PDF superior Identidade profissional de professores e cibercultura: processos de formação inicial

Identidade profissional de professores e cibercultura: processos de formação inicial

Identidade profissional de professores e cibercultura: processos de formação inicial

No que se refere às narrativas dos estudantes da última fase do Curso de Pedagogia ressalta-se que a principal experiência dos entrevistados está ligada a recursos tecnológicos não disponibilizados no curso, uma vez que afirmam que os recursos utilizados em sala de aula são escassos. Todos os acadêmicos participantes afirmaram que seus professores utilizavam apenas recursos como slideshow e reprodução de vídeos online e ainda, que sentem falta de uma discussão sobre o impacto da tecnologia na educação. Para eles, é necessário compreender as possibilidades e obstáculos para desenvolverem práticas docentes inovadoras. Neste sentido, a formação oferecida na graduação revela uma visão restrita de tecnologias por parte dos estudantes, limitada apenas ao uso de computadores e equipamentos eletrônicos.
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14 Lee mas

Possibilidades de formação da identidade profissional a partir da atuação em um projeto de extensão em lazer (PELC/UFSM)

Possibilidades de formação da identidade profissional a partir da atuação em um projeto de extensão em lazer (PELC/UFSM)

Os processos formativos da formação inicial, primeira etapa formal em que os futuros professores estão inseridos, apresenta as aproximações do trabalho com a docência, sendo considerada a base estrutural de onde partem os acadêmicos. Em vista disso, os percursos trilhados por esses acadêmicos ao longo do curso torna-se um ponto fundamental para o entendimento de suas construções formativas. Assim, as atividades de caráter extensionista tem-se caracterizado como espaços geradores de experiências que merecem uma maior atenção, principalmente no que diz respeito as contribuições para as construções identitárias dos acadêmicos.
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8 Lee mas

Diário de Aula e sua relevância na formação inicial de professores de Ciências Biológicas

Diário de Aula e sua relevância na formação inicial de professores de Ciências Biológicas

Resumo: Na literatura pertinente, o Diário de Aula é reconhecido como instrumento que permite investigar o pensamento dos professores, além de auxiliá-los a refletir sobre a prática docente, levando-os a desenvolver elementos formativos essenciais para a docência e a construir a identidade profissional. Assim, esse estudo descreve e analisa resultados da investigação de um processo reflexivo de formação inicial de Alunos da disciplina Estágio Supervisionado de Ciências Biológicas, da Universidade Estadual de Maringá (UEM), Paraná – Brasil, utilizando o Diário de Aula. Para a análise qualitativa das reflexões registradas nos diários dos estagiários identificou-se várias categorias, destacando-se as dificuldades enfrentadas em sala de aula, os encaminhamentos didáticos e recursos utilizados, a formação de habilidades docentes, a importância da reflexão e o relacionamento professor-aluno. Verificou-se que o modelo reflexivo de formação pode ser eficaz na formação inicial de professores de Ciências Biológicas. Realizando reflexões sobre o fazer docente, o professor principiante pode conhecer a si mesmo, desenvolver sua capacidade de escolher metodologias e recursos didáticos, planejar aulas e propor atividades e avaliações significativas, assim como sua postura enquanto mediador do processo de ensino-aprendizagem, com o objetivo de ministrar um ensino de melhor qualidade, mais dinâmico, crítico e efetivo.
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26 Lee mas

Formação de professores em ciências: um diálogo acerca das altas habilidades e superdotação em rede colaborativa

Formação de professores em ciências: um diálogo acerca das altas habilidades e superdotação em rede colaborativa

