PDF superior Previsão de Ruído de Tráfego Ferroviário em Portugal

Previsão de Ruído de Tráfego Ferroviário em Portugal

Previsão de Ruído de Tráfego Ferroviário em Portugal

Foi tomado por base o modelo FERR+ desenvolvido em anos anteriores pela equipa do CAPS/IST e já testado em diversos estudos efectuados. No âmbito do presente trabalho, foi desenvolvida uma extensa campanha de medições de emissão sonora de todos os tipos de comboios que circulam em Portugal. Foi desenvolvida uma nova ferramenta previsional, FERR3, tendo sido efectuado um vasto programa de testes de validação e aferição do modelo.

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Previsão do Nível de Ruído Ambiental na Zona de Intervenção do Programa Polis em Castelo Branco

Previsão do Nível de Ruído Ambiental na Zona de Intervenção do Programa Polis em Castelo Branco

Na figura 1 colocada em anexo, encontram-se ambas, a área abrangida pelo mapa e a área de estudo. A área considerada para o estudo de previsão do nível de ruído ambiental, inclui a zona de intervenção do Programa POLIS em Castelo Branco, delimitada a azul escuro. A área de estudo é contudo mais abrangente. De facto, a área para a qual se pretende construir o mapa de ruído poderá não ser exactamente igual à área de estudo, dado que poderão existir fontes de ruído fora da área do mapa susceptíveis de influenciar os seus níveis sonoros.
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AVALIAÇÃO DA EFICÁCIA DAS MEDIDAS DE MINIMIZAÇÃO DE IMPACTES AMBIENTAIS IMPLEMENTADAS EM PORTUGAL, NA COMPONENTE ACÚSTICA DO AMBIENTE

AVALIAÇÃO DA EFICÁCIA DAS MEDIDAS DE MINIMIZAÇÃO DE IMPACTES AMBIENTAIS IMPLEMENTADAS EM PORTUGAL, NA COMPONENTE ACÚSTICA DO AMBIENTE

Durante as medições, deverão ser registados parâmetros complementares, como por exemplo, os volumes de tráfego e percentagem de pesados, a velocidade média de circulação dos veículos ligeiros e pesados e as condições meteorológicas. Em alternativa à realização de uma campanha de monitorização baseada em medições, poder-se-á recorrer a modelos de previsão do ruído de tráfego rodoviário, reportados a um período temporal de previsão de um ano. Caso a rodovia apresente marcadas flutuações sazonais de tráfego, deverá ser efectuada uma previsão adicional, reportada ao mês mais critico. Esta metodologia é considerada preferencial para troços rodoviários extensos e com volumes de tráfego (TMDA) superiores a 16500 veículos, e/ou com muitos receptores e em situações de exposição diversas) [6]. Neste caso, é sempre necessário a realização de validações do modelo de previsão utilizado, em determinados pontos, os quais se devem localizar junto dos receptores sensíveis, ou em pontos onde as previsões estão próximas dos limites das disposições legais.
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Cartografia de Ruído em Grandes Cidades

Cartografia de Ruído em Grandes Cidades

a cartografia de ruído. Actualmente, encontra-se em fase final de desenvolvimento o projecto Harmonoise cujo objectivo é a definição de um novo método de cálculo para emissão e propagação de ruído de tráfego rodoviário e ferroviário que será tomado como método harmonizado de previsão por todos os estados membros, a partir de 2007. Entretanto, os métodos de cálculo a adoptar na elaboração dos mapas de ruído deverão ser os métodos aprovados a nível nacionais ou os recomendados na Directiva ou similares.

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Vias de tráfego rodoviário Critérios de amostragem para caracterização do ruído

Vias de tráfego rodoviário Critérios de amostragem para caracterização do ruído

Para o caso particular das grandes infra-estruturas de transporte rodoviário é comum existir informação detalhada sobre o tráfego, nomeadamente quando se trata de rodovias com portagens. Nestas situações os processos de monitorização baseados apenas em medições são longos e onerosos, podendo ser substituídos por modelos de previsão credíveis devidamente aferidos.

