PDF superior Extração e caracterização de óleo de sementes de frutos

Extração e caracterização de óleo de sementes de frutos

Extração e caracterização de óleo de sementes de frutos

A indústria alimentar gera grandes quantidades de subprodutos, alguns dos quais contendo compostos bioactivos, que podem ser utilizados como matérias-primas económicas na produção de compostos funcionais. O principal objetivo deste trabalho foi selecionar sementes de frutos com elevado conteúdo em óleo e caracterizar o seu perfil em ácidos gordos. Foram testadas sementes de abóbora, tomate, pimento, goiaba e uva. As grainhas de uva foram trituradas num moinho de martelos, sem crivo e com crivos de abertura diferente (2 a 0,75 mm) e classificadas em peneiros com diferentes tamanhos (8 a 0,106 mm). Obteve-se maior rendimento de extração de óleo quando a moenda apresentava um diâmetro médio de partícula de 0,67 mm, a que corresponde uma moagem com um crivo de 0,75 mm. Utilizou-se o método de Soxhlet na extração do óleo de grainha de uva e os solventes n-hexano e éter de petróleo. Alternativamente extraiu-se o óleo com uma prensa. Obteve-se maior rendimento de extração com n-hexano (10,2±3,4%). Com base nestes resultados, utilizou-se o crivo de 0,75 mm na moagem das sementes dos restantes frutos e, a extração por Soxhlet com n-hexano. Os rendimentos obtidos na extração de óleo de sementes de abóbora (47,8±1,2%), tomate (23,7±0,1%), pimento (21,4±0,04%) e goiaba (1,9%) demonstraram que as sementes de abóbora têm um elevado conteúdo em óleo. Analisou-se o perfil em ácidos gordos dos óleos extraídos das sementes de frutos e verificou-se que os ácidos palmítico (C16:0), oleico (C18:1) e linoleico (C18:2) estão maioritariamente presentes nestes óleos. O óleo extraído de sementes de abóbora apresentou na sua composição, maior concentração de C16:0 (21-24%), C18:1 (20- 26%) e C18:2 (46-54%). Os óleos extraídos das sementes de abóbora, tomate, pimento e de grainha de uva, continham elevadas concentrações de C18:2 (60-72%) podendo ser utilizados como alimentos funcionais, constituindo uma valorização importante de subprodutos provenientes da indústria alimentar.
Mostrar más

62 Lee mas

Caracterização do óleo de sementes de maracujá doce (Passiflora alata Curtis) e de maracujá azedo (Passiflora edulis f. flavicarpa) obtido por diferentes métodos de extração

Caracterização do óleo de sementes de maracujá doce (Passiflora alata Curtis) e de maracujá azedo (Passiflora edulis f. flavicarpa) obtido por diferentes métodos de extração

No Brasil, parte da produção de maracujá cultivado sob o sistema orgânico é utilizado por algumas indústrias para a fabricação de sucos e geleias. Este processamento gera resíduos, como as sementes, que são subutilizadas. Devido ao interesse em identificar um melhor aproveitamento dessas sementes e da escassez de pesquisas sobre o uso do propano no estado subcrítico na extração de óleos de fontes vegetais, este estudo teve como objetivo avaliar o potencial da tecnologia subcrítica utilizando o propano comprimido na recuperação do óleo de sementes de maracujá doce (Passiflora alata Curtis) e de maracujá azedo (P. edulis f. flavicarpa) orgânicos e comparar os rendimentos e a qualidade dos óleos obtidos por essa tecnologia com as técnicas de extração em Soxhlet utilizando n-hexano e etanol como solventes e com a extração assistida por ultrassom utilizando etanol como solvente. A extração com propano comprimido foi realizada em escala piloto, nas seguintes combinações de pressão e temperatura: 2 MPa-30 °C, 2 MPa-60 °C e 8 MPa- 30 °C, por 180 minutos. Testes preliminares foram feitos para identificar os parâmetros de processo que proporcionassem o maior rendimento para a extração assistida por ultrassom e os resultados indicaram a razão de semente:solvente (m/v) de 1:50 e a temperatura de 60 °C como sendo as melhores condições de processo. Foram obtidas imagens de microscopia eletrônica de varredura (MEV) das sementes antes e após os processos de extração. Foram realizadas análises para a caracterização físico-química, do perfil dos ácidos graxos, da estabilidade térmica, além da identificação de tocoferóis e da análise da atividade antioxidante e antimicrobiana dos óleos. Os maiores rendimentos foram de 28,33% e 26,12% para o óleo de sementes de maracujá doce e azedo orgânicos
Mostrar más