Resumo: O paradigma da inclusão implica a reestruturação dos sistemas de ensino, a partir da formação dos professores. Neste trabalho analisamos as interações discursivas entre um grupo de professores em ciências como estratégia de formação inicial e continuada numa rede colaborativa, tendo como foco as altas habilidades e superdotação. Intencionamos conhecer as relações dos indivíduos numa estrutura de rede, ou seja, seus sujeitos sociais e as conexões que os envolve nesta relação. Pautados em bases sócio-históricas e culturais desenvolvemos uma pesquisa participante. Os resultados sugerem que esta estratégia de formação de professores valorizou o saber possuído do sujeito e a importância de trocas entre tais, corroborando para formar uma identidade docente investigadora capaz de, na dinâmica da relação teoria-prática, se constituir como comunidade autocrítica de investigação comprometida com o repensar de sua atuação profissional.
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22 Lee mas

A PRODUÇÃO DE RECURSOS DIDÁTICOS POR MEIO DAS TIC NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES

A PRODUÇÃO DE RECURSOS DIDÁTICOS POR MEIO DAS TIC NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES

Por todo o exposto podemos perceber que a inserção das tecnologias da informação e comunicação nas práticas educacionais nos remete a pensar sobre a importância de promover estudos e discussões acerca disse para que possamos, como educadores, reconhecer o importante papel das tecnologias no momento social que vivemos atualmente e pensar o mundo atual nos remete a pensar no aluno de hoje, que está profundamente imerso nas tecnologias. Com isso é fundamental questionarmos a importância da formação do professor com as tendências atuais de incorporação das TIC na produção de recursos didáticos.
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TítuloNovas

TítuloNovas

contributo de vários autores portugueses e brasileiros sobre esta instituição secular; e A formação de professores em Portugal, de Joaquim Pintassilgo, Maria João Moga- rro e Raquel P. Henriques (Colibri, 2010), que constitui um manual sobre o tema, sin- tetizando a história da formação docente para o ensino primário e ensino secundário até à actualidade. Neste ano de 2010, foi publicado por António Candeias o seu úl- timo livro Educação, Estado e Mercado no século XX – Apontamentos sobre o caso português numa perspectiva comparada (Edições Colibri / FCSH da Universidade Nova de Lisboa); por seu lado, Helena Pal- ma é autora da dissertação de mestrado intitulada A Matemática na Escola Primária – Um olhar sobre o ensino da Matemática nas escolas portuguesas desde o final do séc. XIX até à década de 70 do séc. XX, editada pela Associação de Professores de Matemática (Colecção Teses), que cons- titui um estudo sobre um tema até agora ignorado na história da educação, em Por- tugal, ao nível do ensino elementar; Joa- quim Pintassilgo, Anabela Teixeira, Carlos Beato e Isabel Dias organizaram a edição da obra A História das disciplinas escola- res de Matemática e de Ciências. Contri- butos para um campo de pesquisa (Escolar Editora / CIE-FCUL), divulgando assim as conferências de um evento científico ante- rior sobre o tema e acompanhando a obra com um CD, onde se apresentam também as comunicações então realizadas. Já no final do ano, Justino Magalhães publica a sua obra Da Cadeira ao Banco: Escola e Modernização (Séculos XVIII-XX) (Educa, UI&DCE, 2010), que tem como principal objecto “a formação do sistema escolar português, abordado de forma integrativa, nas suas diferentes conjunturas: estata- lização, nacionalização, governamentali-
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17 Lee mas

Vol. 7 Núm. 25 (2011): Marzo

Vol. 7 Núm. 25 (2011): Marzo

Na Questão 8 do questionário, foi pedido aos alunos que analisassem e comentassem uma solução dada para a equação (veja Figura 1). Esta é uma tarefa não familiar, considerando que usualmente pede-se para os alunos resolverem equações, e não que discutam uma solução apresentada, ou decidam se ela está ou não correta. Esta questão foi incluída no questionário porque os professores de nossos sujeitos de pesquisa acreditavam que eles usariam a fórmula de Bhaskara para resolver qualquer tipo de equação quadrática. Estávamos interessados em determinar se eles reconheceriam o princípio algébrico que afirma que, se um produto é zero, então um dos fatores deve ser zero, ou o procedimento que faz com que cada um dos fatores seja igual a zero para resolver a equação na forma apresentada na questão. Em outras palavras, queríamos investigar a extensão na qual estes alunos teriam acesso a diferentes procedimentos de resolver quadráticas, se eles mostravam flexibilidade em lidar com procedimentos diferentes para resolvê-las, ou se eles apenas usavam a fórmula. Como pedimos para eles justificarem as soluções dadas por meio de propriedades matemáticas, poderíamos observar se características do mundo formal estariam presentes no entendimento que eles tinham de equações.
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216 Lee mas

