam de forma significativa a qualidade da energia. Os equipamentos típicos para a regulação de tensão dispostos nas redes de distribuição em geral não são capazes de mitigar variações de tensão de curta duração. Entretanto, as unidades de geração distribuída conectadas aos sistemas de distribuição, considerando estratégias de controle adequadas, podem ser capazes de mitigar variações de tensão de curta duração nas proximidades do ponto de conexão. Nesse contexto, o presente trabalho propõe a mitigação de variações de tensão de curta duração a partir da utilização de unidades eólicas de geração baseadas em gerador síncrono de imã permanente (GSIP) conectado a rede por um conversor estático de potência. A mitigação das variações de tensão é feita por meio de uma malha de controle suplementar proposta aplicada ao controle tradicional do conversor do lado da rede. A estratégia de controle proposta explora a capacidade de operação em sobrecarga de corrente da unidade eólica e é capaz de mitigar variações de tensão de curta duração em sistemas de distribuição. A malha de controle suplementar proposta limita a geração de potência reativa na capacidade máxima de sobrecarga da unidade geradora, respeitando o limite térmico do conversor estático de energia. Além da malha de controle suplementar, uma metodologia baseada em estudos estáticos de fluxo de potência é proposta com o objetivo de avaliar a capacidade de regulação de tensão da geração eólica associada à malha de controle proposta. A capacidade da malha de controle proposta em mitigar as variações de tensão de curta duração é avaliada por meio de simulações não lineares no domínio do tempo envolvendo uma rede de distribuição com cargas concentradas. Diferentes níveis de inserção da geração eólica na rede de distribuição e outros fatores que impactam diretamente na regulação de tensão são considerados nos testes realizados. Os estudos realizados demonstram que utilização da estratégia de controle proposta aplicada a unidades eólicas de geração pode contribuir significativamente para a manutenção do perfil de tensão durante ocorrências de variações de tensão de curta duração.
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127 Lee mas

Estratégias de controle coordenado de tensão para sistemas de distribuição com geração eólica

Estratégias de controle coordenado de tensão para sistemas de distribuição com geração eólica

Previsões da velocidade do vento para um curto intervalo de tempo podem auxiliar na regulação de tensão do sistema. Nesse contexto, redes neurais artificiais foram implementadas e usadas para fazer a previsão da velocidade do vento para um horizonte de 10 minutos à frente. Entretanto, as redes neurais implementadas apresentaram erros muito elevados em algumas situações, o que inviabilizou o uso dos dados previstos nas estratégias de controle propostas. Os erros elevados ocorreram provavelmente pelo fato da rede neural utilizar como dado de entrada apenas a velocidade do vento e a hora do dia, pois a velocidade do vento é altamente dependente de fatores como época do ano, hora do dia, temperatura, umidade relativa do ar, direção do vento, dentre outros. Ou seja, uma previsão mais precisa da velocidade do vento requer uma grande quantidade de dados de entrada. A obtenção destes dados de entrada é restrita a grandes centros de meteorologia, por isso encontrou-se dificuldade de obter tais dados com baixos períodos de integração e grande quantidade de variáveis.
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Impacto da Microprodução na Forma de Onda de Tensão na Rede de Distribuição de Energia

Impacto da Microprodução na Forma de Onda de Tensão na Rede de Distribuição de Energia

