PDF superior Procedimento de validação de distribuição clássica no Centro Hospitalar de São João, EPE

Procedimento de validação de distribuição clássica no Centro Hospitalar de São João, EPE

Procedimento de validação de distribuição clássica no Centro Hospitalar de São João, EPE

84 requisições que implicam justificação ou prescrição médica, são efectuadas pela segunda via. O processo de validação a que são sujeitas, varia consoante as características do modelo de requisição. Nas requisições de ambulatório é necessário prestar um cuidado especial ao inserir o código e o número do cartão do subsistema de saúde do doente correspondente, sob pena de os encargos relativos à medicação cedida não serem reembolsados à entidade hospitalar. Os pedidos de reposição de stock em papel deveriam ser substituídos pelo formato electrónico, o que implicaria uma requisição estruturada, com o preenchimento de campos obrigatórios, simplificando assim todo o processo de validação, agilizando a dispensa da medicação. Esta solução seria deveras útil na requisição de medicamentos sujeitos a Justificação ou Prescrição Médica, o que implicaria o preenchimento dos dados relativos a estes documentos para o enfermeiro poder prosseguir com o pedido de reposição. Mais ainda, não só a equipa de enfermagem não necessitaria de conhecer os medicamentos que têm essa obrigatoriedade, como a Justificação poderia ser imediatamente encaminhada para a Direcção Clínica, quando necessário. Para além disso, por facilitar a leitura da requisição, seria um contributo para a redução de erros de medicação. Não obstante, evitaria deslocações desnecessárias dos AO aos SF, reduziria o desperdício de papel e a necessidade de infraestruturas de arquivo de documentação. A principal limitação deste estudo foi o facto de somente terem sido observados os procedimentos anteriormente descritos, ao invés de realizados na prática.
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Procedimento de distribuição de estupefacientes e psicotrópicos no Centro Hospitalar de São João, EPE

Procedimento de distribuição de estupefacientes e psicotrópicos no Centro Hospitalar de São João, EPE

E-mail: chrystelle@sapo.pt Resumo Introdução: A distribuição de medicamentos estupefacientes e psicotrópicos exige um tipo de distribuição especial, dada as suas características particulares. Neste sentido, por imposição legal e pelas características do próprio medicamento é necessário um circuito especial de distribuição, encontrando-se implementada no Centro Hospitalar de São João, EPE (CHSJ, EPE) a distribuição mista. A distribuição mista inicia-se com uma prescrição médica por doente, sendo a dispensa da medicação feita por Serviço Clínico (SC) quando o stock do mesmo se encontra com níveis mínimos, procurando repôr as quantidades que já foram consumidas. Este trabalho pretende uma análise pormenorizada do procedimento de distribuição de estupefacientes e psicotrópicos nesta instituição, dando a conhecer os cuidados especiais envolvidos.
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Procedimento de distribuição de hemoderivados no Centro Hospitalar de São João, EPE

Procedimento de distribuição de hemoderivados no Centro Hospitalar de São João, EPE

Introdução: A distribuição de Hemoderivados está associada a um circuito especial e que dá cumprimento ao Despacho Conjunto nº 1051/2000 (2ª série) de 14 de Setembro, publicado no Diário da República nº 251 de 30 de Outubro 2000 que regula o registo de medicamentos derivados do plasma. Isto acontece devido à natureza destes medicamentos que, por serem derivados do plasma humano, acarretam risco biológico, sendo sempre acompanhados de certificados de análise emitidos pelo INFARMED e que asseguram a sua segurança. Todas as actividades referentes à requisição, distribuição e administração de Hemoderivados têm de ser registadas num modelo de registo oficial, o que torna mais fácil a rastreabilidade da medicação dispensada e leva a um maior controlo desta. Desde a prescrição médica até à administração da medicação existem diversos passos que têm de ser realizados e que envolvem o preenchimento da requisição oficial, sendo indispensável a realização de todas as tarefas com o maior cuidado de forma a possibilitar uma dispensa de medicação correcta e eficaz, seguindo todos os parâmetros legislados.
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Dispensa de medicação em dose unitária: a realidade no sistema semiautomático Kardex® dos serviços farmacêuticos do Centro Hospitalar de São João, EPE.