Ciência, tecnologia e sociedade, experimentação e formação inicial de professores de química: explorando possibilidades

Ciência, tecnologia e sociedade, experimentação e formação inicial de professores de química: explorando possibilidades

A referida metodologia foi influenciada pelas aulas que cursamos no mestrado acadêmico do Programa de Pós-Graduação em Educação Científica e Formação de Professores (PPG-ECFP). Muitas vezes, o colega apresentando, com o respaldo do professor próximo para corrigir qualquer informação incorreta, ajuda muito no aprendizado, pois os alunos possuem uma linguagem mais próxima um do outro. Essa estratégia foi utilizada também nos encontros posteriores. Como limite podemos destacar que, apesar de modificarmos a metodologia, os discentes ainda não liam o material previamente, pois utilizavam o pouco tempo da aula para essa atividade. Desta forma, percebemos que apesar da estimulação inicial, os estudantes estavam muito resistentes em relação a fazerem as leituras propostas, querendo realizar apenas um estudo superficial e exploratório, e não algo aprofundado para o entendimento do assunto trabalhado. Essa situação pode precarizar a formação docente, pois sem um comprometimento crítico com a leitura, torna-se difícil desenvolver os assuntos para a formação conceitual dos licenciandos na área de Educação Química.
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418 Lee mas

Formação inicial de professores de biologia: a prática colaborativa e o uso pedagógico do computador

Formação inicial de professores de biologia: a prática colaborativa e o uso pedagógico do computador

No primeiro momento (Quadro 1) as reflexões aconteceram a partir de temas como paradigmas da educação, ensino e aprendizagem de Ciências e Biologia, uso do diário de aula como instrumento de reflexão. Nesse momento foram trabalhados os textos: “A Águia e a Galinha” (Boff, 1997), “A importância da elaboração e utilização do diário de aula na formação do professor” (Ospina, 2005). Para introduzir o tema colaboração, aprendizagem e prática colaborativa explorou-se o texto “O que é colaboração criativa? (Hargrove, 2001). Além disso, os AP foram provocados a identificarem situações colaborativas, analisando a reportagem “Estudantes de Marialva vencem concurso” (descreve o trabalho realizado por alunos do Ensino Médio (EM) de uma escola pública de Marialva-PR, que redigiram o melhor texto da região sul e um dos cinco melhores do Brasil no concurso Viagem Nestlé pela Literatura, texto este, uma poesia, intitulado Reiventando o Ditado) e projetos desenvolvidos por algumas escolas de Maringá, envolvendo a produção, pelos alunos, de materiais didáticos de Ciências e Biologia informatizados (CDROMs de Ciências e Biologia elaborados por alunos do ensino fundamental e médio, resultado de um projeto desenvolvido pelo colégio Regina Mundi de Maringá: BioMundi Corpo Humano – elaborado por alunos do 2º. ano do EM (1998); Navegar para Conhecer – elaborado pelos alunos da 3ª. série do EF (1999); BioMundi Botânica, v. 2, - elaborado por alunos do 2º. ano do EM – 1999).
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18 Lee mas

Formação inicial de Professores de Física e Química sobre a Tecnologia e suas relações Sócio-Científicas

Formação inicial de Professores de Física e Química sobre a Tecnologia e suas relações Sócio-Científicas

