PDF superior Leitura e escrita : possíveis intervenções nas dificuldades de leitura e escrita dos alunos do 5º ano das séries iniciais

Leitura e escrita : possíveis intervenções nas dificuldades de leitura e escrita dos alunos do 5º ano das séries iniciais

Leitura e escrita : possíveis intervenções nas dificuldades de leitura e escrita dos alunos do 5º ano das séries iniciais

Sabemos o quanto é importante à formação de cidadãos críticos e participativos, pois é na escola onde se começa esse desenvolvimento. Deste modo, a leitura e a escrita constituem uma das soluções que podem ser empregados para essa ação tão significante quanto indispensável para o exercício da cidadania. Este trabalho tem como objetivo identificar as dificuldades de aprendizagem relacionada à leitura e escrita dos alunos do ano do Ensino Fundamental do Colégio Estadual Joaquim Tomaz Ferreira da Silva de Colinas do Sul-Go e verificar como a prática docente está trabalhando esta questão, demonstrando que a leitura e a escrita são imprescindíveis para a aprendizagem do ser humano, pois é por meio delas que se consegue o conhecimento imprescindível ao raciocínio e a interpretação. Foi desenvolvido por meio da pesquisa de campo de abordagem qualitativa, através da observação e o questionário, com assistência da professora da turma, dos alunos e duas professoras do ano da rede pública municipal. O objetivo era a participação dos alunos das professoras da rede municipal na realização do questionário, mas, como estudam em períodos contrários, não foi possível fazer com que eles participassem. Pude contar apenas com a presença das professoras. As mesmas disseram que o tema atraiu suas atenções, pois a dificuldade na leitura e na escrita também é apresentada pelos seus alunos. Ensinar a ler e a escrever é um desafio que vai além da alfabetização, em sentido estrito. O desafio tem a ver com incorporar os alunos à cultura da escrita, fazer com que todos sejam membros plenos da comunidade de leitores e escritores. Por meio da pesquisa averiguou-se que trabalhar as práticas mediadoras com o objetivo de juntar a leitura e a escrita de forma coordenada ao dia-a-dia do educando foi uma medida simples que proporcionou efeitos positivos, e que pode ser mais utilizada pela escola, na solução das dificuldades de leitura.
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52 Lee mas

Desenvolvimento da leitura e da escrita nos anos iniciais do ensino fundamental

Desenvolvimento da leitura e da escrita nos anos iniciais do ensino fundamental

E com o passar dos anos foram chegando mais recursos para a escola para atender outras modalidades de ensino que no inicio só era o processo de alfabetização com professores contratados pela prefeitura da Sede. Os pais ajudavam no aluguel da casa e nas despesas com alimentação para os professores virem para o povoado. Alguns pais se ofereciam para receber os professores em suas casas para não deixar os filhos fora da escola, assim puderam dar inicio a outras séries aqui mesmo no povoado; no ano de 1994 começou a 5ª série e nos anos subsequentes iam conseguindo mais séries para atender aos alunos que ia passando de ano e que permaneciam no povoado por não ter condições para ir estudar em outras localidades que oferecia a sua escolaridade. E com as dificuldades de recursos financeiras muitas famílias tiveram de ir embora para outras regiões em busca de melhores condições de vida. Ficando apenas aqueles que tinham alguns recursos para continuar aqui como, por exemplo, um terreno e algumas criações que não podia desfazer. E então estes ainda permaneceram, mas optando pela extração da madeira para o carvão, atividade que durou um bom tempo, mas agora está difícil devido à extinção de madeira.
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86 Lee mas

Estratégias de ensino-aprendizagem para a superação de dificuldades na leitura e na escrita nas séries iniciais do ensino  fundamental

Estratégias de ensino-aprendizagem para a superação de dificuldades na leitura e na escrita nas séries iniciais do ensino fundamental

