PDF superior O uso enquanto objeto da relação de consumo.

O uso enquanto objeto da relação de consumo.

O uso enquanto objeto da relação de consumo.

A Revolução Industrial, já na segunda metade do século XVIII, com o surgimento das fábricas e a produção e comercialização de bens em larga escala foi tornando as relações comerciais cada vez mais complexas. Inseriu-se uma série de intermediários entre o fabricante e o adquirente final do produto. A prestação de serviços também se aperfeiçoou e a publicidade foi se tornando cada vez mais ostensiva, com vistas a convencer as pessoas a consumir e a contratar, influenciando, assim, na mudança de hábitos da sociedade. Seria o início da denominada sociedade de consumo. Neste mesmo período surgem as ideias do liberalismo econômico, cujo principal pensador foi o escocês Adam Smith, para quem o Estado não deveria intervir nas relações econômicas, mas deixar que o próprio mercado ditasse suas regras. Acontece que com o passar do tempo, o poder econômico e organizacional dos detentores dos meios de produção foi pouco a pouco sufocando os consumidores, os quais, vulneráveis, passaram a sofrer inúmeros prejuízos com a inserção no mercado de bens e serviços de péssima qualidade, que colocavam em risco a saúde, a dignidade e as próprias vidas das pessoas. Verifica-se grande desenvolvimento da atividade econômica, especialmente nas relações de consumo, atingidas pela globalização. 3
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A relação gramatical objeto direto : implicações para o ensino de língua materna

A relação gramatical objeto direto : implicações para o ensino de língua materna

campo da morfologia, Jakobson introduziu o conceito de marcação 16 , e Mathesius formulou a teoria da perspectiva funcional da sentença, cuja análise leva em conta a organização das palavras e sua relação com a veiculação da informação (FURTADO DA CUNHA, 2008b). Concomitantemente, outras escolas também desenvolveram análises que colaboraram para a formação de um pólo funcionalista 17 . A Escola de Genebra, através dos estudos de Bally, contribuiu para o incremento da estilística e “concentrou sua atenção nos desvios que o uso individual (a fala) é levado impor ao sistema (a língua)” (FURTADO DA CUNHA, 2008b, p. 162). Ligado a essa escola, Frei desenvolveu análises acerca dos desvios da gramática normativa, os quais, segundo ele, constituem movimento natural da necessidade de comunicação e, por isso, são rica fonte de pesquisa linguística. Outro grupo que manifestou sua “posição funcionalista” foi a Escola de Londres, cujo principal expoente é Halliday. Esse autor “defende a tese de que a natureza da linguagem, enquanto sistema semiótico, e seu desenvolvimento em cada indivíduo devem ser estudados no contexto dos papéis sociais que os indivíduos desempenham” (p. 162). Ainda pertence a Halliday a teoria funcional a qual pressupõe que os enunciados, os textos e as unidades que o compõem possuem funções específicas. O grupo holandês, encabeçado por Dik, também se preocupou em examinar a língua a partir de uma perspectiva funcional, propondo um modelo de sintaxe funcional, no qual as funções sintáticas são relacionadas aos seus elementos e, finalmente, às funções pragmáticas. O funcionalismo ainda ganhou força na costa oeste dos Estados Unidos e a essa abordagem dedico a seção seguinte do presente trabalho.
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163 Lee mas

MULHER COMO OBJETO DE CONSUMO

MULHER COMO OBJETO DE CONSUMO

Com a publicação da decisão do Poder Judiciário nas redes sociais e na mídia, houve, além das mobilizações da sociedade, manifestações de movimentos feministas e demais interessados buscando refletir sobre o tema. Em análise a decisão, o primeiro julgador do Poder Judiciário do Distrito Federal, ao apreciar o pedido de alegação de prática abusiva, entendeu que a cobrança diferenciada para homens e mulheres se trata sim de uma prática abusiva e fere os princípios gerais do consumidor, demonstração de que se faz necessário um olhar permanente as questões de direito em relação às mulheres. A partir da decisão judicial, o Ministério da Justiça e da Segurança emitiu parecer técnico manifestando-se quanto a matéria de direito do consumidor afirmando ser prática abusiva por parte dos estabelecimentos de lazer e entretenimento, quando operarem suas comandas com preços diferenciados para homens e mulheres. Alega o referido Ministério, no SDUHFHU TXH WDO SUiWLFD VH FDUDFWHUL]D D ³XWLOL]DomR GD PXOKHU FRPR IRUPD GH HVWUDWpJLD GH PDUNHWLQJ D FRORFD HP VLWXDomR GH LQIHULRULGDGH´. (BRASIL, 2017) A Constituição Federal do Brasil dispõe nos artigos 1º e 5º, princípios considerados balizadores do direito brasileiro, tendo o princípio da isonomia e o da dignidade da pessoa humana, seu principal estandarte de garantia. (BRASIL, 1988)
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O uso de blogs enquanto espaços colaborativos para a produção e o compartilhamento da informação na área de Secretariado Executivo