O problema da formação inicial de professores num quadro CTS de ensino das ciências será, para quem assim se posicionar, insolúvel e poderá tornar-se no dilema da formação de professores. A consciência que temos sobre a dimensão e delicadeza da situação leva-nos a considerar que a solução do problema não é fácil porque, e em primeiro lugar, coloca-se a questão de como e quem define o modelo de formação e quem o protagoniza, isto é, quem são os formadores de professores, quais os seus quadros de referência, já que um plano de formação de outrém deverá ser dar-lhe oportunidade e condições para que cresça até ao seu limite (ou ampliando aquilo que ele próprio julga ser o seu limite). Proporcionar condições a um futuro professor para esse crescimento pessoal num referencial de ensino das ciências para a literacia científica e tecnológica é algo que embora indispensável não poderá nunca afirmar-se e provar-se que, efectivamente, foi a causa indutora das competências.
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16 Lee mas

A pesquisa mediando a formação de professores. A pesquisa mediando a formação de professores no processo de aprendizagem em geografia

A pesquisa mediando a formação de professores. A pesquisa mediando a formação de professores no processo de aprendizagem em geografia

A proposta de um modelo alternativo à formação de professores e a um ensino também alternativo é decorrente do argumento de que os modelos anteriormente citados, principalmente o tradicional, criam situações escolares nem sempre compatíveis com a escola desejada e também com a ideia de um professor que medeia a construção do conhecimento. A situação escolar mais típica desses modelos é a descontextualização dos conteúdos ensinados, ou seja, os conteúdos ensinados, por não tomarem como referência os saberes presentes no meio escolar, resultam em aprendizagens mecânicas e sem significado para os alunos. Outra crítica está situada na forma pela qual se concebe a composição do saber profissional. É falsa a crença de que o saber profissional se caracteriza unilateralmente pelo saber acadêmico disciplinar no qual o professor foi formado. Nesse sentido, numa proposta alternativa de formar professores frente a essa problemática, toma-se a realidade escolar como aspecto central para tal modelo. Portanto, a formação do professor decorrerá do intenso processo de investigação na escola (Porlán e Rivero, 1998; García Pérez, 2000a e 2000b). Aponta-se, portanto, para a importância da pesquisa como dimensão fundante de um modelo alternativo para a formação e para a prática de ensino. Seria um modelo que toma o sujeito como ser social e capaz de construir o seu conhecimento, no caso um conhecimento geográfico, espacial.
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8 Lee mas

A formação do pesquisador e a dimensão ético-profissional

A formação do pesquisador e a dimensão ético-profissional

Neste artigo será abordada a importância da formação ética para a atividade de pesquisa no Brasil. Essa discussão ganha centralidade principalmente ao se considerarem os critérios estabelecidos pela Resolução nº 466, de 12 de dezembro de 2012, a qual mantém a mesma a lógica da Resolução 196, de 10 de outubro de 1996 (ambas do Ministério da Saúde). Dessa forma, inicia-se, se não a “guerra entre as ciências”, pelo menos uma intensa polêmica envolvendo os pesquisadores da área das Ciências Humanas, Sociais e Sociais Aplicadas. Por isso, a questão da ética na pesquisa tem alimentado intensos e ininterruptos questionamentos das entidades representativas do meio acadêmico-científico, como a Associação Nacional de História (ANPUH), a Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (ANPED), a Associação Nacional de Política e Administração da Educação (ANPAE), a Associação Brasileira de Antropologia (ABA), a Sociedade Brasileira de História da Educação (SBHE), a Associação Nacional de Pós- Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais (ANPOCS), a Sociedade Brasileira de Sociologia (SBS), a Associação Nacional de Pós-Graduação em Filosofia (ANPOF), a Associação Brasileira de Psicologia Social (ABRAPSO) etc., além do posicionamento e comprometimento daqueles que se debruçam sobre a produção do conhecimento no seu dia a dia e veem suas condições trabalho colocadas em risco ou dificultadas.
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14 Lee mas

O uso do património cultural no ensino de história: perspectivas da formação docente em Portugal e Brasil

