PDF superior O tráfico de seres humanos em Portugal

O tráfico de seres humanos em Portugal

O tráfico de seres humanos em Portugal

Em relação às denúncias, os inquiridos entendem que a maioria é feita por terceiros, isto porque as vítimas não se consideram como tal, ou seja, “por vezes, têm consciência de estarem a ser vítimas de crime, mas identificá-lo como TSH nem sempre acontece”. Tal justifica-se “pelo facto de muitas serem de origem humilde e de terem pouca ou nenhuma instrução, desconhecendo a Lei ou os seus direitos mais básicos enquanto ser humano. Muitas são, também, originárias de países ou regiões onde a prática da escravatura é ainda socialmente aceite (e.g. África Ocidental) ou onde não existe regulação dos direitos laborais”.
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A construção mediática do tráfico de seres humanos na imprensa escrita portuguesa

A construção mediática do tráfico de seres humanos na imprensa escrita portuguesa

Por último, no acervo de dados que caracterizam o TSH, importa analisar o conjunto de referências alusivas aos indicadores estatísticos sobre o crime. Salienta-se, desde logo, que a maioria dos textos não identifica qualquer fonte oficial; porém, naquelas em que tal acontece, prevalecem dados avançados pelos órgãos de polícia criminal (e.g., “Um total de 151 pessoas foram indiciadas no ano passado pelo crime de tráfico de seres humanos em Portugal e ‘78 foram detidos’, revelou (...) um coordenador de investigação criminal da PJ”, Público, 31-01-2008). Esporadicamente, são citadas estimativas sobre o número global de vítimas, o tipo de vitimação que envolve, bem como o lucro gerado pelo crime (e.g., “Número da ONU. Todos os anos, cerca de 2,5 milhões de pessoas são vítimas de tráfico internacional para exploração sexual e trabalho forçado”, Público, 17-10-2008). Embora este seja um fenómeno oculto por natureza, são raras as referências ao desconhecimento da sua dimensão, não deixando, porém, de ser retiradas conclusões mais ou menos “plausíveis” ou “consensuais” a partir dessa lacuna (e.g., “Apesar de não haver números, é consensual que a exploração de mulheres para fins sexuais é a face mais visível do tráfico de seres humanos em Portugal”, Público, 17-10-2008).
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O tráfico de seres humanos na formação da polícia em Angola: o direito europeu como referência comparativa

O tráfico de seres humanos na formação da polícia em Angola: o direito europeu como referência comparativa

I INTRODUÇÃO Sendo jurista e docente das cadeiras de Introdução ao Estudo do Direito, Direito Penal e Criminalística numa Universidade e no Instituto Superior de Ciências Policiais e Criminais de Angola, perante a percepção no dia-a-dia como docente de que, a problemática mundial do tráfico humano ainda é pouco conhecida em Angola, mesmo por parte das autoridades/forças de segurança que combatem tal flagelo, procedeu-se com anuência das chefias policiais à aplicação de um questionário a alunos do Instituto Superior de Ciências Policiais e Criminais de Angola (ISCPC), que sendo todos agentes de autoridade, oriundos um pouco de todo o país nos poderiam dar uma percepção mais aproximada da real dimensão do conhecimento desta problemática, com vista a melhorar a formação da polícia nesta área e a ponderar formas que permitam uma maior difusão através dos vários meios de comunicação das medidas a serem tomadas por parte das populações para prevenção e combate deste crime.
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TítuloO tráfico de pessoas em Portugal: a contemporânea exploraçao sexual de mulheres

TítuloO tráfico de pessoas em Portugal: a contemporânea exploraçao sexual de mulheres

