PDF superior Gestão Esportiva: O Planejamento Estratégico da FECARU

Gestão Esportiva: O Planejamento Estratégico da FECARU

Gestão Esportiva: O Planejamento Estratégico da FECARU

O presente trabalho tem como objetivo à análise do planejamento estratégico da Federação Catarinense de Rugby (FECARU) e, descrever a percepção dos atletas catarinenses deste esporte sobre essa técnica de gestão. A FECARU foi fundada em 2011, visando a atender a urgência da Confederação Brasileira de Rugby para a disputa dos Jogos Olímpicos - RIO 2016. O estudo de caso foi realizado durante o segundo semestre de 2016, através de entrevistas, questionários e coleta de dados secundários disponibilizados pela referida federação. Foram realizadas as análises do Planejamento Estratégico do período de 2012 a 2016. Complementou-se o estudo com aplicação de questionário com os atletas de todas as macro-regiões catarinenses e, entrevistas gravadas em áudio com as gestões atual e anterior, com intuito de se fazer a triangulação destes dados. Depois desta etapa, efetivou-se o levantamento dos pontos definidos no Planejamento Estratégico da FECARU, no período supramencionado, investigando-se os pontos críticos apontados pelos atletas e pela Gestão da FECARU. Com isso foi possível se fazer a triangulação de dados e se verificar a real situação da federação no processo de gestão esportiva. Concluiu-se que há o amadorismo na gestão deste esporte no Estado de Santa Catarina, refletindo-se na Gestão dos clubes e da FECARU. Sugere-se urgência na revisão do Planejamento Estratégico desta Federação em parceria com seus clubes catarinenses afiliados que possibilite consolidar a gestão integrada e transparente.
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Planejamento estratégico : fatores facilitadores e dificultadores em uma instituição federal de ensino

Planejamento estratégico : fatores facilitadores e dificultadores em uma instituição federal de ensino

Assim, a partir da análise de dados permitiu inferir que o planejamento é um tema ainda novo na Administração Pública, e, por conseguinte no IFB, além de se apresentar como função técnica de gestão e responder a determinações legais. A elaboração do planejamento estratégico em IF é um desafio, uma vez que, não há consenso, tanto na literatura, quanto nos documentos e percepções dos servidores no estabelecimento de sua primeira etapa: definição dos referenciais estratégicos ou análise de ambiente. Por outro lado, é evidente o entendimento de que, para a concretização dos referenciais estratégicos, são necessários o envolvimento, engajamento e participação da comunidade acadêmica, de tal forma que se as pessoas possam internalizar a missão e visão, de modo a apropriarem-se da ideia, ao tempo que os valores desencadeiam comportamentos, propósitos e compromissos mútuos. Entretanto, mesmo tendo objetivos já declarados em lei, normas e regulamento, o objetivo real, concreto, aquilo que a sociedade espera de IF, lato sensu, é transformação social, ao passo que, o objetivo central de tudo isso deve ser focado, em stricto sensu, na construção de uma educação de qualidade.
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219 Lee mas

Aplicabilidade do Planejamento Estratégico em Hospitais Universitários Federais

Aplicabilidade do Planejamento Estratégico em Hospitais Universitários Federais

A gestão dos hospitais universitários federais há muito tempo é questionada devido às insuficientes condições de atendimento ofertadas aos usuários. Como resposta, o governo federal criou o Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais-REHUF. Desse programa, originou-se a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares-EBSERH com a intenção de reestruturar a administração estratégica dessas instituições. Este artigo apresenta caráter descritivo e abordagem qualitativa; e utilizou como procedimentos, além da pesquisa bibliográfica, a técnica de análise documental. Verificou-se o nível de aplicabilidade dos componentes do planejamento estratégico definidos em literatura, através da coleta de dados secundários nas páginas de internet dos primeiros hospitais contratualizados com a EBSERH. Constatou-se um nível de aplicabilidade de 66,67% dos componentes esclarecedores da visão e 85,71% das análises interna e externa. Como destaque, evidenciou-se 100% de aplicabilidade quanto à definição dos cenários atual e futuro, à formulação estratégica, à elaboração de indicadores e à prestação de contas. Porém, considerando a integralidade do modelo proposto (Kaplan & Norton, 2008), há apenas 31,25%. Há melhorias importantes a serem realizadas, tais como a definição de elementos principais da gestão estratégica, como missão, visão e valores; e a readequação de metas, ações estratégicas, orçamentos e instrumentos de controle.
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18 Lee mas

