PDF superior Planejamento urbano e participação social em pequenas cidades

Planejamento urbano e participação social em pequenas cidades

Planejamento urbano e participação social em pequenas cidades

As políticas públicas através da ação do Estado são cruciais nesse cenário não somente para viabilizar a produção econômica, mas, também para garantir os direitos urbanos (saúde, educação, emprego, lazer, moradia, entre outros). Deve-se diminuir as desigualdades sociais e regionais, com prioridade para os investimentos públicos nas periferias das cidades e em locais de baixa renda diversos onde os problemas urbanos são mais graves. No Brasil há 3.080 municípios com população total inferior a 20 mil habitantes. Neles vivem 32.108.798 pessoas, conforme estimativa do IBGE para 2018. Somando os municípios entre 20 mil e 50 mil habitantes que corresponde a 1096, tem-se uma população total superior a 65 milhões de pessoas. Representam 75% do total de municípios e 31,4% da população brasileira. Em Minas Gerais são 669 municípios com menos de 20 mil habitantes, totalizando 5.224.980 pessoas residentes. Entre 20 mil e 50 mil habitantes são 113 municípios com população total de 3.406.653 residentes. Somando os dois estratos têm-se 92% dos municípios mineiros com 41% da população residente. (CENSO DEMOGRÁFICO, IBGE, 2010).
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Do discurso de desenvovimento e dos processos de modernização aos modos de gestão nas pequenas cidades

Do discurso de desenvovimento e dos processos de modernização aos modos de gestão nas pequenas cidades

E para além das contradições derivadas dos processos que envolveram a implantação da barragem, outras tantas emergem dos atuais processos de gestão. Numa rápida análise, o que se verifica nesses lugares é uma produção carimbada de projetos prontos que são replicados à exaustão em cidades de portes semelhantes. Assim como os projetos, os discursos produzidos acabam por transformar-se num texto ensaiado que prevê a criação de demandas igualmente padronizadas. Muito pouco se desenvolve em termos de desenho urbano ou de crítica aos parâmetros urbanísticos aplicados; primeiro, porque não há corpo técnico suficiente, que possa propor, questionar, pensar sobre as demandas do lugar e, segundo, porque eles estão situados num sistema burocrático de operacionalização de recursos federais/ estaduais que demanda um retorno dos resultados muito mais em termos quantitatios que em aspectos qualitativos. Assim, o desenvolvimento continua a ser produzido através das formas hegemônicas de planejamento, quais sejam, os planos, projetos e políticas de governo, a gestão dele é que não funciona conforme o planejado.
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A complexa conjuntura axiomática imbricada nos discursos da política de planejamento e gestão das cidades brasileiras

A complexa conjuntura axiomática imbricada nos discursos da política de planejamento e gestão das cidades brasileiras

O presente trabalho analisa, num âmbito nacional, o complexo estabelecimento dos discursos contidos nos enunciados da política de planejamento e gestão das cidades brasileiras. Para isso, empreendemos uma abordagem a partir do estudo elaborado por Michel Foucault, em L’archéologie du s avoir (1969), acerca das formações discursivas ocultas por trás da instauração e do exercício de implexos campos do conhecimento. Aspirando empreender uma crítica à prática discursiva do urbanismo vigente, propomos à nossa abordagem, três questões cumulativas. A primeira remete à ineficácia e à obsolescência dos Planos Diretores. A segunda questão evidencia a aparente incompatibilidade, conceitual e discursiva, disposta na confluência projetual entre o planejamento de cunho democrático e o planejamento de cunho neoliberal. Já a terceira refere-se à situação do processo de participação social contemplado pelos enunciados legislativos. Ao final, salientamos uma configuração de soberania, emergente e oculta, dentro da própria prática discursiva da política de planejamento urbano do Brasil, figurando- se como vetor determinante das orientações tomadas pela atual prática efetiva de intervenção urbanística, que veem a ocorrer à revelia de certos enunciados, então ditos, democráticos.
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ARQUITETURA DA PARTICIPAÇÃO SOCIAL NO BRASIL: UM ESPAÇO EM CONSTRUÇÃO