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Situação Actual da Acústica Ambiental e da Edificação Acusticamente Sustentável, em Portugal Jorge Patrício

Situação Actual da Acústica Ambiental e da Edificação Acusticamente Sustentável, em Portugal Jorge Patrício

Neste sentido, cada município deve ter disponível um mapa de ruído das suas urbanizações existentes ou previstas, elaborado de acordo com directrizes emitidas pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA). E, em consequência da definição administrativa de uso e do seu cruzamento com os valores identificados pelos mapas de ruído, deverão elaborar planos de redução de ruído de molde a enquadrar o ruído existente com os valores previstos na lei. Caso não haja conformidade legal, não pode ser autorizada o desenvolvimento de novas urbanizações. Todavia, em zonas consolidadas, quando for de todo impossível reduzir o ruído ambiente recorrendo às acções primárias, como seja a gestão do tráfego, alteração de pavimentação, barreiras, etc., permite-se que haja possibilidade de ter valores dos indicadores de ruído ambiente, superiores em 5 dB(A) aos limites legais, impondo-se no entanto que as fachadas dos edifícios tenham neste caso um isolamento superior em 3 dB para se garantir o mesmo nível de conforto interior para o residente.
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Em Busca dos Melhores Limites Legais de Ruído Ambiente

Em Busca dos Melhores Limites Legais de Ruído Ambiente

o Desvantagens: Não é consensual, por exemplo, que o tráfego ferroviário seja menos incomodativo que o tráfego rodoviário – como sugere a referência [10] – o que abre espaço à possibilidade de injustiças. Por outro lado, se os limites individuais, por tipo de fonte, não forem complementados com uma limitação global, para o caso da coexistência de vários tipos de fonte, podem ocorrer valores globais significativamente elevados e indesejados. Por exemplo, no caso Francês, permitir, para a L den , a existência de níveis de 68 dB(A) para tráfego rodoviário, 73 dB(A) para
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AVALIAÇÄO DA ESTRUTURA COGNITIVA DOS INDIVÍDUOS FACE AO RUÍDO DE TRÁFEGO RODOVIÁRIO EM ZONAS URBANAS

AVALIAÇÄO DA ESTRUTURA COGNITIVA DOS INDIVÍDUOS FACE AO RUÍDO DE TRÁFEGO RODOVIÁRIO EM ZONAS URBANAS

A partir da análise dos resultados deste estudo é possível verificar que a percepção dos indivíduos relativamente ao ruído de tráfego urbano se subdivide entre um factor de apreciação qualitativa que mistura alguns indicadores relacionados com a amplitude (presente em todas as análises efectuadas), um factor relacionado com a estrutura temporal do sinal sonoro (factor este que assume sempre particular importância), um terceiro factor relacionado com características psicoacústicas do sinal (designado por Timbre), e um factor relacionado com a intensidade do estímulo, designado por intensidade. No caso do ruído de tráfego ferroviário, o factor intensidade não assume uma importância significativa, existindo somente três factores (apreciação, estabilidade temporal e timbre), enquanto que no ruído de tráfego aéreo esta subdivisão é mais explícita. De entre os vários factores encontrados na estrutura cognitiva de apreciação dos vários tipos de estímulos sonoros (tráfego urbano, tráfego rodoviário, tráfego rodoviário e tráfego aéreo), a estrutura temporal do sinal é a dimensão comum a todos os estímulos e presente em todas as estruturas, apresentando também uma elevada consistência interna e fiabilidade estável. A dimensão da apreciação qualitativa, que mistura alguns indicadores relacionados com a amplitude, apesar de também estar presente em todas as análises efectuadas, não revela a estabilidade desejada no que se refere à consistência interna da dimensão, apesar de ser um dos factores de maior peso na explicação da variância total do diferencial semântico.
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A REDUÇÃO NO RUÍDO RODOVIÁRIO COM A UTILIZAÇÃO DE PAVIMENTOS DE BAIXO RUÍDO

