PDF superior Gestão da interação Universidade-Empresa:: o caso PUCRS

Gestão da interação Universidade-Empresa:: o caso PUCRS

Gestão da interação Universidade-Empresa:: o caso PUCRS

Devido ao grande número de formas de interação com atores externos, ressalta- se a importância dos fatores ligados às estruturas de apoio e aos mecanismos de gestão por elas desenvolvidos que podem facilitar a interação UE, bem como políticas claras da universidade que incentivem uma cultura de depósito de pa- tentes (AMADEI & TORKOMIAN, 2009; GUARNICA & TORKOMIAN, 2009). Mudanças nas políticas internas e nas práticas organizacionais das universidades podem facilitar e aumentar o fluxo da interação e a TT com empresas (FRIE- DMAN & SILBERMAN, 2003). Um clima empreendedor tem um impacto signi- ficativo e positivo sobre todas as produções da TT universitária (RASMUSSEN, MOEN & GULBRANDSEN, 2006). Além disso, uma missão clara do escritório de TT (LINK & SIEGEL, 2005; MAYA, 2008) é um dos fatores mais impactantes no nú- mero de acordos para licenciamento e de invenções avaliáveis para licenciamen- to. Na realidade brasileira, estruturas específicas têm sido desenvolvidas pela universidade para auxiliá-las no processo de cooperação (SEGATTO-MENDES & ROCHA, 2005; GARNICA & TORKOMIAN, 2009). Essas estruturas de interface são mecanismos institucionais desenvolvidos para promover e facilitar a cooperação (PLONSKI, 1999), tais como: escritórios de transferência de tecnologia vincula- dos à Reitoria das Universidades; fundações conveniadas; estruturas empresa- riais com a missão de interagir com o segmento acadêmico; entidades de pes- quisa sem fins lucrativos; entidades tecnológicas; entidades terceirizadas; rede de escritórios regionais vinculados ao governo local.
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16 Lee mas

A interação universidade e estado na promoção da inovação na saúde : um estudo de caso do projeto Vera

A interação universidade e estado na promoção da inovação na saúde : um estudo de caso do projeto Vera

alto, tendo em vista que estes fazem pesquisas de preço e compram de fornecedores que mais dão benefícios. Mas, no caso dessas tecnologias, por não possuir concorrente nacional direto, o poder de barganha dos compradores é diminuído. Contudo, não há como menosprezar este fator, uma vez que muitos estabelecimentos de saúde ainda relutam quanto à implantação de gestão interna de manutenção, o que pode impactar na aquisição de equipamentos. c) Produtos Substitutos: a ameaça de novos produtos substitutos é baixa, tendo em vista o alto investimento para o desenvolvimento de equipamentos. Além disso, o tempo gasto desde a construção até a inclusão do produto no mercado também diminui a possibilidade de surgimento de equipamentos semelhantes. Também há o fato de que poucos estabelecimentos se preocupam em adotar programas de manutenção preventiva. d) Concorrentes: em qualquer segmento a competição existe e a disputa entre concorrentes pode ser uma das forças mais significativas. Isto ocorre devido ao fato desta força não poder ser controlada. O número de empresas do ramo de EMHO é alto, principalmente internamente e as barreiras de saída são altas, como, por exemplo, os ativos especializados.
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76 Lee mas

Interação Entre Estratégia e Desempenho Organizacional: A Influência da Gestão Familiar

Interação Entre Estratégia e Desempenho Organizacional: A Influência da Gestão Familiar