As redes inteligentes, smart grids, tem vindo a ser implementadas por todo o mundo, onde a China e os Estados Unidos da América surgem com investimentos na ordem dos 7,3 e 4,5 mil milhões de United States Dollar (USD) respetivamente [48]. Em Portugal o programa piloto da EDP implementou o Inovcity no centro da cidade de Évora, passando esta a ser interligada através de uma rede inteligente. Na região de Braga e Lisboa, essa instalação tem sido feita de uma forma gradual, através da instalação de uma energy box em cada consumidor e de Distribution Transformer Controller (DTC’s) em Postos de Transformação, que permite que o mesmo envie através de um sinal General Packet Radio Services, GPRS, para o DTC, informações relativas ao seu consumo [31]. Tais informações circularão de uma forma bidirecional onde o cliente presta informações relativas aos consumos instantâneos, a taxa de variação, a localização e a respetiva qualidade de energia que permitirá compreender qual a forma mais eficiente e económica de produzir a energia que este necessita. A rede inteligente irá assegurar qualidade de energia para todos os utilizadores, ajustando o fornecimento de energia às suas necessidades, permitindo a monitorização através de métodos de controlo avançado, realizando um rápido diagnóstico que permite apresentar soluções precisas para problemas que abrangem a qualidade de energia, tais como falhas na linha ou fontes de injeção de componentes harmónicas. Se necessário, a rede inteligente será capaz de isolar um problema do resto do sistema até que o normal funcionamento da rede seja reposto, garantindo assim mais estabilidade para o consumidor. Grandes penetrações de energia na rede a partir de fonte renovável, cuja produção é variável, podem tornar-se mais difíceis de gerir devido à necessidade de coordenar esse processo com o despacho e a procura. Daí que haja a necessidade de incorporar sistemas de armazenamento de energia económicos e eficientes que possam funcionar como forma de superar tais desafios com a certeza de que o futuro passa por este tipo de redes [49].
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104 Lee mas

Estratégias para diminuição do tráfego de dados e controlo em mecanismos de disseminação de conteúdos em redes veiculares

Estratégias para diminuição do tráfego de dados e controlo em mecanismos de disseminação de conteúdos em redes veiculares

A Figura 6.18a ilustra os resultados obtidos para a taxa de entrega relativa ao per´ıodo de Parking. Este per´ıodo engloba o hor´ ario entre as 20-24 horas. ´ E poss´ıvel verificar que o maior n´ umero de contacto entre os n´ os ´ e entre as 20-21 horas, dado que existe uma maior evolu¸ c˜ ao da taxa de entrega, ou seja, ´ e entre este intervalo de tempo que existe uma maior afluˆ encia na chegada de autocarros ` a esta¸ c˜ ao de camionagem. A Tabela 6.9 apresenta os valores reais da taxa de entrega para o per´ıodo de Parking. A estrat´ egia LRBFAdvanced atinge uma taxa de entrega no final da experiˆ encia de 80%, sobressaindo-se em rela¸ c˜ ao ` a estrat´ egia LRBF, que ´ e de 70%. Contudo, em ambas as estrat´ egias, a taxa de entrega ´ e baixa, uma vez que s´ o 86 OBUs completam o ficheiro na estrat´ egia LRBF e 96 na estrat´ egia LRBFAdvanced. Este facto ´ e explicado pelo per´ıodo que os autocarros permanecem ativos depois de estacionarem, sendo em muitos dos casos inferior a 20 minutos. Como tal, foi necess´ ario antecipar este per´ıodo por mais duas horas, come¸ cando n˜ ao ` as 20 horas mas sim ` as 18 horas. A Figura 6.18b apresenta os resultados obtidos para o per´ıodo de Parking Extended. Neste per´ıodo alargado ´ e observado que em ambas as estrat´ egias, a taxa de entrega ´ e maior que o per´ıodo normal, atingiu 91.67% para a LRBFAdvanced, e 88.33% para a LRBF, conforme apresentado na Tabela 6.10.
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146 Lee mas

Integração de microgeração em larga escala nas redes de baixa tensão

Integração de microgeração em larga escala nas redes de baixa tensão

Por último, não é possível fazer suporte de tensão nas redes de BT através da injecção de energia reactiva, tal como acontece nas restantes redes. Tal deve-se ao facto das redes de BT serem redes muito resistivas. Por outro lado, o controlo do factor de potência nos conversores electrónicos revela-se muito pouco significativo sempre que a radiação solar baixa de forma brusca, pois ao baixar a potência activa produzida também baixa a potência reactiva injectada. É de salientar que este abaixamento no valor das tensões pode fazer actuar as protecções de mínimo de tensão, retirando de serviço as unidades de microgeração, mesmo aquelas que não estão sujeitas à intermitência do recurso primário, agravando ainda mais a qualidade de serviço prestada aos consumidores.
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95 Lee mas

