PDF superior Gravidez na adolescência: o que pode ser feito para mudar essa realidade

Gravidez na adolescência: o que pode ser feito para mudar essa realidade

Gravidez na adolescência: o que pode ser feito para mudar essa realidade

O presente estudo aborda a gravidez na adolescência, um problema com alta incidência na área de abrangência do PSF Vila Magnólia/Araçuaí/MG. Tem como objetivo analisar a produção cientifica no período de 2000 a 2011, relacionada à gravidez na adolescência. De posse do arcabouço teórico, propõe-se traçar um plano de ação para enfrentamento do problema junto a equipe, utilizando-se a vivencia e a realidade da unidade de saúde onde a autora trabalha, para a escolha do tema e os bancos de dados nacionais para a seleção da literatura – SCIELO e LILACS. O estudo aponta as repercussões sociais da maternidade na adolescência tais como: evasão escolar, amadurecimento precoce, perda de perspectiva de futuro. Analisa o fato de estas adolescentes iniciarem tardiamente o pré-natal por medo de assumirem a gravidez perante aos seus familiares e sociedade ou até mesmo por desconhecimento do próprio corpo. O trabalho aborda também a preocupação da equipe do PSF Vila Magnólia com o problema e o desejo de estruturar ações que possam ser eficazes na mudança desta realidade. Os resultados do trabalho confirmam a necessidade de intensificar mais os trabalhos voltados aos adolescentes, conhecendo melhor a realidade do PSF Vila Magnólia.
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Gravidez na adolescência: enfrentamento na Equipe Saúde da Família Fábio Alves Rodrigues Filho, Pirapora - MG

Gravidez na adolescência: enfrentamento na Equipe Saúde da Família Fábio Alves Rodrigues Filho, Pirapora - MG

Este estudo aborda a alta incidência da gravidez na adolescência existente no território da Unidade Básica de Saúde Fábio Alves Rodrigues Filho, Pirapora-MG. O objetivo foi identificar na literatura ações que podem ser desenvolvidas pelas equipes de saúde da família, de forma a contribuir na prevenção da gravidez. Para tanto foi feita uma revisão bibliográfica sobre gravidez na adolescência. A pesquisa foi realizada na Biblioteca Virtual de Saúde nos bancos de dados Lilacs, Scielo e Medline. O estudo aponta as repercussões da maternidade na adolescência, tais como: evasão escolar, exclusão do mercado de trabalho e aumento da desestruturação familiar. Analisa também o fato de as gestantes adolescentes iniciarem o acompanhamento de pré-natal tardiamente o que pode contribuir para uma maior incidência de mortalidade materna e perinatal. Sendo esta uma realidade vivenciada pela equipe de saúde da família da Unidade Básica de Saúde Fábio Alves Rodrigues Filho, ressalta-se a importância da saúde da família intensificar ações voltadas para o enfrentamento do problema.
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24 Lee mas

Plano de intervenção para redução de gravidez na adolescência - ESF São Paulo, Divinópolis - Minas Gerais

Plano de intervenção para redução de gravidez na adolescência - ESF São Paulo, Divinópolis - Minas Gerais

A gravidez não planejada na adolescência é cada vez mais numerosa nos dias atuais e pode trazer prejuízos biológicos, sociais e emocionais para a adolescente, para o filho, o companheiro, a família e toda a sociedade. Devido ao alto número de ocorrências, pode ser caracterizada como um problema de saúde pública. Este trabalho traz a proposta de desenvolver um plano de intervenção com atividades de promoção na Estratégia de Saúde da Família (ESF) São Paulo, visando à redução do número de gravidez não planejada na adolescência. Para tanto, inicialmente foi elaborado um estudo exploratório descritivo, feito através do levantamento bibliográfico de artigos publicados junto ao banco de dados em saúde de acesso online Literatura Latino-Americana e do Caribe, ScientificElectronic Library Online, Bases de Dados em Enfermagem e Biblioteca Virtual do Núcleo de Educação em Saúde Coletiva utilizando os descritores “saúde do adolescente”, “gravidez não planejada”, “prevenção de gravidez na adolescência” e “gravidez na adolescência”, no Brasil entre os anos 2001 e 2013. Após a fundamentação teórica, foi elaborado um plano de ação seguindo o método do Planejamento Estratégico Situacional (PES) e de acordo com a realidade encontrada no ESF em questão.
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43 Lee mas