Base de melhores práticas em planejamento estratégico de SI/TI

Base de melhores práticas em planejamento estratégico de SI/TI

Com a apresentação da Figura 2A, fica claro que a área “Organização” conseguiu aderir diretamente à maioria das melhores práticas. A “Gestão” englobou a maioria das melhores práticas de forma indireta, até por que as subáreas dessa grande área relacionam-se com os processos de outras áreas da organização, principalmente quanto à tomada de decisões. Além disso, a Figura 2B mostra desta vez a relação das subáreas com as melhores práticas, de forma direta e indireta. A maior discrepância percebida na Figura 2B é na subárea monitoramento de atividades. A sua relação direta deu-se com apenas 3 melhores práticas, enquanto indiretamente foi com 17 melhores práticas, sendo a subárea que mais atrelou-se de forma indireta. Talvez isso seja explicável pelo fato de a maioria das melhores práticas, mesmo dentro de outras grandes áreas, necessitarem de supervisão e monitoramento das atividades relacionadas. Processos que precisam do envolvimento geral dos colaboradores, desde a alta gestão até o corpo operacional, destacaram-se nas subáreas de “Pessoas”.
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6 Lee mas

Elementos de integração do planejamento  estratégico: um estudo no IFPE, com foco nas ações do  Campus Afogados da Ingazeira.

Elementos de integração do planejamento estratégico: um estudo no IFPE, com foco nas ações do Campus Afogados da Ingazeira.

A definição genérica dos objetivos pretendidos permite à instituição uma ampla margem de atuação, fato que não seria possível se os objetivos fossem definidos mais especificamente, todavia também traz seus riscos, uma vez que objetivos genéricos podem proporcionar uma falta de compromisso com aquilo que se pretende alcançar. Por exemplo, se no lugar de "ampliar, melhorar e readequar infraestrutura física", estivesse "Construir quadras poliesportivas em todos os Campi", saber-se-ia qual objetivo perseguir ao longo do tempo de vigência do plano e também permitir-se-ia uma visão sobre quais aspectos são mais valorizados pela gestão. O foco para alcance de determinado objetivo seria potencializado, enquanto que a definição genérica dos objetivos cria lacunas para realizar apenas atividades que aparecessem ao longo do tempo, sem maiores pretensões. Desta forma, reconhece-se a importância de definir objetivos mais concretos e mensuráveis, que possam ser acompanhados e avaliados quanto à sua execução. Apesar de apresentar os indicadores de desempenho
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161 Lee mas

A complexa conjuntura axiomática imbricada nos discursos da política de planejamento e gestão das cidades brasileiras

A complexa conjuntura axiomática imbricada nos discursos da política de planejamento e gestão das cidades brasileiras

A partir de então, afere-se que a ineficácia atribuída à implementação e a obsolescência desempenhada pelos Planos Diretores não faz-se contingente, pois, existe na elaboração/revisão de tais Planos uma força que age pelas sombras e não lhes permite atingir viabilidade de aplicação, fazendo-os figurar como mecanismos enunciativos de uma prática discursiva que produz respaldo em um circunscrito campo de articulação política a que lhes convêm. Somando-se a isso, a confluência entre planejamento urbano de cunho democrático e de cunho neoliberal num mesmo produto – Plano Diretor Estratégico – apenas encontra incompatibilidade quanto ao enunciado de seus princípios, pois a intenção oculta no estabelecimento de tal confluência é, nada mais que, a tentativa de apaziguamento da evidência do choque entre aquil o que se “ diz ” e aquilo que , de fato, se “ faz ”. Além do mais, em torno do mote participacionista, a existência enunciativa que o insere como um componente legal e fundamental nos processos de decisão da política urbana não configura um rebatimento prático, radicando-se como meio de cooptação que tenta silenciar os agentes que se empenham por uma reforma urbana que extrapole o reles discurso.
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11 Lee mas