Entende-se que, neste caso, a profissionalização inclui regras de conduta previamente definidas em função da descentralização da gestão para a tomada de decisão nos níveis intermediários (delegação de responsabilidade) e um grau de formalização de mecanismos internos de controlar as ações atribuídas pela divisão de responsabilidades. Além disso, a centralização do poder familiar é representada pela postura do fundador e dos filhos que, de certa forma, se sentem compelidos a participar e a exercer atividades em outras áreas, tais como vendas, compras e contratos com parceiros, fornecedores e clientes. Os resultados fornecem evidências para o envolvimento do gestor familiar no papel de múltiplas funções, CEO (Chief Executive Officer) e Presidente, ou seja, chama a responsabilidade para ele próprio, para promover o crescimento da empresa. Além disso, busca liderar, motivar e influenciar as pessoas para atingir objetivos organizacionais, enquanto o envolvimento da segunda geração ocorre mais intensamente para se adaptar ao ambiente competitivo, indicando a proatividade, o que corrobora com Cruz e Nordqvist (2010).
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17 Lee mas

Processo de transferência de tecnologia universidade - empresa: estudo de caso no Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia da UFSC

Processo de transferência de tecnologia universidade - empresa: estudo de caso no Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia da UFSC

O NIT deve estar inserido na estrutura e política institucional, de forma a respaldar suas atividades por meio de papeis definidos por normas e procedimentos administrativos claros, institucionalizando as relações entre pesquisadores e empresas. Sua missão, que define o objetivo e foco de atuação, deve estar em consonância com a política de Transferência de Tecnologia da instituição. O modelo jurídico deve ser aquele que permite com que as atividades do NIT sejam desenvolvidas com agilidade; um formato, dentre outros, compreende a utilização de fundação de apoio pelo NIT para gerenciamento da interação com empresas; de outra forma, o NIT pode constituir-se como uma fundação de apoio. Diretrizes institucionais devem definir a forma de governo e direção do dirigente do NIT, permitindo autonomia e liberdade para responder as demandas de forma rápida e eficiente. A maioria dos NITs brasileiros não possuem autonomia financeira, restringindo sua tomada de decisão; dessa forma, uma alternativa é a busca de recursos adicionais por meio de Chamadas Públicas do Fundo Verde Amarelo 9 (SANTOS, 2009).
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233 Lee mas

Marco legal da inovação e o aumento da interação entre universidade e empresa : contribuições para a consolidação do direito fundamental ao desenvolvimento

Marco legal da inovação e o aumento da interação entre universidade e empresa : contribuições para a consolidação do direito fundamental ao desenvolvimento

responsáveis por esse controle, como os Relatórios anuais tanto do Instituto Nacional de Propriedade Intelectual – INPI quanto do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação – MCTI (Formict). O Formict é um relatório produzido pelo MCTI para atender ao art. 17 da Lei de Inovação, o qual dispõe que as ICTs públicas deverão prestar informações anuais ao MCTI. Da interpretação desse relatório, observa-se um crescimento na implementação da política de inovação, mas permanece a dificuldade de implementação de algumas atividades da política de inovação, especialmente aquelas ligadas ao empreendedorismo, gestão de incubadoras e partici- pação no capital social de empresas. Com base no relatório de atividades do Instituto Nacional de Propriedade Industrial – INPI, no ano de 2017, foram depositados 28.667 pedidos de patente. Desse total, o Brasil ocupa o segundo lugar no ranking da origem dos depositantes de patentes de invenção no Brasil (21%), perdendo para os Estados Unidos da América (31%). Ademais, no Brasil, apenas 24% desses pedidos foram originados das Instituições de Ensino e Pesquisa – ICTs, perdendo em números para os pedidos originados de pessoas físicas, que ficaram com 47%. Quando se fala em pedido de patentes de modelo de utilidade, as ICTs foram responsáveis por apenas 3% desses pedidos em 2017, ficando atrás das pessoas físicas (68%), das empresas de médio e grande porte (14%) e das empresas de pequeno porte (14%). O baixo índice de depósitos de pedidos de registros de patentes advindos das ICTs contribui também para a afirmação das dificuldades enfrentadas pelas universidades na efetivação da interação com as empresas, uma vez que pouco se registra de propriedade intelectual, inviabilizando a posterior transferência dessa tecnologia para as empresas.
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24 Lee mas