Controle da Qualidade da Tensão de Fornecimento em Redes Secundárias de Distribuição Através de Compensador Estático de Reativos

Controle da Qualidade da Tensão de Fornecimento em Redes Secundárias de Distribuição Através de Compensador Estático de Reativos

A extração das componentes simétricas (bloco A da Figura 4.3) é feita por meio de duas etapas, conforme explicado no capítulo anterior. A primeira, denominada heterodyning realiza a transformação para o referencial dq síncrono, enquanto a segunda obtém as componentes simétricas a partir das tensões no referencial dq. Além do filtro LPN, foi introduzido um filtro passa-baixa com frequência de corte de 200 Hz com o objetivo de filtrar as componentes harmônicas geradas no processo de heterodyning, bem como quaisquer outras harmônicas presentes na tensão do ponto de acoplamento do compensador com a rede, mostrado na Figura 4.4.
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153 Lee mas

O papel dos dispositivos de armazenamento de energia em redes de distribuição de baixa tensão

O papel dos dispositivos de armazenamento de energia em redes de distribuição de baixa tensão

Um segundo cenário criado teve como base o aumento da potência ativa instalada nas unidades de µG para terem igual potência à contratada. Este foi um aumento massivo de potência nas unidades de µG. Assim, como no cenário 1, antes de se colocarem baterias verificou-se os perfis de tensão em toda a rede de distribuição. Constatou-se que o aumento massivo de unidades de µG trazia consequências gravosas para a rede, pois a partir das 9h já havia muitas fases com os perfis de tensão acima dos limites técnicos de operação do sistema (1.1 p.u.). Estas fases situavam-se quase todas no fim da rede ou com a fase muito carregada de µG ao longo dos ramos. Este aumento massivo de unidades de µG aliado às redes fortemente resistivas (R tem predominância face a X) faz com que os perfis de tensão subam em demasia à medida que nos afastávamos mais do PT. Verificou-se o mesmo problema dos perfis de tensão nas horas de maior consumo (18h às 20h), com os perfis de tensão a ficarem abaixo de 0.9 p.u. em algumas fases mais afastadas do PT.
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149 Lee mas

Corpos em tensão? Do mestre queimado ao mestre vivido

Corpos em tensão? Do mestre queimado ao mestre vivido

As mudanças continuas e complexas do contexto socioeducativo colombiano, tem gerado uma serie de relações e praticas pedagó- gicas que concebem ao corpo como um recipiente de frustrações, agressões físicas e simbólicas que comprometem as dimensões da existência dos seres que moram os distintos cenários escolares. Estes olhares e concepções sobre o corpo dos docentes ancoram- se no corpo do professor/a e derivam em esgotamentos físicos e emocionais, que desenrolam longas ausências na instituição escolar e/o abandono da profissão docente.

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Empatia e Vontade de Vencer: Dois Polos em Tensão Permanente no Esporte