A REDUÇÃO NO RUÍDO RODOVIÁRIO COM A UTILIZAÇÃO DE PAVIMENTOS DE BAIXO RUÍDO

O estudo desenvolve-se ao longo de uma extensão de 3km numa via urbana no centro da cidade de Braga (Portugal), reabilitada recentemente. O perfil da estrada caracteriza-se por duas faixas de rodagem com duas vias de tráfego em cada sentido. A estrutura do pavimento é do tipo semi-rígido, sendo constituído por uma camada de base estabilizada com cimento, uma camada de regularização em betão betuminoso e por três tipos de camada de desgaste. Uma das camadas é feita em betão betuminoso de desgaste convencional (BB 0/12) com 4cm de espessura. As outras duas foram especialmente concebidas para minimizar o ruído de contacto pneu/pavimento, sendo constituídas por misturas abertas (MA1 e MA2) com 3cm de espessura. A mistura MA1 tem a característica adicional de ser mais resistente a esforços de tracção, tendo sido colocada numa zona de curvas sucessivas (Figura 1).
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AVALIAÇÃO DA PERCEPÇÃO DE MEDIDAS DE MINIMIZAÇÃO PARA O RUÍDO DE TRÁFEGO RODOVIÁRIO EM ZONAS URBANAS

AVALIAÇÃO DA PERCEPÇÃO DE MEDIDAS DE MINIMIZAÇÃO PARA O RUÍDO DE TRÁFEGO RODOVIÁRIO EM ZONAS URBANAS

De entre os vários descritores ambientais, o ruído é uma das principais causas da degradação da qualidade do ambiente urbano, derivado em parte, de a sua presença poder ser imediatamente apercebida pelo ser humano, e ser também facilmente conotada de incomodativa, ao contrário do que sucede, por exemplo, com os poluentes atmosféricos cujos efeitos nocivos passam muitas vezes despercebidos. São inúmeras as fontes sonoras fixas ou móveis, temporárias ou de carácter permanente que influenciam o ambiente sonoro das zonas urbanas. No entanto, o tráfego rodoviário constitui a fonte de ruído mais generalizada e importante em áreas urbanas. Esta hipótese é sustentada, em primeiro lugar, pelos resultados das medições dos níveis sonoros correspondentes e pela incomodidade induzida pelo ruído de tráfego rodoviário nos habitantes das zonas urbanas [2]. Em segundo e terceiro lugar de importância, surgem, respectivamente, o ruído de tráfego aéreo e de tráfego ferroviário. Outras fontes importantes para o ambiente sonoro em zonas urbanas inserem-se nas actividades industriais e nos trabalhos de construção civil, embora esta última fonte esteja mais irregularmente distribuída e tenha um carácter temporário. Finalmente, no espaço urbano existe uma grande variedade de outras fontes sonoras, decorrentes da actividade humana e geralmente caracterizadas pela sua natureza esporádica e singular, como por exemplo, as sirenes das ambulâncias, os sinais sonoros provocados por sistema contra-intrusão e os sistemas centralizados de ventilação de edifícios.
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EUROPEAN SYMPOSIUM ON UNDERWATER ACOUSTICS APPLICATIONS EUROPEAN SYMPOSIUM ON SUSTAINABLE BUILDING ACOUSTICS AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO ACÚSTICO DE UMA FACHADA ESTRUTURADA EM LIGHT STEEL FRAMING POR MEIO DE DIFERENTES METODOLOGIAS

EUROPEAN SYMPOSIUM ON UNDERWATER ACOUSTICS APPLICATIONS EUROPEAN SYMPOSIUM ON SUSTAINABLE BUILDING ACOUSTICS AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO ACÚSTICO DE UMA FACHADA ESTRUTURADA EM LIGHT STEEL FRAMING POR MEIO DE DIFERENTES METODOLOGIAS

Os alto-falantes possuem diferentes requisitos para utilização. A norma ISO orienta para um alto- falante que seja capaz de emitir um ruído cujas pressões sonoras entre as frequências não sejam diferentes em mais de 5dB, podendo chegar a 10dB caso uma das dimensões possua mais que 5,00m. Pesquisadores demonstram que os requisitos da norma internacional não são suficientes para a especificação do correto alto-falante [16]. A norma norte-americana, por sua vez, orienta para que um nível de pressão sonora emitido por um alto-falante à 2000Hz com inclinação de 45º possua, no máximo, 6dB que o mesmo nível emitido com a inclinação normal (90º). Ambas as recomendações para o alto-falante foram respeitadas.
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Planos Integrados de Controlo de Ruído Industrial