O uso de blogs enquanto espaços colaborativos para a produção e o compartilhamento da informação na área de Secretariado Executivo

F. A. (n) 01 03 08 07 07 09 08 F. R. (%) 2,3 6,9 18,6 16,3 16,3 20,9 18,6 Nota. Fonte: Elaboração própria a partir dos dados da pesquisa (2017). O blog “Super Secretária Executiva” apresenta a distribuição de seus conteúdos na parte superior, divididos em abas, além de ícones que remetem ao envio de e-mails, acesso à página do Facebook, espaço para login de seguidores cadastrados e uma ferramenta de busca. Foi criado um grupo de WhatsApp para Secretárias Executivas e o blog apresenta o link para acesso a esse grupo, o que pode ser considerado um diferencial em relação aos blogs analisados. O uso de ícones para representar a informação é considerado um importante recurso para que o usuário encontre rapidamente uma informação ou funcionalidade em um website, sendo um dos destaques de um sistema de rotulação da informação (Rosenfeld, Morville & Arango, 2015).
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25 Lee mas

MEIO AMBIENTE ENQUANTO OBJETO DA TUTELA JURISDICIONAL  ENVIRONMENT AS A SUBJECT OF JUDICIAL CUSTODY  MEDIO AMBIENTE COMO SUJETO DE CUSTODIA JUDICIAL

MEIO AMBIENTE ENQUANTO OBJETO DA TUTELA JURISDICIONAL ENVIRONMENT AS A SUBJECT OF JUDICIAL CUSTODY MEDIO AMBIENTE COMO SUJETO DE CUSTODIA JUDICIAL

Ao analisar este princípio no contexto da Constituição italiana, Giorgio M. Lombardi (1997, p. 45) destaca a solidariedade como um princípio fundamental, um dever inderrogável que fundamenta os deveres constitucionais nos planos: político econômico e social. Frise-se que a aproximação do Direito ao primado da solidariedade não é um fim em si mesmo, pelo contrário, se vale da força coercitiva da norma para criar uma cultura humanista pautada pela solidariedade. Sem ela [a cultura], corre-se o risco de sua inexigibilidade. Conforme dizeres de Jürgen Habermas e Joseph Ratzinger (2007, 39), “qualquer solidariedade abstrata e juridicamente intermediada só pode surgir quando os princípios da justiça conseguem-se imiscuir na trama bem mais densa das orientações de valores culturais.” Esse fenômeno da solidarização do Direito, no contexto do Estado de Direito Ambiental brasileiro, fez emergir funções e deveres fundamentais ao direito de propriedade. Este passa a ser muito mais um dever fundamental do que propriamente um direito, o qual é imposto a todos os titulares de uma relação jurídica de propriedade negativa de proteção jurídica cumulada com a observância de sua funcionalidade social.
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13 Lee mas

O contrato de crédito ao consumo enquanto mútuo de escopo

O contrato de crédito ao consumo enquanto mútuo de escopo

18 algumas formas de mútuo de escopo com a realidade do mútuo civil. O autor move – se a partir de uma atenta análise dos formulários utilizados pelas instituições de crédito para a estipulação do mútuo de escopo (legal) e identifica certas figuras em que não há entrega do dinheiro emprestado, mas apenas uma disponibilização para um eventual uso não reconduzível a qualquer modo de conclusão de um tipo real que permita a qualificação como mútuo. Esta proposta foi criticada por várias ordens de razão a saber: na abertura de crédito, o banco limita – se a colocar a disposição do cliente uma soma de dinheiro que, até a sua utilização continua a ser propriedade do banco, pelo contrário no mútuo de escopo o mutuante não se limita a disponibilizar uma certa soma mas entrega – a diretamente ao mutuário; o modo de utilização do crédito também é diferente, na abertura de crédito esta pode ser renovada e repetida, bem como parcial, existe, assim, uma liberdade de utilização da soma mutuada que não existe no mútuo, uma vez que o mutuário deve, necessariamente, receber o que foi combinado enquanto que, na abertura de crédito, os levantamentos do dinheiro posto a disposição são apenas eventuais, pois o contrato é perfeito com a mera disposição da soma; por último, a diferença mais significativa entre estes dois contratos a nível funcional, que se revela no facto de no mútuo a função do crédito é implementada por meio de uma soma dada em fruição enquanto, que na abertura de crédito a mera disponibilização já é suficiente para beneficiar o acreditado. 64
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67 Lee mas