Gravidez na adolescência: conhecimento, controle e prevenção

Gravidez na adolescência: conhecimento, controle e prevenção

A equipe de saúde da família junto com a escola e a educação precisa procurar sanar as dúvidas que esses jovens venham ter sobre doenças e a gravidez precoce. A cooperação dos profissionais envolvidos na prevenção da gravidez não planejada ou indesejada é de grande importância para discutir com o (a) adolescente que a gravidez precoce traz sérias complicações e responsabilidades, em sua família, na escola e na sua vida profissional, enfim, em todos seus projetos de vida, causando um comprometimento pessoal que durará para o resto de suas vidas. A parceria com outras entidades é de fundamental relevância para que a população se mantenha mais próxima dos jovens ajudando assim na divulgação e ampliação do acesso às informações promovendo campanhas que sensibilizem essa faixa etária, que a gravidez pode ser evitada sem que estes percam o prazer da vida.
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35 Lee mas

Gravidez na adolescência em Angola: estudo do funcionamento familiar e satisfação com a vida

Gravidez na adolescência em Angola: estudo do funcionamento familiar e satisfação com a vida

Vemos no presente estudo que os dados relativos à relação com os pares revelam resultados significativos, ou seja a diferença entre os dois grupos, atingiu o limiar da significância estatística no números de amigos, no contexto de amizade, na importância atribuída à relação e na frequência com que vêem seus pares. Assim, vemos que as ADNG possuem mais amigos, que são na sua maioria colegas de escola; dão mais significado à relação com os pares e, consequentemente, vêem-nos com mais frequência comparativamente às ADG com mais amigos na vizinhança. Essa situação faz transbordar uma realidade onde se espelha a questão do suporte social vindo da rede de amigos, o qual exerce grande influência na tomada de decisões e no suporte emocional das adolescentes em situações difíceis. Esclarece a literatura que as relações intensas entre a adolescente e o grupo de amigos aumentam o potencial da influência dos mesmos (pares) na qualidade das soluções adotadas pelas adolescentes na resolução dos seus problemas sociais, na qualidade de seus valores e das suas regras sociomorais (Dias, Matos, & Gonçalves, 2007). Assim, este grupo tanto pode influenciar o comportamento responsável, a maturidade e o desenvolvimento saudável, como pode ser implicado na adesão a uma variedade de comportamentos de risco, nomeadamente de comportamentos sexuais de risco (Dryfoos, 1997, citado por Dias, et al., 2007). Na realidade angolana é comum observar-se uma redução significativa no número de pares da adolescente após engravidar, que resulta muitas vezes da vergonha em assumir o facto, bem como por reconhecer que a sua vida não pode tomar o mesmo curso que levava junto de suas amigas, bem como ver nalgumas vezes o acesso vedado a certos ambientes de amigos, como o da igreja e da escola. Acresce que, por vezes, a maturidade que resulta da experiência da gravidez, faz com que estas adolescentes passem a encarar as amigas como imaturas e infantis, desligando-se delas e procurando estabelecer relações com pessoas com a mesma experiência ou com pessoas mais adultas.
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66 Lee mas

Representações da gravidez, maternidade e paternidade na adolescência entre universitários de 18 a 20 anos

Representações da gravidez, maternidade e paternidade na adolescência entre universitários de 18 a 20 anos

A gravidez, a maternidade e a paternidade na adolescência são temas bastante discutidos pela sociedade, em uma perspectiva quase sempre dramatizada. Diversos autores procuram demonstrar que a gravidez na adolescência pode ser planejada e desejada e nem sempre representa a perpetuação de um ciclo de pobreza. Este estudo busca compreender as representações e significados dos universitários sobre a gravidez, maternidade e paternidade na adolescência a partir de análise do contexto sócio-histórico-cultural vivenciado pelos adolescentes na sociedade moderna. Foram 10 entrevistas semiestruturadas com jovens entre 18 e 20 anos de ambos os sexos sem a vivência desta experiência, 6 alunos dos cursos de graduação de saúde coletiva e 4 alunos do curso de direito, da Universidade de Brasília, considerados das classes A, B e C. Essa escolha justifica- se porque a maioria dos estudos realizados sobre esta temática aborda uma parcela da população mais desfavorecida; há poucos estudos sobre a gravidez na adolescência na classe média da população brasileira, dessa maneira esse estudo de iniciação cientifica realizado durante a disciplina Trabalho de Conclusão de Curso trabalhou com a Teoria das Representaçoes Sociais, abordando a temática da gravidez, maternidade e paternidade em um grupo de universitários. Concluimos que apesar de alguns universitários entrevistados reconhecerem que a gravidez, maternidade e paternidade na adolescência possuem lados positivos, predomina entre os universitários uma visão negativa da situação vivenciada por inúmeros adolescentes.
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63 Lee mas