24/07/2013 Hoje observei mais duas aulas de outros professores. As professoras conseguiram uma relação de amizade, companheirismo, e principalmente respeito, entre a maioria dos alunos que faziam parte daquelas turmas. Essa boa intenção se estendia aos alunos com dificuldades de aprendizagem. No tocante ao ensino-aprendizagem, as duas professoras situam que, na hora das atividades em grupo, é necessário certo cuidado no tipo de ajuda que os colegas proporcionarão a esses alunos com dificuldades de aprendizagem. Essa ajuda, com afirma uma das professoras, precisa se aproximar da mediação da professora, envolvendo o ensino através de questionamentos, sem que se baseie, apenas, em ditar as respostas como muitas vezes pode ocorrer. Diante disso, concordamos com as professoras quando afirma que os alunos são indicados para esse trabalho cooperativo junto aos alunos com dificuldades de aprendizagem, o que não impede que esse tipo de cooperação seja trabalhado entre todos.
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100 Lee mas

Como acontece a leitura e escrita nos anos iniciais do ensino fundamental de uma escola pública no município de Carinhanha-BA

Como acontece a leitura e escrita nos anos iniciais do ensino fundamental de uma escola pública no município de Carinhanha-BA

Este estudo tem como objetivo discutir a questão sobre como é feita a aquisição da leitura e escrita nas turmas de 2º e 3º ano do ensino fundamental de uma escola pública do município de Carinhanha BA. Tendo como objetivo geral: investigar os processos de ensino e aprendizagem de leitura e escrita desenvolvidas pelos alunos do 2º e 3º dos anos iniciais do ensino fundamental, e como objetivos específicos: identificar o que os professores pensam sobre alfabetização e letramento, analisar os níveis da leitura e escrita desenvolvidas pelos alunos e entender como os professores despertam em seus alunos o gosto pela leitura e escrita. Para o referencial teórico utilizamos os seguintes autores: Cagliari (2007), Godoy (1995), Ludke (1986), Soares (2003,2011), Rios(2009). Quanto a metodologia utilizamos a pesquisa qualitativa com os instrumentos de coleta de dados: a entrevista semiestruturada com três professoras do 2º e 3º ano do ensino fundamental . Os resultados deste estudo indicam que apesar do desempenho das professoras em trabalhar com a leitura e escrita constantemente, os alunos ainda sentem muitas dificuldades de leitura e escrita, mesmo que as atividades realizadas na sala de aula sejam diversificadas para chamar mais atenção dos alunos, os mesmos ainda não conseguem realizá-las sozinhos. Concluímos que neste estudo foi possível compreender como o professor trabalha para que os alunos possam aprender a ler e escrever, identificando a dificuldade desses alunos na leitura e escrita.
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44 Lee mas

Banda desenhada e desenvolvimento de competências em leitura e escrita

Banda desenhada e desenvolvimento de competências em leitura e escrita

Devido às suas características, a BD pode ser encarada como um material didático pertinente para trabalhar vários conteúdos associados ao ensino/aprendizagem da LP. Dentre eles, destaca-se o texto narrativo, com ênfase na sua estrutura típica (Sá, 2006). Mas podemos ainda referir alguns conteúdos de índole gramatical, como, por exemplo: as onomatopeias, frequentemente usadas; as interjeições, que também fazem parte do “universo sonoro” da BD; as conjunções e locuções conjuncionais e os advérbios e locuções adverbiais, muito presentes nas legendas.
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51 Lee mas

HETEROGENEIDADE DA PRÁTICA PEDAGÓGICA PARA OS PROCESSOS DE LEITURA E ESCRITA

HETEROGENEIDADE DA PRÁTICA PEDAGÓGICA PARA OS PROCESSOS DE LEITURA E ESCRITA

Após perceber este fato, passei a observar que os conflitos entre as crianças poderiam ter origem no planejamento das atividades, pois se davam, normalmente, nos momentos de ociosidade e/ou dessa ajuda para a conclusão das atividades. Os conflitos iniciavam-se com SURYRFDo}HV H RIHQVDV GR WLSR ³VHX EXUUR´ ³bah, você DLQGD QmR VDEH OHU´, ³LVVR p PXLWR IiFLO SUD PLP´ ³YRFr QXQFD YDL DSUHQGHU D OHU´ Além das ofensas, as crianças que concluíam, rapidamente, ficavam dispersas entre uma atividade e outra, atrapalhando e distraindo os demais. Deste modo, o desenvolvimento das aulas era prejudicado, pois a professora não conseguia atender as diferentes demandas que ocorriam durante a aula.
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6 Lee mas