A menção à globalização e à prática do crime organizado transnacional torna-se relevante para ressaltar a mudança na configuração do tráfico com a incorporação dos respetivos componentes característicos de tal período pós-moderno. Neste campo, salientemos que a forma do tráfico de pessoas como uma espécie migratória eivada de ilegalidade apresenta correlação com os supramencionados temas. Pois abarca a questão do livre-trânsito entre as fronteiras nacionais, propiciado pela globalização do crime, da ilegalidade e da violação dos Direitos Humanos, uma vez que as vítimas do tráfico são enganadas e/ou coagidas submetidas ulteriormente a condições de vida e trabalho deploráveis. E tal-qualmente cumpre salientarmos que o tipo legal de crime de tráfico de pessoas, passou a ser vislumbrado num contexto mais vasto, tendo em conta que o mercado do sexo não se configura como o único destino das vítimas, hoc est, outros fins também foram incluídos no escopo da visada prática, como a utilização em trabalhos forçados ou escravos, extração de órgãos, entre outros 328 . Ademais, outras ferramentas legais internacionais devem ser incluídas em tal conjunto de Tratados sobre o tráfico de pessoas, já englobando outras formas de exploração ulteriores à exploração sexual, pelo que citemos de entre aqueles, a Convenção da OIT n.º 182 relativa à Interdição das Piores Formas de Trabalho das Crianças e à Ação Imediata com Vista à sua Eliminação, adotada pela Conferência Geral da OIT na sua 87ª sessão, em Genebra (Suíça), em 17 de junho de 1999; a Convenção sobre os Direitos da Criança, adotada pela Resolução n.º 44/25 da Assembleia Geral das Nações Unidas, de 20 de novembro de 1989; e, o Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos da Criança relativo à Venda de Crianças, Prostituição Infantil e Pornografia Infantil, adotada pela Resolução n.º A/RES/54263 da Assembleia Geral das Nações Unidas, de 25 de maio de 2000, entre outras, as quais, segundo L YNELLYN L ONG apresentam «[…] Cinco mudanças de definição expandiram a compreensão do tráfico para a exploração sexual: 1) adicionar a exploração comercial, além do recrutamento físico; 2) ir além da coerção, mesmo com consentimento; 3) aumentar o tráfico de mulheres para a 'migração ilegal'; 4) especificar as condições de violência dentro da prostituição ao invés de condenar a prostituição em si; e, 5) adicionar uma gama de trabalho informal e não regulamentada (nem apenas a prostituição)» 329 .
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GUARDIA CIVIL TRÁFICO DE SERES HUMANOS (TSH) INFORME GENERAL DE SITUACIÓN CENTRADO EN LA EXPLOTACIÓN SEXUAL

GUARDIA CIVIL TRÁFICO DE SERES HUMANOS (TSH) INFORME GENERAL DE SITUACIÓN CENTRADO EN LA EXPLOTACIÓN SEXUAL

Más allá de las definiciones, hay un problema generalizado sobre este fenómeno: la falta de conocimiento relativo al ámbito real del problema del TSH. Este problema de DIAGNÓSTICO de la cuestión, que ha surgido desde que recientemente se le está prestando atención, afecta tanto a nuestro país como a los vecinos, y se constató durante la elaboración del primer informe de Europol, en el que se analizaron datos correspondientes a los años 1996 y 1997 con una metodología que influyó negativamente en los resultados: carencia de información estadística, carencia de información sobre los diferentes aspectos cualitativos del TSH, y pobres contribuciones de los diferentes Estados Miembros (EM). Aunque la mayoría de los EM (entre ellos España) se han comprometido en la tarea de mejorar los datos cuantitativos y cualitativos (mejora que se apreció en el segundo y tercer informe), todavía existe la necesidad de un amplio desarrollo metodológico tanto a nivel nacional como internacional, en el que se implique también a organizaciones no policiales.
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Desafios para o enfrentamento ao tráfico de seres humanos no Brasil

Desafios para o enfrentamento ao tráfico de seres humanos no Brasil

RESUMO O objetivo do presente trabalho é fazer uma breve análise sobre a forma como o Brasil lida com o tráfico de seres humanos. O país é signatário do que é considerado hoje o mais importante documento internacional no combate ao tráfico de seres humanos, o Protocolo Adicional à Convenção das Nações Unidas contra o Crime Organizado Transnacional Relativo à Prevenção, Repressão e Punição do Tráfico de Pessoas, em Especial Mulheres e Crianças, conhecido como Protocolo de Palermo. Esse Protocolo prevê as atitudes que um país deve tomar para que incorpore o ideal apresentado em sua legislação e que com isso consiga combater o tráfico de seres humanos em seu território. Desde a ratificação do Protocolo em nosso ordenamento, surgiram alterações em nossa legislação e foram criadas políticas públicas para o enfrentamento. Porém essas ações tomadas pelo Estado brasileiro se mostram insuficientes e incompletas perto do que é proposto pelo Protocolo. O crime deve ser abordado por diversas frentes e de diferentes maneiras, por ser ele um crime tão complexo e extenso. Para tanto deve haver a ação conjunta de diversas entidades internacionais e nacionais, públicas e civis. O país vem mostrando um avanço demonstrando um interesse de mudar o seu sistema. Nos últimos anos foram apresentados diversos projetos de lei para alteração da legislação penal, mas isso ainda não é suficiente.
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Seres humanos-com-internet ou internet-com-seres humanos: una troca de papéis?