ARQUITETURA DA PARTICIPAÇÃO SOCIAL NO BRASIL: UM ESPAÇO EM CONSTRUÇÃO

A origem dos conselhos gestores está relacionada aos conselhos munici- pais de educação, no século XIX; como também, aos órgãos administrativos colegiados (Caixas e Institutos de Aposentadoria e Pensões), na área da previdência social, nas décadas de 20 e 30, do século XX. Contudo, foram os conselhos de saúde, criados em 1990, que se tornaram o paradigma inspira- dor do desenvolvimento dos conselhos mais recentes da democracia brasi- leira (Cortes, 2011). Para Teixeira (2012: 51), os conselhos gestores “são fruto da institucionalização dos conselhos populares experimentados no Brasil a partir da década de 1980”. Também são tidos como uma conquista dos movimentos sociais pela democratização do Estado brasileiro (SGPR, 2011). Embora o princípio da participação esteja presente na Constituição de 1988, foram as legislações setoriais específicas, inicialmente, nas áreas de saúde, assistência social, trabalho e meio ambiente, que colocaram em prática esta participação, por meio de conselhos (SGPR, 2011). A partir da década de 1990, os conselhos de políticas públicas e de direitos se multiplicaram pelos municípios do país, uma vez que as transferências de recursos financei- ros federais para os níveis subnacionais de governo, principalmente nas políticas sociais, passaram a ser condicionadas, entre outros requisitos, à existência destes fóruns participativos (Teixeira, 2012). Atualmente, exis- tem conselhos para tratar de assuntos ligados a temas diversos, desde os mais tradicionais, como educação, saúde, assistência social, meio ambiente, planejamento urbano, segurança pública, a temas mais específicos, como o combate a drogas, turismo, atenção à pessoa com deficiência, entre outros. Os conselhos são formados por representantes de organizações sociais e do Poder Público, e têm o objetivo de promover a participação da socie- dade civil na formulação, implementação, monitoramento e avaliação das políticas públicas (SGPR, 2011). A maneira como esses espaços funcionam varia de acordo com o contexto de institucionalização do conselho, a forma de organização social estabelecida, a definição do papel e dos objetivos e a delimitação da sua competência e das suas atribuições (Teixeira, 2012). Ou seja, embora tenham muitas similaridades entre si, os conselhos podem apresentar diferentes regras de funcionamento, uma vez que são regidos por diferentes leis e regulações.
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A cidade e a construção sociopolítica do planejamento urbano tecnológico

A cidade e a construção sociopolítica do planejamento urbano tecnológico

Este artigo divide-se em quatro partes principais, sendo a primeira uma breve discussão dos desafios colocados ao planejamento e governança urbanos em função da gradativa fragmentação das atividades de intervenção no território urbano e da DPOTUBOUFEJmDVMEBEFFNBDPNQBOIBSPSJUNPEBTFWPMVÎÜFTUFDOPMØHJDBTOBDJEBEF Sustenta-se a ideia de fundo do artigo, sobre a maneira como as tics podem e vêm influenciando as formas de apropriação do espaço e a gestão das cidades. Segundo, a partir de uma breve caracterização da importância de compreensão do desenvolvi- NFOUPVSCBOPUFDOPMØHJDPPCTFSWBNPTDBTPTDPODSFUPTEFRVBUSPDJEBEFTNÏEJBT TFOEPEVBTOP#SBTJMVNBOB#ÏMHJDBFPVUSBOP3FJOP6OJEPDPNPPCKFUJWPEF compreender a maneira com que urbanistas e governos locais enfrentam os novos desafios, na tentativa de construção de uma abordagem integrada entre avanço tec- nológico, planejamento e gestão urbana. Com base na teoria da construção social das tecnologias, a terceira parte empreende uma análise comparativa dos quatro FTUVEPT EF DBTP 'JOBMNFOUF OBT DPOTJEFSBÎÜFT mOBJT CVTDBTF VNB TÓOUFTF QBSB melhor compreender o desafio do planejamento das cidades do futuro.
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O JOVEM COM DEFICIÊNCIA E SEUS PERCURSOS DE PARTICIPAÇÃO SOCIAL