CONCEPÇÕES de Alfabetização, Leitura e Escrita Que Ancoram o 
projeto Trilhas

CONCEPÇÕES de Alfabetização, Leitura e Escrita Que Ancoram o projeto Trilhas

Este trabalho tem como objeto de estudo os impressos do Projeto Trilhas, material pedagógico produzido em parceria entre o Instituto Natura, a Comunidade Educativa CEDAC e o Ministério da Educação. Trata-se de uma análise documental com as quais se procurou envolver as noções de enunciado, texto, gênero e suporte que possibilitaram fundamentar a proposta metodológica, pautada pelo diálogo, que teve como escopo problematizar como esse conjunto de materiais pode contribuir no processo do ensino e da aprendizagem das crianças matriculadas nas turmas do primeiro ano do Ensino Fundamental, com foco na análise das concepções de alfabetização, leitura e escrita, engendradas nos materiais. Para isso, o referencial teórico que balizou as reflexões se fundamentou nas contribuições da perspectiva bakhtiniana de linguagem e lançou ancoragens no conceito de alfabetização proposto criticamente por Gontijo (2008). As análises se constituíram como uma arena, isto é, um palco de alteridade. Logo, buscaram compreender como o conceito e as concepções se materializaram nas atividades produzidas pelos sujeitos-autores e problematizaram como os impressos do Projeto Trilhas podem contribuir para a melhoria do ensino e da aprendizagem das crianças matriculadas no primeiro ano do Ensino Fundamental. Com as análises, sustenta-se que o conceito que solidifica a constituição dos impressos deste projeto se aproxima das contribuições de Ferreiro e Teberosky (1999), isto é, a alfabetização é o processo pelo qual as crianças assimilam o código escrito e compreende os usos que são dados a ele nas culturas do escrito. A leitura se configurou como decodificação dos signos linguísticos e compreensão de significados, e a escrita como codificação.
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151 Lee mas

Investigação de estratégias de formação docente em leitura e escrita

Investigação de estratégias de formação docente em leitura e escrita

Nos dias atuais, a leitura e a escrita têm sido instrumentos imprescindíveis à construção e manutenção da cidadania. Desde finais do século XIX, os preceitos de uma escola que ensinasse as habilidades da lectoescrita têm sido indicados como o ideal para o enfrentamento de questões que exigem, cada vez mais, o domínio dos códigos escritos. Ser letrado não significa apenas ter a capacidade de decifração desenvolvida; para além dessa competência, ser letrado é ter condições de participar do mundo da leitura e escrita como ser social, fazendo uso destas como ferramentas de ser e estar no mundo, operando e interagindo nas relações sociais. Partindo desse pressuposto, o presente trabalho apresenta a experiência do Pró- Letramento com uma turma de docentes no Rio de Janeiro (BR). A pesquisa, de orientação qualitativa, baseia-se na análise de conteúdo, tal qual indica Bardin (1978), além das reflexões de Kleiman (1995) e Soares (2003), entre outros, na discussão de alfabetização e letramento. O dado comum, é que todos são docentes trabalhando com processos do ensino da leitura e escrita. Assim, o mosaico composto pela diversidade da atuação dos docentes, compôs-se na unidade, por sua atuação na rede pública, com alguns problemas semelhantes no enfrentamento das questões da prática investigativa cotidiana, na construção dos processos de leitura e escrita.
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18 Lee mas

Diálogos sobre a alfabetização, a leitura e a escrita no programa provinha Brasil