Gestão da informação: o caso das empresas participantes do programa de incubação de empresas da Universidade Federal de Goiás

Gestão da informação: o caso das empresas participantes do programa de incubação de empresas da Universidade Federal de Goiás

: Este trabalho tem como foco principal a levantar o perfil de gerenciamento estratégico da informação de empresas integrantes de programas de incubação. Este é um novo arranjo social cujo objetivo maior é promover competitividade de micro e pequenas empresas aproximando as de centros produtores de conhecimento, i. e, as universidades. Para identificar o perfil gerencial estratégico da informação, adotou se o modelo de alinhamento estratégico da informação, proposto por Marchand. O desenho da pesquisa foi de estudo de caso. Estudaram se nove empresas participantes do programa de incubadoras da Universidade Federal de Goiás (PROINE UFG). Conclui se que a maioria das empresas adota a inovação como a principal estratégia organizacional e apresenta uma tendência à proatividade. No entanto, faltam lhes recursos financeiros e tecnológicos para o efetivo acompanhamento do ambiente externo, como demanda a estratégia adotada. As fontes de informação consultadas são limitadas e a interação universidade empresa ainda é incipiente.
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19 Lee mas

A importância da gestão de fornecedores na organização da empresa : caso SONAE

A importância da gestão de fornecedores na organização da empresa : caso SONAE

Este relatório aborda o tema da Gestão de Fornecedores e resulta do estágio curricular do Mestrado em Gestão da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, realizado entre outubro de 2013 e fevereiro de 2014, na Direção de Serviços Administrativos da Sonae, mais precisamente na área de Gestão Administrativa de Fornecedores. Efectivamente, o modo de gerir e lidar com os fornecedores tem sentido transformações importantes ao longo das últimas décadas. Há cada vez mais a perceção da sua importância e dos benefícios em manter, entre as empresas, uma relação de proximidade e de cooperação. As empresas fornecedoras deixaram de ser meros provedores dos bens e serviços, para serem parceiros de negócios e estabelecerem objetivos em conjunto com as empresas compradoras, trabalhando numa lógica de rede de cadeia de fornecimento. Assim, para o sucesso do negócio e desempenho positivo da cadeia de fornecimento, torna-se necessário que os fornecedores também estejam satisfeitos e que as suas necessidades sejam preenchidas. No âmbito do estágio realizado, foram analisados cerca de 307.690 registos que foram submetidos no portal de fornecedores da Sonae, durante o período de 30 de junho de 2009 a 31 de dezembro de 2013. Esta análise teve como objetivo perceber quais os principais motivos que levam os fornecedores da Sonae a recorrer ao portal, assim como quais as fontes de reclamações e dos atrasos nas respostas. Posteriormente, também foi realizado um inquérito de satisfação aos fornecedores, para que fosse avaliada a sua perceção e satisfação relativamente ao serviço prestado pela divisão de Contas a Pagar e Suporte ao Negócio da Sonae. A conclusão principal deste estudo é que uma boa gestão de fornecedores leva a desempenhos positivos na cadeia de fornecimento e à obtenção de vantagens competitivas pelas empresas. Assim, mesmo que a empresa seja de grande dimensão, como o caso da Sonae, esta deve investir, desenvolver e melhorar o seu relacionamento com os fornecedores, de modo a serem ainda mais competitivas.
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134 Lee mas

A interação entre ICTS e empresas no desenvolvimento da propriedade intelectual, sob o impacto da lei de inovação : o caso da Universidade de Brasília

A interação entre ICTS e empresas no desenvolvimento da propriedade intelectual, sob o impacto da lei de inovação : o caso da Universidade de Brasília

