PDF superior Motivação nas aulas de educação física na turma do 9º ano do ensino fundamental

Motivação nas aulas de educação física na turma do 9º ano do ensino fundamental

Motivação nas aulas de educação física na turma do 9º ano do ensino fundamental

De acordo MARZINEK (2007, p. 105), se quisermos motivar nossos alunos, precisamos conhecer a história de vida de cada um, sonhos e como podemos contribuir para criar ambientes prazerosos e capazes de conseguir que os alunos se interessem e se esforcem pela prática da Educação Física. O professor pode ajudar a despertar o interesse do aluno, estabelecendo uma relação de afetividade planejando aulas atrativas, procurando tomar decisões conjuntas através do diálogo e cooperação e levando em consideração fatores como: falta de material, falta de espaço adequado, descaso da disciplina, falta de apoio da família, problema de saúde. A falta de motivação também pode ocorrer por estar insatisfeitos devido a certas necessidades como fome, cansaço, desesperança, medo entre outros. Para os educadores motivarem seus alunos, é importante conhecer suas diferenças individuais as necessidades pessoais, valores, atitudes, interesses, aptidões e experiências que os alunos trazem do seu cotidiano. É importante envolver o aluno na construção da pratica assim o mesmo pode contribuir para a resolução do problema e compreensão da realidade.
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28 Lee mas

Motivação intrínseca e extrínseca nas aulas de educação física

Motivação intrínseca e extrínseca nas aulas de educação física

O objetivo deste estudo foi analisar os componentes referentes à motivação extrínseca e intrínseca dos alunos nas aulas de educação física do ensino médio em uma escola estadual de Primavera do Leste – MT. Foram avaliados 30 alunos de ambos os sexos, na faixa etária de 14 a 17 anos que estavam cursando o 1º, 2º e 3º ano do Ensino Médio. Para investigar a motivação dos alunos foi usado o instrumento de Kobal (1996), com 32 questões no total, sendo 16 referentes à motivação intrínseca e 16 referentes à motivação extrínseca. Os dados coletados foram processados e submetidos à análise quantitativa, utilizando-se, para tal, a estatística descritiva através da média (M) e do ranking médio (RM) e, para a discussão foi qualitativa, em virtude das características do instrumento utilizado e a bibliográfica para estar comparando os resultados obtidos com outros estudos presentes na literatura na área da motivação. Os resultados apontaram que os alunos demostram motivação intrínseca e extrínseca nas aulas de educação física, porém, os motivos intrínsecos foram considerados mais importantes sobre a motivação para as aulas de educação física que os motivos extrínsecos. Conclui-se que mesmo os alunos pesquisados estarem passando pela adolescência, fase de intensa mudança, tanto física, quanto emocional, a participação e interesse destes esteve elevado para com as aulas de educação física, no qual está motivação foi resultante das interações dos alunos com o ambiente em que se encontravam inseridos.
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52 Lee mas

A implementação do conteúdo de lutas na educação física nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio nas escolas públicas do Distrito Federal

A implementação do conteúdo de lutas na educação física nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio nas escolas públicas do Distrito Federal

Bom, tivemos no ano passado a oportunidade de olhar o currículo, eu acho que como é sexto ano, confesso que eu não conheço os outros, do sexto e sétimo ano, que é o que a gente trabalha aqui, não vimos tanto essa questão de lutas, vimos mais os esportes em geral é muita questão de expressão corporal, que eu acho super interessante e necessário, e vem um pouquinho da questão de cuidado com o corpo e alimentação, porque isso obviamente vai ajudar na construção do aluno. De luta não tem tanto no nosso conteúdo. Mas entender por luta o caratê ou essas lutas assim? Eu acho que toda vez que usarmos essas lutas como uma forma de aprendizado, que todas elas vão trazer, tem a questão de uma disciplina, e não a luta em si pela coisa física ou de agressão, mas trazendo uma disciplina, trazendo o contexto histórico, porque todas elas tem um contexto histórico, trazendo a questão de atenção, da concentração, eu acho que tudo isso favorece, sobretudo para as outros componentes curriculares também, eu não vejo problema. Agora eu acho que a luta tem que ser muito bem trabalhada, sempre no sentido de uma coisa para a defesa, nunca para um ataque gratuito, nunca para, assim, eu vou usar isso para uma forma de eu vou me apoderar ou de estar acima dos outros, ai não, mas se você coloca a luta como forma do aluno que vai se disciplinar, que vai requerer uma atenção, uma disciplina no seus movimentos, pensar antes de agir, ai eu acho que é válido.
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103 Lee mas