Diálogos sobre a alfabetização, a leitura e a escrita no programa provinha Brasil

provenientes de organismos internacionais como o Banco Mundial e a Organização das Nações Unidas para a Educação (Unesco). A avaliação é elaborada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) como órgão que coordena as avaliações no País, em colaboração com pesquisadores de universidades e de organizações da sociedade civil, para demonstrar confiabilidade científica aliada à participação democrática no processo de produção. Seus principais destinatários são gestores de Secretarias de Educação e professores. Aos primeiros, cabe aderir ao programa de avaliação e tomar medidas administrativas para sua operacionalização nas redes. Os docentes têm o papel central de seguir as orientações do material e reorganizar sua prática em função de melhorias nos desempenhos das crianças no teste. Estas, por sua vez, são desconsideradas como sujeitos de dizeres e é legitimado um discurso homogeneizador sobre seu desenvolvimento. A partir dos testes aplicados e das matrizes de referência e seus eixos, a pesquisa analisa como a diferenciação teórica entre alfabetização e letramento se concretiza na organização das provas. A alfabetização, entendida como apropriação do sistema de escrita, é avaliada no primeiro eixo do teste principalmente como identificação de unidades menores da língua, como letras, sílabas e fonemas. As habilidades de leitura, ligadas ao letramento como concebido nos pressupostos do programa, são aferidas ora como decodificação de palavras e frases descontextualizadas, ora como apreensão de significado predeterminado do texto. A escrita somente é avaliada no ano de 2008 e por meio de itens que solicitavam codificação de palavras e frases ditadas pelo aplicador. Desse modo, a
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184 Lee mas

Duas variantes da alfabetização académica quando entrelaçadas leitura e escrita nas matérias

Duas variantes da alfabetização académica quando entrelaçadas leitura e escrita nas matérias

escritura aparecieran por fuera o en los márgenes de las materias, cualitativamente lo que se dice que se hace dentro de las asignaturas que no tienen como fin específico enseñar estas prácticas deja entrever interacciones en torno a lo leído y lo escrito, que parecen ser especialmente formativas. Estos resultados exhiben los alcances y limi- taciones propios de la metodología de encuestas: devuelven un paneo general por medio de mues- tras importantes de profesores, recogen su punto de vista en los campos abiertos del cuestionario, pero no permiten conocer qué ocurre en las aulas, sino lo que los encuestados dicen sobre ello. Para trascender esta limitación y ofrecer datos com- plementarios, el GICEOLEM viene realizando indagaciones observacionales que enfocan lo que efectivamente se hace con la lectura y la escritura en diferentes materias. Lo que sigue del artículo aborda datos de dos de estos estudios.
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17 Lee mas

Interação leitura-escrita e ortografia no 1º Ciclo do Ensino Básico

Interação leitura-escrita e ortografia no 1º Ciclo do Ensino Básico

O outro relaciona-se com a dificuldade em aceitar a existência de uma forma ortográfica única. Podemos facilmente constatar que, enquanto na comunicação oral cada palavra apresenta, geralmente, uma variedade de formas, na expressão escrita a palavra, por norma, só tem uma forma ortográfica (cf. Baptista, Viana, Barbeiro, 2011: 52). Este fator está “ligado à função unificadora, do ponto de vista social e político, que a ortografia assume dentro de uma comunidade linguística.” (Baptista, Viana, Barbeiro, 2011: 57). A diversidade de modos da fala está relacionada com as diferentes pronúncias entre regiões, diferenças dialetais entre as diferentes camadas sociais, diferenças socioletais, diferenças idiolectais e diferenças pessoais de pronúncia.
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107 Lee mas