Planos Integrados de Controlo de Ruído Industrial

Este tipo de ferramenta torna-se ainda uma mais valia em empresas que, devido a complexos sistemas produtivos, não tem a possibilidade de efectuar paragens de funcionamento total, de forma a avaliar critérios impostos por regulamentação nacional. Para tal análise, os modelos podem ainda simular o ruído produzido pelas restantes variáveis da envolvente (rede viária, outras indústrias), de forma a poder-se determinar o ruído de fundo afecto a estas últimas, sem necessárimente ter de efectuar uma paragem de forma a quantificar esse nível sonoro através de medições pontuais em pontos receptores. Por outro lado é também possível com estes modelos, e na impossibilidade de paragem total das actividades ruidosas alvo de análise, efectuar-se um cálculo dos níveis de ruído residual de longa duração utilizando para isso os valores calculados do ruído particular da actividade e medições de ruído ambiente de validação do modelo.
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Análise de Ruído em Instalações Eletro - Mecânicas de Saneamento

Análise de Ruído em Instalações Eletro - Mecânicas de Saneamento

Por outro lado tem-se uma construção da mesma época da citada anteriormente, construída abaixo do nível do solo, onde situam-se os conjuntos motobombas, com acesso através de escada na forma circular e pequenas lajes inclinadas que auxiliam na mitigação do ruído. Dentre as estações pesquisadas, este tipo de solução sem dúvida revelou-se o mais engenhoso, uma vez que, conforme comprovam as medições efetuadas próximas as residências no entorno; o nível de ruído produzido é mínimo, até mesmo o ruído ambiente é superior ao ruído produzido pelos conjuntos motobombas instalados. Outra vantagem percebida é a total impossibilidade de depredações - fato corriqueiro em instalações de saneamento - por estarem as mesmas abaixo do nível do terreno.
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Ruído em Cidades – Estratégias de Gestão e Redução

Ruído em Cidades – Estratégias de Gestão e Redução

Os diferentes países têm vindo a adoptar diversas estratégias de controlo e redução de ruído no sentido de contrariar o conflito entre desenvolvimento e agressão ambiental, no que diz respeito ao ruído. Tal tem passado por legislações crescentemente mais exigentes. Portugal tem sido, neste aspecto, relativamente pioneiro. Primeiro, por ter aprovado o Regulamento Geral sobre o Ruído em 1987 [1] bastante abrangente para a época. Depois, com a publicação do Regime Legal sobre a Poluição Sonora em 2000 [2], considerado como um dos melhores enquadramentos legais sobre o ruído a nível europeu. Outros países têm, no entanto, tido uma acção mais eficazes no que diz respeito à gestão do ruído ambiente em espaços urbanos e a intervenções práticas para redução de ruído.
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RUÍDO DE EQUIPAMENTOS ELECTROMECÂNICOS EM ESPAÇOS OCUPADOS

RUÍDO DE EQUIPAMENTOS ELECTROMECÂNICOS EM ESPAÇOS OCUPADOS

Com o aumento actual do ênfase sobre o conforto sensorial, o “conforto acústico” e a “qualidade sonora” têm vindo a tornar-se cada vez mais importantes no estabelecimento de novos critérios de avaliação visando a análise das reclamações relativas à ocorrência de ruído excessivo e intrusivo. Os critérios de avaliação de ruído em edifícios, e em espaços ocupados, ganharam importância relevante por volta de 1920, desde que foi reconhecido que o ruído poderia condicionar negativamente os ocupantes de edifícios, tanto em termos de produtividade, como em termos de incomodidade. Os critérios acústicos foram assim criados como forma de providenciar um método relativamente simples de determinar se uma reclamação devida a ruído excessivo deveria ser considerada válida. À medida que os métodos de avaliação foram sendo desenvolvidos, foram também sendo entendidas as características necessárias para se atingir um ambiente acústico satisfatório, culminando no aumento da complexidade desses critérios. Dado o conhecimento dos critérios e da avaliação resultante da aceitabilidade acústica de um determinado ambiente particular, tornou-se também possível especificar critérios acústicos para determinadas ocupações previstas, em espaços interiores de edifícios.
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A união de facto em Portugal.