Dispensa de medicação em dose unitária: a realidade no sistema semiautomático Kardex® dos serviços farmacêuticos do Centro Hospitalar de São João, EPE.

45 1. Introdução A distribuição de medicamentos representa um processo fundamental no circuito do medicamento, tendo como objetivo garantir uma utilização segura, eficaz e racional do medicamento, bem como minimizar os custos e os erros associados à dispensa e administração deste aos doentes [1,2]. Entre os Sistemas de Distribuição de Medicamentos implementados a nível hospitalar, o Sistema de Distribuição por Dose Unitária, apesar de tardiamente implementado, é o que se tem mostrado mais adequado para um correto seguimento da terapêutica farmacológica do doente, uma vez que cabe aos Serviços Farmacêuticos interpretar e validar a prescrição médica, dando origem ao perfil farmacoterapêutico do doente. A dispensa de medicamentos em dose unitária compreende a disponibilização em dose individualizada e em dose unitária, sendo que a dose individualizada corresponde à quantidade de medicamento que se encontra numa embalagem individual, devidamente identificada com informações como Denominação Comum Internacional (DCI), dosagem, prazo de validade, enquanto a dose unitária corresponde à dose de medicamento prescrita para um determinado doente, para ser administrada de uma só vez, a determinada hora [3]. Apesar da importância reconhecida deste Sistema de Distribuição de Medicamentos existem por vezes situações que complicam a implementação deste sistema, como por exemplo a necessidade de proteção da luz, medicamentos em embalagens multidose ou sem identificação individualizada, que tornam necessário uma prévia reembalagem para posterior utilização no Sistema de Distribuição por Dose Unitária; necessidade de manipulação de determinados medicamentos, para suprir necessidades, como por exemplo em Pediatria, em que não existem no mercado todas as dosagens e/ou formas farmacêuticas necessárias para a terapêutica desejada. Para além destas desvantagens expostas, a implementação deste exige um elevado investimento inicial de materiais, equipamentos, infraestruturas e recursos humanos e requer uma maior disciplina na sua implementação e funcionamento além de ser um processo muito moroso [4]. No Centro Hospitalar de São João, EPE (CHSJ) a preparação da DID e DIDDU pode ser efetuada manualmente ou por método semiautomático (Kardex ® , FDS ® , Kardex ® de Frio). Interessa neste caso, tendo em conta o tema do presente
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A certificação de serviços de informação em instituições hospitalares: o caso do Centro Hospitalar São João, EPE

A certificação de serviços de informação em instituições hospitalares: o caso do Centro Hospitalar São João, EPE