118 Lee mas

INFLUÊNCIA DA TEMPERATURA DE EXTRAÇÃO POR ULTRASSOM NA QUALIDADE DO ÓLEO DE BAGAÇO DE AZEITONAS

INFLUÊNCIA DA TEMPERATURA DE EXTRAÇÃO POR ULTRASSOM NA QUALIDADE DO ÓLEO DE BAGAÇO DE AZEITONAS

O fruto oliva (azeitona) produzido pelas oliveiras é utilizado no preparo de conservas e utilizado como matéria-prima na obtenção de azeites de oliva. Várias etapas compõe a retirada do azeite dos frutos, entre elas a trituração, homogeneização e a centrifugação, sendo que esta última separa a parte sólida (bagaço) da parte líquida. O bagaço é composto por partes do fruto e água residual, sendo possível a retirada de óleo do mesmo. A extração de óleos via solvente é o método convencional. O uso do ultrassom é uma alternativa da extração, onde ondas ultrassônicas causam mudaças na estruturas do material, permitindo a retirada do óleo. O presente trabalho possui como objetivo a caracaterização (composição centesimal) do bagaço de azeitonas e a extração do óleo do mesmo via ultrassom e utilizando-se etanol como solvente, verificando como a temperatura de processo influencia a qualidade dos óleos. Para isso, utiliza-se o bagaço de azeitonas oriundo de uma unidade processadora de azeites da região da campanha gaúcha. Os resultados obtidos mostram que o bagaço de azeitonas (safra 2017) apresenta 27,44% de lipidios. No que tange ao rendimento e qualidade, o maior rendimento foi obtido (35%) com o uso de maiores temperaturas (50ºC), porém a melhor qualidade foi obtida no óleo de 30ºC. Isso pode ser explicado pelo fato do etanol arrastar compostos do bagaço que não possuem caracter lipidico, ou seja, em maiores temperaturas o etanol arrasta açúcares e outros compostos. Esses compostos podem ser classificados como contaminantes, pois dificultam o processo de refino. Maiores índices de peróxidos e acidez em óleos significa menor qualidade do óleo extraído (bruto), maiores serão as perdas e os gastos para o seu refino. Sendo assim, a temperatura de 30ºC apesar de garantir menor rendimento, oferece um óleo bruto de melhor qualidade (índice de peróxidos 16,73±0,20) e com teor mais próximo ao determinado na caracterização.
Mostrar más

7 Lee mas

EXTRAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DO ÓLEO DO PINHÃO PARA A INCORPORAÇÃO NA INDÚSTRIA DE COSMÉTICOS

EXTRAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DO ÓLEO DO PINHÃO PARA A INCORPORAÇÃO NA INDÚSTRIA DE COSMÉTICOS

A prensagem é o método mais simples para a extração de óleo essencial de uma semente. Ela pode ser feita com temperaturas elevadas, ou em baixas temperaturas. A prensagem a frio é uma técnica muito utilizada para a extração de óleos de frutos cítricos, que consiste em colocar os frutos inteiros em uma prensa hidráulica e em seguida separar o suco do óleo por meio de uma decantação ou destilação fracionada (SILVEIRA et al., 2012).

21 Lee mas

Caracterização físico‑química de frutos de novos híbridos e linhagens de mamoeiro

Caracterização físico‑química de frutos de novos híbridos e linhagens de mamoeiro

Os genótipos mais cultivados no território brasileiro pertencem aos grupos Solo e Formosa. Os do grupo Solo apresentam frutos pequenos e de polpa avermelhada, e são os preferidos para exportação. Já os do grupo Formosa, que apresentam frutos de tamanho médio e polpa laranja‑avermelhada, são híbridos comerciais que vêm ganhando espaço nos mercados interno e externo, com forte crescimento de vendas para a Europa, o Canadá e os Estados Unidos (Oliveira et al., 2011). No entanto, esses genótipos são susceptíveis a várias doenças, como mancha anelar, meleira, varíola, podridão‑do‑pé e antracnose, que podem restringir o mercado dos frutos in natura e dos produtos industrializados, o que compromete a sustentabilidade da cultura. Além disso, em razão dos preços elevados das sementes dos híbridos, muitos
Mostrar más

