PDF superior Filosofia na escola: uma tensão entre saberes e educação

Filosofia na escola: uma tensão entre saberes e educação

Filosofia na escola: uma tensão entre saberes e educação

Esta percepção transmite uma idéia de autodestruição a princípio, mas que, quando analisada com mais cuidado permite ver que se trata do enfraquecimento de um discurso, de um paradigma sobre o qual a escola se estruturou. Porém, este mesmo painel trágico que se apresenta nos aponta possibilidades. Em tempos em que o paradigma da modernidade, os discursos e formações discursivas provenientes da modernidade são questionados e se enfraquecem, os discursos emergentes vão ganhando força e se apresentando como uma solução ao impasse instaurado com o esgotamento de sentidos desta relação da humanidade com o saber, com o mundo, com a vida. Para além de uma oposição entre o velho e o novo; entre o tradicional e o emergente; entre o moderno e o pós-moderno, entre o mal, sem propósito ou sentido e o bom, ajustado e pertinente, o que se abre nesses tempos é a percepção do próprio paradigma. Não um movimento de limites se opondo às possibilidades, outrossim, a percepção de ambos os termos e as implicações provenientes da simultaneidade destas palavras – e destes sentidos – muitas vezes alocados em espaços distintos, separados. O que se apresenta é a alternativa, o ainda não estabelecido, o devir, que rompe com esperado; com o planejado; com o previsto dentro de um sistema.
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21 Lee mas

Sobre educação e produção de filosofia experimental com crianças numa escola no município de Maceió/Al

Sobre educação e produção de filosofia experimental com crianças numa escola no município de Maceió/Al

Essa atividade é apenas uma simples descrição sobre o primeiro dia de uma aula de Filosofia com a turma do 2º ano em 2013. Com o 5º ano, a metodologia foi um pouco diferente. Mas o início o mesmo: a curiosidade. A lógica do acontecimento. Do espanto. Penso que seja essa a “metodologia” ou a “fórmula” para um início de Filosofia com as crianças. Pois bem, com o 5º ano uma grande interrogação foi colocada na entrada da sala de aula deles. Eu, como todo começo de ano letivo, estava na porta da sala para recepcioná-los. Havia não uma “regra”, mas uma brincadeira que “a tia Carla” havia feito para que o aluno do 5º ano pudesse entrar na sala. E qual brincadeira era essa? Precisavam segurar uma interrogação na mão e fazer uma pergunta. Qualquer uma. Um se espantou com essa brincadeira logo no começo e disse: “Eita, que a tia já começa inventando coisas!” Eu com um largo sorriso disse: “Sim. Teremos muito trabalho esse ano. Vejam só o tamanho da nossa interrogação?” Na interrogação estava escrita a frase: “Quem é você?”. As perguntas que os alunos podiam fazer não eram determinadas. Poderia ser qualquer uma. Perguntar o nome da nova professora. Perguntar sobre a rotina da escola. Sobre quantos colegas eles teriam. Qual o horário que voltariam para casa. No final do dia, saíram todos com os rostos pintados com um sinal de interrogação e pensarem sobre o que aconteceria no outro dia.
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22 Lee mas

Uma subversão na era do vazio: educação filosófica e emancipação na proposta da olimpíada latinoamericana de filosofia.

Uma subversão na era do vazio: educação filosófica e emancipação na proposta da olimpíada latinoamericana de filosofia.

Ainda na exposição de Larrosa, discutindo Bakhtin, ele aponta para o riso como o encarregado de manter uma tensão dialógica em que a consciência se abre, se desprende e se coloca continuamente para além de si mesma (p.175) e neste ponto discordo da ideia que apresenta de profanação como a instauração do riso, do incerto, pois, para mim, o que ele chama de profanação é o que considero abertura para o inesperado, o incomum, o não eu, o sagrado. Parece-me importante desler estes conceitos e discuti-los, porque aquilo que se considera sagrado comumente é a inversão do sagrado porque é o que se percede e se determina dele, é o que foi profanado, tornado comum, dominado. Segundo Lipovetsky, uma vez desparecida a consciência do o sagrado, é impossível o riso verdadeiro, desatado, explosivo e autêntico, porque a comicidade profana é generalizada, conformista, plana e contida (1992) e só a atitude de abertura para o não determinado pelo sujeito experimenta a leveza do riso, da alegria de ser surpreendido, de se entender provisório, contingente e sem pátria. A escolé como lugar da formação de uma atitude diante do real e consequente abertura ao belo, a hierofania é o lugar do risco e do riso constante, porque só são formativas as experiências de tensão sobre a própria identidade, as experiências perigosas, porque é no risco que o ser se manifesta e causa alegria. Então, penso que a escolé é o lugar, por excelência da experiência do belo, do sagrado. Uma vez sentido o sopro da beleza, torna- se, como na experiência amorosa, necessário o que antes não era.
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17 Lee mas