USO DA TERAPIA FLORAL DE EDWARD BACH E FLORAIS DE MINAS: A RELAÇÃO OS SISTEMAS

USO DA TERAPIA FLORAL DE EDWARD BACH E FLORAIS DE MINAS: A RELAÇÃO OS SISTEMAS

A pesquisa caracteriza-se por ser observacional descritiva de caráter documental tendo como objeto de análise a literatura dos Florais de Bach e dos Florias de Minas. Foi realizada leitura e correlação das flores de ambos sistemas, sendo agrupadas em núcleos aquelas que se assemelham para tratamento de alguma condição física, emocional e mental. As flores de Bach atualmente são 38, enquanto que as flores de Minas são 108. Foi possível traçar uma relação entre os sistemas utilizando 38 flores de Minas.

5 Lee mas

Uso problemático da Internet em adolescentes espanhóis e sua relação com autoestima e impulsividade

Uso problemático da Internet em adolescentes espanhóis e sua relação com autoestima e impulsividade

Respecto a las variables sociodemográficas, no se han encontrado diferencias intergénero en el uso problemático de internet, lo cual se confirma en estudios como los de Estévez et al. (2009). Esta es una cuestión objeto de controversia, ya que si bien en algunos hallazgos se han constatado ma- yores usos desadaptativos en los chicos (Floros et al., 2010; Kormas et al., 2011; Liu et al., 2013; Muñoz-Rivas et al., 2010; Oliva et al., 2012; Wang et al, 2011) en otros estudios se ha obtenido la ten- dencia contraria (Durkee et al., 2012). Atendiendo a la edad, tampoco se han encontrado diferencias significativas en los conflictos intra e interperso- nales asociados al uso de internet en el grupo de adolescentes (Moral & Suárez, 2016), al igual que en estudiantes universitarios (Muñoz-Rivas et al., 2003); si bien esta tendencia es contradicha en otros estudios con muestras de rango de edad más amplio confirmándose que tales usos inade- cuados disminuyen en adultos jóvenes respecto a muestras de adolescentes (Derbyshire, Osborn & Brown, 2013).
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18 Lee mas

USO E COBERTURA DA TERRA NO MUNICÍPIO DE ALEGRIA/RS E SUA RELAÇÃO COM A HIPSOMETRIA

USO E COBERTURA DA TERRA NO MUNICÍPIO DE ALEGRIA/RS E SUA RELAÇÃO COM A HIPSOMETRIA

O mapeamento do uso e cobertura da terra se faz necessário devido a sua capacidade de estimar e descrever os diferentes tipos de ocupação da terra através de imagens via satélite. Sendo assim, o objetivo deste trabalho foi analisar o uso e cobertura da terra no município de Alegria/RS e relacioná-lo com características altimétricas do local, utilizando dados de sensores remotos. Para elaboração do mapa de uso da terra utilizou-se uma imagem Landsat 8 - OLI do dia 01/03/2017, disponibilizada pelo INPE. A imagem foi classificada pelo método supervisionado Bhattacharya, considerando as classes de Agricultura, Campo nativo, Solo exposto e Vegetação. O mapa hipsométrico foi elaborado a partir do fatiamento da imagem SRTM em intervalos de 40 metros, gerando oito classes de altitudes. Os resultados mostraram que o município apresenta 55,2% de sua área coberta por vegetação, seguido pela agricultura com 32,7%, indicando ser um município conservado ambientalmente, apesar das pressões para supressão de vegetação. Em relação ao mapeamento altimétrico, a maior parte do município está localizada em altitudes entre 160 e 480 metros. Observou-se que áreas destinadas à agricultura estão presentes em altitudes mais elevadas, enquanto áreas de vegetação são encontradas nos locais de altitude baixa, possivelmente pela proximidade com cursos d'água, podendo indicar a preservação da mata ciliar. Conclui-se que os produtos gerados através de dados e técnicas de geoprocessamento foram importantes para esta análise ambiental preliminar no município.
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Conhecimentos, Atitudes e Práticas Maternas em Relação ao Uso da Chupeta