Empatia e Vontade de Vencer: Dois Polos em Tensão Permanente no Esporte

seguinte modo: a agressão envolve disposição firme de alcançar os fins (no caso do esporte, de vencer a competição, ou de, enquanto meio para isso, realizar uma jogada para esse fim), enquanto a violência envolve a intenção de prejudicar ou machucar alguém. Assim, conclui Parry, é bem possível ser agressivo sem ser violento. Um jogador pode agir de forma vigorosa sem procurar ferir ou prejudicar ninguém. A violência, no entanto, tem a ver com buscar danos intencionais ou danos a terceiros, bem como tentativas de prejudicar, eventualmente como meio para alcançar um objetivo. A distinção, diz Parry, é clara; mas não há consenso na prática sobre qual é a linha divisória entre um comportamento agressivo (que é aceitável) e um comportamento violento (que é proscrito). Um dos motivos porque a distinção é difícil de ser estabelecida na prática é que ela depende do reconhecimento, no caso de atos de violência, de uma intenção de causar dano ou lesão (no adversário, no caso). Ocorre que em várias circunstâncias o movimento externo é idêntico. Um jogador pode ocasionalmente agir com agressividade e provocar uma lesão não intencional. Seria isso um ato de violência ou pura agressividade imprudente? Tome-se o exemplo do “chute”. No futebol, muitas vezes o jogador “chuta” seu adversário com intenção de atingir a bola, mas há situações em que seu objetivo é atingir o corpo do adversário. Muitas vezes alguém pode tentar impedir que outro jogador faça alguma jogada que resultará num gol, e para alcançar esse objetivo ele age com energia chocando seu corpo com o de seu oponente. Em alguns esportes, como no rugby ou no futebol americano, esses encontros são permitidos e o objetivo, embora não seja causar danos, é parar o adversário com energia. Enfim, como há uma diferença por vezes sutil ou difícil de precisar (como podemos saber com segurança quando jogador tem apenas a intenção de atingir outro provocando-lhe uma queda, por exemplo, de forma enérgica e quando ele tem a intenção de infringir-lhe dor, ou uma lesão?). Mesmo que haja uma diferença entre agressividade e violência, como defende Parry, é possível que um atleta aja ocasionalmente com a intenção de agredir, embora essa sua intenção possa ser dissimulada como uma ação de pura agressividade desportiva ou ímpeto enérgico.
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28 Lee mas

Alocação ótima de sistemas de armazenamento de energia para controle de variação de tensão em redes elétricas com geração distribuída

Alocação ótima de sistemas de armazenamento de energia para controle de variação de tensão em redes elétricas com geração distribuída

Grisales et al. (2017) desenvolveram uma metodologia multi-objetivo para alocar, dimensionar e operar o sistema de armazenamento de energia em sistemas de distribuição, considerando uma curva de carga típica em um horizonte de 24 horas. No primeiro estágio da metodologia, o planejamento e dimensionamento dos bancos de bateria são feitos utilizando um algoritmo genético de triagem. No segundo estágio, é utilizado um algoritmo de otimização de pesquisa Tabu, que define qual o melhor arranjo de operação para cada configuração de banco de baterias geradas no primeiro estágio. A solução desse modelo mostrou claramente que o problema envolvendo a localização do SAE possui ligação direta com o problema operacional. Os autores destacam ainda, que o problema de localização, dimensionamento e operação do sistema de armazenamento de energia é um problema com objetivos conflitantes, sendo assim, ao utilizar uma estratégia mono-objetiva, obtém-se uma limitação na solução ótima do problema.
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34 Lee mas

Suportabilidade a Afundamentos de Tensão em Geradores DFIG Empregando Limitador Supercondutor

Suportabilidade a Afundamentos de Tensão em Geradores DFIG Empregando Limitador Supercondutor

Existe um crescimento “exponencial” de usinas eólicas instalados pelo mundo, como pode ser visto na figura 1.1 (Global Wind Energy Council-GWEC, 2016). Segundo dados do Global Wind Energy Council - GWEC, cerca de 84, 5% da produção da energia eólica se concentra entre os 10 maiores produtores, e aproximadamente 72, 3% entre os 5 maiores, sendo a China responsável por 33, 6% (Global Wind Energy Council-GWEC, 2016), Tabela 1.1. A China desde 2008 vem tendo um alto crescimento do seu mercado eólico, e em 2016 a produção eólica chinesa cresceu cerca de 26, 6% em relação a 2015, com 30, 5GW de capacidade ligada à rede. A produção da China até o final de 2015 era de 145, 1GW . A figura 1.2 mostra o crescimento da produção eólica chinesa de 2001 até 2014. Esse mesmo crescimento pode ser observado em outras regiões do mundo e não só na Ásia, impulsionado pela China e Índia, como pode ser visto pela Figura 1.3.
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153 Lee mas

Desmultiplexagem óptica controlada por tensão (DOV)

Desmultiplexagem óptica controlada por tensão (DOV)