A união de facto em Portugal.

em economia comum), «a situação de pessoas que vivam em comunhão de mesa e habitação há mais de dois anos e tenham estabelecido uma vivência em comum de entreajuda ou partilha de recursos». Aliás, é precisamente este aspeto que distingue a união de facto do chamado concubinato duradouro, a que alude o art. 1871º, n.º 1 do C. Civil, uma vez que neste, não há comunhão de mesa e habitação, verificando-se apenas um relacionamento sexual estável [Jorge Duarte Pinheiro, in obra citada, p. 653.]. Assim, decidiu o Tribunal: “1 . A união de facto pressupõe, além do mais, que exista intimidade, a maior parte das vezes sexual, entre os unidos. 2 . Alegando a ré que vivia em união de facto com um homem, entretanto falecido, sem aludir expressamente a intimidade entre eles, mas referido que coabitaram a mesma casa, vinham observando os deveres próprios do casamento, nomeadamente o de fidelidade, se respeitavam mutuamente e não tiveram, em todo o tempo que durou a coabitação qualquer outra relação ou compromisso pessoal, deve considerar-se – atenta a necessária elasticidade processual em benefício do fundo sobre a forma – que está alegada a intimidade aludida em 1.” Vide, com conclusões diferentes, o Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça, de 22 de Março de 2018, [Processo: 6380/16.9T8CBR.C1.S1]: “É que, caracterizando-se esta convivência pela situação de pessoas que vivam em comunhão de mesa e habitação, com base num lar em sentido familiar, moral e social e com base numa economia doméstica comum, o que ressalta da factualidade supra descrita é, conforme se afirma na sentença proferida pela Tribunal de 1ª Instância, que a ré pernoitava na casa do BB, sita no n.º … r/c, mas manteve sempre a sua casa, onde conservou os seus objectos e pertences, o que é bem sintomático de que não sentia aquela casa como sua. Acresce que, não obstante ter alegado, a ré não logrou provar, tal como lhe competia, nos termos do disposto no art. 342º, nº 1 do C. Civil, que: «a Ré e o BB tenham passado a fazer toda a vida de casal, na Rua …, nº … r/chão; a R. tenha mantido o arrendamento da casa sita na Rua ..., nº ...-1º para acautelar a possibilidade de DD pode querer vir para ali morar; a casa sita na Rua …, nº …- 1º servisse como uma casa para os amigos ficarem a dormir e que o BB pernoitasse em casa da Ré», o que tudo é bem ilustrativo do que se acabou de afirmar”.
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Literatura e ensino em Portugal

Literatura e ensino em Portugal

Na Prefação à terceira parte (1897) – Leituras Portuguesas para uso da 3ª classe dos Liceus - Adolfo Coelho ressalva que encontrou "dificuldades da mesma natureza das que se nos ofereceram ao coligir as partes anteriores, ainda que, geralmente, em grau menor, por ser destinada a alunos já mais adiantados em conhecimentos e desenvolvimento intelectual" (1897: VI). Reitera que, após largas investigações na literatura nacional, aproveitou todos os trechos que lhe pareceram mais apropriados, justificando: "tudo podíamos fazer, menos preencher grandes lacunas, que existem naquela literatura, aliás rica sob vários aspectos" (1897: VI). Para este volume deu preferência a textos relativos à História dos Descobrimentos, designadamente roteiros e narrativas de viagem. Para o efeito, fez uso de textos de Damião de Góis, autor que deveria ser introduzido mais tarde. Alguns textos são longos, mas correspondem a relatos. Argumenta Adolfo Coelho que "dum trecho ser longo ou curto não se conclui a sua falta de valor ou o seu valor pedagógico" (1897: VII). Lembra que há pedagogos que recomendam resumos de Robinson Crusoe, ou da Odisseia e de Heródoto, com mais de quarenta páginas. Ele procurou apresentar em cinquenta e seis páginas da autoria de Damião de Góis, "a Odisseia real dos nossos descobridores" (1897: VII).
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TítuloRecursos geotérmicos e seu aproveitamento em Portugal