Planejamento estratégico e mecanismos de controle nas organizações públicas : limites e possibilidades de aprimoramento da gestão pública

Planejamento estratégico e mecanismos de controle nas organizações públicas : limites e possibilidades de aprimoramento da gestão pública

O Planejamento Estratégico se constitui em uma ferramenta utilizada pelos administradores para direcionar a tomada de decisão, no entanto, para que atinja seus objetivos, os gestores usam mecanismos de controle para acompanhamento e avaliação dos resultados. A Administração Pública Federal ao valer-se desse instrumento considera ainda os preceitos legais e um Sistema de Controle instituído especificamente no arcabouço de uma sociedade democrática. Diante disso, esse estudo procura entender os conceitos, o modelo e a evolução do planejamento estratégico governamental brasileiro, frente aos conceitos de planejamento estratégico no âmbito acadêmico, pontuando as suas particularidades, observado no âmbito de uma fundação pública de pesquisa da Administração Indireta vinculada ao Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MP), o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). Visa principalmente, refletir sobre as influências que os mecanismos de controle exercem sobre sua gestão: de promoção de melhoria da gestão ou de cerceamento da autonomia do gestor no transcorrer dos trabalhos com suas equipes ao coibir sua subjetividade decisória. Para a reflexão sobre o planejamento estratégico, a pesquisa buscou dados nos documentos relativos à construção do Plano Estratégico (2013-2023) da Fundação e partiu do exame de dois Relatórios de Auditoria Anuais de Contas, do exercício de 2013 e 2014 emitidos pela Secretaria de Controle Interno da Presidência da República (CISET/PR) sobre as contas apresentadas pelo Instituto nos anos mencionados, contendo apontamentos de fragilidades no cumprimento legal. Estes apontamentos foram cotejados por intermédio de entrevistas semiestruturadas realizadas com gestores da entidade para levantar as causas que lhes deram origem, além das percepções dos gestores quanto à atuação do Sistema de Controle ao apontar essas fragilidades, se estariam cooperando para a melhoria da gestão ou acabaria por constranger as ações do administrador ao buscar o alcance da missão, visão e objetivos organizacionais expostos em seu plano estratégico. Dessa forma, entendeu-se que as duas tendências coexistem, se pelo lado do alinhamento normativo há contribuições para melhoria da gestão por atender aos preceitos institucionalizados, por outro, demonstra que o gestor precisa de autonomia e um espaço para inovar na busca por maior eficiência, eficácia e, sobretudo efetividade.
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151 Lee mas

Gestão da coleção da Biblioteca Municipal da Lourinhã : estudo de caso

Gestão da coleção da Biblioteca Municipal da Lourinhã : estudo de caso

A este adormecimento relativo à criação de ferramentas e orientações não é alheia a ausência de qualquer tipo de legislação destinada às bibliotecas em Portugal que, no caso da gestão da coleção, na maioria dos países europeus, que possui legislação especifica, esta reflete a passagem de uma tendência de coleção abrangente, diversificada e objeto de atualização, para novas recomendações, que envolvam soluções de cooperação, de gestão partilhada de coleções ou ainda, para o incremento do empréstimo interbibliotecas, situação que reflete claramente a crise económica e as opções políticas de restrição e mesmo de privatização dos serviços públicos que se assiste na atualidade. No entanto, é rara a existência de legislação que obrigue à gestão de coleções, sendo, no entanto, dada grande importância à existência de uma política de coleções, tanto por decisores, como por profissionais, mas não existindo consenso em como aplicá-la operacionalmente (Parreira, p. 500-501, 2018). Acresce ainda, a frágil ligação institucional das Bibliotecas Municipais à RNBP, apenas consubstanciada, então, em Protocolos assinados entre a Administração Central e as Autarquias, e numa segunda fase através da assinatura de Contratos-Programa que, muitas vezes, não foram cumpridos e não tiveram a necessária fiscalização pela Administração Central, talvez pela constante desagregação da instituição nacional que supervisiona a RNBP desde do início do milénio.
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184 Lee mas