O uso do património cultural no ensino de história: perspectivas da formação docente em Portugal e Brasil

lApresentam-se duas investigações realizadas no âmbito da educação patrimonial realizada no Brasil e em Portugal, com foco no uso do património no ensino de história, com um grupo de professores de história em situação de formação contínua e um outro grupo em formação inicial. Com base numa abordagem de natureza essencialmente qualitativa, ambos os estudos tiveram como objetivos conhecer e compreender perspectivas desses professores sobre a utilização do património cultural local - mate- rial e imaterial - no ensino e, consequentemente, na aprendizagem dos alunos, atendendo à sua relação com o processo de construção de significado acerca do passado. Quanto aos resultados de investigação, os professores portugueses deram maior relevância à abordagem das fontes após a contextualização do tema em termos substantivos, mas alguns salienta- ram o cruzamento de fontes e sua interpretação em contexto, nas propostas de atividades de exploração do património local. Também os licenciandos em história brasileiros reconheceram a possibilidade de compreensão dos processos históricos a partir de distintas fontes patrimoniais, problematizando e construindo interpretações históricas do passado.
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18 Lee mas

A ambientalização curricular na formação inicial de professores de Química: considerações sobre uma experiência 
 brasileira

A ambientalização curricular na formação inicial de professores de Química: considerações sobre uma experiência brasileira

A análise das respostas dos estudantes ao questionário revelou que os temas escolhidos para os projetos contemplavam principalmente a experimentação no ensino de Química, os processos de avaliação, os livros didáticos (abordagem do cotidiano, história da ciência etc.), o papel do professor de Química, o uso de analogias, a construção de sites pedagógicos e o ensino de Química para deficientes visuais. Com relação às fontes geradoras das temáticas, os artigos, palestras e eventos foram os mais frequentemente citados. A maior parte dos estudantes não via uma relação direta do projeto com a dimensão ambiental e curiosamente, um desses não respondeu a esta questão. Dentre os estudantes, apenas uma aluna focalizou o diagnóstico do ensino de Química em escolas do ensino médio de São Carlos (SP) no tocante à temática ambiental e um aluno demonstrou uma preocupação mais abrangente, propondo o ensino de Química em uma escola rural e a integração das ciências, com a história, geografia e sociologia (abordagem interdisciplinar).
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19 Lee mas

68 • El Magisterio y la formación de los profesores en la educación superior

68 • El Magisterio y la formación de los profesores en la educación superior

Para Delors (1998) uma formação voltada para um professor que pretende preparar seus alunos dentro de uma concepção crítica da educação não pode ficar restrita apenas a uma transmissão teórica, mas para uma prática norteada por um conjunto de princípios que tenha como finalidade, o exercício de cidadania do ponto de vista da democracia. Nesse sentido, sente-se cada vez mais a difusão de um processo de construção voltado para a “desqualificação” da formação do professor, isso por não dedicar tempo suficiente para a preparação de profissionais que estejam de fato preparados para trabalhar com a sociedade em formação (crianças, jovens).
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10 Lee mas

Uma investigação com graduandos da licenciatura em Ciências Biológicas sobre a relação genótipo-fenótipo na perspectiva da epistemologia de Gaston Bachelard

Uma investigação com graduandos da licenciatura em Ciências Biológicas sobre a relação genótipo-fenótipo na perspectiva da epistemologia de Gaston Bachelard

Para fins didáticos a pesquisa foi subdividida em quatro etapas que representam recortes dos estudos do grupo para focalizar melhor a relação conceitual em estudo, ou seja, do genótipo e fenótipo. Na primeira etapa (P1) houve a coleta das ideias iniciais sobre os conceitos de herança, genótipo e fenótipo, entre outros, em um questionário inicial com questões abertas. Na segunda etapa (P2) houve a contextualização histórica da genética, em que incialmente houve a abordagem da teoria genotípica de Johannsen (1911), passando pela relação genótipo, fenótipo e ambiente (Rodriguez, 2005), ao conceito versátil de gene (Schneider et al., 2011), envolvendo a gravação de sete encontros de discussão coletiva. A terceira etapa (P3) compreendeu desde a abordagem da epigenética (Dias Correia e Dias Correia, 2007), passando pelo estudo da evolução em quatro dimensões (Araújo, 2006), à inclusão do organismo na relação genótipo, fenótipo e ambiente (Lewontin, 2002), correspondendo às gravações de cinco encontros. Na quarta etapa (P4) ocorreu a entrevista individual final, em que se buscou confrontar as certezas iniciais individuais até uma visão mais plural da relação genótipo e fenótipo.
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22 Lee mas