Os modos de estruturação da Educação em Saúde na escola

Os modos de estruturação da Educação em Saúde na escola

Transpondo alguns princípios da pesquisa participante para a investigação dos aspectos pedagógicos, temos nos voltado mais para processos de cooperação no planejamento da sala de aula. O que nos propomos a desenvolver não consiste em tentar igualar o professor ao pesquisador em uma relação forçada e, na maioria das vezes, ilusória. Trata-se de propor uma possibilidade de articulação entre saberes, através dos quais a atitude cooperativa possa estabelecer-se como elemento promotor de integração. Desta forma, apostamos em uma variação da pesquisa participante – a Investigação-Ação – a qual concebe os professores não somente como objetos da investigação, como via para coleta de dados ou ainda, como implementadores de propostas didáticas. Na Investigação-Ação todos os participantes são investigadores juntamente com o pesquisador, sendo este visto como um problematizador do processo (ROSA et al., 2003). Por meio da Investigação-Ação, todos os envolvidos, conversam, dialogam e buscam respostas para suas inquietações.
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21 Lee mas

EDUCAÇÃO ALIMENTAR E NUTRICIONAL NA ESCOLA: RELATO DE EXPERIÊNCIA EM UMA RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL

EDUCAÇÃO ALIMENTAR E NUTRICIONAL NA ESCOLA: RELATO DE EXPERIÊNCIA EM UMA RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL

Nas últimas décadas, vem ocorrendo uma transição nutricional no Brasil, passando a população de um estado de desnutrição para o de aumento do sobrepeso e da obesidade em todas as faixas etárias e grupos sociais. A adolescência e a infância são fases da vida muito importantes para a aquisição de hábitos alimentares adequados, pois podem influenciar positivamente nos hábitos alimentares futuros e serem mantidos ao longo da vida. Neste contexto, o ambiente escolar passa a ser considerado um cenário oportuno, não somente por promover ações educativas bem como para ampliar o acesso a uma alimentação saudável através de estratégias de intervenções nutricionais, deste modo, justifica-se realizar ações de Educação Alimentar e Nutricional (EAN) na escola por este ser um ambiente de contínuo aprendizado e troca de saberes e experiências. O objetivo do presente estudo foi relatar a experiência de uma atividade de EAN com escolares, realizada por uma equipe de residentes em saúde coletiva, visando o incentivo à alimentação saudável. Trata-se de um relato de experiência elaborado a partir da realização de uma atividade desenvolvida pela equipe de residentes da Residência Integrada Multiprofissional em Saúde Coletiva, da Universidade Federal do Pampa, inserida em uma Estratégia de Saúde da Família no município de Uruguaiana/RS. A atividade foi realizada em cinco turmas de 1° ano do Ensino Fundamental, com crianças de ambos os sexos e idade entre 6 e 7 anos. Esta consistiu em utilizar os sentidos tato, olfato e paladar para proporcionar a experiência de sabores e sentidos. Utilizando esses três sentidos, os escolares deveriam adivinhar as frutas que foram ofertadas em cada sentido. E após deveriam pintar em uma folha a fruta que achavam que era. Ao findar este momento, houve uma conversa com as crianças, onde foram apresentadas as frutas com seus respectivos nomes e realizados questionamentos sobre os hábitos alimentares das mesmas. Todos os escolares demonstraram conhecer e consumir frutas em casa e na merenda escolar. A maioria das crianças pintou corretamente a fruta pela qual passou, demonstrando que as mesmas têm conhecimento de grande parte das frutas. Conclui-se que atividades de intervenção com o objetivo de desenvolver EAN podem ser consideradas uma ferramenta de ação educativa na promoção de hábitos alimentares saudáveis, principalmente na infância, pois apresenta enorme relevância para promoção de estilos de vida saudáveis. Considerando a relevância da temática, sugere-se que mais ações de EAN sejam realizadas no ambiente escolar.
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6 Lee mas

MANGOLIN, Cesar, NOBREGA, Juliana J  T , SANTOS FILHO, João Vieira  REFLEXÕES SOBRE A POLÍTICA E A EDUCAÇÃO  A FILOSOFIA POSSÍVEL NA ESCOLA IMPROVÁVEL