Durante o período de entrega foram apontados alguns constrangimentos face a este processo, obtidos a partir da observação e da interação com os funcionários que realizam a distribuição dos processos. As infraestruturas foram o aspeto mais apontado pelos assistentes operacionais que realizam esta tarefa, evidenciando alguns constrangimentos que muito têm a ver com os carros que fazem a entrega dos processos e outras questões de logística, como os elevadores e o piso irregular, entre outros. Durante este processo de entrega dos processos clínicos aos Secretariados das respetivas consultas externas, o modo de manuseamento e transporte é muito importante, sendo talvez o fator mais crítico deste processo. Os equipamentos que são utilizados para fazer a entrega requerem uma revisão e verificação constante por serem antiquados. Além disto, os carros que são utilizados para a entrega têm beiras mais baixas do que realmente deveriam ter em função da dimensão dos processos, colocando em risco o processo de transporte dos processos clínicos, principalmente ao nível de deterioração das mesmas. A questão de segurança pelo facto de os carros serem abertos será o fator mais crítico (ver Erro! A origem da referência não foi encontrada.). Além destes fatores, a dispersão física dos diferentes espaços de depósito onde estão arquivados os processos clínicos para as consultas externas afeta fortemente o processo de preparação e entrega dos processos para as consultas. Este fator obriga a que existam funcionários alocados para cada um destes espaços para preservar a segurança dos processos, bem como para preparar os processos para as consultas. Passa por aqui uma medida a longo prazo, que seria a integração de toda a documentação num único espaço físico de depósito, centralizando toda a informação clínica do Hospital num único espaço. Não obstante, este problema de dispersão da documentação clínica pelos diversos espaços de depósito foi aligeirada pela separação dos processos dos doentes que desde 1992 não recorrem a serviços hospitalares do CHSJ, ou seja, doentes que não têm ID no SONHO, e que ficaram à custódia de uma empresa outsourcing. Este processo permitiu libertar espaço e reorganizar os depósitos em Z, tendo melhorado o funcionamento e organização interna do Serviço.
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Projeto e construção do posto de seccionamento do Alto São João

Projeto e construção do posto de seccionamento do Alto São João

A criação de perfis longitudinais das Redes de Drenagem de Águas Residuais e Pluviais no Posto de Seccionamento foram adicionados ao projeto como um dos contributos mais importantes do estágio realizado. . Estes perfis foram elaborados com base na regulamentação vigente e aprovados pelo Projetista da REN (Quadrante). Esta etapa do projeto revela-se de elevada utilidade uma vez que no futuro será construída uma Subestação e se procederá à ampliação do Posto de Seccionamento. Com estes elementos presentes, teremos um cadastro das redes de drenagem, evitando assim que seja necessária a deslocação de uma equipa da EDP Distribuição ao local fazer o levantamento destes elementos. Neste ponto, foi requisitado pelo Eng.º André Lousinha o dimensionamento da Rede de Drenagem de Águas Pluviais sem necessidade de implementar um poço de recolha de águas na cave e, consequentemente, dois equipamentos de bombagem. Deste modo atingiu-se uma profundidade máxima de 2,75 m na última câmara de visita antes da inserção na rede pública.
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Antígona em cena no Teatro Nacional de São João : tradução e dramaturgia

Antígona em cena no Teatro Nacional de São João : tradução e dramaturgia

correspondência linguística, tarefa impossível, mas mesmo o de arranjar maneira de exprimir a profundidade de sentido de um verso que, para um desconhecedor do texto original e de tudo o que nele está implicado, não passaria de uma fórmula de chamamento marcada pelo afecto entre as duas irmãs. Antígona dirige‑se a Ismena com um vocativo composto de quatro palavras – excluo o ὦ inicial que vulgarmente acompanha o vocativo e não tem valor semântico – κοινὸν αὐτάδελφον Ἰσμήνης κάρα. Destas, apenas uma é completamente transparente, o nome próprio Ismena; as restantes são intraduzíveis, pois a tentar uma tradução o mais próxima possível do original teríamos de dizer qualquer coisa como “ó cabeça de Ismena, [ca‑ beça] de verdadeira irmã que eu partilho” ou “que me é comum”. κάρα, a palavra traduzida por ‘cabeça’, parece ser usada sobretudo na tragédia como vocativo mais emocional e também mais elevado do que outras for‑ mas comuns de chamamento. Por seu lado o adjectivo κοινὸν e o primeiro elemento do adjectivo αὐτάδελφον – αὐτ – remetem respectivamente para a ideia de comunhão e para a de individualidade, ou mesmo de isolamento e solidão. A maior parte das traduções, e a minha acabou por seguir o mesmo caminho, opta por fazer deste vocativo uma expressão de carinho – “mi‑ nha irmã, minha querida Ismena” – para transmitir alguma da intensidade emocional inscrita no grego. Na verdade, a ideia contida neste estranho verso não é bem, ou não é principalmente, a da proximidade do afecto. Ele exprime, antes, uma comunhão, uma condição existencial partilhada, uma identidade de sangue que, ao isolar as irmãs do resto do mundo, as une de
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32 Lee mas