Outro importante apoio ao desenvolvimento empresarial, por meio do suporte da academia, é a Incubadora de Empresas – Multincubadora, e o Hotel de Projetos. A Multincubadora apoia o desenvolvimento de negócios inovadores para que esses obtenham sucesso (CDT, 2018). O Hotel de Projetos visa analisar a viabilidade econômica e mercadológica de projetos em fase pré-incubação dando suporte e prestando consultoria em áreas estratégicas, capacitação e diversas oportunidades (CDT, 2018). Embora a quantidade de empresas incubadas tenha caído ao longo dos anos, mais projetos foram apoiados, levando consultoria e assessoria a um número maior de empreendimentos, como mostra a figura 6. De acordo com dados da FuB (2017), o faturamento gerado pelas empresas incubadas em 2016 somou o montante de R$ 1.887.605,82, o que evidencia a importância do relacionamento entre ICT- Empresa, para criar um ambiente propício ao desenvolvimento do empreendedorismo e geração de riqueza. Por meio do parque tecnológico, que atua nas áreas de biotecnologia; tecnologia da informação e comunicação – TICs; energia; nanotecnologia; fármacos e medicamentos; tecnologias ambientais; tecnologias da educação, nesse mesmo período foram captados R$ 216.050,17 em recursos (FuB, 2017).
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70 Lee mas

Gestão dos bens informacionais produzidos por Programas de Pós-Graduação da Universidade Federal da Paraíba

Gestão dos bens informacionais produzidos por Programas de Pós-Graduação da Universidade Federal da Paraíba

No intuito de melhorar esse cenário, suscita a congregação de atores necessários para que ocorra a inovação, a qual pode ser simbolicamente representada por um Trevo de Quatro Folhas que, além de ter o número correto de partes para descrevê-los (universidade, empresa, governo e investidores – este último pode ser pessoas físicas e jurídicas), traz embutido o conceito de sorte e de fortuna. Da mesma forma que a planta ser rara ao exibir as quatro folhas, unir estes quatro atores em uma ação estratégica é um golpe de sorte, pelo menos por enquanto (BARBOSA; ARAÚJO, 2013). Noutra situação, alguns entendem que a política científica e tecnológica brasileira tem sido influenciada pelo argumento da Hélice Tríplice (HT) unindo Universidade, Empresa e Governo, em novo contrato social, visando estimular a inovação e o desenvolvimento econômico do País no contexto da sociedade da informação (FUJINO, 2000). Outros recorrem ao Triângulo de Sábato & Botana (1968), no qual, o vértice superior seria ocupado pelo governo, ligado por um lado ao setor produtivo e por outro à infraestrutura científica e tecnológica. No entanto, a base do “Triângulo” haveria interação entre do setor produtivo com a infraestrutura científica e tecnológica disponível no país.
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126 Lee mas

Diagnóstico da gestão de projetos de inovação do Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT) da Universidade de Brasília

Diagnóstico da gestão de projetos de inovação do Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT) da Universidade de Brasília

O programa Multincubadora de Empresas do CDT/UnB atua na modalidade de pré-incubação com o Hotel de Projetos que é uma fase de desenvolvimento, onde o futuro empresário é auxiliado para transformar a sua ideia em um plano ou modelo de negócios consistente para iniciar uma empresa; e incubação de empresas de Base Tecnológica, que apoia o crescimento e consolidação de negócios inovadores por meio de ações e serviços que contribuam para o sucesso do empreendimento e as de Tecnologia Social que tem como objetivo o fortalecimento e criação de redes de cooperação de tecnologias sociais baseadas nos conceitos de economia solidária. Cada modalidade possui soluções tecnológicas e metodologias específicas para seu público-alvo, oferecendo suporte operacional e gerencial aos empreendimentos e ampliando o acesso a redes de interação com os meios corporativo, acadêmico e de financiamento.
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75 Lee mas

O instituto da ouvidoria como instrumento para a melhoria da gestão pública universitária: estudo de caso da ouvidoria geral da Universidade Federal do Espírito Santo

O instituto da ouvidoria como instrumento para a melhoria da gestão pública universitária: estudo de caso da ouvidoria geral da Universidade Federal do Espírito Santo