O JOVEM COM DEFICIÊNCIA E SEUS PERCURSOS DE PARTICIPAÇÃO SOCIAL

Nos últimos quinze anos, as ações para os jovens no município estão relacionadas à criação de programas para convivência familiar, prevenção de violência, proibição da construção ou instalação de unidade de internação para adolescente, além de ações de auxílio ao Centro de Educação e Formação ao adolescente, atendimento de jovens em dependência química, conscientização de conservação de locais públicos entre outras (São Carlos, 2015). Já para a inclusão de pessoas com deficiência, apesar de em menor número, o município conta com legislações voltadas para a criação de oficinas de trabalho, ensino e profissionalização de deficientes; organização do Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência, instituição de dia comemorativo e conferência acerca do tema, acesso para os deficientes visuais às 39 correspondências oficiais e ações voltadas à acessibilidade em eventos no município (Andrade, 2015). Recentemente, a Câmara Municipal votou a favor do Código Municipal de Acessibilidade e Mobilidade Reduzida, proposta de um vereador envolvido na causa (Taconelli, 2015). No dia 25 de março de 2015, durante a 2ª Conferência Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência, houve o anúncio do projeto de lei para a criação da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida. Diante de todos os elementos apresentados, São Carlos é uma cidade relevante no estudo do jovem com deficiência e da participação social.
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27 Lee mas

Participação e insurgência no contexto do Promaben em Belém do Pará

Participação e insurgência no contexto do Promaben em Belém do Pará

Em Belém, dadas as circunstâncias de ocupação de terras e as disputas envolvendo diferentes sujeitos sociais, o poder público, buscando amenizar os conflitos, desenvolveu projetos e programas urbanísticos que visavam garantir melhorias habitacionais, mas que no fundo traziam como pano de fundo a lógica de cidade higienizada que assegura infraestrutura urbana, valoriza o território e expulsa os traba- lhadores para áreas distantes e precárias urbanisticamente. Cita-se o Programa de Recuperação das Baixadas, a Macrodrenagem da Bacia do Una, a Macrodrenagem da Bacia do Tucunduba e, mais recente- mente, a Macrodrenagem da Bacia da Estrada Nova, todos com o obje- tivo de resolver a situação do saneamento e da moradia, uma vez que nessa cidade o déficit habitacional aproximado está em 69 mil domicí- lios, com aproximadamente 70% da cidade sem saneamento básico. 4
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18 Lee mas

CRIAÇÃO DE SUINOS EM CAMA SOBREPOSTA PARA PEQUENAS PROPRIEDADES COM MÃO DE OBRA FAMILIAR

CRIAÇÃO DE SUINOS EM CAMA SOBREPOSTA PARA PEQUENAS PROPRIEDADES COM MÃO DE OBRA FAMILIAR

A produção de suínos é desenvolvida por mão-de-obra familiar. As indústrias beneficiadoras de arroz geram uma quantidade considerável de resíduos como a casca de arroz. A cama sobreposta é uma alternativa tecnológica de baixo custo e viável para a região da Fronteira Oeste. O objetivo neste trabalho foi verificar os anseios dos pequenos produtores familiares quanto aos sistemas de criação de suínos em cama sobreposta de casca de arroz. O estudo foi desenvolvido pelo Grupo de Pesquisa em Avicultura e Suinocultura - GPAS, da Universidade Federal do Pampa tanto do Campus de Itaqui quanto do Campus de Uruguaiana. O foco de ação foi às pequenas propriedades com mão-de-obra familiar na região da Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul. O GPAS participou na 44ª Expofeira, realizada de 26 de setembro a 02 de outubro no Parque de Exposições do Sindicato Rural de Itaqui com parceria da cidade de Maçambara. Para este período foi montado um estande com o objetivo de apresentar o sistema com auxílio de uma pequena unidade didático/demonstrativa do sistema de criação de suínos para a fase de creche em cama sobreposta com casca de arroz. A ocasião foi utilizada também para a distribuição de fôlderes e um questionário. Isso suscitou diálogos com 29 produtores rurais interessados no sistema e solicitação para marcar mais opções (respostas) por questão. Os pequenos produtores familiares da Fronteira Oeste necessitam de esclarecimentos e auxílio tanto na produção em si de suínos quanto à produção em cama sobreposta de casca de arroz.
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PEQUENAS E MEDIANAS EMPRESAS

PEQUENAS E MEDIANAS EMPRESAS

O feito de que as pequenas empresas carezan de persoal especializado en informática e por tanto non teñan departamentos de xestión das tecnoloxías da información pode ser un factor que ex- plique o retardo na adopción das solucións propostas polo software libre e sobre todo das solu- cións máis avanzadas, as que van máis alá das aplicacións máis habituais: ofimática, navegador, etc. Estas empresas de menor tamaño non adoptan as solucións de software libre posiblemente por descoñecemento, falta de formación e pola incerteza ante dificultades que poidan aparecer na implantación. A todo isto acrecéntase o feito de que o sector dos provedores informáticos (a canle principal de entrada das TIC nas empresas) non parece apostar de xeito decidido por en- tregar produtos e servizos baseados en software libre.
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Percepção sobre sexualidade pelos adolescentes antes e após a participação em oficinas pedagógicas