Gestão da produção com o auxílio de SI

Gestão da produção com o auxílio de SI

A análise destes factores levanta a questão da importância das TI nas organizações. É apresentado o argumento da facilidade de reprodução dos modelos com o uso das TI, no entanto importa referir que, nenhuma empresa é igual a outra, se souber gerir os seus processos. Ou seja, para que haja sucesso através do investimento em TI é necessário haver um redesenho dos processos, uma nova abordagem nas operações e a mudança na mentalidade da organização. Não é possível implementar um SI mantendo os procedimentos anteriores. Há que fazer uma reorganização e readaptação à nova realidade da organização. Só assim é possível atingir resultados satisfatórios. Caso contrário, tal investimento será motivo de perda de recursos valiosos.
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134 Lee mas

Portal de gestão do utilizador da Ulisboa

Portal de gestão do utilizador da Ulisboa

Para efetuar a análise das tarefas e dos utilizadores que vão utilizar o Portal do Utilizador, foi efetuado um questionário a uma amostra significativa de utilizadores do universo da ULisboa. O questionário encontra-se reproduzido na íntegra no Anexo IV, tendo sido disponibilizado aos utilizadores sob a forma de um formulário Google . Foram recolhidas 123 respostas, entre os dias 14 de junho de 2017 e 29 de junho de 2017. O tratamento dos resultados desse inquérito, recolheu informações do tipo de utilizadores, dos seus hábitos, da cultura informática e da sua capacidade de interagir com Sistemas de Informação. Com essa informação, foram gerados gráficos de interpretação de dados obtidos com cruzamento de variáveis, e feita uma leitura de cada variável analisada. No final, foi feita uma contextualização geral dos dados, e das conclusões obtidas.
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108 Lee mas

Gestão da qualidade em laboratórios clínicos

Gestão da qualidade em laboratórios clínicos

De um modo geral, destacamos algumas alterações na nova versão da norma NP EN ISO/IEC 17025 que nos parecem relevantes, como: (i) atribui maior destaque para as responsabilidades de implementação, manutenção e melhoria do SGQ pelo pessoal técnico, (ii) atribui maior ênfase às responsabilidades da gestão de topo no que diz respeito à garantia de uma comunicação eficaz no laboratório bem como a sua evidência no comprometimento com o desenvolvimento e implementação do SGQ, (iii) garantia da melhoria contínua do SGQ através da avaliação da satisfação dos clientes e da eficácia de acções de formação implementadas e, ainda (iv) tomada de acções planeadas quando a análise aos dados de controlo da qualidade não esteja efectuada segundo os seus critérios (NP EN ISO/IEC 17025 e OGC001, 2010).
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116 Lee mas

Observatório da Mídia Esportiva Observatório da Mídia Esportiva - A cobertura jornalística dos Jogos Abertos de Santa Catarina A cobertura jornalística dos Jogos Abertos de Santa Catarina

Observatório da Mídia Esportiva Observatório da Mídia Esportiva - A cobertura jornalística dos Jogos Abertos de Santa Catarina A cobertura jornalística dos Jogos Abertos de Santa Catarina