Sexualidade e gravidez na adolescência

Sexualidade e gravidez na adolescência

que irão moldar as gerações futuras para uma maneira de estar na vida mais confiante, positiva, segura, como também, mais ativa e participante. A gravidez na adolescência traz consigo vários fatores que vão representar um comprometimento individual com problemas de diversas ordens. Medo, insegurança, desespero, desorientação, solidão são reações muito comuns, principalmente no momento da descoberta da gravidez. No entanto, não se pode ter uma falsa idéia de que toda gravidez na adolescência seja inconseqüente e desastrosa . As características do aumento do número de adolescentes grávidas direcionam para questões que devem ser abordadas em uma proposta de atuação junto a essa população e seus familiares. Na perspectiva do trabalho das equipes de saúde com as famílias, o tema deve ser cuidadosamente trabalhado para que a população e os profissionais de saúde passem a reconhecer e a tratar essa questão como um problema de saúde pública.
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36 Lee mas

Gravidez na adolescência: fatores envolvidos e possíveis soluções na área de abrangência do PSF de Pequeri - MG

Gravidez na adolescência: fatores envolvidos e possíveis soluções na área de abrangência do PSF de Pequeri - MG

Para delinear um plano operativo de intervenção há diretrizes e princípios norteadores de tal planejamento. Os estudos realizados e as atuações da Equipe de Saúde da Família com outros atores sociais geram uma percepção e compreensão acertada da problemática real do município e auxiliam a definir as melhores formas de intervenção, com a participação de to- dos os indivíduos envolvidos, com propostas estruturadas e articuladas para obtenção de me- lhores níveis de saúde focado nas implicações da gravidez precoce e de um novo modelo de atenção aos adolescentes e jovens, tornando assim o projeto em política pública municipal. Diante dessa proposta de trabalho social engajada e pertinente à realidade da área de abrangência, alguns objetivos para o plano interventivo podem ser claramente estipulados, de modo que deve ser realizada em múltiplos níveis uma vez que segundo a experiência na uni- dade de saúde a maioria dos adolescentes é avessa à consulta médica. Prima-se por promover o interesse do adolescente em frequentar rotineiramente e de forma reiterada a unidade de saúde, garantindo a ele o sigilo absoluto do que será discutido, porém deixar claro que este não será respeitado se houver risco de vida do próprio menor ou de uma terceira pessoa.
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31 Lee mas

A gravidez na adolescência: Vinculação pré-natal, memória de práticas parentais e suporte social

A gravidez na adolescência: Vinculação pré-natal, memória de práticas parentais e suporte social

das jovens durante a gravidez. De acordo com Pereira, Santos e Ramalho (1999), a gravidez é indiscutivelmente uma fase que requer uma adaptação, podendo ser afectada pela forma como a mulher e o companheiro reagem à gravidez e pela presença ou ausência de complicações durante a mesma. Relativamente à aceitação da gravidez pelos pais dos bebés deste estudo, a grande maioria (81%), segundo as participantes, reagiu bem, o que corrobora estudos como o de Frizzo, Kahl e Oliveira (2005), Stevenson, Maton e Teti (1999), Xarepe (2002) e Figueiredo, Pacheco, Costa e Magarinho (2006); este parece-nos ser um dado importante, porque o apoio recebido do ambiente social imediato parece contribuir para a adaptação da mulher ao papel da maternidade (Maldonado, 2000 e Medrado & Lyra, 1999). Gonçalves, Parada e Bertoncello (2001), referem que o estreito e satisfatório relacionamento da adolescente grávida com o pai do bebé, reflete-se positivamente no comportamento afectivo da mãe para com a criança; a aceitação da gravidez e um bom relacionamento entre a adolescente e o pai do bebé, faz com que se sinta amparada e comece cedo a participar no acompanhamento pré-natal, aspecto de grande importância, pois contribui para que se verifique um período perinatal sem complicações. Isabella (1994), refere também, que as mães que possuem relações mais positivas e íntimas e beneficiam de maior apoio por parte dos companheiros, têm geralmente um envolvimento mais favorável com o bebé. Por seu lado, Hernandes e Hutz (2008) reforçam que, para as mulheres, o ajustamento conjugal e emocional é importante, principalmente no período da gravidez do primeiro filho, sendo este o caso da maioria das adolescentes do nosso estudo. Segundo Figueiredo et al. (2006) no início da gestação, a adaptação da adolescente dependerá do relacionamento com o companheiro, da aceitação da gravidez por parte deste e das famílias (sua e dele), assim como, do facto de estarem empregadas, estudarem ou viverem com a família.
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166 Lee mas

