PDF superior Gestão de atendimento à criança e ao adolescente

Gestão de atendimento à criança e ao adolescente

Gestão de atendimento à criança e ao adolescente

Gestão de Atendimento à Criança e ao Adolescente OBJETIVOS Fornecer subsídios e instrumentalizar os agentes locais que atuam na área da infância e juventude, capacitando-os para a elaboração e execução de políticas voltadas para a criança e o adolescente pobre e marginalizado.

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Um discurso de qualidade: a educação como dispositivo de proteção à criança e ao adolescente

Um discurso de qualidade: a educação como dispositivo de proteção à criança e ao adolescente

De fato, a maioria dos municípios não tem equipes técnicas nem mesmo configura-se como gestão plena das suas redes de ensino, o que inviabiliza a própria legislação sobre sua política educacional. Porém, tem possibilitado que mais pessoas, em locais remotos tenham acesso às infor- mações públicas e incidam sobre elas. Também por isso, que a descentrali- zação administrativa no Brasil, foi algo reivindicado por movimentos sociais e políticos de resistência à ditadura e a centralização das informações e do poder de decisão, e “compreendida como uma importante dimensão do movimento em favor da democratização” (PEREIRA, 2004, p. 29).
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38 Lee mas

A vivência dos pais em relação à criança adolescente com diabetes mellitus tipo 1

A vivência dos pais em relação à criança adolescente com diabetes mellitus tipo 1

-me muito os primeiros dias, depois foi pensar que eu estou aqui para ajudar a minha filha, e que se ela precisa disto para viver, sim senhor vamos fazer isto. Nós já fazíamos a alimentação muito certinha em casa, que foi o que nos revoltou mais, principalmente ao meu marido. Ele custou muitos mais dias a aceitar, porque achava que há muitos bêbados, muitos drogados, muitas pessoas que não fazem uma alimentação direita e porque havia de acontecer à nossa filha, porque havia de ser a ela. Ela sempre comia a sopinha direitinho, em nossa casa os sumos já eram light, o leite chocolatado não existia porque tinha muito açúcar, a nós nunca nos custou muito porque eu lia sempre o rótulo das coisas, dos iogurtes que comprava, do chocolate, mesmo antes de tudo isto. Alias o meu marido dizia sempre “eu acho que tu já sabias que nos ia acontecer isto”, porque as vezes lá em casa estava sempre a ralhar com ele. Às vezes ele dizia me assim “oh amor a menina tão magrinha e tu achas que lhe deves dar leite, deixa beber leite chocolatado” ou aqueles iogurtes danoninhos, eu não a deixava comer essas coisas. E se ela preferia iogurte magro ou natural ou de aromas eu ainda a incentivava a que fosse assim, e o meu marido diz muitas vezes “tu parece que adivinhavas que a nossa alimentação ia ter que ser assim”, por isso não mudou quase nada lá em casa, e pronto.
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127 Lee mas

Aprendizagem e construção de competências no atendimento ao cliente : o papel do suporte à aprendizagem em um call center

Aprendizagem e construção de competências no atendimento ao cliente : o papel do suporte à aprendizagem em um call center