O apoio das assessorias de imprensa dos órgãos promotores dos eventos, com o uso freqüente de releases delas originados ou ainda de agências de notícias, favorece a busca pela objetividade no enfoque das matérias, na medida que tal recurso oferece ao jornalista as informações confiáveis e relevantes, em forma de síntese. No entanto, a medida tende a reduzir os esforços de investigação e de opinião que devem compor a práxis jornalística, transformando os profissionais em gatekeepers, na ex- pressão usada por WOLF (2001) para referir-se aos editores que, ao se pau- tarem por esses meios, tornam-se “porteiros” (numa tradução livre) das in- formações, limitando-se a escolher o que entra ou não na cobertura, isto é, o que vai ou não ser publicado, a partir de critérios nem sempre muito claros, lógicos, transparentes e democráticos. Sem esquecer que o conte- údo assim sistematizado, especialmente pelas assessorias de imprensa, carrega consigo, subliminarmente, uma determinada percepção do que é importante informar e como isso deve ser feito, com certeza ditada priorita- riamente pelos interesses dos promotores e/ou patrocinadores do evento. Ao reproduzi-las e fazer veicular esse material, o jornalista pode contribuir, involuntariamente, para dar maior visibilidade à determinada versão dos fatos informados, não necessariamente a única nem a mais adequada, por próxima da realidade.
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148 Lee mas

Indisciplina escolar : contribuições da família e da gestão escolar

Indisciplina escolar : contribuições da família e da gestão escolar

Vale dizer que embora a escola seja um lugar privilegiado como falei. Temos uma cultura diversa, temos um clima favorável mais que favorável. Essa apropriação do conhecimento é que nos leva a construir uma rede de relações humanas. Quero citar também saindo um pouquinho da nossa escola, isso relatado em pesquisa que em grandes cidades como São Paulo temos muitos locais de acesso o conhecimento, existe ainda todo conhecimento que pode vir por meio da internet e todas as tecnologias hoje disponíveis, assim como de equipamentos e projetos culturais conduzidos por organizações não governamentais, neste contexto um outro caminho para aproximar educação e cultura pressupõe a articulação da escola com esse vários locais de conhecimento, equipamentos e projetos de cultura de forma que essas alianças tragam,um impacto positivo, afetivo na aprendizagem das crianças e adolescentes pois nossa escola oferece para a comunidade aquilo que nós temos para oferece. Temos na nossa escola espaço para que nossos alunos possam implantar uma horta, temos na nossa escola um tele centro de informática com computador onde ele possa ter acesso a internet, onde ele possa ter seus trabalhos realizados, temos na escola instrumentos musicais onde o programa mais educação oferece promove atividades diferenciada pra que esse aluno se aprimore daquilo que ele sonha.
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276 Lee mas

Avaliação e gestão da incomodidade dos odores

Avaliação e gestão da incomodidade dos odores

22 mapa, o número e a localização de pontos de teste, sendo também importante anotar o número de recetores sensíveis, a sua distância em relação à fonte e a direção do vento predominante. Os elementos do painel devem começar a realizar medições a barlavento da fonte, começando pelos mais distantes, aproximando-se progressivamente dos locais mais próximos da instalação emissora. De seguida a equipa de campo deve iniciar a realização de medições nos locais mais distantes a sotavento da fonte, movendo-se sucessivamente para os locais mais próximos. Na segunda etapa é estimada a exposição de odor numa determinada área, na qual são interpretados os resultados para avaliar o impacto de odor no intervalo de tempo e no local onde se efetuaram as medições. A determinação da exposição de odor depende da frequência, duração, ofensividade e intensidade de um odor, bem como das diferentes combinações dos fatores FIDOL. O terceiro passo consiste na análise dos resultados dos testes e da sensibilidade dos recetores para avaliar os efeitos do odor, uma vez que o real desafio consta na realização de testes sniff representativos das caraterísticas da área em estudo (ex.: condições meteorológicas, variação da emissão das fontes emissoras, etc) para estimar a exposição de odor num determinado recetor e consiste em combinar a probabilidade de impacto com a sensibilidade do recetor de modo a avaliar o efeito de odor. No entanto, esta avaliação deve ser realizada por profissionais, visto que existem diferentes abordagens que podem ser aplicadas em diferentes situações. Na figura 6 está representado um esquema que descreve a sequência das etapas necessárias para realizar um teste sniff.
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95 Lee mas