Conhecimentos, Atitudes e Práticas Maternas em Relação ao Uso da Chupeta

Resultados: Em relação ao tipo de aleitamento, não foi verificada correlação entre o tipo de aleitamento e o grau de instrução dos responsáveis. Contudo, 45,8% realizavam o aleitamento utilizando o leite materno com complemento de mamadeira, 33,6% somente leite materno e 21,5% somente mamadeira. Verificou-se que 84,2% das crianças utilizavam chupeta, apesar de 37,5% dos responsáveis acreditarem que a chupeta não deveria ser ofertada, e 65% delas receberam a primeira oferta pela própria mãe, com o objetivo de acalmá-las. A maioria das crianças (61,6%) recebeu a primeira chupeta quando ainda eram recém-nascidas, 19,2% recebeu antes de completar o seu primeiro ano de vida e 5% recebeu entre o segundo e o quarto ano de vida. A maioria dos entrevistados (69,2%) já recebeu algum tipo de orientação profissional quanto ao uso deste objeto e o médico foi citado como o profissional que mais transmitiu essas informações (47,0%), seguido do dentista (38,6%). Os outros 14,4% receberam informações por meio de jornais e revistas.
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Cartografia Materna: a experiência da forma enquanto discurso no livro-objeto

Cartografia Materna: a experiência da forma enquanto discurso no livro-objeto

METAgraphias: letra A de antiarte -ou- viva à vida v.1 n.2 junho|2016 Do primeiro esboço ao término do projeto, procurei empregar o conceito de rizoma, cunhado por Deleuze e Guattari (1995). Os pesquisadores propõem um sistema epistemológico não hierárquico de partes igualmente importantes e infinitamente ramificáveis, inspirado no comportamento do caule de algumas plantas. Levando esse arranjo para o trabalho, me dispus a apresentar discursos fragmentados em constante relação, reconfigurados a cada experiência. Algo sempre “(...) desmontável, conectável, reversível”. (DELEUZE e GUATTARI, 1995, p.33).
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21 Lee mas

Os padrões de consumo de bebidas açucaradas das crianças da Lousã e sua relação com o índice de massa corporal

Os padrões de consumo de bebidas açucaradas das crianças da Lousã e sua relação com o índice de massa corporal

De forma a conseguir perceber a associação entre a ingestão de bebidas açucaradas e a obesidade, Valente et al (2011) fizeram um estudo no Porto, com crianças com idades compreendidas entre os 5 e os 10 anos. Os resultados foram em muito idênticos aos do estudo realizado na Lousã, ou seja, os autores não encontraram qualquer associação entre a ingestão de bebidas açucaradas e a obesidade. Johnson et al (2007), numa amostra de crianças inglesas com idades de 5,7 e 9 anos, realizaram uma pesquisa para tentar perceber qual a influência do consumo de bebidas açucaradas no aumento de peso das crianças. Nesta pesquisa tal como ocorreu com o estudo realizado no Município da Lousã, a associação entre o consumo de bebidas açucaradas e o aumento de peso não se verificou. Nos Estados Unidos da América, O´Connor et al (2006), no seu estudo com crianças da pré-escola (com idades entre os 3 e 5 anos) também sobre a ingestão de bebidas açucaradas e os efeitos destas no status nutricional das crianças, chegaram à conclusão que não havia associação entre estes dois elementos em estudo. Por fim, no Brasil, Nogueira et al (2009) no seu estudo sobre a associação entre o consumo de refrigerantes e sumos e o IMC em crianças e adolescentes do 9 aos 16 anos, verificaram que não existia uma associação estatisticamente significativa entre o consumo de refrigerantes e IMC, enquanto para os sumos essa associação existia, mas apenas para o sexo feminino.
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59 Lee mas

Imagen femenina, objeto del arte y de la sociedad de consumo

Imagen femenina, objeto del arte y de la sociedad de consumo

En otros campos tales como la televisión también se le ha dado un mal uso a la representación de la mujer, y el uso de su cuerpo, imponiéndola siempre como la mujer de medidas perfectas y caras bonitas, generando así un canon a seguir, siendo muchas veces malinterpretado por niñas y adolecentes que quieren seguir este prototipo, Las mujeres reales y comunes, están siendo cada vez menos en la televisión ya que son reemplazadas por una representación de mujer físicamente perfecta y deseable, la cancelación de la identidad de las mujeres ocurre bajo la mirada de todos, pero sin que haya una reacción adecuada, ni por parte de las mujeres mismas hay muchas imágenes televisivas que tienen en común la utilización manipuladora del cuerpo de las mujeres para contar lo que está pasando no sólo a quien nunca mira la televisión, sino a quien la mira, pero “no ve”.
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41 Lee mas