8 Lee mas

Morfometria de frutos e sementes, desenvolvimento pós-seminal e intensidade de dormência em sementes de Mimosa scabrella Benth. de diferentes procedências

Morfometria de frutos e sementes, desenvolvimento pós-seminal e intensidade de dormência em sementes de Mimosa scabrella Benth. de diferentes procedências

A fase pós-seminal é uma das mais críticas do ciclo de vida dos vegetais, pois é a fase responsável pelo estabelecimento do indivíduo (OLIVEIRA; IWAZAKI; OLIVEIRA, 2014). O estudo do desenvolvimento pós-seminal em sementes de M. scabrella foi realizado até o décimo dia, pois segundo Brasil (2013) este é o tempo necessário para que sejam observadas todas as estruturas essências da plântula. As plântulas de M. scabrella expõem seus cotilédones foliáceos acima do solo, o que caracteriza a germinação epígea-fanerocotiledonar. Os resultados encontrados corroboram com estudos que confirmaram que espécies de Mimosoideae são fundamentalmente epígeas, com cotilédones de curta duração, foliáceo e que podem também conter alguma reserva ou absorvê-la do endosperma (ANDRADE, 2008). As plântulas de três espécies de Mimosa estudadas por Oliveira, Iwazaki e Oliveira (2014) também enquadram-se neste tipo de classificação da germinação. Esta classificação alia a morfologia com as estratégias ecológicas da espécie, sendo que o tipo de germinação relaciona-se ao seu rápido estabelecimento e este é um comportamento característico de espécies pioneiras como M. scabrella (IWAZAKI, 2008).
Mostrar más

97 Lee mas

Caracterização e melhoramento de bio-óleo proveniente de semente de goiaba - Psidium guajava L.

Caracterização e melhoramento de bio-óleo proveniente de semente de goiaba - Psidium guajava L.

Putun (2010) estudou a pirólise de sementes de algodão em um reator tubular de leito fixo com 60 cm de comprimento e 2,5 cm de diâmetro interno, variando taxas de fluxo de nitrogênio (50 – 400 mL min -1 ) e diferentes temperaturas (400 – 700 °C) de pirólise, com um tempo de reação de 30 minutos. No trabalho não-catalítico, o rendimento de bio-óleo máximo foi atingido em 48,30 %, com uma temperatura de 550 °C e taxa de nitrogênio de 200 mL min -1 . Em condições ótimas, a pirólise catalítica das amostras de biomassa foi realizada com diferentes quantidades de catalisador MgO (5, 10,15 e 20 % em peso da matéria-prima). A adição do catalisador diminuiu a quantidade de bio-óleo e aumentou a qualidade em termos de poder calorífico, distribuição de hidrocarbonetos e a remoção dos grupos oxigenados. O teor de oxigênio do óleo foi reduzido de 9,56 - 4,90 % no tratamento catalítico. Foi observado que o aumento da quantidade de catalisador utilizado diminuiu os rendimentos de óleo, enquanto houve um aumento de vapores condensáveis e os rendimentos de queima. O bio-óleo foi separado em hidrocarbonetos alifáticos, aromáticos e sub-frações polares. Foi deduzido que o combustível obtido através da pirólise catalítica, consiste principalmente de hidrocarbonetos de baixo peso molecular na faixa de diesel.
Mostrar más

126 Lee mas

Preparação e caracterização de membranas compósitas tubulares aplicadas a separação de emulsão óleo/água.

Preparação e caracterização de membranas compósitas tubulares aplicadas a separação de emulsão óleo/água.