A influência da reputação na gestão de crises de comunicação da Petrobras

A influência da reputação na gestão de crises de comunicação da Petrobras

Estudar a crise da Petrobras não foi tarefa fácil. A própria crise é complexa e difícil de compreender, são muitas ramificações e interpretações diferentes. A atualidade dela foi ao mesmo tempo um benefício e um malefício. O malefício é que devido ao pouco tempo de acontecimentos nem a empresa superou a crise ainda e devido a isso, não foi fornecido a esse trabalho a chance de falar com os seus representantes de comunicação, de crises, de marcas como tantas vezes foi solicitado. As primeiras tentativas foram por meio do Sistema de Atendimento ao Consumidor (SAC). Somente nesse canal de atendimento são 76 protocolos de pedido de informação, dois quase deram certo. Um com o então gerente de comunicação e marcas Luiz Fernando Nery e o outro com o gerente de marcas, Eraldo Carneiro. As tentativas com Nery começaram em 2016, quando o SAC da Petrobras atendeu aos constantes pedidos de informação. Foi fornecido o telefone e e- mail do escritório dele, e até uma data foi agendada por sua secretária para uma entrevista por telefone. Mas no dia a mesma secretária disse que o protocolo para entrevistas era diferente e que seria necessário enviar um e-mail com as perguntas antecipadamente. O e-mail foi enviado e após isso o gerente nunca pôde atender. Por viagens a trabalho, por reuniões, por falta de espaço na agenda, por férias. Foram muitas tentativas e justificativas, até que Nery foi afastado do cargo.
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136 Lee mas

Planejamento estratégico participativo para  construir o destino turístico de Foz do Iguaçu – PR

Planejamento estratégico participativo para construir o destino turístico de Foz do Iguaçu – PR

trabalhados por Kotler em seus livros de marketing, ou seja, o composto do mix de marketing tradicional ou sob a ótica do produtor, que trabalha produto, preço, praça e promoção versus o conceito do mix de marketing sob a ótica do consumidor que trabalha o valor para o cliente, o custo para o cliente, a conveniência para o cliente e a comunicação dirigiada. Um comprador, ao avaliar um produto ou serviço, pode não vê-lo da mesma maneira que o vendedor. Os quatro P’s podem ser mais bem descritos, do ponto de vista do comprador, como os quatro C’s. Portanto, enquanto os profissionais de marketing se vêem como vendedores de um produto, os clientes se vêem como compradores de um valor ou da solução de um problema. E os clientes estão interessados em mais do que preço; estão interessados no custo total de obtenção, uso e descarte de um produto. Eles querem que o produto ou serviço esteja disponível da maneira mais conveniente possível. Por fim, os clientes não desejam promoção; querem uma comunicação bidirecional (Kotler, 2000). Ao evoluir esta discussão para o conceito de valor turístico, estudando-se as relações entre a oferta e a demanda no mercado turístico, se pode dizer que “o mercado turístico é o conjunto de relações de troca e de contatos entre os que querem vender e os que querem comprar mercadorias e estabelecer interações em um espaço determinado e contextualizado por uma sociedade com seus conjuntos de valores turísticos” (Lemos, 157:2005).
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51 Lee mas

Produções subjetivas da ação docente : o movimento de articulação entre planejamento e currículo

Produções subjetivas da ação docente : o movimento de articulação entre planejamento e currículo

Escolhemos também usar o registro escrito como meio de produção da informação. Segundo González Rey (2014, p.22), “as produções reflexivas que se organizam na fala e na escrita têm um valor ímpar e privilegiado para o estudo dos sentidos subjetivos e suas configurações, que é a forma em que as emoções mais importantes da vida aparecem nos processos humanos”. Nesse sentido, propomos à professora a escrita de uma carta com a indicação de informar a uma professora recém-chegada sobre a forma de trabalho e planejamento na escola em que trabalha, que aspectos seriam os mais relevantes de informar. Com essa proposta objetivamos construir novos indicadores ou ratificar processos configurados subjetivamente na professora participante, relacionados a sua subjetividade individual e a subjetividade social da escola quanto à organização da ação docente. Esse foi um momento que se revelou desafiador para a professora Penélope, que afirmou nunca ter escrito uma carta, sendo essa a primeira vez que viveria essa experiência. Na ocasião, a fim de facilitar a sua expressão lhe propomos nos colocar como escriba, mas a professora disse que iria tentar escrever, demonstrando empenho e entregando a carta em um prazo anterior ao que havíamos proposto.
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161 Lee mas