Relatório de estágio de natureza profissional: prevenção da gravidez na adolescência: uma intervenção na comunidade escolar

Relatório de estágio de natureza profissional: prevenção da gravidez na adolescência: uma intervenção na comunidade escolar

Após a fase ativa, inicia-se o segundo estádio do TP – o período expulsivo, período que começa com a dilatação cervical completa e termina com a expulsão do feto. O período expulsivo corresponde ao momento que mais preencheu o imaginário pessoal, desde que se iniciou o curso de MESMO. Neste sentido, é natural que as experiências mais marcantes vividas tenham ocorrido neste estádio. Um desses momentos foi precisamente um parto eutócico em que ocorreu uma distócia de ombros. Esta é uma situação stressante, dadas as consequências que pode acarretar para o RN e para a mãe. Tal como Graça (2010, p.701) descreve, a distócia de ombros “é uma emergência particularmente rara e imprevisível, que pode resultar em graves complicações para o feto e parturiente”. Trata-se de uma emergência obstétrica com uma incidência que ronda 1% dos partos vaginais. Segundo a literatura, é possível, não só, identificar riscos para a mãe associados a lacerações graves do colo e do períneo, hemorragias pós parto, traumatismos da bexiga; como para o próprio RN, asfixia, e traumatismos diversos como fraturas claviculares e do úmero, lesão do plexo braquial ou mesmo levar à morte fetal (Graça, 2010). Este momento ficou marcado, não só pela ansiedade que envolveu todos os presentes, dado que se tinha a perfeita noção dos riscos que o feto e a mãe estavam expostos, mas também pela própria insegurança decorrente da inexperiência de quem partejava. Nesse momento, havia a consciência que o nervosismo e ansiedade presentes não ajudariam a comandar aquela situação emergente. Por isso, através do esforço pelo controlo da ansiedade e, com a colaboração do enfermeiro Tutor e os restantes profissionais de saúde, conseguiu-se reverter favoravelmente a situação. Após esta experiência, foi possível refletir acerca da aquisição da capacidade de reagir a um acontecimento com um maior controlo emocional, de forma a conseguir respeitar quem nos rodeia (restante equipa, parturiente e convivente significativo).
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127 Lee mas

Gravidez na adolescência:: perfil das gestantes, fatores precursores e riscos associados

Gravidez na adolescência:: perfil das gestantes, fatores precursores e riscos associados

O aumento nas taxas de gravidez na adolescência pode ser explicado por diferentes causas, podendo variar de país para país. Dentre a complexidade de fatores de risco para analisar esta questão, destacam-se os aspectos socioeconômicos. Apesar de o fenômeno atingir e estar crescente em todas as classes sociais, ainda há uma forte relação entre pobreza, baixa escolaridade e a baixa idade para gravidez. Além disso, fatores como a diminuição global para a idade média para menarca e da primeira relação sexual compõem um cenário de risco que colabora para o aumento dessas taxas. Destacou-se, ainda, neste estudo o fato de que a ocorrência de uma gravidez antes dos vinte anos variou inversamente com a renda e a escolaridade. (24)
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13 Lee mas

As representações maternas durante a gravidez na adolescência e a relação precoce mãe-bebé: Estudo de caso

As representações maternas durante a gravidez na adolescência e a relação precoce mãe-bebé: Estudo de caso

