PDF superior Gestão curricular no Instituto Superior de Ciências da Educação do Lubango

Gestão curricular no Instituto Superior de Ciências da Educação do Lubango

Gestão curricular no Instituto Superior de Ciências da Educação do Lubango

32 poderá consciencializar o sentido e a direcção do processo formativo que lhe é exigido e para cujo bom êxito se lhe pede a colaboração. Para as autoridades escolares o programa desempenha, essencialmente, as funções de fundamentação das decisões e de controlo, uma vez que o programa é o marco de referência para a apreciação do andamento dos processos didácticos e da qualidade dos resultados conseguidos. Quanto ao sistema escolar e educativo, o programa desempenha uma dupla função dialéctica: a de inovação e a de estabilização, esta última destacando o facto de o programa ser o eixo básico que nunca deve perder-se de vista, o que quer dizer que ninguém está capacitado para abandoná-lo. Roldão (2006) considera que qualquer percurso de aprendizagem intencional requer um “programa”, isto é, um percurso organizativo que permite alcançar a aprendizagem pretendida. Esse conjunto de aprendizagens pretendidas constitui o currículo e para um dado currículo é forçoso conceber um programa, uma sequência, uma estrutura, ou seja, um programa é um plano de acção, um meio para alcançar os fins pretendidos seguindo uma dada linha e sequência. A autora afirma que os professores têm sido “desviados” da sua função profissional e transformados em funcionários sem autonomia profissional ao relacionarem-se com o ensino como o “cumprimento de um programa” e não como a acção individual sobre um currículo pretendido através de um programa que se usa e sobre o qual se tomam decisões. O programa é um auxiliar da acção, não é um decreto. Um programa não se cumpre, o que tem de se cumprir é o currículo, a aprendizagem para cuja consecução foi organizado. E para exemplificar isso a autora busca um exemplo simples e esclarecedor, no qual interroga se é possível um professor “dar” o programa de Língua Portuguesa sem que os alunos tenham aprendido a ler e a escrever? Nesse caso, o programa não precisaria de ser trabalhado, modificado, adaptado, repensado até que o percurso de aprendizagem se concretize de facto? A autora citada sublinha que o programa é algo que será sempre necessário, mas que se deve repensar, no sentido da sua funcionalidade e uso inteligente e não do carácter.
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Aplicação das TICs no Instituto Superior de Ciências de Educação: uma nova metodologia para o currículo de Informática

Aplicação das TICs no Instituto Superior de Ciências de Educação: uma nova metodologia para o currículo de Informática

No campo de projecto para conseguir a colaboração de todos os membros do grupo foram especificados dois requisitos: o professor delegou a autonomia aos estudantes na execução da actividade (i) e os estudantes foram colocados num determinado contexto (ii) e ajudados a serem capazes de exercer essa autonomia, pela sua própria capacidade de interacção (iii). Para o efeito foram definidos papeis para os diferentes actores do processo de ensino e aprendizagem. Os papeis indicam o que se pode esperar de cada membro do grupo e são decididos pelos próprios membros do grupo. Foi também da responsabilidade do grupo, a escolha do seu líder, a quem cabia a motivação e acompanhamento dos seus colegas para a execução da actividade e por fim redigir o relatório final da actividade.
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26 Lee mas

A supervisão pedagógica em ensino da biologia no Instituto Superior de Ciências da Educação: ISCED/Huíla-Angola: contributos metodológicos para o seu desenvolvimento

A supervisão pedagógica em ensino da biologia no Instituto Superior de Ciências da Educação: ISCED/Huíla-Angola: contributos metodológicos para o seu desenvolvimento