A separação emulsão óleo água utilizando membranas é um processo muito importante e muito utilizado, neste sentido a busca por novos materiais e novas técnicas para produção de membranas é fonte de interesse industrial. A inovação deste estudo se dá na síntese de membranas compósitas a base de polietileno de ultra-alta massa molar (PEUAPM) por sinterização e argila organofílica Brasgel e nanocompósito para separação de emulsão óleo/água. Sendo assim, este trabalho tem como objetivos: (i) preparar membranas poliméricas tubulares de polietileno de ultra-alta massa molar (PEUAPM) sob distintas condições experimentais e suas superfícies internas foram modificadas por impregnação com solução diluída de polietileno de alta densidade (PEAD) em tolueno; (ii) preparar membranas compósitas tubulares a base de PEUAPM adicionando argila Brasgel organofílica ou nanocompósito; (iii) investigar parâmetros de processo de síntese das membranas, tais como, tempo de sinterização e percentagem do material (argila organofílica ou nanocompósito) que irão influenciar no desempenho das membranas no processo; (iv) avaliar estas membranas no processo de emulsão óleo água. As técnicas de caracterização usadas para avaliar a organofilização da argila organofílica foram Difratometria de raios X (DRX), Espectroscopia e Fluorescência de raios X por energia dispersiva (FRX-ED), Adsorção física de Nitrogênio, Capacidade de Troca de Cátions (CTC), Espectroscopia de Infravermelho por Transformada de Fourier (FTIR), Análise Térmica Diferencial e Termogravimétrica (ATD/TG) e Microscopia Eletrônica de Varredura (MEV). Todas as membranas foram caracterizadas por DRX, MEV, capacidade de absorção de água, porosidade e resistência química. Todas as membranas foram avaliadas no processo de separação emulsão óleo/água. Os ensaios foram realizados nas condições de concentração inicial do óleo 100 mg.L -1 ,
Mostrar más

149 Lee mas

Caracterização reológica e microstrutural de emulsões água em óleo para uso alimentar

Caracterização reológica e microstrutural de emulsões água em óleo para uso alimentar

A sua consistência está relacionada com as suas propriedades mecânicas. Devem ter espalhabilidade razoável à temperatura ambiente, exibindo uma certa firmeza a temperaturas mais baixas. A propriedade mais importante num creme de barrar de mesa é, fundir-se rápida e completamente na boca. Se as gotas de água são muito pequenas (  2  m), e os cristais também, o produto parecerá cremoso e brilhante. Se o tamanho das gotas aumenta, a superfície do produto torna-se áspera, e o produto parece mais escurecido. Os consumidores podem sentir cristais de gordura largos cujo tamanho é superior a 20  m, e o produto parecerá granuloso. Se a concha à volta das gotas de água não fundir à temperatura da cavidade bucal, entre 33-35  C, a fase aquosa não se libertará na boca e o produto terá um sabor semelhante a cera, não havendo a percepção do sabor a sal existente nas gotas de água. As características organolépticas são, portanto, determinadas pela microstrutura. É importante conhecer a razão da gordura cristalizada versus óleo líquido.
Mostrar más

287 Lee mas

Avaliação do tratamento de efluente da extração do óleo de dendê e potencial de produção de biogás.

Avaliação do tratamento de efluente da extração do óleo de dendê e potencial de produção de biogás.

Fang et al. (2011), avaliaram a eficiência do tratamento de efluente POME em reator anaeróbio durante 5 dias de reação, produzindo 440 mL de CH 4 por cada grama de sólidos voláteis removido, obtendo uma redução superior a 90% de demanda química de oxigênio (DQO). Por outro lado, Choorit e Wisarnwan (2007) avaliaram o tratamento do POME por digestão anaeróbia, observando em 7 dias de operação 71,1% de redução de DQO em temperatura de 37 °C. Ambos os trabalhos apresentaram valores superiores de redução de DQO quando comparados ao presente trabalho, esta variação ocorre devido ao processo de digestão anaeróbia ser vulnerável à qualquer alteração no meio, podendo prejudicar a eficiência do processo de tratamento, além disso, por se tratar de um efluente da extração de óleo, um elevado teor de óleos e graxas, bem como outros parâmetros de interesse, como metais pesados, podem inibir ou mesmo dificultar o processo de digestão anaeróbia e a produção de biogás consequentemente (Coelho et al., 2018).
Mostrar más

8 Lee mas

ANÁLISE BIOMÉTRICA DE FRUTOS E SEMENTES DE Passiflora cristalina Vanderplank & Zappi