Especificação de requisitos de software para o planejamento das contratações de tecnologia da informação

Especificação de requisitos de software para o planejamento das contratações de tecnologia da informação

As contratações de Tecnologia da Informação (TI) possuem grande relevância adminis- trativa, sendo indispensáveis para o bom funcionamento das organizações públicas, es- sas consomem grandes quantidades de recursos públicos, e envolvem muitas atividades, unidades administrativas, pessoas e legislações. Planejar o processo de contratação TI e o gerir a luz da Gestão de Riscos não é atividade trivial, sendo de suma importância. Esta pesquisa propõe a especificação de requisitos de um software que automatize o pro- cesso e as atividades do Planejamento da Contratação de Soluções de TI (PCSTI) de um órgão do Governo do Distrito Federal. O método de pesquisa adotado é o estudo de caso baseado em uma Secretaria de governo. A fundamentação teórica envolveu o Guia de Boas Práticas de Contratação de Soluções TI, a Instrução Normativa SLTI/MPOG n o 04 (IN 04), normas de referência em gestão de risco, gestão de processos e o gerenciamento de requisitos. Na análise do contexto das contratações públicas identificou-se a carência de software para gerenciar o planejamento e foi observado que a análise de risco não é realizada como propõe as melhores práticas. Assim, os requisitos do software proposto busca atender essas carências identificadas. Para entendimento do contexto e levanta- mento dos documentos basilares do desenvolvimento do software foi mapeado o processo PCSTI da secretaria, realizou-se um estudo da gestão de riscos do PCSTI e foi proposto um processo de gerenciamento de requisitos híbrido baseado nas metodologias SAFe e RUP. O processo foi aplicado e gerou a documentação de requisitos do software proposto que foi aprovada pela secretaria.
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260 Lee mas

O subprojeto cultura esportiva da escola: estabelecendo relações com a formação inicial

O subprojeto cultura esportiva da escola: estabelecendo relações com a formação inicial

Outra temática evidenciada pelos bolsistas refere-se aos estágios supervisionados, na qual destacam que está se encontra fragilizada, sem planejamento, com pouca articulação com as escolas e a falta de uma supervisão por parte dos professores. Desta maneira, o estágio no curso de formação de professores não está contribuindo para uma reflexão e análise crítica da prática docente na sala de aula (Ghedin et al., 2008).

9 Lee mas

A qualidade da informação contábil na gestão pública municipal da cidade da Lapa

A qualidade da informação contábil na gestão pública municipal da cidade da Lapa

Em conversa com o funcionário responsável pela conferencia e envio dos dados dos módulos Contábil e Tesouraria, obteve-se relato da dificuldade com a qualidade das informações inseridas no sistema contábil utilizado pela prefeitura. São dados lançados incorretamente e a falta de preenchimento de campos necessários. Segundo o funcionário, o retrabalho é muito grande e demorado, visto que são necessárias várias correções dos dados lançados incorretamente e deixados de lançar, durante o período de trabalho, neste caso de um mês. Ele explicou que as informações são lançadas durante o mês de trabalho e a conferencia e envio dos dados ao Tribunal é realizada no mês seguinte, ou seja não há um acompanhamento diário para conferencia das informações lançadas. O servidor relatou que há 6 meses atrás foi contratada uma nova contadora, via concurso, a qual vai trabalhar com ele e poderá realizar o acompanhamento dos processos de conferencia. No entanto, a servidora em questão estava grávida quando foi empossada e, no momento, está de licença maternidade.
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46 Lee mas

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