MANGOLIN, Cesar, NOBREGA, Juliana J T , SANTOS FILHO, João Vieira REFLEXÕES SOBRE A POLÍTICA E A EDUCAÇÃO A FILOSOFIA POSSÍVEL NA ESCOLA IMPROVÁVEL

Ela se encarrega das crianças de todas as classes sociais desde o maternal, e desde o maternal ela lhes inculca durante anos, precisamente durante aqueles em que a criança é mais ‘vulnerável’, espremida entre o aparelho de estado familiar e o aparelho de Estado escolar, os saberes contidos na ideologia dominante (o francês, o cálculo, a história natural, as ciências, a literatura) ou simplesmente a ideologia dominante em estado puro (moral, educação física, filosofia). Por volta do 16º ano, uma enorme massa de crianças entra na ‘produção’: são os operários ou os pequenos camponeses. Uma outra parte da juventude escolarizável prossegue: e, seja como for, caminha para os cargos dos pequenos e médios quadros, empregados, funcionários , pequenos burgueses de todo tipo. Uma última parcela chega ao final do percurso, seja para cair no semi-emprego intelectual, seja para fornecer além dos ‘intelectuais do trabalhador coletivo’, os agentes da exploração (capitalistas, gerentes), os agentes da repressão (militares, policiais, políticos, administradores) e os profissionais da ideologia (padres de toda espécie, que em sua maioria são ‘leigos’ convictos). Cada grupo dispõe da ideologia que convém ao papel que ele deve preencher na sociedade de classe: papel de explorado (a consciência ‘profissional’, ‘moral’, ‘cívica’, ‘nacional’ e apolítica altamente ‘desenvolvida’); papel de agente da exploração (saber comandar e dirigir-se aos operários: as ‘relações humanas’), de agentes de repressão (saber comandar, fazer-se obedecer ‘sem discussão’, ou saber manipular a demagogia da retórica dos dirigentes políticos), ou de profissionais da ideologia (saber tratar as consciências com o respeito, ou seja, o desprezo, a chantagem, a demagogia quer convêm, com as ênfases na moral, na virtude, na ‘transcendência’, na nação, no papel da França no mundo etc.) (ALTHUSSER, 1983, p.79-80).
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27 Lee mas

O lugar da filosofia na educação

O lugar da filosofia na educação

Um ponto que merece atenção é o da especificidade do trabalho do professor de ensino médio. Na prática docente o objetivo não é produzir um saber novo no campo da filosofia, mas a “competência para converter a filosofia em saber ensinável”, ou seja, “elaborar uma modalidade de saber que não é produzida pelo pesquisador acadêmico: o saber didático- filosófico, ou seja, aquele que institui mediações capazes de possibilitar que a filosofia seja um saber ensinável” (Rodrigo, 2009, p.70). Não como mero reprodutor, mas como produtor de uma forma específica do discurso, o professor encontra a identidade de sua prática profissional. Como afirma a autora, há que escapar de uma armadilha presente na argumentação de que o professor deve ser um pesquisador, a armadilha de considerar-se aí o trabalho do pesquisador mais valioso do que o trabalho do professor. A produção do saber didático-filosófico é a tarefa específica do professor. Não se confunde com a pesquisa na área da filosofia, entendida como produção de conhecimento novo nessa área. Trata-se de um saber produzido na escola e para a escola, pelo menos no que tange à educação formal. Não significa que todos os professores devam publicar livros didáticos, mas a produção de um discurso que se concretize em textos didáticos próprios para o ensino é parte da tarefa do professor (Rodrigo, 2009, p.69).
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9 Lee mas

Algumas considerações em torno do ser profe ssor de filosofia no ensino médio / A few words around the philosophy of teacher be in school

Algumas considerações em torno do ser profe ssor de filosofia no ensino médio / A few words around the philosophy of teacher be in school

As mudanças paradigmáticas ocorridas em nosso tempo interferem na condição do ser professor de Filosofia hoje. Historicamente, a interrelação entre educação e escola acena para o sistema econômico, que por sua vez estabelece uma intensa influência em suas práticas pedagógicas. Dessa forma, o referido artigo objetiva apresentar algumas discussões em torno da atuação profissional do professor de Filosofia do Ensino Médio e as conjunturas hodiernas. Quanto ao desenvolvimento do presente artigo, ele está assentado em dois tópicos. No primeiro momento, buscará apresentar uma relação entre escola e educação, destacando o contexto social em que nossa sociedade contemporânea está sustentada. No segundo, destacará algumas reflexões acerca do ser professor de Filosofia no hoje. Assim, tal artigo não visa esgotar a temática, mas constituir-se como uma possível contribuição nesse campo reflexivo.
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12 Lee mas