Uma das principais mudanças no contexto organizacional na era da informação foi a ampliação do foco nas pessoas e no desenvolvimento do conhecimento, cenário propício à gestão por competências. Diante disso, a aprendizagem assumiu grande importância no cotidiano como uma estratégia de desenvolvimento e obtenção de conhecimentos e habilidades, em especial no caso dos setores de atendimento ao consumidor por conta de um intenso enfrentamento de situações desconhecidas. O presente trabalho tem o propósito de testar empiricamente as relações hipotetizadas entre as percepções coletivas de suporte à aprendizagem e a aquisição de competências humanas no trabalho no call center da corretora Seguros BRB. Colaborando para a concretização do objetivo geral foram definidos os objetivos específicos de identificar as percepções coletivas de suporte à aprendizagem junto a funcionários do call center Seguros BRB, identificar as competências profissionais dos funcionários do call center e testar os efeitos correlacionais entre as percepções coletivas e aquisição e expressão de competências humanas. A presente pesquisa caracteriza-se como inferencial e aplicada, utilizando-se dos meios de investigação bibliográfico e de campo, sendo classificada como exploratória. Quanto à natureza, esta pode ser considerada como qualitativa e quantitativa, uma vez que os dados foram coletados por meio de questionários aplicados e entrevistas semi-estruturadas realizados com funcionários do call center da corretora Seguros BRB. Os resultados da escala de suporte à aprendizagem sugerem a existência de uma cultura de aprendizagem reforçada por uma percepção média elevada referente às três dimensões abordadas. Já os resultados do mapeamento de competências possibilitaram a identificação de gaps em determinados itens, bem como o ranqueamento da percepção de importâncias e domínios médios; sendo delineadas cinco competências profissionais básicas para o operador do call center. Com base na correlação linear de Pearson, não foram apresentadas correlações significativas entre as escalas de suporte e de competências, porém foi possível observar fortes correlações entre os itens de uma mesma escala e as variáveis demográficas. A tendência apresentada pelos resultados descritivos implica que o suporte à aprendizagem tem favorecido a troca de conhecimentos e habilidades entre os operadores, porém estes não estão sendo necessariamente convertidos em competências.
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67 Lee mas

Atendimento ao cliente como diferencial competitivo: Disney

Atendimento ao cliente como diferencial competitivo: Disney

A equipe é altamente qualificada e respeitosa. Sempre fui alta e, portanto, sempre fui uma criança muito maior do que a minha idade parecia. Em muitas lugares que visitava no Brasil, era proibida de entrar, descontos para "menores de 12 anos" me eram negados porque não acreditavam na minha idade (e pediam apresentação do registro de nascimento, mas quem é que anda com isso, né?). Enfim, no Brasil me taxavam de "mentirosa". Quando fui à Disney, tinha 11 anos e havia uma promoção que permitia crianças abaixo de 12 anos pagarem metade do preço da entrada. Quando meus pais foram comprar o ticket, minha mãe (já acostumada com os "maus tratos brasileiros", já foi apresentando o passaporte e dizendo: "Olha ela é grande mas a idade dela é 11 anos. Tá aqui pra provar, óh!". A americana nem olhou pro passaporte. Ela devolveu ele fechado pra minha mãe e respondeu: "Não precisa, minha senhora. Nós acreditamos em você!". Sério: isso é que é funcionário bem treinado e que acredita na honestidade das pessoas!
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47 Lee mas

Adoção internacional: acompanhamento pós-adotivo à luz da Convenção de Haia e do Estatuto da Criança e do Adolescente

Adoção internacional: acompanhamento pós-adotivo à luz da Convenção de Haia e do Estatuto da Criança e do Adolescente

A Autoridade Central Administrativa Federal (ACAF) é um órgão federal administrativo, instituída pelo Decreto n° 3.174/99, que estabelece suas obrigações 119 . Essa Autoridade Central deverá cooperar com as Autoridades Centrais de Estados contratantes da Convenção de Haia com a finalidade de assegurar a proteção das crianças e adolescentes; representar os interesses do Estado brasileiro na preservação dos direitos fundamentais das crianças e adolescentes dadas em adoção internacional. Deverá, também, atuar de forma direta com medidas adequadas para fornecer informações sobre a legislação brasileira em matéria de adoção e fornecer dados estáticos e formulários padronizados 120 e observar se o país de acolhida assegura a proteção integral da criança e do adolescente. Ainda, que não haja normativa contrária à base principiológica adotada pelo Brasil, conforme demonstrado no primeiro capítulo da presente pesquisa. Ao exigir que o país signatário da Convença de Haia tenha uma Autoridade Central, o que se busca é a interação das nações com a finalidade de proteção, de não permitir que organizações criminosas pratiquem crimes contra crianças e adolescente, que todos trabalhem em busca do seu bem estar.
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59 Lee mas