Interculturalidade, linguagens e formação de professores

Interculturalidade, linguagens e formação de professores

Este livro vem compor o segundo volume da Coleção Ensino & Aprendizagem. Nele, participam professores do programa de Pós-Graduação em Formação de Professores da Universidade Estadual da Paraíba e convidados. O pri- meiro volume, O ensino de literatura hoje: da crise do con- ceito à noção de escritas, publicado no ano de 2016, pela Editora da Universidade Estadual da Paraíba (EDUEPB), veio inaugurar a proposta desta Coleção e visou promo- ver reflexões teóricas e práticas sobre o processo de ensi- no-aprendizagem. Esse primeiro volume trouxe como temática central a leitura no contexto da sala de aula e, ao abordar este assunto, o autor questiona o conceito de literatura apresentada nos livros didáticos, o do profes- sor e dos cursos de formação de professores. Dando con- tinuidade à reflexão desencadeada pelo primeiro volume, mas adotando como eixo central de análise o professor, sua didática e sua atividade docente no contexto atual de uma sociedade da comunicação, foi proposto o segundo volume desta Coleção, intitulado Interculturalidade, Linguagens e Formação de Professores.
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273 Lee mas

Autonomia profissional na formação de professores: Uma análise de entrevistas realizadas num mestrado profissional em ensino de física

Autonomia profissional na formação de professores: Uma análise de entrevistas realizadas num mestrado profissional em ensino de física

Os enunciados selecionados apresentam o mesmo tema, ou seja, tratam dos métodos, diretrizes e normativas referentes à avaliação nas escolas onde os alunos-Professores lecionam. A partir da análise desses enunciados encontram-se palavras, ou grupo de palavras, que evidenciam uma monofonia, ou seja, uma voz autoritária da escola, relacionada à avaliação. Nesse contexto não há autonomia, conforme descrito nos enunciados P2 e P12. A avaliação é apontada por Ostermann e Rezende (2009) como um elemento de desencontro entre as pesquisas acadêmicas e a prática docente. Nesse sentido, afirmam que os professores (alunos-Professores) apresentam dificuldades para elaborar, refletir e analisar criticamente instrumentos de avaliação coerentes com as metodologias propostas pela academia. Dessa forma, instrumentos como mapas conceituais, testes sobre as concepções dos alunos, entre outros, não encontram espaço no contexto escolar.
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26 Lee mas

TítuloFormação reflexiva e qualidade   Formação inicial de educadores e professores

TítuloFormação reflexiva e qualidade Formação inicial de educadores e professores

Outro autor, Glickman *, definiu de modo explícito os requisitos que considera essenciais no formador para que este possa empreender com sucesso a criac;ao do relacionamento positivo com[r]

7 Lee mas

FORMAÇÃO DOCENTE NA PERSPECTIVA DA INCLUSÃO: RELATO DE UM MINICURSO

FORMAÇÃO DOCENTE NA PERSPECTIVA DA INCLUSÃO: RELATO DE UM MINICURSO

É esperado que a partir desta metodologia seja levada a discussão sobre a construção de materiais didáticos adaptados para dentro dos cursos de licenciatura. É importante que o assunto seja trabalhado desde a formação inicial de professores, com o objetivo de que os professores consigam desenvolver estes materiais em uma sala de aula diversificada e heterogênea e que os mesmos estejam preparados para vivenciar situações como as que foram encontradas pelo subgrupo do PIBID na escola.

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