Um estudo do esporte na educação física escolar nas séries finais do ensino fundamental de Coromandel - MG

Um estudo do esporte na educação física escolar nas séries finais do ensino fundamental de Coromandel - MG

Como abordou a quadra como espaço também de teoria, a sala de aula pode muito bem, também ser um espaço de prática nas aulas de EF, diferente do que muitos professores, dirigentes escolares e outros segmentos da sociedade pensam. Basta ao professor planejamento e criatividade, para elaborar atividades adaptadas ao espaço, que não gerem risco aos alunos e a própria estrutura física da escola, bem como não atrapalhe os demais conteúdos. Questões como essa, podem se apresentar em diversas ocasiões, por exemplo, onde não há locais para realização de aulas de Educação Física (como uma quadra, por exemplo), períodos em que há manutenção dos espaços esportivos, as ações de intempéries (chuva, sol, ventos, frio, calor).
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65 Lee mas

Jogos cooperativos como ferramenta de inclusão nas aulas de Educação Física numa turma do 8º ano do Colégio Estadual Almirante Barroso de Piritiba - Bahia

Jogos cooperativos como ferramenta de inclusão nas aulas de Educação Física numa turma do 8º ano do Colégio Estadual Almirante Barroso de Piritiba - Bahia

Eu, __________________________________________, RG__________________, responsável pela criança/adolescente: _______________________________________ _________________________________ autorizo sua participação na para utilização de fins acadêmicos e científicos de título:................................................ Fui devidamente esclarecido pelo estudante Nome e sobrenome sobre a pesquisa, os procedimentos nela envolvidos, assim como os seus objetivos e finalidades. Foi-me garantido que poderei desistir desta autorização em qualquer momento, sem que isto leve a qualquer penalidade. Também fui informado que os dados coletados durante a pesquisa, serão divulgados para fins acadêmicos e científicos, através de um Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Educação Física) que será apresentado em sessão pública de avaliação e posteriormente disponibilizado para consulta através da Biblioteca Digital de Trabalhos de Conclusão de Curso da UnB.
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51 Lee mas

Jogos cooperativos como conteúdo nas aulas de Educação Física no ensino fundamental

Jogos cooperativos como conteúdo nas aulas de Educação Física no ensino fundamental

Os jogos cooperativos permitem uma reflexão sobre o uso do jogo na escola, propiciando uma nova lógica ao seu desenvolvimento, atribuindo seus sentidos e incorporando valores mais humanos (GONSALVES; FISCHER, 2007). Esses jogos são divertidos para todos, possibilitando que todos os jogadores tenham um sentimento de vitória, onde todos se envolvem independente da suas habilidades, aprendendo a compartilhar e a confiar e a solidarizar-se com os sentimentos dos outros. Os jogadores aprendem a ter um senso de unidade, a habilidade de perseverança é fortalecida, é agradável a todos os participantes, sem exclusão (VALDUNGA,2011).
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24 Lee mas

A participação dos estudantes do ensino médio nas aulas de Educação Física

A participação dos estudantes do ensino médio nas aulas de Educação Física

A maioria da turma gosta das aulas praticas e com a analise dos dados cheguei a conclusão que falta iniciativa da parte das escolas e dos professores para motivarem os alunos, boa parte da turma que não participa das aulas e porque não gostam dos esportes aplicados nas aulas e se sentem tímidos a participarem e a se socializar com o resto da turma, o professor tem o papel de incluir esse aluno na aula por meio de mudanças no seu plano de aula para poder agradar a turma em geral assim promovendo maior rendimento e aprendizagem dos alunos .
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30 Lee mas