Seres humanos-com-internet ou internet-com-seres humanos: una troca de papéis?

Retomando a interrogação que colocamos no título deste artigo interpretamos que não há troca de papéis e sim um compartilhamento dos mesmos. Sugerindo que há uma mudança de regras sobre os aspectos da produção matemática com os atores tecnológicos. Parece-nos, que a análise que realizamos dá novas cores à frase já dita e repetida: “... o professor já não tem o ‘ status’ de ‘detentor’ do conhecimento...”. A internet não só já é atriz, como no caso apresentado ela já desempenha o papel de uma comunidade que altera motivos. Ela é artefato e comunidade, pelo menos. E nesse sentido, os triângulos rígidos usualmente apresentados em discussões teóricas ganham dinamicidade. Se esta dinamicidade é própria dos artefatos digitais, e em particular da internet, ao se incorporar a coletivos que produzem conhecimento, é uma discussão para outro artigo, que pode ser escrito contrastando-se esses dados com as reflexões de Araújo e Kawasaki (2013). Essas autoras debatem sobre a alegada “rigidez” dessa mesma representação triangular, mas com um interesse em particular: os movimentos dos sujeitos (atores humanos) da atividade.
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¿Son seres humanos los puentes de fábrica?

¿Son seres humanos los puentes de fábrica?

Para demostrar la existencia del uso parale- lo de la terminología acerca del ciclo vital del hombre con el ciclo vital de los puentes de fábrica, se ha establecido la proyección metafórica estructurada del campo fuente (hombre) al campo meta (puente), relativa a circunstancias, acciones y estados en el cam- po del hombre (p.e. su nacimiento, sus en- fermedades, sus enemigos, etc.) que corres- ponden sistemáticamente a circunstancias, acciones y estados en el campo del puente (p.e. su construcción, sus problemas estruc- turales, factores externos negativos, etc.). A continuación, se ha hecho la disección de los elementos semánticos que compren- den los aspectos humanos del ciclo vital del puente de fábrica, en orden cronológico: 1) planificación familiar, 2) gestación, 3) naci- miento, 4) paternidad responsable del cons- tructor-padre, 5) bautizo, 6) importancia del nombre propio, 7) aspecto físico: forma e imagen, 8) partes vitales del cuerpo del puen- te, 9) cualidades o defectos congénitos de materiales, 10) sinergia de las partes vitales, 11) crecimiento, desarrollo y reproducción, 12) plenitud (sentido y funciones de su vida), 13) prestigio, admiración y respeto, 14) pres- tigio del padre-constructor, 15) anamnesis y
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d) Igualdad: todos los seres humanos son iguales, nacen iguales y las diferencias entre los seres humanos son consecuencia de la sociedad.

d) Igualdad: todos los seres humanos son iguales, nacen iguales y las diferencias entre los seres humanos son consecuencia de la sociedad.

La conjunción de estas dos formulaciones del imperativo categórico nos permite hacernos una idea clara de qué entiende Kant por ley moral universal y el modo de llevar a ella. En primer lugar la acción concreta está regida por una máxima, consciente o no, que sólo será moral si somos capaces de extenderla a todos los seres humanos como ley moral universal, y en consecuencia obligatoria. En segundo lugar, el límite es la considera igual para todos los seres humanos, ya que todos somos libres y algo en nosotros mismos y nada nos autoriza a subvertir ese orden.
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El bien jurídico protegido en los delitos de trata de seres humanos y favorecimiento del tráfico ilegal o de la inmigración clandestina de personas