No que se refere ao segundo ponto, as informações e os dados a serem utilizados pelo Ouvidor deveriam ser: reclamações, críticas e sugestões da comunidade acadêmica, ou seja, de alunos, professores e funcionários da Universidade, bem como de qualquer pessoa ou empresa que utilizasse os serviços da instituição. A Ouvidoria também levaria em consideração as notícias veiculadas na imprensa, as decisões dos Departamentos ou dos Conselhos Superiores e as decisões adotadas em outras universidades públicas e que tivessem aplicabilidade na UFES. Considerando o interesse em resgatar a cidadania dentro da organização, não seriam aceitas, em princípio, comunicações anônimas, sendo, no entanto, possível omitir o nome do reclamante a fim de preservá-lo, nos casos em que a divulgação do mesmo pudesse representar algum tipo de prejuízo ou perseguição.
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117 Lee mas

Gestão da interação universidade – empresa : o papel dos NITs a partir da Lei de inovação

Gestão da interação universidade – empresa : o papel dos NITs a partir da Lei de inovação

enxerga muitos obstáculos quando se fala de regime jurídico em Inovação, mas reconhece que um grande gargalo é na estrutura produtiva brasileira, pois as grandes inovações existentes no Brasil – na sua análise – vieram do exterior em “pacotes” adquiridos pelas Empresas, pois não houve interesse, no passado recente da história econômica brasileira, em se montar no país Centros de Pesquisa e Desenvolvimento/P&D que pudessem alavancar o assunto Inovação. Cita o caso da Coréia do Sul, onde nos anos 1980 houve esse contraponto de se pensar mais na estruturação do Sistema Nacional de Inovação e menos em legislação e regras, conquistando sobremaneira o mercado externo, com empresas como LG e SAMSUNG. No caso brasileiro, cita que os nossos maiores cases de sucesso em Inovação são EMBRAER e PETROBRÁS, neste último concordando com os apontamentos de Ortiz Neto (2008). A diferença é que, para o entrevistado, a Coréia do Sul aproveita muito melhor as “janelas de oportunidade” do que o Brasil, citando a indústria naval coreana como exemplo; Japão e Suécia são para o pesquisador outros bons exemplos em Inovação.
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113 Lee mas

A interação universidade empresa na UnB : um estudo de caso

A interação universidade empresa na UnB : um estudo de caso

Por fim, no eixo Gestão da Cooperação Institucional: Universidade-Empresa- Governo-Sociedade, há o Parque Científico Tecnológico (PCTec), criado pela resolução n° 14/2007, do Conselho Diretor da FUB, que tem como objetivo desenvolver e gerar conhecimento, produtos e serviços tecnológicos para atender o mercado, em parceria com empresas públicas e privadas, nacionais e internacionais, visando o desenvolvimento socioeconômico e o fortalecimento das estruturas de Pesquisa e Desenvolvimento e Inovação (PD&I) do Brasil. O Laboratório de Inovações Tecnológicas para Ambientes Experience (ITAE) promove diversas experiências sensoriais, relaciona as áreas do conhecimento e propõe soluções interativas e tecnológicas, em um moderno ambiente usado para capacitação por meio de jogos de imersão. Além disso, tem a Gerência de Projetos (GEPRO) do CDT que atua nos processos de gestão de projetos apoiando pesquisadores da UnB e empreendedores na elaboração, gerenciamento, execução e prestação de contas, o que dá condições para o desenvolvimento de estudos.
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71 Lee mas

Análise da interação UnB-Petrobras : o caso do Instituto de Geociências da Universidade de Brasília

Análise da interação UnB-Petrobras : o caso do Instituto de Geociências da Universidade de Brasília