- Personalidade. Tou a falar agora da parte do pai, pronto, para falar do padrasto então… hum…a vontade de vasculhar, de vadear. De procurar coisas novas, de viajar, essas coisas. Gostava que o meu filho tivesse isso, do pai. Eu também tenho, mas pronto. Do pai, gostava que o meu filho tivesse isso. O pai é muito…é divertido. [pausa] hum…mais…brincalhão! O pai é…tem a sua faceta de criança. Tem mais faceta de criança do que de adulto, mas pronto, hehe. Isso pronto, mas deve ser da idade. Dizem que as mulheres tornam-se mais…adultas do que aos homens, prontos. Gostava que ele tivesse essa faceta. Hã, dar bem com toda a gente. Com toda a gente. Que não seja racista com ninguém. O pai só, só dá-se mal se, se levar um pontapé (como se diz). Tirando isso, dá-se bem. Gostava que o meu filho fosse essa parte do pai. [pausa] Opa, em relação ao João, o padrasto…hum..não quero que o meu filho saia aquele mulherengo…[ri-se] a sério, o João é mulherengo. Ham…também não é mau para o menino, é bom sinal. É sinal que o rapazinho é. Não é virado para o bicho. Mas também se tiver que ser virado para bicho, paciência, vou ter que aceitar da maneira que ele é. Ham…quero que seja habilidoso como padrasto.(que não saia nada a mim, hihihi). Hum…mais…[pausa] quero…como o padrasto, como o João…ham…carinhoso! Hum…em termos físico…ham…em termos físicos…aqueles pontos mais importantes de um homem, tás a ver? Eu quero que o meu filho saia mais ao padrasto que ao pai. O pai…aiiii…nem sei como é que ele teve um filho, jkhjkh, mas pronto. [ri-se] Eu quando contar ao meu filho que o pai tinha assim um instrumento toda coisa, dá-lhe assim uma forte e feio [ri-se] […] Cada um tem o seu problema, não é? Tem a sua maneira. Mas pronto.Não quero o meu filho medronto. Quero o meu filho como padrasto. Se fôr para andar à porrada, manda logo a um. Não, não quero.
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206 Lee mas

Projeto de intervenção para prevenção de casos de gravidez na adolescência no município de Alvorada de Minas

Projeto de intervenção para prevenção de casos de gravidez na adolescência no município de Alvorada de Minas

Assim sendo, foi proposto um plano de intervenção com ações educativas participativas para prevenir ou até mesmo minimizar a problemática da gravidez na adolescência, que tem como consequências, diversos fatores que colocam em risco tanto a vida da mãe como a do filho, destacando além de problemas econômicos a desestruturação do binômio mãe – filho. Torna-se, por isso, de suma importância a capacitação da equipe multidisciplinar e o estabelecimento de parcerias que envolvem os diversos setores da sociedade é fundamental para criação e implantação de programas em educação sexual e reprodutiva que visam diminuir as vulnerabilidades do público de adolescentes.
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31 Lee mas

Pode teologia ser ciência?

Pode teologia ser ciência?

lização do reconhecimento destas envolve também aquela. Em segundo lugar, pode relacionar-se com as demais ciências. Pode propor-se um modelo de articulação em lugar de concordismo e discordismo 11 . O modelo concordista da relação com as ciências consiste em fazer das ciências um caminho teológico imediato, ao estilo de provas matemáticas da existência de Deus. O modelo discordista separa os mundos das ciências positivas e teológicas, na forma de laboratório sem fé. Nesse modelo, o cientista pode ser uma pessoa de fé, mas esta fica do lado de fora. E a Teologia se esconde em seu próprio mundo, na melhor das hipóteses, jul- gando atos e atitudes sem conhecimento de causa. A atitude mais adequada da Teologia, como ciência, para com as congêneres, parece a de articulação, mediante a presença recíproca e o diálo- go aprendente. Ao se relacionar com as demais ciências, a Ciên- cia da Fé se deixa interpelar e pode contribuir, especialmente no âmbito do sentido e do alcance das pesquisas em curso 12 . No momento atual, não se pode omitir a referência à contribuição no campo da Ética. Descartada qualquer pretensão monopolizadora, a Teologia é especialista qualificada para estudar e debater as implicações éticas da pesquisa e da tecnologia 13 .
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Plano de intervenção para a gravidez na adolescência na ESF Mãe de Deus II, Governador Valadares, MG