A educação física na prevenção ao bullyng no 6º ano do ensino fundamental do Colégio Estadual do Povoado Mato Seco - Goiás

A educação física na prevenção ao bullyng no 6º ano do ensino fundamental do Colégio Estadual do Povoado Mato Seco - Goiás

A partir de atividades de interação e convivência, o professor de Educação Física busca desenvolver valores necessários ao bom convívio social, como o respeito à diversidade. As diversas situações de conflitos que surgem dentro das aulas de Educação Física, principalmente no que tange aos alunos menos habilidosos, acabam causando atitudes agressivas entre os alunos, que poderão gerar situações de bullying. Vale ressaltar, que a busca pela reflexão por parte dos envolvidos, torna-se uma estratégia para evitar problemas futuros, tanto para a vítima da agressão, quanto para o agressor.
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69 Lee mas

Yoga como conteúdo nas aulas de Educação Física no Ensino Fundamental de Florianópolis

Yoga como conteúdo nas aulas de Educação Física no Ensino Fundamental de Florianópolis

A instituição de ensino em que o estágio foi desenvolvido esta localizada na capital de Santa Catarina, Florianópolis. É oriunda de um Grupo Escolar constituído em 1963 pela fusão das casas escolas existentes na região com o intuito de atender a demanda do bairro que tinha aumentado com a implantação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), qual gerou mais emprego e movimentou a economia local. Em 1968 com a implantação das Centrais Elétricas do Sul do Brasil (ELETROSUL) a economia local movimentou-se ainda mais, pois, além de geração de empregos o bairro começou a ter mais lucro com o comércio local e aluguel/venda de terrenos/casas/kitnets/quartos. Deste modo, o Grupo Escolar que ofertava ensino até a 4ª série (ano) do ensino fundamental transformou-se em Escola no ano de 1986 pela Prefeitura Municipal de Florianópolis, visto que os alunos ao concluírem a 4ª série (ano), maioria, não prosseguiam com os estudos em outra instituição, passando assim, a ofertar ensino até a 8ª série (ano).
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36 Lee mas

A utilização das lutas nas aulas de educação física para ensino fundamental

A utilização das lutas nas aulas de educação física para ensino fundamental

Ao se lecionar a disciplina de Educação Física, da educação infantil até o ensino médio, comprova-se que as lutas fazem sucesso em todas as faixas etárias. Na educação infantil, as lutas de animais (luta do sapo, luta do jacaré ou a luta do saci) têm ajudado muito na liberação de agressividade das crianças, além de serem trabalhados, nestas atividades, todos os fatores psicomotores. No ensino fundamental, lutas que requerem um maior esforço trazem excelentes respostas, como a luta do “empurra e puxa” ou o “uga-uga” (tirar o colega de dentro do círculo central). No ensino médio, as modalidades começam a ser exploradas de uma maneira mais profunda, levando ao conhecimento do tema, fazendo um resgate histórico das modalidades e as relacionando com a ética e os valores (SIMÕES, 2006).
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19 Lee mas

O ensino do esporte na educação física escolar : aspectos didático metodologicos no ensino fundamental

O ensino do esporte na educação física escolar : aspectos didático metodologicos no ensino fundamental

No contato que fizemos com os professores individualmente e em seus horários de planejamento, perguntamos e tentamos conhecê-los melhor, procuramos conhecer seus planejamentos, de que forma eles atendiam o esporte nas aulas de Educação Física e ainda procurando saber como os alunos se comportavam diante do esporte escolar. Nas conversas informais os dois professores falaram que os alunos gostam muito de esportes, mas que procuram diminuir um pouco essa prática nas aulas, colocando mais conteúdos recreativos e lúdicos, mesmo que abordando o esporte. Um deles disse atender os meninos em outros horários, com atividades esportivas na escola. Percebemos durante esses contatos, que os professores realizam aulas de esporte para seus alunos, objetivando a cultura corporal, contribuindo para seu processo de formação humana, sendo assim, vamos revelar melhor esse trabalho feito na escola pelos professores de Educação Física, através da técnica de entrevista semi-estruturada que coletou os dados. Pois elaboramos as questões com o que pretendíamos obter de informações para o estudo, tendo também oportunidade de fazer outras explorações que não estava previsto, favorecendo ao entrevistado a liberdade de dizer aspectos relevantes sobre o tema e principalmente o que pensa.
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51 Lee mas