Segue-se uma lista de procedimentos, no sentido de permitir uma melhor compreensão, do desenvolvimento de todo este processo relacionado com a semana da Prática Pedagógica, a qual ficou a ser um marco referencial na formação de professores do ISCED/HUÍLA. Assim, foi: solicitada autorização da instituição formadora para a realização do evento; efetuada a preparação do local de exposição no ISCED/HUÍLA; selecionado o material de apoio indispensável como, por exemplo, placards, fotografias, vídeos; pedido às quatro escolas onde as PP foram realizadas, para dispensarem os alunos e os respetivos professores. Cada AFP realizou a atividade de exposição dos materiais produzidos sob a supervisão do respetivo PS. Cada um destes fez-se acompanhar das respetivas turmas e correspondentes professores, numa média de trinta e cinco alunos por cada turma. Foi pedido aos encarregados de educação para autorizarem os seus educandos a participar. Estes foram os intermediários da solicitação, a qual foi acompanhada de um convite para que todos estivessem presentes; divulgado pelos media locais de toda a informação relacionada com o evento; enviado convite à Direção Provincial da Educação da HUÍLA (entidade que superintende regionalmente nas questões educacionais e de cuja decisão depende a seleção das escolas onde é efetuada a PP), bem como às direções e aos professores dos respetivos estabelecimentos de ensino; calendarizada a apresentação dos trabalhos tendo-se, por exemplo, começado pelos níveis etários mais baixos; realizada a preparação duma conferência sobre as PP, inicialmente pensada com a presença de especialistas estrangeiros, do âmbito da supervisão. Razões absolutamente imprevistas impossibilitaram tal prestimosa colaboração. Assim, foi o autor deste estudo que se responsabilizou por essa tarefa, tendo estado presentes PS e AFP doutros cursos professados no ISCED, como por exemplo, Geografia, Química, Física e História.
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Autoavaliação como instrumento de gestão na educação superior : o caso do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás

Autoavaliação como instrumento de gestão na educação superior : o caso do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás

Este estudo aborda um dos temas centrais da educação superior brasileira: a avaliação institucional e mais especificamente a autoavaliação, instituída pelo Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – Sinaes, criado pela Lei 10.861, de 14 de abril de 2004. A autoavaliação é um dos instrumentos de avaliação institucional, considerado de fundamental importância no âmbito desse sistema, posto que é realizada pelas próprias instituições de educação superior e pelo entendimento de que este protagonismo avança no que diz respeito aos processos avaliativos, no sentido de fazer com que a avaliação qualitativa se sobreponha à avaliação quantitativa. teve por objetivo analisar a apropriação, pela gestão, dos resultados da autoavaliação, na tomada de decisão, com ênfase no uso dos resultados da Comissão Própria de Avaliação (CPA) do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás (IFG). A investigação, de abordagem qualitativa, foi realizada no IFG e elegeu como sujeitos da pesquisa os gestores, que ocupavam os cargos de chefias de departamento, pró-reitorias, reitoria e a presidência da CPA, no período entre 2006-2008. As entrevistas semi-estruturadas e a análise documental foram ancoradas no método fenomenológico, por meio do qual se buscou conhecer e desvelar os sentidos que os sujeitos atribuíram aos processos avaliativos. Constatou-se que, de modo geral, os gestores pesquisados compreendem a importância da autoavaliação e a possibilidade de usar seus resultados na gestão, porém a percebem também como um processo de prestação de contas. Desta maneira, os resultados da autoavaliação serviram mais para alinhar as ações da instituição com aquelas que o Ministério da Educação exige, por exemplo, nos processos de reconhecimento de cursos. Os resultados da pesquisa indicaram, também, que os gestores, quando não ignoravam o próprio relatório, tinham dificuldade em usar as recomendações feitas pela CPA, denotando falta de clareza tanto em relação ao processo de avaliação instituído quanto ao uso da autoavaliação como estratégia de gestão para tomada de decisão.
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175 Lee mas

O Papel da Comunicação no Plano Estratégico das Instituições de Ensino Superior Públicas. O Caso da Faculdade de Ciências do Desporto e Educação Física da Universidade de Coimbra