Percepção sobre sexualidade pelos adolescentes antes e após a participação em oficinas pedagógicas

A metodologia através de oficinas parece ter ampliado o conhecimento dos adolescentes mesmo por ter sido realizada em apenas uma semana. Portanto, percebe-se que este método em forma de oficina favorece espaço de discussão, de troca de experiências pessoais e do grupo, partindo da realidade para a reflexão e o debate de suas próprias práticas. Para isso, entretanto, há necessidade da continuidade das ações desenvolvidas nesta pesquisa, envolvendo assim as instituições de ensino e família.

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METODOLOGIAS DE PLANEJAMENTO E ESTUDOS PROSPECTIVOS: CONTRIBUIÇÕES PARA O SERVIÇO SOCIAL

METODOLOGIAS DE PLANEJAMENTO E ESTUDOS PROSPECTIVOS: CONTRIBUIÇÕES PARA O SERVIÇO SOCIAL

Apesar de ser uma ferramenta muito recente, os estudos prospectivos já tem sido muito utilizados em planejamentos de políticas públicas e em planificações econômicas. Diversos institutos de estudos do futuro tem sido criados como por exemplo, a Rand Corporation. No Brasil alguns órgãos já se utilizam desse instrumental para melhor planejar suas ações, em 2015 o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada realizou um estudo referente à segurança pública se utilizando de técnica de antecipação de cenários, tendo como foco a definição de cenários exploratórios, para pensar os rumos da segurança pública até o ano de 2023, o estudo foi publicado sob o título "Violência e Segurança Pública em 2023: cenários exploratórios e planejamento prospectivo".
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7 Lee mas

Avaliação de ferramentas de apoio a melhoria de processos de software em micro e pequenas empresas

Avaliação de ferramentas de apoio a melhoria de processos de software em micro e pequenas empresas

Abstract. O mercado de produ¸c˜ ao de software ´e competitivo por na- tureza. Para as micro e pequenas empresas (MPE), produtoras de soft- ware, a qualidade do produto de software ´e requisito primordial. O mel- hor caminho ´e melhorar a qualidade de seu processo de produ¸c˜ ao, apoiado por ferramentas adequadas, que catalizem a ado¸c˜ ao de boas pr´ aticas no desenvolvimento de software. Este trabalho tem como objetivo obter uma classifica¸c˜ ao de ferramentas adequadas para ado¸c˜ ao em MPE, e uma sistem´ atica de recomenda¸c˜ ao que auxilie as MPE a decidir sobre ado¸c˜ ao de ferramentas de apoio a qualidade de software. A base deste trabalho ´e a ISO/IEC 29110, que ´e uma norma de qualidade de software para as MPEs. A classifica¸c˜ ao das ferramentas de apoio foi embasada na ISO/IEC 9126, que ´e a norma que define os requisitos de qualidade e na defini¸c˜ ao do perfil da MPE. Os resultados parciais indicam que ´e poss´ıvel obter recomenda¸c˜ oes que atendam ` as necessidades de MPE, e a sistem´ atica de recomenda¸c˜ ao apresentada permite avan¸car neste sentido.
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				Saúde Web 2.0 e comunicação em saúde: a participação em comunidades virtuais em Portugal

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The birth of the web 2.0, the creation of virtual communities for patients and their interaction in cyberspace are revolutionizing health systems. This paper, which is exploratory and descriptive, analyzes this phenomenon by means of a qualitative study, the first to be carried out in Portugal, and presents the main reasons for the growth of said communities. It is concluded that the patients enter these groups due to limited time during visits to the doctor; the lack of understanding and/or of information transmitted during the meeting with the health professional; loneliness; the stigma or social exclusion. Among the chronic patients who took part in the study it is unanimously perceived that participating in these virtual communities complements personal contact, and that virtual support among peers improves doctor-patient relationships, making patients more active in the decision-making process about their health and improving their health literacy. According to the participants in the study, the main limitations for the development of virtual communities include the following: the digital divide and discrimination; the dangers of self-medication; possible circulation of inaccurate information; and the nonexistence of quality standards for health websites.
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16 Lee mas