ANÁLISE BIOMÉTRICA DE FRUTOS E SEMENTES DE Passiflora cristalina Vanderplank & Zappi

GONÇALVES, L. G. V.; ANDRADE, F. R.; MARIMON JUNIOR, B. H.; SCHOSSLER, T. R.; LENZA, E.; MARIMON, B. S. Biometria de frutos e sementes de mangaba (Hancornia speciosa Gomes) em vegetação natural na região leste de Mato Grosso, Brasil. Revista de Ciências Agrárias, Lisboa, v. 36, n. 1, p. 31-40, jan. 2013. HANSEN, A. K.; GILBERT, L. E.; SIMPSON, B. B.; CERVI, A. C.; JANSEN, R. K. Phylogenetic relationships and chromosome number evolution in Passiflora. Systematic Botany, Kent, v. 31, n. 1, p. 38-150, jan. 2006. DOI: http://dx.doi.org/10.1600/036364406775971769
Mostrar más

7 Lee mas

GERMINAÇÃO E BIOMETRIA DE FRUTOS E SEMENTES DE Prosopis juliflora (Sw) D.C.

GERMINAÇÃO E BIOMETRIA DE FRUTOS E SEMENTES DE Prosopis juliflora (Sw) D.C.

A algaroba (Prosopis juliflora (Sw) D.C.) é uma espécie exótica cujas folhas têm grande potencial para utilização na alimentação humana e animal, sendo altamente nutritivas, além de ser considerada eficiente na recuperação de áreas degradadas e solos empobrecidos. Apesar da procura crescente por sementes e mudas desta espécie, pouco se conhece sobre a qualidade fisiológica de suas sementes. Diante disto, o objetivo deste trabalho foi caracterizar a biometria de frutos e sementes da espécie, além de determinar as temperaturas e substratos para a germinação e desenvolvimento inicial de plântulas. Foi determinada a quantidade de sementes por quilograma e o teor de água das sementes. Analisou-se o comprimento, o diâmetro, o peso, e o número de sementes em cada fruto e a espessura, a largura, o comprimento e o peso das sementes. No teste de germinação foram utilizadas três temperaturas (20, 30 e 20-30°C) sob o regime de 14 horas de luz branca e dois substratos (sobre papel e rolo de papel). Determinaram-se as curvas de embebição das sementes, a germinação, o índice de velocidade de germinação, o comprimento da parte aérea, o comprimento da raiz e a massa seca das plântulas. Os dados biométricos indicam ampla variabilidade para as características avaliadas para frutos, entretanto, as sementes apresentam menor variabilidade. As temperaturas de 30 e 20- 30°C e ambos os substratos testados são eficientes para a condução do teste de germinação de sementes de algaroba em laboratório.
Mostrar más

11 Lee mas

Extração supercrítica do Agastache foeniculum (lamiaceae) : caracterização dos extratos e modelação

Extração supercrítica do Agastache foeniculum (lamiaceae) : caracterização dos extratos e modelação

A hidrodestilação é um método tradicional para obtenção de compostos bioativos a partir óleos essenciais de plantas e não envolvendo qualquer solvente orgânico. Inicialmente a parte da planta a extrair (que podem ser várias, como já foi especificado anteriormente) é acondicionada num recipiente e adicionada água em quantidade suficiente. Assim, a mistura é aquecida até a água entrar em ebulição. Desta forma, a água quente e o vapor atuam como os principais fatores para a libertação do óleo. Por fim o óleo e compostos bioativos separam-se usualmente por condensação e diferença de densidades [15], [16].
Mostrar más

108 Lee mas

Caracterização anatômica e composição química do óleo essencial de manjericão (Ocimum spp.)

Caracterização anatômica e composição química do óleo essencial de manjericão (Ocimum spp.)

TAVARES E.S., JULIÃO L.S., Lopes D., Bizzo H.R., Lage C.L.S., Leitão S.G. Análise do óleo essencial de folhas de três quimiotipos de Lippia alba (Mill.) N. E. Br. (Verbenaceae) cultivados em condições semelhantes, 2005. Rev Bras Farmacogn 15: 1-5. TESI, R.; PAOLUCCI, B.; TOSI, D. Basil (Ocimum basilicum L.) genetics and breeding. 2: Cultivars characteristics. Sementi Elette v. 37(5) p. 7-13 (Sep-Oct 1991).