Plano de intervenção para a gravidez na adolescência na ESF Mãe de Deus II, Governador Valadares, MG

A gravidez na adolescência registra números alarmantes no Brasil. Dentre os muitos fatores que estão interligados a este fenômeno, a falta de informação associada ao perfil socioeconômico da população mais atingida são sinais claros que ajudam a entender melhor estes índices. Frente a esta preocupante situação, também registrada na ESF Mãe de Deus II, no município de Governador Valadares-MG, este trabalho objetivou estabelecer um plano de intervenção com o intuito de educar adolescentes, jovens e a comunidade, possibilitando desta forma a diminuição destes índices através do envolvimento dos profissionais da saúde, educação e demais segmentos sociais envolvidos com esta comunidade. A busca foi realizada através da Biblioteca Virtual em Saúde (BIREME), Scientific Eletronic Library Online (SciELO), Literatura Latino- Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), como também pela Biblioteca Virtual NESCON. As palavras-chave utilizadas para a busca dos artigos foram: gravidez na adolescência, educação sexual e métodos anticoncepcionais. Foram considerados estudos e pesquisas na língua portuguesa, publicados a partir de 1998. Por meio de artigos e dados científicos selecionados foi possível entender os principais problemas envolvidos, permitindo a partir dessas informações a elaboração de um plano de ação, embasado no PES (Planejamento Estratégico Situacional), com medidas preventivas e educativas, através de trabalho multidisciplinar, buscando contribuir para a educação em saúde desta comunidade.
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30 Lee mas

Fatores de risco que contribuem para a ocorrência da gravidez na adolescência: revisão integrativa da literatura

Fatores de risco que contribuem para a ocorrência da gravidez na adolescência: revisão integrativa da literatura

Introdução: A gravidez na adolescência é considerada um relevante problema de saúde pública, em virtude da alta prevalência em todo o país. A ocorrência de uma gravidez não planejada desestabiliza a vida dos jovens e acarreta sérias consequências econômicas e sociais, além de possíveis complicações para a mãe e o feto. O presente estudo tem como objetivo descrever os fatores de risco que contribuem para a ocorrência da gravidez na adolescência, a partir de produções científicas brasileiras. Materiais e Métodos: Trata- se de um estudo descritivo de revisão integrativa da literatura, desenvolvido a partir de produções científicas identificadas na Biblioteca Virtual de Saúde (BVS). A amostra do estudo foi composta de 11 artigos da SCIELO e 19 da LILACS, os quais respondiam aos objetivos do estudo. Após leitura na íntegra, restou uma amostra final de 10 artigos, os quais respondiam de forma explícita, em seus resultados, as evidencias acerca dos fatores de riscos que contribuem para a ocorrência da gravidez na adolescência. Resultados: A baixa escolaridade das adolescentes, a idade precoce para a primeira relação sexual, baixas condições socioeconômicas, o não uso de métodos contraceptivos, história materna de gestação na adolescência e falta de orientação sexual foram alguns dos resultados evidenciados como fatores de
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9 Lee mas

A interrupção da gravidez na adolescência: aspectos epidemiológicos numa maternidade pública no nordeste do Brasil

A interrupção da gravidez na adolescência: aspectos epidemiológicos numa maternidade pública no nordeste do Brasil

Todos os casos de abortamento foram diag- nosticados com base em critérios médicos pré- estabelecidos, bem como as respostas colhidas nas entrevistas, e tipo de abortamento, sendo classifica- do em quatro categorias, de acordo com a proposta da Organização Mundial da Saúde (WHO, 1987): (a) certamente provocado, quando a mulher admitiu ter provocado o aborto ou quando foram encontrados sinais clínicos de intervenção, tais como laceração cervical e/ou corpo estranho na vagina ou no útero; (b) provavelmente provocado, quando a mulher não admitiu ter provocado o aborto, mas referiu gravidez
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11 Lee mas

Plano de intervenção para diminuir a gravidez na adolescência na UBS Canafístula I do município de Girau do Ponciano - AL

Plano de intervenção para diminuir a gravidez na adolescência na UBS Canafístula I do município de Girau do Ponciano - AL