O presente estudo avaliou a interação universidade empresa (U-E), a partir da experiência de parceria estabelecida entre a Universidade de Brasília, por intermédio do Instituto de Geociências, e a Petrobras. A pesquisa foi analisada teoricamente segundo a abordagem da Hélice Tripla, proposta por Henry Etzkovitz e Loet Leydesdorff (1990), ao considerar que o desenvolvimento científico e tecnológico, em uma economia baseada no conhecimento, é viabilizado pela interação entre governo, universidade e empresa. Do ponto de vista metodológico, realizou-se um estudo de caso com o intuito de verificar o retorno dessa interação, na perspectiva da universidade, a partir de nove projetos, de infraestrutura e de P&D, desenvolvidos entre a UnB e a Petrobras, no período de 2004 a 2010. Os dados necessários à realização da pesquisa foram obtidos mediante pesquisa documental, entrevista exploratória e aplicação de formulário, por meio de entrevistas individuais , realizadas com os gestores e os gestores substitutos dos projetos. Foi descrito o processo de cooperação, formalizado mediante celebração de convênios e termos de cooperação, com e sem a participação de agentes de intermediação. Os dados evidenciaram motivações, barreiras, facilitadores e resultados, em termos de ciência, tecnologia e desenvolvimento de infraestrutura laboratorial, envolvidos na interação. As principais motivações que impulsionaram a universidade a cooperar envolvem a possibilidade de obtenção de financiamento para pesquisa, aquisição de equipamentos e criação de grupos de pesquisas. A burocracia universitária, por sua vez, foi citada como a principal barreira à cooperação. Já as fundações de apoio foram consideradas essenciais na execução das parcerias. No que tange aos resultados, observou-se um retorno predominante em termos
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137 Lee mas

Universidade para o século XXI : educação e gestão ambiental na Universidade de Brasília

Universidade para o século XXI : educação e gestão ambiental na Universidade de Brasília

Mas foram muitos os projetos e ações que contaram com o apoio do NAA nesses anos. Alguns deles estão nessa publicação, os quais temos a grata satis- fação de apresentar e outros que, embora não participem do livro, começaram seus trabalhos motivados pela aprovação no Edital Mostre seu Amor pela UnB ou nele estiveram em alguma fase de sua implementação. São eles: Aproveita- mento da Água de Destilação do Laboratório de Química da FGA para Irrigação de Plantas Medicinais; Avaliando as Condições de Saúde Ocupacional dos Ser- vidores da UnB; Bicicleta Livre; Ciclovia para Todos; Clube Yoga Mover Juntos; Entrega Voluntária de Pilhas e Baterias esgotadas na FUP/UnB; Esperança Verde na FUP/UnB: Um Campus Universitário Modelo em Gestão Ambiental; Forma- ção Comunitária para Ações de Promoção da Saúde e da Qualidade de Vida: Construindo Ambientais Saudáveis; GIRA – Grupo de Intervenção e Reciclagem Ambiental; Implantação do horto de plantas medicinais, aromáticas e condimen- tares em área anexa ao campus da Faculdade de Ceilândia; Mobilização Social na CEU: Coleta Seletiva, Educação Ambiental e Revitalização da horta comunitá- ria; Núcleo de Experimentação Sócio-Cultural em Agricultura Urbana – NESCAU; O Papel de Cada Um; Oficina de vídeos Cerrado em Pauta; Pare, pense e des- carte – Coleta seletiva solidária; Projete – Comunicação para Sustentabilidade; Projeto Paisagístico e Agroecológico – Centro Acadêmico de Engenharia Flores- tal; Reciclabio: Gestão de Lixo no Instituto de Ciências Biológicas; Reciclando o Cotidiano; Recicle Vida; Tome Consciência; Trupe “Nós do mundo” e Usina.
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341 Lee mas

As tecnologias e a gestão da informação nas clínicas odontológicas da Universidade Federal de Santa Catarina