Análise dos motivos de participação e permanência de idosos em programas de atividade física

Análise dos motivos de participação e permanência de idosos em programas de atividade física

A concepção de velhice e o envelhecimento variam conforme os tempos históricos, as culturas e subculturas, as classes sociais, as condições educacionais, as histórias de vida pessoais, os estilos de vida, os gêneros, as profissões e as etnias, dentre outros elementos que conformam as trajetórias de vida dos indivíduos e grupos (Neri e Debert, 1999) em outras palavras, o modo com que cada um envelhece, varia de acordo com suas experiências de vida, no entanto, em função de preconceitos estereótipos associados a esta fase da vida, a sociedade automaticamente julga-os como funcionalmente dependentes e com capacidades físicas reduzidas, rotulando-os como incapazes de viverem com qualidade de forma independente.
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11 Lee mas

Alternativas de desarrollo urbano arquitectonicas para pequenas comunidades, en Omitlan de Juarez, Hidalgo : conjunto Omitlan mercado de abasto

Alternativas de desarrollo urbano arquitectonicas para pequenas comunidades, en Omitlan de Juarez, Hidalgo : conjunto Omitlan mercado de abasto

Durante la decada de los cuarenta, en Mexico se da un gran impulso a la industria, lo cual produce un aumento de empleos en fabricas y empresas, lo que repercute de manera muy significat[r]

111 Lee mas

O Princípio Cooperativo das Portas Abertas e a participação de pessoas jurídicas em Cooperativas no Brasil

O Princípio Cooperativo das Portas Abertas e a participação de pessoas jurídicas em Cooperativas no Brasil

No Direito Brasileiro, onde a participação de pessoas jurídicas em Cooperativas é possível em caráter excepcional, os órgãos de fiscaliza- ção tributária tendem ao entendimento restritivo em relação à associa- ção de pessoas jurídicas. Essa restrição encontra razão no conceito de «Ato Cooperativo», instituto ao qual a Constituição Federal atribui tra- tamento tributário adequado e é restrito às operações realizadas entre Cooperativas e seus associados. Nesse sentido, considerar a possibili- dade de associação de pessoas jurídicas em cooperativas acarreta reco- nhecer como «Ato Cooperativo» tais relações.
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12 Lee mas

O IMPACTO DA PARTICIPAÇÃO EM GRUPOS DE PESQUISA NA FORMAÇÃO ACADÊMICA: RELATO DE EXPERIÊNCIA

O IMPACTO DA PARTICIPAÇÃO EM GRUPOS DE PESQUISA NA FORMAÇÃO ACADÊMICA: RELATO DE EXPERIÊNCIA

os mesmos são estimulados para participar das atividades propostas, bem como em eventos por meio da apresentação de trabalhos. Assim pode ser verificada a melhora na escrita científica, tanto para as atividades de pesquisa, quanto para os trabalhos acadêmicos e práticas curriculares. A bagagem de conhecimentos nos grupos favorece também a articulação dos acadêmicos e sua inserção nas realidades de saúde que participam. Concomitante a isso, um grupo de pesquisa produz resultados satisfatórios aos estudantes, pois quanto antes os mesmos começarem a participar percebe-se a influência no ensino- aprendizagem, associando a teoria com o campo prático, estimulando a construção de um profissional crítico-reflexivo. Assim, os grupos de pesquisa se constituem como um lugar onde se constrói conhecimentos e se edificam profissionais da saúde mais humanizados, reflexivos, críticos e comprometidos com o repensar de sua prática profissional, sempre pensando no bem que proporcionarão para si, sua equipe e seus/suas pacientes.
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7 Lee mas

Diversidade e fitossociologia de fragmentos de floresta com Araucária em pequenas propriedades rurais no Estado do Paraná – Brasil

Diversidade e fitossociologia de fragmentos de floresta com Araucária em pequenas propriedades rurais no Estado do Paraná – Brasil