Textos e contextos: leitura, escrita e cultura letrada

Textos e contextos: leitura, escrita e cultura letrada

uma maior aproximação à fala e, sobretudo, uma leitura não ambígua. A segunda revolução, que decorre da primeira, é a revolução do texto escrito. A revolução conceptual começou quando se deu conta de que os registos completos dos sons da língua podiam usar-se para um novo tipo de armazenamento que não dependia dos ritmos usados para a memória oral. Esse registo podia converter-se num documento, num conjunto permanente de formas visíveis, já não uma fugaz vibração do ar, mas, ao contrário, formas que podiam ser deixadas de lado por um tempo, voltar a serem examinadas com algum propósito, e, certamente, esquecidas. Os mecanismos da memória oral foram então lentamente substituídos pela prosa documentada: as primeiras histórias, as primeiras filosofias, os primeiros corpos de lei em prosa, os primeiros corpos de retórica em prosa (ibidem, p. 43). Mais ainda, os requisitos da narrativa, a sintaxe “ativista” e os agentes vivos necessários para todo o discurso oral conservado em memória também podiam ser deixados de lado e substituídos por uma sintaxe reflexiva de definição, descrição e análise. O autor conclui, assim, que “La cultura europea se transladó paulatinamente al ámbito del discurso en prosa analítico, reflexivo, interpretativo y conceptual” (ibidem, pp. 43-44). Se há consenso de que o modo escrito teve um enorme impacto na socie- dade, não há consenso sobre o seu impacto no pensamento. A questão da relação entre literacia e pensamento começa na Grécia pós-homérica (Scribner e Cole, 1981, p. 5), tendo sido Platão um dos primeiros a questio- nar-se sobre o assunto. No tempo de Platão, o número de pessoas que sabia ler aumentou e o texto escrito começou a competir com o texto oral como veículo de “armazenagem cultural do saber”. A escrita esteve primeiro ao serviço da oralidade, servindo para fixar a tradição oral; os textos homéri- cos, de tradição oral, conhecem-se, porque foram fixados pela escrita, mas este registo reproduz o texto oral.
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254 Lee mas

Construção, leitura e interpretração de gráficos estatísticos por alunos do 9º ano escolaridade

Construção, leitura e interpretração de gráficos estatísticos por alunos do 9º ano escolaridade

No terceiro capítulo – Metodologia – discutem-se as opções metodológicas da investigação, identificando-se a natureza do estudo. De seguida, caracterizam-se os participantes e o contexto em ele se realizou. Referem-se também os métodos utilizados na recolha de dados, sobretudo no que diz respeito à construção e validação do teste e à sua administração. Por último, mencionam-se os métodos de análise e tratamento da informação. Nesta investigação participaram 108 alunos, de um Agrupamento de escolas, do distrito de Braga. Na recolha de dados, feita directamente pela investigadora, recorreu-se à aplicação de um teste com treze questões relativas à construção, leitura e interpretação de gráficos estatísticos: 3 de construção de gráficos e 10 de leitura e interpretação de gráficos. Nas tarefas relacionadas com a construção de gráficos, solicita-se aos alunos a construção dos gráficos que consideram ser mais apropriados às situações descritas nas tarefas. Da análise das representações gráficas elaboradas pelos alunos, pretende-se averiguar quais os tipos de erros e as dificuldades que eles revelarem. Nas tarefas que se referem à leitura e interpretação de gráficos, pretende-se avaliar a compreensão que têm dos mesmos, através dos três níveis de Curcio (1989) antes referidos.
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181 Lee mas

Alfabetização e formação de professores: algumas reflexões sobre a leitura e a escrita

Alfabetização e formação de professores: algumas reflexões sobre a leitura e a escrita

Na pesquisa em questão, no que concerne ao trabalho com as professoras da escola e com as acadêmicas da UFSM, a coleta acontece através dos relatos autobiográficos, registros em diários e entrevistas semiestruturadas. No caso do trabalho desenvolvido com os alunos das séries iniciais, busca-se perceber, através de observações, o desempenho das crianças e suas necessidades em sala de aula, para então escolher atividades relevantes para serem desenvolvidas. O trabalho com as crianças, com as professoras da escola, bem como com as acadêmicas do Curso de Pedagogia e Educação Especial, é realizado alternadamente, buscando-se sempre a compreensão dos processos investigativos e das significações construídas pelos colaboradores da pesquisa sobre o trabalho e as práticas pedagógicas dele decorrentes. Conforme pode ser lido nos relatos autobiográficos escritos, elaborados pelas alunas participantes desta investigação:
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14 Lee mas

O impacto de dois programas: Escrita inventada e treino fonológico na aprendizagem da escrita e da leitura em crianças do pré-escolar e em crianças do 1º ano

O impacto de dois programas: Escrita inventada e treino fonológico na aprendizagem da escrita e da leitura em crianças do pré-escolar e em crianças do 1º ano