O Papel da Comunicação no Plano Estratégico das Instituições de Ensino Superior Públicas. O Caso da Faculdade de Ciências do Desporto e Educação Física da Universidade de Coimbra

A universidade moderna surge no século XIX e é descrita por Hortale e Mora (2004) como uma “Universidade Universal, marcada pela ampliação de seus usuários (passagem de uma educação superior de elite para uma educação superior universalizada), de suas ações (para responder às necessidades de uma sociedade globalizada) e de seus objetivos (a serviço de uma nova sociedade – a do conhecimento)”. A principal diferença entre as universidades medievais e as modernas é o papel do Estado. As instituições que antes eram privadas passaram a ser públicas, consequentes do nascimento do Estado-Nação, e a sua gestão passou a ser responsabilidade do Estado. Os governantes passaram então a deter grande poder sobre as IES, não só na procura da sua sustentabilidade financeira, mas também na seleção e contratação do corpo docente e na elaboração dos planos curriculares. Desde então, as medidas de gestão do Estado também foram mudando, consoante a evolução do contexto político, económico e social. Esse contexto tem evoluído para um cada vez mais globalizado e cuja capacidade de sobrevivência está dependente da competitividade. Essa competitividade é, por sua vez, dependente do grau académico dos cidadãos de um país, estes que são os responsáveis pelo seu desenvolvimento, tornando ainda mais importante e relevante o papel da universidade enquanto local de produção e transmissão de conhecimento. “O acesso à educação e, em particular, ao ensino superior, são fatores determinantes não apenas do sucesso dos indivíduos mas também do desenvolvimento dos países e das regiões” (Rego et al: 2013, 155). Por isso, os Estados têm realizado várias reformas aos seus modelos de gestão para se adaptarem à realidade envolvente e conseguirem satisfazer as necessidades para tornarem o seu país mais competitivo.
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135 Lee mas

TítuloDesenvolvimento de uma estratégia de content marketing para redes sociais: o caso da Escola Superior de Ciências Empresariais do Instituto Politécnico de Viana do Castelo

TítuloDesenvolvimento de uma estratégia de content marketing para redes sociais: o caso da Escola Superior de Ciências Empresariais do Instituto Politécnico de Viana do Castelo

O processo metodologico pode utilizar tanto abordagens quantitativas como qualitativas ou ambas combinadas no mesmo estudo, por isso se tem tornado um fenómeno cada vez mais popular em estudos na área da Gestão e Marketing. Diehl (2004) sintetiza estes dois conceitos de abordagens metodológicas da seguinte forma: i) Intrínseco: diz respeito aos estudos que partem do interesse do próprio investigador em compreender melhor algum caso particular; ii) Instrumental: refere-se a estudos de caso que visam fornecer alguma introspeção sobre um assunto, para poder aumentar o conhecimento sobre o caso em si, mas que poderá proporcionar a compreensão de algo mais vasto; iii) Coletivo: é a utilização do instrumental aplicado a vários casos em simultâneo proporcionando a comparação e um conhecimento mais aprofundado.
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Introdução da educação a distância no Instituto Superior de Ciências da Educação da Huíla (Angola)

Introdução da educação a distância no Instituto Superior de Ciências da Educação da Huíla (Angola)