Emergência Médica Pré-Hospitalar - quando os segundos são vidas

Emergência Médica Pré-Hospitalar - quando os segundos são vidas

Dado que a maioria das paragens cardio-respiratórias ocorrem fora do ambiente hospitalar [5] , um marco importante foi a implementação de Desfibrilhação Automática Externa (DAE). Através da implementação de programas que permitem a utilização destes dispositivos por pessoal não médico, como seguranças, bombeiros, TEPH, e outros intervenientes do SIEM, foi possível tornar a desfibrilhação um elo cada vez mais precoce. Estes dispositivos encontram-se frequentemente em locais com elevado número de pessoas, como estádios, aeroportos ou shoppings, para além das ambulâncias do INEM, bombeiros ou Cruz Vermelha Portuguesa. Assim, é possível reverter ritmos desfibrilháveis antes da chegada dos meios diferenciados, ou em locais em que não seja possível a sua presença.
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51 Lee mas

Capacidade de absorção das empresas calçadistas de  São João Batista/SC

Capacidade de absorção das empresas calçadistas de São João Batista/SC

Uma classificação da capacidade de absorção é considerada por Veja Jurado, Gutiérrez Gracia e Fernandes de Lúcio (2008), que o conhecimento envolvido no processo é um grande determinante para a CA. Eles postulam que quanto mais aplicável o conhecimento externo, será mais fácil para firma adquiri-lo e explorá-lo, pois é mais eficientemente obtido via relacionamento com cliente ou fornecedores. Dessa forma, apresentam duas categorias para a capacidade de absorção: a capacidade absorção científica e a capacidade de absorção tecnológica. A capacidade de absorção científica seria aquela necessária para a captação de conhecimento via pesquisas básicas feitas em universidades e centros de pesquisa. Já a capacidade de absorção tecnológica teria como função de proporcionar a integração pela firma do conhecimento já materializado em ferramentas e processos, para ser manejado pelos seus funcionários. Segundo Veja Jurado, Gutiérrez Gracia e Fernandes de Lúcio (2008), os fatores que determinam o desenvolvimento desses dois tipos de CA são distintos, sendo que em certos setores eles podem ser complementares.
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84 Lee mas

O ensino de chinês no ensino básico em São João da Madeira

O ensino de chinês no ensino básico em São João da Madeira

Para começar a entender aspetos fulcrais da cultura chinesa, é necessário inteirar- se dos “padrões de pensamento profundamente enraizados no comportamento da sociedade chinesa e que influenciam a forma de viver e fazer negócios” (Trigo, 2006; 11), como por exemplo conhecer as normas de protocolo e etiqueta que envolvem toda a sociedade chinesa e que ultrapassa a esfera negocial; compreender e saber lidar com a a delicada questão da “face” (mianzi −面子); respeitar as tradições como o forte respeito pela hierarquia e importância da família e principalmente, compreender as “regras” das relações interpessoais ou (guanxi − 关 系 ). Em suma, o entendimento destes princípios são importantíssimos para entrar na “forma de pensar” chinesa, sendo imprescindíveis de forma a diminuir o choque cultural que os primeiros contactos com este país tão diferente representa para qualquer principiante.
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129 Lee mas

Desenvolvimento da agricultura orgânica no município de Mata de São João - Bahia.

Desenvolvimento da agricultura orgânica no município de Mata de São João - Bahia.