As tecnologias e a gestão da informação nas clínicas odontológicas da Universidade Federal de Santa Catarina

específico de informação a cada estrutura. Sua consulta visa encontrar respostas específicas que irão atestar a realização ou não de um procedimento. Pode ser também uma rica fonte de informação para pesquisadores efetuarem estudos, origem de pesquisa clínica e de estudos epidemiológicos, principalmente em casos em que a incidência de certas patologias é incipiente e não se encontra informações suficientes em revistas científicas. (PINTO, V. B., 2006). É necessário frisar que o uso de meios informatizados deve seguir as mesmas normas estabelecidas pelo Conselho Federal de Odontologia (CFO) e pela legislação que regem o exercício da profissão e, sendo assim, a posse e guarda dos prontuários devem ter manutenção com o mesmo tempo estimado que os documentos de papel (HOLANDA et al., 2010).
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152 Lee mas

Museus de ciência: impactes da interação social e da interação com objetos nos visitantes

Museus de ciência: impactes da interação social e da interação com objetos nos visitantes

2 estratégias que possam contribuir para melhorar a oferta museológica do “pós-museu” e, consequentemente, a experiência do visitante. Nesta dissertação serão analisados os comportamentos de interação com pessoas e com objetos, sendo este um tema de grande relevância em termos de investigação, uma vez que a interação em museus de ciência retrata um conjunto de comportamentos que, como afirmam Heath e vom Lehn (2005), têm vindo a ser foco de interesse em estudos museológicos (Heath & vom Lehn, 2005, p. 12) e que podem ter impactes relevantes. No que diz respeito à interação em museus, diversas investigações (Damásio, 1999; Fino, 2008; Gaspar, 1993; Massabski, 2009; Munro, 2014; Shi, 2008; Srivastava & Kaul, 2014) analisam sobretudo as interações sociais entre visitantes. Além disso, a aprendizagem e a satisfação são os impactes mais estudados (Allen, 2004; Campos et al., 2009; Dicks, 2013; Sumners, Reiff, & Weber, 2008; Walter, 1996) da interação em museus, no campo científico. No entanto, esta investigação tem sido, sobretudo de carater teórico, sendo escassos os estudos empíricos neste domínio. De facto, ainda existem inúmeras lacunas ao nível da investigação nesta área. Estas lacunas são muito visíveis no que diz respeito à interação dos visitantes com objetos quando desenvolvem atividades experimentais nos museus de ciência, e à maioria dos seus impactes nos visitantes. Este tema está, portanto, muito pouco estudado, nomeadamente ao nível da forma como as pessoas interagem diretamente com os objetos expostos em museus e centros de ciência e dos impactes que podem resultar desta interação. “Apesar do investimento substancial em exposições "interativas" em centros de ciências e museus e na crença da contribuição educacional dessas novas áreas de exposição, há surpreendentemente pouca pesquisa que examine como as pessoas usam e respondem a essas instalações” (Heath & vom Lehn, 2008, p. 64). Como afirmam os mesmos autores, sendo o compromisso o de melhorar a interação no âmbito dos museus e os impactes que esta pode ter, nomeadamente, a nível educacional, parece evidente que a interação nas exposições se possa tornar uma questão central empírica e analítica. Neste sentido, esta temática apresenta uma complexidade, em termos de impactes, de grande relevância (Health & vom Lehn, 2008). Health e vom Lehn, num outro artigo publicado em 2005, afirmavam ainda que “se conhece relativamente pouco sobre se o envolvimento prolongado em atividades de exposições contribui para a qualidade da experiência dos visitantes do museu” (Heath & vom Lehn, 2005, p. 13).
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177 Lee mas