130 Lee mas

Caracterização dos componentes de rendimento de óleo do pinhão-manso (Jatropha curcas).

Caracterização dos componentes de rendimento de óleo do pinhão-manso (Jatropha curcas).

O “peso de amêndoas” apresentou efeito direto sobre a variável principal e indireto via “produtividade”. O efeito direto deveu-se ao maior teor de óleo da amêndoa em relação aos outros constituintes do grão e indireto via “produtividade” porque foi um importante componente do peso dos grãos (ROCHA et al., 2008). O peso de casca apresentou efeito direto desprezível no rendimento de óleo e considerável sobre o peso de grãos, pois apesar de ser um componente do peso de grãos, não contribuiu para a produção de óleo (Tabela 1).

6 Lee mas

Fenologia e caracterização de frutos e sementes de um cerrado sensu stricto, Jardim Botânico de Brasília, Distrito Federal, Brasil, com ênfase nas espécies com síndrome ornitocórica

Fenologia e caracterização de frutos e sementes de um cerrado sensu stricto, Jardim Botânico de Brasília, Distrito Federal, Brasil, com ênfase nas espécies com síndrome ornitocórica

Resumo - (Caracterização de frutos com dispersão ornitocórica em uma comunidade de cerrado no Jardim Botânico de Brasília). As características omitocóricas podem influenciar na escolha alimentar pelas aves. O tamanho do fruto, coloração, número e tamanho das sementes, são características que podem influenciar a escolha pelas aves consumidoras. O presente trabalho teve como objetivos identificar as espécies de plantas que oferecem frutos à avifauna de uma comunidade vegetacional de cerrado do Jardim Botânico de Brasília, caracterizá-los e estudar a interação de algumas plantas com a avifauna. Para tanto as dimensões de frutos e sementes frescos foram obtidos utilizando paquímetro, a massa foi obtida fresca e seca, para obtenção da porcentagem de água. O diâmetro, o comprimento, a massa fresca, a porcentagem de água dos frutos e a quantidade de sementes por frutos foram ordenados através do método DECORANA. Para avaliação do potencial ornitocórica das plantas foram realizadas observações com binóculos 8x40 mm de 12 espécies vegetais, identificando-se as espécies consumidoras, registrando- se o número de frutos consumidos e o comportamento de consumo. Registrou-se 25 espécies de plantas omitocóricas, com predomínio de frutos carnosos indeiscentes do tipo bacídio, drupa, nuculâneo, bacáceo
Mostrar más

101 Lee mas

Qualidade fisiológica e caracterização morfohistológica de sementes de Polygala sellowiana A. St. -Hil. & Moq.

Qualidade fisiológica e caracterização morfohistológica de sementes de Polygala sellowiana A. St. -Hil. & Moq.

As amostras submetidas ao teste de germinação passaram por prévia desinfestação com álcool 70% por 20 segundos, e em seguida com solução de hipoclorito de sódio (1%, v/v), por 1 minuto. Após, as sementes foram inoculadas em caixas tipo gerbox com papel filtro umedecido. As caixas contendo as sementes foram acondicionadas em câmaras de germinação, do tipo Demanda Bioquímica de Oxigênio (BOD) em temperatura de 25ºC com diferentes fotoperíodos: 24 horas, 10 horas e 0 horas de luz (Brasil, 2009; Mattana et al., 2010). A contagem da germinação das sementes foi realizada diariamente. Considerou-se como germinadas as sementes com a protrusão da radícula (Borghetti & Ferreira, 2004; Bewley et al., 2013). A combinação dos fatores avaliados resultou em doze diferentes tratamentos representados na Tabela 2. Tabela 2.Tratamentos aplicados ao teste de germinação de sementes de P. sellowiana. Os números 1 a 12 se referem aos tratamentos resultantes da combinação dos diferentes fatores.
Mostrar más

49 Lee mas

Ocorrência, diversidade e caracterização enzimática de leveduras isoladas de frutos do cerrado

Ocorrência, diversidade e caracterização enzimática de leveduras isoladas de frutos do cerrado