Redução da maioridade penal: necessidade ou embuste? Uma reflexão sobre o sistema de proteção à criança e ao adolescente em situação de risco no Brasil

Redução da maioridade penal: necessidade ou embuste? Uma reflexão sobre o sistema de proteção à criança e ao adolescente em situação de risco no Brasil

De forma semelhante é o que ocorre na aplicação da medida de Liberdade Assistida pouco difere da situação anteriormente exposta, pois faltam vagas suficientes; as instalações são precárias, e em muitos casos fora de condições uso, onde há falta materiais básicos didáticos, de higiene, de limpeza e de expediente, como computadores, folhas de papel A4 e móveis. Há ainda relatos de alimentação deficiente, falta de dinheiro para custear o deslocamento de assistidos, falta recursos para promover a inserção do menor infrator no mercado de trabalho, deficiência de pessoal e enfim não há os recursos necessários para a correta aplicação dessa medida. E assim, também se verifica as dificuldades já assinaladas na aplicação da medida socioeducativa de internação, que apresenta praticamente todos os problemas já expostos, e que de forma geral, se confirma que a omissão do Estado na efetivação do Estatuto da Criança e adolescente é a causa da sua baixa eficiência. (CURY, 2013)
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61 Lee mas

ENTIDADES RELIGIOSAS E POLÍTICA DE ATENDIMENTO A INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA: REFLEXÕES SOBRE OS DESAFIOS DE EFETIVAÇÃO DO ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

ENTIDADES RELIGIOSAS E POLÍTICA DE ATENDIMENTO A INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA: REFLEXÕES SOBRE OS DESAFIOS DE EFETIVAÇÃO DO ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

Em relação às políticas destinadas a crianças e adolescentes, prevaleceu a Política de Menorização (RIZZINI, 1997) estabelecida no período republicano, que voltada à criança pobre, juridicamente chamada menor, conjugava assistência e repressão. O Código de Menores, instituído em 1927, foi o marco desta política regulamentando as ações dirigidas ao público infanto-juvenil até os anos 90. O Serviço de Assistência ao Menor – SAM, o Departamento Nacional da Criança – DNCr 10 , a Legião Brasileira de Assistência – LBA – e a FEBEM foram órgãos componentes desta estrutura cujas atuações reforçaram práticas que conformam a cultura política brasileira e determinam os padrões de relação entre o Estado e a sociedade civil em nosso país: patrimonialismo, clientelismo, benesse, tutela e favor, primeiro-damismo, e autoritarismo do Estado 11 .
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18 Lee mas

Parentalidade socioafetiva - um direito da criança e do adolescente

Parentalidade socioafetiva - um direito da criança e do adolescente

Comenta ainda o autor que após a publicação e a entrada em vigor do ECA, deve o Estado atentar-se a interpretar todas as normas e leis, principalmente na hora de aplica-las à luz dos princípios fundamentais do instituto 87 . Neste mesmo pensamento segue Antonio Cezar Lima da Fonseca 88 ao lecionar sobre a natureza jurídica das normas do estatuto. Pra ele, as normas estabelecidas no ECA são de ordem pública, não podendo ser afastada pelas partes interessadas ou pelo Poder Público. Ensina, igualmente, a respeito de entender que o estatuto é norma de direito público, e isto está intimamente relacionado com o fato de ser norma de ordem pública. Como todos devem respeitar as normas de ordem pública, e o juiz deve aplica-las até de ofício, compreende o doutrinador que o direito da criança e do adolescente deve ser tratado como direito público para ser imposto sobre a vontade das partes.
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60 Lee mas

Gestão do atendimento ao cliente:  uma análise da Central de Relacionamento dos Correios