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL E GESTÃO DEMOCRÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: REFLEXÕES E POSSIBILIDADES

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL E GESTÃO DEMOCRÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: REFLEXÕES E POSSIBILIDADES

Atualmente, as discussões acerca da importância da Educação Infantil, concebida legalmente como primeira etapa da Educação Básica a partir da Lei de Diretrizes e Bases - LDB nº 9.394/96 tem apontado com extrema relevância a importância de um planejamento pedagógico adequado às especificidades das crianças de 0 a 5 anos. Conforme Barbosa (2009, p.68), pensar o binômio educar e cuidar enquanto funções indissociáveis na Educação Infantil se configura um dos desafios desta etapa, buscando superar a concepção assistencialista que, ancorada em práticas de guarda e cuidado, alimentação e proteção, historicamente tem caracterizado a Educação Infantil.
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COMO A EDUCAÇÃO AMBIENTAL É TRABALHADA EM UMA ESCOLA DA EDUCAÇÃO BÁSICA: UM RELATO

COMO A EDUCAÇÃO AMBIENTAL É TRABALHADA EM UMA ESCOLA DA EDUCAÇÃO BÁSICA: UM RELATO

Educação Ambiental (EA) permeia os processos de ensino e aprendizagem atuando como construtor de uma visão mais integradora e responsável das interações que o ser humano tem e deve ter com o meio ambiente. Vale lembrar que a EA não é um conceito acabado, com finalidades plenamente delimitadas. Trata-se de uma temática ainda muito em discussão mesmo 20 anos após a promulgação da Lei nº. 9.795 (1999), que dispõe sobre a Educação Ambiental. Isso vai ao encontro das pesquisas de Lucie Sauvé (2005) que sistematizou essas concepções de EA em pelo menos 15 correntes de pensamentos.
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TítuloEducação Ambiental na formação de professores: compromisso políticoideológico, social e pedagógico

TítuloEducação Ambiental na formação de professores: compromisso políticoideológico, social e pedagógico

O presente artigo visa contribuir no debate sobre a inserção da Educação Ambiental nos currículos escolares e na formação acadêmica dos professores a partir da análise sobre o papel da escola e dos professores neste processo. Aborda a ação dos professores desde a perspectiva de sua ação político-ideológica, social e pedagógica e a sua responsabilidade de potencializar a educação ambiental em sua prática pedagógica. A ação político-ideológica é compreendida como forma de manifestação da crítica a realidade para a promoção de alternativas em relação à problemática ambiental. Por outro lado, a ação pedagógica para a elaboração de modelos didáticos alternativos se configura em um novo desafio ao contexto escolar, pois se evidencia a necessidade de que sejam promovidos diferentes tipos de aprendizagens considerando novos modelos pedagógicos que favoreçam e estimulem novos comportamentos sociais em relação ao contexto ambiental.
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12 Lee mas

QUESTIONÁRIO SOBRE SUICÍDIO ENTRE ESTUDANTES DE UMA ESCOLA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DE ENSINO BÁSICO

QUESTIONÁRIO SOBRE SUICÍDIO ENTRE ESTUDANTES DE UMA ESCOLA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DE ENSINO BÁSICO

Estes jovens, que pensam em tirar a própria vida, acreditam que não existem soluções para os seus problemas, e normalmente demonstram sinais de um desequilíbrio emocional, mas que podem passar despercebidos por colegas, familiares e amigos (ABREU; SOUZA, 2017). O primeiro ³passo´ para o suicídio é a ideação suicida, assim, assim, a decisão de cometer este ato não ocorre de maneira rápida, sendo que normalmente o indivíduo que o comete, manifestou anteriormente alguma advertência ou sinal relacionado à ideia de efetuar atos contra a própria vida (WERLANG et al., 2005). Da mesma forma, a literatura demonstra que existe uma grande probabilidade de, após uma primeira tentativa de suicídio, outras virem a surgir (BORGES et al., 2008; ESPINOZA-GOMEZ et al., 2010).
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6 Lee mas