63 casa, os p re ço s são os m esm os pra ticad o s na feira de S a lv a d o r”. Os produtos orgânicos que são produzidos e comercializados pelos agricultores da região, são bastante variados, são eles: Hortaliças - Alface americana, Alface crespa, Alface lisa, Alho chinês, Capim santo, Coentro, Salsa, Cebolinha, Manjericão, Hortelã miúdo, Hortelã grosso, Cenoura com rama, Couve manteiga, Couve Mineira, Erva Cidreira, Espinafre, Língua de vaca, Rúcula, Ora-pro-nobis. Verduras - Aipim, Chuchu, Batata doce, Beribéri, Berinjela, Jiló, Maxixe, Pepino comum, Pepino japonês, Pimenta malagueta, Pimentão verde, Quiabo, Tom ate cereja. Frutas - Banana da prata, Banana Pratinha, Banana da Terra, Banana nanica, Banana Maçã, Mamão Havaí, Coco verde, Coco seco, Manga, Abacate, Abiu, Laranja da Bahia, Lima, Limão rosa, Limão Taiti, Melancia e Noni. Segue abaixo no gráfico 3 a representação dos mais vendidos.
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97 Lee mas

Desempeño de la Planta de Tratamiento de Aguas Residuales de São João de Iracema (Brasil)

Desempeño de la Planta de Tratamiento de Aguas Residuales de São João de Iracema (Brasil)

El ANOVA indic´o que hubo diferencias estad´ısticamente significativas entre las temperaturas del l´ıquido en los tres puntos de muestreo; con la prueba de Tukey se identificaron dos gru[r]

11 Lee mas

Elaboração e validação de um procedimento operacional padrão de enfermagem para o paciente em uso de fármacos vasoativos

Elaboração e validação de um procedimento operacional padrão de enfermagem para o paciente em uso de fármacos vasoativos

Como não há consenso na literatura sobre o número de juízes a compor o quadro de avaliação (GUIMARÃES; HADDAD; MARTINS, 2015; PASQUALI, 2009), foram convidados 48 profissionais, sendo enfermeiros, farmacêuticos e um biomédico. Foram convidados os enfermeiros do Serviço de Emergência e da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital onde o estudo foi realizado por possuírem experiência prática no cuidado a pacientes em uso de medicamentos vasoativos, que são de ocorrência comum nessas unidades. Foram também convidados os farmacêuticos do hospital, por possuírem conhecimento farmacológico sobre os medicamentos utilizados na instituição. Além disso, foram convidados a participar docentes, que foram selecionados a partir de informações das páginas eletrônicas dos Departamentos de Enfermagem e de Farmacologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) que indicassem experiência no cuidado ao paciente em uso de medicamentos vasoativos ou conhecimento farmacológico acerca desse tema, que foram confirmadas através de dados do currículo lattes dos docentes. Foi convidada uma docente da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) que possuía experiência em terapia medicamentosa intravascular e segurança do paciente, que foi indicada por uma docente do Departamento de Enfermagem da UFSC, também participante desta etapa. Os convites foram feitos via e-mail.
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131 Lee mas

Zoneamento agroecológico do município de São João de Pirabas, Estado do Pará.

Zoneamento agroecológico do município de São João de Pirabas, Estado do Pará.

A indicação de opções de utilização das terras para uso agrícola em lavouras, pastagens, manejo florestal e áreas para serem preservadas, visando principalmente o uso sustentado das t[r]