Na leitura das crianças é visível que a descodificação encontra-se essencialmente na primeira letra e/ou na primeira sílaba. Também se verificou que as crianças em determinadas palavras tiveram muito próximas da leitura integral das palavras; por exemplo, foi muito comum entre as crianças na palavra BATA lerem bota, na palavra DADO lerem dedo, ou ainda na palavra BOTA lerem bola, onde apenas não descodificam uma letra. Estes resultados vão ao encontro dos obtidos por Clarke,(1988) que evidenciou um maior progresso nas capacidades de leitura, na descodificação do código escrito e no reconhecimento global de palavras nas crianças que praticavam escritas inventadas. Também na Língua Portuguesa foram encontrados resultados que suportam os deste estudo; Albuquerque, Salvador e Alves Martins (2011) evidenciaram um aumento substancial do número global de correspondências grafo-fonológicas correctamente lidas pelas crianças que foram sujeitas ao programa de escrita inventada.
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95 Lee mas

Práticas de leitura: um estudo com os alunos do 6º ano do Colégio de Aplicação

Práticas de leitura: um estudo com os alunos do 6º ano do Colégio de Aplicação

Percebi que, no decorrer da minha trajetória profissional, alunos que passam pela Educação Básica apresentam dificuldades no domínio da Língua Portuguesa, ou seja, não conseguem construir os conhecimentos necessários para se expressarem com clareza e desenvoltura e poderem conquistar seu espaço na sociedade, em que nessa, a relação com bens materiais requer um preço, um valor; e a língua, numa relação de interação linguística com interlocutores de classes sociais diferentes, também funciona como num mercado: tem valor e poder quem domina o dialeto-padrão e desprestígio e exclusão aqueles que não o dominam. Bourdieu (apud. SOARES, 2001) define essa situação como um mercado linguístico, estabelecendo que uma competência só tem valor quando existe um mercado para ela.
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10 Lee mas

Correção das dificuldades psicopedagógicas da leitura em espanhol

Correção das dificuldades psicopedagógicas da leitura em espanhol

En cuanto al programa de intervención, se apli- có la primera fase del Método de Enseñanza de la Lectura de Solovieva y Quintanar (2013; 2014), que se basa en la identificación de la palabra como unidad principal del lenguaje y en el uso de esque- mas simbólicos materializados como instrumento indispensable para la enseñanza escolar de la lec- tura. Este método inicia con acciones materializa- das de análisis de la estructura de los sonidos que conforman las palabras para asociarlos con los esquemas. Posteriormente, se introduce la diferen- ciación general básica de sonidos entre vocales y consonantes. Estas dos actividades son grupales y cuentan con un sistema de verificación constante. Las etapas posteriores implican el análisis percep- tivo y verbal de las palabras con la introducción paulatina de todas las grafías, según la complejidad de la relación entre vocales y consonantes hasta alcanzar la lectura de palabras, oraciones y textos cortos. La aplicación completa del mencionado método tiene una duración de un ciclo escolar. En la presente investigación, se utilizó solo la pri- mera parte del método, conocida como la fase de acción simbólica materializada, correspondiente a las primeras tres etapas ya descritas.
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14 Lee mas

As dificuldades de leitura e escrita em crianças surdas profundas: Um estudo de caso com quatro crianças

As dificuldades de leitura e escrita em crianças surdas profundas: Um estudo de caso com quatro crianças

O presente estudo de caso procurou analisar as dificuldades sentidas pelas crianças surdas, filhas de pais surdos, e pelas crianças surdas, filhas de pais ouvintes, em relação à escrita e à leitura. Para tal analisámos quatro crianças surdas profundas do 3º e doano de escolaridade, duas filhas de pais surdos e duas filhas de pais ouvintes. De forma a perceber a narrativa oral (Língua Gestual Portuguesa) e escrita, as crianças contaram uma história a partir de uma sequência de imagens. Para perceber a leitura foram passadas três provas (reconhecimento de palavras, selecção ortográfica e compreensão de frases). Após a análise dos dados podemos concluir que, relativamente às narrativas escritas, estas crianças, apresentaram textos pouco estruturados, compostos essencialmente por frases simples e limitaram-se a descrever as imagens que compunham a história. Relativamente à leitura, percebemos que estas crianças sentem algumas dificuldades nas três vertentes analisadas neste estudo. Embora este trabalho não nos permita generalizar os resultados não encontrámos grandes diferenças em relação às dificuldades apresentadas pelos sujeitos. Apesar de podermos afirmar com alguma certeza que, tanto na escrita como na leitura, o sujeito filho de pais surdos, com aquisição da língua gestual à nascença, foi o que conseguiu a melhor prestação.
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104 Lee mas