TítuloRecursos geotérmicos e seu aproveitamento em Portugal

Em Portugal, após o primeiro choque petrolífero de 1973, tem-se falado dos re- cursos geotérmicos do País. No entanto, o respectivo aproveitamento continua em es- tado embrionário. Por isso, urge dinamizá- lo dentro das limitações do respectivo po- tencial que está praticamente reconhecido. O primeiro autor [JMC] teve a honra de pertencer ao Grupo Temático de Geotermia, do Fórum das Energias Renováveis em Por- tugal, organizado em 2001/2002 pela ADENE – Agência para a Energia. Do trabalho de todos os grupos temáticos, coordenados pelo Doutor Hélder Gonçalves, resultou a edição de um relatório síntese (ANON., 2001) e do volume final (GONÇALVES et al., 2002) que inclui o material coligido e aponta as medidas, que na óptica dos membros do Fórum, devem ser lançadas para dinamizar o sector da Energias Renováveis em Portugal.
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Modelamento matemático da emissão sonora em rodovias federais que adentram Áreas urbanas

Modelamento matemático da emissão sonora em rodovias federais que adentram Áreas urbanas

Este trabalho refere-se a um estudo do problema do ruído do tráfego de veículos em rodovias que se transformaram em grandes avenidas na cidade de Curitiba, sob os aspectos dos níveis de ruídos medidos e dos impactos sofridos pela comu- nidade. Nas principais rodovias que adentram o perímetro ur- bano de Curitiba, foram medidos simultaneamente os níveis de ruído, fluxo de veículos e composição do tráfego e então fo- ram desenvolvidos modelos matemáticos capazes de estimar esses níveis de pressões sonoras. Foram comparados os valo- res medidos com os calculados pelos modelos matemáticos, bem como com os calculados segundo a norma alemã RLS- 90. Foi então constatada a validade dos modelos matemáticos desenvolvidos, bem como a aplicabilidade do método de cál- culo proposto pela norma alemã RLS-90. Finalmente, foram confrontados os valores médios dos níveis do ruído de tráfego nas proximidades dessas rodovias, com limites estabelecidos pela lei municipal 8583/1995, que determina níveis admissí- veis do ruído urbano, e ficou constatado que as pessoas que vi- vem ou trabalham nessas áreas estão expostas a níveis de ruí- do que excedem os limites permitidos pela lei.
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A devoção e a peregrinação jacobeias em Portugal

A devoção e a peregrinação jacobeias em Portugal

48 Por volta do ano 1100, o Abade deste mosteiro, Pedro Afonso, foi à Terra Santa, talvez acompanhando o Con- de D. Henrique, “quando [este] foi em socorro dos conquistadores de Jerusalém”. Uma vez aí, “intentou … fazer um furto não menor que de um tesouro celestial, qual era a cabeça do sagrado Apóstolo S. Tiago, e isto com intento de a reunir a seu sagrado corpo em Compostela”, para o que “teve licença e mandado de Deus especial”, preparando-se “com jejuns e orações”. Já de posse da relíquia, “partindo-se o Abade para Hespanha, ao passar por Carrión, corte da rainha Dona Urraca, mãe do imperador D. Afonso VII, … esta princesa com alguma força lhe roubou a jóia tão preciosa, depositando-a em um mosteiro daquela vila. Porém, correndo alguns anos, foi restituída pela mesma rainha à igreja do Apóstolo S. Tiago de Compostela … [a] preciosíssima e mui estimável relíquia que ao dito Abade do nosso mosteiro de Carvoeiro se deve” (Benedictina Lusitana, II, 110-111). 49 “Como todos os conventos, também este tinha de receber e apoiar os peregrinos de Santiago de Compostela, que
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