64 Lee mas

Turismo industrial em São João da Madeira: relatório de estágio

Turismo industrial em São João da Madeira: relatório de estágio

Um dos principais motivos de integração no projeto, apresentados com maior frequência pelas empresas, foi a possibilidade de dar a conhecer o produto e o processo produtivo. Por outro lado, a contribuição do projeto para a preservação do “saber fazer”, que foi passando de geração em geração, constituiu outro dos motivos. Mas, através da análise dos dados, é possível aferir que os motivos de integração nem sempre se prendem com a empresa, visto que o desenvolvimento da cidade de São João da Madeira foi apontado duas vezes, ao longo dos questionários, como sendo uma das razões para a adesão, que acarreta vantagens e desvantagens para as próprias empresas. Assim, as principais vantagens apontadas dizem respeito ao reconhecimento e divulgação da empresa, bem como às sinergias criadas, através da interação com as restantes empresas parceiras. A principal desvantagem está no facto de os grupos mais numerosos, por vezes, perturbarem o normal funcionamento da empresa. Mas, de acordo com as respostas obtidas, as visitas podem também interferir positivamente no funcionamento da empresa e na rentabilidade dos funcionários, aumentando a sua motivação pessoal.
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84 Lee mas

Gritos e Sussurros. a Retabilística Barroca em São João de Itaboraí. Contribuição ao Estudo Iconológico dos Retábulos e Imagens da Matriz de São João de Itaboraí - Rj

Gritos e Sussurros. a Retabilística Barroca em São João de Itaboraí. Contribuição ao Estudo Iconológico dos Retábulos e Imagens da Matriz de São João de Itaboraí - Rj

147 O Santo usa tonsura e apresenta cabelos em mechas ritmadas e barba encaracolada marrons, sua expressão apresenta traços clássicos e compleição torturada, conformada, com olhar direcionado para a mão esquerda cujo crucifixo deveria estar posicionado. Sua expressão é valorizada ainda pelo olhar piedoso, o que proporciona percepção de intenso sentimento pelo crente, e pela boca entreaberta, expondo ligeiramente os dentes na parte superior. Todo o conjunto encontra-se completamente comprometido pelas repinturas sem critério. Seus pés se apresentam descalços e por um artifício da composição, o Saio se apresenta repuxado e arrumado no antebraço direito. Este recurso se justifica pela necessidade do artista de revelar os estigmas, atributo natural de São Francisco, também comprometido pelas repinturas inadequadas. Não é possível afirmar que a imagem possua olhos de vidro, porquanto estes estão cobertos de espessa camada de tinta, no entanto, pela solução de entalhe das pálpebras, não seria improvável esta solução. Sua base é característica de um podium quadrado com seus vértices chanfrados.
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356 Lee mas

Prática psicomotora na creche e jardim de infância do Centro Cultural dos Bairros de São João e Olival Queimado

Prática psicomotora na creche e jardim de infância do Centro Cultural dos Bairros de São João e Olival Queimado

Quando falamos nos parâmetros avaliados através deste teste é importante perceber qual a função que estes desempenham na vida da criança e porque são muito importantes para serem trabalhados. Neste sentido, salienta-se que a integração visuomotora, tem um papel importante no desenvolvimento, pois este parâmetro encontra-se ligado as habilidades funcionais, a capacidade de a criança participar nas atividades do quotidiano, no desenvolvimento da caligrafia, referindo- se que possíveis dificuldades a este nível poderão trazer dificuldades no desempenho académico (Marr & Cermak, 2002; Ratzon, Efraim & Bart, 2007; Volman, van Schendel & Jongmans, 2006). Considera-se que a integração visuomotora, a perceção visual e a coordenação motora são capacidades que podem sofrer algum comprometimento quando falamos da dificuldade de aprendizagem. Segundo Fonseca (1984) as crianças que apresentam dificuldades de aprendizagem, podem ter dificuldades ao nível da perceção visual, mais especificamente no reconhecimento de cores, diferenciação de formas, tamanhos; problemas no reconhecimento da figura-fundo, problemas na identificação de figuras sobrepostas, dificuldades na construção de formas, na inversão de formas no espaço, dificuldades na coordenação visuomotora entre outras. A utilização do instrumento DAP foi escolhido para a verificação de conceitos ligados ao desenvolvimento da área cognitiva mais especificamente itens relacionados com a inteligência e itens relacionados com o desenvolvimento emocional.
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198 Lee mas