A área de abrangência da UBS Canafistula 1 no município de Girau do Ponciano conta com uma população de 2919 pacientes, sendo que 879 são mulheres em idade fértil (representando 30.11 % da população cadastrada), dentre elas, temos 32 gestantes sendo que 9 são adolescentes o que representa 28.2% do total das gestantes (SIAB, 2015). Considerando que a gravidez na adolescência é uma situação de risco biológico tanto para as adolescentes como para os recém-nascidos e que existem evidências de que adolescentes podem sofrer mais intercorrências médicas durante a gravidez e mesmo após esse evento que mulheres de outras faixas etárias (DIAS; TEIXEIRA, 2010), a equipe resolveu priorizar a gravidez na adolescência como foco deste trabalho.
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31 Lee mas

Projeto de intervenção para prevenção de fatores de risco de gravidez na adolescência  - ESF Escola Passos/Minas Gerais

Projeto de intervenção para prevenção de fatores de risco de gravidez na adolescência - ESF Escola Passos/Minas Gerais

A Estratégia da Saúde da Família Escola está situada no Município de Passos, Minas Gerais que se encontra a 355 da capital mineira. A ESF Escola está dividida em seis micro áreas que atendem 941 famílias cadastradas, totalizando 2199 moradores. O fato preocupante é o número grande de gestantes adolescentes. A literatura mostra que a função reprodutiva da mulher a expõe a tensão e risco durante grande parte da sua vida. Desde os primeiros indícios da puberdade, quando ainda criança, as meninas começam a despertar para a sexualidade e, muitas vezes, sem orientação por parte da família ou dos educadores. Às vezes, se iniciando prematuramente na vida sexual, algumas se tornam “mães crianças”, de forma consciente ou inconsciente. Dentro deste contexto, o objetivo deste estudo foi propor um plano de intervenção com vistas à prevenção de fatores de risco de gravidez na adolescência. Para fundamentar este plano, fez-se pesquisa na Biblioteca Virtual em saúde, nas bases de dados da LILACS e da SCIELO, com os descritores: Adolescência, gravidez, causas e riscos. O plano se baseou no Planejamento Estratégico Situacional. Espera-se que sua implementação auxilie os profissionais de saúde no atendimento efetivo às adolescentes grávidas.
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36 Lee mas

Automedicação na gravidez

Automedicação na gravidez

A automedicação é um problema de saúde pública visto que traz várias consequências para a saúde das pessoas principalmente no período da gravidez, nesse sentido torna-se essencial realizar estudo nessa área em Cabo Verde como forma de informar as pessoas sobre os malefícios e assim evitar esse ato. Este trabalho é o resultado de uma pesquisa realizada com as grávidas que frequentam o Centro de Saúde Reprodutiva de Bela Vista cujo tema é “ A Automedicação na gravidez”. Trata-se de um estudo quantitativo, de carácter exploratório cujo objetivo é Identificar as informações que as grávidas têm sobre a automedicação na gravidez. A amostra foi constituída por 55 grávidas que frequentam o Centro de Saúde Reprodutiva de Bela Vista entre os meses de Maio e Junho de 2015, como instrumento de recolha de informações foi utilizado o inquérito por questionário. Com a investigação pode-se concluir que a maioria das grávidas têm informações sobre a automedicação na gravidez, sendo que 78,2% tem informações das consequências que a automedicação acarreta, exemplificando o aborto espontâneo, mal formações congénitas, perda de líquido, atraso mental, reações alérgicas, parto prematuro. No entanto nota-se que apenas 21,8% das grávidas não tem informações, logo a necessidade de mais informações por parte dos enfermeiros de forma a concientiza-las sobre os riscos que a automedicação traz. Também é importante ressaltar que a maioria (90,91%) não praticou a automedicação na gravidez, o que mostra que as informações fornecidas pelos enfermeiros foram bem compreendidas pela maioria das grávidas, sendo que apenas 9,09% das grávidas praticou este ato. Isso evidencia que nem todas as grávidas tiveram informações sobre a automedicação por parte dos enfermeiros ou não as assimilaram como deve ser.Pode-se ver que os enfermeiros têm vindo a trabalhar nessa temática na medida em que 69,1% das grávidas tiveram orientações sobre a automedicação na gravidez, o que ajuda na diminuição da prática da automedicação na medida em que tendo estas informações dos riscos que este ato pode trazer evitam a sua prática.
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