La mujer como objeto de consumo en los medios masivos de comunicación

La mujer como objeto de consumo en los medios masivos de comunicación

Parte de esa realidad que ofrece la publicidad incluye los estereotipos de belleza, y en el afán de ser aceptadas y exitosas las mujeres comienzan a moldear su cuerpo, compran los productos con la seguridad de que estos las ayudarán a parecerse a aquellas modelos que los venden en la televisión. Es decir que además de crear una realidad genera conductas. La edad y la delgadez son los factores más influyentes para que la mujer sienta la obligación de mentir; pues según los medios publicitarios quienes tienen mayor éxito son aquellas que son jovenes y tienen las medidas perfectas. “El hecho de que los rostros femeninos maduros no sean habituales en los medios de comunicación y especialmente en la publicidad, transmite un mensaje social que deja huella en la imagen corporal y en los cuidados que hacia el cuerpo se tendrán”(Santiso, R. 2001.P. 51). Es decir, que el uso del cuerpo femenino jóven y delgado resulta una estrategia de mercadeo ya que las mujeres que quieran lucir como los estereotipos que se muestran en los medios, deberán comprar los productos que las harán lucir así.
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15 Lee mas

SISTEMA DE ARBITRAJE DE CONSUMO. Capítulo I Objeto

SISTEMA DE ARBITRAJE DE CONSUMO. Capítulo I Objeto

localidad, de forma progresiva. Para tal efecto, el INDECOPI podrá celebrar convenios de cooperación institucional con los gobiernos regionales y locales, debidamente acreditados para la solución de conflictos en materia de consumo, a fin de que estos constituyan Juntas Arbitrales. Para tal efecto, el Consejo Directivo del INDECOPI aprobará los lineamientos para la acreditación de los gobiernos regionales y locales que pretendan constituir Juntas Arbitrales. Sin perjuicio de lo anterior, en el caso de que no se llegase a acreditar un gobierno regional o local, que así lo haya solicitado, el INDECOPI podrá constituir una Junta Arbitral en cualquiera de sus Sedes u Oficinas Regionales.
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A história literária enquanto teoria da literatura (século XIX)

A história literária enquanto teoria da literatura (século XIX)

Um exemplo curioso desta exigência está no facto de Delfim Maia, professor do Liceu Nacional do Porto, ter publicado em 1880 um manual para o ensino liceal a que deu o nome de “Theoria da Literatura: particularmente da litteratura em prosa, para uso das aulas de litteratura nacional segundo a ultima reforma d’ instrucção secundaria”. Este manual destinava-se à disciplina de “Literatura Nacional”, introduzida no ensino liceal em 1880, em substituição da disciplina de “Poética e Oratória”. A teoria da literatura de Delfim Maia, porém, traduz-se numa aplicação da terminologia e dos conceitos da Retórica para explicar os textos em prosa. Trata-se, como afirma o autor, da “theoria das composições litterarias, ou o ensino das regras communs a todas as composições litterarias, e o das regras particulares a cada género d’ essas composições” (1883: 6). Porque considera que a forma externa divide as composições literárias em duas grandes classes, em prosa e em verso, fala de uma subdivisão, que considera natural, entre “theoria da litteratura em geral e particularmente em prosa; e theoria da litteratura em verso” (ibid.). Esta teoria da literatura em verso merecerá, como diz, um outro volume, intitulado “Noções de Poética”. Com efeito, Delfim Maia tinha publicado uma obra sobre poética vários anos antes, mas que na sexta edição, de 1888, tinha o nome de “Noções de poética para uso das escolas e como complemento da theoria da litteratura”. Se na advertência da primeira edição alertava para o facto de que a sua poética visava também incluir as “poesias românticas”, logo no início da obra define poética como a “exposição methodica dos princípios da poesia e das regras de
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11 Lee mas