A atuação do psicólogo hospitalar no centro obstétrico

A atuação do psicólogo hospitalar no centro obstétrico

O silêncio, muitas vezes, pode ser útil e ter vários significados. Em algumas ocasiões, para a paciente, o importante não é falar ou ouvir e sim ter alguém por perto, que lhe dê suporte, que lhe passe segurança. O silêncio é muito eficaz nos momentos em que a parturiente está sentindo muita dor. Quando ela sente uma contração, de nada adianta o psicólogo continuar falando, pois o foco da sua atenção estará voltado para a dor e não para as palavras do profissional. Pior do que isso, a mulher pode se sentir constrangida por não estar prestando atenção no que o psicólogo diz, e, além do esforço para agüentar a dor, ter que se esforçar para dar atenção ao profissional. Por isso, é fundamental que o psicólogo hospitalar saiba a hora de falar, ouvir e silenciar, respeitando sempre o momento do paciente.
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43 Lee mas

Prevalência de pneumonias no Centro Hospitalar de Leira, E.P.E

Prevalência de pneumonias no Centro Hospitalar de Leira, E.P.E

Este sistema resulta de uma diferenciação orgânica complexa, com a finalidade essencial de se assegurarem as trocas gasosas entre o ar atmosférico e o organismo, pela captação do oxigénio, necessário para as atividades vitais do Homem. Em contrapartida, serve como via de eliminação do dióxido de carbono produzido pelo metabolismo celular (10). A transferência gasosa ocorre nos alvéolos pulmonares, que são estruturas de pequenas dimensões, localizados na zona terminal dos bronquíolos respiratórios e canais alveolares (11). O alvéolo é revestido por dois tipos de células epiteliais, os pneumócitos tipo l, que permitem uma fácil difusão do oxigénio e dióxido de carbono entre o alvéolo e os capilares e os pneumócitos tipo II, que são responsáveis pela secreção de um surfactante, um complexo constituído por fosfolípidos e algumas proteínas que tem a função de renovar o revestimento alveolar e reduzir a tensão superficial dos alvéolos, impedindo o seu colapso (12). A membrana alveolar apoia-se numa membrana basal, que em conjunto com os capilares adjacentes formam uma membrana alvéolo-capilar. Esta interligação de membranas protege o alvéolo de substâncias e partículas estranhas e permite a ocorrência da difusão do dióxido de carbono e do oxigénio (11,12).
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100 Lee mas

Centro Cultural São Paulo

Centro Cultural São Paulo

Assim como em outros países da América Latina, durante a segunda metade do século XX vivenciou-se no Brasil a ditadura militar, também conhecida como a Quinta República Brasileira. O regime instaurado em 1 de abril de 1964 com a deposição do presidente João Goulart, popularmente conhecido como “Jango”, durou vinte e um anos, com sucessivos presidentes militares à frente de governos nacionalistas e desenvolvimentistas. Este período teve fim no dia 15 de março de 1985 com a volta do poder civil. Segundo Elio Gaspari, jornalista que, por meio de uma escrita detalhada, expôs a ditadura vivida no país, durante estas duas décadas sucederam- se avanços e recuos nas questões políticas, “ou, como se dizia na época, aberturas e endurecimentos” (Gaspari, 2014, p. 131). A ditadura brasileira viveu dois lados: a tortura e o desenvolvimento; o primeiro, referente ao cidadão, negligenciava os direitos e as liberdades civis, enquanto o segundo, voltado à cidade, estabelecia para as áreas centrais o desenvolvimento intenso tendo como suporte a engenharia e a industrialização, enquanto a periferia era abandonada ao crescimento caótico e desordenado. Na cidade de São Paulo, com cerca de seis milhões de habitantes, foram iniciadas obras de grande porte e projetos urbanos que implicavam em avanços técnicos e construtivos, o chamado “milagre econômico”, em que eram combinados recursos financeiros fartos, repressão política e visão tecnocrática (Guerra, 2009).
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13 Lee mas

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