instrumento importante para a promoção do crescimento económico de um país. A Conferência Mundial de Educação Superior 2009 deu atenção especial aos desafios e oportunidades para a revitalização do ensino superior em África, uma ferramenta importante para o desenvolvimento do continente. Os intervenientes da Conferência Regional Preparatória para a África, em Dakar, em novembro de 2008, destacaram a urgência na adoção de novas dinâmicas para a educação superior africana, caminhando em direção a uma transformação abrangente para melhorar bruscamente a relevância e a responsabilidade da educação para com as realidades políticas, económicas e sociais dos países africanos. Esse novo momento pode fornecer uma trajetória na luta contra o subdesenvolvimento e a pobreza em África (UNESCO, 2009a). Partilham da mesma linha de pensamento Bloom, Canning, e Chan (2006), referindo que: “Education is widely accepted as a leading instrument for promoting economic growth. For Africa, where growth is essential if the continent is to climb out of poverty, education is particularly important” (p.1). Acrescenta Balasubramanian et al., (2009, p. 20) que, “With many developing countries envisioning a future in which they hope to become learning societies built on knowledge economies, higher education has a signal role to play in development strategies in the pursuit of such aspirations” . Dentro dessa perspetiva, o ensino superior é determinante para produzir benefícios públicos e privados. Aumenta a poupança e o investimento e leva a criação de uma sociedade mais empreendedora e cívica. Também pode melhorar a saúde de uma nação, contribuir para redução do crescimento populacional, melhorar a tecnologia e fortalecer a governação (Bloom et al., 2006).
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Práticas de gestão de recursos humanos e satisfação profissional nas instituições de ensino superior públicas da Província do Kwanza Sul: o caso do Instituto Superior Politécnico do Kwanza Sul e do Instituto Superior de Ciências de Educação do Sumbe

Práticas de gestão de recursos humanos e satisfação profissional nas instituições de ensino superior públicas da Província do Kwanza Sul: o caso do Instituto Superior Politécnico do Kwanza Sul e do Instituto Superior de Ciências de Educação do Sumbe

Acredita-se que o fator vínculo laboral não apresentou o resultado claramente superior em favor do estado efetivo em virtude dos funcionários colaboradores serem na sua maioria profissionais estrangeiros com remunerações muito superiores aos salários auferidos nos seus países de origem (Cuba e Vietname). Assim sendo, suscita-se a discussão relativamente a considerar-se este facto no desenho das políticas e das estratégicas da Gestão e mais especificamente da Gestão de Recursos Humanos (GRH). A reflexão que se pretende instituir recai sobre a tendencial imposição de flexibilidade, adaptabilidade e disponibilidade, sem existir um compromisso entre o colaborador e a organização no longo prazo. Nos últimos anos tem-se assistido à crescente opção das organizações pelos contratos a prazo e pela prestação de serviços, numa clara adaptação às imposições da sociedade global e às políticas internas e externas que afetam económica e socialmente as organizações. Neste contexto é essencial que os gestores de recursos humanos permaneçam alertas aos sinais dos profissionais. Nesta investigação pode concluir-se que os profissionais dão particular atenção aos valores e atitudes dos seus gestores e líderes, tanto intermédios como de topo. Nesta medida, crê-se que este estudo, possa concorrer para uma reflexão sobre de que forma se pode contribuir na construção de uma melhor e mais salutar sociedade, dentro e fora das organizações, onde imperem os valores que identificam os profissionais como seres humanos, dignos, respeitadores, éticos, solidários, e não sejam atropelados por atitudes negativas como o egoísmo, egocentrismo, rivalidade. Admite-se que este cenário seja possível dado que uma maior satisfação laboral contribui para que o colaborador encontre significado na sua atividade profissional e adote atitudes positivas para o desenvolvimento institucional. Conhecem-se organizações de sucesso que tem orgulho em praticar uma excelente GRH e por seu lado os profissionais têm orgulho e “vestem a camisola da organização” levando estas organizações ao sucesso.
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EA1 - Educação Alimentar no 1º Ciclo do Ensino Básico Manual do Docente da Dimensão Curricular

EA1 - Educação Alimentar no 1º Ciclo do Ensino Básico Manual do Docente da Dimensão Curricular