Na FLONA de Irati, estado do Paraná, Roik (2012) relatou que a espécie com maior IVI foi A. angustifolia com 13,12%, para o ano de 2011, seguida de I. paraguariensis (6,68%) e O. odorifera (6,31%). Na presente pesquisa, apesar de I. paraguariensis ser encontrada em todos os fragmentos, ela foi a décima espécie mais importante, mas apenas no Fragmento 6, enquanto que O. odorifera ocorreu somente no Fragmento 3, não sendo caracterizada como espécie com elevado IVI. Higuchi et al. (2012) encontrou para um fragmento de mais de 100 ha no município e Lages, SC, a A. angustfolia como a espécie mais importante também, representando 8,43%. Esta espécie se destaca em função de sua copa típica dominante, porém a caracterização da FOM dá-se também pela associação de diversas espécies de folhosas que ocupam os estratos verticais abaixo das copas de Araucárias (Higuchi et al., 2012).
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12 Lee mas

EXTRAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DE CAFEÍNA EM ERVAS-MATE (ILEX PARAGUARIENSIS) DE DIFERENTES CIDADES DE SANTA CATARINA

EXTRAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DE CAFEÍNA EM ERVAS-MATE (ILEX PARAGUARIENSIS) DE DIFERENTES CIDADES DE SANTA CATARINA

O uso da erva-mate (Ilex paraguariensis) difundiu-se principalmente nas regiões subtropicais do mundo, onde essa espécie é nativa. Entre os diversos componentes químicos que constituem a erva-mate existe uma classe de compostos que destacam-se devido a seu elevado potencial estimulante, as metilxantinas, tendo como principal representante a cafeína. Na literatura, encontra-se que a constituição da erva-mate pode variar de acordo com as cidades onde são cultivadas, assim, a presente pesquisa teve como objetivo a extração e quantificação da cafeína presente em ervas-mate de diferentes cidades de Santa Catarina, sendo elas Rio das Antas, Canoinhas, Catanduvas, Jaborá e Itaiópolis. Adotou-se dois processos para a extração: extração sólido-líquido (mistura de carbonato de cálcio, erva-mate e água) e extração líquido-líquido (clorofórmio e extrato), em seguida, as amostras foram recristalizadas. Os solventes obtidos durante o processo de extração foram recuperados no evaporador rotativo para serem reutilizados. As amostras tiveram seus rendimentos calculados com a finalidade de comparação da quantidade de cafeína entre as cidades. Constatou-se que as quantidades variam dependendo do local de cultivo. Para caracterização utilizou-se a espectroscopia na região do infravermelho e a cromatografia de camada delgada (TLC). Notou-se, com a caracterização que as amostras apresentaram um alto grau de pureza.
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36 Lee mas

Globalização e desafios urbanos : políticas públicas e desigualdade social nas cidades brasileiras

Globalização e desafios urbanos : políticas públicas e desigualdade social nas cidades brasileiras

inserção submissa na nova divisão internacional do trabalho, o Estado brasileiro sacrifica as possibilidades de acesso aos requisitos elementares de construção de uma sociedade saudável, educada e consciente. Enquanto a minoria mais rica vê crescer exponencialmente sua participação na renda nacional, grandes porções das classes médias juntam-se à ampliação dos setores de pobreza, num modelo de crescimento que, baseado em exportações de commodities, prescinde de um mercado interno dinâmico, ao mesmo tempo em que oferece como vantagem comparativa a degradação do trabalho. Como se falar em diminuição de desigual- dades sociais quando o salário mínimo nacional tende a valores cada vez mais desfavoráveis em relação aos demais países, os níveis de desemprego são elevados e a proteção social praticamente inexistente? Enquanto a remuneração do sistema financeiro coloca cada vez mais os bancos nacionais entre os mais bem sucedidos do mundo, grandes parcelas da população devem se contentar com a reprodução tendencialmente negativa das condições de vida, amainada por uma soma de re- cursos que, na melhor das hipóteses, evita a degradação absoluta. Os esboços de programas de reciclagem ou de reinserção da força de trabalho, únicos capazes de romper o circuito da dependência dos favores pretensamente estatais, ficaram sem recursos. A conciliação entre as rivalidades sociais pretende ser realizada a partir da construção da imagem de liderança carismática unificadora, acima das práticas reais e das evidências sociais (Gullar, 2008). Se os dados da realidade apresentam- se de forma pouco defensável, coloca-se, então, a necessidade da construção de uma segunda versão, o que requer a administração científica da informação. Esta- belece-se, assim, uma cumplicidade com os grupos econômicos que controlam os meios de comunicação, que passam a ter um papel estratégico na elaboração do ideário cultural nacional.
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19 Lee mas

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