Gestão do atendimento ao cliente: uma análise da Central de Relacionamento dos Correios

tratamento grosseiro na hora de trocar mercadorias e dificuldade para solucionar problemas são algumas das queixas mais comuns feitas por clientes – o que revela que no Brasil a cultura do atendimento ao cliente ainda é bastante insipiente e legalista, ou seja, geralmente para enquadrar a alguma exigência legal, como ao código de defesa do consumidor, por exemplo. Ou seja, para a maioria das empresas brasileiras, mais importante do que satisfazer o cliente é cumprir a lei. “Não há inteligência mercadológica”, como declarou à reportagem Mariana Ferraz, coordenadora de Educação para o Consumo do Procon-RJ,
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32 Lee mas

Doença hepática autoimune na criança e no adolescente - dificuldades no diagnóstico

Doença hepática autoimune na criança e no adolescente - dificuldades no diagnóstico

UI/L, GGT 185 UI/L). Nesta altura, foi confirmado o diagnós- tico de síndrome de Gilbert por estudo molecular. A icterícia diminuiu, passando a ser apenas de bilirrubina livre (BT < 5 mg/dL) e as enzimas hepáticas normalizaram. Dois anos mais tarde teve novo episódio de icterícia colestática, com enzimas hepáticas elevadas e foi notada esplenomegalia, confirmada por ecografia abdominal, que mostrou também um fígado heterogéneo. Destacava-se a presenc ¸a de trom- bocitopenia e ANA, SMA e Acs antitiroideus positivos, com IgG normal. O doseamento de ␣-1-antitripsina e a cerulo- plasmina séricas foram normais, tal como o doseamento enzimático para as doenc ¸as de Gaucher e de Niemann-Pick tipo C. A histologia hepática revelou fibrose dos espac ¸os- porta, hepatite de interface, atividade necroinflamatória lobular e intensa colestase hepatocanalicular. Foi tratada com prednisolona, sem melhoria significativa, pelo que foi suspensa. A CPRE mostrou vias biliares intra e extra- hepáticas com morfologia normal, mas com alguma pobreza dos canais intra-hepáticos de 2. a e 3. a ordem. Iniciou trata- mento com AUDC, registando-se normalizac ¸ão das enzimas hepáticas e da bilirrubina conjugada. Esta doente cumpria critérios de diagnóstico de HAI, mas não respondeu favo- ravelmente à prednisolona. Por outro lado, havia algumas alterac ¸ões sugestivas de CEP (elevac ¸ão da GGT, pobreza de canais intra-hepáticos de 2. a e 3. a ordem na CPRE) e houve resposta ao tratamento colerético. Apesar de atualmente ter enzimas hepáticas normais, foi associada azatioprina, por cumprir critérios de diagnóstico definitivo de HAI (score 17).
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12 Lee mas

Práticas pedagógicas desenvolvidas no atendimento educacional à criança público-alvo da educação especial em uma instituição de educação infantil

Práticas pedagógicas desenvolvidas no atendimento educacional à criança público-alvo da educação especial em uma instituição de educação infantil

Nesse sentido, a proposta do Plano Nacional da Educação (PNE) configura-se como uma lei ordinária que terá vigência de dez anos a partir da data em que foi sancionada, 25 de junho de 2014. O seu objetivo é, com as vinte metas, propor diretrizes, metas e estratégias de concretização no campo da educação. Entre as suas metas, a primeira se refere à universalização da educação infantil até 2016, atendendo as crianças de 4 a 5 anos na pré-escola e ampliando a oferta de vagas, de forma que atenda, no mínimo, 50% das crianças de até 3 anos de idade. A meta 4 destaca a educação especial/inclusiva, com a proposta de universalizar, para a população de 4 a 17 anos que se caracterize como público-alvo da educação especial, o acesso e a permanência na escola, bem como o acesso ao AEE, preferencialmente na rede regular de ensino, com a garantia de sistema educacional inclusivo, de SRM, classes, escolas ou serviços especializados, públicos ou conveniados.
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171 Lee mas