Das seis crianças, cinco representam uma porção do aparelho digestivo – a boca, o esófago, o estômago, o intestino delgado e o intestino grosso –, as quais são colocadas paralelamente e por esta ordem. A sexta criança é a colher. Para concretizar as representações do aparelho digestivo e o talher, os seus nomes ou ilustrações daqueles órgãos e utensílio previamente produzidas pelos alunos ou dinamizador numa folha A4, podem ser penduradas no pescoço, de modo a ficarem bem visíveis no tórax das crianças, desde que a cada uma das folhas seja aplicado um fio. Durante a actividade, a colher vai pegar num certo número de objectos que representam alimentos – idealmente, alimentos em 3D produzidos por alunos aquando das actividades reservadas para a expressão plástica; alternativamente, de uma forma mais abstracta, os alimentos podem ser representados por um conjunto de bolas ou por uma série de folhas de papel amarrotadas – e entregá-los à boca, que os passará imediatamente ao esófago e assim sucessivamente, na ordem anteriormente descrita. É explicado às crianças que se irá realizar deste modo uma simulação da digestão. É dada a instrução de que se algum alimento, durante as passagens de alimentos, cair ao chão, não deve ser
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Prática pedagógica de estudantes da área de conhecimento de ciências da natureza e matemática do Curso de Licenciatura em Educação do Campo da UnB

Prática pedagógica de estudantes da área de conhecimento de ciências da natureza e matemática do Curso de Licenciatura em Educação do Campo da UnB

A Educação e o conhecimento universal devem ser garantidos como direitos inalienáveis dos povos do campo; Que os povos do campo tenham acesso à educação pública gratuita e universal em todos os níveis e modalidades no e do campo; O reconhecimento de que há especificidades no modo de vida, cultura e organização social dos povos do campo; A Educação do campo deve ser construída a partir da diversidade dos sujeitos do campo: comunidades negras rurais, quilombolas, bóias frias, assalariados rurais, posseiros, meeiros, arrendatários, acampados, assentados, reassentados atingidos por barragens, agricultores familiares, vileiros rurais, povos das florestas, indígenas, pescadores, ribeirinhos, entre outros; O povo do campo tem direito a uma escola do campo, política e pedagogicamente vinculada à história, à cultura e as causas sociais e humanas dos sujeitos do campo; O funcionamento e a organização da escola devem ser adequados aos tempos e ao modo de vida dos sujeitos do campo; A escola do campo deve estar socialmente referenciada na vida e luta do povo do campo; Reconhecimento e incorporação das práticas pedagógicas construídas dentro destes princípios, pelos movimentos sociais e outras organizações dos povos do campo; Participação das comunidades do campo na construção de políticas públicas, no projeto político pedagógico
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A utilidade da informação contabilística na gestão das instituições de ensino superior em Portugal : o caso do Instituto Politécnico de Leiria

A utilidade da informação contabilística na gestão das instituições de ensino superior em Portugal : o caso do Instituto Politécnico de Leiria

públicas são o Conselho Geral, o Reitor (universidades) ou Presidente (institutos politécnicos) e o Conselho de Gestão; este último, enquanto órgão de gestão, tem como competências a gestão administrativa, patrimonial e financeira da instituição, bem como a gestão dos recursos humanos; para além das dificuldades de obtenção de financiamento, outra das dificuldades dos Conselhos de Gestão é a dispersão da legislação vigente, em sede de diversos domínios e com objetivos de controlo e verificação da legalidade do financiamento disponibilizado às entidades públicas. Neste contexto, reveste-se de grande importância a existência de um sistema de informação contabilística que permita a monitorização do equilíbrio orçamental e da superioridade das receitas perante as despesas, que garanta a legalidade e a regularidade financeira (inscrição orçamental, cabimento e adequada classificação) da despesa e o cumprimento dos princípios de economia, eficiência e eficácia.
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16 Lee mas

Educação do campo: desafios da expansão da pedagogia da alternância e da educação popular no âmbito do estado.

Educação do campo: desafios da expansão da pedagogia da alternância e da educação popular no âmbito do estado.