O cerrado é o segundo maior bioma do Brasil, guardando um grande potencial microbiológico. Sua vegetação endêmica é rica em frutos que muitas vezes são desconhecidos dentro da própria população brasileira. Frutos como araticum, pequi, mangaba, coquinho, buriti são alguns exemplos destes frutos ricos em nutrientes, principalmente carboidratos e lipídios. Devido essas características químicas e o ambiente onde residem os frutos promovem um cenário ideal para o desenvolvimento de leveduras. É importante conhecer estes micro-organismos, pois podem produzir várias substâncias com potêncial biotecnológico nas áreas da produção agrícola, saúde, indústrias e alimentícios. O objetivo deste trabalho foi estudar a ocorrência de leveduras em frutos do cerrado, fazer a caracterização molecular e enzimática destes isolados. Foram coletados 13 frutos do cerrado: pequi, mangaba, caju do cerrado, cagaita, pitomba, coco guariroba, araçá, jatobá do cerrado, maracujá do cerrado, lobeira, buriti, araticum e coquinho azedo sendo isoladas 85 leveduras. A caracterização genética dos isolados foram feitas por meio de técnica de MSP-PCR e posteriormente agrupadas pelo programa Bionumerics® por similaridades de seus perfis eletroforéticos. Para a identificação dos isolados foi realizado o sequenciamento da região D1/D2 do gene 26S. Foram encontrados 14 gêneros: Candida, Meyerozyma, Hanseniaspora, Debaryomyces, Pichia, Wickerhamomyes, Lodderomyces, Eremothecium, Bandoniozyma, Issatchenkia, Rhodotorula, Rhodosporidium, Pseudozyma e Cryptococcus. Os testes enzimáticos com amilase, pectinase, celulase e protease mostraram que 54 isolados produziram algum tipo dessas enzimas e 25 apresentaram no mínimo duas. As enzimas mais produzidas pelos isolados foram protease com aproximadamente 35%, seguida de celulase com 23%, pectinase com 16% e amilase com 13%.
Mostrar más

76 Lee mas

PRODUÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DOS FRUTOS DE ESPÉCIES DE Physalis CULTIVADAS NO SEMIÁRIDO BAIANO

PRODUÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DOS FRUTOS DE ESPÉCIES DE Physalis CULTIVADAS NO SEMIÁRIDO BAIANO

família Solanaceae, considerada uma excelente alternativa de produção pelo elevado valor nutracêutico do fruto e pela possibilidade de sua incorporação em cultivos orgânicos (VELASQUEZ et al., 2007). Seus frutos têm sabor adocicado e levemente ácido, com alto teor de vitaminas A e C, fósforo, ferro, flavonóides e fitoesteróides, além dos nutrientes essenciais e de micronutrientes como minerais e fibras (HARBORNE; WILLIAMS, 2000). Os frutos são utilizados na fabricação de doces, geleias, sucos, sorvetes e iogurtes, no entanto, a fisális se destaca no mercado de consumo in natura e na produção de docinhos sofisticados para festas. Já as raízes e folhas são destinadas ao mercado farmacêutico (MUNIZ et al., 2015). Devido à grande versatilidade e aproveitamento do fruto de fisális, o volume de comercialização no país vem aumentando. Na Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo – CEAGESP, o volume comercializado aumentou de 2.533 kg em 2007 para 31.353 kg em 2012 (WATANABE; OLIVEIRA, 2014), sendo destaque a produção e o consumo de Physalis peruviana.
Mostrar más

9 Lee mas

Antecipação e retardamento de colheita nos teores de óleo e proteína das sementes de soja, cultivar Valiosa RR

Antecipação e retardamento de colheita nos teores de óleo e proteína das sementes de soja, cultivar Valiosa RR

Nos últimos anos, os programas de melhoramento têm dado ênfase ao aumento do teor de proteína e também à melhoria de sua qualidade, que se dá em razão do aumento do teor de metionina e cisteína e decréscimo de fatores antinu- tricionais. Atualmente, com a busca de matéria-prima para produção de biocom- bustíveis, o óleo de soja volta a ganhar importância nos programas de melhora- mento. De acordo com Dell’aquila, (2009), o proveito em desenvolver técnicas apro- priadas para obter melhores informações sobre as culturas tem sido tópico funda- mental de pesquisas.
Mostrar más

9 Lee mas

Show all 2477 documents...