El bien jurídico protegido en los delitos de trata de seres humanos y favorecimiento del tráfico ilegal o de la inmigración clandestina de personas

de ello se puede deducir cuando afirma que “es difícil encontrar en el Código Penal un título que se corresponda menos con el verdadero objeto de protección tutelado”. Opina que la defensa de la política migratoria del Estado es efectivamente el bien jurídico protegido en este delito basándose en dos argumentos. En primer lugar, considera que hablar de derechos al analizar este precepto penal no es adecuado ya que se les concede de manera excepcional al no equipararse derechos y ciudadanía para los extranjeros no comunitarios. Por lo tanto, la ley no estaría concediendo los derechos básicos a estos inmigrantes ilegales haciendo muy complicada la protección penal de los mismos. Asimismo, según afirma el autor, se consigue el efecto inverso a la protección de los derechos de los ciudadanos extranjeros puesto que se estaría favoreciendo a las organizaciones que obtienen beneficios con este tráfico ilegal por el hecho de no reconocer determinados derechos básicos a estos inmigrantes ilegales como pueden ser el derecho de autodeterminación, el derecho de libertad de elección del espacio donde vivir o el hecho de ilegalizar comportamientos de colaboración con estos inmigrantes
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Experimentación nazi en seres humanos

Experimentación nazi en seres humanos

La experimentación nazi en seres humanos consistió en una serie de experimentos médicos en grandes canti- dades de prisioneros, por parte de la Alemania nazi en sus campos de concentración durante la Segunda Gue- rra Mundial. Los prisioneros, mayormente judíos de toda Europa, pero también gitanos, prisioneros de guerra so- viéticos y alemanes discapacitados, fueron coercionados a participar y nunca hubo un consentimiento informado. Por lo general, los experimentos resultaron en la muerte, desfiguración o discapacidad permanente, y por lo tanto son considerados como ejemplos de tortura médica. Uno de los científicos más controvertidos fue Josef Men- gele, quien condujo experimentos en el campo de con- centración de Auschwitz. [1] En Auschwitz y otros cam-
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EFECTOS DE LAS RADIACIONES SOBRE LOS SERES HUMANOS

EFECTOS DE LAS RADIACIONES SOBRE LOS SERES HUMANOS

Depende de la energía que transporta cada partícula o cada fotón y no de la energía total transportada por el haz de. radiación.[r]

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Etica+de+la+Investigacion+en+seres+humanos

Etica+de+la+Investigacion+en+seres+humanos

Los derechos y las normas éticas han sido ampliamen- te proclamados y codificados desde la Declaración de Nüremberg, pero después se han erosionado, empezando justamente por la tutela de los seres humanos sometidos a investigaciones experimentales. Se abre de esta manera el campo, como lo documenta Juan Carlos Tealdi, a un doble estándar moral, diferenciado por el grado de información, de autonomía y de poder de los individuos. Ya desde la in- troducción, este libro nos cuenta cómo Latinoamérica “se ha visto asediada por ofertas, presiones e incentivos de in- vestigación de diversa índole y procedencia, algunos abru- madores, con el ánimo de implementar protocolos de investigación atractivos a los ojos de quien encuentra en es- tos países una fuente de sujetos de investigación poco em- poderados de sus derechos”. El libro sustancialmente representa un exhaustivo análisis histórico, teórico, nor- mativo y propositivo de cómo quiere reaccionar Latino- américa ante estas tendencias, en nombre propio o en nombre de otros pueblos que corren los mismos riesgos. Apoya, por lo tanto, la moralidad de la ciencia y la univer- salidad de la atención.
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El debate como medio de interacción en los seres humanos

El debate como medio de interacción en los seres humanos

Dando cumplimiento a lo dispuesto por la Universidad Nacional de Trujillo, en el reglamento de grados y títulos, con la finalidad de obtener el título de licenciado en educación secundaria, con mención en Lengua y literatura, en el área curricular de comunicación, dejo a su consideración el presente diseño de actividades de aprendizaje, para el tercer grado de educación secundaria denominado “La expresión oral como fuente importante dentro del desarrollo de los seres humanos y lo afianzamos mediante la técnica de El debate”.
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La trata de seres humanos y la moderna esclavitud