O projeto deve também permitir, concomitantemente, o entendimento sobre a necessidade de ampliar horizontes e de construir redes de relações que viabilizem iniciativas inovadoras para o local, seja em termos de produtos (diversificação), de processos de produção, beneficiamento, transformação ou comercialização, ou, ainda, de formas de organização dos produtores. Por isso, a escolha do tema do projeto é fundamental, ao estimular um esforço de compreensão da relação entre os interesses e escolhas dos jovens e as preferências de sua família, assim como para pensar melhor o ambiente (interno e externo) em que pretende projetar. Depois disso, o processo de construção do projeto deve resultar em um instrumento efetivo de viabilização de oportunidades de geração de trabalho e renda. Não se trata apenas de um “exercício escolar”, ou de um “requisito parcial para a conclusão do curso”, mas de um trabalho de conclusão de curso como recurso efetivo para que o jovem projete e crie oportunidades e, depois, realize ações para viabilizá-las.
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RELATO DE EXPERIÊNCIA: OS DESAFIOS DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO ENSINO DE CIÊNCIAS

RELATO DE EXPERIÊNCIA: OS DESAFIOS DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO ENSINO DE CIÊNCIAS

O presente trabalho trata da inclusão, sob a perspectiva da interação universidade-escola. Para tanto, procura através do relato de experiência de uma acadêmica de Licenciatura em Ciências Exatas da Universidade Federal do Pampa - Campus Caçapava do Sul que possui deficiências múltiplas e enfrenta diariamente os desafios para a inclusão, apontar os desafios da inclusão na sua vivência na universidade, bem como de sua formação inicial através práticas pedagógicas na APAE de Caçapava do Sul. Trazendo reflexões sobre o ensino de ciências para alunos especiais. Através da reflexão da minha vivência na universidade e na APAE, remonto uma história de vitórias diárias que nós deficientes conquistamos e também de muita luta e barreiras sociais e físicas. Me sinto vitoriosa por estar na universidade, mais ainda por ter esta vivência na escola e poder pensar sobre o ensino de ciências com vistas à inclusão e verificar que atividades planejadas e com práticas assistivas contribuem significativamente para a aprendizagem destes . Há pouca sensibilização sobre educação especial nos cursos de formação de professores, precisamos falar mais sobre o assunto, e promover a Educação Inclusiva é sem dúvida, um desafio para a sociedade do futuro.
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Ciência, Tecnologia e desigualdade 
 social no Brasil: contribuições da Sociologia do conhecimento para a educação em 
 Ciências

Ciência, Tecnologia e desigualdade social no Brasil: contribuições da Sociologia do conhecimento para a educação em Ciências

“O homem, com sua ambição / Trouxe a tecnologia / Fez mal uso da razão / De mãos dadas com a ganância / (.....) O Homem com a sua sapiência / Transformou tudo em ciência / Maltratando a minha natureza / É muito lixo jogado aos ventos / Usou o átomo sem consciência”. Mangueira: “O mundo gira, avança a tecnologia / A ciência fez o homem acreditar / Que a vida é uma fonte de energia pra sonhar (...) / Pois a energia é o nosso desafio / E o nosso desafio é aqui”. Unidos da Tijuca: “O homem pensou / Que o planeta era somente seu / Pro futuro ele projetou / Dominar a natureza, que um dia o acolheu / Alerta pro mundo atual / Imagem, terror irreal / Humanos dominados pelo mal”. Tradição: “Brasil, meu Brasil, meu Brasil se faz presente / Elevando a economia nacional / Cana-de-açúcar e café / Pro mundo foi genial / Hoje tem soja e tradição no Carnaval”. Vila Isabel: “O barão de Mauá se fez pioneiro / Na construção naval / Que volta a soprar de cada estaleiro / Ventos à indústria nacional”. Portela: “Dando à juventude um novo amanhã / Saúde, corpo forte, mente sã / Combater o HIV / E toda epidemia que aparecer / Preservar a natureza / Ver o bem vencer o mal”.
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Núcleo de gestão da informação e inteligência da Escola Superior da Defensoria Pública do Estado da Bahia

Núcleo de gestão da informação e inteligência da Escola Superior da Defensoria Pública do Estado da Bahia