A excepcionalidade da adoção internacional e suas formalidades frente ao princípio do melhor interesse da criança e do adolescente

A excepcionalidade da adoção internacional e suas formalidades frente ao princípio do melhor interesse da criança e do adolescente

Os documentos solicitados especificamente aos estrangeiros, são encaminhados no momento em que efetua-se o pedido de habilitação. O Tribunal de Justiça de Minas Gerais elenca 43 como documentos necessários para habilitação junto à CEJA-MG (Comissão Estadual Judiciária de Adoção Internacional), que é a autoridade central do Estado de Minas Gerais: estudo psicossocial elaborado por equipe técnica do organismo credenciado ou por equipe técnica designada pela autoridade judiciária competente, ambas do país de acolhida; atestado de sanidade física e mental; certidão negativa criminal; autorização para realização de adoção de criança/adolescente brasileira(o) (decreto de idoneidade) expedida no país de acolhida por autoridade competente; cópia do texto da legislação específica do país de acolhida, acompanhado da respectiva prova de vigência; comprovante de renda; certidão de casamento, se for o caso; cópia do passaporte; atestado de residência; declaração de ciência de que a adoção no Brasil é gratuita e tem caráter irrevogável e irretratável; declaração de conhecimento da exigibilidade de emissão de relatórios semestrais pós-adotivos, pelo período de dois anos, em caso de pretendentes não representados por organismos; e fotografias dos pretendentes, da família e da residência.
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86 Lee mas

Gestão dos Resíduos dos Serviços de Saúde: gerados pelo Centro Integrado de Atendimento à Saúde, Uberlândia - MG.

Gestão dos Resíduos dos Serviços de Saúde: gerados pelo Centro Integrado de Atendimento à Saúde, Uberlândia - MG.

O PGRSS - Plano de Gerenciamento dos Resíduos do Serviço de Saúde é específico, direcionado, integrado e continuado, não sendo apenas um documento passivo. A Educação Ambiental deve ser uma ação permanente para a conscientização das pessoas envolvidas quanto ao impacto e riscos do manejo inadequado dos resíduos produzidos pelos seus processos de trabalho, para orientar e padronizar o seu correto descarte. Devem ser realizados cursos de capacitação que incluam o PGRSS, uma equipe qualificada para realizar a fiscalização e controle da quantidade de resíduo produzida e para implantar formas de reciclar os resíduos do Grupo D gerados na unidade de atenção primária - CIAS, mas que não apresentam contaminação e nem riscos a saúde e ao meio ambiente.
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50 Lee mas

O psicólogo atuando junto à criança hospitalizada

O psicólogo atuando junto à criança hospitalizada

5 OBJETIVOS DA ATUAÇÃO DO PSICÓLOGO JUNTO Á CRIANÇA Para Batista (2010), o atendimento psicológico nos hospitais tem por objetivo a pro- moção do bem estar biopsicossocial, hoje considerando outros aspectos foi ampliado para biopsicossocioespirituambiental, dos pacientes e familiares dos mesmo, e para isso deve-se trabalhar de forma integrada com os demais profi ssionais de saúde, num enfoque interdis- ciplinar. Ao se tratar da atuação junto à hospitalização infantil, Altamira (2010, p. ? ) diz que o objetivo é “[...] minimizar o sofrimento das crianças no contexto hospitalar e favorecer um ambiente menos hostil, independentemente do tempo e da doença que as levaram à internação”.
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8 Lee mas