A intervenção psicopedagódica nos desafios leitura e da escrita no ensino fundamental

A intervenção psicopedagódica nos desafios leitura e da escrita no ensino fundamental

C é do sexo feminino, tem 10 anos e 4 meses, sua data de nascimento é 12/02/2003, e estuda há quatro anos na Casa de Ismael. A casa de Ismael é uma instituição conveniada que atende à Educação Infantil e possui uma atendimento educacional completar nomeado sócio educativo, no contra turno da aula. S ingressou nesta instituição aos 3 ano no maternal, e aos 4 anos, cursou o primeiro período, e aos 5 anos, cursou o segundo período. Em 2013, frequenta o Sócio Educativo e está cursando pela segunda vez o 3º ano, na Escola Classe da 308 Norte. C aos 4 anos, apresentava boa coordenação motora fina, identificava cores primárias e secundarias, o seu nome e as formas geométricas. Apresentava bons hábitos de organização. É uma aluna carinhosa desídia. Aos 5 anos, apresentou desenvolvimento psicomotor pouco satisfatório, as competências e habilidades não foram atingidas nos demais centros linguístico de trabalho, e mesmo quando estimulada apresentou dificuldades em realizá-los. Evoluiu gradativamente na autonomia. Pouco evoluiu no grafismo, está em nível das primeiras figuras com significado, indicando um comprometimento cognitivo, pois o desenho é compatível a uma criança de 4 anos. Não relaciona números as quantidades e sua comunicação oral, não é clara não apresenta coesão. Aos 4 anos foi encaminhada à uma equipe psicopedagógica na Casa de Ismael, mas não obtiveram resultados satisfatórios nas intervenções.
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35 Lee mas

Refletindo sobre a Prática Pedagógica: os contributos das expressões artísticas para a aprendizagem integrada da leitura e da escrita numa turma do 1.º ano

Refletindo sobre a Prática Pedagógica: os contributos das expressões artísticas para a aprendizagem integrada da leitura e da escrita numa turma do 1.º ano

Partindo de uma situação problemática da história, (A menina refugiou-se numa floresta. O que será que lhe aconteceu?) os alunos imaginaram uma solução para este enredo em pequenos grupos, e embora tivesse sido difícil controlar o seu entusiamo enquanto criavam os personagens e discutiam a sua representação, notei que estavam empenhados e muito focados no que lhes tinha pedido. Observei também que dentro dos grupos, alguns alunos mostram dificuldades em controlar os seus impulsos, em aceitar as ideias dos outros e reparei que se revelam bastante competitivos entre grupos, desconsiderando e criticando com bastante afinco a representação dos colegas. Neste sentido, Kowalski (2005: 52) refere que “Aprender em conjunto, trocar e organizar a informação sobre aspectos da vida próximos ou afastados do quotidiano através do jogo dramático, é um modo gratificante e eficiente de investir na educação cívica e cultural.” Por outro lado, Aguilar (2001:51) acrescenta que “no jogo dramático as crianças desenvolvem acções ligadas a uma história ou a um personagem que as colocam perante problemas a resolver: problemas de observação, de equilíbrio, de controlo emocional, de afirmação individual, de integração no grupo, de desenvolvimento de uma ideia, de progressão na acção.”. Efetivamente, nas representações efetuadas pelos alunos, verifiquei que houve uma pequena melhoria em relação à semana anterior, estando mais soltos e menos introvertidos. Notei que já não se esconderam uns atrás dos outros, nos diálogos que prepararam alguns grupos já não necessitaram de levar o caderno como guia, e houve até alunos que improvisaram, quando se esqueceram das falas da sua personagem. Esta segunda sessão proporcionou representações mais ricas em pormenores e menos extensas.
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210 Lee mas

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