Atualmente, o volume de informações cresce a uma grande velocidade, fazendo com que haja certa dificuldade em organizar e disponibilizar todas essas informações. Existe a necessidade de se difundir rapidamente o maior volume possível de informações em cada área. A gestão da informação é um meio de coletar, organizar e disseminar esse conhecimento gerado. Analisando nessa ótica, se fez necessária a implementação de um serviço de gestão da informação, onde se possa desenvolver, de maneira estratégica, a coleta, armazenamento e disseminação do estoque de informações dos Defensores Públicos e demais beneficiários pelas atividades desenvolvidas pela ESDEP. A outra frente, que esta comunicação também vislumbra, é o tocante a inclusão social que o projeto visa proporcionar. Pois, além de garantir que todos tenham acesso às informações, envolve o treinamento e qualificação dos menores aprendizes da Fundação Cidade Mãe, em cumprimento de atividades sócio-educativas na DPE. Como resultado, apresento aos pares algumas observações dessa experiência que acredito corroborar com o estoque informacional baseado na capitação do conhecimento tácito da DPE.
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Possibilidades para o desenvolvimento profissional docente de professores da educação básica participantes de subprojetos PIBID/CAPES da área curricular Ciências da Natureza

Possibilidades para o desenvolvimento profissional docente de professores da educação básica participantes de subprojetos PIBID/CAPES da área curricular Ciências da Natureza

Antes de seguir o texto, é importante explicitar minha noção sobre o conceito de “competência”, uma vez que será recorrente o seu uso nesta pesquisa e também por apresentar má compreensão no âmbito acadêmico. O conceito de competência, entendido por mim neste trabalho (para a função docente), exige domínio dos conteúdos disciplinares, a habilidade em utilizá-los em determinado contexto e promover a mobilização do saber dentro e fora desse contexto (MACHADO, 2002). Além disso, deve estar embasado, principalmente, na ideia de: [i] pessoalidade, pois não existe um objeto competente ou animal competente, ou seja, a competência pode ser desenvolvida somente pelo ser humano; [ii] de âmbito, visto que para ser competente em algo é preciso estar inserido em algum contexto; [iii] de mobilização, no sentido da capacidade por em ação aquilo que se sabe. Assim, tanto quem não possui o domínio de determinado conteúdo disciplinar como quem detém o conteúdo, mas não o utiliza para algo ou com alguém, podem ser considerados incompetentes.
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363 Lee mas

Gestão por competências na gestão de pessoas do Instituto Federal do Paraná

Gestão por competências na gestão de pessoas do Instituto Federal do Paraná

O presente trabalho tem por objetivo propor um modelo de Gestão por Competências para o setor de RH do Instituto Federal do Paraná, que envolve o processo de seleção de servidores Técnico-Administrativos em Educação, num primeiro momento a proposta destina-se ao cargo de Assistente em Administração, buscando alocar o candidato de acordo com suas competências e conhecimentos na Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas do Instituto Federal do Paraná. O trabalho iniciou-se a partir de pesquisa documental e análise da política de ingresso no IFPR, da legislação brasileira em relação ao cargo de Assistente em Administração nas Instituições Federais de Ensino, análise das atividades desenvolvidas pelos Assistentes em Administração dentro da PROGEPE, identificação dos fatores que têm influenciado o desenvolvimento de atividades dentro do setor e a situação dos servidores no desenvolvimento de tarefas e também se pesquisou como a análise de currículo e histórico profissional do servidor, atrelada a execução de atividades tende a ser mais produtiva para a instituição em especial no que tange às políticas públicas. Propor mecanismos necessários, para que através da Gestão de Competência, seja possível a análise dos documentos que demonstrem atividades já desenvolvidas pelo indivíduo, tais como, currículo e experiência profissional e que se relacionem diretamente com a natureza e complexidade do cargo. Suprir uma organização com bons profissionais significa, antes de qualquer coisa, identificar as potencialidades de cada um deles, seus comportamentos, seus valores, formação, histórico profissional etc., relacionar as atividades que precisam ser desenvolvidas e alocar as pessoas de acordo com essa identificação. A aplicação da Gestão por Competências permitirá ao IFPR, após a aprovação no concurso público, levantar o perfil
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179 Lee mas