As técnicas de modulação do sinal são as que alteram as propriedades do meio de propagação, desta forma torna-se importante conhece-las para que se possa escolher a melhor para o sistema. O processo de modulação consiste numa operação realizada sobre o sinal ou dados a transmitir e que produz um sinal apropriado para a transmissão sobre o meio de transmissão em causa. A escolha da técnica de modulação permite “moldar” as características do sinal a transmitir e adaptá-lo às características do canal. As técnicas de transmissão dividem-se em dois grandes grupos: as técnicas destinadas à transmissão de sinais analógicos e as técnicas destinadas à transmissão de dados digitais. Nos dois grupos a transmissão pode ser efectuada em banda base ou com recurso a portadoras (eléctricas ou ópticas). No entanto, a transmissão de sinais analógicos em banda base está, normalmente, limitada a sistemas de transmissão a muito curtas distâncias, uma vez que esta solução é muito pouco imune aos efeitos do ruído e interferência.
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126 Lee mas

Transformador para fonte de alta-tensão contínua

Transformador para fonte de alta-tensão contínua

As formas de onda que caracterizam este modo de operação estão ilustradas na figura 5.5. Este modo de operação caracteriza-se por ser um modo descontínuo. Tem também três sub-intervalos no ciclo positivo que estão representados na figura 5.5 pelos sub-intervalos A, B e E. Os sub-intervalos são idênticos ao do modo 1 e modo 2, já explicados no modo 1 de operação. Durante o sub- intervalo E, a fonte de alimentação é desconectada do circuito ressonante e naturalmente a tensão de entrada será zero. A tensão no condensador ressonante é inferior à tensão na carga . Uma vez que não há corrente a circular pelo circuito ressonante, a tensão no condensador mantêm-se constante no valor de , e a carga é desconectada do circuito ressonante. Os MOSFETS do conversor de ponte-completa entram ao corte com a corrente com polaridade positiva, enquanto os díodos que estão em paralelo com os MOSFETS, entram ao corte com a corrente com valor nulo (ZCS). A grande vantagem deste modo de operação é a geração de um pico de corrente baixo e um ganho de tensão elevado. No que toca à desvantagem deste modo de operação, esta deve-se ao facto da comutação não ser muito suave no que toca à tensão (ZVS), que no entanto pode ser eliminada com algumas modificações no circuito ressonante.
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126 Lee mas

Controle Dinâmico do Nível de Tensão de Fornecimento e do Equilíbrio de Carregamento entre Fases em um Sistema de Média Tensão - 15 kV

Controle Dinâmico do Nível de Tensão de Fornecimento e do Equilíbrio de Carregamento entre Fases em um Sistema de Média Tensão - 15 kV

Uma vez conhecidos os benefícios e malefícios advindos da utilização dos dispositivos tradicionais de mitigação do afundamento da tensão de fornecimento, os resultados do STATCOM no sistema elétrico sob análise podem ser comparados com aqueles anteriormente obtidos. Desta feita, os bancos de capacitores e reguladores de tensão foram eliminados da simulação. A Fig. IV.4 nos mostra os valores eficazes das tensão fase-neutro e corrente requerida da rede na fase A amostrada no PCC. Como o sistema é inteiramente equilibrado, os mesmos valores de corrente e tensão são encontrados nas fases B e C. O paralelo do STATCOM com a rede é fechado em 50 ms, enquanto que a malha de controle do elo CC é ativada em 75ms e a atuação do dispositivo na regulação das tensões é iniciada em 180 ms, evitando-se, assim, que eventual transitório desestabilize ou comprometa a simulação. A capacidade do STATCOM é de 600 kVAr, correspondendo esta a cerca de 30% da potência aparente da carga alimentada. A utilização deste dispositivo, como pode ser observado, resulta em uma elevação de 160 Volts (2%) no valor eficaz das tensões de fase-neutro e uma redução de 10,5 A (12,5% 7 ) nos valores eficazes das correntes de fase requeridas da rede no PCC. A pequena flutuação observada no valor eficaz das correntes de fase é devida às trocas de potência do elo CC do STATCOM com a rede, uma vez que a planta, sendo não-linear, com a mudança das condições de operação, como por exemplo uma variação no carregamento da rede, terá o seu comportamento dinâmico alterado. Considerando a severidade do problema a ser mitigado, a limitação de potência imposta ao equipamento e a ausência de qualquer outro dispositivo de mitigação, os resultados alcançados não podem ser considerados desprezíveis.
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105 Lee mas

Análise de viabilidade técnica e econômica para implantação de um gerador fotovoltaico de 76,8 kWp em uma unidade consumidora comercial de baixa tensão.