A Comissão de Ética como prática educativa : o caso da Universidade de Brasília

A Comissão de Ética como prática educativa : o caso da Universidade de Brasília

A ética se apresenta como importante instrumento, senão o mais importante, capaz de influenciar e promover um melhor ambiente laboral e das relações interpessoais e que, assim sendo, necessariamente irá passar pela cultura organizacional da instituição. Pesquisar sobre a importância de uma gestão ética, bem como mecanismos que auxiliem à sua implementação, favorece a aplicação de trabalhos que contribuam para uma gestão democrática. Este estudo de caso, portanto, envolve a Universidade de Brasília e sua Comissão de Ética. Trata de um estudo que objetiva avaliar a Comissão de Ética como prática educativa para o exercício da gestão ética e democrática na comunidade universitária da UnB. Foi realizado um estudo de caso de natureza qualitativa, exploratória e descritiva. Os dados foram coletados por meio de entrevistas e documentos. A análise dos dados utilizou os princípios da análise de conteúdo (Bardin, 1977). Os resultados, provenientes de categorias ex post, apontaram para uma necessária mudança de concepção da própria Comissão de Ética da UnB, partindo para a criação de um modelo aplicável à sua realidade, retratando que a organização deve priorizar as relações humanas que ocorrem no contexto da Universidade de Brasília e assim promover um ambiente ético e continuado, posto que a função educativa não tenha alcançado o devido desenvolvimento para a educação ética dos servidores da universidade. Constatou-se, ainda, que os normativos das Comissões de Ética ressaltam mais o processo de apuração ética, dando maior visibilidade à função punitiva, entretanto os resultados apontaram para uma maior conscientização ética nacional advinda de leis, órgãos de controle, bem como do próprio Sistema de Gestão da Ética, no qual a Comissão de Ética da UnB esta inserida.
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223 Lee mas

A dimensão humana no processo de gestão da segurança da informação: um estudo aplicado à Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas da Universidade Federal da Paraíba

A dimensão humana no processo de gestão da segurança da informação: um estudo aplicado à Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas da Universidade Federal da Paraíba

Por políticas entende-se um conjunto de intenções, diretrizes, limites e direcionamentos formalmente expressos pela direção de uma instituição (FONTES, 2012, p. 29). Já uma Política de Segurança da Informação (PSI) pode ser considerada ―um conjunto de regras e padrões sobre o que deve ser feito para assegurar que as informações recebam a proteção conveniente que possibilite garantir a sua confidencialidade, integridade e disponibilidade.‖ (BARMAN, 2002, p. 4). Observa-se que o conceito de PSI, expresso por Barman, propõe práticas gerais para garantir que os princípios básicos da segurança da informação sejam atingidos. Em um entendimento mais social sobre política de segurança da informação, Marciano (2006, p. 119) a define como ―uma linha de conduta coletiva, resultante da interação entre atores dentro de um quadro de cooperação-integração reciprocamente reconhecido‖. Desse modo, a política de segurança se apresenta como um fenômeno social, considerando-se que o elemento humano dialoga com a informação, como objetos e atores que carecem ser gerenciados e protegidos.
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154 Lee mas

Gestão estratégica de divulgação de informação : o caso da empresa Critical Software, SA

Gestão estratégica de divulgação de informação : o caso da empresa Critical Software, SA

(Gunny 2005). A barreira entre estes três conceitos apresenta-se muito ténue, pelo que se inclui no primeiro subgrupo as demonstrações de resultados que são apresentadas de forma manipulada com clara intenção de enganar os stakeholders (Kedia & Philippon 2006). A gestão de acréscimos consiste em tentar “mascarar” a performance económica da empresa, mas sem infringir a Lei, através do relato e explicação de dados relativos à performance da empresa, como despesas, ganhos, perdas, variações de fluxos de caixa, em vez de apenas listar os valores, que de outro modo poderiam levar a avaliações menos positivas para a entidade (Dechow & Skinner 2000). Por fim, define-se como gestão de resultados quando os gestores escondem ou desvalorizam informação que poderia depreciar a imagem da empresa e enaltecem resultados, que embora menos relevantes, são claramente mais positivos e, portanto, dão uma impressão mais atractiva da situação actual da empresa (Gunny 2005).
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84 Lee mas

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