A aplicabilidade da ludicidade nas aulas de educação física no primeiro ano do ensino fundamental da Escola Estadual Professora Nelita Rocha Brito Dias na cidade de Macapá/AP

A aplicabilidade da ludicidade nas aulas de educação física no primeiro ano do ensino fundamental da Escola Estadual Professora Nelita Rocha Brito Dias na cidade de Macapá/AP

A entrevista empregada nesta pesquisa têm perguntas do tipo aberta e semi- estruturada, sem limitações em que predispõe uma maior subjetividade por parte dos participantes. Para Queiroz (1988), “a entrevista semi-estruturada é uma técnica de coleta de dados que supõe uma conversação continuada entre informante e pesquisador e que deve ser dirigida por este de acordo com seus objetivos”. Com linguagem própria e livre de formalismos o entrevistado tem maior possibilidade de emitir sua opinião sobre o assunto ao qual está sendo solicitada sua efetiva participação, procurando também filtrar as respostas do entrevistado de acordo com os domínios da pesquisa, ou seja, induzir a pessoa entrevistada em responder as perguntas que favorecem o enfoque do trabalho científico.
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57 Lee mas

O ensino de lutas nas aulas de Educação Física Escolar

O ensino de lutas nas aulas de Educação Física Escolar

A prática das lutas apresenta valores que ajudam no desenvolvimento do cidadão, nas expressões corporais, nos movimentos, nas capacidades físicas envolvidas em sua prática, na moral e respeito entre os participantes, na promoção da saúde entre outros; sua realização se encaixa dentro dos conteúdos da educação física escolar. Todavia tal conteúdo não tem feito parte do cotidiano de muitas escolas. Objetivo: investigar se os professores de Educação Física do ensino fundamental da rede munici- pal da cidade de Cataguases, Minas Gerais conhecem e ministram o conteúdo lutas em suas aulas. Método: parti- ciparam deste estudo 18 professores de Educação Física que responderam a um questionário fechado contendo 8 questões específicas. Resultados e considerações finais: dos 18 profissionais entrevistados, 17 afirmaram que é possível trabalhar lutas na escola. 10 afirmaram ministrar lutas dentro de suas aulas de Educação Física e destes, 9 marcaram que trabalham o conteúdo de forma lúdica e apenas um recorre a ajuda de especialista. Quanto aos professores que afirmaram não aplicar o conteúdo, a maioria relata que a escola não tem condições físicas para isso. Entende-se que o conteúdo lutas vem sendo trabalhado de forma inadequada e muitas vezes nem é colocado em prática. São necessárias capacitações profis- sionais específicas nesta área de intervenção, associadas a estudos pertinentes à temática, que podem ser auxilia- dos pelo PCN (Parâmetros Curriculares Nacionais) e CBC (Conteúdo Básico Comum), reforçando o ensino das lutas na Educação Física escolar.
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6 Lee mas

A web 2.0 como ferramenta para produção textual: uma proposta para o 9º ano do ensino fundamental

A web 2.0 como ferramenta para produção textual: uma proposta para o 9º ano do ensino fundamental