Notas sobre tecnologia educacional por ocasião do 50º aniversário da Faculdade de Ciências da Educação da Universidade Tecnológica de Pereira

Notas sobre tecnologia educacional por ocasião do 50º aniversário da Faculdade de Ciências da Educação da Universidade Tecnológica de Pereira

En sesión del Consejo Superior del 11 de marzo del 2002, se aprueba por unanimidad el proyecto de Licenciatura en Comunicación e Informática Educativas, Nuevas Tecno- logías de la educación y la información para educación en nuevos entornos culturales. Esta propuesta es un de- sarrollo del antiguo programa de Licenciatura en Español y comunicación audiovisual, el cual recoge los acervos teóricos institucionales acumulados durante décadas. Este se vincula al área de comunicación educativa y en la filo- sofía de ciencia y tecnología “la potencialización de los medios de comunicación audiovisual como instrumen- tos de desarrollo”. El proyecto posee como contenido: la definición, los objetivos, la fundamentación legal, jorna- da, perfil profesional, las áreas de formación, los docen- tes de tiempo completo, (son seis docentes, en su gran mayoría con maestría), el pensum académico y la homo- logación con la Licenciatura en Español y Comunicación Audiovisual. (…) Dentro de los antecedentes históricos: La universidad posee unos acervos teóricos que permiten el desarrollo del presente proyecto, como “el antiguo progra- ma de Licenciatura en Psicopedagogía y Técnicas Audiovi- suales; La Escuela de Español y Comunicación Audiovisual,
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Educação Científica sob a Perspectiva da Pedagogia-Histórico Crítica e do Movimento CTS no ensino de Ciências

Educação Científica sob a Perspectiva da Pedagogia-Histórico Crítica e do Movimento CTS no ensino de Ciências

No campo da pesquisa didática associada ao ensino de ciências, algumas críticas tam- bém têm sido desenvolvidas. A esse respeito, vale observar que as pesquisas, em seu conjunto, não conseguiram modificar o ensino-aprendizagem dos conteúdos científicos. As inovações pro- postas têm obtido penetração modesta, para não dizer incipiente, na realidade escolar brasileira. Nos últimos tempos, as tendências de pesquisa mais assíduas em ensino de ciências são de orien- tação construtivista, nas suas mais diversas matizes (Menezes et al. 1997), sobretudo, os traba- lhos que tratam das concepções espontâneas e estratégias de ensino direcionadas para a ocorrên- cia de mudança conceitual. Também aqui, encontramos críticas mencionando a falta de permea- bilidade desses trabalhos para as questões sociais, o que caracteriza mais uma vez o quadro de internalismo já verificado. O Professor Orlando Aguiar Júnior 4 (FE - UFMG), em artigo recen-
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Da educação da decepção à educação do optimismo. Recuperar o verdadeiro sentido da educação

Da educação da decepção à educação do optimismo. Recuperar o verdadeiro sentido da educação

Assim, o principal problema do conhecimento baseia-se na unidade dialéctica entre sujeito e objecto, e é esta relação intersubjectiva que possibilita a recriação e a transformação dos homens e do mundo. Como refere Paulo Freire, toda “ a tentativa de compreensão destas relações que se fundamente no dualismo sujeito-objecto, negando assim a “unidade dialéctica” que há entre eles, é incapaz de explicar de forma coerente essas relações. Ao romper a unidade dialéctica sujeito-objecto, a visão dualista cai na negação quer da subjectividade, submetendo-a aos poderes de uma consciência que criaria a seu gosto, quer da realidade da consciência, transformada assim em mera cópia da objectividade” (Freire, 1984:26).
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