PENSAR A FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO ENQUANTO CONSTRUÇÃO DO PEDAGOGO

PENSAR A FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO ENQUANTO CONSTRUÇÃO DO PEDAGOGO

O propósito da filosofia da educação na construção do pedagogo deve ser algo distanciado da mera transmissão de informações. Ela deve contribuir para escolhas que direcionem o trabalho, a fim de discutir questões pontuais da aprendizagem e sua função social. Com a filosofia, o ensino se apresenta como “uma relação na qual o aprendizado é uma conquista e uma realização de uma inteligência que é capaz por si mesma, que tem no outro um parceiro e não um guia ou uma muleta” (Gallo, 2012:87). A tarefa educativa que parte de pressupostos filosóficos, forma docentes capazes de facilitar a reconstrução dos conhecimentos críticos, provocando e estimulando a participação ativa dos pedagogos nos diferentes locais sociais, constituindo-se um modo de viver em comunidade.
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13 Lee mas

A importância da relação entre a família e a escola

A importância da relação entre a família e a escola

Mesmo pais com semianalfabetos ou com nenhum grau de escolaridade podem ajudar os filhos a ter boas notas se demonstrarem interesse pela vida escolar da criança e participarem das atividades do colégio, essa preocupação tem um impacto muito positivo. Nesse sentido PILLET (2009, p.22), quando trata sobre a família nos diz: “A educação familiar adequada é feita com amor, paciência e coerência, pois desenvolve nos filhos a autoconfiança e espontaneidade, que favorecem a disposição para aprender”. Nesse sentido, reforça-se que quando há orientação da família os alunos geralmente são esforçados e estimulados na busca pelo conhecimento.
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16 Lee mas

Cardiopatia congénita – uma patologia da relação?  Implicações psicológicas da doença ao nível da relação primária e construção da identidade

Cardiopatia congénita – uma patologia da relação? Implicações psicológicas da doença ao nível da relação primária e construção da identidade

10 dos casos trabalhos, o primeiro caso é de um estatuto socio-económico baixo e o segundo de um estatuto sócio-económico médio-baixo. Para o nosso primeiro caso, João de 9 anos as sessões para recolha de dados foram feitas no Hospital de Santa Cruz, enquanto o João se encontrava no período final de recuperação do transplante cardíaco. A história clínica foi recolhida, junto das enfermeiras e dos médicos cardiologistas que acompanhavam o caso e pela consulta do seu processo clínico. A entrevista com a mãe para recolha da anamnese foi feita em casa do João, em Viseu e neste mesmo encontro foi pedido um último desenho ao João, como forma de finalizar o acompanhamento realizado. (Acompanhamento iniciado em Abril e finalizado em Setembro de 2003). O número total de sessões foram seis, cada uma com duração de uma hora (quatro sessões com o João para realizar as provas projectivas, uma sessão com as enfermeiras também no Hospital de Sta. Cruz para recolha da história clínica e uma última sessão com o João e familiares na respectiva casa em Viseu, para recolha da anamnese). Excepto a sessão com a equipa médica com duração de 30 minutos.
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36 Lee mas

Algumas reflexões a propósito da bolsa de valores sociais enquanto promotora da responsabilidade social da empresa

Algumas reflexões a propósito da bolsa de valores sociais enquanto promotora da responsabilidade social da empresa

que a atribuição patrimonial seja gratuita, e que não exista, portanto, um correspectivo de natureza patrimonial» 37 . Contudo, na esteira do que destacam tais autores, também consideramos que poderá existir um «correspectivo de natureza moral, sem que o acto perca a sua gratuitidade». No caso da BVS, o investidor espera um correspectivo traduzido não num retorno financeiro, mas um novo tipo de lucro, o lucro social, entendendo-se como tal os resultados positivos para a comunidade gerados pelo projecto apoiado através da BVS, promovendo-se, deste modo, a Responsabilidade Social da Empresa (RSE). Na doação exige-se ainda um espírito de liberalidade por parte do disponente, implicando, em regra, este espírito de liberalidade a ideia de generosidade ou espontaneidade, oposta `da necessidade ou do dever, o que também ocorrerá com o investimento na BVS. Não deve, porém, confundir-se espírito de liberalidade com ânimo altruísta ou fim desinteressado. Geralmente, as atribuições de carácter gratuito caracterizam-se por um ânimo altruísta, mas não deixam de constituir autênticas doações pelo simples facto de serem realizadas com fim ou motivo interesseiro 38 . No caso do investimento na BVS, o investidor social pretende gerar, como vimos, um lucro social. Este investimento social privado traduzido no uso voluntário e planeado de recursos privados em projectos de relevância social, não deverá confundir-se com filantropia. Como qualquer investimento, as pessoas singulares ou colectivas que financiam projectos de carácter social não esperam
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38 Lee mas

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