O presente relatório contém a descrição das etapas do Projeto Leitura e Escrita On-line, realizado na Escola Estadual 15 de Outubro, tendo como objetivo principal desenvolver o hábito da leitura e da escrita em alunos do ano do Ensino Fundamental. Os objetivos específicos são os relacionados a seguir: a) Estimular os alunos à consulta em sites informativos para busca/seleção de conteúdos temáticos em Artigos de opinião que versem sobre direitos humanos, ética, cidadania, diversidade e questões de gênero; b) Melhorar a habilidade de escrita dos alunos a partir do uso/manejo dos dispositivos da Web no que concerne à construção de textos de opinião (comentários); c) Propiciar aos professores de Língua Portuguesa, no Ensino Fundamental das redes públicas, uma contribuição didática voltada ao uso das TIC. Para tanto, o texto se desenvolve através da abordagem dos gêneros textuais na Web 2.0; Multimeios, Produção de texto na Web 2.0/Facebook. Os gêneros trabalhados foram o Artigo de opinião (para a leitura) e o Comentário on-line (para a produção escrita). A metodologia se divide em duas partes: 1) a metodologia para a construção do Relatório; e 2) a metodologia para a aplicação de uma Sequência Didática (SD), componente do projeto mencionado. O Caderno Pedagógico (CP) é o produto da atividade aqui relatada. O estudo foi embasado nas pesquisas de Buzato (2015), Dionísio et alii (2015), Soares (2003), Lorenzo (2012), Primo (2007), Marcushi (2002), Kock; Elias (2012), Silva;Cardoso (2015), Costa Val (2006) e outros teóricos . A Discussão dos Resultados analisa a participação dos alunos na rede social Facebook, através da postagem de comentários ao Artigo de opinião escolhido pela turma envolvida no projeto. As conclusões permitem afirmar sobre a preferência que os alunos dão a atividades realizadas na Internet e, ainda, que, foi uma oportunidade de treinarem a participação, o compartilhamento e a manifestação argumentada dos pontos de vista de cada um sobre o tema Racismo.
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125 Lee mas

A importância do futebol nas aulas de educação física escolar

A importância do futebol nas aulas de educação física escolar

Contudo os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN, 1998), recomendam uma Educação Física que extrapole suas atividades curriculares, visando à construção de uma escola comprometida com a transformação social, permitindo o conhecimento crítico da realidade, onde a educação para a cidadania possibilitará que questões sociais sejam apresentadas para uma maior reflexão. Entendendo os conteúdos como produtos socioculturais, a Educação Física no Ensino Fundamental amplia a participação do aluno e transforma sua ação pedagógica. Assim, o esporte entra no contexto escolar de forma recreativa, na compreensão dos aspectos históricos, sociais, vivência de esportes individuais e coletivos no contexto participativo e também competitivo, organização de campeonatos dentro da escola, na capacidade de adaptar espaços e materiais para realização de esportes.
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22 Lee mas

A influência da mídia televisiva nas aulas de educação física de uma turma do 6° ano de uma escola pública da cidade de Barra do Bugres - MT

A influência da mídia televisiva nas aulas de educação física de uma turma do 6° ano de uma escola pública da cidade de Barra do Bugres - MT

Ele continua dizendo ainda que a televisão é entre os meios de comunicação, indiscutivelmente, o de maior penetração em nossos lares. Sua influência no modo de agir das pessoas é decisiva, seja no linguajar, na gesticulação e, às vezes, até na mudança da personalidade. Ele destaca a campanha do “mexa-se”, procurando incutir nas pessoas a necessidade de praticarem desde alguma atividade física até, periodicamente, uma atividade de caráter desportivo. O sucesso repercute até hoje, quando se observa na orla marítima, em volta do estádio do Maracanã ou em outros logradouros por esse país afora, milhares de pessoas correndo, caminhando ou passeando de bicicleta. Trata-se de uma herança do “mexa-se”, quando a televisão exerceu papel decisivo para sua divulgação.
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39 Lee mas

Retextualização : uma estratégia para desenvolver competências escritas em alunos do 9º ano do ensino fundamental

Retextualização : uma estratégia para desenvolver competências escritas em alunos do 9º ano do ensino fundamental