La trata de seres humanos y la moderna esclavitud

Aunque la mayoría de las sentencias involucran a mujeres de nacionalidad extranjera víctimas de explotación sexual, la Sentencia de la Audiencia Provincial de A Coruña 1948/2016 de 29 de julio de 2016 contempla un supuesto de trata de seres humanos con fines de servicios y trabajos forzados. Los acusados, unidos por parentesco con las víctimas, todos ellos con nacionalidad española, se lucraron durante al menos cuatro años de las ayudas sociales que éstas últimas recibían por su discapacidad. Así mismo, realizaban para ellos tareas en las atracciones de feria que gestionaban o en sus domicilios. Para conseguirlo eran amenazados y agredidos, tanto física como verbalmente, generando un ambiente de hostigamiento, agresividad y miedo que impedía a las víctimas escapar. En varias ocasiones fueron golpeados con palos y escobas. Vivían en condiciones de vida indignas, durmiendo encerrados en camiones, sin cuarto de baño ni agua caliente para su aseo.
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Los seres humanos nos involucramos tanto en nuestras imágenes mentales que el

Los seres humanos nos involucramos tanto en nuestras imágenes mentales que el

También sirve para desaprender prejuicios incorporados a tu «yo» biológico como una segunda piel, cuya mala influencia enturbia el goce erótico o la convivencia armoniosa. Como el amor es una fuerza poderosa, cuando meditas sobre tus seres queridos esa conexión se resignifica y es más rápido el proceso de comprensión, perdón y

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La ética de la investigación en seres humanos en debate

La ética de la investigación en seres humanos en debate

El primer intento de establecer pautas éticas básicas en la investigación con seres humanos fueron las directi- vas del Ministerio de Sanidad del Reich alemán (Richtli- nien) relativas a los nuevos tratamientos médicos y la experimentación científica sobre el hombre, estableci- das en 1931. Estas normativas no tenían comparación al- guna en su época y fueron el primer gran código ético so- bre ensayos clínicos (2) . Durante la Segunda Guerra Mundial este código nunca se aplicó en los campos de concentración y de esta manera fueron cometidos distin- tos crímenes contra la humanidad, durante investigacio- nes científicas, efectuados por los médicos nazis (prue- bas de supervivencia bajo situaciones de hambre, con- gelamiento, infecciones provocadas y exposición a gas mostaza, hasta diversas mutilaciones quirúrgicas y actos de esterilización y eugenesia) (3) .
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Bioética en investigación clínica con seres humanos

Bioética en investigación clínica con seres humanos

Si la actividad científica aceptara sin más que “la ciencia” no es una ente- lequia que se da sus propias reglas y define internamente sus valores, no se habrían publicado libros como Anatomía del fraude científico (Judson, 2006), The Truth About the Drug Companies (An- gell, 2005), Le grand secret de l’industrie pharmaceutique (Pignarre, 2004). No se habría encendido la mecha inquisitiva de la ética en investigación con seres huma- nos desde el artículo del anestesiólogo Henry Beecher, denunciando severas irregularidades y transgresiones éticas en estudios clínicos publicados por revistas de primer nivel. Entre las conclusiones de Beecher hay una frase preñada de connotaciones que siguen nutriendo el debate: “Generalmente, los pacientes no arriesgarán a sabiendas su salud o vida a favor de la ‘ciencia’” (Beecher, 1966). Una actividad científica más vigilante, menos blindada contra la valoración externa y demasiado confiada en la suficiencia de una severa autocrítica, no habría permitido los experimentos de Tuskegee Valley, las investigaciones psicológicas de Milgram o de Zimbardo y todas aquéllas que no
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consideraciones éticas en investigaciones con seres humanos

consideraciones éticas en investigaciones con seres humanos

Si no necesita la aprobación de IRB, debe ver los siguientes recursos para conseguir más información acerca de este proceso3. En general, es útil saber que recibiendo la aprobacion de [r]

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Porque los seres humanos estamos destinados a ser diferentes

Porque los seres humanos estamos destinados a ser diferentes

En el siguiente trabajo se abordaran distintas percepciones con relación a la identidad, imitación, emulación, identificación entre otras cuestiones donde se dará una aproximación mas no una respuesta, al porque los seres humanos tenemos una necesidad tan inmensurable de querer destacar o simplemente diferenciarse de otras personas, es allí donde ser humano ha convertido la búsqueda de su “identidad” en parte de su realización personal, le da algo de sentido a una existencia que objetivamente no la tiene y ahí está cada individuo se esfuerza en darle sentido a lo que le rodea a quien es y lo que hace, no obstante se busca el querer pertenecer a un grupo, sociedad donde pueda manifestar de manera más radical la diferencia entre una persona a otra.
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