TítuloA filosofia do Bem Viver, inspiradora para uma educação na natureza

TítuloA filosofia do Bem Viver, inspiradora para uma educação na natureza

Desta época até os dias de hoje, vivemos em escala mundial a realidade alarmante das desigualdades sociais, a exploração sem controle dos recursos naturais, mudanças climáticas e outros impactos ambientais. A ideia de desenvolvimento econômico ociden- tal baseada na acumulação de bens e exploração de recursos naturais mostra-se cruel e fracassada. O capitalismo se revela um modelo injusto e suas consequências, desastro- sas. Faz-se urgente uma mudança profunda de mentalidade para que o ser humano se dê conta de que, se permanecer nesse caminho, tornará inviável a conquista da justiça social e uma relação de harmonia e solidariedade entre os seres, já que em sua própria essência, o modelo vigente incentiva a competitividade e o individualismo. Chegamos a um ponto em que precisamos assumir nossos erros, buscar novas possibilidades e construí-las, juntos.
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16 Lee mas

Pibid: o subprojeto cultura esportiva da escola

Pibid: o subprojeto cultura esportiva da escola

O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência – PIBID, instituído pelo Ministério da Educação - MEC e, financiado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES, busca valorizar as ações dos acadêmicos de licenciatura, aproximando os futuros professores da escola, a fim de contribuir para a melhoria da qualidade do ensino público.

8 Lee mas

TítuloEducação ambiental na escola professora Neilde Pimentel Santos itabaiana/se

TítuloEducação ambiental na escola professora Neilde Pimentel Santos itabaiana/se

pontualmente, e a prática desenvolvida não aborda EA como uma real dimensão do processo educacional. Desse modo, sugere-se que a escola invista na formação continuada de seu corpo docente, especialmente, no que diz respeito à abordagem da temática ambiental. Astract

12 Lee mas

TítuloÁrea de projecto: uma experiência de educação sexual na escola

TítuloÁrea de projecto: uma experiência de educação sexual na escola

Foram fornecidas fichas de trabalho individual, com situac;6es problemáticas, que deviam ser avaliadas como relacionadas ou nao com Educac;ao Sexual, de acordo com os exemplos: • «Durant[r]

14 Lee mas

INTERFACES UNIVERSIDADE E ESCOLA: UMA PROPOSTA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS PARA A EDUCAÇÃO BÁSICA

INTERFACES UNIVERSIDADE E ESCOLA: UMA PROPOSTA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS PARA A EDUCAÇÃO BÁSICA

1º Módulo ± Instrumentalização, conhecimento e Surdez: nessa etapa, os participantes do curso de formação continuada têm acesso a conteúdos teóricos e práticos, discutindo a temática a partir da revisão bibliográfica na área, das políticas públicas para inclusão de alunos surdos na escola pública brasileira e da formação docente, desenvolvidos em pesquisas, seminários, estudos dirigidos, assistência de filmes e palestras etc.

5 Lee mas

O ESTÁGIO NA FORMAÇÃO DOCENTE

O ESTÁGIO NA FORMAÇÃO DOCENTE

A preparação para aulas de Química foi fundamental para o desempenho em sala de aula, pois possibilitou uma maior interação com os conteúdos, exclareceu as ideias quanto à exposição e facilitou a explicação cientifica. Nesse período foram organizados materiais didáticos que representavam os exemplares dos Modelos Atômicos para que os alunos tivessem um maior aproveitamento de ensino.

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A educação sexual na escola e as causas que interferem o seu desenvolvimento

A educação sexual na escola e as causas que interferem o seu desenvolvimento

Os alunos entrevistados estariam em consonância com o pensamento de Benites (2006), quando dos pais, a priori, deveria vir a educação sexual, por serem eles as pessoas mais significativas para os filhos. Assim sendo, se, de fato, a educação sexual tiver início na família, tudo fluirá bem melhor, pois “é no espaço familiar, privativo, que a criança recebe com a maior intensidade as noções de como construir sua vida e como expressar sua sexualidade. Cada família determina a educação dos filhos, seja conservadora ou liberal, com ou sem crença religiosa” (Souza, 2010, p. 34).
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O PROJETO DE LEI ESCOLA SEM PARTIDO E O IMPACTO NAS IMAGENS SOCIALIZADAS DA DOCÊNCIA

O PROJETO DE LEI ESCOLA SEM PARTIDO E O IMPACTO NAS IMAGENS SOCIALIZADAS DA DOCÊNCIA

49 toma a educação como uma tarefa de todos, essencialmente, política, pois "com o imperturbado fundo de uma tal tradição, na qual a educação tem uma função política o que constitui um c[r]

7 Lee mas

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