Demos início à 5ª fase da pesquisa com a aplicação da sequência didática apresentada na seção 2.4. A intervenção aconteceu no mês de dezembro/2017, nas duas semanas que antecedem o recesso natalino. A previsão inicial era de que apenas as aulas de português dessas duas semanas (8 aulas) mais duas aulas cedidas por colegas seriam necessárias para aplicar toda a SD (total de 10 aulas). Contudo, o problema com o transporte escolar agravou-se, o primeiro horário tornou-se quase que inexistente, a escola entrou em clima de fim de ano e os alunos diminuíram o ritmo, pouco se engajando nas atividades escolares ou faltando às aulas. Diante do risco de não conseguirmos aplicar a SD ou de aplicá- la rápido demais e, com isso, prejudicar os resultados, resolvemos solicitar as aulas de outras disciplinas para que o andamento das atividades ocorresse de forma tranquila. Como foi exposto no quadro sobre a duração da SD, nove dias das duas semanas pré-recesso foram utilizados. Deste modo, as etapas da Sequência Didática foram realizadas e finalizadas. Ao final de cada aula da intervenção, os alunos deveriam marcar um teste informando sua compreensão sobre o conteúdo. Isso contribuiu para verificar o acompanhamento do aluno nas aulas e retomar assuntos que não ficaram tão claros. As dúvidas dos alunos foram encaixadas nas explicações das aulas seguintes. Não serão tecidas considerações em relação a esses testes neste espaço, mas no próximo capítulo de análise dos dados.
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140 Lee mas

A motivação nas aulas de educação física escolar

A motivação nas aulas de educação física escolar

A Lei de Diretrizes e Bases em vigor indica uma direção obrigatória: a busca de aperfeiçoamento constante dos profissionais envolvidos com o ensino. O professor de educação física não deve encontrar no comodismo, no individualismo e no ressentimento a solução de seus problemas na escola. Acrescenta-se ainda que os professores devem ter muita persistência, criatividade e competência técnica para o desempenho de suas tarefas e não se deixar envolver em simplificações do ato pedagógico. O professor deve cumprir seu papel de mediador, adotando a postura de interlocutor de mensagens e informações (BRASIL, 2000).
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26 Lee mas

Disritmia cerebral e saúde : uma abordagem nas aulas de educação física do Centro de Ensino Fundamental 03 de Planaltina-DF

Disritmia cerebral e saúde : uma abordagem nas aulas de educação física do Centro de Ensino Fundamental 03 de Planaltina-DF

As abordagens pedagógicas de ensino da Educação física existentes estabelecem relações com a inclusão. A psicomotora é responsável por garantir o desenvolvimento integral do aluno, então ele deve ser tratado com parte do todo. A construtivista incentiva à construção do conhecimento a partir do que o aluno já sabe ou vivencia, levando em consideração o que poderá fazer. E a desenvolvimentista assegura a importância do movimento, para, a partir dele ocorrerem outros aprendizados (PCN’s, 1997), sendo este essencial para que o aluno seja incluído. Diante disto, compreende-se que o aluno com disritmia cerebral deve ser contemplado com uma educação que propicie o desenvolvimento da cultura corporal do movimento que tem como temas o jogo, a ginástica, o esporte, a dança e a capoeira em concordância com sua interação na escola, com os colegas e o ambiente.
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50 Lee mas

Níveis de aptidão física em diferentes modalidades nas aulas de educação física do ensino médio

Níveis de aptidão física em diferentes modalidades nas aulas de educação física do ensino médio

A partir daí a Educação Física, como disciplina escolar, deve tratar da cultura corporal, em sentido amplo, sua finalidade é introduzir e integrar o aluno a essa esfera, formando o cidadão que vai produzir, reproduzir e também transformar essa cultura. Na maioria das vezes as aulas de educação física no ensino médio acabam por repetir os conteúdos passados no ensino fundamental, mas não deve se restringir a isso. A educação física deve ter características próprias que consideram a fase vivenciada pelos alunos e o que tem por objetivo para essa fase final de formação. (BRASIL, 2000)
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28 Lee mas

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