Exploração sexual da criança e do adolescente como trabalho escravo

Exploração sexual da criança e do adolescente como trabalho escravo

Nenhum trabalho que tenha como finalidade a exploração sexual de crianças e adolescentes pode ser classificado como direito humano. É bom lembrar que o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), por sua vez, além de reafirmar, em seu artigo 4º, que dentre os direitos fundamentais a serem assegurados a todas as crianças e adolescentes pela família, comunidade, sociedade em geral e Poder Público, encontram-se os direitos ao respeito e à dignidade; em seu artigo 17 ainda dispõe que “direito ao respeito consiste na inviolabilidade da integridade física, psíquica e moral da criança e do adolescente” e, de forma textual, o artigo 18, do mesmo Diploma Legal, assevera ser “dever de todos velar pela dignidade da criança e do adolescente, pondo-os a salvo de qualquer tratamento desumano, violento, aterrorizante, vexatório ou constrangedor”. 17
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Saúde e atendimento do adolescente em Ceilândia, Distrito Federal

Saúde e atendimento do adolescente em Ceilândia, Distrito Federal

O estudo evidenciou que apesar da existência de um programa de saúde específico ao adolescente, a atenção à saúde destinada a este sujeito ainda enfrenta dificuldades. Na percepção do adolescente há necessidade de mudanças no modelo de atenção à saúde. De acordo com eles, as unidades básicas de saúde têm, atualmente, como ênfase uma atenção biológica e curativa, atendendo somente as necessidades clínicas por eles apresentadas. Contudo, embora façam essa análise, os adolescentes, também, têm a compreensão e são motivados a procurar pelos serviços de saúde somente para a resolução de suas necessidades clínicas, como salientado quando questionados. Com essa procura por razões de natureza clínica e com um serviço que se organiza nessa mesma perspectiva, é compreensível que haja um fortalecimento ainda maior da oferta de uma assistência à saúde focada no modelo biomédico, e em um atendimento referente à demanda.
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67 Lee mas

Atendimento ao cliente com ênfase na gestão pública

Atendimento ao cliente com ênfase na gestão pública

A eficiência não se confunde com eficácia nem com efetividade. Ela transmite sentido relacionado ao modo pelo qual se processa o desempenho da atividade administrativa; a ideia diz respeito, portanto, à conduta dos agentes. Por outro lado, eficácia tem relação com os meios e instrumentos empregados pelos agentes no exercício de seus misteres na administração; o sentido aqui é tipicamente instrumental. Finalmente, a efetividade é voltada para resultados obtidos com ações administrativas; sobreleva nesse aspecto a positividade dos objetivos. O desejável é que tais qualificações caminhem simultaneamente, mas é possível admitir que haja condutas administrativas produzidas em eficiência, embora não tenha eficácia ou efetividade.
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17 Lee mas

A importância do trabalho em rede de atendimento para garantia dos direitos fundamentais da criança de do adolescente e o direito à educação

A importância do trabalho em rede de atendimento para garantia dos direitos fundamentais da criança de do adolescente e o direito à educação

Desta forma, o papel do Estado se demonstra fundamental, devendo aplicar à sociedade, políticas públicas que atuem na prevenção de casos que tolham a garantia dos direitos individuais dos jovens em desenvolvimento, bem como contribuir para os fins sociais à que a lei se destina, pretendendo-se amparar seu pleno desenvolvimento e sua condição de liberdade e dignidade. Este trabalho poderá ter sua eficácia melhor assegurada se feito mediante rede, o que possibilita uma maior vinculação e melhor estruturação dos reais objetivos à que se propõe o Estado.

14 Lee mas

A importância do trabalho em rede de atendimento para garantia dos direitos fundamentais da criança de do adolescente e o direito à educação

A importância do trabalho em rede de atendimento para garantia dos direitos fundamentais da criança de do adolescente e o direito à educação

Desta forma, o papel do Estado se demonstra fundamental, devendo aplicar à sociedade, políticas públicas que atuem na prevenção de casos que tolham a garantia dos direitos individuais dos jovens em desenvolvimento, bem como contribuir para os fins sociais à que a lei se destina, pretendendo-se amparar seu pleno desenvolvimento e sua condição de liberdade e dignidade. Este trabalho poderá ter sua eficácia melhor assegurada se feito mediante rede, o que possibilita uma maior vinculação e melhor estruturação dos reais objetivos à que se propõe o Estado.

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