Análise de viabilidade técnica e econômica para implantação de um gerador fotovoltaico de 76,8 kWp em uma unidade consumidora comercial de baixa tensão.

O sistema utilizado no Brasil é o chamado Net Metering. Basicamente, esse método de compensação de energia elétrica funciona pelo empréstimo da energia elétrica gerada pela unidade consumidora com microgeração ou minigeração distribuída de forma gratuita à distribuidora local, gerando uma espécie de “créditos de energia elétrica”, podendo ser consumido em um prazo de até 60 (sessenta) meses, pela mesma unidade consumidora ou outra unidade de mesma titularidade, desde que possua o mesmo CPF ou CNPJ junto ao Ministério da Fazenda. Por exemplo, em um determinado mês, o mini ou o micro gerador de energia elétrica gerou 100 kWh e foi consumido 80 kWh, então a unidade consumidora possui 20 kWh para utilizar em até 60 meses na própria unidade consumidora ou em outras unidades, de acordo com a definição dos termos de geração compartilhada e autoconsumo remoto. É importante esclarecer que mesmo que a unidade consumidora gere mais energia do que consumiu, não significa que não será cobrado nada na fatura de energia elétrica, pois deve ser pago o valor mínimo, que é o custo de disponibilidade da rede elétrica de distribuição. Esse valor mínimo varia do tipo de consumidor, se for do Grupo A (Alta tensão) ou grupo B (Baixa tensão).
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79 Lee mas

Sistema de armazenamento de energia com base em baterias e no ondulador de tensão trifásico

Sistema de armazenamento de energia com base em baterias e no ondulador de tensão trifásico

Os semicondutores com o índice ímpar 𝑆 1 , 𝑆 3 e 𝑆 5 conforme a Figura 3.1.2 irão encontrar- se à condução no período de tempo em que a onda modulante respetiva possuir uma amplitude maior que a amplitude portadora. As ondas modulantes devem sempre estar compreendidas na amplitude máxima das ondas portadoras para se evitar a situação de sobremodulação em que não existe comparação entre as ondas. Os sinais resultantes da comparação serão enviados par o comando dos IGBT’s presentes nos braços inversores. Os sinais são também negados para prevenir a situação de dois semicondutores do mesmo braço se encontrarem à condução simultaneamente, curto-circuitando a fonte.
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102 Lee mas

Aula 1 Tensão de Superfície pdf

Aula 1 Tensão de Superfície pdf

Nessa notação, o primeiro subscrito indica o plano no qual age o componente de tensão (no caso, o plano normal ao eixo 𝑥, que chamaremos de plano 𝑥). O segundo subscrito indica a direção do componente de tensão (no caso, 𝑦 ou 𝑧 são as direções no plano).

40 Lee mas

Relação entre a variação da tensão arterial e o grau de obesidade nos adultos residentes em Resende

Relação entre a variação da tensão arterial e o grau de obesidade nos adultos residentes em Resende

Tendo presente estes problemas de Saúde Pública, considerou-se que o presente estudo tivesse como objetivo principal conhecer a relação entre a Variação da Tensão Arterial e o grau de Obesidade nos Adultos Residentes em Resende. Desta forma optou-se por realizar um estudo descritivo simples, de abordagem quantitativa, em meio natural. Para a concretização deste estudo contou-se com uma amostra de 37 adultos residentes em Resende, que se encontravam no largo da Igreja Paroquial de Resende no dia 2 e 9 de Outubro de 2016 entre as 10 e as 12 horas. Como instrumentos de recolha de dados foram utilizados: um questionário para recolha dos dados referentes às variáveis que caracterizam o grupo em estudo e uma grelha de observação para avaliação dos dados antropométricos e da Tensão Arterial. Os dados foram apresentados através de gráficos após tratamento e análise no programa Microsoft Excel.
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73 Lee mas

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